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Mais da discussão sobre o livro didáticoEnviado por luisnassif, ter, 17/05/2011 - 10:12
Por Edmilson Fidelis
Alguma discordância entre a quase-unanimidade midiática: O Hélio Schhwartsman se mostra mais sensato, mesmo dando uma espetadazinha na professora Heloísa. Da Folha Uma defesa do "erro" de português Hélio Schwartsman O pessoal pegaram pesado. Da esquerda à direita, passando por vários amigos meus, a imprensa foi unânime em atacar o livro didático "Por uma Vida Melhor", de Heloísa Ramos. O suposto pecado da obra, que é distribuída pelo Programa do Livro Didático, do Ministério da Educação, é afirmar que construções do tipo "nós pega o peixe" ou "os livro ilustrado mais interessante estão emprestado" não constituem exatamente erros, sendo mais bem descritas como "inadequadas" em determinados "contextos". Os mais espevitados já viram aí um plano maligno do governo do PT para pespegar a anarquia linguística e destruir a educação, pondo todas as crianças do Brasil para falar igualzinho ao Lula. Outros, mais comedidos, apontaram a temeridade pedagógica de dizer a um aluno que ignorar a concordância não constitui erro.eumesmEu mesmo faria coro aos moderados, não fosse o fato de que, do ponto de vista da linguística --e não o da pedagogia ou da gramática normativa--, a posição da professora Heloísa Ramos é corretíssima, ainda que a autora possa ter sido inábil ao expô-la. Acredito mesmo que, excluídos os ataques politicamente motivados, tudo não passa de um grande mal-entendido. Para tentar compreender melhor o que está por trás dessa confusão, é importante ressaltar a diferença entre a perspectiva da linguística, ciência que tem por objeto a linguagem humana em seus múltiplos aspectos, e a da gramática normativa, que arrola as regras estilísticas abonadas por um determinado grupo de usuários do idioma numa determinada época (as elites brancas de olhos azuis, se é lícito utilizar a imagem consagrada pelo ex-governador de São Paulo Claúdio Lembo). Podemos dizer que a segunda está para a primeira assim como a pesquisa da etiqueta da corte bizantina está para o estudo da História. Daí não decorre, é claro, que devamos deixar de examinar a etiqueta ou ignorar suas prescrições, em especial se frequentarmos a corte do "basileus", mas é importante ter em mente que a diferença de escopo impõe duas lógicas muito diferentes. Se, na visão da gramática normativa, deixar de fazer uma flexão plural ou apor uma vírgula entre o sujeito e o predicado constituem crimes inafiançáveis, na perspectiva da linguística nada disso faz muito sentido. Mas prossigamos com um pouco mais de vagar. Se os linguistas não lidam com concordâncias e ortografia o que eles fazem? Seria temerário responder por todo um ramo do saber que ainda por cima se divide em várias escolas rivais. Mas, assumindo o ônus de favorecer uma dessas correntes, eu diria que a linguística está preocupada em apontar os princípios gramaticais comuns a todos os idiomas. Essa ideia não é exatamente nova. Ela existe pelo menos desde Roger Bacon (c. 1214 - 1294), o "pai" do empirismo e "avô" do método científico, mas foi modernamente desenvolvida e popularizada pelo linguista norte-americano Noam Chomsky (1928 - ). Há de fato boas evidências em favor da tese. A mais forte delas é o fato de que a linguagem é um universal humano. Não há povo sobre a terra que não tenha desenvolvido uma, diferentemente da escrita, que foi "criada" de forma independente não mais do que meia dúzia de vezes em toda a história da humanidade. Também diferentemente da escrita, que precisa ser ensinada, basta colocar uma criança em contato com um idioma para que ela o adquira quase sozinha. Mais até, o fenômeno das línguas crioulas mostra que pessoas expostas a pídgins (jargões comerciais normalmente falados em portos e que misturam vários idiomas) acabam desenvolvendo, no espaço de uma geração, uma gramática completa para essa nova linguagem. Outra prova curiosa é a constatação de que bebês surdos-mudos "balbuciam" com as mãos exatamente como o fazem com a voz as crianças falantes. O principal argumento lógico usado por Chomsky em favor do inatismo linguístico é o chamado Pots, sigla inglesa para "pobreza do estímulo" ("poverty of the stimulus"). Em grandes linhas, ele reza que as línguas naturais apresentam padrões que não poderiam ser aprendidos apenas por exemplos positivos, isto é, pelas sentenças "corretas" às quais as crianças são expostas. Para adquirir o domínio sobre o idioma elas teriam também de ser apresentadas a contraexemplos, ou seja, a frases sem sentido gramatical, o que raramente ocorre. Como é fato que os pequeninos desenvolvem a fala praticamente sozinhos, Chomsky conclui que já nascem com uma capacidade inata para o aprendizado linguístico. É a tal da Gramática Universal. O cientista cognitivo Steven Pinker, ele próprio um ferrenho defensor do inatismo, extrai algumas consequências interessantes da teoria. Para começar, ele afirma que o instinto da linguagem é uma capacidade única dos seres humanos. Todas as tentativas de colocar outros animais, em especial os grandes primatas, para "falar" seja através de sinais ou de teclados de computador fracassaram. Os bichos não desenvolveram competência para, a partir de um número limitado de regras, gerar uma quantidade em princípio infinita de sentenças. Para Pinker, a linguagem (definida nos termos acima) é uma resposta única da evolução para o problema específico da comunicação entre caçadores-coletores humanos. Outro ponto importante e que é o que nos interessa aqui diz respeito ao domínio da gramática. Se ela é inata e todos a possuímos como um item de fábrica, não faz muito sentido classificar como "pobre" a sintaxe alheia. Na verdade, aquilo que nos habituamos a chamar de gramática, isto é, as prescrições estilísticas que aprendemos na escola são o que há de menos essencial, para não dizer aborrecido, no complexo fenômeno da linguagem. Não me parece exagero afirmar que sua função é precipuamente social, isto é, distinguir dentre aqueles que dominam ou não um conjunto de normas mais ou menos arbitrárias que se convencionou chamar de culta. Nada contra o registro formal, do qual, aliás, tiro meu ganha-pão. Mas, sob esse prisma, não faz mesmo tanta diferença dizer "nós vai" ou "nós vamos". Se a linguagem é a resposta evolucionária à necessidade de comunicação entre humanos, o único critério possível para julgar entre o linguisticamente certo e o errado é a compreensão ou não da mensagem transmitida. Uma frase ambígua seria mais "errada" do que uma ferisse as caprichosas regras de colocação pronominal, por exemplo. Podemos ir ainda mais longe e, como o linguista Derek Bickerton (1925 - ), postular que existem situações em que é a gramática normativa que está "errada". Isso ocorre quando as regras estilísticas contrariam as normas inatas que nos são acessíveis através das gramáticas das línguas crioulas. No final acabamos nos acostumando e seguimos os prescricionistas, mas penamos um pouco na hora de aprender. Estruturas em que as crianças "erram" com maior frequência (verbos irregulares, dupla negação etc.) são muito provavelmente pontos em que estilo e conexões neuronais estão em desacordo. Mais ainda, elidir flexões, substituindo-as por outros marcadores, como artigos, posição na frase etc., é um fenômeno arquiconhecido da evolução linguística. Foi, aliás, através dele que os cidadãos romanos das províncias foram deixando de dizer as declinações do latim clássico, num processo que acabou resultando no português e em todas as demais línguas românicas. A depender do zelo idiomático de meus colegas da imprensa, ainda estaríamos todos falando o mais castiço protoindo-europeu. Não sei se algum professor da rede pública aproveita o livro de Heloísa Ramos para levar os alunos a refletir sobre a linguagem, mas me parece uma covardia privá-los dessa possibilidade apenas para preservar nossas arbitrárias categorias de certo e errado.
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Comentários + votados
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foo
17/05/2011 - 10:54
Assim como está acontecendo com a música e com as notícias, as grandes editoras estão perdendo o monopólio dos livros didáticos. Um dos exemplos mais notáveis, por romper com as práticas tradicionais...
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Helio J. Rocha-Pinto
17/05/2011 - 11:00
A frase inicial parece estar escrita desta forma propositadamente, considerando o resto do texto. Parece ser um lembrete de que a mensagem pretendida foi compreendida e, por isso, não se trata de...
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eduardo paiva
17/05/2011 - 11:06
O Alexandre Garcia fez um veemente discurso na Globo recriminando o livro. Começou assim:"...quando eu era estudante e A GENTE cometia algum erro..." , um notório exemplo de variação linguística...
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Ginah
17/05/2011 - 11:06
Marcia, pelo jeito você não leu o artigo do Hélio Schhwartsman que originou o post que você comentou, nem sequer entendeu que não foi um erro que deveria ter sido revisado.
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walter araujo
17/05/2011 - 11:09
Marcia:
Parece que voce não entendeu bem
o "espírito da coisa". Tente outra vez. rsrs
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Altino Ferreiro
17/05/2011 - 11:14
Assim como existe norma culta, existe jornalismo culto. Parabéns Helio.
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Helenice
17/05/2011 - 11:14
Nem há dúvida quanto a isso. O autor recorre, intencionalmente, ao uso de uma forma não prestigiada, apostando na inferência que o leitor fará a partir do conteúdo do texto.
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renan
17/05/2011 - 11:15
alguns caso de colocação pronominal não dá mesmo, a entonação brasileira pede uma colocação de pronome no arranjo sintático diferente que os portugueses...
Fala-se muito do aspécto morfo-sintático e...
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sergioa
17/05/2011 - 11:18
Muito barulho por nada. O livro apresenta tanta a forma "errada" como a "certa" e enfatiza qual é forma "certa" do ponto de vista academico.
No dia-a-dia o que importa é conseguir transmitir uma...
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Daniel 11
17/05/2011 - 11:22
Márcia, a frase criticada por você representa uma concordância totalmente plausível, e creio que formalmente "correta", pois o verbo no plural concorda com a ideia...
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Gilberto Marotta
17/05/2011 - 11:24
Bom texto do Helio, com algumas simplificações, mas entende-se a necessidade de ser claro e didático diante da ignorância demonstrada por tantas pessoas. Dá-se o mesmo no ensino, e não é só na...
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droubi
17/05/2011 - 11:25
Viva o caipirês. O caipirês é igual o inglês.
Ou "Nós pega os peixe", na sua tradução ao pé-da-letra para o inglês não é "we take the fish"?
Trata-se apenas de uma evolução da língua portuguesa!
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Carlos.
17/05/2011 - 11:26
U ministro da Casa dos Civir, Tonho Palossa, comprô um montão de coisa com as bufunfa qui ninguém aqui nos escritório da Foia sabe de onde veio. A gente num sabemos se num si sabe de onde veio os...
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Cafezá
17/05/2011 - 11:27
Entonces tábão, foru hestóras di muita siensação coceis doisi passaru. Piriguenta i cheia di pimenta. Ié pena qui ucê tevi di dismanchá Tuxolândia, ieu fiquei cum vontadi di navégá neisse trem...
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Rodrigo Queluz
17/05/2011 - 11:29
Muito bom o texto!!
Lembro que anos átras a Super Interessante fez uma reportagem muito interessante sobre o tema!! Isso coisa de 10 anos. E a internet nem tinha tanta força como tem hoje!!
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Mariana
17/05/2011 - 11:30
De onde você tirou isso? Mostre, por favor.
Pergunta retórica: você por acaso já viu as páginas do livro apedrejado ou acompanhou a discussão desde o começo?
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Xandão
17/05/2011 - 11:31
Como diria o Veríssimo, precisam inventar um sinal de ironia para texto escrito. A moça aqui não entendeu.
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Gilberto Marotta
17/05/2011 - 11:32
Cara, se vc soubesse como está sendo ignorante, pretendendo apontar a ignorância alheia... ah! E Lula não fala "menas" há muito, muito tempo, até brinca com isso em seus discursos. Além de tudo, tua...
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Fabio SP do B
17/05/2011 - 11:33
A única diferença para o inglês é que ele variam a 3a. pessoa do singular e nós só variamos a 1a.
Por ex:
Eu vô
Cê vai
Ele vai
Nóis vai
Ceis vai
eles vai (às vezes vão)
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Assim como está acontecendo com a música e com as notícias, as grandes editoras estão perdendo o monopólio dos livros didáticos. Um dos exemplos mais notáveis, por romper com as práticas tradicionais, é a Khan Academy:
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Tive oportunidade de conhecer um projeto sem fins lucrativos que foi idealizado por um norte-americano descendente de indianos de Bangladesh e Calcutá cujo nome é Salman Khan.
Salman possui 3 graduações no MIT - Massachusetts Institute of Technology - e um MBA em Havard. Quer mais? Tem! Khan tornou-se um educador excepcional e hoje é famoso com o projeto KHAN ACADEMY.
Tudo começou quando Khan ajudava seus primos em Louisiana - New Orleans, com suas lições de ciências e matemática. Ele o fazia remotamente de Boston utilizando uma ferramenta da Yahoo. Depois ele resolveu gravar as lições e publicá-las no Youtube.
São hoje mais de 2.100 lições gravadas, de diversas área de conhecimento: Matemática, Física, Estatística, Biologia, Química, Cosmologia e Astronomia, Finanças, História, etc. cobrindo uma gama completa destas áreas com um bom humor e também com exercícios para fixação do aprendizado. Todo o material é muito bem elaborado, pois hoje sua academia já conta com aportes significativos de patrocinadores como a Google e Microsoft!
Há escolas americanas que estão invertendo o jeito de dar aulas. As tarefas de casa são as lições da Khan Academy e na aula os alunos resolvem os exercícios, fixam o conhecimento e discutem ideias.
Acesse http://www.khanacademy.org/, um dia você ou mesmo seus filhos, netos irão usar!
Fonte: http://www.dicas-l.com.br/arquivo/khan_academy.php
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Outro bom exemplo, lançado há poucas semanas, é o OpenCourseWare da Unicamp:
http://ocw.unicamp.br/
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O site Recursos Educacionais Abertos também apresenta diversas novidades nessa área:
http://rea.net.br/
"O pessoal pegaram pesado"
Pegaram pesado com a gramática, um texto desse se corrige antes de publicar.
A frase inicial parece estar escrita desta forma propositadamente, considerando o resto do texto. Parece ser um lembrete de que a mensagem pretendida foi compreendida e, por isso, não se trata de erro, mas de inadequação, válida noutros contextos, provocativa neste.
Nem há dúvida quanto a isso. O autor recorre, intencionalmente, ao uso de uma forma não prestigiada, apostando na inferência que o leitor fará a partir do conteúdo do texto.
ok, entendi.
Querida Márcia (permita-me tratá-la assim),
Como meu comentário anterior perdeu-se provavelmente em algum desvão informático, repeti-lo-ei com a devida e imprescindível aquiescência do moderador.
Vi seus vários comentários desculpando-se por julgar o artigo desta thread precipitadamente. Louvo-a. É difícil e incomum pedir desculpas, mormente publicamente: só os fortes e as fortes de caráter são capazes disto, e força de caráter é coisa rara. Você deu lição de humildade e honestidade. Agradeço por ela.
Ramalho.
Obrigada pela força Ramalho mas acho que é meu dever me desculpar.
Um abraço.
Marcia, pelo jeito você não leu o artigo do Hélio Schhwartsman que originou o post que você comentou, nem sequer entendeu que não foi um erro que deveria ter sido revisado.
Ginah
Não li mesmo.
Desculpe.
Chama-se silepse de gênero, ou seja, a concordância foi ideológica. No caso, com a ideia de que pessoal refere-se a muitas pessoas.
Corrigindo: silepse de número, e não de gênero.
Querida (permita-me tratá-la assim) Márcia,
Que linda lição de humildade. Vi seus vários comentários em que se desculpa. Desculpar-se, mormente publicamente, é ato de grandeza que recomenda quem o pratica. Obrigado pelo ensinamento.
Ramalho.
Legal!
Ginah
Como diria o Veríssimo, precisam inventar um sinal de ironia para texto escrito. A moça aqui não entendeu.
Também não precisa tripudiar.
Fui precipitada e é bom para eu aprender.
Parabéns Marcia. Provas que reconhecer erros não é sinal de fraqueza. Grato pelo exemplo de civilidade, no qual muitos aqui deveriam se inspirar.
Eu acho muito natural quando se erra se admitir que errou, de qualquer forma obrigada pela gentileza.
incrível
7 coisas que você deve saber sobre a publicação de livros abertos
Ainda tem dúvidas sobre a importância e os benefícios da publicação de livros abertos? A Educause, uma organização sem fins lucrativos que incentiva o bom uso das tecnologias na educação, publicou uma lista de fatores envolvidos nesse processo.
A ideia é mostrar, de maneira simples e direta, o que são livros abertos, para que servem, como são produzidos e por quem, e de que forma podem ajudar na redução dos gastos na educação e facilitar o compartilhamento e a troca de conteúdo.
Para baixar o texto completo, clique aqui.
http://net.educause.edu/ir/library/pdf/ELI7070.pdf
http://rea.net.br/2011/05/16/7-coisas-que-voce-deve-saber-sobre-a-publicacao-de-livros-abertos/
Esse é um dos poucos sensatos na Folha.
Só sei que depois da gente diferenciada de Higienópolis vem ai a "gramática diferenciada". E aos poucos, o lulismo vai criando a Lulândia, onde não há concordância gramatical e todos falam menas(sic)...
De onde você tirou isso? Mostre, por favor.
Pergunta retórica: você por acaso já viu as páginas do livro apedrejado ou acompanhou a discussão desde o começo?
Cara, se vc soubesse como está sendo ignorante, pretendendo apontar a ignorância alheia... ah! E Lula não fala "menas" há muito, muito tempo, até brinca com isso em seus discursos. Além de tudo, tua conversa tá caindo de velha...
"Ou o Brasil acaba com a mídia canalha, ou a mídia canalha acaba com o Brasil"
é verdade que o Lula faz brincadeiras com o "MENAS". Uma delas:
"Antigamente eu falava "menas" e o pessoal caía em cima....hoje eu falo "concomitantemente" e ninguém elogia...."
ABS
Porque ele só fala e não sabe o que é...
Sempre me divirto vendo tipos como você.
Infinitamente menos inteligente que o Lula... mas tentando bancar o superior.
Oi, Gilberto, sua resposta é para o carO Rodolfo, não, rs?
Ih, Gilberto, esquece o que eu perguntei pra você, sobre carA/carO, rs...
"No calor da luta" misturei alguns alhos e bugalhos mais sutis.
Mas, como não acho bonito finjir que não vi meus enganos, tenho que registrar essa miudeza...
A Lulândia, então, são os EUA: big city - big- cities, the boy talked - the boys talked-
Cadê a concordância? Faz falta? O inglês é língua desprestigiada porque abandonou a comcordância pouco depois de Chaucer no século XV?
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