O Datafolha se defende

Mauro Paulino, do Datafolha, respondeu às críticas pesadas (e técnicas) que vem sofrendo dos demais institutos de pesquisa.

É uma tarefa inglória. Primeiro, pelos antecedentes. Quando a pesquisa Datafolha começou a desgarrar inexplicavelmente do histórico das demais pesquisas (inclusive as suas próprias), Paulino foi um dos principais estimuladores dos atos de represália contra os concorrentes. Foi por orientação sua que o PSDB invadiu a sede do Instituto Sensus acompanhado da polícia e de um repórter da Folha. Lá dentro, um estatístico procedeu às investigações recebendo instruções técnicas por celular.

Bastaria esse episódio para marcar Paulino e a Folha pelo resto da vida.

Mas não se ficou nisso.

O desenrolar das pesquisas demonstrou dois problemas sérios com o Datafolha:

Primiero, a fragilidade técnica de suas pesquisas. Restou comprovado que o instituto falhou fragorosamente ao optar pela pesquisa em ponto de fluxo em uma eleição em que havia enorme assimetria de informação entre os eleitores.

Ao tentar justificar a metodologia, Paulino se enreda mais ainda. Defende como melhor técnica mostrar o retrato dos eleitores no momento e não projetar o resultado final da eleição.

Essa história de tirar o retrato da criança dia a dia não convence nem os leitores remanescentes da Folha. É o mesmo que um pai chegar para um médico e perguntar que tamanho seu filho terá aos 18 anos. O médico bom arriscará um palpite, baseado em diagnósticos. O médico despreparado responderá: "Hoje, aos 13 anos, seu filho tem 1,60".

A tentativa de colar no Vox Populi a campanha do Fernando Collor é risível: em vez de criminalizar, na verdade cola um atestado de competência no rival. Afinal, Collor fez uma campanha vitoriosa.

As ilações seguintes expõem mais ainda a fragilidade da argumentação de Paulino.

Em  pesquisas tornadas públicas pode-se optar por alguns desses métodos preditivos, típicos das pesquisas engajadas. É uma decisão excitante do ponto de vista jornalístico. Para que medir o presente se o futuro pode ser revelado? Fora o risco de não concretização, inerente a qualquer predição, os mais atentos podem se perguntar se o método seria aplicado, nas pesquisas feitas para divulgação, caso não favorecesse o candidato certo.

A troco de quê a TV Bandeirantes e o iG contratariam publicamente pesquisas que poderiam não ser divulgadas? Ao pretender transferir as suspeitas que pesam contra si, Paulino coloca no mesmo balaio o instituto adversário e seus contratantes.

O "se" é um argumento propício a quem não tem argumentos para se contrapor aos dados reais.

Tem-se duas pesquisas: uma (da Vox) que mostrava Dilma na frente; outra (do Datafolha) que mostrava Serra na frente. As diferenças superavam a margem de erro. Como descobrir qual era a pesquisa manipulada? Bastaria aguardar a marcha dos acontecimentos e saber qual estava certa e qual estava errada. A errada era a do Datafolha, óbvio.

E aí se entra no segundo ponto – bem mais delicado – do caso Datafolha: o inexplicável salto de 10 pontos de Serra às vésperas da sua indicação como candidato à presidência.

Diferenças entre dois institutos podem ser explicadas por razões metodológicas. Quando, no momento mais crucial da campanha, uma determinada pesquisa de um instituto destoa das demais pesquisas do mesmo instituto, tem gato na tuba.

Enquanto não houver uma explicação satisfatória para a infausta pesquisa de 28 de março - por satisfatória, entenda-se, até admitindo erros técnicos – pesará eternamente sobre o Datafolha e a Folha a suspeita de manipulação.

Da Folha

MAURO PAULINO

De Collor a Dilma

Pesquisas feitas para Dilma buscam, como as de Collor, prever comportamentos

PESQUISAS DE opinião foram decisivas na eleição de Collor. Para a criação do caçador de marajás utilizaram-se, pela primeira vez, pesquisas engajadas para moldar uma candidatura à Presidência, no Brasil. Foi também a primeira eleição em que a mídia contratou pesquisas com abrangência nacional para acompanhar as reações dos eleitores.
São pesquisas de naturezas diferentes, com métodos e objetivos diversos. Umas ajudam a fazer a história e outras colaboram para contá-la. Ambas assumem papéis relevantes e legítimos e, se feitas por uma mesma empresa, há de haver cuidado para que o engajamento não contamine análises e resultados tornados públicos.
A partir da interpretação dos resultados de uma pesquisa nacional, Collor concluiu que o "imaginário popular" abrigaria a sua personagem. As inserções na TV, exibidas entre março e maio de 1989, elaboradas no tom exato definido pelos pesquisadores, fizeram-no disparar de 17% para 42%, como apuraram pesquisas públicas do Datafolha. Considerando o eleitorado atual, equivaleria a 1 milhão de brasileiros convertidos a cada dia. Ou 15 Mineirões lotados por dia.
Diversos pleitos apresentaram movimentos parecidos. Deve ser estimulante para pesquisadores engajados acompanhar os efeitos imediatos de suas ações, medindo-os em milhões. Neste ano, com o desejo de continuidade, a cada exposição de Dilma na TV tantos milhões foram informados de sua ligação com Lula e novos patamares de intenção de voto foram sendo atingidos a cada aparição em massa da dupla.
As pesquisas feitas hoje para Dilma são semelhantes às da campanha de Collor. Por meio de técnicas específicas buscam a predição de comportamentos. Basicamente, fornecem apenas aos entrevistados de sua amostra informações que chegarão mais adiante a grande parte dos eleitores. Testam assim eficácia de estratégias e potencial de crescimento de seu contratante.
Em pesquisas tornadas públicas pode-se optar por alguns desses métodos preditivos, típicos das pesquisas engajadas. É uma decisão excitante do ponto de vista jornalístico. Para que medir o presente se o futuro pode ser revelado? Fora o risco de não concretização, inerente a qualquer predição, os mais atentos podem se perguntar se o método seria aplicado, nas pesquisas feitas para divulgação, caso não favorecesse o candidato certo.
Ao informar apenas aos entrevistados, antes da declaração do voto, que, por exemplo, Dilma é do PT, ou Dilma é do Lula, uma pesquisa pode mesmo antecipar o que vai ocorrer depois que muitos souberem disto. Mas, para que isso se concretize em intenção de voto, as informações devem chegar para muitos, da mesma forma que chegou aos entrevistados. Por isso, o Datafolha não dá essas informações aos seus entrevistados.
Dilma e Serra chegaram empatados no início de julho. Em meados de agosto, após o início da cobertura intensiva das eleições pelos telejornais, Dilma abriu vantagem de oito pontos. Após o início da campanha, ela cresceu mais seis pontos, e continua em ascensão. É um movimento até que brando, se comparado ao de 1989.
Na Folha, cada um desses movimentos foi explicado tecnicamente, a partir de fotografias de cada momento desta eleição. O que explicaria a vantagem de Dilma sobre Serra já no início de junho? Misturar pesquisas preditivas com outras, em médias e projeções acadêmicas, quando se conta com poucos institutos, pode comprometer o registro histórico da eleição. Melhor optar por umas ou por outras.
Há quem proponha uma guerra de pesquisas. Melhor não contarem com o Datafolha. Certa vez, o evolucionista Richard Dawkins, convidado a debater com criacionista, afirmou: "Não vou provê-los com o oxigênio da credibilidade".

MAURO PAULINO é diretor-geral do Datafolha 

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48 comentários
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Ivan Moraes

Erro tecnico nada.  Fraude mesmo.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Pedro

Todo cuidado é pouco. Essa conversa fiada serve apenas, agora, para continuarem a fraude, só que em relação a alguns governos estaduais e, principalmente, para o senado. Razões: ora, o fato de que o Lula está pedindo votos para o senado (não quer passar os "apertos" que seu governo sofreu nas mãos de "terroristas engravatados"). Quanto aos estados, seriam os últimos bastiões de quem já está indo tarde. Olho vivo nos Paulinos da vida. Está apenas tentando desviar a atenção enquanto a "mão de gato" continua cada vez mais ágil.

 
 
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Juliano Santos

Pois é. Quem quer ser bonzinho com o Mauro (cara de) paulino, chama seu instituto de DataFalha. Quem não quiser aliviar, vai de DataFraude

 

Juliano Santos

 
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Carlos G P Lenz

Para mim sempre será DataFraude, assim como o diário passou a se chamar Fraude de Sumpaulo...

 

 
 
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Luís CPPrudente

DataFalha forever DataFalha!!!!

 
 
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João Aguiar

maigódi (a minha expressão preferida, como devem ter notado os mais atentos)

é a resposta que sobrou pro Paulino depois que o "Marx" Coimbra, do Vox Populi, deu-lhe uma cacetada, extensiva à falha de sp e otavinho.

Pior, não explica o que precisa e explica o que já sabemos, o datafraude tá comendo poeira, vai mostrar pra vc amanhã o que o Vox Populi mostra hoje.

adios, cabrón hehehe

 

água mole em pedra dura tanto bate que a água acaba

 
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Ricardo Corrêa

Lendo a argumentação do Datafolha, sugiro que a divulgação dos resultados de suas pesquisas eleitorais sejam feitas substituindo a fórmula clássica "se a eleição fosse hoje, então..." por "se as eleição ocorresse sem campanha permitindo à maioria dos eleitores conhecer os candidatos, seus partidos, posições políticas e programas, então...". Ficaria mais claro assim.

 
 
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Alex Mendes

Nassif,

Tem instituto que sempre manipulou pesquisas a favor do PSDB.

Em 1998 é patente a manipulação para eleição de governador em SP. Basta levantar um gráfico com as dez últimas pesquisas para se constatar isso. Com a manipulação, muito cidadão que votaria na Marta Suplicy para governadora mudou o voto para o Covas, como medo de dar disputa entre dois "demagogos", P. Maluf e Francisco Rossi.

A Marta estava em segundo lugar uma semana antes, mas o instituto manipulou a favor de Rossi e Covas. A intenção de inflar os dados do Rossi foi clara: fazer os eleitores de Marta mudarem para Covas, de forma a que se garantisse ao menos uma pessoa tida como honesta no segundo turno de 1998.

Essa manipulação deveria ser investigada pela Polícia Federal, mas não a banda tucana da PF paulista.

 
 
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Laércio Nunes

Que cara-de-pau! Quem começou a Guerra de Pesquisas foi a Folha de São Paulo, ao questionar o resultado das pesquisas que divergiam do Datafolha!

 
 
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Carlos.

A picaretagem não para por aí. O título"De Collor a Dilma" tenta colar a imagem de Collor na de Dilma. Ontem recebi mala direta da ex-Folha com uma promoção de receber por 20 dias a ex-Folha de graça. Foi para o lixo, embora o jornal em si me seria bem útil para fazer banheiro para cachorro de noite. A ex-Folha fazendo campanha de 20 dias de jornal grátis a um mês da eleição; outro dia foi via telefone que me ofereceram alguma coisa do Estadão. Já, já telefonam da veja, da época, d'OGlobo... Interessante, muito interessante a coincidência.

 
 
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Plinio J. V. Lins

Não é por aí. Em 1989 o Vox Populi trabalhou para a agência que fez a campanha do Collor, fazendo pesquisas para consumo interno.

Naquela época, praticamente só existiam dois institutos de pesquisas nacionais: Ibope e Gallup, este último recém-instalado no Brasil e que depois foi pro buraco.

Marcos Coimbra, dono da Vox, é filho do embaixador Marcos Coimbra, que é casado com Leda Collor, irmã do ex-presidente.

Os laços familiares não lhe tiram um pingo de credibilidade.

 
 
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H. C. Paes

Tens certeza de que o Coimbra é o dono da Vox Populi? Achei que ele fosse o estatístico-chefe.

O presidente da Vox - admito que presidente não é igual a dono - é o João Francisco Meira, discretíssimo.

Quanto ao resto, estás mais do que certo, parente não se escolhe, ainda mais não-consangüíneo.

 
 
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Ed Adv.

Ridículo.

Tentou justificar, perdeu, se entregou.

 
 
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fariajos

O Datafolha inovou em termos de pesquisas eleitorais. Fez um levantamento das intenções de voto num segmento notoriamente mais afeito ao cardápio oposicionista, ignorando os demais convidados para o banquete democrático, e resolveu servir seu caldo morno apenas para os amigos do patrão.

Portar-se mal à mesa, e tratar mal os convidados já está virando uma tradição na casa do Otavinho...

 

 
 
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Orlando Soares Varêda

 

O datafalha não fez manipulação. A coisa foi tão malfeita quê só pode ter sido "penipulação."

Por mais inábil que um cabra seja, com as mãos, não dava pra fazer aquilo.

 

Orlando

 
 
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José Ribeiro Jr.

Do jeito que o Grupo Folha vai, logo, logo o Clóvis Rossi terá que fabular para o Nelson Tanure. E sem versão impressa.

 
 
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Vanda

O sr. Mauro Paulino só terá novamente sua credibilidade restabelecida, quando vier a público como fêz o sr. Montenegro e dizer com todas a letras ERRAMOS, como não acredito nisso....então esta mancha os acompanhará por muito tempo.

 
 
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Ronaldo Caetano

São coisas distintas, Vanda... Montenegro previu (verbalmente) a vitória de Serra. Por isso não é tão difícil reconhecer o erro que, afinal, é humano...

 

O Paulino não previu nada... FRAUDOU pesquisas. Para ter atitude similar à de Montenegro ele teria que vir a público e reconhecer: FRAUDAMOS!

 
 
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sergioa

Bom, eu continuo afirmando, se eu fosse o Serra (e graças a DEUS não sou), se eu fosse do PSDB (e graças a DEUS também não sou) ou se eu fosse do DEM (e ai nem que DEUS quisesse eu seria) eu processaria a FOLHA e seu instituto mequetrefe de pesquisa, o DATAFOLHA, por manipulação de pesquisa eleitoral. Graças à fraude deles, o José Serra trocou sua reeleição liquida e certa para governador de SP, por uma aventura. Acreditou em pesquisas fajutas e pelo jeito vai se dar mal.

O PSDB e o DEM vão sair desmoralizados, o Aécio se fortalece e sepulta de fez o PSDB paulista, e o Alckmim começa a correr o risco de não ganhar a eleição.

Eu que sempre achei a FOLHA tucana, depois desta lambança, estou começando a ficar em dúvidas.

Dá próxima vez os tucanos que olhem com mais carinho as pesquisas do VOX e do Sensus.

 
 
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Leonidas de Souza

Enquanto os demais institutos tiveram uma evolução linear, o DataFolha já teve 3 ataques cardíacos ou terremotos.

Os sismófragos acusaram 3 picos inexplicáveis em 3 ocasiões diferentes, todas ligadas a algum evento da candidatura o Serra.

Terão sido mera coincidências, duvideodó. E tome factóides.

 
 
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Paulo Roberto

Como diz Salim: Negócio é negócio e o que manda é denero na bolso!!! Teve um comprador da fraude e teve um vendedor da fraude , portanto negócio fechado. Ficou assim "Datafraude". Será que alguém tem alguma dúvida a respeito? Assunto esgotado.

 
 
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claudio bala

folha e tucanos ou elite paulista, uma historia de manipulacao e terror,,,

para quem achar que serra é pior deles, se angana, fhc, covas, sergio motta, davam aula de mau carater ao serra,,,,,

video de 1985, terror pior que hj, manipulacao data folha tbem,,,,

ha os que enfrentam este povo desde essa epoca e os que so conheceram eles agora,,,,

 
 
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walter araujo

O Paulino, coitado, foi flagrado com as calças na mão.

Descoberto, quer dar uma de "joãozinho-sem-braço."

 
 
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N.Lopes

Cara de PAUlino.

"Há quem proponha uma guerra de pesquisas."

Quem fez a proposta? Onde?

Acho que você está querendo criar a guerra para legitimar as diferenças aberrantes, e assim continuar mostrando números que não correspondem à realidade, numa tentativa de que isso empolgue à campanha do candidato da Folha.

Não há guerra de pesquisas.

À respeito das eleições, existem pesquisas que confirmam a realidade que as pessoas percebem

nas ruas. 

E existem as pesquisas do Datafolha que confirmam a opção que o Grupo Folha fez por um dos candidatos.

É isso, nada mais.

Todos já perceberam. Assuma. 

Não dá prá não ver.

 

N.Lopes

 
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Mansur

"Oxigênio da credibilidade"?! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

É muita cara de pau, mesmo! Óleo de peróba, doutor Paulino?

 
 
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Carlos Ribeiro

Quanto mais o Datafolha se explica, mais enrolado fica.

 
 
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Enoque

Tô sentindo cheiro de maracutáia nas pesquisas prá governador de São Paulo.

Alô, alô pessoal !!!!

Acordem!!! A fraude não foi só nacional, as pesquisas de Sampa é caso de polícia também

Tem alguém de olho nisso?

Tá na cara que tão segurando o Chuchu no alto prá não rolar serra-abaixo...

O Chuchu já deve tá no meio da serra-abaixo e rolando por gravidade.

Quem vai questionar esta provável, fraude???

Nassif por favor tá na hora de abordar este tema.

Aguardo ansiosamente um post dos especialistas.

 
 
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Marcio B. Martins

"Há quem proponha uma guerra de pesquisas".

 

Sim Paulino: a folha de são paulo e o PSDB propuseram e fizeram uma guerra de pesquisas. E por causa dela respiram no ar rarefeito da credibilidade.

 
 
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Samy Ventura

As inconsistências das pesquisas Datafo.lha já vêm de longo prazo, por exemplo, período junho-julho, quando o Vox e o Sensus já registravam Dilma à frente, e mesmo o Iobpe começou a bater as suas próprias pesquisas com as daqueles institutos, o Datafo.lha teimosamente manteve o "empate técnico" com o qual a campanha oficial, inclusive na televisão e rádio, seria iniciada. Somente depois, já não podendo ignorar 10 a 14 pontos de diferença o Datafo.lha publicou a primeira pesquisa já com Dilma 11 pontos à frente de Serra. A partir dai tb mudamos uma tendência na postura do periódico, que começou a tornar-se menos parcial na cobertura. Naquele momento tb tivemos o episódio do debate UOl e logo depois 3 dos internautas participantes tinham ligação com o PSDB. Não sei quais os interesses que pautam a conduta da mídia em geral, mas parece que alguns veículos jogaram no lixo a sua credibilidade nessas eleições, possivelmente por visão pessoal daqueles que os controlam.

 
 
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Beto

O que resta a esse senhor e ao seu instituto, completa e vergonhosamente desmoraliizados, é ficar dando voltas sem convencer nem a Velhinha de Taubaté!

Omitir que Dilma era do PT é que seria o equívoco em se tratando de uma pesquisa de opnião de voto. Nesse caso a pesquisa seria de conhecimento de candidato, isto é, só se mediria o conhecimento que os eleitores tinham dos candidatos, ou seja, Serra pra lá de conhecido e Dilma, neófita em campanhas, pra lá de desconhecida. Pra isso não precisava fazer pesquisa pra saber que o recall do Serra era alto e do da Dilma inexistente.

Basta ver o caso do Ciro Moura que até hoje tem intenção de voto alto pq o eleitorado confunde com o Ciro Gomes. O que uma pesquisa que dá 15% pro Ciro Moura tá revelando? Que os eleitores não estão com elementos mínimos pra fazer seu julgamento e, consequentemente, que os resultados da pesquisa estarão prejudicados por essa situação. Ou seja, que a pesquisa traz resultados pouco consistentes.

Será que isso é o que desejava o Sr.Paulino em suas pesquisas pra presidente? Se sim, porque?

O datafolha e o Paulino tão pior que nota de 3 reais. Perderam toda credibilidade. Uma farsa e uma fraude.

 
 

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