Nota pública dos estudantes da USP

Por Sônia Aranha

     Nesta terça-feira, 08.11, a população assistiu à lamentável cena da tropa de choque invadindo a Universidade de São Paulo. Com a justificativa de manter a ordem, o governador do Estado, Geraldo Alckmin, aliado ao Reitor da USP, João Grandino Rodas, defenderam o uso da força policial contra a pacífica manifestação estudantil no campus.
     Longe de produzir cenas de conflito entre estudantes e os homens do choque, a intenção do movimento sempre foi a de negociar suas reivindicações. Apesar da reintegração de posse estar juridicamente autorizada para acontecer a partir das 23h desta segunda feira, 07.11, o uso da força policial poderia e deveria ser evitado mediante um simples comunicado da reitoria de que as negociações estavam em andamento.
      Para além do discurso legalista da reitoria e de parte da imprensa, temos consciência de que as forças policiais agem politicamente e que a reintegração de posse foi uma resposta intransigente do Reitor a toda a comunidade universitária, demonstrando que, para ele, o uso da força deve se sobrepor ao diálogo.
     Permanecíamos ocupando a reitoria como forma de defender a liberdade de manifestação e acreditávamos que a gestão do atual reitor da USP estava finalmente disposta ao diálogo; o que, diante dos fatos, mostrou-se uma ilusão.
Os estudantes estavam organizados para realizar hoje um amplo ato, a partir das 12h, com o objetivo de exigir a retirada dos processos administrativos e disciplinares contra estudantes e trabalhadores e denunciar que a presença da polícia militar no campus é um instrumento da reitoria para eliminar resistências a seu projeto de universidade.
      Os processos administrativos - deve-se salientar - são baseados em um artigo do estatuto da USP, elaborado em 1972 - em plena ditadura militar - que ainda vigora e proíbe atos democráticos de manifestação na Universidade.
A organização estudantil estava preparada para levantar as suas bandeiras de luta em um ato pacífico, realizar debates, panfletagens, e prezar pelo diálogo através da reunião de negociação com representantes da reitoria da USP que está marcada para esta quarta-feira, 9.11.
     A reintegração de posse foi o caminho oposto ao que o reitor parecia se propor, e a militarização da USP com 400 homens do choque - uma força desproporcional diante do número de estudantes que estavam ocupando a reitoria nessa madrugada - foi um violento ataque ao direito de lutar, que expressa para toda a sociedade que as liberdades democráticas têm sido tratadas como caso de policia na Universidade de São Paulo.
Nossa luta não é de uma minoria: lutamos pela educação pública como um direito de toda a população e não por uma universidade fechada, militarizada e para poucos. A verdadeira minoria, que é a representante das elites do país, não vai nos calar com a força.
        Fazemos um pedido para que os canais de comunicação cessem o massacre público ao movimento: a mobilização na USP é um movimento social que está sendo criminalizado.
       Pedimos solidariedade às entidades estudantis, sindicais, movimentos sociais e de toda a população, para a luta contra a criminalização e pela defesa dos estudantes que foram detidos.

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Nota pública dos estudantes da USP
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135 comentários
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Assis Ribeiro

PANO RÁPIDO. Em São Paulo temos uma política de matriz fascista. Ela em nada contribui para ensinar os jovens universitários a agirem  orientados à legalidade e à democracia. Uma polícia que coloca em universitários o indevido carimbo de  agentes do crime organizado em quadrilha e bando.

Três cigarros de maconha, cujo porte não é punível com prisão, cai naquilo que os romanos, à luz da Justiça,  ensinavam:  de minimis non curat praetor.

http://maierovitch.blog.terra.com.br/2011/11/08/campus-da-usp-quem-ganhou-e-quem-perdeu/

 

Assis Ribeiro

 
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Erly Ricci

Mas a imprensa (o PIG, principalmente, com as outras a tiracolo) preocupa-se com as coisas demasiado insignificantes, assim como o (in)digníssimo reitor João Grandino Rodas, Geraldo Alckimin e os magistrados que deram a reintegração de posse havendo trâmite de negociações. 

 

"pelos caminhos que ando um dia vai ser, só não sei quando" - Paulo Leminski

 
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Cristiana Castro

Esse é um ponto obscuro, para mim. Nãoa entendo como jovens, supostamente, esclarecidos, gritem, não a repressão para policiais e não para o juiz que determinou a reintegração. Ora, uma ordem judicial tem que ser cumprida e, à polícia cabe cumprir o determinado no mandado. Não é uma opção policial, fazer cumprir as decisões dos magistrados. Acho um pouco hipócrita, fingir que não sabem que quem está na outra ponta é o Judciário e atacar o servidor que está OBRIGADO a executar um determnado serviço. 

Parece-me, muito fácil e confortável, não encarar o Poder que determinou a retomada; " apanhar" de polícia dá ibope e encarar juiz da rolo. Até agora ainda não entendi qual o real motivo da ocupação.

 
 
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claudio bala

policia de sao paulo "cumprindo a lei" contra perigosos "criminosos"

como dizia o Ze ramalho, la pelos anos 70,,,,

"o povo foge da ignorancia,,,

e a policia cuida do normal"

Re: Nota pública dos estudantes da USP
 
 
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aliancaliberal

 Assis me diga se vc fosse traficante de drogas e vendo um vasto território não ocupado, uma universidade com 70 mil possiveis consumidores este lugar vamos chamar de "terra sem dono", vc faz ocupa o espaço, se instala, faz uma rede de revendedores na própria universidade.

 O lugar não tem policiamento, os clientes tem poder aquisitivo elevado não causam problemas, o lucro é elevado e sem riscos.

Este paraiso acaba quando um "suposto" crime acontece e a policia passa atrapalhar seu negócio a inibir seu lucro. Enfrentar a policia esta fora de cogitação, melhor forma de retirar a policia é colocar a opinião publica contra a policia.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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Ricardo Cesar

Afirmar que os 70000 estudantes são potenciais compradores é simplificar demais as coisas. Moro perto da PUC, e não vejo gente fumando pela rua, sei que, se eu procurar eu acharei, e também não vejo policiamento por aqui na proporção que se epera! Na minha época de São Carlos os que fumavam um baseado eram uma minoria também. Eu diria que as pessoas eram até bem caretas, e também não se via traficante (e tampouco polícia) pelos campus e arredores. O que eu quero dizer é que toda agremiação grande, principalmente numa universidade, sabe se proteger e escolher o camimho adequado. Chega de generalizarmos os estudantes como filhinhos de papai (alguns são, e são esses que querem a polícia no campus), baderneiros, maconheiros, drogados, bêbados e por aí!

 
 
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Paulo Eduardo

Pô, AL, vc é muito legalista, e quer mais estado "normatizando" as atividade econômicas, deveria mudar o seu "nickname", pq vc quer o Estado onde um "oligopólio" toma conta de um determinado "território", consegui ou foi beneficiado por leis ou falta delas que "impedisse" sua atividade de forma plena e conseguiu estabelecer "uma rede de abastecimento" e tem um "mercado ascendente"!

Capitalismo em face pura! E vc é contra?

Vai entender, né?, ah, mas ia esquecendo acho que não é bem isso que ocorria na USP, é bem outra coisa, e se o crime tem (tráfico de drogas) todo este aparato - q vc idealizou! - precisa colocar PM's no campus, não daria para usar o serviço de inteligência da Polícia Civil e desbaratar tão bons criminosos?

É, acho que para vc não! Pq o crime não é questão na USP, mas sim o perseguição política operada por um reitor despreparado e sem legitimidade que precisa do uso da força para poder impor a sua linha política!

Flw

 
 
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Ivan Moraes

Seu argumento nao se sustenta:  voce simplesmente toma como verdade pura que "maconheiros" da universidade compram sua maconha la mesmo, nas esquinas.

Nao se exponha ao ridiculo.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Gerson Pompeu

Só se ele não se olhar no espelho.

 
 
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Cleverson Ayme

trolL, olhe só sua retórica: Vê a USP como um território que passou décadas sem ser ocupado por traficantes. Que só agora resolveram conquistar. Que 70 mil membros da comunidade universitária é potencial mercado para eles.

Tenha dó, não ofenda a nossa inteligência.

E ainda lhe dão estas estrelinhas aí. Pelo visto a sua turma cansou de frequentar o tio rei e veio prá cá.

 
 
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Carlos Filho

Não são 70.000 possíveios consumidores. São 7 bilhões de possíveis consumidores, menos 1, o Aliança.

Pior do que a ação da PM, só os comentários enaltecendo a truculência e o discurso que equipara os estudantes a criminosos comuns. Não nos esqueçamos, entretanto, como o demotucanato trata os verdadeiros traficantes de drogas e armas, assassinos e mafiosos: quando as ruas e as prisões foram tomadas pelo PCC (ué, esqueceram disso?), aterrorizando a população e assassinando PMs, o demotucanato negociou, vejam bem, NEGOCIOU com alta criminalidade. Com assassinos eles negociam, nos estudantes eles batem, e a turba conservadora e saudosa da ditadura aplaude.

Existe aquela piada de péssimo gosto em que Deus falava das maravilhas dos Brasil, mas que tinha posto um povinho horroroso lá. A piada é nojenta, pois o povo brasileiro é o que temos de melhor neste País, mas não há dúvida de que existe uma pretensa elite de extrema direita, que é rançosa e mal cheirosa. Vai ver que era a essa turma que o Deus da piadinha infame se referia.

 

Caco

 
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IV AVATAR

AL, você não sabe o que é autonomia universitária? Assista a estes dois vídeos

 
 
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AlvaroTadeu

Quem está em cruzada nacional país afora para a descriminalização da maconha é o ilustre professor Fernando Henrique Cardoso. Aí, meia dúzia de estudantes leva a sério a tal "descriminalização" e leva ferro da polícia. Outros estudantes, revoltados com a atuação da polícia, exigem a retirada dessa força do campus, isso fere a autonomia universitária e emporcalha a democracia. Quem ocupou a reitoria, defendia a liberdade perdida, quem defendia a cannabis era o professor FHC, já chamado em alguns blogs de "Presidente THC".

 
 
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Jotavê

Quem é que disse que existe qualquer restrição à liberdade de reunião ou de expressão dentro da USP, seus picaretas mentirosos? Nunca, depois da redemocratização, um único estudante foi perseguido ou processado por estar participando de uma assembleia ou estar manifestando suas opiniões dentro da Universidade de São Paulo. Estou lá há quase trinta anos - primeiro como aluno, agora como professor. Eu desafio esses energúmenos sem caráter a apresentar UM ÚNICO CASO de um aluno perseguido por estar participando de uma assembleia, ou por ter expressado qualquer opinião que seja. Não vão apresentar esse nome, pois isso jamais aconteceu depois da redemocratização. Vocês não sabem de que estão falando. Ou, melhor, sabem, sim, mas não têm caráter, não têm honestidade intelectual, e por isso têm a cara de pau de vir a público dizer uma barbaridade dessas. Alunos estão sendo processados por invadir e depredar prédios públicos, por se comportarem como animais, e não como estudantes universitários. Ninguém está sendo processado por participar de assembleias ou por dizer isto ou aquilo. A liberdade de manifestação é a MAIS AMPLA POSSÍVEL. A liberdade de reunião é a MAIS AMPLA POSSÍVEL. Vocês mentem sem nenhum pudor. Citem, eu repito, o nome de UM ÚNICO estudante processado por se manifestar, ou por participar de uma assembleia. Só um nome. Não é pedir muito. Parem de mentir, por favor.

 
 
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Paulo Eduardo

Surtou aloca!

Flw

 
 
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Vânia

Que nada, Paulo. É só um coelho.

Re: Nota pública dos estudantes da USP
 
 
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Paulo Eduardo

Hummm! Compreendo! (rs)

Flw

 
 
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ruyacquaviva

Em 2009 a tropa de choque entrou na Universidade atirando balas de borracha e gás, muitos alunos, funcionários e até professores ficaram machucados. O motivo foi a dispersãoa é de uma passeata na entrada da Universidade.

Ah! Já sei, você vai dizer que essa não vale porque não foi para calar os manifestantes, foi para "desobstruir o tráfego" como consta em notas oficiais da PM na época.

Assim é fácil, nunca o motivo é calar as pessoas, sempre é outra coisa: para trazer segurança, suspeita de terrorismo, porte de substância proibida, vandalismo, ameaça ao patrimônio público, obstrução do tráfego de veículos e por aí vai... Na época da ditadura tambémusavam desculpas como essa.

A prisão dos alunos que ocupavam a reitoria não foi para proteger o patrimônio público. Foi para calar a boca deles.

E não adianta ficar aí estrebuchando feito porco em véspera de feijoada, que você não intimida ninguém. Para sua infelicidade você não pode mandar a tropa de choque calar a gente com uma calibre 12.

Re: Nota pública dos estudantes da USP
 
 
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Vânia

Verdade, Ruy

Até o Uol noticia isso: "Os contrários à PM no campus dizem que a medida abre precedente para a polícia impedir manifestações políticas ¿que comumente ocorrem dentro do campus¿ e citam o episódio de junho de 2009, quando a Força Tática da PM entrou na universidade para reprimir um protesto estudantil e acabou ferindo os estudantes e jogando bombas dentro de unidades."

 Agora a boa notícia: "Os estudantes da USP (Universidade de São Paulo), reunidos em assembleia na noite desta terça-feira (8), decretaram greve geral do corpo discente, em protesto contra a prisão de manifestantes durante a reintegração de posse na reitoria da instituição na madrugada de hoje. Eles também pedem a saída da Polícia Militar do campus.

A assembleia começou por volta das 20h30, no prédio do curso de história. Cerca de 3 mil estudantes participaram da assembleia".

http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/11/08/apos-prisao-de-estudantes-em-reintegracao-de-posse-alunos-da-usp-decretam-greve-geral.jhtm

 
 
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Jair Fonseca

Já postei isso aqui doutras vezes, mas tó Antonio Candido pra você, Jotavê. Do alto de seus 90 anos, quase toda ela na USP, e de sua obra intelectual extraordinária, ele dá o exemplo para os professores da USP que não compactuam com a intervenção policial tucana. Os estudantes podem ter errado, mas têm o direito de errar e não serem tratados como inimigos desprezíveis. Pra você um dos cartazes que os estudantes presos escreveram na janela de um dos ônibus que os levaram: "Somos acusados de depredar as portas que a PM arrombou".

 
 
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Jair Fonseca

Segue a fala de AC contra a intervenção policial na greve de 2009.

 
 
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Erly Ricci

A coisa só ficou pior (ou melhor?): Os estudantes da USP (Universidade de São Paulo), reunidos em assembleia na noite desta terça-feira (8), decretaram greve geral do corpo discente, em protesto contra a prisão de manifestantes durante a reintegração de posse na reitoria da instituição na madrugada de hoje. Eles também pedem a saída da Polícia Militar do campus.

A assembleia começou por volta das 20h30, no prédio do curso de história. Cerca de 3 mil estudantes participaram da assembleia.

Do UOL Notícias

 

"pelos caminhos que ando um dia vai ser, só não sei quando" - Paulo Leminski

 
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Jair Fonseca

Pois é, truculência policial e "administrativa" dá é nisso. Cutuquem o vespeiro...

 
 
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Paulo Eduardo

Boa essa reação truculenta da PM o braço armado do Rodas e do Alckimim, conseguiram unificar o ME na USP, é claro que os boçais de sempre vão vir com os "maconheiros e vagabundos" de sempre, que 87 mil querem estudar, e blá, blá! (O, continela infernal destes caras!)

Mas que foi uma adesão maciça e com legitimida foi, e não queriam deliberação de uma Assembléia Geral dos Estudantes, tá aí, agora os Estudante irão pedir a "reitegração de posse" e pedir a saída imediata desse grandissímo Rodas!

Flw

 
 
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Jair Fonseca

Trocadilho inevitável: o Rodas vai rodar!

 
 
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Carlos Filho
 

Caco

 
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Manoel Rodrigues de Mello Jr

Caro Nassif,DESCULPE , MAS,

PQP SERA QUE OS PAULISTANOS ESTÃO CEGOS COM O QUE ESTA ACONTECENDO NESTE ESTADO, NÃO É POSSIVEL CONVIVER COM ESTAS CENAS PROTAGONIZADAS PELO ESTADO ” MAIS RICO”, MAIS “INDUSTRIALIZADO ” MAIS “EDUCADO” MAIS”DEMOCRATICO “, QUE OS NOSSOS SENHORES DE SÃO PAULO BATEM NO PEITO QUANDO DÃO ENTREVISTAS E SIMPLESMENTE MENTEM NA CARA DURA , E NÃO ACEITAM INTERFERENCIA NAS FALCATRUAS E MALDADES QUE ACONTECEM NO DIA A DIA NESTE ESTADO NO PODER EXECUTIVO E LEGISLATIVO .O QUE ME DEIXA MAIS CHATEADO É QUE NÃO VEJO A POPULAÇÃO DE SÃO PAULO E OS NOSSOS PARTIDOS DE OPOSIÇÃO EM SÃO PAULO ,NÃO SE MOVEREM A RESPEITO DE TODOS ESTES PROBLEMAS.
PODE SER QUE OS ESTUDANTES DA USP, EXAGERARAM EM SUAS MANIFESTAÇÕES, POREM SÃO LEGITIMAS AS SUAS REIVINDICAÇÕES , POREM , BASTARIA UM DIALOGO DECENTE ENTRE AS PARTES , PARA EVITAR AS CENAS ESTAPAFURDIAS E GROTESCAS QUE ESTAMOS ASSISTINDO ,ALEM DO GRAU DE IGNORANCIA DE ALGUMAS TELEVISÕES, JORNAIS E REVISTAS DA NOSSA MERDA DE MIDIA QUE TEMOS EM SÃO PAULO.
PREZADA DILMA ACABE COM ESTA PATIFARIA , PROMULGANDO A LEY DAS MIDIAS URGENTE E POVO DE SÃO PAULO , NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES ESPERO QUE MODIFIQUEM SEUS VOTOS E QUE O PSDB , O DEM E O PPS SEJAM EXTIRPADOS DO NOSSO ESTADO.

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Fabio SP

 
 
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Erly Ricci

A imprensa, aliás, de uma forma geral e sensacionalista, criminaliza as esquerdas e as lutas pelos direitos democráticos, fechando definitivamente os olhos para a violência preconceituosa, arrogante e imbecil da extrema direita. A cobertura sobre a desocupação da reitoria pela tropa de choque em todos os canais de TV abertos foram vergonhosamente tendenciosas, aplaudindo a ação da PM. 

 

"pelos caminhos que ando um dia vai ser, só não sei quando" - Paulo Leminski

 
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deko

Certo... mas agora me explique qual era a luta democrática em questão que ainda não consegui enxergar? Por favor... me explique como se eu tivesse 5 anos de idade.

 
 

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