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O desempenho das ações da PetrobrasEnviado por luisnassif, qui, 07/10/2010 - 07:13
Por Edson Joanni
Sinceramente, não estou entendendo nada desse sobe e desce das ações da Petrobrás. Nassif, que tal uma tradução do economês para o português...Ação da Petrobrás despenca após capitalizaçãoPapéis caíram ontem 4% na Bovespa, refletindo seis relatórios e bancos sobre o potencial de desempenho das ações Estadão.com Nicola Pamplona As ações ordinárias (ON, com direito a voto) caíram 3,98%, para R$ 29,18. Já as preferenciais fecharam em queda de 4,15%, a R$ 25,86. No processo de capitalização, os papéis foram vendidos a R$ 29,65 e a R$ 26,30, respectivamente. Ou seja, em apenas dois dias úteis após o anúncio de fechamento da capitalização, os investidores perderam 1,6% do capital investido. Os relatórios foram elaborados por Bradesco, que era o líder da operação, Itaú BBA, Morgan Stanley, Deutsche Bank, Bank of America/Merril Lynch e Barclays - o único sem participação direta na venda de ações. Itaú e Barclays rebaixaram as recomendações da Petrobrás para uma classificação em linha com o mercado (ou seja, acreditam que as ações vão subir em níveis semelhantes aos da Bolsa). Antes, as duas viam potencial superior para as ações da empresa. Além disso, reduziram suas projeções de preço das ações da estatal. Os outros quatro bancos se limitaram a reduzir as projeções de preços. As justificativas giram em torno do aumento da base de acionistas, dos altos preços pagos pela empresa pelas reservas do pré-sal compradas do governo e das perspectivas de custos para exploração do pré-sal. O texto do Barclays chega a dizer que a Petrobrás precisará de nova capitalização entre 2013 e 2014, caso o petróleo permaneça na casa dos US$ 80 por barril. Onda. Para especialistas, a onda de rebaixamentos ainda não chegou ao fim, uma vez que uma série de bancos e corretoras ainda prepara relatórios pós-capitalização. "É um processo natural, na medida em que se ajusta os modelos de análise da companhia, com um número maior de ações", explicou a analista Mônica Araújo, da corretora Ativa. Ela já havia rebaixado a empresa antes da capitalização e não vê agora sinais para mudança. "Acho que só teremos uma melhora no humor no ano que vem, com a divulgação de novo plano de investimentos e a incorporação de novas reservas." O movimento, porém, causou surpresa, uma vez que, há poucas semanas, os mesmos bancos estavam convencendo clientes a comprar os papéis. Um especialista em direito societário consultado pelo Estado viu possível conflito de interesses, uma vez que os bancos foram remunerados pela prestação de serviços durante a capitalização. Para ele, o movimento poderia contrariar a instrução 483 da Comissão de Valores Mobiliários, que determina a separação das atividades dos bancos. A CVM afirmou que analisa todas as informações referentes a uma oferta, e que toma providências quando necessário. A Itaú Corretora, primeira a divulgar relatório, alega, porém, que o procedimento adotado pelo banco respeita a 483 e não configura conflito de interesses. Segundo o chefe de análise do banco, Carlos Constantini, a área responsável pelos relatórios atua de forma independente de outros setores do banco e só não divulgou relatórios antes por conta de período de silêncio exigido pela lei. "Estamos muito confortáveis", afirmou ele, ressaltando que a recomendação do banco ainda prevê alta de 40% nos papéis até o fim de 2011.
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Comentários + votados
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JMP
07/10/2010 - 08:24
Dê uma lida no meu blog, se Nassif permitir: http://pimon.com.br/blog/
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Ney Henrique
07/10/2010 - 08:48
Simples... Inflaram os preços, um monte de gente comprou com valor superestimado, e agora os honrosos operadores venderam com lucro exagerado nas costas de quem acreditou nos relatórios deles!...
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Ricardo´
07/10/2010 - 08:54
Que tal tentar listar aqui a última captação ou IPO que, apesar do auê, não foi uma barca furada? Eu apostaria que ninguém acha um, se o jogo não fosse proibido. Mas esse negócio de "na empresa minha...
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Paulo Cezar
07/10/2010 - 09:10
Ações são um investimento de longo prazo, essas variações de curto prazo não devem ser levadas muito a sério pois são baseadas em meias verdades.Além disso o mercado esta se ajustando ao fato do...
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Chicão dois passos
07/10/2010 - 09:31
Nassif,
existe um medo/risco inerente as ações da Petrobras e os dois estão interligados.
O primeiro: risco tecnológico - tendo dinheiro, o desafio maior da Petrobras é ter tecnologia que permita a...
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Andre Araujo
07/10/2010 - 10:29
Nos ultimos noventa dias fiz aqui no blog cinco comentarios sobre o equivocado modela de capitalização da Petrobrás que levaria à desvalorização da empresa como player mundial, situação que...
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luiz c l botelho
07/10/2010 - 12:17
Prezado Nassif
O risco no mercado de ações é uma constante e lá , como em nenhum outro lugar , a corda sempre rompe para o lado do mais fraco .E esta estória de Pré-sal lastreando esta "Capitalização...
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Delim
07/10/2010 - 13:18
Legal. Um monte de gente entendida do mercado de ações. Especialistas mesmo. E todo mundo perdendo dinheiro, assim como eu.
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Paulo Cezar
07/10/2010 - 14:52
A questão da operação única não envolve só ganho de escala, mas também controle estratégico das reservas e da produção.
Porém concordo que o risco Serra pode estar influenciando o preço das...
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JMP
07/10/2010 - 16:47
André, não é assim, não!
Pergunta pra China Petro, Peru Petro, França Petro, Noruega Petro, pra Braskem, etc......
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Hebert
07/10/2010 - 07:58
Olá a todos, esse movimento é normal, pois no primeiro dia os especuladores possuem a estratégia de comprar e vender no mesmo dia o que gera ganhos muito bons. Portanto, se a intenção não é especular...
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sandro
07/10/2010 - 08:37
O pequeno investidor em ações, que vai atrás dos micos, dizem que existe a Petro Gang. Seriam estes os integrantes???
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MarianoSSilva
07/10/2010 - 11:13
Posso entender isso do modo que ora apresento abaixo :
Segundo soubemos ontem ou anteontem, o total do capital da Petrobrás no exterior encolheu para cerca de 25 %. Ora, baixar coordenadamente,...
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Jorge Leite Ointo
07/10/2010 - 11:33
É incrível como se manipula valores na Bolsa (não se se só aqui) mas vejamos:
1- O preço dessas ações antes da crise (2008) estava acima de 42,00 (Petr4- PN).
2- Na época preço do petróleo girava em...
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André Figueira
07/10/2010 - 11:35
Quem tem qie explicar a notícia é o jornaleco que a explorou...
Nada de anormal nas ações caírem nesse período. Diga-se de passagem que para a Petrobrás isso não faz a menor diferença.
Além...
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socram pb
07/10/2010 - 11:36
Hoje, as 11:29, já estão caindo mais de 3% (3,84% ON e 3,21% PN).
O volume de negócios também é muito grande : as 11:30, 556 milhões de reais (PN).
Ou seja, tem muita gente saindo mas tem muita...
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André Figueira
07/10/2010 - 11:44
Petro Gang. Seriam estes os integrantes???
Guangue só se for a dos Bancos que estão cometendo o absurdo de rebaixar aquilo que eles acabaram de vender!!!
Seria melhor Bankgang! Essa sim é...
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Ivan Moraes
07/10/2010 - 12:28
Verdade pura, acabei de dizer isso mesmo, em outras palavras.
Eles estao esperando a desvalorizacao DO CAMBIO. Em outras palavras, eles estao esperando uma crise brasileira nao porque ha razao...
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JMP
07/10/2010 - 12:37
A complicação da simplicidade.
Não é nada disso, o cara do FHc, assessor do Serra, já deu a sua opinião sobre Petrobrás!
Volta o SISTEMA DE CONCESSÃO e pára tudo, toda capitalização vai para o...
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Francisco A. de Sousa
07/10/2010 - 13:14
Nassif,
Trabalho na mesa de uma corretora de um banco americano. Por volta do meio-dia surgiu um boato
que a veja deste final de semana viria com uma reportagem sobre a capitalização da...
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Olá a todos, esse movimento é normal, pois no primeiro dia os especuladores possuem a estratégia de comprar e vender no mesmo dia o que gera ganhos muito bons. Portanto, se a intenção não é especular é só aguardar que os papéis voltaram a ter um preço bom valor de face.
Abraços!
Perfeito, só acrescentaria uma informação básica apenas p/ frisar, compra de ações é sempre p/ longo prazo. Analisar as flutuações do mercado no curto prazo só nos tras sopros de euforia e gastrite......
Dê uma lida no meu blog, se Nassif permitir: http://pimon.com.br/blog/
JMP (quinta-feira, 07/10/2010 às 08:24),
Poxa vida! Você põe um link para a primeira página do seu blog. Quase um ano depois eu apareço neste post "O desempenho das ações da Petrobras" de quinta-feira, 07/10/2011 às 07:13 em chamada de Edson Joanni para reportagem no site Estadão.com de Nicola Pamplona e Sabrina Valle e vou ver a sua indicação. Deu uma trabalheira para eu encontrar o post a que você se referia e mesmo assim fiquei na dúvida.
Houve o lado bom, pois vi bons post. Há por exemplo o post "Serra na TV" de 15/10/2010. Nele há um bom histórico sobre a lei dos genéricos. O endereço é:
http://pimon.com.br/blog/?p=3295
Bem, sobre esse assunto de remédios genéricos, há o post de Nassif "Serra admite não ser "pai dos genéricos"" de quarta-feira, 28/07/2010 às 08:17 e que pode ser visto no seguinte endereço:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/serra-admite-nao-ser-pai-dos-genericos?page=1
Para o post eu mandei um comentário também na quarta-feira, 28/07/2010 às 14:25 historiando o que ocorreu com os medicamentos genéricos. Uma das maiores responsabilidades de José Serra em relação ao que ocorreu com os medicamentos genéricos foi a propaganda com dinheiro público para os genéricos. A propaganda do genérico foi benéfica porque deu força para empresas brasileiras pudessem crescer na produção de medicamentos genéricos. A EMS talvez seja a grande empresa fruto dessa propaganda com dinheiro público. Não é de estranhar que ela tenha ligação com José Serra.
Agora, o efeito principal da propaganda dos medicamentos genéricos feita com dinheiro público foi atiçar o espírito hipocondríaco do brasileiro e aumentar a tendência à automedicação. A automedicação em si já é ruim, pois aumenta os gastos com medicamentos, elevando os preços, mas o pior da automedicação é que ela leva a desenvolver maior resistência das bactérias e dos vírus aos medicamentos que os combatem. Não é estranho que a propaganda de medicamentos genéricos tenha sido suprimida da mídia tão logo o governo procurou atender mais o interesse público (por mais que isso seja vago, há as situações onde o conhecimento já é científico), afinal o governo experimentou no caso da gripe suína a necessidade de ter um controle mais efetivo da medicação que o brasileiro estivesse usando.
Bem, mas a sua chamada era para seu post sobre a Petrobras. Fui então atrás do que você escreveu dia 07/10/2010 sobre a Petrobras. Há o post “A queda da Petrobrás, hoje!” de 07/10/2010, feito a partir de reportagem no Valor Econômico de 06/10/2010 e publicada na página A-9 com o título “Assessor de Serra sugere modelo antigo para o pré-sal!”. O endereço desse post é:
http://pimon.com.br/blog/?p=3173
Um pouco depois, ou seja, mais tarde ou mais à frente, nesse mesmo dia 07/10/2010, há outro post tratando da Petrobras. É o post “A complicação da simplicidade. Petrobrás”. O endereço do post é:
http://pimon.com.br/blog/?p=3179
Nesse post “A complicação da simplicidade. Petrobrás” você volta a remeter para a entrevista do assessor do candidato de José Serra.
Só que pelo horário que você enviou o comentário, quinta-feira, 07/10/2010 às 08:24, aqui no blog de Luis Nassif para este post "O desempenho das ações da Petrobras" o mais provável é que você estivesse referindo-se para posts publicados no dia anterior no seu blog.
Bem no dia anterior 06/10/2010 havia o post “Assessor de Serra quer mudar modelo de exploração do pré-sal” de 06/10/2010 e que tinha como base a reportagem de Juliana Ennes no Valor Econômico. O endereço do post é:
http://pimon.com.br/blog/?p=3166
E havia também este outro “A queda da Petrobrás” de 06/10/2010 no seu blog e que se pode ver no seguinte endereço:
http://pimon.com.br/blog/?p=3155
Para você a notícia de que o desempenho das ações da Petrobras fosse decorrente de um relatório da Itaú Corretora não tinha muito consistência, pois a análise lhe parecera pífia.
Bem, mas eu vim aqui neste seu comentário de quinta-feira, 07/10/2010 às 08:24 querendo trazer links para outros dois posts, a saber, "O debate sobre a capitalização da Petrobras" e “O programa sem corpo nem alma dos pais do Real”, ambos posts aparecidos aqui no blog de Luis Nassif.
O primeiro link relaciona-se com os comentários aqui na primeira página deste post "O desempenho das ações da Petrobras" que se travaram entre Andre Araujo e Paulo Cezar, a partir do comentário de quinta-feira, 07/10/2010 às 10:29 de Andre Araujo e que Paulo Cezar respondeu quinta-feira, 07/10/2010 às 14:47 e Andre Araujo fez réplica quinta-feira, 07/10/2010 às 23:36 e Paulo Cezar fez tréplica sexta-feira, 08/10/2010 às 13:53. A troca de comentários originou o post "O debate sobre a capitalização da Petrobras" de sexta-feira, 08/10/2010 às 17:10 aqui no blog de Luis Nassif e consistindo exatamente do debate que Andre Araujo e Paulo Cezar travaram. O endereço do post "O debate sobre a capitalização da Petrobras" é:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-debate-sobre-a-capitalizacao-da-petrobras
Eu chamo atenção para esse post "O debate sobre a capitalização da Petrobras" porque ele expõe uma distinção muito importante que há entre o PSDB e o PT. O PSDB põe o princípio da eficiência acima de tudo enquanto que o PT embora tenha muito esse espírito psdbista da eficiência deu especial destaque, principalmente no governo de Lula, ao princípio da justiça sem temer de deixar no segundo plano o princípio da eficiência.
Na verdade na maioria das vezes, principalmente quando se considera no curto prazo, os dois princípios são incompatíveis. No longo prazo, se tudo mais permanecesse constante, talvez houvesse razão para falar que o princípio da eficiência poderia trazer mais justiça que a priorização do princípio da justiça no curto prazo pudesse produzir essa mesma justiça no longo prazo. Ocorre que tudo vai mudando e se pode em cada momento ir alcançando mais justiça.
O segundo post a que eu pretendo fazer o link é que me fez lembrar do post "O debate sobre a capitalização da Petrobras" de sexta-feira, 08/10/2010 às 17:10. O nome do segundo post é “O programa sem corpo nem alma dos pais do Real”. O endereço do segundo post é:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-programa-sem-corpo-nem-alma-dos-pais-do-real
E faço também mais dois outros links. Primeiro para o post “O capitalismo de Estado brasileiro” de sexta-feira, 26/08/2011, as 14:00 foi publicado aqui no blog de Luis Nassif o post em decorrência de chamada de Raquel_ para o artigo “Nação cartelizada” de Vladimir Safatle e publicado no site da CartaCapital, quinta-feira, 25/08/2011 às 17:54h. O link para o post é:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-capitalismo-de-estado-brasileiro
E o segundo post é "Gustavo Franco e a crise global" de segunda-feira, 08/08/2011 às 13:03 aqui no blog de Luis Nassif e originado de chamada de JB Costa para entrevista concedida a Eleonora de Lucena por G. Henrique de Barroso F. e saída na Folha de S. Paulo na seção Entrevista de 2ª com o subtítulo "Exaustão fiscal global está na origem de turbulência". Faço o link ao post "Gustavo Franco e a crise global" principalmente pelos comentários que eu coloquei junto ao comentário de JB Costa de segunda-feira, 08/08/2011 às 18:17 e que atualmente se encontram no final da página 2 do post, mas que provavelmente irão para a página 3. O endereço do post é:
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/gustavo-franco-e-a-crise-global
Dou por encerrado meus links e comentários aqui para você lembrando que vi outros motivo para enviar esse comentário para você. Colocando-o aqui, o meu comentário com vários links fica na primeira página. Alem disso, ao colocar meu comentário aqui junto do seu eu levo para a segunda página o comentário de quinta-feira, 07/10/2010 às 11:36 de Socram pb. Ocorre que o comentário em meu entendimento interessante de Socram PB acarretou um bom debate com Ivan Morais que encaminhou um comentário quinta-feira, 07/10/2010 às 15:01 e o completou em 07/10/2010 às 17:36 e havendo a réplica de Socram pb em 07/10/2010 às 19:16. Do jeito que está, o comentário de Socram pb fica na primeira página e o debate na segunda. Com esse meu comentário tudo vai para a segunda página.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 28/08/2011
Caro Edson Joanni:
A opinião de um leigo- Conforme a matéria do Estadão em 05/010, a participação dos investidores estrangeiros, que chegou a 38,8%, desabou para os 26% do capital total da empresa. na empresa caiu de
Como os detentores de ADRs interessados pelas reservas das ações no recente processo de capitalização teria de transferir suas ações para o país, em um processo com custos semelhantes ao de compra e venda de papéis, preferiram comprar depois, daí a queda momentânea, pois “ninguém tá aqui prá ficar pagando muito caro”, né?
Além do mais, o movimento para derrubar o preço das ações da Petrobras já vinha acontecendo há algum tempo.
Da notícia, chama atenção o comportamento dos bancos, que contraria a instrução da CVM sem qualquer preocupação, pois sabem como tudo funciona por aqui.
Agora, à turma de fora só resta fazer conta (de um lado o preço da ação, do outro a possível desvalorização do real), comprar no preço que entendem como justo e, depois, festejar.
Um abraço
O pequeno investidor em ações, que vai atrás dos micos, dizem que existe a Petro Gang. Seriam estes os integrantes???
A propósito da Petrobras e dos desejos incontidos do demotucanao de privatizá-la e sobretudo "doar" nosso petróleo a estrangeiros (os olhinhos de Zylberstajn reviram-se com a possibilidade...), muito interessante artigo de Antonio Martins no "Outras Palavras":
http://www.ponto.outraspalavras.net/2010/10/06/pre-sal-piscadela-psdb-as...
Pré-Sal: piscadela do PSDB às transnacionaisBy Antonio Martins – 06/10/2010
A British Petroleum — que despejou centenas de milhões de barris no Golfo do México (foto) — é uma das cortejadas pelo assessor de José Serra
Em público, o candidato José Serra não endossará as palavras de seu subordinado; se questionado de modo explícito, talvez até as contrarie. Mas, no intrincado jogo político que se abriu para o segundo turno, certamente não foram em vão as palavras de David Zylberstajn, ex-diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo-ANP (no governo FHC), atual assessor para a área de Energia da campanha PSDB-DEM.
Em entrevista concedida ontem ao Valor Econômico, Zylberstajn ser “tecnicamente” a favor de retomar, nas reservas de petróleo do Pré-Sal, o sistema de leilões que vigorou em seu período. Para proteger o candidato a que se ligou, fez uma ressalva: “dentro do contexto político, eu não sei”…
O mecanismo antigo foi instituído em 1995, logo após o governo FHC quebrar o monopólio estatal de petróleo. Funciona assim: a União leiloa áreas do subsolo em que há possibilidade de haver jazidas. Os vencedores pagam um montante inicial ao Estado e ficam com todo o petróleo encontrado.
Tal modalidade foi contestada, durante anos, pelos movimentos sociais — que promoveram protestos e ocuparam mais de uma vez a ANP. Mantida no governo Lula, foi revista, por iniciativa do atual presidente, quando localizadas as imensas reservas do Pré-Sal. A história está contada em detalhes pela repórter Consuelo Rodrigues, na revista Piauí.
No Pré-Sal, quase não há riscos. Lula indignou-se ao perceber que, mantido o sistema, as empresas privadas ditariam, na prática (por meio dos leilões), quanto pagariam para ficar com o petróleo brasileiro. “Vamos cancelar a nona rodada [de leilões]. Foda-se o mercado”, teria dito o presidente numa reunião com membros do governo e diretores da Petrobrás, em 26 de outubro de 2008.
Pouco menos de um ano depois, o governo encaminharia ao Congresso os quatro projetos que alteram — embora sem reinstituir o monopólio estatal — as regras do jogo no Pré-Sal. Foi, para as transnacionais, um desastre. Na prática, os leilões acabaram. A União recuperou autoridade para conceder a exploração diretamente à Petrobras — como tem sido feito, invariavelmente. Em teoria, pode haver licitações de áreas. Nesse caso, a empresa estatal tem direito legal a no mínimo 30% de cada bloco leiloado. E as companhias vencedoras já não se abocanham todo o petróleo. Define-se uma partilha entre o que caberá a elas e à União.
A posição de Zylberstajn não é, portanto, de natureza técnica. Diz respeito à apropriação de uma riqueza nacional. O assessor de Serra para temas de Energia afirmou que é favorável à volta dos leilões de concessão; e que julga inadequada até mesmo a reserva de um percentual mínimo de 30% à Petrobrás.
Ainda mais relevante é o que Zylberstajn não afirmou (por politicamente explosivo), mas deixou nas entrelinhas. Se ele já se anima a debater a modalidade de leilão a ser adotada, é óbvio que pretende rever a decisão política hoje adotada pelo governo — que é de não realizar novos leilões.
Na presente fase da disputa pelo segundo turno, os candidatos estão reorganizando suas alianças. É uma etapa jogada principalmente nos bastidores, longe dos olhos do eleitorado. Cada candidatura faz acenos a grupos políticos, empresariais e sociais que deseja atrair. A publicação da entrevista de Zylberstajn, num jornal dirigido prioritariamente ao empresariado, equivale a uma piscadela de Serra às transnacionais que estão de olho no Pré-Sal.
Disponível apenas para assinantes no Valor, a matéria sobre as posições do assessor está reproduzida no blog Vi o Mundo.
Simples... Inflaram os preços, um monte de gente comprou com valor superestimado, e agora os honrosos operadores venderam com lucro exagerado nas costas de quem acreditou nos relatórios deles!
Mas não tenha dúvida ... logo logo eles fazem um joguete pra forçar as açoes pra baixo, e assim recompõem suas carteiras.
Que tal tentar listar aqui a última captação ou IPO que, apesar do auê, não foi uma barca furada? Eu apostaria que ninguém acha um, se o jogo não fosse proibido. Mas esse negócio de "na empresa minha área é separada e independente" é argumento bastante engraçado.
Como assim, você é sócio de alguém, toca um comércio junto, tem uma informação privilegiada, e não vai contar? A conduta normal do ser humano é falar "conto, mas não fala para ninguém", ou "não conto porque a CVM tem regras rígidas e a ética proíbe"?? Se fosse a segunda opção, nem precisava da norma.
Outro dia uma dessas bancas de advocacia grandes dava explicações sobre a operação castelo de areia. O advogado era parente do julgador do caso. O argumento era "o cliente é de outro advogado". Mas se são dois escritórios no mesmo endereço atuando separado, então por que não separa de vez? Depois das reportagens da Piauí ensinando sobre o nepotismo processual, o argumento se tornou ainda mais obtuso.
É por essas e outras que o mercado de capitais vai ficando marcado negativamente. E depois, para convencer o investidor com menos gosto para o risco a participar da bagunça, tem que desembolsar uma dinheirama.
E olha que, segundo os grandes analistas econômicos, há uma bolha nos mercados emergentes, já que por conta da paradeira nos mercados externos, o capital especulativa se moveu inteiramente pra esses países. E no Brasil ainda temos o problema do câmbio, pra piorar um pouco.
Na hora que começar a sangrar dólar pra fora, vamos ver o que vai ocorrer com esses preços ainda.
Aguarde.
PET - Programa de Erradicação dos Trolls. Não alimente os trolls no blog!
O mercado de capitais é flutuante, manipulado, e quem não entende do riscado deve aplicar em longo prazo, que o ganho é muito bom....
Ah e para o desentendidos, quando a ação sobe ou desce, isso não gera nenhum lucro ou prejuizo para a empresa, apenas para seus acionistas...
Ações são um investimento de longo prazo, essas variações de curto prazo não devem ser levadas muito a sério pois são baseadas em meias verdades.Além disso o mercado esta se ajustando ao fato do número de ações ter aumentado neste momento.
Numa série histórica longa se houver uma baixa constante, ai sim é motivo de preocupação. Mas só se os indicadores economicos da empresa estiverem ruins.
Até o momento os indicadores estão ótimos, acima até da média do mercado petrolifero, e isso é um indicador de que as ações irão ganhar valor no futuro.
As preocupações são as mesmas, preço do barril, custos de investimentos. E a Petrobras ja respondeu a esses questionamentos várias vezes, mostrando que estabelece perspectivas pessimistas para custos e valores do Barril quando planeja seus investimentos, de maneira a garantir retorno mesmo em cenários ruins...
Ações são assim mesmo. A Petrobras é uma ação que trará grandes lucros no longo médio e longo prazo. Neste momento o mais provável é que grandes investidores que sairam do papel,como o fundo de Warren Buffet,estejam operando na ponta vendedora a fim de provocar um melhor ponto de entrada.
De qualquer forma,se você tem ações da Petrobras e precisa do dinheiro no curto prazo,é mlehor esperar um primeiro repique e se desfazer dos papéis. quando essa gente entra para derrubar o preço,eles escolhem onde será o fundo.Tentar advinhar onde será é um jogo de cara ou coroa.
Nassif,
existe um medo/risco inerente as ações da Petrobras e os dois estão interligados.
O primeiro: risco tecnológico - tendo dinheiro, o desafio maior da Petrobras é ter tecnologia que permita a retirada do petróleo do pré-sal em níveis muito lucrativo.
segundo: para ter ESCALA de investimento e geração da tecnologia é necessário que o modelo onde a Petrobras é a operadora única do pré-sal seja mantido por longos anos.
Aí entra o risco eleitoral. Se o José Serra ganhar ele já disse que irá retomar o modelo do FHC. O que quer dizer que a Petrobras NÃO terá a escala neessária para tornar os seus investimentos muito lucrativos.
Muitas pessoas, prevendo a possibilidade de um cenário de eleição do Serra, já revisaram suas expectativas para baixo. Vários colegas já diminuíram suas posições em Petrobras a partir de segunda, pós- eleição. Este movimento agora só vem solidificar esta percepção.
Volto a dizer: toda a lógica de desenvolver uma indústria de petróleo nacional está calacado em garantir a operação única da Petrobras no pré-sal. Só isto dará GANHO DE ESCALA necessário para tal empreeendimento.
Grato,
Chicão
A questão da operação única não envolve só ganho de escala, mas também controle estratégico das reservas e da produção.
Porém concordo que o risco Serra pode estar influenciando o preço das ações.
Edsion, não te mete nesta história da Bolsa, é jogatina e da grande. Quem manda são os especuladores. Os valores das ações sobem e descem ao sabor de suas sanhas. Não tem nada a ver com aumento ou queda do preço do Petróleo, é pura especulação.
Nos ultimos noventa dias fiz aqui no blog cinco comentarios sobre o equivocado modela de capitalização da Petrobrás que levaria à desvalorização da empresa como player mundial, situação que brilhantemente tinha atingido antes dessa malfadada e desnecessaria ""capitalização"";
O modelo foi ruim porque a PETROBRAS era até então vista como um grande player global com governança corporativa de alto nivel, no mesmo nivel igual às majors como Exxon, Chevron, Toral, Repsol e Shell, muitos nem lembravam que era uma empresa controlada pelo Estado brasileiro.
A chamada "capitalizaçã" não serviu a nenhum proposito estrategico, os objetivos foram ideologicos, de certa visão estatizante do nucleo planaltino. Era desnecessaria porque:
1-Uma grande empresa de petroleo tem espaço de captação continuo no mercado mundial. Quando a Shell precisa de recursos ela não faz uma "capitalização" espetaculosa, não precisa disso, ela simplesmente emite ações na quantidade necessaria, sem ruidos, se a empresa vai bem sempre encontrará compradores. Quem ja ouviu falar dessa fanfarra com capitalização da Exxon ou da Chevron?
2-Uma empresa de petroleo não precisa de todo dinheiro de uma só vez, os desembolsos em investimentos são escalonados, há abundancia de oferta de financiamentos para plataformas, navios e refinarias.
3-O aumento da participação estatal na Petrobrás foi um desastre. Queimou a ficha da empresa até então vista como um player privado, o controle do estado brasileiro passava despercebido porque a governança da empresa era vista como profissional.
4-Quem tomou essa decisão para esse modelo de capitalização provavelmente não entende nada de mercado global de capitais porque o modelo caminha na direção contraria ao mercado global.
5-Quem caminha contra o mercado sai dele, esta ai a PDVSA que em circunstancias normais poderia captar o que quisesse e hoje está sem acesso a qualquer fonte de recursos, a não ser ao capital chines, o mais extorsivo do mundo.
Quase todos os analistas independentes chamaram a atenção para esses fatores, a imprensa brasileira fez um mediocre trabalho de analise dessa capitalização, saudada ridiculamente como "" a maior da historia do capitalismo"", confundindo o que era captação real dos minoritarios com a mera operação contabil de incorporação de barris teoricos da União ao capital da empresa, isso nunca poderia ser considerado um processo verdadeiro de tomada de recursos do mercado, se a PDVSA incorporasse as reservas do Orinoco poderia aumentar seu capital 200 vezes, não é real, é um mero jogo de papel.
Mas a pa de cal foi usar a "capitalização" como palanque, ai queimou mesmo.
Sr. Araújo,
Mais uma vez o senhor esta equivocado. A Capitalização era necessária para alavancar a capacidade de endividamente da empresa e evitar que ela perdesse o grau de investimento, além de captar recursos para o ambicioso plano de investimentos, que diga-se de passagem é superior aos planos de Exxon ou Shell.
Exxon e Shel são empresas privadas e emitem ações quando querem realmente. A Petrobras é uma empresa de economia mista e o governo brasileiro tem interesse estratégico em manter seu controle acionário, deste modo não pode emitir ações como Exxon ou Shell.
Apesar de serem privadas Exxon e Shell executam estratégias de ação em consonância incrivel com as politicas e estratégias de seus países de origem, o que sugere que há sim uma ligação entre as empresas e os governos de seus paises sede, apesar de essa ligação não estar relacionada ao controle acionário. Pelo menos não de maneira explicita.
O Brasil não pode se dar a esse luxo. O caso da Vale é emblemático , hoje a estratégia de desenvolvimento do país esta totalmente descolada da estratégia de negócios da Vale e o governo pouco pode fazer para alterar a situação.
Não podemos nos dar ao luxo de separar a Petrobras de nossas politicas de desenvolvimento, os investimentos da Petrobras estão intrinsicamente ligados ao projeto de desenvolvimento do país ( de maneira semelhante as empresas chinesas com o projeto desenvolvimentista da China ), projeto esse coordenado pelo estado e pensado para desenvolver o país, e não apenas gerar lucro máximo no curto prazo. E num contexto de exploração maciça de uma "commodittie" isso é extremamente delicado, pelo risco de desindustrialização envolvido.
Deste modo concluo reafirmando a importância da capitalização, importância essa que vai além de dogmas liberais que denigrem o controle estatal. Importante porque possibilitará o levantamento de recursos sem perda de controle estratégico do estado e além disso permitirá que o estado angarie uma parte maior dos dividendos gerados pelos lucros da empresa.
Além disso a queda das ações não esta de maneira nenhuma ligada a desconfianças sobre a governança, que lhe garanto continua a mesma, e não haveria porque mudar ja que é benchmarking para outras estatais , esta ligada sim ao aumento da quantidade de ações e as mesmas dúvidas de sempre sobre o preço do barril futuro e o custo do petróleo nas profundezas do pré sal.
André, não é assim, não!
Pergunta pra China Petro, Peru Petro, França Petro, Noruega Petro, pra Braskem, etc......
Meu caro Paulo Cezar, parabens pela acuidade de sua analise. Minhas observações>
1.A União não manteve apenas o controle que ja detinha mas aumentou sua participação.
Qual a estartegia desse movimento? Se não há, ela gerou a sinalização de que a Petrobrás fica mais estatal do que antes e esse não é um bom sinal para o mercado.
2.O Estado brasileiro tem todo o direito de transformar a Petrobras em totalmente estatal, como a PDVSA, a PEMEX, a PetroPeru, a Ecopetrol da Colombia, a Aramco da Arabia Saudita, a Sonangol, de Angola, a NIOC do Irã, a Kuwait Oil, a Sratoil da Noruega. Mas se a opção e para ter uma empresa com acesso ao mercado global de capitais, a estrategia é outra. Nesse caminho estão a Sinopec chinesa e a Gazprom russa. Para acessar o mercado os movimentos precisam levar em conta os modelos mais premiados por esse mercado. E o modelo que foi usado não gera esse premio, foi uma operação ruim, mal desenhada, mal explicada e com um tom palanqueiro incompativel com uma empresa que pretende crescer conectada ao mercado global de capitais.
3.Exxon e Shell não seguem politicas nacionais hoje em dia. São empresas realmente globais,
operam sob a logica global, detem poucas reservas, são mais operadoras upstream, petroquimicas. Mesmo no passado, por exemplo, a Shell não era uma empresa que operava para os interesses do estado inglês. Na decada de 30 a Shell ligou-se muito à Alemanha do terceiro Reich, a tal ponto que seu CEO, Sir Henry Deterding ficou muito mal visto pelo governo britanico, passou inclusive a residir na Alemanha. A Exxon, sucessora do grupo Standard Oil teve uma longa historia de embates com o Governo dos EUA, a começar pelo desmembramento do grupo em 1905, em seis companhais. Não é uma comapnhia identificada com o governo dos EUA. Já a Total, sucessora da Cie.Française des Petroles e a Repsol são empresas-bandeiras de seus paises. Cada caso é um caso.
4.Considero o modelo dessa capitalização errado. Seria melhor um programa de quatro ou cinco tranches de US$5 a 7 bilhões cada de captação liquida, a União manteria sua paridade com a incorporação de barris em escala proporcional.
5.Finalmente, não acho de forma alguma apropriado o uso politico, que foi feito em larga escala, do processo de capitalização, com Lula indo à bolsa, vestindo jaleco, não cabe ao Presidente da Republica misturar Estado com bolsa, vc não verá dirigentes chineses fazerem isso, no mercado ser discreto ganha premio, quanto menos fanfarra melhor, é preciso convencer os analistas e os operadores e não o palanque, que não cabe nesse cenario.
6.Finalmente, no caso Vale, a atual gestão multiplicou por 25 vezes seu valor de mercado, os impostos pagos são dezenas de vezes maiores do que antes da privatização, a companhia opera sob a logica de mercado e há fortes boatos de troca da atual gestão porque o CEO Roger Agnelli demitiu 2.00 empregados no começo da crise. A obrigação de um CEO é zelar pela companhia, ele fez o que a logica do mercado então exigia. A troca por um CEO mais submisso ao Palacio vai fazer a companhia perder valor de mercado. Quem perde? O BNDES, grande acionista, a Previ, acionista maior ainda, no fim o Brasil.
As companhias chinesas que vc mencionou operam rigorosamente sob a logica de mercado,
até de forma exagerada. Elas estão sim a serviço do Estado chines mas DENTRO dos mecanismos do mercado e não contra ele. Os chineses consideram que quanto mais bem sucedidas essas empresas mais a China ganhará com esse sucesso.
Ola André,
Meus comentários a suas observações :
Meu caro Paulo Cezar, parabens pela acuidade de sua analise. Minhas observações>
1.Qual a estartegia desse movimento?
A estratégia ao meu ver é aumentar os dividendos a que a união terá direito.
2.O Estado e mercado global de capitais.
A Petrobras tem uma governança premiada apesar de ser estatal. O fato da participação do estado ter aumentado esta totalmente desconectado da governança, que continuará a mesma.
Antes o sócio majoritário ja nomeava o presidente e diretores e continuará fazendo. Sem mudança alguma.
O fato é que os quadros da Petrobras são profissionais é há um limite que aceitamos para ingerências politicas.
A avaliação majoritária na empresa é que o desenvolvimento do país é positivo para os objetivos da empresa, pois se trata do nosso principal mercado. Assim os planos estatais estão alinhados aos empresariais.
Como não há perspectiva de mudança na governança, não vejo perspectiva de mudança dos planos de financiamento no mercado de capitais.
A capitalização foi realmente divulgada com viés politico, porém acredito que isto seja legitimo, uma vez que os louros devem ir para quem os merece.
3.Exxon e Shell não seguem politicas nacionais hoje em dia.
Pelo contrário.
http://www.ionline.pt/conteudo/31379-shell-e-exxon-mobil-vao-explorar-um-dos-melhores-campos-petroliferos-do-iraque
http://www.businessinsider.com/exxon-and-shell-bag-iraq-deal-to-produce-more-oil-than-nigeria-out-of-a-single-reserve-2010-1
4.Considero o modelo dessa capitalização errado.
Como disse anteriormente, avaliou-se que a participação do estado na empresa era pequena dado o horizonte projetado, e a perspectiva de dividendos.
5.Finalmente, não acho de forma alguma apropriado o uso politico...
A Cesar o que é de Cesar....
O presidente deve sim capitalizar politicamente seu apoio a Petrobras, até para contrabalancear com a posição de seus adversários, que nunca adotaram politica de valorização da empresa.
6.Finalmente, no caso Vale, a atual gestão multiplicou por 25 vezes seu valor de mercado, os impostos pagos são dezenas de vezes maiores do que antes da privatização, a companhia opera sob a logica de mercado e há fortes boatos de troca da atual gestão porque o CEO Roger Agnelli demitiu 2.00 empregados no começo da crise. A obrigação de um CEO é zelar pela companhia, ele fez o que a logica do mercado então exigia. A troca por um CEO mais submisso ao Palacio vai fazer a companhia perder valor de mercado. Quem perde? O BNDES, grande acionista, a Previ, acionista maior ainda, no fim o Brasil.
A Vale aumentou seu valor de mercado e Petrobras também.
A Vale no entanto ajuda muito pouco na politica de desenvolvimento brasileira. Ela efetivamente exporta empregos e criação de valor para a China.
A perda de valor acionário não se reflete em prejuizo direto. Mantendo-se a governança e os bons resultados o valor das ações voltaram a um patamar elevado. O mercado acionário é altamente especulativo , porém raramente se nega a adimitir realidades.
As companhias chinesas que vc mencionou operam rigorosamente sob a logica de mercado,
até de forma exagerada. Elas estão sim a serviço do Estado chines mas DENTRO dos mecanismos do mercado e não contra ele. Os chineses consideram que quanto mais bem sucedidas essas empresas mais a China ganhará com esse sucesso.
Elas operam sob a lógica do mercado, porém sempre com o viés do desenvolvimento nacional. Por isso estamos vendo cada vez menos exportações de produtos primários pela China. Eles estão efetivamente agregando valor lá, e gerendo emprego , renda e PODER lá.....
A Petrobras por exemplo operou sob a lógica de mercado sob FHC e hoje também opera. Isso não mudou. O que mudou foi o viés de suas ações, agora alinhados com a politica de desenvolvimento governamental.
São quase 11 da matina. Agradeço aos 4 comentaristas que postaram até agora, mas não tem jeito. Minha cabeça não está moldada para entender economia.
Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!
Reproduzo aqui uma avaliação desse movimento de baixa enviado pela ADVFN Newsletter, corretora de valores:
Petrobras: O que está acontecendo No fechamento dos mercados ontem uma empresa contribuiu enormemente para o índice Ibovespa fechar com prejuízos: Petrobras. Com queda superior a 4% nas ações ordinárias e preferenciais, os papéis da petrolífera marcaram intenso volume sendo as mais negociadas no dia. O movimento vem depois de diversos analistas e instituições financeiras alterarem suas recomendações e possível rendimento das ações nos próximos meses. Analistas cantam em coro que existem outras oportunidades melhores no momento na Bolsa. Contribuem também os especuladores que apostaram no processo de capitalização e vendo as ações não reagirem saem dos papéis assumindo o prejuízo. Mas aqui cabe uma consideração: todas as análises atuais visam o curto prazo, ou seja, aqueles que precisam do rendimento imediato. Os investidores que se mantiverem firme em suas posições verão que no longo prazo, terão adquirido ações com um grande desconto, aproveitando-se exatamente de um momento desfavorável, não para o futuro da empresa, mas para aqueles que opinam sobre ela.
Posso entender isso do modo que ora apresento abaixo :
Segundo soubemos ontem ou anteontem, o total do capital da Petrobrás no exterior encolheu para cerca de 25 %. Ora, baixar coordenadamente, através da boataria, o valor das ações, seria uma forma de imputar prejuizos momentâneos ao pequeno investidor brasileiro que adquiriu estas ações e comprá-las mais tarde a preços vis quando este desesperado com a perda resolver vende-las. Assim uma boa parte das ações que, por exemplo, o sr. George Soros vendeu antes da capitalização retornariam, alegremente às suas mãos, com um gordo lucro futuro. Nesta hora o Fundo Soberano deveria aproveitar...
Verdade pura, acabei de dizer isso mesmo, em outras palavras.
Eles estao esperando a desvalorizacao DO CAMBIO. Em outras palavras, eles estao esperando uma crise brasileira nao porque ha razao pra se acreditar em alguma futura "crise brasileira" mas porque a situacao financeira DOS GRANDES INVESTIDORES ja esta na UTI.
Esses "grandes investidores", no caso da Petrobras, incluem o proprio governo brasileiro e o cambio.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Aconteceu exatamente a mesma coisa com a oferta de acoes do Visa. Depois elas subiram e foram mantidas ao que parece ser nivel artificial de 70 e poucos dolares e sao intocaveis desde entao. Enquanto houve pequenos investidores elas nao subiam de maneira nenhuma. Hoje, por estarem concentradas em poucas maos, elas nem sobem nem descem muito, exceto para seguir o mercado
http://www.google.com/finance?q=NYSE:V
(aperte o 5 anos, elas so teem 2 anos e da pra ver o grafo todo)
O que isso esta suposto a "querer dizer", eu suponho, eh que o artificio de manter las artificialmente baixas ou altas eh sinal de problemas seriissimos, estruturais, no resto do mundo financeiro. Deixadas por si mesmas, por exemplo, as acoes do Visa ja estariam acima de 120 dolares. No entanto, elas sao a "ilha da estabilidade" pra alguns poucos, que nao deixam a porcaria evoluir. Pode ir procurar os grandes "investidores" nas acoes da Petrobras tambem porque alguma coisa esta errada no resto dos negocios deles pela qual eles sao incapazes de se mover. (e entre esses "investidores" esta o governo brasileiro com seu probleminha de cambio pikinininho, ne?)
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Pelo contrário. No começo aliou-se com um promotor da cidade que montou o maior banzé em cima dos médicos. Praticamente liquidaram com a carreira do médico, tido unanimemente como um benemérito No ano passado, todos foram absolvidos no inquérito.
Quedas e subidas diárias , semanais ou mensais pelo pouco que conheço são normais, alias, todos os especialistas cansam de dizer que aplicação em bolsa é investimento de longo prazo, se ganha na média, a unica aplicação que conheço que dá lucros estratosféricos é especulação na bolsa e aplicação de golpe o famoso 171
P.S. Alias, alguem saberia ou poderia posta algo a respeito das aplicações (ganhos ou perdas) da crise de 2008 até hoje ?
É incrível como se manipula valores na Bolsa (não se se só aqui) mas vejamos:
1- O preço dessas ações antes da crise (2008) estava acima de 42,00 (Petr4- PN).
2- Na época preço do petróleo girava em torno de 100,00, agora está entre 75,00 e 80,00.
3- De lá para cá as estimativas das reservas do pré-sal só se confirmaram, com novas descobertas
de gás inclusive.
4- Os próprios bancos faziam projeções para o preço das ações no final deste ano chegarem a níveis perto de 40,00.
Agora pergunto: faz sentido?
Quem tem qie explicar a notícia é o jornaleco que a explorou...
Nada de anormal nas ações caírem nesse período. Diga-se de passagem que para a Petrobrás isso não faz a menor diferença.
Além disso essa é uma ação orquestrada pelo grupo de bancos que foi responavel pela venda das ações. Todos os seis bancos que foram contratados para vender as ações publicaram ao mesmo tempo, no mesmo dia, relatórios rebaixando a classificação das ações!!!!
Os motivos são dois: a classificação das ações é uma perspectiva de valorização em um horizonte de tempo, e assim quem vende quer superestimar essa perspectiva de ganho. Os Bancos agiram como vendedores de carro, supervalorizaram na hora da venda e agora desvalorizam para poder comprar. Simples assim. É honesto? Não. Mas quem joga com ações é especulador e o nome da atividade diz tudo.
Só vende agora quem for ingênuo, será o boi de piranha da manada. Aliás é o famoso! "instinto de manada" que governa os grandes movimentos das bolsas. Quem acredita nesses relatórios se comporta como eles querem...
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