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Entrevista de Amaury Ribeiro JrEnviado por luisnassif, sab, 05/06/2010 - 13:30O esquema de Twitter do ex-Graeff, comandado agora por Márcio Aith, planejou a seguinte manobra diversionista na rede:
Aqui, parte da entrevista com Amaury Ribeiro Jr, que sairá junto com seu livro:
ENTREVISTA: AMAURY RIBEIRO JR. Aloprações tucanas Dono de três prêmios Esso e vencedor de quatro prêmios Vladimir Herzog, entre muitos outros, Amaury Ribeiro Jr., 47 anos, é daqueles repórteres de imersão total na matéria, nem que para tanto tenha de correr riscos. Foi assim quando, investigando o assassinato de jovens pelo tráfico, foi baleado nos arredores de Brasília. Trabalhou, entre outros jornais e revistas, para O Globo, Isto É e Correio Brasiliense. Autor de reportagens sobre a guerrilha do Araguaia, a prostituição infantil e os entraves à educação do país, Ribeiro Jr. dedica-se, nos últimos dois anos, a esmiuçar os meandros do conturbado processo de venda das estatais brasileiras na bacia das almas nos anos 1990. E à investigação da lavagem internacional do dinheiro da corrupção. Integrante do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) e um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) agora ele vasculha o que chama de “aloprações tucanas”. Por ironia, começou a reunir o material para o seu livro, que eviscera os subterrâneos da era da privataria tucana, por conta de um conflito entre ...tucanos. Confira: BC – Como você começou a apurar esta face mais escura do período da privatização? ARJ - Tudo começou há mais ou menos dois anos. Havia uma movimentação, atribuída ao deputado serrista Marcelo Itagiba, para usar arapongas e investigar a vida do governador Aécio Neves, que então disputava a indicação para candidato a presidente pelos tucanos. O interesse suposto seria o de flagrar o adversário de Serra em situações escabrosas ou escândalos para tirá-lo do páreo. Entrei em campo pelo outro lado, para averiguar o lado mais sombrio das privatizações, propinas, lavagem de dinheiro, sumiço de dinheiro público...
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Comentários + votados
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05/06/2010 - 14:05
Quer dizer que o cavernoso não quer que saibamos sobre o conteúdo da caverna?
Que os acordos bicudos feitos em privado não podem vir a público?
Que as privatizações "republicanas...
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05/06/2010 - 23:49
E antrevista?? Só essa parte? E o livro sai quando?
Nassif, o blog tá um caos.
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Quer dizer que o cavernoso não quer que saibamos sobre o conteúdo da caverna?
Que os acordos bicudos feitos em privado não podem vir a público?
Que as privatizações "republicanas" deles não passavam de ações de Ali Babá?
Abre-te, Sésamo do PIG.
Interessante a assunto que o Sr. Amaury está tratando. Quando é que sai o livro?
E antrevista?? Só essa parte? E o livro sai quando?
Nassif, o blog tá um caos.
Ué Nassif, cadê a entrevista? Poderia ao menos indicar aos seus leitores qual é a intenção. Se colocar ela em conta-gotas ou indicar a data em que ela sairá na íntegra. Faz dois dias que procura a tal entrevista no seu site. Tb não entendi se foi vc que fez a entrevista ou outro jornalista. Enfim, a confusão é total.
Segundo o houaiss:
dossiê
■ substantivo masculino
1 série de documentos importantes que tratam, revelam a vida de um ou mais indivíduos, de um país, de uma instituição etc.
1.1 a pasta, arquivo ou fichário que contém estes documentos
O que eu não entendo e até agora ninguém disse é que fazer dossiê não incrimina ninguém. Se não é crime, a campanha de Dilma deveria deixar claro que pode sim, se quiser, reunir dados sobre Serra. O que é crime é espíonagem ilegal. Ficar se defendendo, dizendo que não fez e não vai fazer, é pedir desculpas (como sempre) por existir.
Era só o que faltava alguém não poder "fazer um dossiê" (que nãoi é crime) para que a Veja e a Folha não saiam gritando.Deixa gritar. Não assusta mais ninguém, exceto o PT e o judiciário.
Marcio B. Martins
Cad~e a entrevista??????
Cad~e a entrevista??????
Nassif, que tal você tentar uma entrevista com o amaury para ele dar a versão sobre a tal reunião e ver se realmente houve pedido para o araponga investigar o Serra. Entrevistar quem estava na tal reunião é a única maneira de acabar com o disse-me-disse.
LEN
Olá! Nassif! Sou "frequentadora" assídua do seu blog. Parabéns por este espaço tão democrático!
Sobre a matéria eu gostaria, se possível, uma informação mais intendível. Estão mto confusas as informações.
Um abraço.
Poxa!
Só isso?
Dá pra colocar pelo menos mais duas perguntas?
Nassif,
Cadê o resta da entrevista???
Tenho, para mim, que esse fusuê deve amainar, um pouco, o assunto que o tse ensaiava, ultimamente, na voz de Mello, Passarinho e da Cureau. 'Aquele' assunto do impedimento que alardeavam, por aí....
Êta justiça brasileira mais incompetente, gente! Fico abismada!
Tomara que agora, com a publicação das falsetas traidoras, possamos recuperar a nossa VALE DO RIO DOCE....
Vou sonhar bons sonhos....Boanoite!
LN,
Vamos adotar que houve a tentativa de montar um grupo para fazer dossiê do adversário, o que não é nenhum crime. Então não houve dossiê. Como fica o Sr. Ricardo Noblat, no seu blog tucano, que anunciou ontem: dossiê começa a vazar? E colocou coisas do arco da velha no post.
Talvez esteja aí um dos ingredientes do bolo indigesto em que se transformou a campanha de Serra nos últimos dias, uma das cerejas é o tal dossiê "petista" que de dossiê e de petista não tem nada.
Provável resultado da última pesquisa IBOPE que, segundo alguns blogs, a Globo está ameaçando não divulgar hoje à noite:
Dilma - 43%
Serra - 34%
Marina - 10%
Outros candidatos, Brancos, Nulos e Não Sabem - 13%
Aguardemos o resultado oficial da pesquisa; futuquei a página do instituto e os dados coletados ainda não está disponíveis.
Este hugo-a go-go é um velho conhecido meu do tempo em que ainda ia no blog do Noblat.Era época das eleiçoes do Lula e ele e uma turminha aliados do Bornhausen, só vomitavam sandices.
Foi quando deixei o blog.
Marise
Isso. Uma coisa é ter ficha limpa e outra é ter ficha lavada.
Só existe um tipo de defesa para essa turma: desqualificar, usando os meios mais sujos disponíveis, toda manifestação em prol do atual governo. Eles não são cegos. São criminosos intelectuais, pois tentam assassinar meus direitos a boa e correta informação sobre os fatos. Jornalismo, para esses 5%, é um mero instrumento para alcançarem seus objetivos, qual seja o da perpetuação da hegemonia branca e racista de São Paulo e seus vassalos país afora!!
Bateu o desespero no comitê dos demos/tucanos. Tomara que o PT exija mesmo via judicial que o Serra prove que a Dilma está por detrás do tal dossiê. Enquanto isso, queria ver eles explicarem o conteúdo das denúncias que virão no livro do Amaury Ribeiro Júnior: as safadezas do Sr. Ricardo Sérgio com o ervanário público e os recursos dos fundos de pensão oficiais e a sociedade das Verônicas (que mais parece uma forma de forrar a campanha do próprio Serra em 2002 com o dinheiro sujo do DD).
Já disse aqui uma vez, se fizerem um minucioso pente fino na gestão Ximenes no BB, principalmente nas renegociações de dívidas junto ao Banco, encontrarão uma série de empresas e pessoas físicas beneficiadas politicamente com dívidas que de uma hora para outra simplesmente derreteram, muitas delas, ainda assim, parceladas a perder-se de vista.
Incrível como o PT não consegue se defender!!! Estão sempre chegando atrasados, parece que não estão entendendo o que está ocorrendo e acabam dando munição à oposição sem motivo algum! Ou isso é fogo amigo ou pura incompetência. A blogosfera já desmascarou a finalidade desse "dossiê", mas o PT parece que não...
Marco St.
É muito interessante ver como o PIG corta volta do Amaury Ribeiro JR. É de morrer de rir, ver os malabarismos que o PIG faz para dar uma cara de sensacionalismo ao entorno e desprezam o conteúdo do livro do jornalista. Cadê o PIG investigativo, cadê o interesse jornalistico sobre o que esse livro trás?
A entrevista completa esta aqui:
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=8&i=6955
Mas ta todo mundo perdendo o bonde, gente, pó pará: o autor diz claramente que ELE entrou PELO OUTRO LADO. Ele nem sequer diz que foi contratado pra fazer lo. Entao como foi que o NASSIF tem a ver com "versoes", e muito menos "inventadas"?
05/06/2010
15h05
Jornalista sai da campanha de Dilma após polêmica sobre dossiê
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
Hoje de madrugada, depois de ler uma entrevista do delegado aposentado da Polícia Federal Onésimo Sousa à revista "Veja", acusando-o de ter proposto a montagem de um esquema de espionagem contra tucanos, Lanzetta oficializou sua saída enviando uma carta a Helena Chagas, coordenadora da assessoria de imprensa de Dilma.
À Folha, Lanzetta negou ter proposto a montagem de um esquema de espionagem contra tucanos. Apesar das acusações, disse ter ficado aliviado com a entrevista de Onésimo. Assumiu toda a responsabilidade pelo episódio. "Tudo o que aconteceu diz respeito a mim. A reunião foi um ato feito voluntariamente por mim. E agora ficou claro que não tem central de arapongas e dossiês porque ninguém foi contratado. Então eu posso me desligar e me aliviar e ir embora".
A reunião à qual Lanzetta se refere foi um encontro no dia 20 de abril, no restaurante Fritz, em Brasília. Além dele próprio, estavam presentes outras quatro pessoas: o delegado Onésimo, o jornalista Amaury Ribeiro Jr., Idalberto Matias de Araújo, o Dadá (sargento da reserva e ex-agente do serviço secreto da Aeronáutica) e Benedito de Oliveira (empresário de Brasília com boas ligações no governo petista).
Segundo Onésimo relatou à "Veja", no encontro no Fritz foi feita uma proposta de operação de espionagem de adversários políticos do PT. Lanzetta nega: "O importante disso tudo é que há duas coisas que se confirmam. Primeiro, os cinco dizem que não houve negócio. Segundo, dos cinco presentes só um diz que eu propus algo para ele. Os outros relatam que algo foi proposto a nós".
Lanzetta relata o que teria ouvido de Onésimo: "Ele veio se oferecer para acompanhar o Marcelo Itagiba [deputado federal pelo PSDB do Rio e ligado a José Serra, pré-candidato tucano a presidente]. Disseram que sabiam que o Marcelo Itagiba estava trabalhando porque já trabalharam na equipe dele e o conheceram. Falaram que o Marcelo Itagiba estava fazendo cem dossiês contra a base aliada. Estaria fazendo isso com uma série de ex-agentes da Polícia Federal e da Abin no gabinete dele. Essa informação era o que eles queriam dar e depois se ofereceram para ir atrás disso. Era uma coisa um pouco pirotécnica. Mas da nossa parte nada prosperou. É impressionante: é uma coisa da qual caímos fora e ficou como se tivéssemos feito".
Lanzetta exime de responsabilidade todos os integrantes da cúpula petista nesse episódio do restaurante Fritz. Nega também que seu principal contato na direção da campanha, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, soubesse do encontro previamente.
A seguir, trechos da entrevista:
Folha - Quem estava na reunião de 20 de abril no restaurante Fritz, em Brasília?
Luiz Lanzetta - Cinco pessoas. Onésimo, Amaury, o Dadá, o Benedito e eu.
Folha - Quem marcou a reunião e fez os convites?
Luiz Lanzetta - Eu não me lembro.
Folha - Por que pessoas como o Benedito e o Amaury estavam nessa reunião?
Luiz Lanzetta - O Benedito estava lá até para me servir de testemunha agora. Até porque o Onésimo parece ter sido acometido por uma crise de ética que ficou retida por dois meses. Ele chegou ao encontro dizendo que transportava dinheiro. Os dois, ele e o Dadá, falaram ter conhecimento de que o Marcelo Itagiba estaria montando cem dossiês. Ofereceram-se.
Folha - Como foram os contatos seguintes?
Luiz Lanzetta - Nunca mais vi os dois. O fato a ser dito é que não foi feito nenhum contrato.
Folha - Numa entrevista, Onésimo falou ter sido proposto a ele grampear e espionar pessoas. Isso não é fato?
Luiz Lanzetta - Ele que ofereceu serviços de espionagem. Eu fui lá ouvir. Levantei e fui embora.
Folha - Mas Onésimo é muito assertivo ao dizer que foi proposto a ele buscar dados da vida pessoal do pré-candidato José Serra.
Luiz Lanzetta - Não é verdade. Não se tratou de Serra. Ele montou essa reunião agora para dar essa mídia toda. Não teve isso. Eu fui para uma reunião, ouço um monte de coisa, levanto e vou embora. Não faço contrato. Nunca mais falo com a pessoa. De repente aparece como se fosse uma proposta minha? Eu nunca mais quis encontrar com ele.
Ele veio se oferecer para acompanhar o Marcelo Itagiba. Disseram que sabiam que o Marcelo Itagiba estava trabalhando porque já trabalharam na equipe dele e o conheceram.
Folha - Mas Onésimo se ofereceu explicitamente para investigar Marcelo Itagiba?
Luiz Lanzetta - Explicitamente.
Folha - Qual serviço exatamente foi oferecido?
Luiz Lanzetta - Eles começaram a falar o que eles têm de serviço. Demonstram como seguem, como gravam. Essas coisas todas. Eu comecei nem prestar mais atenção. Eles falaram que o Marcelo Itagiba estava fazendo cem dossiês contra a base aliada. Estaria fazendo isso com uma série de ex-agentes da Polícia Federal e da Abin no gabinete dele. Essa informação era o que eles queriam dar e depois se ofereceram para ir atrás disso. Era uma coisa um pouco pirotécnica. Mas da nossa parte nada prosperou. É impressionante: é uma coisa da qual caímos fora e ficou como se tivéssemos feito.
Folha - Onésimo diz ter sido convidado para a reunião no Fritz pelo Pimentel. Isso ocorreu?
Luiz Lanzetta - É delírio. O Pimentel nem sabia disso. Só fui falar depois, quando começou a aparecer essa reunião. Falei para ele como tinha sido e que nada havia sido acertado.
Folha - Há uma informação de que Fernando Pimentel tinha conhecimento sobre a finalização da apuração que Amaury Ribeiro Jr. fazia, sobre privatizações e negócios de Verônica, filha de José Serra. Como se dava essa troca de informações?
Luiz Lanzetta - Não tinha. De minha parte, não.
Folha - Mas o Amaury poderia falar diretamente com Pimentel?
Luiz Lanzetta - Ah... só se houve algo assim. Porque nunca houve reunião que eu tenha visto dos dois.
Folha - Há também uma informação de que por algum canal, da pré-campanha ou do PT, Amaury Ribeiro teria sido remunerado regularmente para continuar suas apurações. Essa informação é real?
Luiz Lanzetta - Não tenho conhecimento. Pelo que eu sei não houve nada. O Amaury tem recursos para tocar a vida dele.
Folha - Quais serão seus próximos passos na pré-campanha?
Luiz Lanzetta - Hoje devo soltar uma nota a respeito de tudo. Tudo o que aconteceu diz respeito a mim. A reunião foi um ato feito voluntariamente por mim. Hoje [ontem] eu mandei uma carta para a pré-campanha e me desliguei. E agora ficou claro que não tem central de arapongas e dossiês porque ninguém foi contratado. Então eu posso me desligar e me aliviar e ir embora. Ninguém foi contratado, não existe. Mandei uma carta hoje [ontem] de madrugada. Quando eu vi as entrevistas [de Onésimo e uma reportagem sobre Dadá] eu pensei: 'Dá para falar'. Fiquei tranquilo porque tudo está no meu âmbito. A carta foi para algumas pessoas, mas basicamente para a Helena Chagas.
Folha - Mas o seu contrato não vai até o final de junho?
Luiz Lanzetta - Eu estou saindo pessoalmente. O meu contrato eu estou abrindo mão e com grande alívio.
Folha - Mas se ao seu juízo nada errado foi feito, por que então sair da campanha?
Luiz Lanzetta - Por que não tenho como ficar na campanha nessa situação. É melhor para todos a minha saída. Foram 40 dias dizendo que eu fiz uma coisa que eu não fiz. E o principal é que ficou esclarecido que nenhum negócio foi feito como nos acusaram.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/746071-jornalista-sai-da-campanha-de-dilma-apos-polemica-sobre-dossie.shtml
Oi Marise,
ou estou muito enganado ou o tal hugo-go-go é um nick utilizado pelo Coronel. Ou faz parte da turma dele em floripa.
Nassif, viu o Noblat divulgou a pesquisa do Ibope hj no Twitter, 37 a 37.
O PT não reage porque tem o rabo preso com o Daniel Dantas.
Nassif. O conteúdo do seu blog é muito importante. Essas mudanças não estão funcionando direito.
Oi Nassif
Vc sabe que vida de brasileiro que mora no exterior e esta longe da familia é fogo. Entao estava jantando na rua e comecei a levantar hipoteses sobre o que vc havia dito do Itajiba tentar dar um flagra no Aecio no Copacabana provavelmente o Aecio tratando do assunto do livro com o Amaury.
Eu estou achando que o Serra nao queria apenas tirar o Aecio do pareo ... nao ... tirar do pareo é pouco... ele queria tirar do pareo e ter o apoio real do Aecio em minas....
Em minas como em SP o Serra estara abandonado pelo Aecio e pelo Alckin. Esses dias vi alguem falando que o Serra precisava agradar o Alck. Fiquei pensando poixa em 2002 eu ate entendia isso ... agora o Serra acabou de sser governador sera que nao conseguiu ter nada de apoio e logisticia a ponto de depender do Alck e cobra-lo como vimos em uma nota na folha de ontem....
Conta mais o que vc sabe da entrevista..... o esgoto esta empolvoroso ... Sabe qdo jogam veneno no esgoto e alguns insetos e roadores saem pelo bueiro ? pois é..
Pois é!!! Cadê o resto da entrevista que está prometida no título do post?!?!?!
Nassif
tenho muito interesse em conversar com o Amaury. Eu trabalhei em Miami num banco brasileiro no auge das privatizações do Governo FHC.
Acho que posso trocar com ele grandes ideias sobre lavagem de dinheiro,propinas,licitações dirigidas,CC5,etc.
Meu email é goncalves.domingos@gmail.com
Nassif!
Confio que as coisas vão ficar melhores aqui, mas a impressão atual é que foste abduzido para alguma galáxia distante!
Oi, gente! Sou a mariazinha.
Estou morrendo de saudades de todos!
Seu Nassif! Seu blog esta muito 'chique', custei a ter coragem de entrar. Tirei até os sapatos e, com os olhos arregalados, entro, pé ante pé, bem de mansinho...
Tão limpinho, lindinho e cheiroso que esta seu espaço...Quantos recursos!
Sou muito desastrada e impulsiva; não posso deixar cair nem quebrar nada, né?
Aqui:
Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:
Os porões da privataria
Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.[...]
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/06/dossie-e-bomba-do-r...
Abs. saudosos da mariazinha.
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