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Hitler e a IgrejaEnviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 07:10Por AlexandreCarvalho Comentário do post "História: a formação do Terceiro Reich" Ao invés de mentiras de protestantes e ateus, eu prefiro o testemunho do cientista judeu mais famoso do mundo: Em um artigo da Time Magazine, do dia 23 de Dezembro de 1940, na página 38, cujo original se encontra online no site da própria revista e pode ser lido aqui: http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,765103,00.html o cientista mais famoso do mundo, Albert Einstein disse: "Somente a Igreja ficou no caminho da campanha de Hitler para anular a verdade. Eu nunca tive nenhum interesse especial na Igreja antes, mas agora eu sinto uma grande afeição e admiração porque a Igreja sozinha teve a coragem e a firmeza para defender a verdade intelectual e a liberdade moral. Sou obrigado, portanto, a confessar que aquilo que antes eu desprezava, eu agora louvo sem reservas."
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Comentários + votados
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Sergio Saraiva
31/01/2012 - 07:23
Não li o post sobre as relações de Hitler e a Igreja Católica, o que me interessou foi a lógica deste comentário.
Protestantes e ateus mentem, judeus, quando elogiam a Igreja Católica, falam a...
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Assis Ribeiro
31/01/2012 - 07:30
O mundo está por redescobrir que o homem precisa da ciência e da religião.
A ciência para lhe dar o conforto material.
A religiião para lhe dar o conforto espiritual, para redirecionar o homem aos...
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Nilson
31/01/2012 - 07:37
Albert Einstein era um grande cientista, mas de religião ele não sabia nada.
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Luiz Lima
31/01/2012 - 08:07
Einstein proferiu estas observações em 1940, quando não se tinha conhecimento da extensão do envolvimento da Igreja com o nazismo, muito menos das atrocidades que ainda se iriam cometer contra os...
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Funny Valentine
31/01/2012 - 08:36
" testemunho do cientista judeu mais famoso do mundo".....
Einstein se imortalizou não (apenas) por ser um grande cientista, mas pelo conjunto da obra, e por ter sido um ser pensante,...
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Garapuvu
31/01/2012 - 08:45
O luiz foi preciso. As palavras de Einstein dadas quando a guerra ainda estava se desenvolvendo não tem a menor relevância histórica.
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Moraes
31/01/2012 - 08:52
Há igrejas e igrejas. Que o santissimo papa e sua gang apoiaram vivamente o nazi-fascismo, isso já é conhecido e documentado. O que nao impede que muitos sacerdotes apoiassem a resistencia ou...
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Mauricio Salles
31/01/2012 - 09:07
O curioso é que li uma declaraçao semelhante do Rabino Alexandre Safran (Romenia) elogiando a atuação do papa católico durante o nazismo. Será que o rabino estaria enganado? Pelos livros que Safran...
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Leonardo Ja.
31/01/2012 - 09:29
É mais do que sabido e provado por A+B que a igreja católica foi um dos grupos que apoiou e sustentou o nazismo. Mas não foi só ela, a igreja protestante também. E até mesmo, no inicio, muitos...
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Mario Blaya
31/01/2012 - 09:32
Acho que se Einsten disse isso no inicio da guerra, quando o massacre de judeus ainda não havia se iniciado, mostra o quanto a Igreja já estava à frente dos lideres mundiais como chamberlain e Stalin...
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José Carlos Lima
31/01/2012 - 09:36
"Não você, Herr Hitler, mas Deus é o meu Führer. Estas palavras de desafio do Pastor Martin Niemoller foram ecoadas por milhões de alemães. E Hitler se enfureceu: "É Niemoller ou I...
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Mario Blaya
31/01/2012 - 09:38
poderia nos provar que o Papa e o clero apoiaram vivamente o nazismo?
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Daniel R. S.
31/01/2012 - 10:02
Luiz, não acho justo chamar quem discorda de você de "branqueador"... ou será que voce se considera um "sujador" por defender ponto de vista contrário?
Agora, se queres uma frase recente, é relevante...
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Assis Ribeiro
31/01/2012 - 10:09
Estamos em um "mundo de ciências" há séculos. Onde está a liberdade?
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Daniel R. S.
31/01/2012 - 10:13
Cabe aqui repetir a retratação do autor do livro "O Papa de Hitler". (Que foi o texto que acendeu a polêmica e é o mais famoso sobre o assunto).O autor disse, em 2004:Hoje, eu argumentaria,...
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Andre Borges Lopes
31/01/2012 - 10:23
Chamberlain, Stalin e a imensa maioria dos políticos norte-americanos, é bom sempre lembrar. Embora com aparente contragosto do presidente Roosevelt, a política norte-americana de não envolvimento na...
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Luiz Lima
31/01/2012 - 10:25
Isso, Blaya. Você tem razão. Um pouquinho mais e Pio XII teria combatido os fascistas sozinho. No máximo, teria pedido a ajuda de Franco, Salazar e Pilsudski.
Como digo sempre em relação aos seus...
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Erick M
31/01/2012 - 10:57
Tá aí um assunto que merece melhor análise histórica.
O envolvimento das igrejas alemãs - não apenas a Católica - é fato comprovado, em especial nos primeiros anos da ascensão do nazismo. Claro que...
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EMILIAMMM
31/01/2012 - 11:05
Qual a fonte desta citação? Espinosa escreveu mesmo isso, com esses termos, aonde?
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Nilson
31/01/2012 - 13:24
Blaya , eu também não entendo nada de religião, aliás ninguém vai para céu apenas sendo religioso. O Alckmin é religioso, e veja a cagada que ele fez no Pinheirinho.
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Não li o post sobre as relações de Hitler e a Igreja Católica, o que me interessou foi a lógica deste comentário.
Protestantes e ateus mentem, judeus, quando elogiam a Igreja Católica, falam a verdade.
Como dizia aquela propaganda de sei lá o que: "aí é fácil".
um judeu ateu! acho que isso ajuda você!
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
Mario Blaya
Einstein NÃO era ateu.
Do mesmo modo que Newton também NÃO era ateu.
Até este momento, os dois maiores Físicos da história.
Mas eles não eram uns babacas que acreditavam num deus violento, um velho barbudo, vingativo, sentado num trono no meio das nuvens ao lado de São Pedro...
ORQUESTRA FILARMÔNICA DE ISRAEL - Em 26 de maio de 1955, a Orquestra Filarmônica de Israel se apresentou no Vaticano para executar a Sétima Sinfonia de Beethoven, expressando a eterna gratidão do Estado de Israel ao papa pela ajuda prestada ao povo judeu durante o Holocausto.
Este exemplo é bastante significativo.
Por razões políticas, a filarmônica israelense nunca tocou música de Richard Wagner por causa de sua célebre reputação de "compositor de Hitler", uma espécie santo padroeiro cultural do Terceiro Reich.
Nos anos 50, centenas de milhares de israelenses eram sobreviventes do Holocausto e viam Wagner como um símbolo do regime nazista.
É inconcebível o governo israelense ter pagado para a orquestra inteira ir a Roma homenagear o "Papa de Hitler". Muito pelo contrário, o concerto sem precedentes da Filarmônica de Israel no Vaticano foi um gesto único de reconhecimento coletivo para com um grande amigo do povo judeu.
Rabino Shear-Yashuv Cohen - O Rabino Shear-Yashuv Cohen chamou sua presença de um sinal de “esperança e uma mensagem de amor”, destacando esforços para melhorar as relações que começaram sob o Papa João XXIII – o sucessor imediato de Pio XII.
O rabino disse que líderes religiosos “não levantaram suas vozes num esforço de salvar os nossos, mas escolheram manter silêncio e ajudar secretamente”.
ROBERT M. W. KEMPNER - Juíz de Instrução do processo de Nuremberg:
"Qualquer ofensa propagandística da Igreja Católica contra o Reich hitleriano teria sido não só um provocatório suicídio, mas também teria acelerado a execução de muitos outros hebreus e padres"
Einstein proferiu estas observações em 1940, quando não se tinha conhecimento da extensão do envolvimento da Igreja com o nazismo, muito menos das atrocidades que ainda se iriam cometer contra os judeus. A Kristallnacht era tida, então, como o pináculo da violência antijudia, e sua ferocidade acabou, graças ao mal-estar interno e aos protestos internacionais que se seguiram, por ensejar um relativo abrandamento da política nazista para os judeus (por pouco tempo, é claro). O papa Pio XII tinha mais ou menos um ano de pontificado à época.
Os branqueadores da biografia de Pacelli não devem desistir: procurem direitinho e ainda vão acabar encontrando um testemunho de Stalin a favor do papa...
O luiz foi preciso. As palavras de Einstein dadas quando a guerra ainda estava se desenvolvendo não tem a menor relevância histórica.
Acho que se Einsten disse isso no inicio da guerra, quando o massacre de judeus ainda não havia se iniciado, mostra o quanto a Igreja já estava à frente dos lideres mundiais como chamberlain e Stalin que ainda tentavam um acerto com Hitler.
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
É verdade, assim como estava 2 mil anos à frente na perseguição aos Judeus e Homossexuais.
Chamberlain, Stalin e a imensa maioria dos políticos norte-americanos, é bom sempre lembrar. Embora com aparente contragosto do presidente Roosevelt, a política norte-americana de não envolvimento na II Guerra resistiu à invasão da Polônia, à da França, à Batalha da Inglaterra e à invasão da URSS. Somente após o ataque a Pearl Harbour, em Dezembro de 1941, os EUA decidiram dar combate efetivo a Hitler e seus aliados.
Convenientemente "esquecida" pelos americanófilos, essa neutralidade norte-americana foi muito parecida (e bem mais duradoura) que o tão criticado pacto Molotov-Ribbentrop de não-agressão. Durante os meses heróicos da Batalha da Inglaterra (julho a outubro de 1940) diversos pilotos norte-americanos foram impedidos pelo governo de seu país de se alistar voluntariamente na RAF. Alguns poucos (menos de duas dezenas) que o fizeram de forma clandestina foram acusados de traição aos EUA e tiveram sua cidadania norte-americana cassada. Os que sobreviveram às batalhas, só foram "anistiados" em 1942, após a declaração de guerra dos EUA aos países do Eixo.
Enquanto isso, inúmeros norte-americanos ilustres – dentre eles o herói nacional Charles Lindbergh e o embaixador na Inglaterra Joseph Kennedy (pai do futuro presidente) – não faziam grande esforço para esconder sua admiração pelo Nazismo. Lançado em Outubro de 1940, o (hoje cultuado) filme satírico "O Grande Ditador" de Charles Chaplin foi na época duramente criticado por inúmeros jornalistas e políticos norte-americanos como uma "ofensa" ao governo alemão e seu chanceler.
Após o final da Guerra, com a descoberta da extensão da barbárie do Nazi-Fascismo, a maior parte dos simpatizantes da Alemanha – seja na Igreja, na França, nos EUA ou aqui no Brasil – fizeram o possível para limpar suas biografias das nódoas do passado. Mas é bom lembrar que isso não impediu muitos padres católicos de ajudar criminosos nazistas a fugir dos julgamentos do pós-guerra, como está fartamente documentado.
André Borges Lopes www.bytestypes.com.br
Charles Lindbergh, o espião alemão?
Isso, Blaya. Você tem razão. Um pouquinho mais e Pio XII teria combatido os fascistas sozinho. No máximo, teria pedido a ajuda de Franco, Salazar e Pilsudski.
Como digo sempre em relação aos seus escritos, melhor ler certas coisas do que ser cego.
ISRAEL ZOLLI - Rabi-chefe de Roma
"Tenho na minha mesa [de trabalho], em Israel, uma pasta intitulada «Calúnias contra Pio XII». Sem ele, muitos dos nossos não estariam vivos"
JORNAL JEWISH CHRONICLE - Em 1942, o jornal Jewish Chronicle, de Londres, observou:
"Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França... Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém."
REFUGIADOS JUDEUS - Em 29 novembro de 1945, Pacelli reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram
"sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista." (até no fantasioso livro "O Papa de Hitler", de John Cornwell documentou isso).
Luiz, não acho justo chamar quem discorda de você de "branqueador"... ou será que voce se considera um "sujador" por defender ponto de vista contrário?
Agora, se queres uma frase recente, é relevante essa declaração do próprio autor do livro "O Papa de Hitler". (Que foi o livro que acendeu a polêmica e é o mais famoso sobre o assunto).
Em 2004, o autor admitiu:
Hoje, eu argumentaria, ante evidências e debates posteriores à publicação de 'O Papa de Hiter', que Pio XII tinha uma margem de ação tão restrita que é impossível julgar os motivos de seu silêncio durante a guerra, quado Roma estava sob os calcanhares de Mussolini e, depois, ocupada pelos alemães...
(http://en.wikipedia.org/wiki/Hitler%27s_Pope)
Puxa vida, tadinho do Pio XII, estava com as mão atadas, né?
Esta tentativa de associar a Igreja ao Nazismo partiu de uma campanha difmatória orquestrada por Stalin, o mais ironico de tudo é que o maior patrocinado de Hitler foi o prórprio Stalin como mostrado no livro IceBreaker de um ex-espiao da KGB.
Para conferir a campanha da Igreja contra o Nazismo é só ler a Enciclica " Com Grande Preocupação" escrita por Pacelli durante o papado de Pio XI.
Também valer a pena mencionar o sacrificio do clero em salvar milhares de judeus do nazismo, inclusive dos jesuitas, ordem que foi perseguida no Nazsimo e em varios momentos da história por iluministas e ateus.
LUIZ - deve ser por isso que existe uma placa em Israel de agradecimento ao Papa Pio XII pela ajuda dada aos judeus. Também inúmeros judeus se manifestaram APÓS A GUERRA agradecendo ao Papa e á Igreja. Seja mais honesto e nao tente deformar a verdadeira história.
Elio Toaff, judeu italiano que viveu o Holocausto e depois se tornou rabino-chefe de Roma, lembra:
"... nós tivemos a oportunidade de conhecer de perto a grande compaixão, bondade e magnanimidade do papa durante os anos infelizes de perseguição e terror, quando parecia que para nós não havia mais saída."
ISAAC HERZOG - O rabino-chefe de Israel, Isaac Herzog, enviou uma mensagem em fevereiro de 1944 dizendo que:
"o povo de Israel nunca esquecera o que Sua Santidade e seus ilustres representantes, inspirados pelos princípios eternos da religião, que são os verdadeiros fundamentos da verdadeira civilização, estão fazendo pelos nossos irmãos e irmãs desafortunados no momento mais trágico da nossa história; o que é uma prova viva da Divina Providência neste mundo"
REFUGIADOS JUDEUS - Em 29 novembro de 1945, Pacelli reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram.
"sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista." (até no fantasioso livro "O Papa de Hitler", de John Cornwell documentou isso).
Foi oportuno o retorno do tema!
Debater sobre a Igreja Católica Apostólica Romana dá muito pano para manga!
Antes de tudo, cabe comentar que minha família é quase toda Católica...
Atuação da igreja, recentemente, aqui no Brasil é um pouco diferente da Europa de outrora...
Aqui tivemos Dom Helder, Paulo Evaristo Arns, Leonardo Boff e tantos outros padres dessa igreja que contribuíram com a nossa nação...
A igreja também teve sua contradição no Brasil..., ora apoiou o golpe militar, ora fora provedora da sustentação dos combatentes de esquerda contra o regime que ela mesma ajudou a implantar...
É aquela velha estória de bate e assopra...
Afinal que igreja é essa que ora se revela como São Francisco de Assis(Giovanni di Pietro di Bernardone), a pregar amor aos peixes em vês de pescá-lo, ora patrocina, indiretamente, o Nazismo, de maneira que me remete à história da Irma Griese(http://pt.wikipedia.org/wiki/Irma_Grese) que num campo de concentração nazista amarrava as pernas das prisioneiras grávidas, para que morressem nas dores horrendas de um parto impossível?
Quando se fala de Igreja católica, penso que temos que ter em mente a sua cronologia, isto é, acompanhar a linha do tempo de sua história..., mas, não cabe fazê-lo aqui...
Disseram que meu comentário, anterior, foi difamatório.
Well, eu tenho um problema de ser sincero e de ir direto ao ponto...
Uma situação é a igreja, a outra, é a Cúria Romana...
Essa dicotomia faz surgi duas entidades em uma só...
A cúria romana é o braço do império romano dentro da igreja...
Enganam-se aqueles que dizem que o Império Romano acabou..., ele está aí imperando, camuflado, em nossa sociedade organizada pelo sistema capitalista...
Toda posição fascista (autoritarismo) tem origem no ideário Romano...
Já o Nazismo teve sua peculiaridade na Alemanha, sobretudo, nas idéias de Rosenberg...
Os valores do império Romano estão enraizados no movimento de direita de todo o Planeta...
O império Romano opera a Igreja Católica Apostólica Romana para conquistar os seus objetivos (por exemplo: As regras para executar a escravidão dos homens e mulheres oriundos da África foram confeccionadas no Vaticano, na época do papado de Papa Nicolau V http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Nicolau_V.......
Isto sim é difamatório....
O caminho do mistério aponta para dentro!
JUDEUS ITALIANOS - Pode-se perguntar se existe algo pior do que o assassinato em massa de seis milhões de judeus. A resposta é o massacre de centenas de milhares a mais. E foi para salvar estes que o Vaticano trabalhou. O destino dos judeus italianos se tornou o ponto principal dos críticos do papa. O fracasso do catolicismo em evitar a tragédia em sua própria casa, demonstraria a hipocrisia papal de querer ter autoridade moral hoje. Observe-se o título do livro de Zuccotti: Bem debaixo de sua janela(13).
Mas o fato é que, enquanto 80 por cento dos judeus europeus pereceram durante a Segunda Guerra, 80 por cento dos judeus italianos foram salvos. Nos meses em que Roma esteve sob ocupação alemã, Pio XII instruiu o clero italiano a salvar vidas por todos os meios. (Há ainda uma fonte que esquecemos de mencionar, as memórias do monsenhor J. Patrick Carroll-Abbing But for the Grace of God, que trabalhou sob ordens do papa para salvar pessoas.)
'
No início de outubro de 1943, o papa pediu às igrejas e conventos espalhados pela Itália para abrigarem os judeus. Apesar de Mussolini e dos fascistas cederem às exigências de deportação vindas de Hitler, muitos católicos italianos desafiaram as ordens germânicas.
Em Roma, 155 conventos e mosteiros abrigaram cerca de cinco mil judeus.
Pelo menos três mil se refugiaram na residência papal de verão de Castel Gandolfo.
Sessenta judeus viveram por nove meses na Universidade Gregoriana, e muitos foram escondidos na dispensa do Pontifício Instituto Bíblico.
Centenas se refugiaram no Vaticano mesmo.
Seguindo as instruções do papa, sacerdotes, monges, freiras, cardeais e bispos italianos salvaram milhares de vidas.
O cardeal Boetto, de Gênova, salvou pelo menos oitocentos.
O bispo de Assis escondeu trezentos judeus por mais de dois anos.
O bispo de Campagna e dois parentes seus salvaram 961 no Fiume.
O cardeal Pietro Palazzini, então vice-reitor do Seminário Romano, escondeu Michael Tagliacozzo e outros judeus italianos no seminário (propriedade do Vaticano) por muitos meses em 1943 e 1944.
Em 1985, o Yad Vashem (memorial do Holocausto em Israel) homenageou o cardeal como justo entre as nações. Acolhendo a homenagem, Palazzini disse que
"o mérito é todo de Pio XII, que nos mandou fazer todo o possível para salvar os judeus da perseguição".
Muito leigos ajudaram igualmente e sempre atribuíram a idéia ao papa.
O mundo está por redescobrir que o homem precisa da ciência e da religião.
A ciência para lhe dar o conforto material.
A religiião para lhe dar o conforto espiritual, para redirecionar o homem aos valores perdidos de solidariedade e respeito à natureza e aos seus semelhantes.
Mas, sera uma religião de um deus diferente do atual e próximo ao original, como Espinosa concebia:
“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.
Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que você mesmo construiu e que acredita ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro!
Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais dizer a mim como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão, não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por ser como tu és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja tua guia.
Amado meu, esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre, não há prêmios nem castigos, não há pecados nem virtudes, ninguém leva um placar, ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para criar na tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se há, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não, Eu vou te perguntar, Você gostou?... Divertiu-se? O que foi o que você mais gostou? O que você aprendeu?
Pára de crer em mim, crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que você acredite em mim, quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me, Que tipo de Deus ególatra você acredita que Eu sou?
Me aborrece que me louvem, me cansa que me agradeçam. Você se sente grato? Demonstrá-lo cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que você está aqui, estás vivo, e este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações?
Não me procures fora, não me acharás. Procura-me dentro... aí estou, batendo em ti.
Espinosa.
http://assisprocura.blogspot.com/2011/12/se-deus-tivesse-falado.html
Assis Ribeiro
Há controvérsias:
Não sei se o homem precisa tanto da Ciência para viver. Talvez a Ciência seja apenas decorrência de uma necessidade psicológica de conhecer-se.
Já da religião, o homem à medida que adquire (cons)-Ciência, pode prescindir dela totalmente.
Não estou dizendo que o homem não precisa de alguma espiritualidade (o espírito nada tem a ver com alma ou com imortalide ou com religiosidades) e as religiões, desde que o homem se organizou em comunidades só serviu para uns espertos dominarem os demais através de superstições.
Essa é a minha crença mas não faço dela bandeira para convencer ninguém.
Precisar é um conceito vazio. Precisar não precisa de nenhuma das duas, nenhum outro animal tem uma ou outra e tão todos aí, vivendo. O ser humano precisa da Ciência e do Conhecimento para ter conforto material e liberdade intelectual. E da religião para perder essa liberdade (o que, para alguns, implica em ter mais conforto).
Estamos em um "mundo de ciências" há séculos. Onde está a liberdade?
Assis Ribeiro
Bom, eu me sinto um livre pensador.
De resto, precisar não é a mesma coisa que "implicar". O conhecimento do mundo natural é imprescindível para a liberdade intelectual, mas não implica nela. Muito menos o conhecimento de uns implica na liberdade dos outros, isso muito menos.
Cara. Até que enfim apareceu alguém que pode contestar o livro "Onde a religião termina?" de autoria Marcelo da Luz, ex frade franciscano. Dê uma luz pra nóis? Conteste-o. Ele diz que o homem não precisa de religião e que ela nunca foi "universalista", muito pelo contrário.
Qual a fonte desta citação? Espinosa escreveu mesmo isso, com esses termos, aonde?
Albert Einstein era um grande cientista, mas de religião ele não sabia nada.
Nilson Fernandes
talvez você pudesse ensina-lo! pena que ele não te conheceu!
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
Blaya , eu também não entendo nada de religião, aliás ninguém vai para céu apenas sendo religioso. O Alckmin é religioso, e veja a cagada que ele fez no Pinheirinho.
Nilson Fernandes
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