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Miami, a cidade mais miserável dos Estados UnidosEnviado por luisnassif, ter, 07/02/2012 - 17:31Do Opera Mundi Miami é apontada como a cidade mais miserável dos EUA Rui Ferreira Segundo a Forbes, a crise e a insegurança contribuíram para o quadro Pelo menos em uma coisa em Miami ricos e pobres estão de acordo: a vida na cidade é miserável. Os pobres há muito tempo sabem, os ricos parecem que acabam de descobrir. Wikimedia Commons A bela paisagem e os arranha-céus escondem uma outra realidade na maior cidade da Flórida No final da semana passada, a revista Forbes surpreendeu muita gente no sul da Flórida ao afirmar que a qualidade de vida em três cidades do estado é a pior em todos os Estados Unidos. Em primeiro lugar aparece Miami, a cidade emblema, chamada de "Porta das Américas" pela publicidade turística, ou o "Eldorado", segundo a propaganda política. Seguem-se Fort Lauderdale e West Palm Beach, onde a nata dos milionários norte-americanos possui suas casas de verão. Segundo a revista predileta da classe empresarial, a crise imobiliária, o alto custo de vida, a taxa de criminalidade, a corrupção política, a falta de serviços sociais e a pouca atenção de qualidade dos hospitais públicos, são as principais razões para considerar o sul da Flórida como um inferno para viver. É uma situação tão dramática que a Forbes não consegue deixar de chamar a atenção para o fato de que, em termos globais, o caso de Miami é ainda mais dramático que o de Detroit, considerada a cidade dos Estados Unidos com o maior número de homicídios e assaltos. Neste momento, o governo federal realiza uma investigação a uma série de atos de violência policial em Miami, nos quais morreram 11 pessoas, todas elas habitantes de bairros pobres. Na semana passada, o FBI anunciou a prisão de dois policiais de Miami acusados de tráfico de drogas, comercializando a cocaína apreendida junto aos traficantes. Um deles é o chefe do departamento de operações secretas. "Miami tem sol e um clima fabuloso, mas há outras coisas que fazem as pessoas sentirem-se miseráveis. É uma sociedade com dois níveis, temos South (Miami) Beach com todo o seu glamour que atrai os famosos e socialites, mas a desigualdade nos salários das pessoas disparou nos últimos anos", explicou o editor da Forbes, Kurt Badenhausen. O que Badenhausen não explicou é que a crise tem origens diferentes. Os ricos sofrem unicamente porque as suas casas foram desvalorizadasem razão das crises imobiliárias nos últoomos anos, e não porque enfrentem o desemprego. Mas os pobres, incluindo a classe média, vivem seus piores momentos. Além da desvalorização de suas casas, o desemprego atingiu níveis galopantes (13%, maior que a média nacional de 10%), os serviços sociais foram recortados, as ajudas aos idosos praticamente desapareceram e, acima de tudo, os programas de auxilio à recolocação dos imigrantes já não existem. Até as bibliotecas, um lugar onde mais de 50% dos leitores habituais de Miami acodem para poder consultar a internet e ler, dado os altos preços dos livros, estão sendo fechadas ante a falta de fundos públicos para mantê-las abertas. Segundo a Forbes, 45% dos habitantes da cidade que ganham menos de 75.000 dólares anuais têm problemas com o pagamento das hipotecas de suas casas, que valem muito menos que o dinheiro que devem ao banco. E o plano federal de ajuda, lançado pelo governo de Barack Obama fracassou totalmente pela corrupção e rivalidades políticas. "Nos últimos anos, os republicanos têm-se dedicado a bloquear o envio de fundos federais para ajudar as pessoas com problemas hipotecários", afirmou o advogado Marco Fernández. Ele calcula que apenas uma em cada três famílias pobres conseguiu refinanciar o preço de suas casas com ajuda federal. "Os bancos absorvem tudo com taxas estúpidas. Querem compensar assim os prejuízos da crise bancaria de 2008", afirma. Mas não é só isto, explica Maria Luisa Hernández ao Opera Mundi: "a crise trouxe como conseqüência o aumento dos impostos a nível local. Cada vez é mais caro ter um telefone, seja celular ou fixo, porque tanto os condados como o estado aumentaram os impostos; o preço da eletricidade subiu duas vezes, e aumentaram os impostos associados, e amesma coisa com o preço do gás de cozinha. A água ainda se mantém nos mesmos níveis, mas já prometeram que ela vai aumentar em dois meses". Segundo esta ativista comunitária, já começam a aparecer problemas sociais parecidos, "se não iguais", aos dos países dos Terceiro Mundo. A menos de 500 metros de Brickell, o bairro financeiro da cidade, onde se erguem imponente torres de cimento e vidro, encontra-se a "Pequena Honduras", uma área de 50 quarteirões onde se concentram os imigrantes da América Central. Ali, as Igrejas, o Exército de Salvação e, em menor medida, os serviços sociais, começam a abandonar o seu trabalho tradicional e transformaram-se, literalmente, na única fonte de alimento de milhares de pessoas. Uma organização como a "Camillus House", que depende de fundos privados e é administrada por organizações religiosas, serve todos diariamente cerca de cinco mil refeições em um pequeno edifício no centro da cidade, rodeado por amplos terrenos vazios onde muitos dos pobres da cidade passam a noite ao relento - isso se não chover. Se o clima for inclemente, os sem-abrigo apertam-se debaixo dos alpendres dos edifícios comerciais perto das novas torres habitacionais, próximas e recém-construídas. A policia já desistiu de mandá-los embora. "Nós temos ordens de afugentá-los. Mas eu não tenho coração para isso. Muitos colegas meus também", admitiu ao Opera Mundi um polícia da cidade. Ante a crise, o governo local decidiu cortar muitos dos serviços básicos. Mas o mais impressionante é a falta de coleta de lixo que, em Miami, é um serviço privatizado. Em zonas como a "Pequena Honduras", já é costume ver o amontoado nas esquinas, pois a coleta foi reduzida por cortes orçamentais. Contudo, os salários dos funcionários públicos não sofreram reduções. O prefeito do condado de Miami-Dade, Carlos Gimenez, por exemplo, foi eleito com a promessa de não aumentar salários. E cumpriu. Mas de uma forma muito particular. Contratou cinco colaboradores diretos por 255.000 dólares anuais e, como eram novos empregados, não sofreram o corte de 10% que os vereadores impuseram ao resto. "Eu sempre me faço a mesma pergunta. Por que é que bairro de pobre tem sempre lixo sem recolher e bairro de rico, não", comentou Hernández. Mas em Miami a vida é ainda mais miserável por uma razão que Forbes não abordou: a liberdade de expressão. Em Miami, como em todos os Estados Unidos, cada um pode dizer o que pensa. Mas nem todos estão a ser escutados, nem conseguem fazer valer a sua voz. Os jornais locais raramente falam dos problemas sociais. A crise local é sempre abordada de um ponto de vista financeiro e não social. Durante os anos 1990, a organização de direitos humanosAmerica's Watch, considerou Miami como a pior cidade dos Estados Unidos em matéria de liberdade de expressão. Mas o relatório baseou-se unicamente na dificuldade que os cubanos moderados tem em aceder aos meios de comunicação locais e como eram, e ainda são, hostilizados pela direita radical. A evolução foi mínima nestes últimos anos, segundo ativistas cubanos atuais que mantêm relações com o governo da ilha. Eles citam a continuação do controle dos meios de comunicação por parte de direita de origem cubana e venezuelana e o medo que a imprensa tem deles. Mas agora, a censura jornalística vai além da questão cubana. Os problemas sociais desde comunidade de 2,5 milhões de pessoas simplesmente não são abordados pela imprensa local. A pobreza não é manchete de jornais. A censura é tão forte que a Forbes não menciona o fato e nem a imprensa local deu muito voo às conclusões da revista. Depois de sua publicação, não houve um desenvolvimento do relatório daForbes. Líderes locais não foram consultados nem o tema foi aprofundado. "Isso é o resultado da existência no sul da Flórida de um enclave do extremismo radical, com o qual nem os norte-americanos se metem. Têm medo", afirma Max Lesnik, diretor de um programa de rádio diário da esquerda cubana moderada. Em sua opinião, a pressão da extrema-direita cubana é tão forte que,"conseguiram arrancar do Miami Herald sua liberdade de informar". Wikimedia Commons Sede do jornal Miami Herald: mazelas municipais são ignoradas pela imprensa local Nos anos 1980 e 1990, o Herald ganhou pelo menos três prêmios Pulitzer por reportagens e investigações de problemas sociais no sul da Flórida. "Aqui em Miami, vivemos num mundo dual, o da Cuba irracional, que responde ao poder político e econômico, e o da Cuba da imigração e da sensatez. Porque é que a Forbes ia ser diferente da imprensa local? Todo o mundo que passa por aqui ou se rende ou é esmagado", diz Lesnik.
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Comentários + votados
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Ivan Moraes
07/02/2012 - 18:22
"já é costume ver o amontoado nas esquinas, pois a coleta foi reduzida por cortes orçamentais":
Recomendo pros miamienses o mesmo que ja recomendei pros favelados do Rio: levem seus lixos pras...
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Ivan Moraes
07/02/2012 - 18:26
"Isso é o resultado da existência no sul da Flórida de um enclave do extremismo radical, com o qual nem os norte-americanos se metem. Têm medo":
Eu tambem tenho medo dos cubanos de la. Eles sao...
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A. Alvaro Guedes
07/02/2012 - 18:58
Por que a classe média new wave brasileira gosta tanto de Miami? A notícia é que há ou havia um boom imobiliário falando português com forte sotaque brasileiro.
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Rui Ferreira
07/02/2012 - 19:41
Oi, sou o autor da matéria. Excelente ideia. Obrigado. Bem haja, Rui.
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Regina Maria Bueno de Azevedo
07/02/2012 - 19:41
Boa Ivan. Amanhã mesmo vou depositar o meu lixo no Morumbí.
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jura
07/02/2012 - 20:17
Deve ser o efeito da migração da sub-elite brasileira pra lá... A direita cubana que se cuide!
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veras
07/02/2012 - 20:59
O problema é que a casa vale 30.000,00 e a hipoteca dela no banco é de 200.000,00, porque na época da compra era isso que valia.
O proprietário ou paga, ou entrega a casa para o banco.
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Andre Araujo
07/02/2012 - 21:19
Zé Betio, a elite brasileira rica tem casa em Greenwich, Connecticut ou East Hampton, New York, em Miami tem casa a Xuxa, a Gloria Estefan, a turma do circuito "celebridades"
Miami é uma cidade...
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josé justino de souza neto
07/02/2012 - 22:16
É a base dos terroristas e assassinos profissionais da CIA e do FBI. É a base da máfia cubana apoiada e protegida pelo Departamento de Estado. A força da extrema-direita cubana está nos achaques, nas...
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Ivan Moraes
07/02/2012 - 22:38
"Por que a classe média new wave brasileira gosta tanto de Miami?":
Porque Miami eh trash. Mais trash? Las Vegas, talvez.
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JigSawJr
08/02/2012 - 10:50
"Imigrantes que detonaram a cidade! Emporcalham tudo, se penduram no sitema, vendem quinquilharias, abarrotam a cidade de gente e tranqueiras. Uma imundície..."
Igual em São Paulo. Malditos...
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Odorico Carvalho
07/02/2012 - 17:43
E a elite vira-latas brasileira a venera como se fosse o paraíso!
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Rabuja
07/02/2012 - 20:51
Será que o pessoal do Cansei que gosta muito de lá vai criar um "I'm Tired"?
E os brasileiros bocós que agora só falam em viajar pra lá? Sabem disto?
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Andre Araujo
08/02/2012 - 06:38
Meu caro, TODAS as grandes cidades do mundo são problematicas se vc for a fundo nesse tipo de analise, não sobra uma. Imagine se sai uma grande reportagem em jornal estrangeiro sobre a cracolandia de...
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Angus Br.
07/02/2012 - 18:03
"Mas os pobres, incluindo a classe média, vivem seus piores momentos. Além da desvalorização de suas casas, o desemprego atingiu níveis galopantes"
As casas estão desvalorizadas? Isso é bom ou ruim?...
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Bento
07/02/2012 - 20:31
Absurdo. O Andre daqui me garantiu que os cubanos que foram pra lá em 59 compunham uma elite intelectual e profissional de 1º mundo, e os brasileiros que estão chegando agora com certeza são a mais...
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Laudir
07/02/2012 - 23:45
André, os cavernícolas esquerdistas de latino américa parecem urubus na carniça, é só aparecer alguma matéria em veículos de imprensa "imperialistas, conservadores e neoliberais" como a Forbes...
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Andre Araujo
08/02/2012 - 06:43
Vamos agora aguardar uma reportagem critica sobre CARACAS feita por uma revista venezuelana e outra critica sobre HAVANA feita por uma revista cubana. A diferença entre uma democracia e uma ditadura...
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E a elite vira-latas brasileira a venera como se fosse o paraíso!
Mas é o paraíso que elas merecem!
É bem parecido com Barcelona: quem vem de fora acha lindo, passeia nos pontos turísticos, faz compras e sai de lá babando com tanta "civilidade e arte".
Mas quem conhece a periferia do lugar fica de queixo caído com tanta miséria que rodeia a bela cidade: um monte de imigrantes mortos de fome, que vem da China, Leste Europeu, África, América Latina e o escambáu... Imigrantes que detonaram a cidade! Emporcalham tudo, se penduram no sitema, vendem quinquilharias, abarrotam a cidade de gente e tranqueiras. Uma imundície...
A Espanha se negou a enxergá-los e deu no que deu...
O filme com Javier Barden chamado "Biutiful" (tem a grafia errada mesmo) retrata com excelência esse universo da Espanha. Assistam e comprovem.
E Miami é igual, porta de entrada dos pobres...
E o Brasil que se cuide, que passe a legalizar corretamente os imigrantes que estão chegando (por exemplo, são 250 mil bolivianos em SP), que tire esse povo da informalidade, que faça com que contribuam... Do contrário seremos muito pior que a emporcalhada Barcelona...
Meu caro, TODAS as grandes cidades do mundo são problematicas se vc for a fundo nesse tipo de analise, não sobra uma. Imagine se sai uma grande reportagem em jornal estrangeiro sobre a cracolandia de São Paulo, sobre o nosso centro velho, as Avenidas Nove de Julho e Prestes Maia pichadas, com dezenas de predios abandonados, pichados e sujos. São Paulo não é só isso MAS TEM ISSO TAMBEM.
AA, pode me chamar de "minha cara"...rs
Creio que vc não entendeu bem meu raciocínio: quis dizer que se Barcelona ou Miami eram boas mesmo com as adversidades de qqr cidade grande, ficaram péssimas com o advento dos desvalidos imigrantges.
Agora imagine se isso acontecer com São Paulo no mesmo passo galopante que as duas cidades citadas??
Se achamos péssimos os pontos que vc citou de Sampa, imagine depois de uma levada de imigrantes ilegais na mesma potência que ocorreu por lá...
Sampa não é só desgraça, é verdade, mas se vc tivesse ideia do que é a periferia de Barcelona, repensaria o que disse.
Nós não temos estrutura nenhuma pra lidar com máfias chinesas, coreanas, africanas, latinas... já bastam nossas próprias máfias internas e se eles vierem com a gana que foram pra lá a coisa descamba de vez...
"Imigrantes que detonaram a cidade! Emporcalham tudo, se penduram no sitema, vendem quinquilharias, abarrotam a cidade de gente e tranqueiras. Uma imundície..."
Igual em São Paulo. Malditos imigrantes nordestinos que emporcalham tudo...
[/ironia]
[/sarcasmo]
[/etc]
"Mas os pobres, incluindo a classe média, vivem seus piores momentos. Além da desvalorização de suas casas, o desemprego atingiu níveis galopantes"
As casas estão desvalorizadas? Isso é bom ou ruim? O ideal é que moradias sejam caras?
O problema é que a casa vale 30.000,00 e a hipoteca dela no banco é de 200.000,00, porque na época da compra era isso que valia.
O proprietário ou paga, ou entrega a casa para o banco.
"já é costume ver o amontoado nas esquinas, pois a coleta foi reduzida por cortes orçamentais":
Recomendo pros miamienses o mesmo que ja recomendei pros favelados do Rio: levem seus lixos pras vizinhancas ricas e depositem la sem mais cerimonia.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
"Isso é o resultado da existência no sul da Flórida de um enclave do extremismo radical, com o qual nem os norte-americanos se metem. Têm medo":
Eu tambem tenho medo dos cubanos de la. Eles sao radicalissimos, lunaticos de direita. Um pais onde todo mundo tava com medinho dos cubanos comunistas terminar numa situacao dessas eh... karma mesmo.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Oi, sou o autor da matéria. Excelente ideia. Obrigado. Bem haja, Rui.
É a base dos terroristas e assassinos profissionais da CIA e do FBI. É a base da máfia cubana apoiada e protegida pelo Departamento de Estado. A força da extrema-direita cubana está nos achaques, nas ameaças e nos ataques terroristas contra os cubanos moderados e contra Cuba.
"Contrainjerencia.com foi vítima de sabotagem depois de publicar a lista de terroristas asilados nos EEUU"
Por que a classe média new wave brasileira gosta tanto de Miami? A notícia é que há ou havia um boom imobiliário falando português com forte sotaque brasileiro.
"Por que a classe média new wave brasileira gosta tanto de Miami?":
Porque Miami eh trash. Mais trash? Las Vegas, talvez.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Boa Ivan. Amanhã mesmo vou depositar o meu lixo no Morumbí.
Com tudo isso, ainda dá de vinte a zero em São Paulo...
Foi precisamente o que pensei : o pior dos EUA ainda é melhor que o melhor do Brasil !
Visitei MIAMI há um ano e fiquei com inveja de não poder me mudar pra lá .
Às 10:00hrs da noite ainda estava andando a pé , sozinho por suas largas avenidas. Vi algum congestionamento. Mas insegurança como a daqui de SP nem de longe .
Ainda precisamos melhorar muito pra chegar perto do que eles chamam de ruim .
Deve ser o efeito da migração da sub-elite brasileira pra lá... A direita cubana que se cuide!
Ironicamente, é em Miami que a SIP,tem sua sede(Sociedade Interamericana de Prensa).
E o PIG? Vai se manifestar ou descrever com humor,a máfia fascista de gusanos,que comanda a opinião pública na Flórida.Não custa lembrar, que lá é que se deu a fraude eleitoral que garantiu a eleição de Busch filho.
Absurdo. O Andre daqui me garantiu que os cubanos que foram pra lá em 59 compunham uma elite intelectual e profissional de 1º mundo, e os brasileiros que estão chegando agora com certeza são a mais fina flor da nossa nata. Então se tem algum miserável estragando a cidade, só pode ser um ianque.
Cê tá falando de qual André?
O Andre vai discordar da matéria.
Zé Betio, a elite brasileira rica tem casa em Greenwich, Connecticut ou East Hampton, New York, em Miami tem casa a Xuxa, a Gloria Estefan, a turma do circuito "celebridades"
Miami é uma cidade de transito, uma cidade entreposto e de aposentados.
Miami para os americanos não é uma cidade americana, como Napoles para os italianos de Milão não é uma cidade italiana. Miami é uma cidade cubana , a materia é bem tendenciosa, Miami não é uma San Francisco ou Carmel mas está longe de ser essa bagunça que a FORBES aponta, comparando com outras cidades.. É sempre uma questão relativa. A Comissão de Infraestrutura da Camara dos Representantes acha que a estradas federais americanas estão um lixo porque precisam de investimentos que não foram feitos nos ultimos 25 anos mas se vc comparar com as nossas estradas elas são otimas. Tudo é relativo.
André, os cavernícolas esquerdistas de latino américa parecem urubus na carniça, é só aparecer alguma matéria em veículos de imprensa "imperialistas, conservadores e neoliberais" como a Forbes e já partem partem em bando comemorando a desgraça. No imaginário deles Miami (claro que é brega) já é uma ciadade miserável, comparada as capitais do norte-nordeste. Não é de se estranhar, eles seguem o macho alfa Lula da Silva que, já deixando o poder, afirmou com prazer meu sádico que deixava o Brasil "bombando" enquanto a América e a Europa estavam em crise. Coisa de homem pequeno! Ele sabe que com os USA e UE em espansão vai todo mundo a reboque, inclusive a China e Brasil.
Esta história me lembrou outra: A cidade americana de Grand Rapids, MI, de pouco mais de 200 mil habitantes foi ranqueada por uma revista (se não me angano foi essa mesma Forbes) como uma das 10 cidades mais decadentes dos Estados Unidos. Os "decadentes" da cidade não gostaram e se mobilizaram criando um vídeo com um dos hinos americanos, American Pie de Don Mclean. Ao contrário da suposta decadência a cidade revelou-se um cidade pulsante e vibrante. Abaixo vídeo.
http://www.youtube.com/watch?v=ZPjjZCO67WI
Vale a pena ver, mesmo os cavernícolas da esquerda de latino américa.
Vamos agora aguardar uma reportagem critica sobre CARACAS feita por uma revista venezuelana e outra critica sobre HAVANA feita por uma revista cubana. A diferença entre uma democracia e uma ditadura gafieira é que a democracia faz continuamente sua auto-critica.
Miami é um Pit Stop, alugar um carrito bacana...dar umas voltinhas, ver novidades, fazer umas compritas, uma baladinha em South Beach e tchau..coisa de latino brasileiro paulista, sem preconceito, cada um na sua. Comunista não consegue entender isso.
Será que o pessoal do Cansei que gosta muito de lá vai criar um "I'm Tired"?
E os brasileiros bocós que agora só falam em viajar pra lá? Sabem disto?
Haja máfia.
[Segundo a Forbes, 45% dos habitantes da cidade que ganham menos de 75.000 dólares anuais têm problemas com o pagamento das hipotecas de suas casas] Não existe por essas banda nada que seja mais barato e quem ganha pouco mais de 20.000 dólares anuais é rico.
Miami sempre foi o vaso sanitário da América Latina. É para lá que vai a escória latinoamericana (os ricos frívolos). Por mim, aquela buesta pode ser soterrada.
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