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ESPECIAL CAPS: A experiência de São Bernardo do CampoEnviado por luisnassif, qui, 02/02/2012 - 16:51ESPECIAL CAPS - parte IV - A experiência de São Bernardo do Campo com a saúde mental Em entrevista, Arthur Chioro, secretário de Saúde do município, conta como está sendo estruturada a rede de saúde mental e como São Bernardo se tornou referência no país Por Bruno de Pierro, no Brasilianas.org A cidade de São Bernardo do Campo, na região da Grande São Paulo, encontra-se em fase avançada de construção da rede de atendimento para a saúde mental. Provas disso são a inauguração de mais uma República Terapêutica, a conclusão de mais dois Centros de Atenção Psicossocial este ano, e a aprovação para a construção de mais dois, em 2013. No total, serão cinco CAPS funcionando em todas as regiões do município, para atender à demanda dos cerca de 4.500 pacientes. A pressa se explica: para que o único hospital psiquiátrico que existe em São Bernardo seja desativado de vez, ainda é preciso fechar 120 dos 380 leitos do prédio. Fora isso, ainda há a chegada de pessoas que fugiram da Cracolândia, região central de São Paulo, depois que a ação de repressão foi instalada no começo de janeiro.
Leia também: ESPECIAL CAPS - parte I: A reforma psiquiátrica e a consolidação dos CAPS ESPECIAL CAPS - parte II - Integração com o SUS ESPECIAL CAPS - parte III - A experiência do CAPS-Álcool e Drogas em Embu das Artes "CAPS desestruturou alta complexidade na saúde mental", diz psiquiatra
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Comentários + votados
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Cláudio José
02/02/2012 - 17:21
Nassif parabéns pela série especial. No Brasil existe inúmeras familias que sofrem com esse enorme problema e o bom debate faz surgir um luz no fim do túnel! Acho que um modelo misto seria bom, pois...
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Raí
02/02/2012 - 17:23
Descontadas as diferenças orçamentárias( o orçamento para a área de saúde, da Pref. de S.B.do Campo é 25 x menor que a de São Paulo-capital) alguem teria percebido, alguma diferença, entre o que...
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José Antônio Araújo
02/02/2012 - 17:57
Caro Bruno:
Destaco o parágrafo final do ítem A rede de saúde mental
"Outro dispositivo da rede é o Consultório de Rua, formado por equipes da Saúde da Família e baseado na redução de danos,...
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Bruno de Pierro
02/02/2012 - 23:11
Estamos discutindo gestão pública, independente do governo.
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Fabio SP
02/02/2012 - 18:57
Não é um pouco cedo para começar a campanha de Luiz Marinho para governador?
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Nassif parabéns pela série especial. No Brasil existe inúmeras familias que sofrem com esse enorme problema e o bom debate faz surgir um luz no fim do túnel! Acho que um modelo misto seria bom, pois tem casos que infelizmente a familia não suporta mais o doente e precisa de um descanço, e no campo privado tem clinicas que oferecem um bom tratamento que poderia ser copiado pelo governo federal.
Descontadas as diferenças orçamentárias( o orçamento para a área de saúde, da Pref. de S.B.do Campo é 25 x menor que a de São Paulo-capital) alguem teria percebido, alguma diferença, entre o que faz o governo municipal das duas cidades ?
Isso chama-se administração voltada para o povo, que afinal, foi quem determinou como gastar o orçamento do município, bem ao contrário de São Paulo, que quem controla o orçamento, são as grandes incorporadoras e empreiteiras, e os caciques PSDBistas e Kassabistas, encastelados em Higienópolis.
Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.
Caro Bruno:
Destaco o parágrafo final do ítem A rede de saúde mental
"Outro dispositivo da rede é o Consultório de Rua, formado por equipes da Saúde da Família e baseado na redução de danos, fundamental para o primeiro contato com os usuários de drogas que estão na rua."
Em 19.01.2012, eu postei o seguinte comentário a respeito da entrevista que você havia feito.
19/01/2012 - 19:19Post do blogConteúdo relacionado:"CAPS desestruturou alta complexidade na saúde mental"Título do comentário:Re: CAPS desestruturou alta complexidade na saúde mental
Pois é... O Bruno deveria ir mais piano, molto pianissimo. Não é a primeira vez que ele pisa na bola... Os CAPS podem e devem ser aprimorados, como qualquer idéia inovadora, mas vieram para ficar. Os hospitais psiquiátricos eram caóticos e permitiam todo tipo de perversão humana, onde por trás de uma cortina "científica", escondiam-se os profissionais hipócritas e perversos. Aliás, uma sugestão que me permito dar ao Pietro: porque você não faz uma reportagem mais investigativa e profunda sobre os CAPS-AD, aproveitando o momento da repressão policial na Cracolândia? E sobre os Consultórios de Rua? E sobre a política de Redução de Danos?
Faço minhas as palavras do Martinho:
"Pergunto: e os Centros de Convivência? e as Equipes de Consultório de Rua? e as Residências Terapêuticas? e os Serviços Hospitalres especializados? e as enfermarias especializadas em Hospitais Gerais?. Todos com financiamento federal diferenciado. Nada disso conta?"
Falar em filmes, quem não se lembra do "Um Estranho no Ninho" com Jack Nicholson???
Bruno:
Volto a lhe sugerir que faça uma matéria mais profunda sobre Consultórios de Rua e Redução de Danos(é em maiúsculo mesmo!!!). O secretário Arthur Chioro, me parece, está perfeitamente habilitado a falar sobre isso. Parabéns ao mesmo pelo belíssimo trabalho que vem fazendo a favor da reforma psiquiátrica e a você Bruno pela escolha que fez do entrevistado.
José Antônio
Não é um pouco cedo para começar a campanha de Luiz Marinho para governador?
Estamos discutindo gestão pública, independente do governo.
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