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Folha esconde dados do DatafolhaEnviado por luisnassif, dom, 29/01/2012 - 18:18Do Instituto Datafolha Em Observação Ficou meio confuso esse post. Não acompanhei em detalhes a postagem mas o título não ficou claro. Acho que faltou o comentário do tuiteiro que o enviou. Maioria defende a internação compulsória de usuários de crack
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Comentários + votados
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Mario Siqueira
29/01/2012 - 18:25
Por que o título "Folha esconde dados do Datafolha" ? Não publicaram ?
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Sanzio
29/01/2012 - 18:30
Opa, eu sou o mais pentelho crítico da Folha, mas nesse título a chefia errou: a Folha deu a matéria no dia 25/01, no caderno Cotidiano.
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aleXandre
29/01/2012 - 18:37
Nassif, a matéria é essa mesmo? porque o que circula por aí é sobre uma pesquisa sobre a operação na cracolândia e o texto é sobre internaçã compulsória.
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Gambazinho
29/01/2012 - 20:15
Eh o uso consistente do Datafolha para ajudar o PSDB; nada de novo no front...
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Valterlei
29/01/2012 - 21:46
O povo aqui discorda de tudo. Quem mora em SP sabe que a população em sua maioria apoia a ação da polícia. Bem, mas vai ser fácil saber se a pesquisa é séria ou não. Se o Haddad, tal como a Dilma em...
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Assis Ribeiro
29/01/2012 - 18:27
Mais uma mentira da Folha.
Esclarecimento da Agência Iraniana IRNA sobre a materia poublicada pela Folha de São Paulo
Ali Akbar Javanfekr, o Assessor de Imprensa do Presidente Mohmoud...
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Assis Ribeiro
29/01/2012 - 18:32
Por que a Folha mente (mente, mente, mente, desesperadamente)
por Emir Sader
As elites de um país, por definição, consideram que representam os interesses gerais do mesmo. A imprensa, com muito mais...
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Leandro Rodrigues
29/01/2012 - 18:54
E daí o que a maioria acha?
O que os cientistas sociais acham?
O que os medicos acham?
O que os assistentes sociais acham?
Por que nao perguntam tambem para 'a maioria' o...
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veras
29/01/2012 - 18:59
Entrei no site do Datafolha e achei somente uma pesquisa de âmbito nacional sobre internação de viciados em crack.
Fiquei com a mesma dúvida do AleXandre: o que está sendo veiculado na Folha.com e no...
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Sergio Saraiva
29/01/2012 - 19:08
Porque a Folha deu em manchete no alto da primeira página "90% apoiam 'internação involuntária'", mas não esclareceu 90% de quem.
Em estatística isso eqivale a mentir.
Aliás, em estatística, toda...
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Sergio SS
29/01/2012 - 19:09
Verdade Alexandre e Mário. Eu vi uma outra pesquisa hoje no UOL, está aqui e reproduzo abaixo.
A metodologia é equivocada e claramente manipulada a favor das ações da PM na Cracolandia.
O gráfico...
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Sergio SS
29/01/2012 - 19:23
Outra coisa: classificar os entrevistados por afinidade com partidos traz um significado: a Folha e o PSDB querem saber como os eleitores estão reagindo às trapalhadas das ações da PM. Ou ainda...
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Por que o título "Folha esconde dados do Datafolha" ? Não publicaram ?
Porque a Folha deu em manchete no alto da primeira página "90% apoiam 'internação involuntária'", mas não esclareceu 90% de quem.
Em estatística isso eqivale a mentir.
Aliás, em estatística, toda concordância da ordem de 90% necessita ser re-avaliada.
Mas a Folha dá manchete com um dado como esse. Na certa foi al orientada por William Bonner
que garantiu que o Hommer Simpson não entende nada de estatística mas acredita em números gradiloqüentes.
Eu li e não entendi qual seria a omissão a que o título se refere. São 90% dos entrevistados.
Mais uma mentira da Folha.
Esclarecimento da Agência Iraniana IRNA sobre a materia poublicada pela Folha de São Paulo
Ali Akbar Javanfekr, o Assessor de Imprensa do Presidente Mohmoud Ahmadinejad disse que o conteudo da sua entrevista com o jornal brasileiro, Folha de São Paulo foi 'Distorcida'
Teerã, 25 de Janeiro, IRNA - o Assessor de imprensa do Presidente Mahmud Ahmadinejad, Ali Akbar Javanfekr desmentiu o conteúdo da sua recente entrevista publicado no jornal brasileiro Folha de São Paulo , apontando que suas declarações foram “Distorcidas”.
Agência de notícias iraniana citou que Javanfekr tinha queixado das as relações entre os dois paises na presidência da Dilmão Russeff que são inferiores a ' anos de boas relações "de Brasilia com com Teerã.
Javanfekr salientou, no entanto, que a entrevista dele havia sido distorcida e por meio desta comunicação, enfatizou nas palavras ditas ao jornal Folha de São Paulo que “Presidenta Dilma precisava do tempo para consolidar as relações entre Teerã e Brasília”.
Javanfekr notou ainda, que tinha elogiado o governo do Brasil e o seu povo pelo seus apoios à República Islâmica do Irã. Brasília insistiu no passado em manter um diálogo diplomático com Teerã sobre o programa nuclear da República Islâmica, uma política que havia começado com o antigo Presidente Luiz Ignácio Lula da Silva em que rejeitava qualquer uso da força fora do âmbito das Nações Unidas.
Nos EUA, o jornal New York Times, citou na terça-feira que Javanfekr, tem afirmado na sua entrevista com o jornal brasileiro Folha de São Paulo que a Presidente Russeff Dilma tinha destruído anos de boas relações entre as duas nações.
Lula da Silva, que deixou seu cargo, visitou Teerã em 2010 e intruduziou no Médio Oriente a diplomacia brasileira atraves de uma tentativa de amenizar a crise sobre o programa nuclear do Irã. E junto com o Governo da Turquia, ele forjou um acordo de troca de urânio enriquecido com combustível nucleares com o Irã.
Este acordo falhou após a rejeição da administração da Obama e Irã afirmou que iria continuar com o enriquecimento de urânio.
Mesmo assim, as exportações do Brasil para o Irã aumentada durante os meses seguintes. E o Irã superou a Rússia em 2011, como o maior mercado de exportação de carne brasileira.
A Agência de Notícias da República Islâmica/IRNA New
http://www.iranews.com.br/noticias.php?codnoticia=7331
Assis Ribeiro
Opa, eu sou o mais pentelho crítico da Folha, mas nesse título a chefia errou: a Folha deu a matéria no dia 25/01, no caderno Cotidiano.
Por que a Folha mente (mente, mente, mente, desesperadamente)
por Emir Sader
As elites de um país, por definição, consideram que representam os interesses gerais do mesmo. A imprensa, com muito mais razão, porque está selecionando o que considera essencial para fazer passar aos leitores, porque opina diariamente em editoriais – e em matérias editorializadas, que não separam informação de opinião, cada vez mais constantes – sobre temas do país e do mundo.
...
Matéria Completa:
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id...
Assis Ribeiro
Nassif, a matéria é essa mesmo? porque o que circula por aí é sobre uma pesquisa sobre a operação na cracolândia e o texto é sobre internaçã compulsória.
E daí o que a maioria acha?
O que os cientistas sociais acham?
O que os medicos acham?
O que os assistentes sociais acham?
Por que nao perguntam tambem para 'a maioria' o que eles acham que deve ser feito com os fumantes? Com os gordos? Com os gays? Com os alcoolatras? Com os mendigos?
Canalhice ultra-direitista essa de considerar que as políticas sociais tem que levar em conta 'o que a maioria acha'. Se fosse assim, pra que existem os especialistas, então?
Entrei no site do Datafolha e achei somente uma pesquisa de âmbito nacional sobre internação de viciados em crack.
Fiquei com a mesma dúvida do AleXandre: o que está sendo veiculado na Folha.com e no IG é referente a uma suposta pesquisa sobre a operação da polícia militar na Cracolândia, que segundo esses 2 veículos, é apoiada por 82% da população.
Onde está essa pesquisa?
Verdade Alexandre e Mário. Eu vi uma outra pesquisa hoje no UOL, está aqui e reproduzo abaixo.
A metodologia é equivocada e claramente manipulada a favor das ações da PM na Cracolandia.
O gráfico mostra que 54% concordam totalmente com as ações da PM, 28% em parte, 6% discordam totalmente e 7% parcialmente. Agora pergunto: qual a diferença entre concordar parcialmente e discordar parcialmente? Neste caso poderíamos dizer que 41% discordam de alguma forma.
E porque a Folha não teve coragem de fazer as perguntas corretas:
1. Você concorda com o uso de violência para com pessoas usuárias de crack em situação de dependência química?
2. Qual a melhor maneira de lidar com dependentes químicos do crack: a) expulsando dos locais de consumo sem apoio psicosocial, usando da violência e força física e espalhando o consumo para os bairros lindeiros; b) manter um trabalho com assistentes sociais em tempo integral e disponibilizando vagas para tramento e reinserção na sociedade.
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29/01/2012 - 06h00
Polícia na cracolândia é aprovada por 82% em SP
DE SÃO PAULO
A operação da Polícia Militar para combater o tráfico e o consumo de drogas na cracolândia, no centro de São Paulo, tem o apoio de 82%dos moradores da cidade, mostra a pesquisa Datafolha na reportagem de Vaguinaldo Marinheiro na Folha deste domingo.
A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
São 72% os que dão no mínimo nota 6 para a intervenção, iniciada no dia 3, semanas depois de o governo federal (PT) lançar seu plano nacional anticrack.
Conduzida pelos governos municipal (PSD) e estadual (PSDB), a ação está no centro do debate entre pré-candidatos a prefeito de SP.
Há críticas de que tanto a PM colocada nas ruas de forma apressada quanto o plano federal têm motivação eleitoral. PT e PSDB, em especial, gostariam de usar a ação na campanha deste ano.
Apesar da disputa, a PM na cracolândia tem apoio tanto dos que preferem o PT (83%) quanto dos simpatizantes do PSDB (90%).
Para estudiosos, o resultado reflete a demanda por uma polícia mais forte e atuante, mas é preciso atenção contra abusos.
Viver é afinar um instrumento...
Outra coisa: classificar os entrevistados por afinidade com partidos traz um significado: a Folha e o PSDB querem saber como os eleitores estão reagindo às trapalhadas das ações da PM. Ou ainda, o PIG quer saber o quanto vai dar de recall nas eleições. Digamos que é para isto a Folha é bem paga pelo Governo do Estado.
Logo que saiu a notícia, Giberto Dimenstein (que se diz educador, possui uma ONG social e é eleitor de carteinha de José Serra) já possuia uma coluna prontinha com o seguinte título:
Alckmin e Kassab venceram?
Gilberto Dimenstein
A pesquisa Datafolha sobre o apoio à operação dos governos estadual e municipal na cracolândia dá a seguinte resposta: até agora, pelo menos politicamente, Alckmin e Kassab venceram. E com folga: inclusive entre os eleitores do PT.
Mas essa é a primeira batalha --e a guerra está apenas no começo.
A verdade é que, para a opinião pública, atemorizada com a questão da segurança, viciado é uma questão de polícia, não social. É uma visão pobre, mas é assim que funciona. A ação do governo tem óbvias falhas (em parte por questões eleitorais), mas oferece imagens de polícia na rua. O que, para alguns, é higienismo, para a maioria é limpeza. Muita gente acha que o viciado é o único culpado de seu vício.
A vitória do governo é, porém, parcial e vai estar condicionada a uma sensação de ordem --o que pode acabar se forem criadas muitas pequenas cracolândias espalhadas pela cidade.
O poder público vai ter que, na marra, coordenar as ações de repressão, tratamento e prevenção para continuar seduzindo, num ano eleitoral, a opinião pública. Até porque o governo não tem como voltar atrás, e a questão entrou na agenda da cidade. O que é bom.
Isso mostra que, entre erros e acertos, as vantagens são maiores. Como estava antes, não vai ficar.
Viver é afinar um instrumento...
Eh o uso consistente do Datafolha para ajudar o PSDB; nada de novo no front...
Vejam esta e imaginem tanta cara de pau:
"A troca de comando na Petrobras acendeu um alerta em certas lideranças petistas. Um movimento que vinha sendo percebido há algum tempo se intensificou nos últimos meses, a crescente filiação de ex-tucanos em outros partidos, inclusive no PT.
Alguns tucanos de boa cepa, inimigos e detratores do Presidente Lula dentro das empresas estatais, de repente se movem em direção ao PMDB, PSB e até para o PT.
Isso tem ocorrido principalmente nas empresas ligadas ao setor energético, que foi o calcanhar de Aquiles do governo FHC tendo como ponto culminante o apagão.
Tudo partiu de uma reunião entre alguns cardeais tucanos que detectou que ser necessário ocupar alguns lugares estratégicos da administração pública, e assim turbinaram a palavra de ordem "critério técnico". Isso segundo os tucanos serve não só para ocupar cargos estratégicos no setor energético mas também ajuda a desqualificar o ex- Presidente Lula o que neste momento é mais importante para o futuro do PSDB.
A Petrobras não está fora dos planos tucanos. Embalados pelo dito e repetido, principalmente pela revista Veja, o tal critério técnico para preenchimento de cargos, que dizem defendido pela Presidenta Dilma, foi a palavra de ordem para a mobilização tucana, rumo a outros partidos.
Alguns balões de ensaio foram lançados, tentando desalojar petistas das diretorias e mudanças na Transpetro.
Os tucanos sempre julgaram ter em seu DNA, o que há de melhor e mais qualificável para gestão do estado, por isso a mudança de estratégia, mudar de partido e depois ganhar a eleição ganhou corpo, principalmente entre os Aecistas.
Essa estratégia foi defendida por dois principais motivos, primeiro, uma acomodação dentro do aparelho de estado, ladeando com o PMDB, obtendo informações que julgam preciosas para desqualificação do PT. E segundo porque percebeu que as chances de vencer as próximas eleições vão se desvanecendo, na medida em que apostavam no fracasso Dilma, como apostaram no fracasso de Lula, que não aconteceu.
E não só técnicos já do quadro permanente das empresas estão se reposicionando politicamente como até candidatos derrotados nas últimas eleições. Vários candidatos a deputado tucanos derrotados que publicamente se referiam ao ex presidente Lula com grosserias expressões chulas preconceituosas, fazem questão de esquecer esse passado.
Quando questionados, brandem logo a frase que soa como sentença mote de Dilma,” a ocupação deverá ser por critérios técnicos”
Algumas lideranças petistas acenderam luzes de alerta, pois a mimetização tucana para outras cores partidárias é cada vez maior, e com a ajuda e cumplicidade de outros partidos, principalmente do PMDB. "
Estamos insensivelmente voltando aos tempos em que um médico tinha o poder de condenar alguém à prisão perpétua. O nó ideológico é tão firme, que é preciso reunir forças para dizer o óbvio e passar por reacionário, louco, ou sei lá o quê.
É um completo absurdo internar alguém porque é dependente químico. Ninguém tem nada a ver com a minha dependência química se não estou incomodando ninguém. O problema é ser um dependente químico anti-social: transformar a vida de minha família num inferno, ou então, expulso de casa, me apoderar de parte do espaço público e passar os dias cometendo pequenos delitos para sustentar meu vício. Esse dependente tem que ser retirado do convívio social - não por ser dependente, mas por não conseguir conciliar sua dependência com uma convivência pacífica com o restante da sociedade. Não se trata de levá-lo para uma prisão comum. É preciso criar estabelecimentos especiais para receber esse tipo de pessoa - estabelecimentos equipados para ajudá-lo, CASO ELE QUEIRA. Mas, sem dúvida, trata-se de tirá-los de circulação por um tempo determinado.
Nada disso acontecerá, naturalmente. Ou ficaremos como estamos - e a direita terá, de bandeja, um discurso pronto a cada eleição. Ou daremos novamente poder de polícia aos médicos, voltando 70 anos no tempo.
O povo aqui discorda de tudo. Quem mora em SP sabe que a população em sua maioria apoia a ação da polícia. Bem, mas vai ser fácil saber se a pesquisa é séria ou não. Se o Haddad, tal como a Dilma em relação ao aborto, mudar de opinião sobre os drogados ou mesmo não tocar mais no assunto é porque a pesquisa é bem séria.
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