Mercado especula sobre o futuro da Abril

Do Blog de Adriano S. Ribeiro

Para onde vai a Editora Abril?

Comentário para o programa radiofônico do OI, 14/9/2011
Por Luciano Martins Costa

Movimentações recentes no comando da Editora Abril, como a contratação do banqueiro Fabio Barbosa para a presidência do grupo, e a compra, pela família Civita, do complexo de cursos e publicações Anglo Latino, têm estimulado suspeitas de que o grupo estaria se preparando para desidratar o setor de revistas.

Consolidada a aquisição do Anglo, por R$ 600 milhões, acertada em meados de 2010, o negócio ainda causa curiosidade entre especialistas, como deixou escapar na terça-feira (13/9) um experiente professor da Fundação Getulio Vargas.

Afinal, para que a Editora Abril iria querer um sistema educacional que é na verdade uma franquia que oferece cursos e vende apostilas?

Em primeiro lugar, não se trata de um negócio da Abril, mas da família Civita. Perspectivas pouco animadoras quanto aos sucessores de Roberto Civita teriam convencido o controlador do grupo editorial a investir em educação, um negócio muito mais promissor do que o de revistas.

Segundo mostrou o recente encontro da associação do setor, a ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas), o cenário vai levar a mudanças radicais na organização das editoras, com uma provável fragmentação dos grupos de interesse, o chamado público das revistas.

A pulverização dos títulos, induzida pela necessidade de buscar recursos em nichos cada vez mais específicos, tem aumentado perigosamente a complexidade da gestão do grupo Abril.

Os esforços para a qualificação de editores em técnicas de administração não têm dado resultados, simplesmente porque jornalistas, em geral, não são preparados para outra coisa que não jornalismo.

Jornalistas que atuaram em outros setores da economia, em cargos de diretoria, sabem o abismo que separa seus colegas editores dos executivos oriundos das áreas financeira, industrial ou de serviços.

Sem um herdeiro que possa ser qualificado como gênio, e sem ter tido a sorte de ser, ele mesmo, um clone do pai, o patriarca Victor, Roberto Civita tem poucas garantias de ver prosperar ou mesmo permanecer sua complicada rede de publicações.

Mas as revistas estão acabando?

Não exatamente. Mas as mudanças que estão ocorrendo no setor vão se acelerar de uma forma jamais vista antes no mercado. Títulos tradicionais vão desaparecer subitamente, e certos temas serão quase exclusivamente lidos em plataformas digitais.

Na rota do Titanic

Volta, então, a pergunta que foi feita aqui na última terça-feira: o que o banqueiro Fábio Barbosa foi fazer na Editora Abril?

Ele já declarou aos editores que nada sabe do negócio de revistas. Mas Barbosa e Civita sabem que isso não tem a menor importância, porque ele não está na Abril para salvar as publicações – ele virou presidente do grupo para salvar o capital da família Civita.

No encontro em que foi apresentado aos editores do grupo Abril, Barbosa disse que, como não conhece o setor, talvez seja capaz de fazer perguntas que os jornalistas já esqueceram.

Bobagem: para fazer seu serviço, ele não precisa saber o que é uma boa pauta. Ele vai fazer o que é sua especialidade: obter o máximo de resultado financeiro no que resta de vida a alguns produtos, preparar a abertura de capital do outro negócio – o de educação – e observar a lona do circo de revistas murchar.

Roberto Civita já colecionou grandes feitos em sua carreira de executivo-empresário: perdeu a TVA, vendida para a Telefonica, viu o Brasil Online ser absorvido pelo UOL e estimulou a transformação da revista Veja, que já foi um dos principais patrimônios da imprensa brasileira, em um título Murdoch.

A Abril vive de um punhado de revistas sem qualquer relevância, a maioria voltada para assuntos de menor importância para as necessidades estratégicas de uma empresa do seu porte. As revistas de negócios, que já tiveram grande influência, foram transformadas em manuais de auto-ajuda para gerentes e são consideradas um dos elos mais frágeis do sistema de publicações de papel – porque os jovens executivos preferem se informar em seus aparelhos digitais e têm acesso a dezenas de alternativas setoriais no formato tradicional, como as revistas customizadas e as publicações de nicho.

Do conjunto de bravos e esforçados editores não saem ideias inovadoras capazes de criar novos títulos, simplesmente porque a empresa matou, ao longo dos últimos anos, a cultura de inovação.

A homogeneidade das redações desestimula a competição criativa, acomoda os profissionais, gera vícios na produção dos textos e no desenho das páginas, como pode observar qualquer leitor atento de revistas.

Não há gênio humano capaz de conduzir a bom porto um transatlântico como o grupo Abril.

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49 comentários
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Cláudio Freire

Seje em que área for, de revistas ou de educação, é um perigo o que pode produzir uma mente fascista e reacionária como a de Roberto Civita e seus principais asseclas. Fábio Barbosa que se cuide.

 
 
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Fernando Curi

Na minha modesta opinião: "Quem com porco se mistura, farelo come".

 

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.

 
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Alan Souza

Meu avô Raimundo já dizia isso há 40 anos. E nunca foi tão atual, de Fábio Barbosa a Marina Silva...

 

Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!

 
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SÁVIO SOBREIRA

Isso pode ter o endosso(o apóio) of-line dos Tucanos que governam São Paulo...

 
 
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Cláudio Freire

Perdão pelo erro de digitação: seja em que área for, ...

 
 
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Edson Joanni

Mas será que na área de educação privada, caso do Anglo Latino, isso também não é uma barca furada, depois da implantação do ENEM? Segundo o andar da carruagem, dentro de poucos anos serão extintos os vestibulares. A editora sobreviverá só com material para os colégios?

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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aleXandre

porisso a artilharia máxima em tempo integral. È preciso não só desprestigiar. è preciso exterminar o Enem.

 

 
 
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Edson Joanni

Pois é... Mas depois que postei meu comentário fiquei pensando: caso isso aconteça, será que vão lançar um curso pago "preparatório para o ENEM"???

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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Rafael Wuthrich

Isso já existe aos montes por aí.

 

Rafael Wüthrich

 
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Marc

Imaginem este cenario:

01 - O governo universaliza o uso dos tablets.

02 - Faz licitações para contratar pesquisadores e pedagogos de todas as areas com o objetivo de gerar apostilas, livros e recursos multimidia em geral.

03 - Publica este material na internet usando copy left  - creative commons por exemplo.

Resultados:

Material de altissima qualidade facilmente disponivel na internet, com todas as possibilidades que isto significa.

Economia substancial nos programas de livros didaticos.

A natureza agradece, milhares de arvores poupadas.

Abril e Anglo???

Pergunta:

Alguem (que não seja da Abril) consegue ver algum aspecto negativo nisto?

 
 
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Ivan Moraes

"Alguem (que não seja da Abril) consegue ver algum aspecto negativo nisto?":

As árveres somos nozes!

Vai sumindo, Abril!

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Marco Antonio L.

Eu sempre soube que milhões orando com fé, fazem algo de importante acontecer.

 

 
 
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Ivan Moraes

"A editora sobreviverá só com material para os colégios?":

Nao.  Vide McGraw Hill Companies, que tambem esta em problema e que vai se partir em duas.  Vi essa noticia ha poucos dias atraz.

http://dealbook.nytimes.com/2011/09/12/mcgraw-hill-to-break-into-two/?hpw

Trazendo a noticia porque a McGraw Hill so lidava com livros de escola Ja nao sigo a compania ha muito tempo o que ela anda fazendo mas suponho que seja o mesmo;  a reportagem nao mostra um campo la muito promissor.

O mercado "colegial" da Abril vai se resumir a Sao Paulo e um ou outro estado tucano --eles nao contam com a simpatia de nenhum politico do Brasil que nao seja tucano, e vao encontrar menos simpatia ainda da populacao.  A unica abertura por enquanto pra Abril eh Sao Paulo.  E eh capaz de nem isso eles terem em so dois anos ou mesmo um.  Por comparacao, o mercado da McG-Hill era nacional e variado.

A Abril nunca investiu um centavo em convencoes de professores?  Nunca patrocinou nem uma delas?  Alguem sabe?

Oh, sim, eh mesmo, agora lembro:  a Abril passou 20 anos atacando professores.  Eh, quase esqueci...

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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pedro soares

Para os que não sabem, o grupo Abril comprou também a rede de colégios Ph, aqui no Rio de Janeiro.

A sinergia entre a editora e os colégios é a seguinte : as revistas Veja etc  atacam o ensino público para aumentar os lucros dos colégios particulares ...

 
 
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Ivan Moraes

"revistas Veja etc  atacam o ensino público para aumentar os lucros dos colégios particulares":

Tou avisando isso ha anos.  Nao adianta avisar os brasileiros, eles nao escutam.  Eh essa mesmo, exatamente, a "sinergia" deles.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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ruyacquaviva

Com a popularização dos tablets e ebook readers eles estão lascados.

Eles não estão entrando na área de educação, estão entrando na área de PUBLICAÇÕES para educação. Vão quebrar a cara também.

O que tem futuro na educação é a área de CONTEÚDO e do ensino em sí (o chamado processo educacional), a área editorial e gráfica tem passado e presente, mas não tem futuro.

Não digo que vão desaparecer, acho que o trabalho de editoração tem valor e ainda haverá espaço para a área gráfica em diversos setores. Mas certamente não com os valores milionários de hoje. O trabalho de editoras será mais a editoração dos conteúdos e sua divulgação, principalmente usando marketig no meio digital e as gráficas vão se especializar em projetos especiais como livros artísticos ou com formato não padrão.

Isso é insuficiente para sustentar uma empresa do porte da Abril. Possuindo capital, os Civita podem investir em outras coisas e permanecerem ricos, mas o poder midiático que tinham e do qual abusaram está condenado.

 
 
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Edson Joanni

Então, Ruy. Eu acho que aqui no Brasil ainda vai demorar alguns anos a tal popularização de tablets etc. Na Argentina a Cristina prometeu um notebook para cada aluno de escola pública, aí pode funcionar. Não tenho informações recentes sobre como anda esse assunto lá, mas parece que nisso também estão à frente do Brasil. Bom, à frente em termos, porque apesar de entregar notebooks a todos, a banda larga de lá é tão ruim ou pior que a nossa... Enfim, pode ser que a Abril ainda consiga uma certa sobrevida nas publicações em papel para suprir os cursos do Anglo, mas concordo que é por pouco tempo.

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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Marcia

Joanni, querido, em termos de  educação a Argentina  sempre esvs bem mais  à  frente do Brasil.Nisso eu  invejo os argentinos.

Era criança e minha avó paterna me contava como se vivia em Buenos Aires ( a minha avó ficou viúva cedo, não quis casar novamente, viveu para os filhos mas adorava viajar de navio...conheceu metade do mundo), que não existia analfabetismo, que a cidade não dormia, que existia dezenas de livrarias, etc. Aprendi muito.

Um beijo.

 
 
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Ivan Moraes

Ouvi as mesmissimas coisas, Marcia.  Havia espalhada pelo mundo uma Grande Esperanca Argentina pelo simples fato do DNA deles ser "mais puro" que o nosso, digamos...  mais branco...  Todo mundo quebrou a cara.  Os argentinos fuderam a si mesmos.

BEM FEITO.  Tai a "Grande Esperanca Branca" do continente.

 

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Edson Joanni

Márcia, eu também ouvia essas histórias, assim como você contou. Em meados da década de 70, na universidade, tive profs. argentinos que diziam maravilhas da UBA, muito mais velha que minha querida USP. E também é certo que eles investem mais em educação (proporcionalmente) do que nós. Mas eu morei lá (no interior da Argentina) durante os últimos quatro anos (voltei em março). Minha ex é prof. numa universidade nacional, e o que ela e outros amigos de lá conhecem de hoje é um pouco diferente dessa visão que vc pintou. Por exemplo, os cursos de pós por lá são todos pagos, mesmo nas universidades públicas. Mas é certo que já faz um bom tempo que eles não tem vestibular pra graduação. E hoje em dia é dificílimo para os pesquisadores de lá conseguirem recursos. Enfim, acho que nosso intercâmbio com os hermanos deveria ser mais aprofundado, experiências trocadas e aprimoradas, tanto nas políticas educacionais quanto em direitos humanos.

Um beijão, Márcia!

 

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Marcia

Ivan e  Edson, minha avó era  uma judia que casou-se  com um católico filho de portugueses. Era uma virtuose em piano e canto orfeõnico. Muito culta e orgulhosa, trabalhou muito mas viajou muito... também, de certa forma foi uma mulher privilegiada, muito diferente da minha outra avó sertaneja, muito sábia na sua quase ignorãncia.

Enfim, a Argentina era como minha avó paterna. Culta e orgulhosa....

Um beijão para vcs dois, amigos queridos!

 
 
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Flavio Aurelio

Se se pensar somente no cursinho de Vestibular até o momento é um bom negócio, mas não nos esqueçamos que a franquia Colégio Anglo (ensino fundamental e médio) está em praticamente todas as cidades acima de 70000 habitantes do estado de São Paulo e diversas cidades do país e praticamente todas capitais, todas essas franquias são apostiladas e o valor de cada apostila é cobrado em separado da mensalidade escolar, significa que é um baita negócio, pois como acontece em MG (terra de Aecin) o professor do ensino médio público o piso salarial é de R$ 600, e assim os tucanos como sempre fazem justificam as privatizações destruindo o que existe e assim quem sabe privatizar o que sobra.

 
 
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ruyacquaviva

O fim da Veja e do poder midático da família Civita é inexorável. Pode ser mais rápida ou demorar um pouco mais, mas não há escapatória.

Só tenho uma coisa a dizer: "O diabo que os carregue..."

 
 
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Luiz Antonio Antunes Machado

Amém, caro Rui, amém !!!

 
 
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LUCIANO MENDONCA

A Eduação de SP será inovadora. O Grupo Abril virará um OS e aí administrará a educação demo-tucana, via tercerização. Sabe como é, nós ganhamos eleição, mas não temos competência para gerir a coisa pública, aí nós terceirizamos. Visão de futuro a do Grupo Abril.

 
 
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Paulo Cavalcanti

Pergunta formulada no texto:

"Afinal, para que a Editora Abril iria querer um sistema educacional que é na verdade uma franquia que oferece cursos e vende apostilas?"

Os Civita, querem vender franquias aos governos tucanos.  Não foi isso que fez o Paulo Renato, como Secretário da Educação de Serra e Alckmin?  O cara era lobista das empresas de livro didático!!!   E a imprensa vendida o que fez?  Vistas grossas!!!

 
 
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Ivan Moraes

Eh verdade mas "franquia" de apostilas nao se sustenta em lugar nenhum do mundo pois a apostila eh um produto inferior que custa ao consumidor muito mais caro que livros em si.  E nao sobrevive mais que um dono enquanto livro sobrevive decadas --alias, livro de escola sobrevive muito mais do que o proprio conteudo.  Em se falando de escolas, ninguem usa livros didaticos de 10 anos atraz, nem mesmo de 5 anos atraz.  Esse eh um modelo de negocio que ja teve sua vez e esta acabando.

Nao da pra considerar "franquia".  Da pra considerar os proprios professores escreverem e editarem seus livros na internet coletivamente e colocarem o download de graca pra quem quizer.  Isso da.

Quanto ao "negocio" de revistas...  francamente!  Nao da nem pra comentar racionalmente, ele esta afundando e acabou a historia.  Nao pense que eh so no Brasil porque nao eh.  So espero que a Naspers perca seu dinheiro todo e que va pro fundo do inferno.  E a Abril tambem.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Wilsoleaks Alves

...preparando para desidratar o setor de revistas.

Humm... Isto está me parecendo diagnóstico de diarréia.

 
 
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NEIDEG

Eh, eh, eh, eh........

 
 
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FabioT

o transatlantico seria o TITANIC ?

 
 

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