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HP a caminho do telhado?Enviado por luisnassif, dom, 21/08/2011 - 08:00
Autor:
Quemel Caros leitores, salve! Matéria publicada na Computerworld do dia 18 de maio de 2011 é a reprise do livro Como as gigantes caem. A publicação mostra como foi a ascensão e declínio da HP devido ao relacionamento arrogante com os clientes, mercado, acionistas, funcionários, revendas, parceiros, etc. De nada adiantou a HP se tornar uma empresa só cialmente responsável ou “green” para sua situação se reverter e, segundo a matéria “[...] a situação da empresa é bem pior do se supunha“. A “marketização da ética” não colou dessa vez! Meu “carinho” com a HP remonta o ano de 2005 quando comprei meu 1º notebook (NX-9020) e vivi meu inferno astral ao solicitar assistência técnica. Pude comprovar que usuários domésticos eram, segundo a empresa, “inviáveis economicamente e difícies de retorno a curto prazo”. O pior foi descobrir que em algumas redações de jornais era vetado a publicação de queixas contra a empresa. Só descobri o motivo quando passei a observar a marca dos computadores instalados para que os jornalistas escrevessem suas reportagens. Em 2008 publiquei minha cartilha “Como comprar um notebook sem ser enganado” coincidindo com o encerramento dos postos de assistência técnica da HP. A partir daquele ano haveria apenas postos de coletas. Um equipamento poderia ficar até 90 dias em São Paulo para manutenção. Como alguns jornais não publicavam queixas contra a HP, esse blog foi inundado por reclamações de usuários, principalmente de notebooks. Digite HP no campo Pesquisar e veja o resultado! Em 2009 houve a explosão na vendas de notebooks. Foram vendidos mais equipamentos que a capacidade do suporte técnico da HP de suportar legal (desculpem-me o trocadilho infâme) os pedidos de socorro. Em Brasilia houve uma reunião entre a HP com uma de suas principais revendedoras no varejo (Quatro letras versus HP) lançando o últimato: ou vocês melhoram a assistência técnica ou paramos de comercializar seus produtos. Basta ver alguns reclamações no PROCON-DF para atestar a veracidade do encontro. Em um dos jornais que trabalhei, todas as vezes que a HP encontrava um comentário desfavorável em meu blog, pedia minha cabeça ao jornal. Quando o departamento comercial analisava o lucro que eu trazia ao jornal, permanecia até o comentário e tentativa seguintes. Por tudo isso, segue uma sugestão: pense duas, três, 70 vezes 7 vezes quando for comprar um equipamento HP, eles são bonitinhos, mas a assistência técnica ao cliente é ordinária. O conselho não é de um especialista em informática, mas de um consomeDOR de bens e serviços de informática e telecomunicações. Bração e boa $orte,
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Comentários + votados
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Quemel
21/08/2011 - 10:52
Caro Mário Latino, salve!
Seu testemunho é igual a tantos outros que NUNCA foram publicados pela imprensa. O motivo: medo de perder contratos de permuta com a HP. Eu banco os computadores da redação...
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Don Pasquale
21/08/2011 - 11:34
Cuidado, termos nerd no texto abaixo. Porém, se verá que eles têm uma função. Você foi avisado.
Para mim, a decadência da HP começou já em 1999, quando a divisão de instrumentação científica foi...
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J.Meirelhes
21/08/2011 - 11:37
William Hewlett e David Packard devem estar, a algum tempo, dando "voltas no túmulo". Os dois conseguiram construir uma empresa que era símbolo de inovação e qualidade. Mas os produtos que produziam...
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André Oliveira
21/08/2011 - 12:08
A HP não existe mais, sobrevive usando a fama residual da marca e do logo, que foram construidos ao longo de toda uma vida de trabalho árduo pelos seus fundadores, esses sim geniais empreendedores,...
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André B.
21/08/2011 - 15:36
Isso aí, a Apple não só lava cérebros como censura e passa impune. E ficou do tamanho que tem vendendo a tecnologia de controle cerebral à CIA.
Você precisa urgentemente de começar a acompanhar a...
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Marco Santo
21/08/2011 - 10:03
MAC é o caminho para acabar com esse tipo de reclamação..............
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rafael tavares
21/08/2011 - 11:35
Já vi esse filme com certeza. Acho que a solução é manter uma variedade de opções e não fazer propaganda gratuita de marca nenhuma. Deixa para a fauna de "fakes" e "trolls" cada vez mais pululante e...
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elder
21/08/2011 - 12:31
esse espaço de uns meses pra cá tem fedido a maçã...
apple e google, duas empresas sem etica que bancam campanhas de difamação contra as adversarias.
eu tenho uma impressora hp e minha unica queixa é...
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pior do que a assistência técnica são os produtos. lamentável já que as impressoras são boas e relativamente com prêços competitivos. notebooks deles nunca mais e nem de graça.
Qualquer equipamento por mais "lindo", ou funcional se n tiver assistência técnica é um filho problema q vc tem.
Mas a HP rivalizando com as d+ marcas se posiciona de uma forma q seus notebooks valem a pena.... valem no sentido de valor.... a algum tempo seria impenssável comprar um HP de uma configuração tipo processador I3, 4GB de RAM, 360HD..... por meros R$ 1.330,00.
Mas marcas como Positivo (Sim), CCE por exemplo s ainda piores..... vc compra é uma dor de cabeça, e p sempre.... um horror.
Se vc quer um notebook de ponta morra em um DELL, Sony Vaio.... esses valem a pena. Aos usuários q precisam de um notebook mas n dipõem de $$ .... HP é uma opção mas vale olhar um Accer até mesmo um Sansung.
Mas não se iludam ta p nascer uma assistência técnica q n te leve ao stress absoluto.
Tive notes Dell, Sony Vaio, HP, Acer e Asus.
O HP (da minha esposa) dava problema direto... Tinha um bug que de vez em quando era preciso retirar a bateria para resetar a Bios.
O Vaio, de uma hora para outra o mausepad deixou de funcionar (funcionava ao contrário), atualize driver, BIOS, etc... È um problema crônico da série, e não tem solução, por ser um note top de linha (série SZ) esperava peças melhores que não dessem problema
Os Dell e Acer nunca deram defeitos sérios em que uma atuaçização não melhorasse, são tranquilos. O único 100% ok é o ASUS, tenho há 7 anos e ainda funciona muito bem, acabamento impecável (vem com maletinha, mouse bluetooth, case em neoprene, etc). Pena que não tenha assistência no Brasil. Para mim, em se tratando de plataforma PC são os melhor custo/benefício.
Outro dia nós falamos da queda de 20% da venda de PCs na Europa.
Dias depois, a HP -- após uma tentativa frustrada de entrar no mercado de tablets -- decide livrar-se do negócio de PCs.
São dois golpes duros naquele que era o carro-chefe do mundo da informática: os PCs comandavam a venda de softwares e equipamentos.
No entanto, ainda há esperança: os países em desenvolvimento, como o Brasil, ainda apresentam muito espaço para venda de PCs -- que, entretanto, dividirão o palco com os recém chegados tablets e smartphones.
Resta ao Brasil investir para que sua população tenha acesso à internet, seja qual for o meio escolhido.
Caro foo, salve!
Em 2002 escrevia para o Correio Braziliense e tive o privilégio de acompanhar o antes, o durante e o depois da fusão HP-Compaq. Fui privilegiado com informações por ser profissional de TI e com ótimos relacionamentos dentro da HP e Compaq.
Um dos motivos da CEO Carly Fiorina ter sido desfenestrada da empresa foi sua decisão de nçao vender a unidade de PCs para a Lenovo.
É isso mesmo! a IBM descobriu e como queria mesmo se livrar da unidade de computadores pessoais (depois do fracasso da linha Aptiva no Brasil), atropelou a HP.
Carly foi responsabilizada pelo ocorrido e não foi perdoada.
Enquanto eles tentavam se organizar (HP-Compaq), a IBM partiu com tudo para cima da HP no setor de servidores. Para piorar a situação, A Dell fez o mesmo vendendo computadores abaixo da tabela, o que quase detonou com a HP.
Estou para publicar em meu blog um post chamado HP subiu no telhado, não com um ponto de interrogação, mas como afirmativa e um sinal de exclamação ao final. Aguardem!
Bração e boa $orte,
Quemel
Compartilho da opinião do Quemel.
Excetuando um scanner da HP que comprei em 2000 e durou quase seis anos, o resto não presta. Impressoras ruins de doer. Tínhamos em casa uma que funcionava quando lhe dava na telha.Na época minha esposa estava terminando sua têse de doutorado e com os prazos acabando, necessitava de uma impressora, digamos, menos "voluntariosa". Comprou outra impressora HP, que nem tinha saido da caixa já não funcionava. Escrevemos pro site da HP, aquela porcaria, e nos falaram que esse tipo de impressora adquirida, já vinha com defeito e que por isso fariam a troca.Só que a troca era feita na hora e praços (bem looongos). Ou seja, um equipamento novinho em folha, comprado exatamente para não dar pepino na hora agá, era o maior problema. Por sorte aquela outra impressora velha e voluntariosa resolveu na hora quebrar o galho. Depois resolvemos comprar impressoras de outras marcas bem menos badaladas e de melhor qualidade. Duas que nunca nos deixaram na mão e nunca apresentam problemas (estamos com elas há 3 anos) são da Samsumg e da Cannon, esta última uma marca excelente.
Na época do doutorado de minha esposa, ela acabou ganhando uma verba para equipamentos ou viagens a congressos. Optou por um laptop da HP. Maldita seja a hora em que tomou essa decisão. Um mês depois a bateria já não carregava. Levamos a peça na loja em que a tínhamos adquirido e descobrimos que a loja não faz consertos, não dá garantias, não troca nada. Tudo é com a HP, que de caso pensado destrata seus clientes. Meses depois de esperar a bendita bateria, decobrimos que o HD estava com problemas, sendo que não tinha sido usado nem um mês! Outra vez fomos submetidos à longa espera que a HP faz questão de impor a seus clientes. Quando o laptop voltou, o mesmo problema com um HD supostamente novo. Não deu, o laptop foi pro lixo. Hj minha esposa anda com um laptop da Asser (não sei se se escreve assim) que nunca deu problemas.
No meu caso quando o scanner pifou (e ele durou bastante) comprei um da Cannon. Menos volumoso, mais leve, visual melhor (não aquele trambolho), eficaz...
Mas é até nos periféricos como os pen-drive que a HP não presta. Nunca vi um pen-drive que dêsse problemas, só os da HP. Os caras da loja só abaixam a cabeça quando me vem passar pela calçada. Sabem que não tem moral comigo. E probablemente com nenhum cliente.
Caro Mário Latino, salve!
Seu testemunho é igual a tantos outros que NUNCA foram publicados pela imprensa. O motivo: medo de perder contratos de permuta com a HP. Eu banco os computadores da redação, mas você não publica reclamações contra a HP. Fechado?
O caso mais sintomático foi os dos scanners HP que após a migração para o Windows XP SP3 perdia o utilitário (TWAIN) que scanerizava textos e imagens. Após muitas chamadas ao suporte técnico (guardo TODAS em meu poder) a HP informava que não seria possível utilizar utilizar o SP3. O recomendado era voltar para o XP SP2.
Isso aconteceu dentro de um tribunal e dezenas de scanners ficaram inutilizados. Para resolver a situação teve que ser adquirido um outro sistema de captura (TWAIN).
Bração e boa $orte,
Quemel
Ah, agora entendi por que não consigo fazer a minha impressora funcionar a partir do meu notebook XP SP3, só do desk que é SP2. Sempre que a uso, preciso passar pelo desk.
“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma”. (Joseph Pulitzer – 1847/1911)
MAC é o caminho para acabar com esse tipo de reclamação..............
Caros leitores, salve!
Eu publiquei alguns links em meu post, mas eles não aparecem. Seguem abaixo os trechos com os respectivos links:
Computerworld - http://computerworld.uol.com.br/negocios/2011/05/18/analistas-questionam...
Como as gigantes caem - http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=1103...
“Como comprar um notebook sem ser enganado” - http://www.quemel.blog.br/2011/05/cartilha-como-comprar-um-notebook-sem-...
(Quatro letras versus HP)- http://www.quemel.blog.br/2010/11/quatro-letras-versus-duas-letras/
Bração e boa $orte,
Quemel
Estou passando por um inferno astral com a HP do Brasil a quase 1 ano. Meu notebook veio com problemas no teclado, agora apresenta problemas na bateria, driver de CD/DVD e o mais assustador é o superaquecimento que o mesmo apresenta, chegando à 110ºC em condições normais agora no inverno.
Minha garantia acabou ontem e estou aguardando contato telefonico da empresa até agora para que possa-se dar uma solução ao meu problema. Estou inclinado à entrar contra a empresa no Pequenas Causas para que possa-se solucionado meu problema, caso eles não reembolsem meu dinheiro. Já me faltei até emprego para tentar resolver essa história!
Cuidado, termos nerd no texto abaixo. Porém, se verá que eles têm uma função. Você foi avisado.
Para mim, a decadência da HP começou já em 1999, quando a divisão de instrumentação científica foi separada da HP e se transformou numa nova companhia, a Agilent Technologies. Naquele momento, entendo que a HP se desfez - intencionalmente - da porção da companhia que estava mais diretamente ligada à pesquisa e desenvolvimento técnico de soluções realmente inovadoras, devido ao contato que seus engenheiros tinham com o que se pode chamar com o "bleeding edge" da ciência. Durante minha graduação, pude trabalhar com instrumentos científicos da HP e realmente estavam entre os melhores (e mais caros) do mercado. Interessantemente, essa separação ocorreu no mesmo ano que Carly Fiorina foi indicada como CEO da HP, quando se observou uma mudança radical na maneira de a HP fazer negócios.
Pessoalmente, fiquei ainda mais abismado quando a HP comprou a Compaq - a qual, por sua vez, havia comprado a Digital Equipment Corporation algum tempo antes. A Compaq fez de tudo para continuar e manter a linha de processadores Alpha - o primeiro processador bem-sucedido de 64 bits e que estava décadas à frente de seu tempo, juntamente com um dos sistemas operacionais mais avançados já projetado e implementado, o OpenVMS. Quando a HP comprou a Compaq, pensei comigo: "é para acabar". Não deu outra. O desenvolvimento do Alpha foi interrompido, e se não fosse a grita dos clientes teria sido quase que imediatamente descontinuado, junto com o OpenVMS. Até hoje, não vejo indícios de incorporação das tecnologias de software e hardware da Digital nos produtos topo de linha da HP. Isso mostra um pouco da personalidade que a empresa adquiriu sob o mandato de Carly Fiorina - mais sobre isso abaixo.
Durante um bom tempo, a companhia se deu bem vendendo impressoras e micros abaixo da média em termos de qualidade. Como havia montes e montes de dinheiro, acabou meio que deixando a pesquisa de lado e continuou entregando produtos "na média". Por volta de 2003, o HP-UX (o sistema operacional dos servidores "high-end" da HP) era um dos únicos UNIXes do mercado que ainda exigia "reboots" para reconfigurar a maior parte de seus parâmetros, e podia-se dizer dele que ele estava meio estagnado - a concorrência (Linux, AIX, Solaris) já havia resolvido esse problema (e alguns outros) algum tempo antes. O software de clusterização da HP era simplesmente medonho; produtos similares da Veritas (e mesmo da IBM) já estavam anos-luz à frente em termos de facilidade de configuração e customização.
Mais ou menos na mesma época, na área de hardware, enquanto Intel, Sun e IBM investiam pesado em seus próprios chips (Pentium, Sparc e POWER) a HP descontinuou sua própria e bem sucedida arquitetura PA-RISC para apostar tudo no Itanic, oops, Itanium, o novo e revolucionário chip de 64 bits da... Intel. Mais um sinal de que não interessava mais à empresa investir em pesquisa: bastava procurar no mercado tecnologias mais baratas, enquanto a empresa se concentrava no seu "papel principal": ganhar muito dinheiro. Ora, se uma empresa de tecnologia não investe em pesquisa de tecnologia, o que será dela no futuro? O fato é que o fiasco do Itanic, oops, Itanium, acabou revertendo em grandes prejuízos para a HP, que não pôde descontinuar a linha PA-RISC como gostaria e, ao mesmo tempo, não queria se livrar da Intel - ou seja, teve que manter três times de desenvolvimento ao invés do time único de desenvolvimento originalmente planejado (hardware PA-RISC, HP-UX PA-RISC e HP-UX Itanium).
Veajm que as histórias que conto aqui dizem respeito aos produtos da empresa que deveriam ser os mais tecnologicamente avançados. Por conseguinte, tudo o que vocês relatam aqui sobre os produtos para o usuário final é mera consequência de decisões como as tomadas acima. A partir do momento que a empresa passou a desprezar o poder da pesquisa científica e tecnológica e resolveu dormir em cima da própria marca, alimentada pelo fluxo contínuo de dinheiro de cartuchos de impressão, seu destino estava selado. Enquanto isso, a IBM já tem tecnologia para manipular átomos individuais e hoje constrói os computadores mais rápidos do mundo comercialmente disponíveis. Tenho muitas reservas em relação à IBM, mas não posso negar que nunca menosprezaram o poder da pesquisa científica. O futuro da HP depende de retomar esse tipo de pensamento - algo que, no momento, creio ser muito difícil de acontecer. Até porque a HP hoje é uma companhia autista, que não sabe olhar para fora de si mesmo e não aceita que outras empresas possam fazer produtos melhores que os que ela mesmo faz.
Já vi esse filme com certeza. Acho que a solução é manter uma variedade de opções e não fazer propaganda gratuita de marca nenhuma. Deixa para a fauna de "fakes" e "trolls" cada vez mais pululante e sem risco de extinção. Haja! Você aposta no Mac agora - a Apple já é a maior empresa americana em valor de mercado - e daqui a pouco começa a arrogância nas relações com os clientes. Depois que "o gato subiu no telhado" não tem marqueteiro que consiga reverter com esses tipos de programas de boas intenções e bondades fajutas para recuperar a imagem da marca. Ninguém acredita.
O caso das empresas brasileiras prestadoras de serviço de telecomunicações é um capítulo a parte! Apesar de que não tenho muita certeza das causas: 1) São os próprios prestadores do serviço que não investem em infraestrutura e não conseguem portanto prestar o serviço conforme os termos do contrato (com a conivência frouxa da Anatel) ou 2) Há uma atuação dos fabricantes de hardware/software que detetam a natureza dos equipamentos e sistemas de cada estação de trabalho e bloqueiam as taxas do tráfego de dados para induzir o usuário a descartar equipamentos e softwares para comprar novos.
William Hewlett e David Packard devem estar, a algum tempo, dando "voltas no túmulo". Os dois conseguiram construir uma empresa que era símbolo de inovação e qualidade. Mas os produtos que produziam até a década de 70, basicamente instrumental eletrônico para testes e medidas, e que criaram a fama da HP, não eram dirigidos ao consumidor individual.
Em meados da década de 60 a HP começou a produzir computadores (HP2166) e calculadoras de mesa, sempre respeitando a qualidade. Mas esses equipamentos não eram de consumo de massa.
Em meados de 1970 a HP começou a produzir calculadoras científicas portáteis (HP35, HP45, HP55 ...) que eram verdadeiras jóias. Foi aí que a HP começou a produzir equipamentos para o consumidor individual, mas continuaram a entregar produtos de alta qualidade.
Na década de 80 passaram a produzir impressoras e scanners, ainda observando a qualidade dos produtos.
Após a morte de William Hewlett, no início do novo século, e da junção com a COMPAQ, entraram de cabeça no mercado de massa, abandonando a mística da qualidade. Resolveram que teriam que ser os líderes na comercialização de computadores pessoais. A HP passou a ser gerida por "financistas", parentes próximos dos "cabeças de planilhas". Deu no que deu!
Realmente J. Meireles! Sempre apreciei a HP como inovadora e produtora de instrumentos fantásticos para a pesquisa. Aí cindiram a companhia em duas e na época eu até entendi pois a HP era muito inovadora na área de calculadoras (tenho uma HP11C há quase vinte anos) e havia inventado a tecnologia do "cuspimento de tinta" para as impressoras. O "imbroglio" da compra da Compac, eu não pude apreciar porque não estava à época informado sobre os negócios na área de PCs. Porém, uma coisa podemos dizer do "beijo do vampiro" do financismo nos EUA: a HP foi uma das muitas vítimas desta maldição que atingiu a economia norte-americana. Sempre soube que sem trabalho físico ninguém faz dinheiro, pode ser até que ganhe o dito cujo, mas em detrimento de quem, ou quantos, ou o que?
Se o capitalismo acaba inevitavelmente em Las Vegas, então sempre será uma maldição!
A HP não existe mais, sobrevive usando a fama residual da marca e do logo, que foram construidos ao longo de toda uma vida de trabalho árduo pelos seus fundadores, esses sim geniais empreendedores, Bill Hewlett e David Packard. A empresa começa a descer a ladeira com a aposentadoria dos fundadores e a transferência do poder para executivos profissionais. Enquanto Hewlett e Packard ainda estavam vivos não deixaram que os CEOs profissionais enterrassem completamente a empresa. Suas mortes porém deram o sinal para os abutres profissionais atacarem como se a HP fosse a carcaça de um animal morto. A partir daí a descida pela ladeira se acelerou. O golpe de misericórdia foi o spin off de todo o negócio de instrumentos de medição e a área de pesquisas mais laboratórios de desenvolvimento com a criação de uma outra empresa, AGILENT. Ficaram sob a marca HP somente a área de informática, impressoras, scanners e, lamentavelmente, as calculadoras. A partir dai a HP se tornou mais uma empresa chinesa. O velhos fundadores devem dar voltas na tumba ao ver o que os CEOs profissionais fizeram do trabalho de suas vidas. Quando a empresa virar pó esses executivos mercenários vão arrumar emprego em outra companhia e nem vão lembrar que a HP um dia existiu.
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Tive que compra 4 impressoras até que a última não desse mais problemas. A primeira não devo ter imprimido 200 páginas. O que odeio das impressoras é o absurdo do preço dos cartuchos de tinta. Já calcularam que vai pra mais de 4.000,00 reais o preço por litro da tinta. Absurdo. Cartuchos de tinta colorido com apenas 10ml custam em torno de 75,00 reais. Se cada cartucho está em torno de 5 reais, isso dá para mais de 7.000,00 por litro de tinta de impressora. Isso é que é mercado cativo.
esse espaço de uns meses pra cá tem fedido a maçã...
apple e google, duas empresas sem etica que bancam campanhas de difamação contra as adversarias.
eu tenho uma impressora hp e minha unica queixa é com relação ao preço abusivo dos cartuchos.
mas parece que a ordem é enterrar a hp, nem que seja viva.
e outra, não é pratica exclusiva da hp censurar os veiculos de comunicação que ela financia, TODAS as empresas fazem isso. a apple vai além, não deixa criticar e ainda obriga a fazer propaganda diaria dos seus produtos, disfarçada de noticia tecnologica.
Isso aí, a Apple não só lava cérebros como censura e passa impune. E ficou do tamanho que tem vendendo a tecnologia de controle cerebral à CIA.
Você precisa urgentemente de começar a acompanhar a imprensa de informática, especialmente a dos EUA, pra saber como a Apple foi e continua sendo tratada. Até mesmo essa história de censura é uma interpretação tendenciosa: ela apaga sim comentários dos fóruns de suporte quando eles nada têm a ver com problemas técnicos e suas soluções. O motivo: isso está nos termos de uso dos fóruns.
A outra coisa que a Apple faz sim é boicotar o povo da Gizmodo, ao negar crachás de imprensa para eles, por motivos óbvios (receptação de ítem roubado), além de parar de vender em suas lojas publicações de uma editora que lançou um livro completamente sem noção sobre o Steve Jobs, que chamava ele veladamente de golpista desde a capa...
A Apple não é essa doçura toda, mas de boba também não tem nada. Isso é capitalismo. Se não gostou, torça pras outras, embora, como já disse antes, quem deveria gostar ou desgostar de empresa é acionista...
Eles criaram os cartuchos pra impressora custando mais do que a própria impressora.
Um litro de tinta para a impressora HP pode custar até R$ 10.000,00 e mesmo assim subiram no telhado.
BEM FEITO
Engraçado, mas minha experiência é oposta. Minha esposa e eu estamos no 5º computador portátil HP, entre nets e notes e não temos reclamações, muito pelo contrário. Só trocamos os dois notebooks iniciais, porque eles só têm 1/2 Gbite de RAM e hoje em dia não dá para ficar só com isso.
Até tenho um net da Dell que não dá problema, mas desisti de comprar qualquer coisa mais da Dell, quando eles pediram um prazo de 15 (QUINZE!) dias úteis para fazer a entrega e faltando dois dias para encerrar o prazo, pediram mais 10 (DEZ!) dias úteis. A coisa só melhorou quando ameacei pedir meu dinheiro de volta no telefone e anular a compra. A atendente pediu um minutinho, fiquei esperando uns três, mas ela voltou dizendo que era um engano e meu computador chegou no prazo.
Confesso que a impressora deu problema e tive de levar na autorizada da HP. Mas eles trocaram, estenderam o prazo da garantia e a nova nunca deu problema, além de ser muito econômica, pois os cartuchos (caros, é verdade) duram uma infinidade de tempo.
É verdade que a assistência técnica deles pode deixar a desejar em alguns pontos. Quando comprei os dois primeiros notebooks nos EUA, a assistência lá não sabia como fazer o teclado acentuar. Consegui a informação no site da Microsoft. Mas praticamente não precisei da assistência técnica para nada mais além disso, como eu disse, pois os micros não dão problema.
Abraços
Posso ser um usuário de sorte também. Desde que comecei a usar impressoras jato de tinta e laser, só uso HP e sem problemas.
Falo de uns 10 anos até hoje. Tenho em casa e diversas no trabalho.
É claro que o preço dos cartuchos é caro e precisava ser melhor analisado, mas neste caso acho que é um problema de todas as marcas.
Notes e PC's eu nunca usei.
Minha irmã comprou um note HP com ruindows Vista. Nunca funcionou que prestasse, era lento de doer. Ela contatou a HP que disse que aquela série estava em recall, ela mandou de volta, um mês depois recebeu o notebook e voltou ainda pior do que tinha ido (a HP garantia que tinha sido trocado mas achamos que não fizeram foi nada).
Ela pôs o caso na justiça. Não lembro quanto tempo demorou (foi bastante) mas acabou que a HP preferiu pagar R$3000 do que trocar o notebook por um que funcionasse. Ela recebeu e comprou um... lenovo, por R$999, que por enquanto está funcionando muito bem.
Também tinhamos uma multifuncional HP1510 em casa, que teimava em imprimir uma pagina de alinhamento do scanner, em preto e azul, sempre que era ligada. O manual diz que bastaria por a pagina e escaniar que a impressora se ajustaria. Ledo engano, bastava desligar e religar e... a tal pagina vinha de novo, gastando tinta (e papel!)
Encostamos essa porcaria e compramos uma epson, cujo cartucho genérico custa R$4 (isso mesmo, enquanto o original custa entre R$20 e R$30, enquanto o da HP custa até R$40!!!). Obviamente toda vez que surge um genérico desse preço a epson tira a impressora de linha e troca tudo, com cartuchos diferentes, até a próxima rodada de desenvolvimento chinês. Então hoje só compro impressora pesquisando primeiro o preço do refil (cartucho genérico ou toner).
Posso atestar que a situação da epson não é muito melhor. Eles também estão no negócio de empurrar tinta na goela do consumidor... mas isso é assunto para outra hora.
No caso de produtos de informática eu ainda não tive oportunidade de conhecer alguma marca cuja rede de assitência técnica/suporte que ganhasse nota acima de 5.
O que se fala aqui da HP poderia ser falado de outras marcas.
Eu tinha um notebook Sony Vaio com processador Core 2 Duo, ou seja compatível com sistema operacional de 64 bits. Mas o notebook veio com Windows Vista 32 bits e 2 GB de memória.
Como precisei de mais memória pra rodar alguns programas coloquei mais 2 GB, mas um sistema de 32 bits só reconhece no máximo 3GB. Para poder acessar os 4GB, fui me certificar no site da Sony se meu notebook era compatível com Windows7 de 64 bits. Dizia que era compatível. Fui no site da Microsoft e confirmei.
Comprei o W7, instalei (claro que tive que fazer backup de tudo para zerar o HD, particionar novamente e etc...). Tive alguns problemas. O suporte da Sony não soube resolver. Diziam que havia uma ordem certa para instalar os drivers, mas mesmo assim só consegui resolver os problemas através de informações obtidas em fóruns de discussão.
Tudo perfeito. Mas comecei a estranhar porque a bateria durava cada vez menos. Quando passou a durar apenas 10 minutos, achei que a bateria tinha defeito e fui pesquisar bateria nova. Não existia mais no site da Sony (notebook com apenas 3 anos de uso). Fui pesquisar na internet e acabei encontrando um monte de gente reclamando de problema de bateria de notebook que surgiu "coincidentemente" após instalarem Windows 7. Encontrei também bateria à venda com a observação de que era incompatível com uso do Windows 7 de 64 bits. Fazia 2 meses que eu havia instalado o maldito W7.
Teve gente que a bateria pegou fogo. Parece problema do software de gerenciamento da recarga da bateria.
O suporte da Sony dizia desconhecer qualquer problema deste tipo e dizia que uma bateria de notebook só dura 2 anos. Portanto, segundo a Sony, eu estava no lucro porque a minha tinha 3 anos. Durante as 2 horas contínuas de conversa por telefone ouvi também outras bobagens. O suporte disse também que não era recomendável instalar um SO de 64 bits num notebook que saiu da fábrica do um SO de 32 bits. Perguntei a razão para o site da empresa informar que o notebook era compatível e fornecer drive específicos se não era "aconselhável". Nesta hora não há resposta. Mas fui ouvi também que tem cliente que compra notebook com um W7 Home Premium e quer colocar um Ultimate (como se fosse um desejo absurdo do usuário) e depois reclama que tem coisa que não funciona... usários querem cada coisa, né?
No final das contas, fui aconselhado a voltar o notebook para um SO de 32 bits. Mas a bateria já era e pra mim, Sony nunca mais.
Enfim, assistência técnica ou suporte técnico do fabricante na área de informática é algo que recomenda-se rezar pra não precisar... se precisar, ferrou.
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