Maconha: As três falácias dos proibicionistas

Autor: 
Por bendidle

Em tempos de censura e violência física contra os defensores da legalização da maconha, faz-se necessário rebater reiteradamente os argumentos dos proibicionistas reproduzidos acriticamente pela mídia. A "tese" proibicionista se sustenta em três argumentos notavelmente falaciosos: Que a maconha é porta de entrada para outras drogas, que a legalização da maconha não acaba com o mercado ilegal e que a maconha faz mal.

Falácia #1: A maconha é porta de entrada para outras drogas.

Argumento simplório, utilizado à exaustão. Reproduzindo o comentário do proibicionista Marcos Susskind em debate realizado pela Folha de São Paulo: "Usuários de cocaína, de crack, de heroína e de outras drogas ilícitas, 80% deles usaram maconha antes de usar a outra droga". Ainda, o de Mina Carakushasnky, diretora da World Federation Against Drugs: "Pessoas que usam maconha não usam necessariamente outras drogas, mas todas as que usam cocaína, heroína, ecstasy, crack, começaram usando maconha".

Qual é a semelhança entre a maconha e a cocaína, ou entre a maconha e o ecstasy? São drogas (substâncias químicas que produzem alterações nos sentidos) cujo uso é predominantemente recreativo. O álcool também é considerado uma droga, e as bebidas alcoolicas são utilizadas de forma recreativa. No Brasil, 68,7% das pessoas entre 12 e 65 anos já fizeram uso de substância alcoolica, e 11,2% dos brasileiros são dependentes do alcool, de acordo com o Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID). Já o consumo de maconha representa 2,6% da população (dados da ONU de 2005, defasados). A relevância desses dados para o debate é que o argumento de que 80% dos usuários de outras drogas "começaram" com a maconha é absurdo, ao constatarmos que o número de usuários de álcool é grande a ponto de inferirmos que todo usuário de drogas "começou" com o álcool. E considerando o número extremamente baixo de usuários de maconha e extremamente alto de usuários de álcool, podemos inferir que o uso de álcool não é porta de entrada para o uso de outras drogas, apesar de ser a primeira substância entorpecente da maioria dos brasileiros.

O que tornaria, então, a maconha "porta de entrada" para a utilização de outras drogas? Ora, a única coisa que todas as drogas ilícitas tem em comum e diferem do álcool é justamente a ilicitude. Se algo torna a maconha porta de entrada para outras drogas, é justamente o caráter ilícito de sua produção, venda e uso. Talvez a transposição para a busca de entorpecentes no mercado ilegal seja, por si só, a porta de entrada para o uso indiscriminado de quaisquer drogas. Essa suposição leva a crer que a legalização da produção, venda e uso da maconha tem o condão de fechar uma porta para outras drogas, não abri-la ainda mais. O absurdo do argumento é querer supor que a legalização da droga aumentaria ainda mais a "introdução" para outras substâncias ilegais, quando a única razão para seu caráter "introdutório" é justamente a sua ilegalidade.

Para finalizar o argumento, um estudo publicado em 2006 pela Universidade de Pittsburgh que acompanhou 214 jovens durante dez anos chegou à conclusão que o uso da maconha não foi fator preponderante para a utilização de outras drogas, o que é um indício importante de que a falácia utilizada não só depõe a favor da legalização, como não possui base científica sólida. É um perigoso argumento a posteriori que se utiliza da ignorância para aterrorizar a população, vendendo a maconha como o primeiro passo para uma vida massacrada pelo poder destrutivo das drogas.

Falácia #2: A legalização da maconha não acaba com o mercado ilegal da droga.

Essa falácia é utilizada para negar o maior benefício possível para a sociedade quanto à legalização. Vivemos em um país que mantém uma guerra civil permanente contra o tráfico ilícito de entorpecentes, e toda e qualquer medida que tem o condão de diminuir ou acabar com o tráfico sem que vidas precisem ser ceifadas é benvinda. Por isso a possibilidade de se diminuir o tráfico de drogas através da legalização é tão cara aos proibicionistas, pois notam a iminência da aprovação pela população, e precisam rebater e aterrorizar.

Transcrevendo novamente a síntese dos proibicionistas, agora por Ronaldo Laranjeiras, no mesmo debate da Folha: "Se você legalizar as drogas, você vai simplesmente criar dois mercados: Um mercado pararelo e um mercado legal. Porque como é que você vai conseguir produzir uma maconha mais barata do que o mercado ilegal já produz? Um cigarro de maconha custa um real. Você vai vender um cigarro de maconha por cinquenta centavos? Porque se você vender a cinco reais, o mercado ilegal vai continuar vendendo(...)"

O argumento parte do pressuposto de que se está vendendo o mesmo produto com dois preços diferentes, e que entre um e outro o consumidor optaria pelo ilegal (e barato). A verdade é que se for criado um mercado legalizado para a droga, o produto passará por controle de qualidade, o que tornará o mesmo menos nocivo e mais apto ao uso. Hoje, o mercado ilegal mistura a maconha com uma quantidade enorme de outros produtos mais perigosos do que a própria droga, como pó de vidro, outros remédios e até crack. Além do mais, a conveniência de se comprar uma droga no mercado em vez de negociar com criminosos compensaria o custo mais alto da droga para a maioria dos usuários, o que eventualmente minaria o tráfico ilícito da maconha. Não se trata de imaginar que seria o fim do tráfico de drogas, mas de uma diminuição expressiva. Há de se fazer um paralelo com o tabagismo, cujo consumo tem sido paulatinamente elitizado no Brasil através do aumento do IPI: 45% do consumo de cigarros no Brasil é oriundo do contrabando, número que soa assustador e desanimador. Mas é importante perceber que o contrabando de maços de cigarro (a maioria deles oriundo do Paraguai) não causa uma guerra civil no Brasil, apesar de ser vendido de maneira muito mais disseminada e para um número infinitamente maior de pessoas do que a maconha. Ademais, o cigarro ilegalmente introduzido no país possui qualidade similar (ainda que inferior) ao cigarro vendido legalmente, o que contrasta com a diferença colossal entre a maconha vendida ilegalmente e a maconha que poderia ser vendida legalmente, através de um controle de qualidade. Ainda, se a saúde do usuário é importante para a saúde pública do país, há que se perceber que mesmo que a legalização da maconha "simplesmente crie dois mercados", a concorrência obrigaria o tráfico a produzir uma maconha mais pura, limpa e saudável do que a atualmente vendida no mercado ilegal. De qualquer perspectiva possível, a legalização da maconha mina o tráfico ilícito e é benéfica para a saúde do usuário, além de gerar empregos e estimular a economia.

Falácia #3: Maconha faz mal à saúde.

Obviamente, o argumento de que a maconha "faz mal à saúde" não pode ser levado em consideração, a não ser que se prove que a maconha faz mal à saúde a ponto de ter a sua proibição justificada. Nesse sentido, todos os paralelos possíveis com substâncias vendidas normalmente no mercado são cabíveis, porque é a partir da proibição ou legalização de outros produtos que se cria a linha imaginária do que é prejudicial e aceitável e do que é prejudicial e inaceitável dentro de uma sociedade. O cigarro é possivelmente o maior produto prejudicial e aceitável que existe no Brasil (levando-se em consideração a disseminação do seu uso), mas recentemente a legislação brasileira tem tentado reduzir o número de fumantes através de pesados impostos e, em alguns estados, da perseguição implacável contra o fumante. Isso leva a crer que o país passa por um processo de pré-banimento ao cigarro, mesmo que não venha a acontecer. Por outro lado, o consumo de bebidas alcoolicas tem sido tão popular quanto sempre foi, apesar de mais de 10% da população brasileira ser alcoolatra, e do alcool ser o causador de 4% das mortes em nível mundial.

Nesse contexto, é perfeitamente cabível comparar maconha com o álcool e o tabaco. Segundo estudo da Beckley Foundation, de Oxford, a maconha é menos prejudicial do que o álcool e o tabaco, e a maioria dos problemas surgidos com o consumo da maconha referem-se mais necessariamente à proibição da droga do que aos malefícios da mesma. Além do mais, a maconha possui um incontável número de benefícios quando utilizada de forma medicinal, como atestado pelo uso medicinal na droga em países como E.U.A. e Canadá. É provado o papel benéfico da maconha como analgésico, no tratamento de pacientes com AIDS e câncer, no tratamento de espasmos musculares decorrentes de esclerose e outras doenças, como broncodilatador, além de outros benefícios provados ou em estudo. Obviamente que os benefícios do uso medicinal da planta servem somente para a legalização da droga para esse uso, não necessariamente para o uso recreativo. Mas é importante constatar o absurdo da proibição, que não somente nega a venda de um produto comprovadamente menos nocivo do que outros encontrados no mercado, como proíbe que o mesmo seja utilizado no tratamento de doenças!

Espero que a minha contribuição possa ajudar na luta contra o preconceito e pela legalização.

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173 comentários
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Sublimação da Arte

O autor, simplesmente, "não teve infância e juventude" (nas ruas).

Anote esta: 80% dos assaltantes à mão armada e que matam a vítima, na reação ou na dúvida, "FUMAM MACONHA, na "concentração". 

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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bendidle

1) De onde você tirou essa estatística?

2) Mesmo que a estatística seja correta (o que eu duvido muito), isso não significa nada além de que a maconha é popular entre criminosos. Não significa que a maconha tenha como efeito o comportamento violento. Muito pelo contrário, a maconha atua no corpo de maneiras bem diferentes, mas usualmente com relaxamento, calma e bem-estar, três coisas que por si só causam o efeito inverso ao de um latrocínio.

 
 
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Mario Siqueira

Complementando: já que o é chute livre, eu diria que 95% dos assaltantes fumam cigarros da Souza Cruz ou da Philip Morris antes do crime. E bebem cerveja antes ou depois da "ação". E daí ?

 
 
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Fabio SP do B

95% dos brasileiros morrem na cama. Vamos banir as camas!!!

 
 
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Sublimação da Arte

A Maconha, dependendo do grau de agressividade natural,  de quem fuma, e conjugado com a capacidade de absorção do organismo,  provoca reações as mais diversas e estrnhas possíveis.

Cerca de 60% de 100 usuários, que conheci com maior aproximação (minha infância e juventude não foram debaixo das saias de minha mãe, como é o caso, hoje, dos "doutores" no assunto) tinham atitudes razoavelmente tranquilas após fumarem. Entretanto, 40% tendiam à agressividade e a atitudes perigosas. Como agravante (no passado - anos 60/70 - quando rolava a heroína) não havia as misturas de hoje (a maior parte era importada - "da boa"), que diminuem o efeito da erva e, por isso, as reações eram as que, de fato, a "erva pura" provoca. Não afirmo o que não constatei ou que, apenas,  ouvi falar.

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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Pedro Germano Leal

É ampla a literatura científica que caracteriza os efeitos da canabis como 'tranquilizante', 'calmante'. Ao contrário do álcool e do tabaco.

Isso posto, em quem acredito?

a) nos cientistas?

b) num sujeito que 'ouviu dizer' e mistura alho com bugalho?

 

Não é porque você é reacionário politicamente que precisa ser cego para a ciência, também. Embora eu acredite, sinceramente, que reacionário é conservador até contra o óbvio ululante.

 
 
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cabrine

Quanta besteira em poucas linhas. Nos anos 60/70 quando rolava heroina... heroina nunca rolou no Brasil, droga cara   dificilma  de encontrar, nunca nos ultimos 50 anos houve uma grande apreenssão  de heroina no Brasil, voçe deve estar confundindo com cocaina  que a partir dos anos 80 se espalhou por todas as camadas da sociedade. Cerca de 60%   de cada 100 usuarios...pombas voçe conheceu muito maconheiro, mais do que eu que fui usuario de de drogas por quase 30 anos, coisa que reconheço hoje apos  mais de 15 anos de abstinencia, fez muito ma l   para minha saude fisica e monetaria.  E como a gente dizia nos anos 60/70: todo bandido fuma maconha mas a imensa maioria dois  que fumam  maconha não e bandido.

 
 
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Ducar

Cabrine, você é o Roberto Cabrine do SBT?

 
 
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Luiz H.

Caixa Preta, moro em Recife e duvido ter mais maconheiro no Brasil que aqui. Nãs cresci debaixo da saia da minha mãe e no mínimo 90% de todas as pessoas que conheco fuma ou já fumou maconha. Desses, pelo menos 70% fumam pra mais de 3 baseados todo dia. Eu NUNCA, repito, NUNCA ví nem conheco alguem que já comentou o que você falou sobre essa mudança de comportamento acima. Tenho quase 30 anos de idade e nunca ví alguem ficar agressivo com maconha.

Um assaltante não fuma maconha para ficar agressivo nem a maconha faz com que ele queira roubar ou matar. Ele simplesmente fuma para relaxar e diminuir o nervosismo.

De maconha, você não entende nada.

 
 
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Valtinho
 

Valtinho

 
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Ele tirou do rabo...

 
 
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Sublimação da Arte
Re: Maconha: As três falácias dos proibicionistas
 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
imagem de Anônimo

relaxe rapaz, tu tira muita coisa do rabo, sim. Impossível não perceber.

Como é que cabia tudo isso lá é a questão. Estará seu rabo em expansão... um universo bizarro?

 
 
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Sublimação da Arte

Tome Nota (e não  se vulgarise perdendo o equilíbrio):

O universo não se expande, uma vez que "o nada não existe" (Stephen Hawking); O Universo sempre esteve onde está (ele é o infinito exterior). O que se expande são as Galáxias em função da força gravitacional mais forte de uma outra e, assim, sucessivamente. 

O equilíbrio é comandado e se dá em função do Infinito Interior de cada astro, em constante e eterna "Queda de Braço". O recente planeta descoberto, e dado como "sem órbita" teve esta conclusão estúpida; ele assim se movimenta (como outros bilhões, iguais a ele) porque os corpos celestes, gigantes, que detém o controle de extraordinárias forças gravitacionais, assim o fazem se movimentar, em conjunto com outras forças gravitacionais (talvez, milhares) de astros de menor tamanho. O SOL ESTÁ ALI, EM FUNÇÃO DISSO. O dia em que um dos desconhecidos astros mais poderosos, que lá o mantém, entrar em colapso, algum movimento dele (e de tudo que em torno dele gira) irá movimentar-se. O que vai acontecer ???????

Capisce ??? 

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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Muito interessante.

Sugere então que o que se expande seriam as tolices em seu rabo... e não seu rabo em si?

E afinal, voltarão as tolices de seu rabo a se concentrar novamente em uma densidade infinita gerando uma novo big bang de lorotas?

Mistérios...

 
 
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diogojfaraujo

É verdade Caixa... Todos sabemos que teu rabo é um chapéu de mágico...

 

ANTIFA!

 
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cabrine

 hi, da a impressão que pelo papo esse pessoal andou fumando um.

 
 
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Pedro Germano Leal

Falando bobagem de novo! rs

1. o conjunto de galáxias etc. é o que podemos chamar de universo, e elas se expandem (no sentindo de se deslocar no espaço);

2. o espaço, portanto, não é a ausência de matéria (matéria negra ou antimateria) em espansão - já que isto é óbvio;

3. logo, nada impede em utilizar a expressão 'o universo em expansão'.

 

Aliás, 'universo' é o conjunto de coisas que existem (e não o conjunto de coisas que não existem!), e que pode perfeitamente se expandir naquilo que não existe.

E o sujeito manda os outros tomarem nota... Isso é que dá ler orelha de livro.

 
 
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80% dos malfeitores fizeram xixi durante o dia... dá o INSS do CP, tá demais!

Maonha já, vou plantar muito no Leblon.. maconha com origem, pura.. sofisticada!

Viva!!!!!

 
 
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Sublimação da Arte

Cuidado: se lhe acharem com cara de mané, vão lhe vender sementes contaminadas.

 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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mas eu tenho cara de mané..... mas é só aparência.

O maior traficante de Volta Redonda sabe .. que eu sou do bem.

 
 
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Alan Souza

Eu não me espanto com os comentários do Caixa Preta. Me espanto é que alguém ainda perca tempo com eles.

Já escrevi isso aqui antes: troll gosta de contenda, pingue-pongue, bate-boca. Rebater os argumentos dele ou abrir discussão é tudo que ele quer, o objetivo do troll é só tumultuar. A cada questionamento sensato a que é submetido responderá com outro argumento insensato ou falacioso, só pra prosseguir criando tumulto.

Tenho notado que nos comentários se perde mais tempo no bate-rebate estéril com os trolls do que na discussão sadia e inteligente, na construção de ideias e na disseminação de informação.

Por isso repito: ignorem os trolls! É a melhor maneira de garantir que eles não voltem mais.

 

Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!

 
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Mario Siqueira

Fonte da informação acima, do anônimo Caixa Preta : chutômetro.

 
 
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Sublimação da Arte

Só sou anõnimo para "manés", que ficam de ti, ti, tis no Clube do Bolinha.  Meus inimigos, que eu cito "DIRETAMENTE", sabem quem eu sou. 

"His testimony is full of holes and isn't worth a shit" !!!

Capisce ???

 

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fabio A.

Quanta besteira caixa...convivo com muitas pessoas que fumam e nenhuma delas fica violenta após um baseado...se fosse assim a Jamaica seria o lugar mais violento do mundo. Violência decorre muito mais da diferença social, falta de educação, oportunidade, etc... do que do uso de drogas, apesar de considerar o álcool um perigoso gatilho para atitudes inconsequentes.

 
 
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P Pereira

Chutômetro não. Deve ter sido do Dataprado.

 
 
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Edson Joanni

Truco!!!

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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Sublimação da Arte
Re: Maconha: As três falácias dos proibicionistas
 

O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.

 
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joselitus_maximus

Por falar em FALÁCIAS...

 

Cum hoc ergo propter hoc (Falsa causa):

correlação não implica causalidade

http://www.str.com.br/Scientia/falacias.htm#26

https://secure.wikimedia.org/wikipedia/pt/wiki/Fal%C3%A1cia

 

 

Direitista SEMPRE se entrega nos detalhes.

 
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Remindo Sauim

Esteas sabendo demais, companheiro. Experiência própria.

 
 

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