Luiza do Canadá e a especulação imobiliária em João Pessoa

Por evandro condé de lima

Nassif, você já deve estar até irritado por eu insistir no assunto, mas senão vejamos: virou um hit a frase "Luíza que está no Canadá" devido a um emprrendimento imobiliário em João Pessoa. Procurei na rede sobre o assunto e não faltaram comentários. Mas interessante notar que nehum, repito, NENHUM sobre a falta total de sentido um prédio de 38 andares em um terreno mínimo-para as dimensões do edifício- em um local que espaço não falta. Em bom português: a especulação imobiliária, vendendo (ou enfiando guela abaixo) para novos ricos e trouxas, valores que não têm o mínimo sentido.

Evidentemente que, regulação urbana, lá também, não é substantivo. E eu me pegunto: Não acredito que há um Ministério das Cidades que não consegue enxergar nada disso. Prá que serve este bendito órgão.

E aproveitando, como nossa presidente, uma gestora tão alardeada, permite que o programa Minha Casa Minha Vida, voltada a trabalhadores de renda mais baixa, admite que as edificações não sejam concebidas para utilizar Energia Solar?

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45 comentários
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Diogo Costa

O que tem que ver o Ministério das Cidades com o Plano Diretor ou com o Código de Posturas do município de João Pessoa, ou com essas diretrizes de qualquer outra cidade do Brasil?

 

Cada município tem sua Lei Orgânica, seus planos e seus códigos...

 

Diogo Costa

 
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Ivan Moraes

"Cada município tem sua Lei Orgânica, seus planos e seus códigos":

E todos eles sao iguaizinhos meus principios:  aa venda pelo melhor preco.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Diogo Costa

O mal da humanidade são as generalizações...

 

Diogo Costa

 
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Francisco Ernesto Guerra

Diogo,

Sequer as pessoas sabem que disciplinar o uso do solo e regular as edificações são atribuições do município e não do estado estadual ou federal, lembrando que a lei federal 6.766/79, impõe regras básicas sobre ocupação do solo, que poderão ter suas exigências ampliadas (e nunca  diminuidas) pelo município.

 
 
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Ivan Moraes

"O mal da humanidade são as generalizações":

Das MILHARES de cidades do Brasil, mostre me SOMENTE UMA que resistiu o lobby imobiliario.

Uminha, vai.  So uma.

Generalizando para o mal da humanidade:  o pobreminha da corrupcao das prefeituras EH MUNDIAL.  Nao eh so de algum brasilzinho.  Antes fosse.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Francisco Ernesto Guerra

Ivan,

Quando estiver no Brasil, visite Maringá, no Paraná.

 
 
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Ivan Moraes

Nao vale, Guerra.  Casas de madeira, pinho, e (pelo menos um unico caso que eu conheco de) aquecimento de agua.  (o marido holandes da minha prima mandou colocar um aquecimento na agua da casa deles (!!!);  ambos ja moram na Holanda ha bem mais de 20 anos mas nao tenho mais info).

Nao da pra comparar arquitetura de madeira -portanto relativamente barata- com o resto da arquitetura brasileiro aa base de cimento e concreto e tijolos, que eh onde o lobby mundial se concentra.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Luiz Antonio Mousinho

Ôpa, Ivan, sua fala é certeira, mas aqui na mesma João Pessoa resistimos desde os anos 60 para que não construam prédios com mais de 4 andares a menos de 500 metros da maré alta (e nossa faixa de areia é pequena). Td bem que o paredão está se formando lá atrás, o que é tristíssimo. Mas nas primeiras quadras pelo menos estamos livres disso. Aliás, o prédio do caso Luíza é de uma área que vem sujando a paisagem de maneira deprimente, pois não víamos prédios à beira-mar. Na beira, as tentativas foram várias, mas derrubadas, com muita passeata, debates nos jornais, associações organizadas e o auxílio luxuoso de uma crônica de Carlos Drummond de Andrade e um longo discurso num show de Gilberto Gil. Abço, 

 
 
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Jonatas Machado

Nem todas, não generalize....

 
 
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José Robson

Acho que o chamado "Estatuto das Cidades" traz algumas regras de observância obrigatória para todos os municípios, pois é uma lei federal que regulamenta dois artigos da Constituição, em especial o art. 182, por disposição expressa deste.

 
 
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Neo-tupi

Assino embaixo. Virou moda todo mundo (menos Luiza, que está no Canadá) culpar Brasília por tudo, desde funcionário que pendura jaleco em posto de saúde munucipal até cocô de cachorro na calçada.

 
 
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evandro condé de lima

Cacete, se é Brasília que decide quqnto de dindin cada município vai receber, por que não pode dizer como , minimamente, deve crescer?

 
 
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Maralina Matoso

Essa doeu.

Ministério das Cidades: Estatuto da Cidade + Plano Diretor (acima de 20 mil hab.) + Lei Orgânica do Município.

Mamãe e Papai e depois, filhinhos.

Só isso que tem a ver.

 
 
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Emilio GF

Mamãe e Papai e depois, filhinhos, menos a Luiza, que está no Canadá!


Re: Luiza do Canadá e a especulação imobiliária em João Pessoa
 
 
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Diogo Costa

Essa doeu para quem confunde alhos com bugalhos...

 

O Estatuto das Cidades é uma lei de 2001 (antes da criação do Ministério das Cidades).

 

As leis orgânicas dos municípios brasileiros estão previstas constitucionalmente desde 1946.

 

A exigência de planos diretores (obrigatório para cidades com mais de 20.000 habitantes) existe há décadas e foi melhor regulamentado pela Constituição de 1988.

 

O Ministério das Cidades foi criado em 2003, depois da existência dessas legislações já mencionadas e a atribuição de elaborar os planos diretores e as leis orgânicas é, constitucionalmente, dos municípios... O Ministério foi criado para elaborar leis e projetos para o desenvolvimento dos municípios, para oferecer-lhes financiamentos e assessoria técnica, mas isso não quer dizer que a questão do plano diretor, da lei orgânica ou do código de posturas de João Pessoa ou de qualquer outro município seja um problema a ser resolvido pelo Ministério das Cidades!

 

Entendeu?

 

Diogo Costa

 
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evandro condé de lima

Cá entre nós, você acredita que TODOS os municípios brasileiros possuem lei orgânica ou profissionais gabaritados para planejar e analisar o crescimento do município? Por coincidência, acabo de conversar com conhecido que reclamou que um bairro novo, onde mora, fizeram as ruas estreitas para a ocupação permitida (prédios e mais prédios - aliás existem bairos de casas atualmente?) e o transito já está uma bosta.

 
 
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jura

Você quer dizer que o ministério das cidades não tem nada a ver com as cidades? então é melhor fechar esse ministério.

Enquanto não houver um ordenamento da ocupação do espaço nacional - basicamente desenvolvimento econômico, migração e emprego - as cidades continuarão inchadas e, o solo urbano, desordenado...

 
 
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Ivan Moraes

"interessante notar que nehum, repito, NENHUM sobre a falta total de sentido um prédio de 38 andares em um terreno mínimo-para as dimensões do edifício":

Adorei a cidade de Lafaiete, estive la por meio dia.  So que no meio da cidade, laaaa embaixo no centro e cercado de montanhas altissimas, estavam fazendo um edificio de mais de 20 andares, igualmente inexplicavel, cara!  Voce tinha que estar la pra ver aquela coisa no meio de uma cidade tao boa e tao agradavel...  (nao voltei la e nao sei o que aconteceu, devem ter terminado de construir aquela coisa mesmo!)

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Artaud

Tá achando um escândalo a especulação imobiliária em João Pessoa? É?

Então precisa conhecer a especulação imobiliária em São Paulo.

Aqui até bairro inteiro a prefeitura está vendendo pros "empreendedores" imobiliários.

 

MAF

 
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Ivan Moraes

"precisa conhecer a especulação imobiliária em São Paulo. Aqui até bairro inteiro a prefeitura está vendendo":

Artaud, juro que nao eh brincadeira, mas que parece, isso parece:  o "prefeito" de BH vendeu uma parte de uma RUA pras imobiliarias.  A poucas dezenas de metros do mais chique shopping center de BH.

Sim, aconteceu.  Em BH.  NAO existe prefeitura mundial que resiste o lobby imobiliario.  Vai ser com lei federal que essa putaria vai parar e nao por bondade do coracao dos mijados coroneloides locais.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Francisco Ernesto Guerra

Evandro,

As casas do programa minha casa minha vida tem como exigência, dentre outras, a obrigatoriedade do  aquecimento solar.

Sobre o porquê de um terreno pequeno ter um prédio com muitas unidades se deve justamente o contrário do que voce argumenta, ou seja para combater a especulação imobiliária.

Cada município tem suas próprias leis de ocupação do solo. Se, determinado município, exige um terreno maior para edificação, significa que o empreendendor terá de adquirir mais terrenos (ou casas para desmanche) para edificar o mesmo prédio, com isso o preço da unidade, é evidente, encarece. Não apenas isso, a mancha urbana desta cidade vai aumentar e as zonas rurais, no entorno da cidade, serão destruidas para serem loteadas para acomodar aqueles que querem ter sua casa própria. Também, considere, que este município terá que estender a rede de água, luz, esgotos, construir escolas, postos de saúde, postos policiais, estender linhas de ônibus. No final das contas o meio ambiente será afetado, o município onerado, o morador irá morar mais longe e gastará mais de seu tempo, combustível, saúde, etc, etc, etc.

Por outro lado, o adensamento populacional, quer dizer a permissão de edificações multifamiliares, permite ao muncípio aproveitar os serviços públicos já existentes, acima descritos como necessários à expansão urbana, custos menores das unidades e satisfação maior dos munícipes. É óbvio que tudo tem  e deve ter limites.

Seu comentário é muito benvindo aos proprietários especuladores das áreas no entorno dos municípios, aos fabricandos de fios elétricos, de postes de transformadores de energia, das usinas de asfalto, dos fabricantes de tubos de esgostos, das empresas de ônibus muncipais, dos empreiterios de obras públicas (construtores de escolas, postos de saúde, etc) e a todos os que se beneficiam da expansão da área urbana.

Arremato, afirmando que voce defende beneficiar a todos acima, menos os cidadãos que querem comprar um imóvel pelo preço justo, que querem morar próximo de áreas já consolidadas e urbanizadas,  e, sobretudo, contra aqueles que defendem o meio ambiente, o fim do desmatamento e o aumento das áreas impermeabilizadas (porque urbanizadas).

 

 

 
 
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evandro condé de lima

cara,eu sei que a urbanização é um caminho sem volta. O problema é o caminho que escolhemos. Experimente caminhar por tua cidade e responda: gosta do que vê? É prazeroso morar e se deslocar por onde caminha? Está limpo? Os carros e as pessoas, principalmente elas, caminharão tranquilamente pelas vias? Estas mesmas vias irão permitir o tráfego dos automóveis- uma vez que transporte de massa passa longe.

Será que precisamos, como vi em um folder, construirmos um apartamento de 47metros quadrados e vendê-lo por 100.000,00 e alardear como se fosse o sonho para uma família e com financiamento da Caixa?

 
 
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Gilberto Custodio

Parabens pelo comentário. É dificil encontrar comentaristas com este nível de lucidez neste blog.

 
 
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Assis Ribeiro

Enquanto isso em Salvador,

Prefeito sanciona Lei de Ordenamento do Uso do Solo (Louos) antes de viajar e provoca Ministério Público; agora na Espanha, João Henrique corre o risco de responder à atitude na Justiça, já que lei estava sendo questionada judicialmente

18 do 01 de 2012 às 10:30

Bahia 247

Antes de viajar para conhecer os metrôs da Espanha, o homem mais poderoso de Salvador não deu bola para o risco de responder a medidas judiciais e sancionou a polêmica Lei de Ordenamento do Uso do Solo (Louos). A lei foi sancionada com as emendas que são alvo de ações impetradas pelo Ministério Público estadual (MP-BA), por promover alterações no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU).

A assinatura do prefeito ocorreu no curto período que permaneceu em Salvador, entre a sexta-feira e esta terça (18), e surpreendeu a todos. Até ontem, o foco estava sobre a briga do Estado com a prefeitura pela anuência que autorizaria a licitação para a construção do metrô da Paralela, que motivou desentendimentos entre o secretário da Casa Civil, João Leão, e o governador Jaques Wagner enquanto o prefeito estava nos Estados Unidos. De acordo com o A Tarde, o Diário Oficial do Municipio, (DOM) apesar de impresso desde as sete da manhã, não foi distribuído.

A Louos foi questionada judicialmente porque o texto aprovado pela Câmara de Vereadores contém emendas que alteram artigos do PDDU, o que é ilegal e teria sido fruto de uma manobra irregular dos vereadores, segundo o Ministério Público. A mudança, segundo o MP, só poderia ser feita no texto do PDDU de maneira direta e mediante a realização de audiências públicas, com aprovação no Conselho da Cidade.

O que as emendas mudam

Entre as emendas aprovadas, está a que reduz os poderes e representatividade do Conselho da Cidade e do Conselho Municipal do Meio Ambiente. O prefeito também sancionou a ampliação do gabarito da orla marítima, permitindo a construção de prédios de até 27 pavimentos (54 metros) e que os edifícios exerçam sombreamento nas praias antes das 10 horas e a partir das 14 horas. A extinção do Parque Ecológico do Vale Encantado, área de reserva de mata atlântica com um milhão de metros quadrados localizada entre a Avenida Paralela e a orla também virou lei.

 

Assis Ribeiro

 
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aliancaliberal

Em um país cheio de favelas que morre centenas de pessoas por deslizamento de terras , prédios  vão abaixo matando os moradores,   criticar viabilidade da construção de um prédio de 38 andares fica meio sem sentido ou melhor não é prioridade.

Se é caro e alguém compra e dai?

"Luíza que está no Canadá" é a futilidade da rede.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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David Campbell

“AliançaLiberal”  continua a emitir opinião sobre tema que não conhece!

Você não aprende mesmo!

 
 
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Ivan Moraes

"criticar viabilidade da construção de um prédio de 38 andares fica meio sem sentido ou melhor não é prioridade":

Verdade, mas o assunto realmente eh a fragilidade das prefeituras e de seu fingidissimo, falseadissimo "interesse" no bem dos locais.  As prefeituras sao fabricas de mentiras quando o assunto eh imoveis pelo simples fato dos prefeitos serem os beneficiarios DIRETOS do lobby de construcao.  Se criticar um predio de 38 andares no meio do nada pelo simples fato de sua surpreendente e inexplicavel existencia nao eh "prioridade", entao quem vai parar a destruicao das prefeituras?

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Durvaldisko

 

Prefeitura Federal, essa  idéia ainda  vai pegar !

 
 
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Gerson

O problema é que o Brasil é um pequeno país; (apenas 8,5 milhões de Km 2) e isso obriga as pessoas viverem umas em cima das outras.

Consequentemente isso impede amar ao próximo como a ti mesmo.

O próximo está muito próximo...

Feliz de quem nasceu e vive no Japão ou na Bélgica.

 

 
 
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rl

Quando se constroi um prédio de 38 andares -38,76, 152 apartamentos , ou mais - a rede urbana de água e esgotos, energia etc.- tem que se expandir para atender a demanda.  Isso quer dizer que os munícipes têm que pagar para que alguns lucrem com a especulação imobiliária. Vc pode discutir o problema em Manhatan ou em regiões com o mesmo problema de restrição de espaço, mas tem que ver as imagens de Paris, Londres, Praga para ver como eles são atrasados.  Ou como lá o suborno de autoridades municipais não está tão adiantado.

 
 

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