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Empresário sírio relata a desintegração do paísEnviado por luisnassif, dom, 19/02/2012 - 09:36No iG Sanções estão provocando desintegração da Síria, diz empresárioUm dos mais influentes homens de negócios sírios diz que país está à beira do colapso. "Exército está cansado e não tem mais para onde ir''BBC Brasil | Um dos principais homens de negócios da Síria afirma que a economia do país está sendo destruída por sanções internacionais e que o governo está lentamente se desintegrando. O empresário é uma figura influente na sociedade síria, muito envolvido com a liberalização econômica do país e de uma família com longa tradição política. Faisal al-Qudsi, que é filho de Nazim al-Qudsi, um ex-presidente sírio, disse à BBC que a ação militar por parte do governo contra oposicionistas só será capaz de perdurar por, no máximo, mais seis meses, porque o ''Exército está cansado e não tem mais para onde ir''. De acordo com o empresário, ''o aparato do governo está se desintegrando aos poucos e é quase inexistente em regiões de conflito como Homs, Idlib, Deraa. Nesses locais, não há tribunais, a polícia não está interessada em combater quaisquer crimes e isso está afetando o governo de forma muito, muito grave''. Ele afirma que as forças sírias terão de ''sentar para conversar ou pelo menos terão de interromper a matança. Mas no minuto que eles pararem de matar, haverá milhões de pessoas nas ruas. É um beco sem saída''. Onda de violência A insurreição de 11 meses contra o governo do presidente Bashar al-Assad já provocou a morte de mais de 7 mil pessoas, segundo grupos de direitos humanos. O governo afirma que 2 mil integrantes das forças de segurança do país foram mortos em combates contra ''gangues armadas e terroristas''. No sábado, a Síria viveu mais um dia de violência, quando tropas sírias dispararam contra os participantes de um funeral que se transformou em um grande protesto, em Damasco, a capital do país. Segundo o correspondente da BBC em Beirtue, Jim Muir, fontes diplomáticas, entre elas americanas, acreditam que o governo Assad acabará sendo derrubado por fatores econômicos, porque as consequências políticas da falência econômica seriam muito severas. Cofres vazios O empresário Qudsi atualmente preside um banco de investimentos com sede em Londres e está muito envolvido com o setor privado da Síria. Ele afirma que a comunidade empresarial já abandonou o governo. Segundo o empresário, a insurreição contra o governo de Assad destruiu o turismo no país e as sanções sobre exportações de petróleo e outros produtos reduziram dramaticamente o PIB sírio. ''As reservas internacionais do Banco Central Sírio caíram de US$ 22 bilhões (R$ 33,7 bilhões) para US$ 10 bilhões (R$ 17 bilhões) e seguem caindo a uma velocidade muita rápida'', afirmou. De acordo com Qudsi, o Irã, um dos mais próximos aliados da Síria, vem enviando ajuda financeira, mas comenta que isso não é o suficiente para a subsistência do país.
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Comentários + votados
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rl
19/02/2012 - 10:29
Um honrado banqueiro londrino, filho de um ex-presidente sírio dos tempos em que o país era um protetorado ingles. Será que a podridão da midia é um fenômeno universal? Olhem que a BBC já foi uma...
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Francisco Ernesto Guerra
19/02/2012 - 11:41
Não é paronóia. A covardia praticada contra a Síria faz parte de um plano destinado a atingir o Iran, que é o maior seu maior aliado no OM.
Para aqueles ingênuos que não observam com acuidade o que...
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Andre Araujo
19/02/2012 - 15:57
A Siria nunca fpo protetora inglês, foi da França entr 1918 e 1946.
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Andre LB (não logado)
19/02/2012 - 11:46
Imagino qual seria a versão de um João Dória Jr, se entrevistado no exterior, a respeito do Brasil de Lula e Dilma. Não digo que o empresário sírio em questão não seja isento, mas por outro...
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sergio m pinto
19/02/2012 - 09:58
Por acaso, a Síria não fica no caminho do Irã? Por acaso, quem está financiando as "gangues armadas e terroristas?
Vai ver, é uma profunda "coincidência", hehehe
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sergio m pinto
19/02/2012 - 10:00
Complementando as "coincidências" - isso não deve ter nada a ver com a "militarização do Atlântico Sul", como reclamam nossos hermanos, pois não?
Ô paranóia, sô!!
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Mello
19/02/2012 - 10:09
Apareceu aquele que vão querer colocar como Presidente da "democracia" Síria...
Será o "Ahmed Chalabi" Sírio?????
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Emilio GF
19/02/2012 - 10:18
É tudo o que o imperialismo yankee planejou.
Uma Síria destruída e em caos com a Líbia. E talvez com bandeiras da Al Queda tremulando em alguns locais, como na Líbia.
Em seguida, um governo títere...
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hc.coelho
19/02/2012 - 11:09
Já conseguiram destruir e aniquilar a Libia, não o governo anterior, mas o país. Agora conseguem o mesmo com a Siria. O negócio passou de dominar, agora é destruir. O povo, coitado, que se dane!...
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W K
19/02/2012 - 13:26
Esse sírio dos óio junto (o tal do Baixa Assado), um oftalmologista, deveria ter seu diploma de médico cassado, pois provou que não sabe enxergar !
É mais um daquele time que acha que...
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cariry
19/02/2012 - 14:40
Síria registra sexto partido de uma série em legalização
O Partido pelo Desenvolvimento Nacional da Síria converteu-se hoje na sexta organização política registrada formalmente,...
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Por acaso, a Síria não fica no caminho do Irã? Por acaso, quem está financiando as "gangues armadas e terroristas?
Vai ver, é uma profunda "coincidência", hehehe
Complementando as "coincidências" - isso não deve ter nada a ver com a "militarização do Atlântico Sul", como reclamam nossos hermanos, pois não?
Ô paranóia, sô!!
Não é paronóia. A covardia praticada contra a Síria faz parte de um plano destinado a atingir o Iran, que é o maior seu maior aliado no OM.
Para aqueles ingênuos que não observam com acuidade o que está acontecendo, comecem a notar as notícias cada vez mais frequentes que dão conta do descontamento dos EEUU contra a Venezuela e o Brasil (evidentemente de olho do petróleo do Orinoco e do pré-sal). A "siriazização" da Venenzuela tem data marcada. Na próxima eleição presidencial Chaves será reeleito, haverá contestação do resultado e denúncias de fraudes. Imediatamente os EEUU, Israel e Europa protestarão e ameaçarão não reconhecer o resultado. Paralelamente o PIG brasileiro e latino-americano dará amplo destaque as manifestações de militantes pagos pela CIA, MOSSAD, contra o resultado das eleições. "Contras" armados pelos terroristas estrangeiros, formados por venezuelanos neoliberais e cubanos de Miami praticarão atentados (inclusive contra sinagogas)... o resto da história todos conhecemos.
Apareceu aquele que vão querer colocar como Presidente da "democracia" Síria...
Será o "Ahmed Chalabi" Sírio?????
É tudo o que o imperialismo yankee planejou.
Uma Síria destruída e em caos com a Líbia. E talvez com bandeiras da Al Queda tremulando em alguns locais, como na Líbia.
Em seguida, um governo títere que dê as concessões do petróleo ao ocidente.
E permita umas 20 bases militares americanas, somando 64 ao redor do Irã.
Dai, chega a vez do Irã.
Um honrado banqueiro londrino, filho de um ex-presidente sírio dos tempos em que o país era um protetorado ingles. Será que a podridão da midia é um fenômeno universal? Olhem que a BBC já foi uma instituição séria...5i5Qt
A Siria nunca fpo protetora inglês, foi da França entr 1918 e 1946.
É verdade. A Inglaterra cedeu o Libano e a Siria à França,depois da primeira guerra, se não me engano traindo os compromissos assumidos pelo coronel Lawrence (aquele, que com o cocô de seu cavalo, traçou as fronteiras do Oriente Médio).
Já conseguiram destruir e aniquilar a Libia, não o governo anterior, mas o país. Agora conseguem o mesmo com a Siria. O negócio passou de dominar, agora é destruir. O povo, coitado, que se dane!
Hitler teria uma inveja...!
E este blog fez, outro dia, a "propaganda", como o Jn que mostra orgulhosamente a "Bomba Inteligente", de um novo e melhor caça a jato. Isto é que não entendo.
Imagino qual seria a versão de um João Dória Jr, se entrevistado no exterior, a respeito do Brasil de Lula e Dilma. Não digo que o empresário sírio em questão não seja isento, mas por outro lado... o cara preside banco de investimentos em Londres! Isso diz muito a respeito dele. Para dizer o mínimo, como ele sabe que o governo está se desintegrando? Como sabe se o exército sírio está ou não cansado? Dito assim, coisas convenientes ao discurso intervencionista por alguém que está no Ocidente, qual é sua credibilidade? Vai ver é uma versão síria do nosso AA, e deve pensar que os outros são os "santelmos" ou a "gafieira" de Damasco.
Esse sírio dos óio junto (o tal do Baixa Assado), um oftalmologista, deveria ter seu diploma de médico cassado, pois provou que não sabe enxergar !
É mais um daquele time que acha que estando em comando não precisa olhar para o povo. Quem faz isso no poder sempre se dá mal: Honecker, Gadaffi, Mubarak, Ben Ali, Ceaușescu, Schiwkow (o da terra dos ancestrais da Dilma), etc. só parac itar alguns dos inúmeros exemplos.
Já quem como agiu Mohammed VI (Marrocos) e Abdullah II (Jordânia), que estavam com as orelhas em pé no ínício da tal primavera árabe, continuam firmes na sela, pois trataram de ouvir e implementar as reivindicações do povão. Claro, não implementaram tudo o que foi reivindicado, mas o suficiente para terem sossego em casa.
O mesmo vale para muitos "empresários", ou melhor, aprendizes de empresários, que se acham acima de tudo e de todos, para cairem do cavalo. Exemplos: o tal Roger Agnelli (a propósito, ele ainda continua lambendo suas feridas em sua própria vaidade/arrogância?); e aqueles netos do Augusto Antunes, que ganharam de presente do Vovô uma mina de ferro, e não sabendo o que fazer com ela, passaram-na nos cobres.
O mesmo se dá também em empresas: a todo-poderosa IBM, que vendia unidades de memória de 5 megabytes por milhares de dólares há uns quarenta anos atrás, iniciou revoluções com o PC, mas se deixou passar no bico por um bando de nerds, liderados por um filho de advogado lá de Seattle, o tal do Bill Gates e que achava Harward sem graça.
Ou mesmo a Kodak, segundo dizem, inventora da fotografia digital, mas que perdeu o rumo; e mesmo a fabricante das xerocadeiras, a Xerox, que também andou se perdendo.
Pior é, e quando tem algum partido político que se acha dono do saber e tenta impingir o que não deve em seus eleitores? E para isso conta com políticos urneiros, aqueles que não podem ver uma urna eleitoral se aproximar, para terem o seu nome dentro dela, não importando o que está em jogo. E sem ter rumo algum.
Não digo qual é o partido, mas dou uma dica: uma simples bolinha de papel, que quase provocou um traumatismo carniano, causou algum tumulto para ele...
Síria registra sexto partido de uma série em legalização
O Partido pelo Desenvolvimento Nacional da Síria converteu-se hoje na sexta organização política registrada formalmente, enquanto outras estão em processo de aprovação.
O anúncio foi feito pelo ministro do Interior, Mohammad Al-Shaar, encarregado de supervisionar o trabalho do Comitê de Assuntos Políticos, que já outorgou a licença de operar a outros cinco agrupamentos, de acordo com a nova Lei de Partidos.
São eles: partido Solidariedade, Sírio Democrático, Al-Ansar, Democrático Al-Taleeh e o Democrático Árabe da Solidariedade.
Este processo é parte do programa de reformas integrais que leva a cabo o Governo, que inclui também uma nova Constituição, eleições locais -já realizadas- e legislativas, bem como uma atualização da economia e uma nova lei de imprensa e informação, entre outras propostas.
Também contempla um diálogo nacional ao que se convidou a todos os setores da sociedade síria, em vias de consolidar o pluralismo e a vida democrática no país.
Já o presidente Bashar Al-Assad convocou um plebiscito nacional no qual será submetido ao povo a proposta de uma nova carta magna no próximo 26 de fevereiro.
Rússia e China, bem como outros governos e organizações, aplaudiram a convocação ao referendo constitucional, o qual o chanceler russo, Sergei Lavrov, qualificou de passo adiante, segundo citou a agência de notícias Cham Press.
Lavrov considerou positivo e construtivo o processo de reformas integrais. No entanto, países ocidentais e seus aliados árabes na campanha anti-síria pressionam para conseguir a aprovação de uma resolução não vinculante contra Damasco na Assembléia Geral da ONU.
Este processo de mudanças está sendo impulsionado pelo Governo, num momento que pesa intensa hostilidade estrangeira, que inclui a violência, que geram grupos armados apoiados desde o exterior que cometem atos terroristas como os mortíferos atentados em Damasco e em outras localidades, e as sabotagens contra alvos econômicos.
Nestes momentos, as forças sírias desenvolvem operações contra esses grupos, que tem sido eliminados nas localidades de Damasco e na província de Hama.
Fonte: Prensa Latina
"Seja realista: exija o impossível"
"Seja realista: exija o impossível"
No Brasil a esquerda combate a ditadura ,no exterior defende as atrocidades cometidas pelas ditaduras ,sobretudo as do Oriente Medio e norte da Africa.
No Brasil eh uma entusiasta lutadora dos direitos humanos,no exterior acha normal violar os principios basicos .
No Brasil defende a liberdade total de opinioes,no exterior acha normal ( vide Cuba,Coreia do Norte ,Oriente Medio,Africa e Asia).
Ah esquerda brasileira ,es de um paradoxo soh.Haja incoerencia
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