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Especial CAPS: a integração com o SUSEnviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 11:08ESPECIAL CAPS - parte II - Integração com o SUS - entrevista com Wilma Mascarenhas, psicóloga do CAPS-Belford Roxo e representante do Movimento Antimanicomial Por Bruno de Pierro, no Brasilianas.org Quando se pensa em políticas saúde mental no Brasil, não se pode esquecer que elas estão atreladas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao processo de descentralização que o acompanha. Se o paciente de algum Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) passa por uma crise momentânea em sua casa, caso não haja uma ambulância disponível para levá-lo até o centro, ou um profissional disponível que possa buscá-lo, certamente será registrada uma desassistência. Mais por falhas do sistema de saúde do que pelos conceitos do CAPS em si. Por exemplo, um paciente está no hospital psiquiátrico do município X. Em determinado momento, seu leito é extinto – por conta do novo modelo de atendimento – e ele tem que ser transferido para uma Residência Terapêutica, que fica no município vizinho, o Y. O recurso federal que era aplicado no Fundo Municipal de Saúde do município X para ser usado naquele leito, a princípio, deve migrar para o Fundo Municipal de Saúde do município Y, para continuar sendo usado pelo mesmo paciente. Mas o dinheiro tem se perdido, pois ao cair no fundo municipal, ele vai para a saúde como um todo. Não há uma rubrica específica para a saúde mental. Essas situações, evidentemente, não fazem parte da realidade de todos os 1650 CAPS do país. Por se tratar de uma gestão descentralizada, sob responsabilidade do município, cada unidade possui características singulares. Mas há aspectos comuns a todos os CAPS, e são eles que a reportagem do Brasilianas.org tenta levantar nesta semana. Neste segundo texto, conversamos com a psicóloga Wilma Mascarenhas, que atualmente trabalha em um CAPS em Belford Roxo, Rio de Janeiro. Wilma é representante do Movimento Antimanicomial e do Grupo Tortura Nunca Mais. Já passou pela gestão pública municipal e pelo Ambulatório do instituto Nise da Silveira. Acompanhe os principais momentos da conversa, na qual ela fala do cotidiano de um CAPS. No artigo de amanhã, o relato de Marília Capponi, coordenadora do CAPS-Embu das Artes e de Pedro, coordenador do CAPS-Aricanduva, cuja gestão é feita por uma Organização Social (OS). Leia também: ESPECIAL CAPS - parte I: A reforma psiquiátrica e a consolidação dos CAPS "CAPS desestruturou alta complexidade na saúde mental", diz psiquiatra
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Comentários + votados
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Cláudio José
31/01/2012 - 15:11
O governo tem que ter uma atenção maior nesse setor, pois a familia sofre o paciente sofre, e não é justo que essas pessoas não tenham uma atendimanto digno! Com certeza, nesse jogo de empurra quando...
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O governo tem que ter uma atenção maior nesse setor, pois a familia sofre o paciente sofre, e não é justo que essas pessoas não tenham uma atendimanto digno! Com certeza, nesse jogo de empurra quando será que teremos um país mais justo e humano.
quero morrer nao aguento mais essa situaçao
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