Estadão: da série "o empate é nosso"

Por Luiz Eduardo Brandão

O Estadão deu outra de Datafolha. Para encher a bola dos tucanos, traz uma matéria de mais de meia página, com mapa e tudo, sobre as eleições para governador, com o título: PSDB lidera 5 disputas para governador. A matéria se baseia na recente pesquisa Ibope/rede Globo/Estadão, que não abrange todos os Estados.

Aí, o leitor que vai além do título entra na matéria e descobre que, na realidade, o PSDB só lidera em 2 estados: SP e Rondônia, onde o tucano Expedito Jr está na frente do candidato do PMDB (26% a 21%). Em Roraima está na frente empatado empatado: 41 x 41%. Nos outros dois, está empatado atrás, inaugurando uma nova modalidade de colocação olímpica: o segundo que é primeiro. No  Amapá, o candidato tucano está na frente com 24% contra 25% do candidato petebista. Em Roraima o tucano lidera ainda mais atrás: tem 40% contra 43% do peemedebista.

Se o Estadão tivesse um caderno de humorismo, a matéria estaria impecável lá.

http://digital.estadao.com.br/download/pdf/2010/08/02/A6.pdf

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42 comentários
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Diego Cardoso

Caraca!

Os caras perderam a compostura mesmo!!!

 
 
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D

Lula, Dilma e Requião encheram a Boca Maldita. Coitado do jenio !

    Publicado em 02/08/2010


Na foto, o fracassado comício de Dilma em Curitiba

 

O Conversa Afiada republica as imagens enviadas pelo amigo navegante Marcio Reszko para neutralizar qualquer tentativa do PiG  (*) de  menosprezar o que aconteceu na gloriosa Boca Maldita de Curitiba.

Outra razão para dar essas fotos é provocar incontida irritação no jenio – um dos objetivos permanentes desse ordinário blog, no exercício da liberdade de expressão.

Clique aqui para ler “Ayres Brito autoriza Encontro de Blogueiros usar frase sobre liberdade na internet” .

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Extraido do PHA

http://www.conversaafiada.com.br/


 
 
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neide

Essa mídia se supera a cada dia.

Aposto com quem quiser, o PSDB só leva um ou dois estados e “pela o porco”.

 
 
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Reinaldo

 

Não se esqueça que a candidatura de um dos dois está por um fio...

Expedito Júnior foi cassado em 2009 por compra de votos! Decisão colegiada.

 

 
 
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carlos penaforte

Oh Nassif, é que o humorismo ali é no jornal todo. Caderno prá que! É tudo piada, na sua maioria de péssimo gosto.

Parabéns pelo incansável e belo trabalho.

 
 
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Zilda

Brandão tem razão quando fala em página de humor. Dei boas risadas com as expressões de humor usadas por ele.Um jeito bom de começar a semana.

 
 
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Carlo

Ótima... Se melhorar, estraga!

 
 
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Vera

Pois é Nassif, só no meu estado mesmo(SP) que gostaria que eles estivessem nessa mesma situação(brincando). Mas eu ainda não desisti. Vou continuar fazendo minha campanha para Mercadante. 

 
 
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JB Costa

Minha cara Vera,

Entender o caso de São Paulo demanda uma tese de doutorado. Nada a ver, diga-se, com o direito e a capacidade dos paulistas escolherem seus governantes.

O que causa espécie é como um estado tão evoluído em todos os aspectos eleger certos políticos e conviver há quinze anos com um mesmo esquema de Poder.

Falam tanto das oligarquias aqui do Nordeste(já em vias de extinção) e não sentem aí o desgaste natural de um grupo hegemônico que, até prova em contrário, não mudou tanto assim a realidade de São Paulo como seus integrantes costumam alardear.

Quem se habilita a explicar para nós(com DADOS!) tal fenômeno? 

 
 
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Vera das Alterosas

Pois já eu, daqui das Alterosas, queria entender é outra coisa qeu realmente não entendo. Porquê os jornais batem tanto no governo e se alinha tanto com o PSDB? Passa pelo econômico? (quase tudo passa afinal). Foi verba de propaganda que diminuiu? Onde é que pega de verdade? E outra curiosidade que eu tenho que só jornalistas podem me contar: jornalistas precisam pagar conta como todos. E precisam emprego e, a maioria não tem como fazer seu próprio negócio. O jornalista, pessoa física, digo, a maioria, também acompanha em seu íntimo o que o seu veículo defende, ou não? Se fizesse uma pesquisa só entre jornalistas empregados na grande mídia, dava Serra ou dava Dilma?

 
 
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Gunter Zibell - SP

JB,

Existe essa sensação do PSDB ser hegemônico em SP em função de 3 coincidências:

- a contínua eleição de governadores (sendo que em 1998 o cenário era incerto, pois Covas arriscou não se reeleger, poderia ter ficado em 3º no 1º turno, e a vitória em relação a Maluf no 2º turno foi com apoio do PT/PDT)

- o decréscimo nos deputados de PT/PSB/PDT em SP no ano de 2006 (que não ocorreu no nível federal)

- o PSDB crescer muito na atração de eleitores de outros partidos mais conservadores do estado (como PP, PTB e PMDB, que enfrentam severo encolhimento.)

Se olharmos em uma perspectiva mais ampla de tempo veremos que há sempre crescimento no número de votos para governador do PT e uma tendência (destarte a interrupção de 2006) de crescimento dos votos para a oposição local em SP. (gráficos para os cargos legislativos)

 

Re: Estadão: da série "o empate é nosso"
Re: Estadão: da série "o empate é nosso"
 

Em 2012 pense, vote, faça um Brasil anti-homofóbico!

 
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Vera das Alterosas

Gunter, agora é minha vez de consultar seu caderninho. Eu vou sempre a São Paulo e acabo conversando com um, outro... Das últimas vezes fiz uma pesquisa entre os motoristas de taxi. Pensei: são gente simples, do povo, vamos ver o que dá. Não pode ter sido coincidência, eu conversei em três dias com mais de dez motoristas. Assim, como quem não quer nada, não deixando claro o que eu pensava, só ouvindo. Apenas um dizia não votar no PSDB, unzinho Gunter! Entre os outros, alguns disseram ter pavor do PT e não foram nem um pouco amistosos no discurso. O que aconteceO que houve aí? O PT nasceu em SP, porque é tão mal avaliado assim? Estes nomes que colocou, todos são conhecidos nacionalmente. Confesso que deles, o que mais gosto é de Erundina, que não está mais no PT. Pela Marta não tenho a menor simpatia. Dos outros pouco sei, exceto que acho Suplicy  uma figuraça. Há lideranças emergentes no PT aí? Sangue novo, gente despontando? Abraços.

 
 
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Alexandre Platon

  Xiii Vera, vc escolheu um dos setores profissionais mais "malufistas" aqui de SP para pesquisar...

 
 
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Gunter Zibell - SP

Oi Vera,

Faz muito tempo que não pego um taxi, mas os taxistas costumavam ser malufistas ou janistas, então a migração para o PSDB parece natural.

Eu não vejo lideranças despontando não. Não parece haver alguém por aqui equivalente a Jacques Wagner, Eduardo Campos, Paulo Hartung, Sergio Cabral, Beto Richa, etc. O Pallocci foi bem popular na região dele (Ribeirão Preto) e o Márcio França (PSB) é bastante falado. Então não estranho o Mercadante ser candidato. Quem mais seria?

Mas em SP parece que tudo que se refere a política ou estado é minimizado. Há décadas (não sei se por gestão GV ou militar) há relativamente menos unidades militares em relação a população que em outros estados. Nunca houve sedes de estatais ou de institutos federais como no RJ. O número de deputados federais é muito baixo em relação aos habitantes (apesar que recentemente passou-se de 60 para 70.) É o estado que recebe menos repasses federais como proporção do PIB (e proporcionalmente bem atrás do 2º, que não sei qual é), é o único estado onde quase metade dos alunos está em escola privada. E outras coisas diferentes, como ter universidades estaduais muito importantes ou rodovias privadas. Etc, etc. Parece que tudo conspira um pouco para esse sentimento de estar alheio à política ou ao governo do Brasil. Coisas como VASP ou Banespa vão se tornando lembranças apagadas.

É claro que no nível municipal, no interior do estado, não é assim, mas em uma cidade como S.P., com 11 milhões e poucos vereadores (uns 30?), e com tudo tão "iniciativa privada" acho que participação do Estado vemos só na polícia e nas escolas estaduais.

E muitas pessoas têm uma dificuldade inesperada de distinguir níveis de governo. Não atinam que existam responsabilidades estaduais ou municipais. Qualquer problema é vagamente atribuído ao "governo".

Quando trabalhava fora as pessoas não falavam de política. As eleições de 1989, 1994, 1998, 2002 passaram em brancas nuvens nos escritórios onde estive. Meus amigos não falam de política de jeito nenhum. Só falo sobre isso com os que conheci pelo blog mesmo.

Sabe que eu nunca conheci um político? Não consigo lembrar de nenhum, pelo menos. Tive uma colega de trabalho que conheceu o Mercadante, um tio que conheceu o dep. Cunha Bueno, fui aluno de um assessor atual do palácio dos Bandeirantes. E que eu saiba só, apenas coisas indiretas. Nem cabo eleitoral ou militante de nada eu conheço.

Eu conheço de passagem o Ronaldo Ésper, mas por ele ser cliente de onde eu trabalhava. E ele ainda não se elegeu.

 

 

Em 2012 pense, vote, faça um Brasil anti-homofóbico!

 
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JB Costa

Gunter,

Parabéns pelos gráficos ilustrativos. Você nos acode sempre nas horas do "vácuo empírico".

Bem, voltando a São Paulo, dou um depoimento pessoal: no auge da emigração nordestina para São Paulo(anos 60/70/80) derivada do boom econômico dessa unidade federativa, saíram do meu torrão natal(interior do Ceará) centenas de migrantes.

Conversando com alguns nos seus habituais retornos em datas especiais(natal, semana sata etc) observava, claramente, principalmente nos mais alfabetizados, um discurso absurdamente reacionário.

Passaram a exalar um aversão total a política e, mesmo sem nenhuma fundamentação ou razão prática, uma rejeição a tudo que ao menos cheirasse a esquerda. Abominavam, nesse sentido, algums práticas corriqueiras numa democracia, a exemplo das greves. Maluf, para muitos, era o máximo em termos de político pragmático.

Aonde quero chegar com isso? Exatamente na evidência de que o processo político paulista evolui de maneira diversa do resto do Brasil. Não esqueçamos que a imigração européia trouxe consigo a capaciade  laborativa e intelectual da burguesia, mas também influências do pensamento facista que se alastrou naquele continente nas décadas de vinte e trinta.

A burguesia industrial e urbana que se sobrepôs às velhas oligarquias agrárias, gerou certamente movimentos libertários nas artes e cultura em geral.  Entretanto, o mesmo não se deu no processo político.

De quem nos lembramos quando referenciamos os políticos de lá: Ademar de Barros, Jánio Quadros, Carvalho Pinto et caterva. Ah, mas o PT surgiu lá. Sim, mas minha visão particular é que o aparecimento do PT é a exceção que confirma a regra.

O imaginário de uma "ética do trabalho" a emular uma suposta ineficiência e preguiça do exercício da política parece permear o processo histórico paulista  a partir desse período de transformações econômicas e sociais.

 

 

 
 
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Carlos Renato

Gunter, fantástica sua percepção,

Olha, sou do PSOL e não do PT, mas nao podemos fechar nossos olhos e qualificar os 2 projetos como iguais. E apesar da esquerda nao ganhar eleiçoes estaduais por aqui e perder as duas ultimas municipais na capital, a soma dos candidatos de esquerda cresceu.

Portanto, seguiremos  em nossa luta para tirar O PSDB do comando do Estado

tenho fé que haverá segundo turno

 
 
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Luiz II

Pois eu sou paulista e viajo por todo o estado... em quase todo lugar, a percepção das pessoas é que o estado tem piorado cada vez mais... e ainda assim, o povo continua mantendo os tucanos no poder... é caso psiquiatrico mesmo...

 
 
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Aldo Cardoso

Caro JB Costa,

Não há tese que consiga entender São Paulo!

Mesmo que PHA, Nassif, Azenha e Edu Guimarães (com a ajuda do Professor Hariovaldo), ficassem reclusos uma semana para esse fim, não conseguiriam! Pega o que eles já falaram a respeito e a conclusão é uma só: não há nenhum pós-pós-pós no planeta que explique SP.

Da minha parte, já desisti

 
 
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Samir Resende

Meu Deus!

 

Aonde vai parar este país com esta imprensa???

 
 
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Remindo Sauim

Depois de desmentir o Ministério do Acarajé, o Estadão desmente os números de pesquisa favorável a Dilma. Deve ser interessante o editor dar as tintas a seus redatores, vamos lá pessoal, menos é mais, o cara tem que ser muito burro para assinar nosso jornal e nem vai notar estas pequenas adulterações.

 
 
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José Antonio Ramos

Além do furo apontado no post, acho importante ressaltar que nesta eleição o que mais vai mudar é a correlação de forças no Congresso, principalmente no Senado. Como no Senado a eleição é a cada 8 anos, a grande alteração na correlação de forças política dos últimos anos só deve se refletir a partir da eleição de 3 de outubro.

 
 
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Adhemar João da Silva

O Incrível Jornalismo de O Globo faz tabelinha com a obsessão da Folha por dossiês.

Manchete principal de O Globo de hoje, 02/08/2010

Mais um dossiê: PT x PT; filha de Mantega é acusada de tráfico de influência

BRASÍLIA - Um novo suposto dossiê, desta vez de petista contra petista, agita a campanha presidencial a pouco mais de duas semanas do início do horário eleitoral na TV, no próximo dia 17. Setores da oposição criticaram a descoberta de uma carta anônima que teria sido elaborada por setores do PT contra o próprio governo. O alvo seria o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e envolveu a disputa pelo comando da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil. As acusações foram publicadas em maio pelo jornal "Valor Econômico" e neste domingo pela "Folha de S.Paulo". ( Leia também: Pelo Twitter, Marina Mantega se defende )

Na carta, uma das filhas do ministro, a empresária, atriz e modelo Marina Mantega, é acusada de tráfico de influência junto ao vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, que era cotado para assumir a presidência da Previ. O texto, de uma folha, virou um dossiê contra Mantega, que apoiava a indicação de Cafarelli.

O presidente nacional do PSDB, o senador Sérgio Guerra (PE), teme que uma onda de dossiês contamine ainda mais a disputa eleitoral. Para o tucano, os petistas têm verdadeira obsessão e compulsão por dossiês.

" Eles são viciados em dossiês, é uma questão obsessiva e compulsiva do PT e do governo "

- Eles são viciados em dossiês, é uma questão obsessiva e compulsiva do PT e do governo. Os petistas são cheios de hábitos estranhos - disse Guerra, que também é coordenador da campanha presidencial de José Serra (PSDB).

Guerra teme novo dossiê contra Serra 

O tucano disse que teme uma possível nova investida contra a candidatura de Serra. Há quase dois meses, o PSDB descobriu que um documento com dados sigilosos do Imposto de Renda do vice-presidente do partido, Eduardo Jorge, estaria em poder da equipe de campanha da petista Dilma Rousseff.

" Isso não é dossiê. É uma carta anônima e sem sustentação "

- Se eles fazem até contra eles, imaginem o que pode fazer contra nós - disse Guerra.

O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, desqualificou o suposto dossiê:

- Isso não é dossiê. É uma carta anônima e sem sustentação.

Dutra disse que a notícia sobre a existência da "carta" é "assunto velho".

Caffarelli esteve com Marina Mantega por três vezes, na sede do banco, em São Paulo, segundo reportagem da "Folha de S.Paulo". Os dois teriam se conhecido quando Marina, economista de formação, trabalhava no banco Pine. Ela conversou com Caffarelli para pedir informações, como linhas de exportação, mas em uma das ocasiões questionou sobre a dívida de uma empresa. A reportagem da "Folha" cita que seria a Gradiente, empresa da qual seu namorado Ricardo Staub é sócio. Caffarelli não teria nem olhado os dados solicitados.

Em uma das cartas anônimas, há o argumento de que, caso o "tucano" Caffarelli assumisse a Previ, a campanha de Dilma Rousseff (PT) poderia ser prejudicada.

Diretamente ligado a uma ala que tentou assumir o comando da Previ, o deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-presidente do PT, divulgou em seu twitter ter sugerido ao ministro da Fazenda uma investigação a respeito dessa carta. Berzoini diz que recomendou "a abertura de uma sindicância interna".

Berzoini tentou emplacar um nome, o do diretor de Participações da Previ, Joílson Ferreira, mas foi preterido. Também estava na disputa o vice-presidente de Negócios Internacionais e Atacado, Allan Toledo. Cafarelli também ficou de fora.

" O PT não mede as consequências para atingir seus objetivos "

O cargo foi preenchido pelo vice-presidente de Crédito do Banco do Brasil, Ricardo Flores, escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para se ter uma ideia do que estava em jogo, a Previ foi criada em 1904 e é o maior fundo de pensão do país em patrimônio, avaliado em torno de R$ 140 bilhões.

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) também criticou o dossiê:

- É mais um péssimo exemplo para o país. O PT não mede as consequências para atingir seus objetivos.

Em Curitiba, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, procurou minimizar os efeitos da denúncia.

- É mentira, com certeza. Eu não li, mas é mentira.

Dentro do governo é dado como certo que a autoria das cartas trazendo "denúncias" contra Caffarelli partiu de lideranças do Sindicado dos Bancários de São Paulo, onde Berzoini tem força política. O deputado saiu em defesa de dois petistas apontados como suspeitos de responsáveis pelo dossiê, o diretor da Brasilveículos, ligada ao BB, e José Luís Salinas, ex-vice-presidente do banco.

- Conheço os 'suspeitos' há tempo suficiente para não acreditar que pudessem recorrer ao mais covarde dos instrumentos para atingir supostos objetivos políticos. Tratam-se de profissionais concursados do BB, que exercem altas funções no banco há bastante tempo, sempre elogiados por suas atuações - escreveu ele.

Procurado neste domingo, Caffarelli preferiu não comentar o assunto. O Palácio do Planalto e o Banco do Brasil também silenciaram sobre o tema. A assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda foi procurada, mas não atendeu às ligações do GLOBO.

 

 
 
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Caesarea

E vc Nassif, ainda diz que é o jornal mais sério do País...como pode ser isento tendo o FHC como controlador?

 
 
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Carlos Henrique Machado

Ontem, no programa Canal Livre, Demétrio Magnoli, o sociólogo do Instituto Millenium, insistiu no pensamento único, o mesmo que a mídia utiliza para definir Dilma e Serra. Magnoli, além de tentar garantir uma polarização, insistiu no bordão que, de um lado existia a candidata do Presidente, sem citar o nome de Dilma e, do outro, promoveu indiscrimidamente o nome de Serra para potencializar a jogada que anda na praça da mídia. Magnoli, que parecia mais um desses Montenegros, tratou de "analisar" o debate que está por vir, manquejando na hora de citar o nome dos dois principais candidatos e, de forma planejada, só citou o nome de Dilma uma vez somente para associá-la à Collor. É este o patrimônio político de Serra que vem de determinados "intelectuais" que, através de intercâmbios, estão ligados ao umbigo da grande mídia. É um jogo rasteiro e pouco profissional de critérios grosseiros, mas é dessa coriografia que Serra quer se fazer valer de gestor legítimo para assumir o comando do país nos próximos quatro anos.

Impressiona que essa característica de Serra vem se alargando. Ele, cada vez mais encolhido na sua formidável falta de originalidade, quando quis bancar o cientificamente perfeito, não trouxe uma análise sequer fora do caráter heróico de um gestor de audição e nenhuma proposta que dê um mínimo de elemento para uma discussão.

Serra depende cem por cento de outras bocas para ser identificado como um candidato. Todas as vezes em que tenta exibir suas plataformas, o público ou o eleitor se assustam com o nível de desinformação e resgate do discurso udenista.

Não sei como Serra vai garantir a sua imagem vendo a sua candidatura derreter ao sol do meio-dia. Sem bases sociais, sem provar que em seu governo em São Paulo implementou ações e planos que apontassem para o desenvolvimento, Serra só tem uma saída, a de insistir na sua metodologia de tentar escandalizar a campanha de Dilma. Incrivelmente, Serra tem se apresentado como um candidato infinitamente menos preparado, até mesmo, que Alckimin na última eleição para a presidência. A meu ver, esta é a grande novidade desta eleição, um Serra pior do que o pior.

 
 
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Caesarea

Pior é ver a Band fazer um programa inteiro com esse mongolóide!!! chega de canal livre!!!

 
 
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Juliano Santos

É pior do que "o empate é nosso". No caso é "o empate técnico é nosso". Dentro dessa lógica, teríamos uma situação realmente de nonsense. Se os advesários usarem esse mesmo raciocínio , eles tambem lideram nos estados onde o PSDB lidera! Ou seja, todos lideram, e ninguém é liderado.

Levando-se até o fim essa curiosa lógica, ambos serão eleitos. Então haverá , por exemlpo,  uma Rondônia governada pelo PSDB e uma Rondônia governada pelo PMDB.

O pessoal do Monty Pyton está trabalhando no Estadão? 

 

Juliano Santos

 
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Quanto Tempo Dura

Olha só isso

A Agência Estado distribuiu a nota aos seus clientes omitindo os nomes dos estados e os números para evitar assumir que a manchete é falsa

Cita ´´cinco estados´´ mas não fala quais são, nem quais os números dos empates técnicos.

http://noticias.r7.com/brasil/noticias/psdb-lidera-cinco-disputas-nos-estados-e-o-pmdb-quatro-20100802.html

Quem tem parceria com a Agência Estado está comprando notícia falsa...

 
 
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anonimo

Comentaristas, cliquem no link para confirmarem o absurdo. É muito mais grave que a matéria do Estadão.

 
 
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z.e.h.

Como diria o filosofo: " o empate é um bom resultado"

 
 
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Brieba

hahahahahahahhaa, essa aí é pra competir com o Onion News!

 
 

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