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O antijornalismo de VejaEnviado por luisnassif, ter, 31/08/2010 - 20:55
Por EDSON MEDEIROS
NASSIF, entrevista importante dada ao blog ESCRIVINHADOR, de Rodrigo Vianna. Um levantamento sobre a Revista Veja de 2003 para cá. DO BLOG ESCREVINHADOR http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/pesquisa-da-puc-veja-se-t... Pesquisa da PUC: “Veja se transformou no maior fenômeno de anti-jornalismo” publicada terça-feira, 31/08/2010 às 13:40 e atualizada terça-feira, 31/08/2010 às 13:40 A obsessão da revista: derrubar Lula Por Juliana Sada Criada em setembro de 1968, a revista “Veja” é a publicação semanal brasileira de maior tiragem, teoricamente com cerca de um milhão e duzentos mil exemplares. Criada por Mino Carta, atualmente diretor de redação da Carta Capital, e Victor Civita – estadunidense filho de italianos, fundador do Grupo Abril – a revista foi por um longo período paradigma para o jornalismo brasileiro. Por sua redação, passaram nomes importantes da profissão; e, por suas páginas, grandes personagens da história – entre seus entrevistados estão Vinícius de Moraes, Yasser Arafat, Salvador Dalí, Tarsila do Amaral e Sérgio Buarque de Holanda. Mas, em anos recentes, a revista tornou-se alvo de intensas críticas. Na internet, disseminam-se pequenas e grandes iniciativas de informação e contraponto ao tipo de jornalismo feito por lá. Esse mesmo Escrevinhador denunciou a entrevista que nunca existiu, mas que a revista publicou; e mostrou a história do professor que foi alvo de manipulação pelo veículo, além dapeculiar análise do semanário sobre a Bolívia . O jornalista Fábio Jammal Makhoul decidiu debruçar-se sobre a revista Veja para formular sua tese de mestrado em Ciência Política para a PUC de São Paulo. A dissertação analisou a publicação durante o primeiro mandato de Lula , de janeiro de 2003 a dezembro de 2006. Fábio constatou que houve, de modo deliberado, uma cobertura tendenciosa com o objetivo de desestabilizar o governo. Os números são impressionantes: “40,6% da cobertura de Veja sobre o primeiro governo petista noticiou os escândalos do Planalto e, conseqüentemente, Lula e o PT de forma negativa”. O governo ocupou “54 capas de Veja, das 206 publicadas no período”, destas “32 tratavam de escândalos, segundo classificação da própria Veja, ou seja, 59,3% do total”. Segundo Fábio, esse sistemático ataque levou ao surgimento de inúmeras críticas que “abalaram a própria revista, que se sentiu na obrigação de reafirmar sua ‘imparcialidade e independência’ a todo o tempo em 2005 e 2006”. O Escrevinhador entrevistou Fábio Jammal Makhoul para expor e debater seu estudo e o papel desempenhado pela revista. Confira a seguir. Como surgiu a ideia de estudar a revista Veja? De 2005 para cá, a revista se perdeu completamente em reportagens baseadas em ilações e xingamentos, que ignoraram as regras mais básicas do jornalismo e rasgaram todos os códigos de ética da profissão. Virou um verdadeiro pasquim, com matérias que se revelaram fantasiosas e recheadas de ataques e manipulações da informação. Isso não quer dizer que o PT e o governo Lula sejam os bonzinhos da história e nem as vítimas da grande imprensa. Pelo contrário, houve erros gravíssimos na administração federal, que precisavam ser apurados e divulgados pela mídia. Entretanto, o jornalismo da grande imprensa conseguiu ser mais antiético que os próprios políticos que eram acusados, com erros grosseiros que comprometeram a imagem desses veículos, principalmente a da revista Veja, que foi a mais engajada na tentativa frustrada de derrubar o presidente da República em 2005 e 2006. Muito se fala sobre cobertura parcial da Veja. Por meio da sua pesquisa, foi possível constatar a veracidade dessas observações? Essa história de imparcialidade da imprensa não existe. Os veículos de comunicação são empresas e têm seus interesses e preferências políticas. O jornal O Estado de S. Paulo, por exemplo, sempre foi conservador e nunca escondeu isso. Assumir uma posição ideológica ou política não é Nos dois primeiros anos do primeiro mandato de Lula, o semanário ainda fez jornalismo, mas, ao apostar que poderia derrubar o presidente da República em 2005, perdeu a aposta e a credibilidade. Com o escândalo do “mensalão”, Veja captou o antilulismo e o antipetismo da chamada classe média que lê a revista e iniciou sua campanha pelo impeachment do presidente. Só que a questão política serviu para que Veja se sentisse à vontade para cometer os abusos que quisesse. Uma coisa é a crítica política que se viu no Estadão e n’ O Globo, por exemplo. Outra coisa é partir para o xingamento, como fez Veja.
Você poderia citar capas e matérias que seguramente continham distorções, inverdades, ataques ou parcialidade? A capa é chamativa, cheia de dólares ao fundo e uma foto do militante petista que teria recebido dinheiro das Farc. Embora a revista tenha considerado a reportagem forte o suficiente para ser a capa da edição, no corpo da matéria há três ressalvas de que o semanário não tinha como comprovar as acusações. O tema foi repercutido por um mês até sumir das páginas deVeja. O Ministério Público e o Congresso Nacional investigaram e não acharam nada e a revista sequer se desmentiu o publicou o final da história. Capa parecida foi a de 2 de novembro de 2005, que dizia que a campanha de Lula recebeu dólares de Cuba. A matéria é toda fantasiosa e com denúncias em off que nunca se confirmaram. Levantamento e classificação das capas. Clique na imagem para vê-la maior. Uma das partes da sua dissertação se intitula “O discurso político das capas”. Você poderia explicitar qual é este discurso? A suposta falta de escolaridade e de atenção dos petistas com a educação também foram bastante exploradas, sendo que o enunciador não se intimidou para fazer alusão ao animal burro em diversas ocasiões. O esquerdismo do PT também foi apresentado negativamente e de forma preconceituosa. Veja mostrou aos leitores que a máquina pública foi tomada pelos petistas, que aparelharam o Estado como fizeram os soviéticos. Aliás, autoritarismo foi outro tema explorado, que procurou mostrar um PT stalinista e ditador. A corrupção, entretanto, foi o tema mais explorado nas capas que retrataram o PT e o governo Lula. Com uma série de escândalos em pauta, a revista usou uma das estratégias mais controversas e criticáveis: a comparação entre Lula e Collor. Comparações são sempre complicadas, mas o enunciador de Veja, posicionado e ideológico, relacionou os dois presidentes de forma simplista e forçada. Com esta modalização discursiva, Veja pôde finalmente trabalhar pelo impeachment de um Lula sem moral, sem ética, corrupto, chefe de quadrilha, despreparado e que fez um primeiro mandato pífio, segundo as capas do semanário. Assim, a revista ousou também decretar o fim do PT. Errou em todas as apostas. Para justificar suas derrotas, Veja encontrou uma explicação baseada e mais preconceitos. Na edição de 16 de agosto de 2006, quando as pesquisas apontavam vitória fácil de Lula na disputa pela reeleição, Veja veiculou uma capa com a foto de uma jovem negra segurando o título de eleitor. A manchete era: “Ela pode decidir a eleição”. O subtítulo explica quem é ela: “nordestina, 27 anos, educação média, 450 reais por mês, Gilmara Cerqueira retrata o eleitor que será o fiel da balança em outubro”. Ou seja, ela é o retrato do Brasil e não dos leitores da revista, que são das classes A e B. Para esses, que o enunciador deVeja aposta que sabem votar, resta a resignação, já que os negros, pobres, analfabetos e nordestinos vão decidir as eleições. Na introdução do seu trabalho, você apresenta a revista Veja como protagonista de escândalos. Ao que você se refere ao chamar a Veja de protagonista? Você afirma que “ao todo, Veja publicou 206 edições entre 1° de janeiro de 2003 e o dia 31 de dezembro de 2006. Neste período, a revista produziu 621 reportagens sobre o primeiro governo do PT. Dessas, 252 trataram dos escândalos.” Isso quer dizer que, na média, havia três matérias sobre o governo por edição e sempre uma sobre algum escândalo? Talvez o melhor lugar para se buscar conhecimento sobre o funcionamento da política seja na obra de Nicolau Maquiavel. Não é à toa que sua bibliografia é chamada de realismo político. Lá se encontra a pura realidade sobre a política. Para divagar um pouco, me arrisco a fazer um paralelo entre Maquiavel e o governo Lula. O PT sempre empunhou a bandeira da ética e bradou que é possível ter “pureza” dentro do jogo político e eleitoral brasileiro. Mas, para chegar ao poder, teve de lançar mão das mesmas práticas que condenava em outros partidos, assim como fez para governar o país. Um jornalismo investigativo sério e isento poderia constatar isso e denunciar de forma séria e isenta. Assim, o PT mostraria o realismo político, que desnudaria os problemas que assolam nossos sistemas político e eleitoral. Uma cobertura sóbria, que não fosse tendenciosa ao ponto de mostrar que o governo do PSDB sim foi puro, poderia causar uma indignação suficiente para que o Brasil finalmente fizesse uma reforma que melhorasse efetivamente os nossos sistemas político e eleitoral. Mas, ao fazer uma cobertura parcial e tendenciosa, o jornalismo chamou mais a atenção do que os escândalos que noticiava, não contribuindo em nada com o país. As capas analisadas, de 2003 a 2006, seguiram sempre o mesmo tom ao tratar do PT? É possível delimitar períodos de maiores ofensivas ou recuos? Nos quatro anos do primeiro mandato de Lula, o governo e o PT foram os principais temas da capa de Veja, ocupando mais de um quarto das manchetes do período. Foram 49 capas negativas, sendo 39 só em 2005 e 2006. Comparativamente à atuação de governos passados, o tratamento da imprensa e de Veja à gestão Lula foi muito desigual. Durante a era tucana, por exemplo, as denúncias contra o governo federal não tiveram muito destaque. Em 1997, o presidente Fernando Henrique Cardoso foi acusado de comprar votos para a aprovação da emenda que permitiu sua reeleição, havia denúncias sobre as privatizações e corrupção em vários órgãos ligados ao governo federal, como a Sudam e a Sudene. Naquele ano, apenas uma capa foi feita sobre as acusações, com a foto de Sérgio Motta, então ministro-chefe da Casa Civil, e a chamada da capa era: “Reeleição”. Já em 2005, com Lula na presidência, forma dezoito capas sequenciais durante quatro meses de puro bombardeio. Veja chegou a defender o fim do PT e que isso seria benéfico para a política brasileira, já que até na oposição sua atuação foi prejudicial para o país. Veja nunca havia defendido o fim de nenhum partido e nem usado tantos adjetivos negativos como usou para falar sobre os petistas. Em 2006, em pleno período eleitoral, a revista veiculou cinco capas negativas para o governo, entre 23 de agosto e 25 de outubro. Isto quer dizer que as capas de metade das edições de Veja que circularam enquanto as eleições se definiam eram ruins para Lula. Enquanto isso, Geraldo Alckmin (PSDB), seu principal adversário, não apareceu negativamente em nenhuma capa de Veja neste período. Pelo contrário, neste período o candidato do PSDB era mostrado de maneira positiva. Só no período do segundo turno das eleições, Lula foi alvo de quatro reportagens de Veja e em todas elas ele aparece de forma negativa. Já Geraldo Alckmin aparece em duas matérias neste período. Ambas com abordagens positivas para o tucano. As manchetes veiculadas nas capas estavam de acordo com a reportagem produzida ou havia discrepâncias com o intuito de chamar a atenção do leitor? Além das capas, você analisou também os editorais da Veja. Foi possível encontrar correspondência entre a posição oficial da revista e o conteúdo por ela produzido, que em tese é independente? Você discute o paradigma da imparcialidade e neutralidade no qual é baseado o discurso dos meios de comunicação entretanto você apresenta argumentos sobre a inviabilidade destes paradigmas se concretizarem. A partir da sua pesquisa, é possível concluir se a parcialidade da revista Veja é fruto de uma política deliberada ou consequência da inviabilidade de se fazer um jornalismo imparcial? Ao se contrapor ao governo Lula e ao PT, a revista Veja apresentava qual projeto para o Brasil apoiava ou qual setor o representava? Para Veja, a miséria só será superada pela produção de riqueza e para isso “o gênio humano não concebeu nada mais eficiente do que o velho e bom capitalismo, com seus mercados livres, empreendedores ambiciosos e empresas inovadoras”. Veja aconselha Lula a “aposentar para sempre a ideia de palanque de que o Brasil é como um sobrado – em que só há andar de cima e andar de baixo e, portanto, o único trabalho é fazer com que todos passem a habitar o pedaço de cima. Isso é uma interpretação tão tosca da sociedade brasileira que, na sua estupidez simplificadora, neutraliza o papel crucial e dinamizador exercido pela classe média”. Veja diz que falta ao presidente maior clareza sobre como promover de maneira mais vigorosa as condições para que a iniciativa privada produza mais conhecimento tecnológico de ponta, inove mais e multiplique seus índices de produtividade. E acrescenta: “Para fazer o país avançar, produzir riqueza e gerar justiça, o presidente Lula tem muitos desafios para superar – e um deles começa em casa. O Partido dos Trabalhadores, que se transformou numa usina de escândalos, divulgou uma nota oficial cobrando que no novo mandato Lula faça um ‘governo de esquerda’. Ninguém sabe exatamente o que isso quer dizer, mas é certo que significa mandar às favas o equilíbrio fiscal e o controle da inflação em troca de um crescimento econômico tão duradouro quanto um voo de galinha”. Essa é a primeira vez na cobertura do governo Lula que Veja assume com todas as letras que fala em nome das classes mais abastadas e que defende uma política e um projeto de Estado mais à direita do que voltados para o social. Sua intenção é proteger o capital como fica claro neste texto. Para a revista, é preciso esquecer a ideia de que “o único trabalho é fazer com que todos passem a habitar o pedaço de cima”. Ou seja, não interessa colocar os mais pobres no mesmo patamar dos ricos é preciso “promover de maneira mais vigorosa as condições para que a iniciativa privada produza mais conhecimento tecnológico de ponta, inove mais e multiplique seus índices de produtividade”.
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Comentários + votados
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Marko Araujo
31/08/2010 - 21:11
Hoje um dos articulistas da Veja postou um vídeo de um programa de auditório, desses inúteis, onde uma platéia de 50 pessoas aplaudiu um tal de kajuru por não ter tirado o chapéu para o Lula e teve...
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Leall
31/08/2010 - 22:29
Só um jornalismo de esgoto pode sair com uma capa desta. Depos acusam o Lula de perseguir a liberdade de expressão.
Olha aí o que é o PIG
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Danilo Gomes
01/09/2010 - 10:16
Certa vez, vi essa frase aqui no blog mesmo. Diz tudo.
Revista Veja: não compre; se comprar, não abra; se abrir, não leia; se ler não acredite e se ...
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Fabio Bittar
31/08/2010 - 21:50
Kajuru não é aquele apresentador que certa vez disse à Adriana Galisteu que havia feito sexo anal "com outro homem" - palavras dele -, mas era macho e fez pra ter certeza de que não gostava da coisa...
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Nilson Fernandes
31/08/2010 - 21:39
Nassif, o Serra foi entrevistado no jornal do SBT agora a noite com Carlos Nascimento. Ele voltou a citar "os Blogs Sujos". Simplesmente ele não deixou o Nascimento fazer perguntas, que era visível a...
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Lucas Jerzy Portela
31/08/2010 - 21:30
DES-Jornalismo, Nassif. DES!
Anti-Jornalismo é o que fazemos aqui. No sentido de Anti-Psiquiatria.
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Glaisson Santos Costa
31/08/2010 - 21:39
Nao consigo resistir. Desculpem, por favor. Veja nao e uma revista; Veja e uma .........
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João Aguiar
31/08/2010 - 21:51
ei, com todo esse bombardeio da inVeja e da mídia em geral os "escândalos" do governo Lula foram sendo apurados. O dito "mensalão" foi reduzido a caixa dois, com condenações e perdas de mandato,...
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maria nadie rodrigues
31/08/2010 - 22:02
Caro Nassif,
Talvez nada tenha a ver o que abaixo escreverei com o post acima. Queria, em verdade, poder reproduzir o que vi hoje na TV Senado. Veja:
Héráclito Fortes subiu à Tribuna com a desculpa...
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Werner Piana
31/08/2010 - 22:04
"O Partido dos Trabalhadores, que se transformou numa usina de escândalos, divulgou uma nota oficial cobrando que no novo mandato Lula faça um ‘governo de esquerda’. Ninguém sabe exatamente o que...
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Nilson Fernandes
31/08/2010 - 22:11
O não jornalismo da veja é que norteou o discurso do José Serra para presidente.
Qualquer semelhança de José Serra com a revista Veja não é mera coincidência, é público e notório !.
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jose luiz ribeiro da silva
31/08/2010 - 22:13
O que a veja faz não é jornalismo é panfletagem pura e simples. a entrevista peca por não explorar a influência de Daniel Dantas na revista e a sua fábrica de dossies. não é possivel que uma empresa...
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NeyLima
31/08/2010 - 22:15
Fala-se do povo como massa de manobra, mas é penoso ver profissionais usados para este fim.
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Rezende
31/08/2010 - 22:29
Nassif, veja o comentário do flávio gomes (colunista do IG) sobre a capa da veja dessa semana.
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EDSON MEDEIROS
31/08/2010 - 22:29
Não ganhei o crédito por ter sugerido o post. Estou sem moral mesmo nesse blog! [rsrsrsrs]
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Rafael Santana
31/08/2010 - 23:17
Olá Boa Noite!
Nassif
Eu e com certeza a maioria, também observou essa ultima capa da veja.
segue um texto legal de quem tem coragem de falar.
ESCROTINHOS
SÃO PAULO (...
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Jose de Almeida Bispo
31/08/2010 - 23:28
Isso é ótimo porque, pessoalmente eu parei na edição de posse de Lula (Veja 1784 de 06/01/2003, pp. 22-44). Mais aqui: http://markltda.blog.uol.com.br/
E, lamento informar, não é de hoje que o...
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James Prado Gondim
01/09/2010 - 09:46
Caros senhores,
Quer dizer que, afirmar desconhecer o que acontece em sua volta, e ignorar o que faz seus parceiros e eliados, é democrático?
E, ao contrario, denunciar abusos e corrupções, é anti-...
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Hoje um dos articulistas da Veja postou um vídeo de um programa de auditório, desses inúteis, onde uma platéia de 50 pessoas aplaudiu um tal de kajuru por não ter tirado o chapéu para o Lula e teve o requinte correlacionar com a vaia orquestrada ao presidente na abertura do PAN. Já estão com a “cara na lona” torcendo para o gongo tocar ou pelo tal "fato novo" que parece não ocorrerá, pois nem escândalos conseguem mais produzir.
Kajuru não é aquele apresentador que certa vez disse à Adriana Galisteu que havia feito sexo anal "com outro homem" - palavras dele -, mas era macho e fez pra ter certeza de que não gostava da coisa? Desculpa, eu sei que a pergunta beira o escatológico, mas é uma ótima ilustração do bom senso desse personagem que vive a falar besteiras na televisão.
Nassif, veja o comentário do flávio gomes (colunista do IG) sobre a capa da veja dessa semana.
Eu assistir isso. O cara da veja tá é pirando na maionese, pois a platéia só estava querendo mesmo é bagunça, só tinha mulheres fogueteiras. O kajuru tacava o pau nas pesquisas porque o Lula não podia ter uma aprovação de 80 % porque nem Jesus cristo tinha essa aprovação, ele falava cada tosquisse, é totalmente sem noção esse kajuru, jogou fora todas as regras dos estudos estatístico. Para você ter noção a platéia era composta só por mulher e ainda o kajuru fez elas vaiarem para o zézé di camargo.
UAU... Magnífico trabalho, Juliana.
DES-Jornalismo, Nassif. DES!
Anti-Jornalismo é o que fazemos aqui. No sentido de Anti-Psiquiatria.
Nao consigo resistir. Desculpem, por favor. Veja nao e uma revista; Veja e uma .........
Nassif, o Serra foi entrevistado no jornal do SBT agora a noite com Carlos Nascimento. Ele voltou a citar "os Blogs Sujos". Simplesmente ele não deixou o Nascimento fazer perguntas, que era visível a cara do jornalista em desaprovação ao suposto candidato a presidencia .Nascimento perguntou "como se explica aquele montão de dinheiro na campanha de 2006".
O biruta de aeroporto começou a falar em segurança pública e o Narcimento disse "e o PCC".
Foi visível o despreparo e em não deixar o Jornalista perguntar. um horror.
Na propaganda esporádica agora a tarde mostrou a Dilma perto de José Dirceu e pedindo para não votar.
É visível o jogo sujo, o tudo ou nada da Globo, folha e outros
Nilson Fernandes
ei, com todo esse bombardeio da inVeja e da mídia em geral os "escândalos" do governo Lula foram sendo apurados. O dito "mensalão" foi reduzido a caixa dois, com condenações e perdas de mandato, o ministro da saúde Humberto Costa foi absolvido por unanimidade no tribunal e por seus eleitores e é praticamente senador eleito por Pernambuco e assim sucessivamente. Eu não sei o que pode ter ficado de fora e sem apuração.
agora, quanto às dezenas de cpi na assembléia de sp no governo Serra, todas foram engavetadas. isto sim teria que ser melhorado.
você não pode vencer a morte, mas você pode vencer a morte em vida, às vezes. Charles Bukowski
veja
Caro Nassif,
Talvez nada tenha a ver o que abaixo escreverei com o post acima. Queria, em verdade, poder reproduzir o que vi hoje na TV Senado. Veja:
Héráclito Fortes subiu à Tribuna com a desculpa de ter um comunicado urgente, quando o problema era outro, o de se mostrar indignado com o que vem fazendo o governo federal com o Piauí. para ele, o governo está tentando dizimar a oposição em seu estado e em outros também, se utilizando de uma política ultrapassada que visa apenas seus próprios objetivos.
São fatos gravíssimos ocorridos no Piáui, segundo Heráclito Fortes, que tem hoje o ministro Alexandre Padilha, casado com um piauiense, dizendo quem deve ganhar ou perder as eleições nesse estado. "O cinismo de se locupletar com as liberações de verbas do governo federal para ludibriar o povo com realizões de obras, merece os olhos do MP, visto essas ações visarem apenas à destinação eleitoreira".
Segundo dito senador, o Pro-jovem, comandado por um deputado estadual, que usando verbas do governo federal, tem que ser fiscalizado porque não tem serido senão a cursinhos fajutos, como de manicures, cabeleireiros, ou coisas sem maiores importâncias, e tudo sem as devidas prestações de contas. e vai para os carnavais fora de época, que, do mesmo modo, só servem para engambelar a população,etc.
Segundo o parlamentar, a corrupção, marca do PT no Brasil, campeia em seu estado, que já pode ser considerado falido, e que, por consequência, ele já ajuizou ação de impropidade administrativa comtra o governador.
São obras inacabadas, segundo heráclito Fortes:
O centro de convençõe; parque de punicabana; reforma do hospital Getúlio Vargas; ponte sobre o rio parnaíba; aeroporto internacional de parnaíba, que de noite não tem iluminação; o aeroporto de floriano incloncluído; as rodovias 130, 305, 221..., urbanização da orla do Atalaia; asfalto da Litorânea...
Conclui o senador que uma determinada construtora estar a exigir pagamentos não realizados pelos serviços prestados ao estado.
Heráclito Fortes conseidera que Arthur virgílio, Agripino Maia, entre outros candidatos oposicionistas, estão sofrendo um massacre por parte de Presidente Lula, que se infiltra nos diversos estados para fazer verdadeira compras de votos de forma disfarçada...
Por fim Heráclito diz que está movendo o TCU a fazer uma auditoria nas contas do governo federal do Piauí, e que deseja que o MP intervenha nesse mister, porque, ao ver dele, é necessária a fiscalização no seu estado pelo que ele está observando como sendo um caso grave e sério.
"O Partido dos Trabalhadores, que se transformou numa usina de escândalos, divulgou uma nota oficial cobrando que no novo mandato Lula faça um ‘governo de esquerda’. Ninguém sabe exatamente o que isso quer dizer, mas é certo que significa mandar às favas o equilíbrio fiscal e o controle da inflação em troca de um crescimento econômico tão duradouro quanto um voo de galinha”."
VEJA sabe muito. Sabe TUDO. E tem quem lê... e pior, acredita. A classe média idiotizada. " O País que queremos ser". BAH!
Obrigado mais uma vez NASSIF, pela importância do Dossiê VEJA, que desnudou pari-passo as manobras canalhas da revista e seus autores.
O não jornalismo da veja é que norteou o discurso do José Serra para presidente.
Qualquer semelhança de José Serra com a revista Veja não é mera coincidência, é público e notório !.
Nilson Fernandes
O que a veja faz não é jornalismo é panfletagem pura e simples. a entrevista peca por não explorar a influência de Daniel Dantas na revista e a sua fábrica de dossies. não é possivel que uma empresa com fim social trabalhe descaradamente para desestabilizar politicamente o país e ninguém seja punido.
Fala-se do povo como massa de manobra, mas é penoso ver profissionais usados para este fim.
Olha aí o que é o PIG
Não ganhei o crédito por ter sugerido o post. Estou sem moral mesmo nesse blog! [rsrsrsrs]
Epa, epa, devidamente corrigido.
Olá Boa Noite!
Nassif
Eu e com certeza a maioria, também observou essa ultima capa da veja.
segue um texto legal de quem tem coragem de falar.
ESCROTINHOS
SÃO PAULO (haja saco) – É mesmo a revista mais escrota do planeta. Alguém se deu o trabalho de reparar na capa de “Veja” desta semana? É sobre os trabalhadores presos numa mina no Chile. Um drama, claro. Merece capa de revista, claro.
Mas notem a foto. O cara parece o Lula, não? Ou um operário, ou um sem-terra. O estereótipo que “Veja” tem de operários, trabalhadores, camponeses, petistas. Até o chapéu é vermelho.
E a manchete? “Os homens do abismo”, com “abismo” destacado em letras maiores, de novo em vermelho.
Capa: http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/files/2010/08/revista-veja-23.jpg
Abismo? De onde esses retardados tiraram que uma mina, um buraco numa montanha, é um abismo? Um abismo? É claro que até os analfabetos que escrevem para “Veja” sabem que há diferenças claras entre buracos e abismos. Mas resolveram partir para uma grande sacada na capa. Sacaram? O cara que parece o Lula, os petistas, o ”abismo” em vermelho…
É mais uma tentativa primária, grotesca, tosca, mais uma, de “alertar a classe média para o perigo vermelho”. Por que não assumem o que querem para o Brasil? Que preferem o candidato A ao candidato B? Será que se acham mesmo brilhantes por colocar nas bancas uma capa que nem essa?
São uns escrotos, na minha opinião. Mas se ela não basta, leiam este trabalho acadêmico aqui. Que prova a escrotice cientificamente.
Fonte: Blog do Flávio Gomes
Link: http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/
É o uso da propaganda subliminar (associação de imagens). A Folha também utiliza este "recurso" associando a imagem (conforme seu interesse) com imagens positivas e/ou negativas próximas uma das outras. Por exemplo: Lula (foto pouco lisonjeira) ao lado de uma foto de assaltantes. Pode haver também associação entre as manchetes. Nos textos é muito utilizado técnicas neurolinguísticas. Vale a pena pesquisar:
http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/proppol.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sefton_Delmer#.22R.C3.A1dio_Negra.22
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mensagem_subliminar
http://www.pnl.med.br/site/practitioner_2010-2.htm
A internet tem milhares de sites sobre estas e outras técnicas de persuasão.
O capítulo XV do Mein Kampf do Hitler trata da propaganda política nazista, foi muito eficaz e ainda é:
Por exemplo a repetição , n vezes de uma mentira passa a ser uma “verdade”.
A mentira ganha maior credibilidade se for exagerada etc.
Plavov (reflexos condicionados) Jung (inconsciente coletivo) Freud (a sexualidade) os fisiologistas russos que colocam o instinto da alimentação acima da sexualidade etc. são utilizados.
Para o leitor comum e menos avisado é dificil separar informação de propaganda e publicidade com suas numerosas técnicas de persuação/manipulação. O bom jornalismo deve evitá-las e procurar sempre o contraditório e a isenção.
Isso é ótimo porque, pessoalmente eu parei na edição de posse de Lula (Veja 1784 de 06/01/2003, pp. 22-44). Mais aqui: http://markltda.blog.uol.com.br/
E, lamento informar, não é de hoje que o panfletão reaça e desrespeitoso, acintoso, preconceituoso, arrogante... beirando o estilo neo-nazi.
Certa vez, vi essa frase aqui no blog mesmo. Diz tudo.
Revista Veja: não compre; se comprar, não abra; se abrir, não leia; se ler não acredite e se acreditar, relinche.
(H.C. Paes, blog Nassif)
Caros senhores,
Quer dizer que, afirmar desconhecer o que acontece em sua volta, e ignorar o que faz seus parceiros e eliados, é democrático?
E, ao contrario, denunciar abusos e corrupções, é anti-democratico e jornalismo, como voces dizem "factoide" ?
Ainda bem que, por enquanto, aida reine a liberdade de expressão. Pois o que me parece que voces querem censura em tudo aquilo que não fale favoravelmente aos seus 'AMIGOS".
O comportamento da VEJA não é novidade.
A revista está uma M. desde o início dos anos 90.
Mas seu erro foi não prever que, ao partir para o ataque frontal contra o LULISMO, iria bater de frente também contra duas outras forças : a militância histórica dos PETISTAS e os desiludidos com FHC. Estes últimos enxergam em LULA uma espécie de revanche contra os tucanos.
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