Emissões: setor elétrico exemplar

"Enquanto na média mundial a geração de eletricidade responde por 28,8% do total das emissões, o setor elétrico nacional totaliza apenas 1,2% das emissões nacionais. Os maiores emissores brasileiros são os setores “mudanças no uso da terra” (desmatamento, agricultura e pecuária), com 79,6%; “transportes”, com 6,1%; e “processos industriais”, com 3,6%."

http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2012/02/emissoes-setor-eletr...

Íntegra:

http://www.acendebrasil.com.br/archives/files_2012/2011_WhitePaperAcende...

Economia Verde, Manchete, Notícias, RH Verde

Emissões: setor elétrico exemplar

Da Agência Ambiente Enegia – O setor elétrico brasileiro é um exemplo a ser seguido pelos países e setores econômicos que precisam enfrentar os desafios relacionados às mudanças climáticas.  De acordo com estudo do Instituto Acende Brasil, apesar de o país ser o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa (GEEs) global — atrás somente de China e Estados Unidos —  os setores nacionais responsáveis por esta posição são muito diferentes do perfil típico mundial.

 

Enquanto na média mundial a geração de eletricidade responde por 28,8% do total das emissões, o setor elétrico nacional totaliza apenas 1,2% das emissões nacionais. Os maiores emissores brasileiros são os setores “mudanças no uso da terra” (desmatamento, agricultura e pecuária), com 79,6%; “transportes”, com 6,1%; e “processos industriais”, com 3,6%.

 

“Mudanças Climáticas e o Setor Elétrico Brasileiro” é o tema da 6ª edição da série White Papers do Acende Brasil. O estudo sustenta um conjunto de propostas para redução das emissões de GEEs com base no reconhecimento de que, quando se dispõe de recursos limitados, o esforço deve ser concentrado nos setores onde, com o menor investimento, é possível obter os melhores resultados.

 

O estudo também detalha as lógicas de planejamento e expansão do setor; a realidade e a posição comparativa brasileira de emissões de GEEs em relação a outros países; e as diversas políticas públicas relacionadas ao tema: o Plano Nacional sobre Mudança do Clima, a Política Nacional sobre Mudança do Clima, o Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas, e Políticas Estaduais sobre Mudança do Clima. Clique aqui para ver a publicação na íntegra.

publicado em 7 de fevereiro de 2012

 

 

 

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7 comentários
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ali hosni

Ué, sumiu o outro post??????

 

ali

 
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Gustavo Belic Cherubine

É verdade.

Eram vários.

Algum problema, Nassif?

 
 
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Oswaldo Conti-Bosso

A ciência no pedestal, quando “Paradigmas” viram “Paradogmas”

Comparação entre os tamanhos do Sol e da Terra: teoricamente, caberiam 1.300.000 planetas Terras dentro do Sol.

Teoria de CO2: Como tapar o sol com a peneira, ouComo a história é escrita pelas potências econômicas hegemônicas

Frederick Perls:

“A ciência, por mais pura que seja, é o produto de seres humanos engajados na fascinante aventura de viver suas vidas pessoais” (Frederick Perls, et al. Gestalt Therapy. p. 24).

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 137.

Miguel de Unamuno:

“As variações da ciência dependem das variações das necessidades humanas, e os homens de ciência costumam trabalhar, quer queiram, quer não, consciente ou inconscientemente, a serviço dos poderosos ou do povo, que lhes pedem confirmação de suas aspirações.”

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 150.

 

Thomas S. Kuhn:

“Normalmente os cientistas não têm por objetivo inventar novas teorias e são, freqüentemente, intolerantes para com aquelas inventadas por outros. Ao contrário, a pesquisa científica normal tem por objetivo a articulação daqueles fenômenos e teorias que o paradigma proporciona. A ciência normal não busca novidades de fato ou de teoria e, quando bem sucedida, não encontra nenhuma” (Idem, p. 86, 114).

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 155, 158.

 

Rubem Alves:

“A ciência é um fato social, como muitos outros, tais como religião, família, exércitos, partidos políticos: instituições que se organizaram em torno de certos problemas e estabeleceram regras para o seu funcionamento.”

(...) “Preconceito e resistência parecem ser mais a regra do que a exceção no desenvolvimento científico avançado.”

Filosofia da Ciência, Rubem Alves, p. 155, 160.

 

Engenharia de idéias e dos laços sociais: “A vida é o que acontece com você, enquanto você está muito ocupado fazendo outros planos”.

 
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Gustavo Belic Cherubine

CB, a forma utilizada por você no comentário lembra a da academia onde existem cientistas.

Citações de pensadores.

Intelectuais e cientistas  recebem e produzem informações e impressões do mundo.

A ciência e os cientistas são combatidos, lembre-se de Galileu, entre tantos.

As mulheres que conheciam os poderes das ervas foram queimadas não faz muito tempo na Europa e nos EUA.

Para mim, você exagerou.

A produção intelectual dos autores que você escolheu difere de outras que são públicas e que conhecemos. Na história da ciência, são muitas as demonstrações de que ela dá mais relevância e colaboração para o bem estar da humanidade do que causa prejuízos.

Ciência é um conhecimento diferente da espiritualidade. Não são antagônicos, se somam.

Cientistas possuem engajamento político e colaboram com as lutas das comunidades humanas, das minorias, participam de manifestações populares e sempre se articulam com a arte, ora produzindo suporte técnico ora inspirando ora produzindo obras.

Mário Schenberg e Richard Feynman são dois exemplos de cientistas que produziram conhecimento novo e que são modernos. Miguel Nicolelis e Sidarta Ribeiro, outros. O Tio Oscar do Nassif também.

Gustavo Cherubine.

 

 

 

 
 
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A. Alvaro Guedes

O alto preço da preservação ambiental em JacareacangaAMBIENTALISMO E POLÍTICA AMBIENTAL

Em dezembro de 1991, a necessidade de desenvolvimento econômico e de proporcionar à população desta região, há muito tempo abandonada, o acesso às políticas públicas, fez surgir o município de Jacareacanga, desmembrado do município de Itaituba. O novo município se situa na região Oeste do Pará, fazendo divisa com Amazonas e Mato Grosso. As cidades mais próximas são Itaituba (PA), a 400 km e Apuí (AM), a 280 km) A principal via de acesso é a Rodovia Transamazônica, que no inverno (período chuvoso) torna-se intransponível, principalmente para os caminhões, dificultando o acesso de comida e medicamentos. Aproximadamente 40% da sua população de 37.073 habitantes (IBGE, 2007) é indígena da etnia munduruku e mais de 80% está localizada fora da sede do município, em vilas e aldeias.

O histórico de luta pela regularização fundiária data do ano de 1993, quando o município deu entrada no primeiro processo junto ao INCRA. Na ocasião, o município pensou o primeiro Plano de Ordenamento Territorial, que previa não só a demarcação da Légua Urbana, como também, da área rural que ficava no entorno da cidade, de forma que beneficiasse os agricultores que ali trabalhavam, formando o “cinturão verde” do município.

Em 1998, foi criado o primeiro assentamento em Jacareacanga, o PA Jacaré, com a promessa de que 230 famílias seriam assentadas em um projeto dotado de toda a infraestrutura necessária. Não passou de um sonho, e depois de 13 anos, nenhuma família foi de fato assentada. O projeto nunca saiu do papel e a única obra realizada foi um trecho de estrada vicinal com cerca de 11 km. O crédito habitação e instalação nunca foi liberado e o assentamento sequer teve efetivada a demarcação e a divisão de lotes.

Com relação à Légua Urbana, depois de 13 anos sem uma resposta positiva do INCRA, mais uma vez, em 2006, o poder público municipal mobilizou-se e elaborou um novo Plano de Ordenamento Territorial, desta vez prevendo somente a regularização da Légua Urbana, sem, no entanto, esquecer a área rural, que era objeto de constantes apelos junto ao INCRA. Novamente, o processo não avançou.

Em 2009, retomamos com mais afinco o desafio de dar segurança jurídica, tanto aos proprietários de lotes urbanos quanto aos agricultores que vivem como posseiros, tratados como marginais pela legislação vigente. Montamos uma comitiva e fomos, mais uma vez, à Superintendência do INCRA de Santarém, que fica a 800 km da sede do município. Na ocasião, o Sr. Luciano Brunet, Superintendente da unidade SR30, até assinou um termo de compromisso com o município, que previa algumas ações, mas que nunca foram realizadas.

Hoje, a realidade é que não temos em nosso município nenhum lote rural titulado pelo INCRA, nem tampouco a área urbana foi regularizada. O seu território é composto quase na totalidade por um mosaico de unidades de conservação. Dos 53.303 km2 da área do município,nada menos que 31.553 km2 correspondem a terras indígenas (Mundurukanea, Kayaby e Sai Cinza), 11.475 km2 a a áreas de proteção ambiental (APAs) e florestas nacionais, e 6.844 km2 a áreas controladas pelas Forças Armadas. Sobram 3.428 km2, das quais, quando aplicada a exigência da reserva legal (80%), se reduzem a 685 km2 disponíveis para atividades produtivas. Porém, desta área, que corresponde a menos de 1,3% da área total do município, temos ainda Áreas de Preservação Permanente (APP), que reduzem as áreas não protegidas por lei a menos de 1% do território municipal.

No último dia 19 de julho, o IBAMA iniciou uma operação de fiscalização no município, denominada de “Operação Disparada”. Nesta operação, segundo informações da Assessoria de Comunicação do órgão, foram autuados nove agricultores, em cerca de R$ 6,7 milhões. Ocorre que todos os agricultores do município estão à margem da legislação, não porque assim o queiram, mas porque o governo que pune é o mesmo que deixa os agricultores na ilegalidade. É inadmissível que em um município emancipado em 1993, em meados de 2011, nenhum agricultor tenha tido a sua propriedade regularizada junto ao INCRA e, consequentemente, junto aos órgãos ambientais.

O que mais impressiona numa situação como essa é que o IBAMA parece desconhecer a realidade do município. Um município que tem uma área de mais de 5 milhões de hectares e que sequer é auto-suficiente na produção de carne bovina. O rebanho bovino do município é de pouco mais de 8.500 animais e sequer atende a demanda da população local. Nos meses de inverno, as precárias condições da Rodovia Transamazônica dificultam a vinda de animais de outras cidades, elevando o preço da carne e prejudicando diretamente o consumidor. Beira a insanidade imaginar que Jacareacanga, um município com dimensões estaduais, não seja capaz de usufruir do seu território, sequer para a produção dos alimentos necessários à sua população.

http://www.alerta.inf.br/o-alto-preco-da-preservacao-ambiental-em-jacareacanga/

 

Outro dado que o IBAMA parece desconhecer é que Jacareacanga, exatamente por ser um município amplamente preservado, tem o menor PIB per capita do país, estimado em R$ 1.721,23 (IBGE, 2008), o que denota claramente a situação de miséria extrema em que se encontra a população local, que carece por políticas públicas de geração de renda e não de ações punitivas.

Nos sentimos revoltados com a operação do IBAMA, que espalhou terror entre os agricultores do município, encurralados pela lei que não podem cumprir.

Um fato que expressa bem a incoerência do IBAMA é a notícia, amplamente divulgada, da autuação de um fazendeiro que exibia a cabeça de uma onça como troféu, sendo rotulado como “matador de onças”. Entretanto, o suposto fazendeiro “matador de onças” é um pequeno agricultor familiar, dono de um incrível rebanho de 34 animais, vários dos quais foram atacados e devorados pelo felino. A inversão de valores é absurda. Deveria o agricultor permitir que a onça matasse um de seus filhos? Até porque os animais domésticos, como cães, galinhas e bovinos, ela já abatia normalmente.

É urgente a tomada de medidas que mitiguem o impacto das multas aplicadas, bem como de regularização das propriedades rurais. Afinal, os termos mais fáceis de serem encontradas em Jacareacanga são o “nenhum”, o “nunca” e o “não existe”. É chegada a hora de mudar esta situação e reconhecer o devido valor de um município que contribui quase que com 100% de seu território como área de proteção ambiental, e dar condições dignas de vida a uma população que ama a Amazônia, mas que não pode continuar pagando um preço tão alto pela preservação ambiental.

* Artigo de Roberto Strapasson, presidente do Conselho de Desenvolvimento Rural. Vice-presidente da Associação dos Produtores de Jacareacanga e Pinhal e Secretario Municipal de Agricultura de Jacareacanga (PA).

 
 
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Jandui Tupinambás

A armadilha da teoria do aquecimento global construída por Margareth Tacher, a encher nossos respectivos sacos.

Palavras da dama de ferro:

"estou colocando dinheiro na mesa para pesquisa, para que os senhores provem esta TESE sobre o aquecimento globoal por emissão de CO2."  E assim, nasceu o IPCC. 

Se tivesse nascido no século XX, o texto imortalizado escrito pela Igreja Católica e assinada à força por Galileu, ficaria assim:

"... tendo diante de meus olhos o relatório do IPCC,  e tocando-o com minhas mãos, juro que sempre acreditei, acredito e, com a ajuda do staff científico neoliberal, acreditarei no futuro em tudo o que é afirmado, pregado e ensinado pelo IPCC. Que devo abandonar por completo a falsa opinião de que o Sol é o centro das causas das mudanças climáticas"

 
 
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luiz valentim

O POTENCIAL HIDRELÉTRICO BRASILEIRO É UM BEM ECONÔMICO E SOCIAL DE ALTÍSSIMA RELEVÂNCIA E VAMOS PRESERVAR.


Temos que combater àqueles que só de falar em MATA CILIAR, PROTEÇÃO DE RIACHOS , NASCENTES E CRIAÇÃO DE   BACIA HIDROGRÁFICA",causam-lhes "uma úrticárie danada " , são falsos "defensores do agronegócio, pois, essa atividade é dependente de ciclos de chuva , umidade local e reservamento de água, manutenção de lençóis freaticos para perenização de nascentes , riachos ,córregos e rios, tudo isso contribuindo para um balanceamento necessários dos efeitos drásticos de alguma mudança climatica local como ocorreu seca no sul e chuvas no sudeste.


Aliado a isso , os governos tem que EXERCER A TAREFA DIFÍCIL deslocar milhoes de familias que vivem em "AREAS DE RISCO"(MORROS DESLIZÁVEIS E BAIXADAS INUNDÁVEIS), construir milhoes de moradias (pra quem não pode pagar) para os moradores de cortiços,caixas de papelão e zinco ,etc, que desafiam governos estaduais ,os mais ricos econômicamente e recebedores de royaties, mas não encararam essas populaçoes como verdadeiros cidadãos brasileiros, sem contar-mos ainda as famílias do semi-árido falta água , luz e nutriçao adequada.


esses emperradores de hidrelétricas , de rodovias de ferrovias aeroportos e portos teram que ter tratamento combativo.


Temos que fazer tudo protegendo o meio ambiente ,MAS TEMOS QUE FAZER TUDO ISSO URGENTEMENTE.


Quando o cara é instigado a ter vinte por cento de sua área rural como reserva legal , para moradia de insetos , animais rasteiros e outros bixos mais que vão dar equilibrio ecológico contra as pragas para diminuir nossa dependência de agrotóxicos aí esses caras "DÃO UM XILIQUE DANADO", MAS NA CIDADE TEM MORADIAS BOAS, ENERGIA TRIFÁSICA , PLANO DE SAÚDE ETC E TAL E NÃO ABREM MÃO DE ECONOMIZAR ENERGIA (QUEREM CARRO 4X4 BEBEDORES DE COMBUSTÍVEL) SÃO ALTAMENTE PRODUTORES DE LIXO E CONSUMIDORES DE ENERGIA .


AS PEGADAS ECOLÓGICAS DESSA TURMA PODE ATÉ SER MAIOR QUE A MÉDIA DOS HABITANTES DOS PAÍSES DESENVOLVIDOS.


Esses


 

 
 

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