Fora de Pauta

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Marco St.

O que já está ruim, pode ainda piorar? Pode.

 

Sonia RacyInterrogatório

27 de janeiro de 2012 | 23h03

Direto da fonte

Ao fazer o recadastramento anual (obrigatório pelo governo do Estado de SP), conhecida funcionária pública se assustou. Na página dos dados pessoais, além de nome, endereço, estado civil etc., duas perguntas chamam a atenção:

Orientação sexual. Opções: heterossexual, homossexual, bissexual (nesta ordem).

Identidade de gênero. Opções: homem, mulher, travesti, transexual (nesta ordem).

Poderiam terminar perguntando de que tipo de beijo ela mais gosta: na mão, na bochecha, selinho ou de língua. Nesta ordem.

 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
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Luis Felipe

Nassif,

Olha só que cousa: estudo acadêmico encontra co-relação positiva entre inteligência baixa e racismo, homofobia, preconceito e conservadorismo. Da série "eu já sabia!":

http://www.livescience.com/18132-intelligence-social-conservatism-racism...

 
 
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Marco St.

Imagens eeessspeetaculares em HD da nova série Earthflight (2012) da BBC. De tirar o fôlego!

 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
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politicsbuz

Nassif e colegas,
A UNIÃO FAZ A FORÇA... POPULAÇÃO UNIDA, JAMAIS SERÁ VENCIDA!!!!!!!!
(valeu ou não valeu a nossa "grita"?)

TAÍ O RESULTADO DA MOBILIZAÇÃO E PRESSÃO POPULAR Q EU TANTO CONCLAMO PARA DEIXARMOS DE SER OS BANANAS DO BANANAL:
.

>>>>> Diretor deixa CDHU após crítica de Alckmin <<<<<

27/01/2012 - 21h46 | do UOL Notícias

São Paulo - A Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU) informou que o diretor regional Milton de Souza Leite pediu demissão hoje após ser criticado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), que o classificou como "preconceituoso".

Segundo reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo, o diretor relacionou as falhas estruturais constatadas em 16 casas entregues pela companhia em Ribeirão Preto, no interior, à falta de educação dos moradores, que moravam em favelas antes da mudança. Ele teria dito que não se consegue mudar a educação das pessoas mudando só seu endereço.

A CDHU afirmou que as declarações de Leite não refletem a posição e o pensamento da empresa e pediu desculpas às famílias. O governo assegurou que adotará todas as medidas cabíveis para solucionar os problemas no conjunto.

> =============================================================
fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/01/27/diretor-deixa-cdhu-apos...
.

p.s.: fiquei tão triste com saída de uma personalidade administrativa e humana desse quilate do governo estadual...
nem sei como externar minha tristeza...

YES!!! YES!!! YES!!!

(rsrs)

 
 
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maria rodrigues

 


Gentem, eu sempre uso o Yahoo pra remessa de email. Acontece que nesta noite não consgui acessar a página. Será que alguém poderia me informar o que está acontecendo? Agradeco atencipadamente.

 
 
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Ivan Moraes

(Pode ser breakdown temporario, Maria.  Ta normal daqui.)

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Sanzio

Tentem fazer, é fácil....

http://vkontakte.ru/video_ext.php?oid=17289985&id=159542625&hash=7972d49...

 
 
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Sanzio

Importadores de carros atacam 'lucros exorbitantes' das montadoras nacionais

A Abeiva, entidade que reúne as marcas de veículos que operam no Brasil, mas não possuem fábrica local, pegou carona em artigo do jornalista Pedro Kutney, divulgado em UOL Carros nesta sexta-feira (27), e criticou em nota oficial o que chama de "novas barreiras alfandegárias", como o aumento "abusivo" de 30 pontos percentuais da alíquota de IPI para os carros importados, em vigor até o último dia deste ano.

O texto de Kutney, originalmente publicado no site Automotive Business, relata que as montadoras instaladas no país enviaram para o exterior US$ 5,58 bilhões em lucros auferidos por aqui em 2011. Foi o setor da indústria que mais remeteu valores para as matrizes no ano passado.

/> Para José Luiz Gandini, presidente da Abeiva e da Kia, e que chama as sócias da Anfavea de "montadoras multinacionais instaladas no Brasil", tais números mostram que as medidas do governo federal são exageradas. "Quem vive fase de necessidade de proteção governamental não envia lucros exorbitantes às suas matrizes", diz Gandini, referindo-se às rivais da associação das fabricantes -- que, por terem uma ou mais fábricas no Brasil, estão dispensadas do IPI mais alto.

Os maiores sócios da Abeiva são Kia, JAC, Chery, BMW, Effa, Hafei, Land Rover, Suzuki e Audi. Da Anfavea, são Fiat, Volkswagen, General Motors, Ford, Hyundai, Toyota, Peugeot, Citroën e Renault.

COTA DE IMPORTADOS
Na nota emitida nesta sexta pela Abeiva, Gandini reitera o pedido -- já formalizado aos ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e de Ciência e Tecnologia -- de "bom senso" para rever o Decreto 7.567, que reajustou o IPI. Nas contas de Gandini, a alta de 30 pontos porcentuais resultou em 428% de aumento no IPI para importados com motor de 1 litro, de 7% para 37%. Não admira a citação específica: o candidato da Kia a carro de volume é o Picanto, que tem motor 1.0 e "nasceu morto" na nova geração, de 2011 -- que ficou cara demais.

A proposta da Abeiva aos ministérios é de instituir um controle numérico das importações, que iriam até o limite de 200 mil unidades por ano, com IPI igual ao dos carros montados localmente. "Esse volume significa apenas 5,6%  do mercado brasileiro, levando em consideração a projeção inicial de 3,52 milhões de unidades em 2012", lembra a nota -- que não perde a oportunidade de sublinhar os 35 mil postos de trabalho nas 920 concessionárias que as importadoras possuem no Brasil.

A cifra de 200 mil carros liberados não é ocasional. Em 2011, o total de veículos importados pela Abeiva foi de 199.366 unidades, ou 5,82% do mercado nacional. Os importados pela Anfavea, que vêm do Mercosul e do México sem impostos extras, foram 651.047, ou 19% do mercado.

A TESE DO "SEGURA-PREÇO"
Outra vantagem de afrouxar as rédeas dos importados, segundo a Abeiva, seria a regulação dos preços no mercado automotivo -- um argumento muito utilizado por Sérgio Habib, presidente da chinesa JAC, que costuma dizer que os importados não incomodam os "nacionais" pelo volume de vendas, e sim pelo poder de balizar os preços (para baixo, é claro).

Até a publicação desta reportagem o artigo de Kutney republicado pelo UOL seguia repercutindo, com mais de 630 comentários. Nas redes sociais, jornalistas especializados debatem o tema, apoiando ou criticando a argumentação. Eis aí outra discussão que promete.

 
 
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Andre Araujo

OS CREA E AS REFORMAS DE PREDIOS - A tragedia do Edificio Liberdade no Rio já configura  uma situação comum nas gandes cidades brasileiras : as reformas de predios antigos para moderniza-los e valoriza-los. Parece impensavel que reformas em varios andares de um predio grande no Centro do Rio de Janeiro possam ser tentadas sem um licenciamento da Prefeitura e sem um estudo previo e uma planta de um engenheiro. Parece impossivel mas é real, aconteceu, causou mortes e casos semelhantes devem estar ocorrendo pelo Brasil afora. A logica economica é que uma reforma com projeto custa mais caro que uma reforma sem projeto. A cutlura burocratica municipal pelo Brasil é dificultar e testar a paciencia dauqles que procurarm a autorização legal que para encurtar tempo e economizar atravpes da solução caseira, sem engenheiro e sem planta. No caso do Edificio Liberdade não foi apenas a reforma que estava em curso a aparente causadora da tragedia.

ateral do prédio que alem de parede era tambem a sustentação do predio, ele se alicerçava nas paredes laterais, foram abertas sabe-se lá no espaço de quanto tempo, DEZENAS de janelas de todos os formatos e tamanhos, cada tijolo retirado diminuiia a sustentação do edificio, as ultimas fotos dessa lateral mostram uma peneira cheia de furos.

Como foi possivel essas janelas e buracos serem abertos sem que o sindico do edificio percebesse o risco, sem que os ocupantes do predio não se dessem conta desse perigo, sem que algum fiscal da Prefeitura percebesse, sem o CREA por acaso visualizar? A lateral estava visivel da rua e de outros predios. Ninguem se coçou, nem no predio, nem fora dele, nem seus ocupantes nem os vizinhos que tambem foram destruidos pela tragedia.

A razão: No Brasil não há a cultura da denuncia, da consciencia do direito coletivo se sobrepondo ao direito individual, da necessidade de todos obdederem as leis em beneficio do conjunto da coletividade.

Nenhum condomino tem o direito de fazer em um edificio QUALQUER intervenção que coloque em risco os outros condominos ou os prejudique. Essa consciencia não faz parte da cultura nacional.

Na Suissa dois vizinhos amigos e que se cumprimentam. Um deles dá uma festinha e o barulho passa da hora permitida e incomoda o vizinho e amigo. Este não hesita. Chama a policia. Nem telefona para o vizinho. Chama a policia sem pestanejar. É uma cultura.

No Brasil há uma grande hesitação em denunciar o vizinho, mesmo que eesse coloque em risco a sua familia. No caso do Edificio Liberdade havia dezenas de futuras potenciais vitimas dos furos na parede lateral do edifcio, no proprio predio e nos vizinhos. Ao que se saiba ninguem denunciou.

Fica uma sugestão: os Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura, vastos cartorios caros e inuteis, maquinas buriocraticas cuja maior preocupação é a a rrecadação de anuidades, deveriam abrir um DISQUE DENUNCIA para quem perceber uma obra ilegal denunciar sem se identificar. Os CREA tem dinheiro para mandar um fiscal que deve verificar se a obra tem engenheiro responsavel. Se não tem, abrir procedimento e comunicar à Prefetura, depois acompanhando o que a Prefeitura vai fazer, se esta só mandar um fiscal esse vai ser comprado e o CREA só vao ajudar a comilança dele. O CREA deve abrir procedimento, comunicar a Prefeitura e ACOMPANHAR o caso. Fazendo isso estão fazendo valer suas prerrogativas, estão aumentando o trabalho de seus filiados, estão prestando um serviço à sociedade, os CREAS, assim como todos os conselhos profissionais, são organismos de direito publico, arrecadam contribuições parafiscais, tem origem em leis de ordem publica.

Se não fizerem isso, não vai adiantar nada o espetaculo mediatico de hoje, daqui a um mês ninguem se lembra mais e um outro predio irá desabar daqui há pouco tempo.

A proposito, alguem viu um SERIO protesto do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio de Janeiro sobre esse caso dos tres edificios que desabaram, um fato DENTRO da area de atuação do CREA? E o tradicional CLUBE DE ENGENHARIA? E o não menos tradicional INSTITUTO DE ENGENHARIA?

Ninguem se mexe no caso, é só a GLOBONEWS? O caso saiu no mundo inteiro, o que tem a dizer os engenheiros cariocas?  Estamos aguardando ansiosamente.

 
 
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karlos

 


André o foco não é o CREA. O foco é a responsabilidade individual, os nomes dos que fizeram a besteira, agora sim o CREA tem que agir. É uma impossibilidade um órgão qualquer prevenir as besteiras individuais, a grande prevenção chama-se responsabilidade individual, o preço da liberdade é a responsabilidade e não uma entidade de classe. A partir do momento que isso for entendido o numero de crimes e tragédias diminuirão bastante e muitas vidas serão salvas, achar que uma entidade qualquer pode substituir a liberdade e a responsabilidade individual é colaborar com o sonho coletivista onde o estado e suas organizações serão capazes de nos proteger. E não usar esta tragédia para aumentar ainda mais o numero de normas e regras,que terão justamente o efeito contrario ou seja mais inaptos e irresponsáveis atuando,pois os honestos e responsáveis cada vez mais se afastarão.


PS: honestidade, competência, responsabilidade tem um preço

br />

 


 

 
 
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joão33

karlos , belo comentário consegui dizer o que penso , palavra por palavra , gostaria de escrever assim.

 
 
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Prometeu

Bravo Nassif,

Hoje estamos completando oito anos de impunidade para os assassinos de três auditores e um motorista do Ministério do Trabalho, no episódio que ficou conhecido como Chacina de Unaí.

O dia 28 de janeiro, através de lei, passou a ser o dia nacional do auditor fiscal do trabalho, categoria da qual orgulhosamente faço parte.

O atentado contra os colegas foi o maior já cometido contra agentes do Estado em toda a história do país. Trago abaixo texto do frei Gilvander Moreira, da Pastoral da Terra. Também recomendo os vídeos da recente entrevista com Carlos Calazans, delegado regional do trabalho em MG, na época do massacre, dando vários detalhes sobre o crime e as provas robustas contra os réus.

Solicito divulgação para ajudar a forçar o nosso glorioso Judiciário a finalmente submeter os acusados a júri popular.

http://www.gilvander.org.br/artigos/155-massacre-de-fiscais-em-unai-oito-anos-de-clamor-por-justica

Massacre de fiscais em Unaí: oito anos de clamor por justiça!

Gilvander Moreira

 

Ouço o sangue do teu irmão, da terra, que clama por mim!”, exclama o Deus da vida. (Gênesis 4,10)

 

Era dia 28 de janeiro de 2004, 8h20’ da manhã. Em uma emboscada, cinco jagunços dispararam rajadas de tiros em quatro fiscais da Delegacia Regional do Ministério do Trabalho, perto da Fazendo Bocaina, município de Unaí, Noroeste de Minas Gerais. Passaram-se 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 anos. Justiça? Cadê? Dia 28 de janeiro próximo completa oito anos desse bárbaro massacre. Quatro indiciados como mandantes estão soltos. São Antero Mânica (prefeito de Unaí, pelo PSDB), Norberto Mânica (“rei do feijão” (?)), Hugo Pimenta e José Alberto Costa, que contratou os executores. Estão presos quatro dos acusados: Francisco Pinheiro, Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan da Rocha Rios e William Gomes de Miranda. Humberto Ribeiro dos Santos, acusado de haver sido o encarregado de apagar as provas do crime, foi libertado.

Antes do tempo, na maior chacina contra agentes do Estado Brasileiro, foram ceifadas as vidas de Erastótenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva (Auditores Fiscais do Trabalho) e  Ailton Pereira de Oliveira (motorista oficial). Por quê? Como servidores éticos, estavam cumprindo seu dever: fiscalizando fazendas no município de Unaí. Multaram vários fazendeiros. A família Mânica, por exemplo, foi multada em mais de 3 milhões de reais. Após uma infinidade de recursos, pagaram apenas 300 mil reais. As multas foram por terem encontrado trabalhadores em situações análogas a escravidão, sobrevivendo em condições precárias e se envenenando com a aplicação exagerada de agrotóxicos na monocultura do feijão. Por isso, os fiscais foram ameaçados de morte. O fiscal Nelson chegou a fazer um relatório alertando sobre as ameaças de morte que vinha sofrendo. E, tragicamente, não ficaram só nas ameaças, aconteceu um massacre.

Quem matou em quem mandou matar? Em um arrojado processo de investigação das Polícias Federal e Civil, um grande elenco de provas robustas consta do processo, tais como: a) confissão dos jagunços que estão presos; b) pagamento de 45 mil reais em depósito bancário; c) automóvel da mulher de Antero Mânica usado pelos jagunços; d) nomes e identidades dos jagunços no livro do hotel, em Unaí, onde estavam hospedados os fiscais, comprovando que lá dormiram também os jagunços; e) depoimento do Ailton, motorista dos fiscais, que, após recobrar a consciência, após o massacre ainda encontrou forças para dirigir a camionete até a estrada asfaltada, mas morreu sendo levado para socorro em Brasília; f) uma série de telefonemas entre os jagunços e mandantes, antes e depois da chacina; g) um automóvel encontrado jogado dentro do Lago Paranoá, em Brasília; h) relógio do Erastótenes encontrado dentro de uma fossa, na cidade de Formosa, GO, conforme confissão dos assassinos; etc.

Os fiscais estavam ali para defender os direitos de trabalhadores do campo explorados por grandes grupos empresariais e submetidos a condições indignas de trabalho. São mártires da ganância dos poderosos e da luta contra o trabalho escravo. Dia 28 de janeiro se tornou Dia de combate ao trabalho escravo.

No 3º aniversário do massacre, dia 28/01/2007, no local onde o sangue dos fiscais foi derramado na terra mãe, Dom Tomás Balduíno, ex-presidente e atual Conselheiro da Comissão Pastoral da Terra, denunciava: “Este covarde massacre dos 4 fiscais não pode ficar impune. Cadê a justiça? Massacre como este não é exceção. Tem sido a regra. Cinco jagunços estão presos e quatro supostos mandantes continuam soltos. O inquérito já foi feito. Há 09 indiciados. A impunidade nestes casos alimenta a espiral de violência. Exigimos o julgamento já, sem mais demora. Chega de enrolação! Que se julgue e puna não apenas os jagunços, mas também os mandantes. Os fiscais foram vítimas da luta contra o Trabalho Escravo. A Comissão Pastoral da Terra diz que há mais de 25 mil pessoas ainda submetidas a situação análoga à escravidão no Brasil. Os fiscais foram vítimas do agronegócio, das monoculturas da soja, do feijão, da cana-de-açúcar, do eucalipto. Exigimos justiça já, em nome do Deus da vida.”

Marinês, viúva do fiscal Erastótenes, com a voz embargada, em meio a lágrimas, clama por justiça: “Ao saber que meu amado marido Erastótenes tinha sido assassinado junto com João Batista, Nelson e Ailton, uma espada de dor transpassou meu coração e continua transpassando, porque a justiça ainda não foi feita. A dor e a angústia continuam muito grande diante da impunidade. Pelo amor de Deus, julguem logo os assassinos, jagunços e mandantes. Os fiscais foram assassinados durante seu trabalho, por trabalharem bem, por serem honestos, por não se corromperem e por cumprirem o seu dever. Exigimos justiça! Que mais este massacre não fique na impunidade.”

No final de 2011 o julgamento foi desmembrado. Dizem que primeiro serão julgados os jagunços e depois – não se sabe quando – os indiciados como mandantes. Separar os jagunços dos mandantes pode ser uma manobra que dificultará mais ainda a condenação dos mandantes.

Enquanto reina a injustiça, a impunidade, o município de Unaí se transformou em campeão na produção de feijão, no uso de agrotóxico e no número de pessoas com câncer. Relatório do deputado Padre João (PT) demonstra que o número de pessoas com câncer, em Unaí, é cinco vezes maior do que a média mundial. A cada ano, 1260 pessoas contraem câncer na cidade. Aliás, um hospital do câncer já está sendo construído na cidade, pois ficará menos oneroso do que levar toda semana vários ônibus lotados de pessoas para se tratarem de câncer no estado de São Paulo. As águas e a alimentação estão contaminadas pelo uso indiscriminado de agrotóxico. A fama que espalhou pela região é que o feijão de Unaí está envenenado, pois do plantio até a colheita aplicam até 15 vezes fungicida, inseticida e herbicida, muitos desses venenos já são proibidos na Europa e EUA. Confiram o Filme-documentário “O veneno está na mesa”, de Sílvio Tendler.

A impunidade alimenta também o agravamento do trabalho escravo no país. No final de setembro de 2010, uma Operação coordenada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE/MG) libertou 131 pessoas escravizadas em lavouras de feijão na Fazenda São Miguel e na Fazenda Gado Bravo, localizadas respectivamente em Unaí (MG) e Buriti (MG). Nenhum dos libertados tinha a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) assinada. A jornada da capina e colheita do feijão começava as 4h30’ e se estendia até às 14h30’, sem que fosse respeitado o intervalo para repouso e alimentação. Segundo depoimentos, a labuta se estendia aos domingos, em descumprimento ao descanso semanal. O pagamento feito pelo "gato", que subtraía boa parte dos recursos que vinha dos proprietários, era por produção, sem qualquer recibo. Havia um sistema de endividamento dos empregados por meio de uma cantina em que alimentos, produtos de higiene e outros gêneros eram "vendidos" a preços mais altos que os praticados pelo mercado. O transporte de trabalhadores era completamente irregular e o manuseio de agrotóxicos (armazenamento, sinalização e estrutura exigidas), inadequado. A lista suja de trabalho escravo em 2011 se tornou a maior da história: 294 fazendeiros utilizaram-se deste sistema. Em 2011, houve um aumento de 23% nos casos de trabalho escravo no campo, aponta CPT. Foram 3.882 casos identificados, mas regatados somente 2.271 trabalhadores escravizados.

O Deus da vida disse a Caim: “O sangue do teu irmão Abel clama por mim!” (Gênesis 4,10). Deus, fonte da vida, da esperança, da solidariedade e da libertação, caminha com os pobres que se unem e, organizados, marcham lutando por um mundo com justiça. Por isso, agora, Deus, com profunda comoção e indignação, grita ao poder judiciário e aos promotores do agronegócio: “Ouço o sangue de meus filhos, teus irmãos Nelson, João Batista, Erastótenes e Ailton, covardemente assassinados, enquanto honestamente cumpriam a missão deles: combater trabalho escravo.”

 Um grito por justiça está ecoando há 8 anos: O povo de Minas, do Brasil e do Mundo exige o JULGAMENTO JÁ DOS ASSASSINOS DOS FISCAIS! EXIGIMOS JUSTIÇA! QUE OS JAGUNÇOS E MANDANTES SEJAM JULGADOS E CONDENADOS!

 
 
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Fatou perguntar

Quem ganha politicamente com a condenação dos supostos mensaleiros petistas?


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Magistrados apontam mensalão como pano de fundo da crise do Judiciário


http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,magistrados-apontam-mensalao-como-pano-de-fundo-da-crise-do-judiciario,828169,0.htm


 

 
 
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Nilva de Souza


Lançamento do Livro "Latifúndio Midiota crime$, crise$ e trapaça$"terça, 7 de Fevereiro de 2012
Hora 18:30 até 21:30

Descrição
O livro inaugura o selo Barão de Itararé. Com 130 páginas, traz 20 artigos e reportagens de Leonardo Wexell Severo publicados no Portal do Mundo do Trabalho, nos jornais Hora do Povo e Brasil de Fato, na Revista do Brasil e no site Vermelho sobre assuntos e pautas que foram ignorados ou mascarados pela “grande mídia”, estimulando o debate sobre a importância da democratização da comunicação e a necessidade de um novo marco regulatório para o setor.

Livraria Martins Fontes
Av. Paulista, 509., 01311-910 São Paulo, Brazil

Re: Fora de Pauta
 
 
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Assis Ribeiro

Catástrofes ambientais - ações coletivas


27.01.2012 

Economista e Palestrante Welinton dos Santos  

Catástrofes ambientais - ações coletivas. 16339.jpegCom os efeitos climáticos, são necessárias discussões sobre assuntos, como atendimentos de emergências, socorros, manipulação de recursos humanos e materiais, auxílio aos desabrigados, distribuição de donativos, centros de agrupamentos, controle de epidemias, gestão de obras, controle de vias, normas de segurança pública, dentre outros em situações de graves problemas ambientais que atinjam as populações.

A coordenação de atividades é importantíssima em situações como esta, para salvar vidas e evitar maiores dores na comunidade em que ocorreram os fatos.

Organizar o pessoal disponível para aperfeiçoar esforços e recursos; analisar os prognósticos meteorológicos das próximas horas; estados das vias de acesso ao socorro; determinar as responsabilidades de cada grupo; comunicar outras autoridades oficiais, ONGS de apoio, comandos militares, comunidades civis organizadas e equipes de especialistas do corpo de bombeiros; evacuação de áreas de risco; criar mecanismos de transporte de pessoas e instrumentos a serem utilizados; verificar a disponibilidade de helicópteros mais próximos para assistência nas áreas de maior risco; organizar logisticamente o transporte de suprimentos humanitários; integrar ações civis e militares em uma força conjunta de resgate; simular situações de evacuação com intuito de diminuir efeitos durante um desastre natural; informar a sociedade e os meios de comunicação de tal forma que não atrapalhe o andamento das atividades de socorro; para onde devem ser transferidos os feridos e mortos; assistência às famílias junto a cartórios, polícia e hospitais; dentre tantas outras providências e analisem que isto não é possível de ser feito com competência sem discussões preventivas sobre situações emergenciais, portanto compete a cada cidade ter uma equipe preparada para situações de risco para minimizar seus efeitos ou então estabelecer parcerias através de consórcios de cidades.

Podem ser considerados desastres naturais situações como: seca, tremores de terra, terremotos, trombas d´água, tornados, maremotos, enchentes, ciclones, deslizamentos de terra, incêndios florestais e outros.  

Em casos de ter que montar hospitais de campanha, dividir ou classificar da seguinte forma: cirurgia maior e menor; medicina geral; epidemiologia; atenção médica básica; assistência neurológica, outros como exemplo: queimados, etc.

A elaboração de um programa de melhoramento de comunicação para a coordenação de gestão preventiva ou de resposta a situações emergenciais.

Prioritário em situações emergenciais o restabelecimento da infraestrutura básica como ligações de água, energia elétrica, telefone, gás e outros; limpar as áreas contaminadas com pessoal treinado; coordenar ajuda médica aos afetados; realizar trabalho conjunto e coordenado com outros órgãos; adequar ou construir albergues para alojar a população afetada; transição de socorro ao desenvolvimento em parceria com governo estadual e federal; dentre outros.

Como analisamos é complexo o desenvolvimento de ações de socorro, para tal, é necessário o treinamento dos gestores públicos das cidades para o atendimento mais adequado a população atingida. Que os políticos tomem ciência de suas responsabilidades de governar com maior responsabilidade pública. Espero que os avisos da natureza estabeleçam ações preventivas coordenadas pelos governos em cada localidade. A prevenção sempre é o melhor solução.

http://port.pravda.ru/science/27-01-2012/32833-catastrofe_ambiental-0/

 

Assis Ribeiro

 
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Assis Ribeiro

Relatora da ONU pede suspensão da ordem de despejo em Pinheirinho


 A relatora especial das Nações Unidas sobre o direito à moradia adequada, a urbanista brasileira Raquel Rolnik, apelou às autoridades para que suspendam a ordem de despejo e a operação da Polícia Militar no bairro de Pinheiro, em São José dos Campos (SP). Ela pede que as autoridades se esforcem para encontrar uma solução pacífica e adequada, incluindo alternativas de habitação, para as famílias que foram expulsas do local. O despejo foi autorizado pela Justiça no final de dezembro.

“A suspensão da ordem de despejo permitiria que as autoridades retomassem as negociações com os moradores, a fim de encontrar uma solução pacífica e definitiva para o caso, em total conformidade com as normas internacionais de direitos humanos”, afirmou Rolnik em comunicado à imprensa.

A relatora disse estar “chocada” com o “uso excessivo da força” na operação de remoção que teve início no último domingo (22) e lembrou a carência das pessoas que estão sem moradia. “A situação atual das pessoas despejadas é extremamente preocupante. Sem alternativas de habitação, elas estão vulneráveis a outras violações de direitos humanos.”

Da Agência Brasil

http://www.diariodepernambuco.com.br/brasil/nota.asp?materia=20120127145142

 

Assis Ribeiro

 
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karlos

 E viva o goveerno mundial os palpiteiros de sempre,oito anos para encontrar uma solução digna para o caso e nada agora vamos negociar, de preferencia não mudar nada,trabaalhar nem pensar.Invadir uma area já com ordem de despejo era a solução,agora os humanistas querem a solução a toque de caixa muito dinheiro publico sera desperdiçado atoa,conta rápida.6000 pessoas mais ou menos 1700 familias divido por oito anos mais ou menos 230 familias por ano,para quem anuncia a 12 anos milhões de moradias, estava ai uma prioridade facil de ser atendida. O que foi feito?nada,e a culpa é da justiça brasileira e do governador de São Paulo, e os arrozeiros de rondonia?esses tiveram que cumprir a ordem da mesma justiça,deixando para trás mais de 100 anos de trabalho e não veio ninguem dos direitos humanos defender-lhes,voces os politicamente corretos estão cavando a vala onde sera jogado o mais precioso bem humano a liberdade,com esta loucura de correr atrás da igualdade que é uma impossibilidade.Que DEUS TENHA CLEMENCIA DO QUE VOCES ESTÃO FAZENDO.É muita maldade ao mesmo tempo,isso não acabara bem.Boa tarde

 
 
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Assis Ribeiro

Poluição de rio leva chineses a estocar água
Poluição de rio leva chineses a estocar água Foto: Divulgação Com altos índices de cádmio carcinogênico, rio Longjang está interditado

27 de Janeiro de 2012 às 18:47

247- Moradores da cidade do sul da China sofrem com a escassez de água potável na região. De acordo com informações da mídia estatal chinesa, o rio Longjang, que abastece o local, apresenta níveis excessivos de cádmio carcinogênico. As substâncias são espalhadas por fábricas e fazendas que concentram metais pesados na região.

Diante dessa situação, os chineses precisam comprar água em outras cidades para estocar na região. Mesmo com pedidos de moradores ao governo chinês, nenhuma providência foi tomada para abastecer a cidade. Em uma semana, os níveis de poluição chegaram a três vezes o limite oficial.

A última verificação feita pela agência estatal de notícias Xinhua apontou as mineradoras da cidade como responsáveis pela poluição no córrego. Segundo o último relatório divulgado pela instituição, níveis excessivos de cádmio foram detectados no último domingo. Para diminuir a poluição, autoridades de Pequim irão injetar no rio 80 toneladas de cloreto alumínio. Após a ação do neutralizante, o governo passará a divulgar os índices de poluição de Longjang.

Em 2009, o governo chinês fechou uma indústria química na província central de Hunan. O fechamento aconteceu depois de uma série de protestos de moradores. A poluição de cádmio matou duas pessoas e afetou outras centenas em apenas um mês. Apesar dos avanços conquistados por Pequim, as autoridades priorizam o crescimento econômico. Ainda não há um programa oficial para diminuir os poluentes.

Após ser pressionado pela população, o governo chinês passou a divulgar dados sobre os níveis de poluição de Pequim. Os primeiros resultados foram divulgados no dia 23 de janeiro (data de início do Ano Novo Chinês). As informações sobre a qualidade do ar na cidade são atualizadas diariamente e coletadas pelo Gabinete de Proteção Ambiental de Pequim.

http://www.brasil247.com.br/pt/247/ecologia/38534/Polui%C3%A7%C3%A3o-de-...

 

Assis Ribeiro

 
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Miope

Despejo na favel a -adoniran barbosa

Quando o oficial de justiça chegou
La na favela

E contra seu desejo entregou pra seu narciso um aviso pra uma ordem de despejo

Assinada seu doutor , assim dizia a petição dentro de dez dias quero a favela vazia e os
barracos todos no chão
É uma ordem superior,
Ôôôôôôôô Ô meu senhor, é uma ordem superior { 2x
Não tem nada não seu doutor, não tem nada não

Amanhã mesmo vou deixar meu barracão

Não tem nada não seu doutor vou sair daqui pra não ouvir o ronco do trator
Pra mim não tem problema em qualquer canto me arrumo de qualquer jeito me ajeito
Depois o que eu tenho é tão pouco minha mudança é tão pequena que cabe no bolso de trás

Mas essa gente ai hein como é que faz???? {2x

 
 
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Nilson

Tucanos de São Paulo. A casa é boa pobre que estraga.

 

Nilson Fernandes

 
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politicsbuz

Colegas,
Toda vez me surpreendo com a capacidade manipulativa, debochada e inconsequente de certos "setores" da sociedade....

Não bastando a verborragia preconceituosa e homicida do jornalista(???) e ativista corporativo, caio blinder, mais um "expert" em política internacional, agora nos eua e, coincidentemente, do mesmo "setor" social desse jornalista inominável (blinder — blargh!!!), dá tbém seu grotesco e polêmico pitaco:

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>>>>> Escândalo nos EUA: mate Obama e salve Israel <<<<<<

Tags: Barack Obama, Política, Israel, Notícias
21.01.2012, 16:53 Foto: EPA

O editor do jornal Atlanta Jewish Times, Andrew Adler, sugeriu que as autoridades israelenses estão considerando a possibilidade de ordenar o Mossad para eliminar o presidente dos EUA, Barack Obama.

No seu artigo Andrew Adler nota três variantes aceitáveis para Israel no seu confronto com o Irã. A primeira e segunda não contêm nada sensacional e falam de ataques ao Hamas, Hizbollah e instalações nucleares iranianas.

Mas a terceira variante prevê a eliminação do presidente dos EUA hostil a Israel por agentes americanos do Mossad para que o vice-presidente tomará o seu posto. Depois Israel exigirá veementemente que "a política dos EUA incluirá uma ajuda para o Estado judeu em exterminar seus inimigos". Segundo Andrew Adler, círculos internos de Israel já discutiram esta ideia quase inconcebível.

O artigo indignou a comunidade judeu. Andrew Adler, depois uma crítica afiado, pediu desculpas pela sua história, declarando que não tinha presuposto matar o presidente. "Lastimo-me muito. Seja melhor se não tinha escrito nenhuns artigos", disse ele à Agência Telegráfica Judaica.
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fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012/01/21/64331487.html
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curiosidade... pq a imprensa "ocidental" não divulga essas notícias???
pq precisamos procurar nos sites de países não controlados e não manipulados para saber dessas "pérolas"???

sugestão para uma jornalista desse "setor social", a tal da annemberg: por q vc não coloca essa notícia em pauta, com aquela voz notoriamente empostada?

ah, já sei pq... o objetivo do jornal(?) hoje é preservar a manipulação, incentivar o consumo e a alienação infanto-juvenis... estava esquecendo...

e o boris casoy, pq não divulga essa notícia acompanhada de um sonoro "isto é uma vergonha"???

e o dines, pq não divulga e comenta, para a gente "nunca mais ler jornal do mesmo jeito"???

estamos esperando...

... (ESTRONDOSO SILÊNCIO)...

nenhum dos citados vai divulgar, mas perguntar não ofende, né???

 
 
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josé adailton

MARTA SUPLICY

Incompetentes e truculentos

Da FOLHA

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/22512-incompetentes-e-truculentos.shtml

 
 
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josé adailton

le stat c'est moi !


 

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho (PT), afirmou ontem que a chamada nova classe média não pode ser deixada "à mercê" dos meios de comunicação no país.

Em discurso no Fórum Social Temático, ele disse que o governo deve "radicalizar" a democracia e investir em comunicação de massa, sem uso de autoritarismo.

"Toda essa gente que emerge ficará à mercê da ideologia disseminada pelos meios de comunicação?", perguntou Carvalho a uma plateia formada por ativistas de esquerda.

"Aqui, com todo o cuidado, o Estado pode ter uma vertente autoritária. Como fomentar um processo de ampla comunicação de massa que possa ser o palco desse grande debate democrático?", questionou.

No debate, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), acusou a mídia de fazer campanha contra políticos "em escala global".

De acordo com o governador, o objetivo seria "a despolitização e a despartidarização na democracia".

Gilberto Carvalho disse que o governo não pode ter "ciúme das clientelas" que não batem mais às suas portas, numa referência a quem deixou o programa Bolsa Família, e defendeu uma disputa ideológica com líderes evangélicos pelos setores emergentes.

Somente emparedando a grande mídia pode ser evitado a "a despolitização e a despartidarização na democracia".Os governantes e os políticos sempre tem vasto material para a pauta da imprensa.

Infelizmente a hipocrisia é o verniz que pretende lustrar os desmandos dos falsos democratas.

 

 
 
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Marco St.

Piada de português complica Habib´s na Justiça

Do 247

Piada de português complica Habib´s na Justiça Foto: Divulgação Rede de fast food teve de assinar um acordo para se livrar de punição por brincar em campanha publicitária de bolinho de bacalhau: “Qual é o único português que serve para alguma coisa? O Manuel de instruções”, dizia o papel da bandeja para lanche, fundador da rede é português

28 de Janeiro de 2012 às 09:13

Fernando Porfírio _247 – A rede de fast food Habib's se deu mal com sua campanha publicitária para promover o bolinho de bacalhau. Foi fazer piada e provocou a ira da comunidade portuguesa. Esta semana, a Alsaraiva Comércio e Empreendimentos Imobiliários e Participações Ltda. – nome verdadeiro da Habib's – teve que se dobrar e assinar um acordo – conhecido como Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) – com o Ministério Público paulista.

O mote da campanha publicitária era: “O bolinho é português, o preço é uma piada”. O material foi distribuído para 340 lojas da rede em 17 Estados. A campanha durou um mês e o material publicitário passou a ser trocado em julho, depois dos protestos. Em um papel bandeja podia se ler a piada: “Qual é o único português que serve para alguma coisa? O Manuel de instruções”.

Pelo acordo, a empresa, para se redimir da piada de mau gosto, se compromete a doar um veículo van para a Provedoria da Comunidade Portuguesa de São Paulo, além de veicular anúncios em portal de notícias exaltando a comunidade e a cultura portuguesa no Brasil.

O acordo é resultado de uma chuva de protesto da comunidade lusitana no Brasil, que passou pelas redes sociais e terminou em órgãos de defesa do consumidor. O caso do bolinho de bacalhau acabou virando um inquérito civil instaurado no ano passado na Promotoria de Justiça do Consumidor da Capital para apurar eventual discriminação à comunidade lusitana com a campanha de marketing “O bolinho é português, o preço é uma piada”.

Na investigação, a rede Habib’s argumentou que o fundador da rede é português e que jamais houve a intenção de ofender o povo de Portugal em qualquer campanha publicitária, buscando apenas a utilização do humor como forma de divulgação do produto típico da cultura portuguesa.

Mesmo assim, a empresa assinou o TAC, comprometendo-se a doar um veículo van no valor de R$ 50 mil para a Provedoria da Comunidade Portuguesa de São Paulo, entidade de utilidade pública, como forma de reparação dos interesses difusos eventualmente lesados.

Além disso, a empresa vai publicar no maior portal de notícias na internet destinado à comunidade luso-brasileira anúncio exaltando a comunidade e a cultura portuguesa no Brasil e propaganda sobre o Dia de Portugal, Dia de Camões, e o Dia das Comunidades Portuguesas, todos comemorados em 10 de junho.

 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
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Diego Augusto Queiroz

Mais uma boquinha (as nossas custas) para os "cumpanhero desempregado":

 

http://oglobo.globo.com/pais/dilma-rousseff-desiste-de-mudar-comando-da-transpetro-3783251

 
 
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Raí

Carta aberta ao Roberto Veiga e a alguns defensores da "propriedade legal".

Meu caro Roberto Veiga, sua defesa intransigente da propriedade privada, e em especial dos grandes latifundiários e grileiros de todo o Brasil, que literalmente apoderaram-se de grandes áreas rurais, quando estas ainda eram de propriedades da Igreja e do Estado, "herdeiros"naturais desta dádiva da natureza, aos nossos primeiros colonizadores, que pelo simples fato de terem "chegado"primeiro, ganharam naquilo que juridicamente chamamos de usucapião, a propriedade destas áreas, por todo o Brasil.

Eu,você,e "toda torcida do Flamengo e do Corinthians"  sabemos que esta apropriação, se não foi indébita, pois como não havia proprietário legal antes desta "invasão"ao que pertencia aos antigos e verdadeiros donos delas, os índios brasileiros, foi imoral, e os cartórios que aceitaram registra-las como legítimas propriedades dos invasores, tão imorais quanto.

A partir daí, estas pretensas propriedades foram sendo herdadas, pelos descendentes dos primeiros invasores, que mesmo não recolhendo os tributos legais ao Estado(exceto em raríssimos casos) fizeram-nas virarem bens e patrimonios teoricamente legais, dos quais jamais aceitaram dividi-las, com quem queria nela viver e produzir alimentos, mesmo como meeiros.

Neste caso específico de Pinheirinho, esta área rural, foi "arrancada"das mãos dos antigos moradores à fôça, e para isto acontecer, até assassinatos foram cometidos e "perdoados"pela mesma justiça, que agora devolve-a aos novos invasores, os Nahas.

Longe de mim, imaginar que em Uberaba, ou em qualquer área rural brasileira, as coisas aconteçam como em S.J dos Campos, porem como "quem faz um cêsto, faz um cento" ainda sou defensor de uma ampla reforma agrária, abrangente o suficiente, que retome a propriedade ilegítima destes latifundiários, que tendo "ganho" ou comprado "a preço de banana" grandes áreas rurais improdutivas, mantiveram-nas assim,à espera de uma valorização imobiliária, para isso, contando com a benção das administrações públicas coniventes, que sequer cobram-lhes os devidos impostos, e que quando de uma disputa, como a que ocorreu no Pinheirinho, fiquem do lado mais poderoso, o lado dos grileiros e latifundiários, pouco ou nada comprometidos com os sem terra, que só lutam pela terra que Deus nos deu de presente, e que deveria ser repartida entre todos os seu filhos, numa divisão justa e equilibrada.

E se os poucos índios que ainda habitam no Estado de São Paulo, resolvessem pedir na Justiça, suas terras de volta, será que os nossos magistrados devolveriam estas terras a estes que foram os seus primeiros donos, pois ganharam-nas da natureza, e nela já residiam( e aí valeria a Lei do Usucapião ? )antes que fossem expulsos delas ?

Um grande abraço, Raí.( um paulista que não tem terra, apenas 7m2,que comprei num cemitério local, para onde eu e minha família seremos enviados após a morte)

 

Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.

 
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Edson Joanni

Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida

 

Baseado em artigo de Jessica Studeny - 28/01/2012

 

Unificação do conhecimento

 

A Terra é viva, propõe uma nova e revolucionária teoria científica da vida.

 

A proposta está sendo feita por Erik Andrulis, professor de biologia molecular e microbiologia da Universidade Case Western, nos Estados Unidos.

 

O cientista desenvolveu um modelo que pretende nada menos do que unificar a física, a química e a biologia.

 

A teoria trans-disciplinar demonstra que objetos supostamente inanimados e não-vivos - por exemplo, planetas, a água, as proteínas e o DNA - são na verdade animados, ou seja, vivos.

 

Com o seu amplo poder explicativo, aplicável a todas as áreas da ciência e da medicina, este novo paradigma pretende catalisar um verdadeiro Renascimento.

 

Erik Andrulis adiantou seu controverso arcabouço teórico no manuscrito "Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida", publicado no jornal científico Life, que é revisado pelos pares - ou seja, outros cientistas acataram a proposta como, no mínimo, digna de ser lida.

 

Emergência da vida no Universo

 

A teoria explica não só a emergência evolutiva da vida na Terra e no Universo, como também a estrutura e a função desde as células até as biosferas.

 

Além de resolver paradoxos e enigmas que têm persistido na química e na biologia, a teoria do Dr. Andrulis unifica a mecânica quântica e a mecânica celestial.

 

Sua solução nada ortodoxa para este problema quintessencial na física difere das abordagens tradicionais, como a teoria das cordas - para Andrulis, a solução é simples, não-matemática, e experimentalmente e experiencialmente verificável.

 

Como tal, o novo retrato da gravidade quântica é radical.

 

Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida
Dr. Erik D. Andrulis, autor da nova Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida. [Imagem: Case Western]

 

Redemoinho da vida

 

A ideia básica da teoria do Dr. Andrulis é que toda a realidade física pode ser modelada por uma única entidade geométrica, com características de vida: o redemoinho, ou giro.

 

O chamado "giromodelo" retrata objetos-partícula, átomos, compostos químicos, moléculas e células, como pacotes quantizados de energia e matéria que oscilam ciclicamente entre estados fundamentais (não-excitados) e animados (excitados) em torno de uma singularidade, o centro do giromodelo.

 

Uma singularidade é ela própria modelada como um giro, totalmente compatível com a natureza termodinâmica e fractal da vida. Um exemplo dessa organização aninhada, auto-similar, pode ser encontrado nas bonecas russas Matryoshka.

 

Leis da natureza

 

Ajustando o giromodelo para fatos acumulados ao longo da história científica, o Dr. Andrulis confirma a existência, proposta por sua teoria, de oito leis da natureza.

 

Uma delas, a lei natural da unidade, decreta que a célula viva e qualquer parte do universo visível são irredutíveis.

 

Esta lei estabelece formalmente que não há uma realidade física.

 

Outra lei natural determina que os reinos atômico e cósmico obedecem a restrições organizacionais idêntica - simplificando, os átomos do corpo humano e os sistemas solares no Universo movem-se e comportam-se exatamente da mesma maneira.

 

Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida
O novo paradigma oferece uma fundamentação teórica à premissa de Gaia, de James Lovelock. [Imagem: U.C.Riverside]

 

Teoria da vida

 

"A ciência moderna não tem uma teoria da vida interdisciplinar, unificante. Em outras palavras, as teorias atuais são incapazes de explicar por que a vida é do jeito que é, e não de outra forma," diz o Dr. Andrulis.

 

"Este paradigma geral fornece uma perspectiva nova e estimulante sobre o caráter e o sentido da vida, oferece soluções para problemas que persistem [nas teorias atuais] e se esforça para acabar com os debates desagregadores," completa.

 

Um desses debates gira em torno do mérito científico da popular hipótese de Gaia, de James Lovelock.

 

Ao mostrar que a Terra é teoricamente sinônimo de vida, o paradigma do Dr. Andrulis fundamenta a premissa de Gaia de que todos os organismos e seu ambiente na Terra estão intimamente integrados para formar um único e complexo sistema auto-regulador.

 

Outra briga lendária é a que persiste entre os criacionistas bíblicos e os evolucionistas neo-darwinistas.

 

Ao demonstrar que a origem e a evolução da vida são consequências de leis naturais e forças físicas, a nova teoria sintetiza argumentos e desconstrói suposições de ambos os lados do debate criação-evolução.

 

Equilíbrio

 

Para testar seu paradigma, o Dr. Andrulis projetou diagramas bidirecionais de fluxo que tanto descrevem quanto preveem a dinâmica da energia e da matéria.

 

Embora tais diagramas possam ser estranhos para alguns cientistas, eles usam a notação das reações que é clássica para os químicos, bioquímicos e biólogos.

 

O texto completo do artigo Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida está disponível em inglês.

 

Como ocorre com todas as novas teorias, a única coisa possível de adiantar com relação à proposta do Dr. Andrulis é que ela suscitará debates apaixonados - e paixões quase nunca levam a primeiros comportamentos equilibrados.

Bibliografia:
Theory of the Origin, Evolution, and Nature of Life.
Erik D. Andrulis
Life
Vol.: 2(1):1-105
DOI: 10.3390/life2010001
http://www.mdpi.com/2075-1729/2/1/1/pdf


Fonte:  Site Inovação Tecnológica- www.inovacaotecnologica.com.br URL: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=teoria-radical-explica-origem-evolucao-natureza-vida

 

Nem SOPA nem PIPA! Abaixo a censura na Internet!

 
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Marco St.

Deopimento do jornalista Dan Perseguim que cobriu o massacre do Pinheirinho

 

Este vídeo é o meu depoimento sobre as infrações às liberdades democráticas feita pela Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana na reintegração de posse do Pinheirinho.
Eu fui atacado pela PM mesmo depois de ter avisado que era jornalista. A Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, assegura no Título II, Capítulo I, artigo IX: É livre a expressão da atividade intelectual, científica e DE COMUNICAÇÃO, INDEPENDENTEMENTE DE CENSURA OU LICENÇA.

 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
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Humberto Cavalcanti

Sugiro o mais amplo e detalhado (e crítico) ost-matriz sobre o Forum Social Temático, de POrto ALegre, inclusive com reproduções escritas ou de vídeos. Claro que uma cobertura, ampla, aprofundada e crítica daquele evento é impossível de fazer, evento de programação ultra extensa.

Mas deixo a sugestão pra Nassif e Equipe, e pra companehiros desse blog, cadastrados ou náo.

Do pouco que vi (TV Brasil) está a ausência da crítica às esquerdas nacionais e mundiais, não só a crítica ao capitalismo. Fundamental é a visão não-única sobre este último ponto.

saudações,

Sou ex-morador por muito tempo na mais humanamente desenvolvida e civilizada capital do país, cujos méritos, alguns, são propositalmente ignorados na grande imprensa ( o peito, a vontade política do então governo municipal da frente popular em encampar, intervir temporariamente e descobrir as mentiras das planilhas de custos/lucros/cláusulas entre governo/concessionárias). Caso inédito no país. Sem falar no avanço e agilidade da Justiça naquele estado do RS.

Atualmente vivo em Recife, Pernambuco, da justiça mais lenta do país, e me parece de índice de corrupção, da pequena, do cotidiano, até as "maiores" é incrível, com nossa população nordestina extremamente passiva e de esquerdas menos maduras.

Quem me puder responder por aqui, ou entrando no meu perfil pra me enviar mensagem privada, agradeço muito. Será que ninguém da Prefeitura atual teria a trazer um comentário sobre como anda o transporte e os reflexos da intervenção de 1988 ?

 

>> "Lo que los hombres realmente quieren no es el conocimiento sino la certidumbre ".

- Bertrand Russell (1872-1970); filósofo y matemático inglés . . .

 

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