Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
|
|
|
Brasilianas.Org |
|
O BC e a tecnicalidade como arma politicaEnviado por luisnassif, dom, 26/02/2012 - 09:48Por Sergio SP Caro Nassif Tenho acompanhado o mercado de taxa de juros operacionalizado pelo Bacen desde os anos 80. O que tenho a dizer é que desde que o Bacen começou a chamar para seus diretores figurinhas conhecidas do mercado, o seu funcionamento sempre foi o mesmo. Ou seja, o Bacen nada mais é do que um facilitador da entrega patrimonio publico (moeda) ao sistema bancário. Para justificar basta criar metodologias apoiadas em modelos e justifica-se a ação. Ninguem irá questionar porque ninguem tem habilidade técnica suficiente para isso (pelo menos é isso que se acredita). Quando o Pres. Tombini quebrou a regra no ano passado, indo contra esse modelo, a chiadeira foi geral. O que se espera agora que a supremacia do mercado sobre o BC termine e que este possa ser realmente um banco controlador da moeda (que é função básica de um banco central) e não um sancionador das decisões do mercado para encher os bolsos de alguns poucos cidadãos.
Faça seu login e aproveite as funções multímidia!
|
Comentários + votados
1
-
Assis Ribeiro
26/02/2012 - 10:37
O que comentar de um texto tão sintético e que ao mesmo tempo diz tudo.
Inúmeros Post, artigos em revistas e jornais, matérias da nas Tvs, mostrando a crise no mundo e as soluções indicadas...
5
2
-
João Batista do Amaral
26/02/2012 - 10:40
Estima-se que nos últimos 40 anos o volume de recursos que o tesouro nacional transferiu para os bancos privados e para os grandes aplicadores do mercado financeiro , corresponde...
5
3
-
Fuhgeddaboudit™
26/02/2012 - 11:14
A tecnicidade que o BC, há anos, vem usando com o povo.
5
4
-
Lulumau
26/02/2012 - 11:51
Realmente o BC mudou pra melhor. A maioria dos diretores são funcionários de carreira da própria instituição.
Além disso existe sintonia entre a Fazenda e o BC . No governo Lula, o BC sob...
5
5
-
alexis
26/02/2012 - 12:21
Durma-se com esta notícia abaixo:
20 mil brazilian boys
Mais de 20 mil brasileiros declararam ao Banco Central ter US$ 274 bilhões no exterior
24/08/2011
Stênio Ribeiro – O Banco...
5
6
-
Fuhgeddaboudit™
26/02/2012 - 12:51
Alexis,
Há cerca de dois anos já infornei, aqui, que o remetido "na forma evasão/lavagem de dinheiro" foi de US$ 500 billhões em 38 anos.
Na época quando ainda existiam os títulos...
5
7
-
Emerson C.
26/02/2012 - 13:47
Uma forma de visualizar o peso exorbitante dos juros na economia é comparar o seu dispêndio com o gasto social. Com a Constituição de 1988, construímos as bases de um sistema de proteção inspirado na...
5
8
-
Fuhgeddaboudit™
26/02/2012 - 14:26
E quando acabam os pães ........ o meu está garantido. Quanto ao povo ..... ah ... é só o povo!
5
9
-
Fuhgeddaboudit™
26/02/2012 - 16:01
Nada disso: brasileiro é bem mais esperto.
Dos chamados Fundos de Capital Estrangeiro, que internam os dólares no país, 80% são constituidos por "grana lavada por brasileiros". Assim, além da...
5 Carregando
Posts de hoje
Mais Lidos da SemanaTagsBanco do Brasil
bancos
banda larga
Bolsa Família
Bresser-Pereira
capitalismo
Casa Civil
Cidades
Crise
crise mundial
desemprego
Dilma Rousseff
Economia
Educação
Educação
Folha
Gestão
Gestão Pública
Habitação
impostos
investimentos
IPEA
moradores de rua
municípios
Mídia
oposição
PAC
Política
Políticas Sociais
Software
São Paulo
Tecnologia
telebras
Universidade
Universidades
|
O que comentar de um texto tão sintético e que ao mesmo tempo diz tudo.
Inúmeros Post, artigos em revistas e jornais, matérias da nas Tvs, mostrando a crise no mundo e as soluções indicadas pelos governos.
A concentração de riqueza em todo o mundo, e aqui no Brasil com o apoio do BNDES, tudo no lema do capitalismo atual de concorrência só com empresas fortes. Um mundo de "vencedores" bem no contexto científico de Darwin, do mais forte vencendo o mais fraco.
Esta facilitação dos governos pelo mundo em prol destas mega empresas, ou melhor conglomerados financeiros detentores destas empresas levou os próprios governos à submissão totas a estas corporações.
Este é o mundo que verte lágrimas para o enganossa lecidade dos "grandes".
Mais a ganância deste modelo concentrador que já destruiu a população e os governos é insaciável. E os grandes já começaram a engolir outros grandes.
Esta parece ser a esperança de um mundo novo, de um modelo novo, como uma bexiga, um balão, que de tanto inchar, explode.
Assis Ribeiro
Estima-se que nos últimos 40 anos o volume de recursos que o tesouro nacional transferiu para os bancos privados e para os grandes aplicadores do mercado financeiro , corresponde em valores atualizados quase que o dobro dos recursos que os EUA utilizaram para recuperar a Europa do pós guerra.
A tecnicidade que o BC, há anos, vem usando com o povo.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
E quando acabam os pães ........ o meu está garantido. Quanto ao povo ..... ah ... é só o povo!
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Enfim o "MIMO" que acalanta e encanta !!!
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Tá tudo muito bom, bom, tá tudo muito bem, bem, mas realmente:
Concordo com tudo, mas creio que seria excelente se alguém (o autor ou algum comentarista) fornecesse vários indicadores (fatos!), de preferência desde "os anos 80", comprovando tudo isso. Seria uma ótima contribuição ao argumento, que, repito, me parece corretíssimo. Mas queremos os números, as evidências, para "esfregar" na cara dos "descrentes", hehe.
Uma forma de visualizar o peso exorbitante dos juros na economia é comparar o seu dispêndio com o gasto social. Com a Constituição de 1988, construímos as bases de um sistema de proteção inspirado na experiência da social democracia europeia no pós–guerra. Passada a onda neoliberal, a partir de 2007 caminhamos no sentido de consolidar os avanços de 1988.
Em seu segundo mandato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi muito além do programa Bolsa Família. Reduzindo os juros básicos, o seu maior legado foi implantar uma estratégia de desenvolvimento social baseada no crescimento econômico, geração de emprego e renda e complementaridade entre políticas universais e focalizadas – até então vistas como excludentes. Ao recolocar o crescimento na agenda, após 25 anos de marginalização, começou por implantar o pilar inconcluso do projeto de reformas desenhado pelas forças que lutavam contra a ditadura militar: a concepção de uma estratégia macroeconômica, direcionada para o crescimento econômico com distribuição de renda.
Juros exorbitantes limitam o desenvolvimento social. A maior pressão do pagamento das despesas financeiras sobre o orçamento estreita as margens do financiamento dos gastos sociais. Um estudo do IPEA revela que, entre 1996 e 2003, a participação do gasto social federal na despesa total efetiva do governo declinou dez pontos percentuais (de 60 para 50%), enquanto a participação das despesas financeiras cresceu 16 pontos (de 17 para 33%). Isso explica o aumento da carga tributária entre 1995 e 2002 (de 29% para 36% do PIB).
Um ano de juros representa quantos anos de gasto social? Esse exercício segue abaixo com base nos principais agregados do gasto social federal utilizado na metodologia do IPEA para 2009 (valores de dezembro de 2010) e tomando como referência os 190 bilhões de reais de juros pagos no ano passado.
Um ano de juros financiaria mais de 63 anos de gasto em programas de Alimentação e Nutrição voltados para o combate à fome e à alimentação escolar, que distribui diariamente merenda para mais de 40 milhões de alunos do ensino público.
Seria o suficiente para financiar mais de cinco anos de gastos com a Assistência Social, que desenvolve ações como o programa Bolsa Família (com 50 milhões de beneficiários) e o programa Benefício de Prestação Continuada (3,8 milhões de pessoas).
Equivale a 32 anos de orçamento com o Desenvolvimento Agrário em ações como a Reforma Agrária e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.
Um ano de juros representa cinco anos de gastos federais com Educação. Ao todo são mais de 53 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Dados da Cepal (2006) revelam que o gasto per capita em educação no Brasil (128 dólares) fica abaixo de Cuba (328 dólares), Argentina (279 dólares), Costa Rica (235 dólares), México (233 dólares); Trinidad y Tobago (223 dólares), Venezuela (213 dólares); Chile (209 dólares); Panamá (185 dólares); Uruguai (173 dólares); Jamaica (162 dólares). A comparação com países desenvolvidos é ainda mais dramática.
O dinheiro transferido aos rentistas poderia financiar três anos de gasto com Saúde. O SUS é um dos maiores sistemas públicos do mundo, responsável pelo atendimento exclusivo de 75% da população. No ranking de 192 nações avaliadas pela Organização Mundial da Saúde (2008), o Brasil está entre os 24 países que menos destinam recursos de seu Orçamento para o setor (menos da metade da média mundial). Em termos absolutos, o governo brasileiro destina à saúde de um cidadão um décimo do valor direcionado pelos países europeus.
Um ano de juro equivale a 27 anos de investimento com Saneamento em 2009. Financiaria mais de 82 anos, se fosse considerada a média anual do período 1995 e 2006. Apenas 44% dos domicílios do País tem acesso à rede geral de esgoto (22% no Nordeste e 4% no Norte). Metade dos municípios brasileiros possui serviço de coleta de esgoto. Menos de um terço deles tratava o esgoto coletado, mas tratava apenas 70% da coleta.
Com esse dinheiro daria para cobrir mais de sete anos de investimento público em Habitação e Urbanismo em 2009. Seria possível financiar mais de 12 anos de habitação popular, se for considerada a média anual do período 1995 e 2006. Estima-se que o déficit habitacional no Brasil seja superior a oito milhões de moradias (40 milhões de pessoas). Cerca de 90% desse déficit concentra-se na faixa da população com renda de até três salários mínimos (80% da população).
Um ano de juros seria suficiente para construir 380 quilômetros de metrô, mais de nove vezes a atual rede do Rio de Janeiro e sete vezes a rede paulistana, que levaram 50 anos para serem construídas.
Torturando os números, alguns especialistas dizem que a Previdência Social é o maior gasto público. Insistem em desconsiderar a primazia das despesas financeiras. Pagamos com juros o equivalente a três anos do gasto com a Previdência Rural, que beneficia 28 milhões de pessoas direta e indiretamente (membros da família) e contribuiu, em parte, para que as migrações do campo à cidade caíssem pela metade na última década.
No caso da Previdência Urbana, os gastos se equivalem. Todavia há duas diferenças cruciais. Primeiro, ela é superavitária. Seus gastos são bancados pelos seus beneficiários e empresários. Segundo, atende 48 milhões de pessoas (direta e indiretamente), enquanto os juros fazem a festa de algumas dezenas de rentistas.
A despesa financeira é disparado o maior item de gasto público. Manobras contábeis consideram apenas a parcela dos “gastos correntes” que é financiada com impostos (“juros e encargos da dívida”). Se também for computada a parcela dos “gastos com capital”, que é financiada por recursos emprestados no mercado para a “rolagem” da dívida (“amortização e refinanciamento”), constata-se que os gastos financeiros representam mais de 40% do orçamento federal.
A sociedade deve decidir sobre o seu futuro. Políticas que atendam algumas dezenas de plutocratas ou milhões de brasileiros destituídos?
*Eduardo Fagnani é professor Doutor do Instituto de Economia da Unicamp e especialista em Políticas Sociais.
Acredito que o governo do PT esta no caminho certo, um passo de cada vez e o blog por trazer o debate e esclarecimento ao povo.
Realmente o BC mudou pra melhor. A maioria dos diretores são funcionários de carreira da própria instituição.
Além disso existe sintonia entre a Fazenda e o BC . No governo Lula, o BC sob o comando doMeireles, o mercado ditava a política monetária. Dilma delegou a Tombini a gestao da politica monetária com total autonomia, colocando ordem na casa. Agora o mercado não tem mais voz ativa dos tempos de Meireles. Basta ver quando BC reduziu a SELIC em agosto, o mercado gritou, seus porta-vozes ficaram histéricos e mais um vez o novo BC acertou.
.
Durma-se com esta notícia abaixo:
20 mil brazilian boys
Mais de 20 mil brasileiros declararam ao Banco Central ter US$ 274 bilhões no exterior
24/08/2011
Stênio Ribeiro – O Banco Central (BC) divulgou hoje (23) que 17.879 pessoas físicas e 2.191 empresas declaram ter US$ 274,6 bilhões no exterior, em dezembro do ano passado. Comparado a 2009, representam aumentos de 18,6% no número de declarações de capitais brasileiros no exterior e de 23% no volume de recursos.
A declaração, iniciada no ano-base 2001, é obrigatória para pessoas físicas e jurídicas que detinham ativos acima de US$ 100 mil em outros países, para permitir ao Brasil medir sua posição internacional de investimentos (PII). Isso e o balanço de pagamentos constituem as estatísticas fundamentais para a análise do setor externo da economia brasileira.
O balanço divulgado pelo BC mostra que do total de recursos brasileiros lá fora US$ 189,2 bilhões são referentes a investimentos diretos, que cresceram 15% em relação a 2009. Comparado aos R$ 49,7 bilhões de investimentos em 2001, a evolução mais que triplicou, “evidenciando a sólida e acelerada internacionalização das empresas de capital brasileiro”.
Os investimentos brasileiros em carteira no exterior somaram US$ 38,397 bilhões, dos quais US$ 797 milhões em derivativos. Os demais US$ 47 bilhões correspondem a aplicações diversificados. Segundo o BC, a participação do capital brasileiro no exterior concentra-se em atividades de extração mineral (27,4%) e em serviços financeiros e atividades auxiliares (38,2%).
Quanto à distribuição geográfica, destaque para a Áustria, país no qual foram investidos 21,9% do estoque total. Mais do que receberam alguns paraísos fiscais como as Ilhas Cayman (17,4%), Ilhas Virgens Britânicas (8,7%) e Bahamas (7,3%). Os ativos brasileiros são significativos também nos Estados Unidos (7,8%), Países Baixos (6,4%), na Dinamarca (5,5%) e Espanha (5,3%).
Os empréstimos intercompanhia, que compreendem os créditos concedidos a subsidiárias e filiais no exterior na forma de empréstimos e financiamentos de bens e serviços, bem como a compra de títulos emitidos por essas coligadas, registraram retração de 37,2% no ano. Eles somaram US$ 20,2 bilhões ao final de 2010, dos quais US$ 15,6 bilhões de longo prazo e US$ 4,6 bilhões de curto prazo.
Ainda falta o dinheiro tucano "não declarado"
Alexis,
Há cerca de dois anos já infornei, aqui, que o remetido "na forma evasão/lavagem de dinheiro" foi de US$ 500 billhões em 38 anos.
Na época quando ainda existiam os títulos públicos federais realmente "ao portador" e os cheques "ao portador sem limite de emissão" (Collor foi cassado daquela forma por causa da limitação em, hoje, R$ 100,00).
O BACEN durante décadas tinha como interromper o "derrame", poies, até, hoje, em seus registros constam as provas dios crimes: os que as instituições declaravam que tinham (inclusive os titulos com recompra compromissada, com juros de direito das instituições, não baterá jamais com que os bancos e Corretoras declararam que rceberam. 90% ia para o Caixa 2 e o BACEN sabia.
Os "prejuízos" em que incorria "o mercado", era levado a despesa para não pagar Imposto de Renda. Simples entender: Vendia-se pela manhã com Notas "ao portador" e recomprava-se à tarde, 10% mais caro do que a venda com Notas "ao portador" (na grande maioria, "empreiteiras"). Para sacramentar o crime, emitia-se "dois cheques ao portador": um para o bolso do cliente e outro para o bolso do dono da instituição. Tudo ia para o Caixa 2. E, a instituição, ainda comemorava com champagne o prejuízo realizado e pagava menos IR.
Ah, sim .... O BACEN e a SRF/MF o que diziam? NADA. Só ouviam o que não queriam e fim. E, de mim, como empregado, mandado, ouviram e muito: vá cobrar ao Ministro e ao Presidenete que criou a Lei "para gerar extamente o que vocês estão pensando"
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Pois é Fuhg!
Brasileiros pouco "brasileiros" possuem mais dinheiro depositado fora que o PIB de muitos países, e ainda, ganhando um juro baixíssimo.
PAÍS PIB ATUAL, US$BILHÕES
26
Egipto
497.8
27
Paquistão
464.9
28
Colômbia
435.4
29
Malásia
414.4
30
Bélgica
394.3
31
Nigéria
377.9
32
Suécia
354.7
33
Filipinas
351.4
34
Venezuela
345.2
35
Áustria
332
36
Hong Kong
325.8
37
Suíça
324.5
38
Grécia
318.1
39
Ucrânia
305.2
40
Singapura
291.9
41
Vietname
276.6
42
Peru
275.7
43
República Checa
261.3
44
Bangladeche
258.6
45
Chile
257.9
46
Noruega
255.3
47
Roménia
254.2
48
Argélia
251.1
49
Portugal
247
50
Emiratos Árabes Unidos
246.8
51
Israel
219.4
52
Dinamarca
201.7
53
Cazaquistão
196.4
54
Hungria
187.6
55
Finlândia
186
56
Irlanda
172.3
57
Marrocos
151.4
58
Catar
150.6
59
Kuwait
136.5
60
Bielorrússia
131.2
61
Eslováquia
120.2
62
Nova Zelândia
117.8
63
Equador
115
64
Cuba
114.1
65
Iraque
113.4
66
Síria
107.4
67
Angola
107.3
68
Sri Lanca
106.5
69
Sudão
100
70
Tunísia
100
Nada disso: brasileiro é bem mais esperto.
Dos chamados Fundos de Capital Estrangeiro, que internam os dólares no país, 80% são constituidos por "grana lavada por brasileiros". Assim, além da sonegação, ganham de prêmio os maiores juros do mundo, com o pleno conhecimento do BACEN. Mas, isto, há décadas. Grana não é vermelha nem azul/amarela. O verde é um símbolo mundial do "liberou geral".
Disso eu entendo um pouco; afinal foram 38 anos "na sala ao lado". Mas, conservei os velhos amigos e as informações sempre chegam fresquinhas; passam de pai para filho.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Espero poder acreditar que , depois de tanto tempo na mamata , eles vão entregar o osso assim , de bandeija !
Será que as tentativas de desestabilizacão do ministro Mantega estão relacionadas a isso ?
Postar novo Comentário