O livro Arte de furtar foi concluído em 1656. Atribuído ao Padre Antônio Vieira (mais tarde essa autoria seria contestada), o documento era endereçado ao rei de Portugal, Dom João IV, um dos primeiros representantes da Casa de Bragança. Com o intuito de alertá-lo sobre os malfeitos de seus súditos no além-mar, a obra lista as diversas maneiras encontradas pelos representantes da coroa portuguesa para desviar dinheiro público na colônia. Uma breve passeada pelos títulos de alguns de seus 70 capítulos mostra como a “arte” já se manifestava e se aperfeiçoava no Brasil do século XVII: “Dos que furtam com unhas invisíveis”, “Dos que furtam com unhas toleradas”, “Dos que furtam com unhas vagarosas”, “Dos que furtam com unhas alugadas”, “Dos que furtam com unhas pacíficas” e até “Dos que furtam com unhas amorosas” são alguns deles.
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Elemento essencial pra essa praga que é a corrupção são os servidores comissionados, nomeados sem concurso pelos políticos. Eles operacionalizam ou ajudam a operacionalizar 99% dessas falcatruas descritas. O dia em que proibirem isso, ou vetarem servidores comissionados nos cargos de gestão, a corrupção vai cair drasticamente.
Venha para o PET - Programa de Erradicação dos Trolls. Não alimente os trolls no blog!
Por falar em desvios de recursos no Brasil lembrei do livro do Amaury, a Privataria tucana. E cadê a CPI ? Estranho que na matéria não aparece.
E por falar em tucano, foi descoberto no lixo da editora uma modalidade que o editor retirou da matéria e se recusou a publicar, por que será?
Quando o sorvete acaba não adianta raspar o pote.
Apesar de ambos estarem sujeitos a 8112, o servidor efetivo tem mais compromisso com a instituição, pelo menos aqui no ministério é assim.
Alan, boa tarde
Discordo de você quando afirma que são os cargos comissinados os responsáveis pela corrupção. Nas repartições públicas principalmente municipais a corrupção praticada também pelos cargos de carreira de várias maneiras, pois geralmente nas seções de licitação, compras, teouraria e pessoal, esses servidores de carreira conseguem deviar grande quantidade de recursos, além quando são pegos ficam afastados do "serviço" recebendo integralmente, já que não é simples e fácil demitir um funcionário público concursado ( pode demorar anos até que a justiça de ganho de causa a repartição pública), já os comissionados externos podem ser demitidos imediatamente e não recebem nenhuma indenização.
Cadê o furto por meio de aquisição de livros e cartilhas de editoras parceiras.
E o furto por meio de "compra de horário na grade da emissora", emissoras parceiras é claro.
Boa, engraçado como se esquecem de alguns meios, não ?
@DanielQuireza
A matéria ou é muito fútil ou teve propósitos meramente político ao abordar apenas a corrupção pública, sem fazer menção à corrupção privada, e ainda assim, cita apenas algumas modalidades de corrupção pública.
Outra falha é que a corrupção nos dias de hoje não pode ser abordada separadamente daquilo que está definido por crimes organizados e crimes corporativos. Nesses tempos, quase sempre, a corrupção pública se encontra inserida dentro dos desses modelos de crime que são bem mais amplos.
Estarei, também, acrescentando outros artigos para enriquecer os debates.
Assis Ribeiro
Exatamente, não se fala na corrupação privada, todas as modalidades apresentadas são dinheiro de pinga se comparadas com as modalidades de corrupação que realmente interessam. Por que não se coloca entre as modalidades de corrupção aquelas em que há desvios de recursos públicos, contudo é feito por grandes empresas privadas, a exemplo das renúncias fiscais, ou os superfaturamentos de medicamentos excepcionais fabricados por grandes laboratórios internacionais, ou ainda as "insuspeitas" concessões feitas à mineradoras pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), nas quais empresas controladas pelo Sr. Daniel Dantas possuem pedidos de concessão de lavra em análise e(ou) aprovadas com áreas maior que as da Vale (2ª Mineradora).
Poderia continuar citando várias outras modalidades , mas que a onda moralista que instalou no PIG não tem o mínimo interesse em apurar, denunciar e informar seus leitores tão ávidos por informação.
Att.
Você também esta querendo demais, né....... KKKKKKKKKKKKKK..............
Achar que a Época, um dos cavalos de batalha do PIG denuncie a si mesma... Que nós conte como o PIG pratica corrupção e quais são elas e demais, não acha? E que ainda ensine aos manipulados o caminho das pedras para repelí-los definitivamente, colocando seu patrões (senhores de engenho, capôs), os empresários e os politicos corruptos (aqueles do PSDB, DEM, PPS) com quem trocam favores politicos e finaceiros (ilicitos) na cadeia, e ainda lhes tirem suas concessões... SERIA O MÁXIMO, A LIBERTAÇÃO DO BRASIL (DE FATO)... Mas quem sabe uma dia!
Assis, notou que nos "organogramas" e fotos ilustrativas só aparecem as denúncias contra o PT e aliados; é como se no Brasil só o PT-PMDB-PSD-PDT e demais partidos que apoiam Dilma-Lula tenham ladrões. Já disse aqui e repito: a Época é tão somente uma maneira mais elaborada de dar "credibilidade" ao JN, Fantástico e afins, uma maneira mais sofisticada de escrever tudo que sai em O Globo.
Não tem exemplo de corrupção de políticos do DEMo e do PSDB porque só tem gente honesta lá.
A velha mídia usa qual(quais) desta(s) modalidade(s)?
Furto através de venda de assinaturas de publicações sem licitação.
Tradução do Professor Damásio de Jesus.
INTRODUÇÃO
A corrupção é, sem dúvida, um dos delitos mais característicos do mundo globalizado. Por isso, não é de estranhar-se que os órgãos supranacionais tenham criado nos últimos tempos diversos instrumentos com a finalidade de estabelecer estratégias comuns. No âmbito europeu, destacam-se as diversas iniciativas da União Européia (UE) e o Convênio do Conselho da Europa Contra a Corrupção de 27.1.1999, e, dentre elas, a partir da ótica do Direito espanhol, surpreende singularmente a formulação de um delito de corrupção no setor privado, figura delitiva que o legislador espanhol está obrigado a introduzir em nosso ordenamento, pois, ainda que não tenhamos aderido ao Convênio do Conselho da Europa, a Ação Comum da UE impunha a inclusão dessa figura delitiva antes de terminado o ano de 2000 [1].
...
http://jus.com.br/revista/texto/4608/a-corrupcao-no-setor-privado
Assis Ribeiro
esse papo de corrupção está enchendo o saco aqui em sp a ESPN /ESTADÃO de meia em meia hora coloca um depoimento no ar,acho que querem formatar o golpe da mesma forma que em 64,até nas padarias na hora de tomar café ,com a última denuncia na tv as pessoas se manifestam que se tirem essa gente do PT do poder.
quer um conselho? mude de padaria, pois São Paulo não é ex.para o Brasil ,em termos de combate à corrupçao.
Faltou a modalidade dos que mandam fazer assinaturas de revistas e jornais para milhares de professores, por exemplo.
faltou uns. como, por exemplo, o governo dividir uma empresa estatal, vender (a preços defasados) a parte lucrativa e ficar com a outra. ou nao divide a empresa e somente vende a preços abaixo do real valor. entao o empresario repassa parte do seu lucro astronomco a politicos e agentes da justiça envolvidos.
Outro modo é alguem entrar com um processo milionario contra algum orgao publico e, com a interferencia de alguem do judiciario ou da procuradoria, o orgao publico perde na justiça. resta ao estado pagar a indenizacao. recentemente foi noticiado que um ex-servidora do inss de manaus entrou com uma acao de 30milhoes contra o governo e ganhou pq o estado "esqueceu" de recorrer da decisao na justica. detalhe: o Procurador geral do e stado é marido da mulher que levou a bolada.
"O mundo está se afogando em fraude corporativa, e os problemas provavelmente são maiores nos países ricos – aqueles com suposta “boa governança”.
Os governos de países pobres provavelmente aceitam mais subornos e cometem mais crimes, mas são os países ricos que detêm as companhias globais que executam as maiores infrações. O dinheiro fala todas as línguas, e está corrompendo a política e mercados por todo o mundo.
Quase todo dia, há uma nova história sobre algum ato ilícito. Todas as empresas de Wall Street pagaram multas volumosas na década passada por contabilidade falsa, informação privilegiada, fraude de títulos, esquemas Ponzi, ou por simples desfalque de seus diretores. Um grande círculo de informação privilegiada está em julgamento em Nova York, envolvendo figuras influentes da indústria financeira. O que vem em seguida é uma série de multas pagas pelos maiores bancos de investimento dos Estados Unidos para retirar acusações de numerosas envolvendo títulos imobiliários.
Porém, poucos são responsabilizados. Dois anos após a maior crise financeira da história, fomentada pelo comportamento inescrupuloso dos maiores bancos de Wall Street, nem um único líder financeiro foi preso. Quando empresas são multadas por conduta ilegal, seus acionistas, não seus diretores gerentes, pagam o preço. As multas sempre representam uma pequena fração dos ganhos ilícitos. Para Wall Street, isso significa que práticas corruptas têm altos índices de retorno. Ainda hoje, o lobby dos bancos ignora totalmente políticos e órgãos reguladores.
A corrupção recompensa a política estadunidense, também. O atual governador do estado da Flórida, Rick Scott, era o presidente de uma grande companhia de assistência médica conhecida como Columbia/HCA. A empresa foi acusada de fraudar o governo americano com superfaturamento nos reembolsos, e acabou admitindo culpa por 14 delitos, pagando multa de US$1,7 bilhão.
Uma investigação feita pelo FBI obrigou Scott a deixar seu cargo. Porém, uma década após a admissão de culpa por parte da empresa, Scott está de volta, desta vez como um republicano defensor do ‘mercado livre’.
Quando Barack Obama quis alguém que ajudasse com o resgate financeiro da indústria automobilística estadunidense, ele procurou por um especialista de Wall Street, Steven Rattner, apesar de Obama saber que Rattner estava sob investigação por distribuir propinas a funcionários do governo. Depois que Rattner terminou seu trabalho na Casa Branca, seu caso foi resolvido com uma multa de alguns milhões de dólares.
Porém, por que parar nos governadores ou conselheiros da presidência? O ex-vice-presidente chegou na Casa Branca após ter ocupado o posto de diretor-executivo da Halliburton. No período que trabalhou na Halliburton, a empresa envolveu-se com suborno ilegal de oficiais nigerianos a fim de facilitar seu acesso aos campos de petróleo do país – um acesso que representava bilhões de dólares. Quando o governo da Nigéria acusou a Halliburton de suborno, a empresa fez um acordo fora dos tribunais, e pagou uma multa de US$ 35 milhões. É claro que não houve qualquer tipo de consequência para Cheney. A imprensa estadunidense mal propagou a notícia.
A impunidade está espalhada – de fato, a maioria dos crimes corporativos passa despercebida. Os poucos que são percebidos terminam, tipicamente, com uma reprimenda, com a empresa – no caso, seus acionistas – recebendo uma multa leve. Os verdadeiros culpados no topo dessas empresas raramente têm de se preocupar. Mesmo quando as companhias pagam multas pesadas, seus diretores permanecem no cargo. Os acionistas estão tão dispersos e tão sem poderes que eles exercem pouco controle sobre a administração.
A explosão da corrupção – nos Estados Unidos, Europa, China, Índia, África, Brasil e mais – levanta uma série de questões desafiadoras sobre suas causas, e sobre como controlá-la agora que esta atingiu proporções epidêmicas.
A corrupção corporativa está fora de controle por duas razões principais. Primeiro, as grandes empresas são agora multinacionais, enquanto que governos permanecem nacionais. Grandes empresas são tão poderosas financeiramente que os governos têm medo de encará-las.
Em segundo lugar, empresas são as maiores financiadoras de campanhas políticas em lugares como os Estados Unidos, onde os próprios políticos são, frequentemente, donos, ou pelo menos beneficiários silenciosos de lucros corporativos. Aproximadamente metade dos congressistas americanos são milionários, e muitos possuem laços estreitos com empresas mesmo antes de chegarem ao Congresso.
Como resultado, os políticos frequentemente olham para o outro lado quando as empresas passam dos limites. Mesmo que os governos tentassem fazer a lei valer, as companhias têm exércitos de advogados para ajudá-las a vencer. O resultado disso é uma cultura de impunidade, baseada na expectativa comprovada de que o crime corporativo compensa.
Dadas as estreitas conexões de riqueza e poder com a lei, tomar as rédeas dos crimes corporativos será uma luta enorme. Felizmente, o fluxo rápido e difundido de informação de hoje em dia pode agir como uma espécie de impedimento ou desinfecção. A corrupção prospera no escuro, porém, mais do que nunca, a informação vem à tona por via de emails e blogs, bem como Facebook, Twitter e outras redes sociais.
Também iremos precisar de um novo tipo de político que lidere um novo tipo de campanha política, baseada mais em mídia online gratuita do que em mídia paga. Quando os políticos se emanciparem das doações corporativas, irão recuperar a habilidade de controlar abusos corporativos.
Além disso, precisaremos iluminar os recônditos escuros das finança internacional, especialmente em paraísos fiscais como as ilhas Cayman e osecretos bancos suíços. Evasão de impostos, propinas, pagamentos ilícitos, subornos e outras transações ilegais facilitadas por esse sistema escondido são tão vastos agora que ameaçam a legitimidade da economia global, especialmente em tempos inéditos de desigualdade de renda e enormes déficits orçamentários, devido à inabilidade política e – às vezes até mesmo operacional – dos governos em impor impostos à riqueza.
Portanto, da próxima vez que você ouvir sobre um escândalo de corrupção na África, ou em alguma outra região pobre, pergunte a si mesmo onde isto começou e quem está cometendo o crime. Nem os EUA, tampouco outro país de economia “desenvolvida”, deve culpar países pobres, pois geralmente são as multinacionais mais poderosas que criaram o problema."
Jeffrey Sachs*
Assis Ribeiro
sexta-feira, 17 de julho de 2009
AS DENÚNCIAS DA CORRUPÇÃO PRIVADA NÃO SÃO TÃO SISTEMÁTICAS QUANTO AS QUE ENVOLVEM OS POLÍTICOS E OS GOVERNOS.
A EMPRESÁRIA, JÁ APELIDADA DE TÃNIA BILHÕES,
NÃO FUGIU, FOI TIRAR FÉRIAS NA FRANÇA. TÁ, NÉ!!!
"Procurada por meio de sua assessoria, a empresária Tania Bulhões,
que passa férias na França, não comentou o caso."
Investigação aponta elo entre
casos Daslu e Tania Bulhões
Uma mesma trading, a By Brasil, fez importações
para as duas lojas de artigos de luxo
By Brasil importava mercadorias com preços subfaturados
em até 70% para as duas lojas, sem identificar compradores
fsp
As investigações da Receita Federal, do Ministério Público Federal de São Paulo e da Polícia Federal apontam um elo entre os casos Daslu e Tania Bulhões, duas das maiores lojas de artigos de luxo do país, que foram alvo de fiscalização por suspeita de importação irregular: a importadora By Brasil, que trazia produtos do exterior para as duas lojas com preços subfaturados em até 70%.
Tanto para a Daslu como para a Tania Bulhões, a By Brasil comprava mercadorias no exterior sem identificar quem eram os reais importadores. Essa prática, segundo fiscais, contraria instrução normativa n.º 225 da Receita Federal, de outubro de 2002, que determina que o verdadeiro importador seja identificado nos documentos de importação.
Após a Operação Narciso, realizada em julho de 2005 na butique Daslu, a importadora By Brasil parou de operar, e sua situação cadastral foi considerada inapta na Receita Federal. Christian Polo, dono da importadora By Brasil, foi um dos sete condenados pela Justiça Federal no caso Daslu por formação de quadrilha, descaminho (importação de mercadoria estrangeira sem passar pela alfândega) e falsidade ideológica.
Também foram condenados a dona da Daslu, Eliana Tranchesi, seu irmão Antonio Carlos Piva de Albuquerque e quatro donos de importadoras. Os réus negam as acusações e recorrem em liberdade.
Durante as investigações que resultaram na Operação Porto Europa, foram encontradas notas fiscais de 2004 a 2006 em nome da By Brasil para duas exportadoras (Eurosete International e All Trade Logistics), sediadas em Miami, que são identificadas no suposto esquema de importação irregular para a loja Tania Bulhões.
Essas duas empresas, administradas por Marcio Campo Gonçalves, simulavam a compra de produtos de fornecedores europeus e a venda dessas mercadorias para o Brasil.
Na mira
A principal importadora para a loja da empresária Tania Bulhões era a Vila Porto, localizada em Vila Velha (ES), segundo apontam as investigações.
A empresa é um das 20 maiores do Espírito Santo e atua desde 2004 com comércio exterior, em serviços de consultoria e logística na área de despacho aduaneiro. "Estamos preparados para atender as necessidades (...) de quem busca mercadorias de origem estrangeira para comercialização no Brasil", diz o site da empresa.
Até 2006, a Vila Porto importava para a loja Tania Bulhões sem informar nas declarações de importação que a loja era a real importadora de suas mercadorias. Essa importação é chamada "por conta e ordem de terceiros" -quando é especificado o nome do real importador, ele fica responsável pelo pagamentos de impostos.
A sonegação fiscal ocorre quando o nome do verdadeiro importador é ocultado para driblar o pagamento de impostos, como foi identificado nas investigações que resultaram na Operação Porto Europa.
O que aconteceu na Daslu há quatro anos foi decisivo para que a loja Tania Bulhões regularizasse sua importação, segundo fiscais. A partir de 2007, a loja passou a informar seu nome nas declarações de importação. Esse foi um dos motivos, segundo a Folha apurou, para que não fosse pedida a prisão de Tania Bulhões.
Além da By Brasil e da Vila Porto, as importações para a loja Tania Bulhões também eram feitas pelas tradings Socinter e JA Brazil Export Comercial. As operações por essas duas tradings eram feitas em menor escala, mas também ocultavam o nome da real importadora: Tania Bulhões.
http://blogdoaltamiro.blogspot.com/2009/07/as-denuncias-da-corrupcao-pri...
Assis Ribeiro
Uma modalidade de roubo muito utilizada por ONGS é receber dinheiro público para determinado serviço e não executá-lo. Segundo denúncias isso teria ocorrido, com frequência, no Ministério dos Transportes. Não foi isso mesmo Fundação Roberto Marinho?
seria muito fácil eles obterem um indice de corrupção , a é poca como parte das organizações globo ,poderia fazer uma ánalise das ongs da globo que desviaram recursos públicos sem reaçizar cursos para apoio ao turismo ,, MAS ELES PREFEREM ESCONDER O QUE PODE SER APURAR , PARA CHANTAGEAR , EXTORQUIR . E ESTE É O VERDADEIRO PAPAEL DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO.
Prezado Nassif
E viva o CNJ! (espera-se!) .Mas o comentarista Alan Souza apontou o fator principal , na estrutura Administrativa Brasileira !-Parabéns pela Lucidez !.
Outro fator é a impunidade no Judiciário (e nas Policias !). Por exemplo, a pena máxima aplicada a um Juíz por desvio de conduta é a aposentadoria compulsória !. certamente uma Bofetada na cara dos cidadãos de bem desta Nação , candidata a ser a China do Ocidente .
ORA POR QUE O CNJ NÃO INTRODUZ PUNIÇÕES ATRAVÉS DE APOSENTADORIAS COMPULSÓRIAS , MAS COM OS RENDIMENTOS REDUZIDOS E PROPORCIONAIS A GRAVIDADE DOS DELITOS COMETIDOS ?. DESCONTOS DE 50%, 70% NOS PROVENTOS TOTAIS DAQUELES AGENTES DO JUDICIARIO JULGADOS POR DELITO DE CONDUTA SERIAM UM PODEROSO FATOR DE INIBIÇÃO , ALÉM DA CASSAÇÃO PELA OAB DO DIREITO DE ADVOGAR !. ALÉM DE MULTAS COMPATÍVEIS COM O PATRIMÔNIO DO "CONDENADO".
carlsagan
A matéria é extensa demais, confesso que não li, a exemplo do livro, de que li metade (se não me angano a outra metade é só um panfleto nacionalista sobre o roubo de Portugal pela coroa espanhola, e um chamado à independ~encia), e nele há, realmente, todo tipo de modalidade de roubo desde então perpetrado sob beneplácito do Estado. Mudou a tecnologia, mas os métodos são os mesmos.
Perplexidade aflita diante da perspectiva caótica
Cadê o principal método de roubar? Aquele cujos valores envolvidos são tão grandes que não cabem em malas, cuecas, nem mesmo em jatinhos. Aquele que enriquece o cozinheiro, o ladrão, a mulher e seu amante. O pai, a filha, o genro, o primo, os amigos, os sócios, os dantas. Modelito muito em voga durante o reinado de Dom Fernando, o magnânimo com ladrões e privatas, corruptos e corruptores, mas implacável com trabalhadores e aposentados. O método que recebeu o apelido de P R I V A T A R I A T U C A N A. Cadê?
E o meio sonegação tributária, será que se esqueceram ?
@DanielQuireza
Pois é Daniel, é que o pessoal da Época só se veste na Daslu, aí já viu....
Ora vejam vocês, poderíamos colocar a Época no lugar da CGU e do TCU, que tal?? Gostaria muito de saber como eles confeccionaram este manual.
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