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EUA aprovam construção de novos reatores nuclearesEnviado por luisnassif, sex, 10/02/2012 - 09:03Por Paulo F. Da Swissinfo EUA aprovam primeiro reator nuclear em mais de 30 anos Por Ayesha Rascoe ROCKVILLE, Estados Unidos, 9 Fev (Reuters) - Autoridades dos Estados Unidos aprovaram nesta quinta-feira a construção de novos reatores nucleares no país, algo que há mais de 30 anos não ocorria. A decisão foi tomada contrariando o presidente da comissão, que citou preocupações de segurança em decorrência do acidente nuclear de 2011 em Fukushima, no Japão. Por 4 votos a 1, a Comissão Reguladora Nuclear autorizou a empresa Southern Co., de Atlanta, a construir e operar dois novos reatores na já existente usina de Vogtle, na Geórgia. A Southern e seus parceiros vão investir cerca de 14 bilhões de dólares no projeto, que entraria em funcionamento a partir de 2016 e 2017. Num raro voto de dissenso, o presidente da comissão, Gregory Jaczko, citou o acidente de 2011 no Japão, provocado por um tsunami, que levou a CRN a determinar uma avaliação sobre a capacidade de atuais e novos reatores nos EUA para resistir a desastres naturais."Não posso apoiar a emissão dessa licença como se Fukushima nunca tivesse acontecido", disse Jaczko. "Acredito que isso exige algum tipo de compromisso vinculante de que as melhorias ... atualmente projetadas e planejadas serão feitas antes da operação da unidade." O governo Obama ofereceu à Southern e seus parceiros, como incentivo para o projeto, 8,3 bilhões de dólares em garantias creditícias federais. A nova usina usará reatores AP1000, fabricados pela Westinghouse Electric, um modelo padrão aprovado em dezembro pela CRN, e que serviria de base para outras usinas nucleares propostas. A Westinghouse é controlada pela multinacional japonesa Toshiba. Os EUA não autorizavam novas usinas nucleares desde a fusão parcial do núcleo do reator da usina de Three Mile Island, na Pensilvânia, em 1979. Aquele acidente fez com que os custos da construção de usinas nucleares disparassem e inviabilizou dezenas de projetos que estavam sendo preparados. Hoje, a energia nuclear responde por 20 por cento da matriz energética norte-americana. Especialistas dizem que futuras usinas nucleares poderiam ser construídas em Estados dos Sudeste dos EUA, como Geórgia, Carolinas, Virgínia, Alabama e Flórida, onde os terrenos são abundantes e a migração de população do norte dos EUA tem provocado uma elevação na demanda energética. (Reportagem adicional de Eileen O'Grady, em Houston; e de Scott DiSavino, em Nova York) Reuters
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Comentários + votados
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Jerffesson Nascimento
10/02/2012 - 09:35
Mas é muito engraçado mesmo viu. Eles podem fabricar e o Irã não.
Sem esse papo de armas de destruição em massa. Pois estão procurando no país errado. Elas estão dentro da casa deles mesmos (EUA).
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Gilson AS
10/02/2012 - 10:08
E aí ?
Ele vão abrir as sua instalações para os fiscais internacionais comandados pela onu.
Se eles querem fiscalizar os países dos outros, eles deveriam dar o exemplo, e deixar que o seu país seja...
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Athos
10/02/2012 - 10:17
Acho que vcs estão fugindo do tema.
Para EUA, China, Europa e Japão a escolha é muito simples: Nuclear ou carvão.
Aqui é um pouco diferente: Nuclear ou gás, carvão e óleo combustível(que é o...
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Chato Feliz
10/02/2012 - 11:58
Mais uma lição americana pro resto do planeta. É até constrangedor que um país tão odiado tenha tanto pra ensinar.
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A. Alvaro Guedes
10/02/2012 - 14:29
http://www.alerta.inf.br/usinas-nucleares-foram-vice-campeas-no-primeiro-semestre/
O Operador Nacional do Sistema (ONS) acaba de divulgar informações sobre a participação das diversas fontes de...
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Marcos Tavares
10/02/2012 - 18:52
Não precisa insultar a nossa inteligência; uma tentativa patética de reavivamento do setor nuclear foi feita usando como justificativa justamente o discurso dos "fundamentalistas verdes" dos quais...
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A. Alvaro Guedes
10/02/2012 - 11:23
" Hoje, a energia nuclear responde por 20 por cento da matriz energética norte-americana'.
Os EUA produz em energia nuclear igual a toda energia que o Brasil produz de todas as fontes. O...
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R Godinho
10/02/2012 - 13:14
Que coisa! Uns olhando o rabo do demônio, outros chovendo no molhado verde, ninguém se perguntando porque, depois de 30 anos, e depois dos custos terem ido às alturas e nunca mais descido, os EUA...
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Chato Feliz
10/02/2012 - 13:28
O setor nuclear só corre e o risco de ser extinto nos sonhos eróticos dos fundamentalistas verdes. Corre sim é o risco de se transformar rapidamente na principal forma de produção de energia nesse...
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Caesarea
10/02/2012 - 11:41
Pelo visto tu não passa de mais um "Bobs Fields"!!! Aprendiz de mágico!!! Pede um visto ao Willian Waack ou Nelson Jobim.... eles conseguem fácil, para "baba-ovo" de yankes...
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Mas é muito engraçado mesmo viu. Eles podem fabricar e o Irã não.
Sem esse papo de armas de destruição em massa. Pois estão procurando no país errado. Elas estão dentro da casa deles mesmos (EUA).
Para quem duvidou do que eu afirmei, ontem, aqui, aí está a prova; MAIS VIVOS DO QUE NUNCA; NÃO VÃO PERDER A LIDERANÇA. Só sonhadores inocentes podem acreditar no contrário.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Pelo visto tu não passa de mais um "Bobs Fields"!!! Aprendiz de mágico!!! Pede um visto ao Willian Waack ou Nelson Jobim.... eles conseguem fácil, para "baba-ovo" de yankes...
Iguais ao da família LULA DA SILVA jnro ao um especial italiano, de dupla nacionalidade, igual ao do Cacciola? LOL !!!
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Não vão perder a liderança ao aprovar a construção de reatores nucleares, e com tecnologia japonesa.
quá, quá, quá
E aí ?
Ele vão abrir as sua instalações para os fiscais internacionais comandados pela onu.
Se eles querem fiscalizar os países dos outros, eles deveriam dar o exemplo, e deixar que o seu país seja fiscalizado.
gAS
Cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é guiada pelos seus pensamentos. Salomão
Acho que vcs estão fugindo do tema.
Para EUA, China, Europa e Japão a escolha é muito simples: Nuclear ou carvão.
Aqui é um pouco diferente: Nuclear ou gás, carvão e óleo combustível(que é o pior de todos).
Sejam realistas e façam suas escolhas. Mas antes de escolher, assugure-se de que more a uma distância BOA das geradoras fósseis ou seus filhos correm uma boa chance de não chegar aos 10 anos de idade.
Estou no ramo himobiliário. Outro dia cara propondo uma parceria para um empreendimento para famílias de 0 a 3 salários lá na Paraíba. Quando ví, era ao lado de uma térmica que por acaso tinha sido construída pelo meu Pai. AO LADO!!!
Agradeci a oportunidade e parti para a próxima.
Moral da história, se vc for riquinho, pode se dar ao luxo de ser antinuclear. Agora se vc for bem pobre, é melhor defender a geração nuclear com unhas e dentes porque seus filhos vão sofrer... e morrer.
Abraço
Helmut Kohl
Segundo ele, “a lição do Japão para nós não pode ser a de dar o proverbial passo para trás. Até o momento, a lição do Japão tem que ser a que aceitamos o fato de que o que aconteceu é aterrorizante, mas, falando francamente, é também parte da vida. E, uma vez que os riscos são uma inevitável parte da vida, a prioridade da Alemanha deve ser a de tomar medidas de precaução e minimizar os riscos”.
Kohl acrescentou que o recuo no uso da energia nuclear “não ajudaria ninguém” e, ainda, “faria do mundo um lugar mais perigoso”, porque a respeitada capacidade técnica alemã não seria mais empregada para aprimorar os usos da energia nuclear.
http://www.alerta.inf.br/o-fator-gene-kranz-e-o-desafio-nuclear/
Se o Césio-137 não levasse mais de 300 anos para se tornar "inofensivo" na natureza, eu até poderia pensar em ponderar a respeito da bobagem que o sr. Kohl disse.
Sem falar nos efeitos genéticos, que perduram de geração a geração. Não à toa a população na Bielorússia anda declinando significativamente desde Chernobyl, e o governo japonês estimou uma diminuição da sua população em 30 milhões em apenas 40 anos.
A energia nuclear não nos permite "esquecer o passado e seguir adiante" pelo simples fato de exigir de nós atenção constante por séculos, senão...
Vc só diz isso proque desconhece a quantidade, as milhares de pessoas que morrem a cada ano devido a geração de energia a combustpiveis fósseis. A OMS estima em 500mil por ANO na Europa apenas.
Deve desconhecer também que uma barragem de hidroelétrica rompeu no Japão antes do Tsunami atingir a costa matando centenas.
Deve desconhecer também que "nem uma" pessoa morreu no Japão devido a fusao de 2 retores. Eles ainda estão descontrolados, mas NINGUÉM morreu.
Que bom. Agora o James Cameron já pode protestar em casa mesmo.
" Hoje, a energia nuclear responde por 20 por cento da matriz energética norte-americana'.
Os EUA produz em energia nuclear igual a toda energia que o Brasil produz de todas as fontes. O Brasil não pode abrir mão desta fonte energética. Temos urânio e sabemos fazer o combustível. Precisamos de energia elétrica inclusive para produzir hidrogênio - o mais provável combustível veicular no futuro próximo.
Europa: aprofunda-se o fiasco solar e eólico
A derrocada dos ambiciosos planos europeus para o desenvolvimento das fontes energéticas ditas “renováveis” tem se aprofundado a olhos vistos. Dentre os exemplos mais recentes, destacam-se as acirradas discussões na Alemanha sobre o corte de subsídios governamentais à geração solar, que ganhou vulto com a abrupta elevação dos custos das tarifas de eletricidade, resultantes dos subsídios, além da queda acentuada das ações das principais empresas produtoras de componentes. Ao mesmo tempo, no Reino Unido, ganha força a proposta de reduzir a geração eólica, devido aos seus altos custos e ineficiência.
Na Alemanha, o maior mercado consumidor mundial de painéis solares, o ministro do Meio Ambiente, Norbert Reottgen, afirmou que planeja reduzir os subsídios à fabricação de placas solares, que têm garantido altos rendimentos aos fabricantes destes equipamentos. Analistas interpretam tal medida como um esforço para brecar o boom de construção de novas usinas solares, tal como ocorreu no ano passado – quando investidores adicionaram 7,5 gigawatts de potência em painéis solares, passado do teto de 3 gigawatts estabelecido por Roettgen para 2011 como o “aceitável” (Bloomberg, 20/01/2012).
Roettgen é o autor do plano de promoção das energias renováveis, que vem sendo alvo de críticas até mesmo de parlamentares de partidos da coalizão governista da chanceler Angela Merkel, a União Democrata Cristã (CDU, na sigla alemã) e o Partido Democrata Liberal (FDP), que atribuem aos subsídios a acentuada alta nas tarifas de energia registrada nos últimos anos.
De fato, a questão dos subsídios está dividindo o governo: as lideranças da CDU e do FDP escreveram uma carta a Roettgen, pressionando-o a rever a política de subsídios. O ministro da Economia Philipp Rösler, do FDP, já declarou apoiar a suspensão total dos subsídios às renováveis, assim como a bancada empresarial do CDU. Já há até mesmo uma data fixada: 2017 (Spiegel Online, 18/01/2012).
Apesar de o problema ameaçar criar divisões na coalizão governista, Roettgen vem tentando salvar o esquema, responsabilizando a concorrência chinesa na fabricação de painéis solares como o fator responsável pelo fracasso dos subsídios. Segundo ele, os incentivos do governo alemão não estão se convertendo em geração de empregos “verdes” e no barateamento da produção, devido à fuga de capitais para os fabricantes chineses, que produzem equipamentos mais baratos que a indústria solar alemã.
Todavia, o fato é que o montante dos subsídios à energia solar já superaram a casa de 100 bilhões de euros, com resultados questionáveis, que ameaçam os planos alemães para a transição para a chamada “economia de baixo carbono”. Apenas no ano passado, estima-se que o país tenha gasto cerca de 8 bilhões de euros em subsídios, enquanto as usinas solares responderam por apenas 3% da eletricidade gerada no país no mesmo período.
Além disso, o Sol não tem desempenhado o papel esperado: no atual inverno, os 1,1 milhão de sistemas solares existentes no país, praticamente, não têm gerado eletricidade, devido ao céu quase sempre nublado. Para compensar a falta, os alemães estão importando eletricidade da França e da República Checa, onde é gerada por usinas nucleares, e da Áustria, produzida na velha termelétrica a óleo de Graz (que teve de ser reativada para a tarefa).
Por tais motivos, o Ministério da Economia já considera que os programas de incentivo à energia solar e eólica representam um sério obstáculo às pretensões do país de abandonar a geração nuclear, tomada por Merkel no ano passado, após o desastre na usina japonesa de Fukushima.
Uma consequência direta dos questionamentos à geração solar foi a acentuada queda das ações das empresas produtoras de componentes para as usinas solares, inclusive, as das gigantes chinesas Trina Solar e JA Solar Holdings, que tiveram uma queda de 17% entre os dias 19 e 20 de janeiro. Na Europa, as empresas Meyer Burger Technology AG, Solarworld AG e SMA Solar Technology AG tiveram uma retração de 5,3% nas suas ações somente no último dia 20.
Abaixo as eólicas, dizem britânicos
Outro país europeu que está se desencantando com as fontes renováveis é o Reino Unido, onde uma nova campanha suprapartidária no Parlamento pretende que o governo decline do seu apoio à construção de milhares de fazendas eólicas projetadas para os próximos anos. Para os integrantes do movimento, as usinas eólicas – em especial, as situadas em terra – são caras, ineficientes e comprometem a beleza das paisagens do país. Os parlamentares britânicos querem uma revisão dos plenos, que, segundo estimativas, implicarão em um acréscimo médio anual de 280 libras esterlinas às contas domésticas de eletricidade, até 2020.
O deputado Chris Heaton-Harris, correligionário do premier David Camerno, é a força motriz por trás do grupo parlamentar antieólicas. Segundo ele: “Os ministros precisam reconsiderar essa política. Trata-se de uma tecnologia ineficiente, que cria impostos extras para o contribuinte, que afeta o balanço do Sistema Elétrico Nacional, em suma, é a energia renovável errada para o Reino Unido (Sunday Express, 22/01/2012)”.
Os planos oficiais preveem a construção de 32 mil novas turbinas eólicas nos próximos 20 anos, das quais 6 mil em terra. Atualmente, existem cerca de 3 mil turbinas em terra em operação, além de centenas no mar. Juntas, geram menos de 2% de toda a eletricidade do país e, como ocorre em outros lugares, são constantemente retiradas de operação pelas temperaturas muito frios ou por ventos excessivamente fracos ou fortes.
Ao mesmo tempo, ganha força entre os britânicos a opção de se investir na exploração de gás de folhelhos (shale gas). A defensora dos direitos dos consumidores Ann Robinson defende que o governo deve repensar a política energética, de modo a deixar de investir em formas caras de geração de eletricidade e priorizar as mais baratas. Para Robinson, diretora do sítio de comparação de preços uSwitch, os novos recursos de gás, especialmente o gás de folhelhos, tornam as termelétricas a gás natural uma opção economicamente mais atraente para o país.
Segundo ela, “a política energética precisa de uma visão apropriada se o Reino Unido, realmente, deseja dobrar a geração até 2050, tal como o planejado (Utility News, 23/01/2012)”.
Tais considerações sobre os altos custos das fontes renováveis e sobre as oportunidades que o gás de folhelhos traz para o país são particularmente relevantes no contexto da crise econômica mundial – o PIB britânico encolheu 0,2% no último trimestre, na primeira recessão oficial do país desde o quarto semestre de 2010, conforme informações do Escritório Nacional de Estatísticas.
Mais uma lição americana pro resto do planeta. É até constrangedor que um país tão odiado tenha tanto pra ensinar.
Uma lição de democracia! Aprovaram um reator polêmico em ano de eleição presidencial, para atender aos anseios de um setor que corre o risco de ser extinto.
O setor nuclear só corre e o risco de ser extinto nos sonhos eróticos dos fundamentalistas verdes. Corre sim é o risco de se transformar rapidamente na principal forma de produção de energia nesse século em qualquer país que valha a pena.
Não precisa insultar a nossa inteligência; uma tentativa patética de reavivamento do setor nuclear foi feita usando como justificativa justamente o discurso dos "fundamentalistas verdes" dos quais você critica.
Títulos de muitas matérias aparentemente pagas dos últimos anos, antes de Fukushima:
"Usinas nucleares podem ser a solução para a emissão de CO2 e salvar o planeta do aquecimento global"
Soa fundamentalista o suficiente pra mim!
Não é fundamentalista, ela esta aí para substituir a geração fóssil.
Acho que vc nã sabe o percentual que combustíveis fósseis tem na produção de energia mundial.
A maior parte dos que Odeiam os EUA o fazem por puro ressentimento.
Eles são o que são porque fizeram por ondem crescer e ter dominio tecnologico.
As demais naçoes são mediocres pois desconhecem noçoes basicas de civismo, patriotismo, politica de estado.
Vivem mergulhadas na demagogia, e seus lideres experts em retorica.
E irao continuar assim pois sempre tem incauto para achar que palavras mudam a realidade ....
leonidas
Que coisa! Uns olhando o rabo do demônio, outros chovendo no molhado verde, ninguém se perguntando porque, depois de 30 anos, e depois dos custos terem ido às alturas e nunca mais descido, os EUA voltarão a energia nuclear.
Porque será?
Eu aposto duas mariolas como é uma joga com três alvos: diminuir a dependência aos combustíveis fósseis; diminuir a exposição da matriz energética às variações dos preços desses combustíveis; deixar uma porta de escape para o caso das manobras para obter o controle político total do petróleo do Oriente Médio dêem errado e os preços continuem a subir.
É bom lembrar que os custos foram às nuvens, nas usinas nucleares, mas o petróleo também está caro, tanto para comprar como para extrair (não no Oriente Médio, nos EUA) e os trinta anos de inflação fizeram US 1mil de custo de 1979 pesarem bem menos em 2012.
http://www.alerta.inf.br/usinas-nucleares-foram-vice-campeas-no-primeiro-semestre/
O Operador Nacional do Sistema (ONS) acaba de divulgar informações sobre a participação das diversas fontes de geração elétrica no primeiro semestre do ano. Segundo a entidade, as duas únicas usinas nucleares do País ocuparam o segundo lugar, ficando atrás somente das hidrelétricas. Enquanto estas últimas responderam por 92,11% do total fornecido ao Sistema Interligado Nacional (SIN), as nucleares ficaram com 3,19%, produzindo 1.793 MW médios. Em terceiro lugar, vieram as termelétricas a gás natural, com 2,16%. Em seguida, vêm as térmicas a carvão (0,99%), biomassa (0,71%) e óleo (0,66%) e, por fim, os aerogeradores (0,18%).
Entre as térmicas, a central nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis (RJ), respondeu por 41,39% da modalidade, seguida pelas usinas a gás (27,98%), carvão (12,85%), biomassa (9,23%) e óleo (8,55%) (Eletronuclear, 19/07/2011).
Segundo o ONS, um dos fatores que contribuíram para o desempenho das nucleares foi a intensidade das chuvas durante o período entre janeiro e junho. Com isso, o Operador não teve necessidade de recorrer às térmicas não nucleares para compensar uma queda dos reservatórios das hidrelétricas. Some-se a isto o excelente desempenho das usinas nucleares no período, cuja produtividade esteve acima da sua potência nominal, devido à temperatura amena da água do mar. Assim, Angra 2, apesar de sua potência nominal de 1.350 MW, tem gerado 1.355 MW (O Globo, 16/07/2011).
Tais números não apenas denotam a importância da fonte nuclear para a geração de base, mas também ressaltam, mais uma vez, a falta de realismo dos adeptos das fontes favoritas dos ambientalistas, como as eólicas, que, em toda parte, somente se sustentam com pesados subsídios governamentais, como a isenção de IPI para os seus equipamentos, concedida pelo governo brasileiro. Ainda assim, mesmo depois de uma década e meia de mudança do modelo energético nacional, que transformou a eletricidade em commodity e passou a favorecer os investimentos privados, combinada com a pressão ambientalista, as eólicas não foram além de pífios 0,18% da geração elétrica no País.
Aliás, esperemos que não vá muito além disso, pois a expansão da oferta de eletricidade gerada por fontes intermitentes, como as eólicas e solares, implica em maiores investimentos na geração de base, sobretudo na construção e operação de termelétricas, para servir de “backup” contra as oscilações daquelas fontes, o que encarece desnecessariamente o custo da eletricidade – que, no Brasil, já é um dos mais altos do mundo.
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