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Editorial do Estadão responsabiliza LulaEnviado por luisnassif, sex, 03/09/2010 - 12:52
Por Gustavo Belic Cherubine
Nassif, e isso abaixo? Se eu fosse o Lula, processava. Inacreditável. Se quiser saber quem é o responsável último por essa degenerescência, basta se olhar no espelho. Do Estadão O responsável pela bandidagem - O Estado de S.Paulo O procedimento dos interessados em ter acesso a declarações de renda da empresária Verônica Serra, filha do candidato tucano ao Planalto, destoa do que, tudo indica, tenha sido o padrão seguido nas violações do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e de três outras pessoas ligadas ao ex-governador. Nesses episódios, para obter o que queriam, os predadores da intimidade alheia contavam com afinidades políticas ou a ganância de servidores da agência da Receita em Mauá, na Grande São Paulo - uma verdadeira casa da mãe joana, com senhas individuais expostas e documentos eletrônicos ao alcance das vistas de qualquer um. No caso de Verônica Serra, que antecedeu os dos demais em cerca de uma semana (de 30 de setembro a 8 de outubro do ano passado), o método seguido foi mais complicado na urdidura e mais simples no trâmite final. Alguém falsificou a assinatura da contribuinte - e o seu reconhecimento num cartório onde ela nem sequer tinha ficha - numa solicitação de cópia de documentos e incumbiu um tipo que habita as cercanias do Código Penal, devidamente identificado no formulário, de apresentá-la à Delegacia da Receita de Santo André. Ali, burocraticamente, a servidora Lúcia de Fátima Gonçalves Milan fez o que lhe era pedido, repassando ao titular da procuração as declarações de Verônica relativas aos exercícios de 2007 a 2009. Por enquanto, pode-se apenas especular sobre os porquês das diferenças de estratagema. Mas o intuito era claramente o mesmo: recolher material que pudesse ser usado contra Serra na sua futura disputa com a escolhida do presidente Lula, Dilma Rousseff. Àquela altura, no último trimestre de 2009, embora o governador paulista ainda se negasse a assumir a pretensão e o mineiro Aécio Neves ainda não tivesse largado mão da esperança de ser ele o candidato, já não havia dúvidas sobre quais seriam os principais contendores da sucessão. E não passa pela cabeça de ninguém que a turma da pesada do PT fosse esperar a formalização das candidaturas para só então juntar papelório que pudesse comprometer o tucano e seus aliados. Seria, no mínimo, subestimar a capacidade de iniciativa do "setor de inteligência" petista, como viria a ser conhecido. Principalmente porque os responsáveis pelo trabalho sujo não precisariam gastar tempo e energia para preparar o terreno por excelência de onde escavariam a matéria-prima desejada. O campo da Receita Federal começou a ser aplainado para servir aos interesses do partido quando, em 31 de julho de 2008, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, demitiu o então secretário do órgão, Jorge Rachid, há 5 anos e meio no cargo. Desde então, a isenção e o profissionalismo deram lugar ao aparelhamento e à politização das decisões do Fisco. É o que atesta o escândalo das quebras de sigilo para fins eleitorais. A contar da denúncia, a Receita levou praticamente duas semanas até anunciar a abertura de inquérito administrativo sobre o vazamento de declarações de renda de Eduardo Jorge, cópias das quais apareceram em mãos de membros do comitê nacional de Dilma Rousseff. Depois, quando vieram a público as demais violações, depois que a Justiça autorizou o vice-presidente do PSDB a ter acesso aos autos da investigação, os hierarcas da Receita, acionados pelo governo, correram a desvincular da campanha eleitoral os ilícitos revelados. Afinal, disseram sem enrubescer, o que havia na agência de Mauá era um "balcão de compra e venda de dados sigilosos", movido a "propina". Não que não fosse - outros 140 registros também foram vasculhados ali. Se tivesse uma gota de vergonha, aliás, o secretário Otacílio Cartaxo já teria se demitido. Eis, em suma, o que o governo Lula e a cultura petista fizeram do Fisco: uma repartição em que o livre tráfico de informações presumivelmente seguras sobre os contribuintes brasileiros se entrelaça com o uso da máquina, literalmente, para intuitos eleitorais torpes. O crime comum e o crime político se complementam. Agora, destampada a devassa nas declarações de Verônica Serra, vem o presidente Lula falar em "bandidagem". Se quiser saber quem é o responsável último por essa degenerescência, basta se olhar no espelho.
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Comentários + votados
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Nilson Fernandes
03/09/2010 - 12:58
Vamos rememorar. Foi a partir do Estadão que Aécio começa a preparar a sua munição pesada contra isto aqui. Nassif, não me recordo, mas você chegou a publicar ?
Pó pará, governador? 28...
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Carlobalth
03/09/2010 - 13:00
Acho que passou do limite do razoável. Lula e o PT não podem apenas acionar a justiça e aguardar as investigações. Dilma deve continuar como está. Não é com ela... Mas Lula e o PT precisam contra...
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Marco St.
03/09/2010 - 13:04
Bom, editoriais do Estadão sempre foram ótimas peças de humor! Infelizmente ninguém os lê apesar de muito engraçados e pueris até. Devemos lembrar que o jornal continua "censurado". Mas...
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Lauro Rocha
03/09/2010 - 13:05
Já está na hora de um comunicado oficial do presidente, em rede nacional, falando sobre o perigo do golpismo e das calúnias nesta eleição.
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Ivanilson Alves
03/09/2010 - 13:07
O Jornalão paulista está igual ao Serra, caindo em credibilidade e desesperado pela perda do poder e sem qualquer perspectiva de retornar um dia. É o fim melancólico de ambos.
O desespero contaminou...
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Ed_milson
03/09/2010 - 13:10
"Eis, em suma, o que o governo Lula e a cultura petista fizeram do Fisco"...
Matéria de 15/04/2000:
Dados do IR de 11,5 milhões de pessoas vazam da Receita
São Paulo (AF)
Nome, renda, endereço...
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Vitor Ley
03/09/2010 - 13:12
É claro, é óbvio, só não vê quem não quer... Um Presidente da República que vem batendo sucessivos recordes de popularidade, chegando a inacreditável marca de 5% de rejeição, precisa muito...
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Nilson Fernandes
03/09/2010 - 13:17
O LUla tem que vir a público como presidente e falar em Rede Nacional quem são os bandidos da democracia no dia 7 de setembro.
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anatalina
03/09/2010 - 13:20
Achoque ta na hora da advocacia da união entrar com processo contraeste jornaleco pois este editorial é muito grave sem prova alguma eles ja identificaram os culpados...
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foo
03/09/2010 - 13:23
Ja' que o assunto e' sigilo, que tal lembrar de um caso ainda mais grave?
WikiLeaks deve divulgar novos documentos secretos nesta quarta
WASHINGTON - O site WikiLeaks deve divulgar nesta...
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Vitor Ley
03/09/2010 - 13:24
Isso que é um país democrático, até o presidente da república precisa de despachante e procuração falsa para conseguir dados sigilosos, e olha que se trata de um Estado "aparelhado" e "...
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mbferreira
03/09/2010 - 13:27
Resguardando Dilma, o pt e Lula não podem ficar calados, a tentativa de golpe pelos facistas está claro demais. Uma imprensa podre capaz de tudo para eleger seu candidato.
Temos que dizer aos...
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mariazinha
03/09/2010 - 13:29
Mas que está até engraçado, está.
Quando olhei para cara do Bonnitinho, dando a notícia do arquivamento da ação contra D.DILMA, nãi aguentei; tive que rir muito. E continuo rindo ao lembrar-me da...
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Luiz Antônio
03/09/2010 - 13:32
Gente! Isso daí é o que parece, MATÉRIA PAGA ou em outras palavras, PROPAGANDA paga, um comercial como se fosse jornalismo. Isso é a "imprensa" que começa lá no Canadá e desse toda a América e chega...
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Julio Silveira
03/09/2010 - 13:33
Concordo com o Estadão que existe mesmo algo muito errado acontencendo em nosso País.
Por que quando um veiculo de comunicação claramente tendencioso publica, sem nenhuma desfaçates, opinião...
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JB Costa
03/09/2010 - 13:50
Estamos numa democracia ameaçada? Onde? Quando? Por que como?
Que democracia tão fragilizada é esta em que a liberdade de expressão tangencia a irresponsabilidade e, por que não dizer, a...
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Anselmo Ferreira
03/09/2010 - 13:50
Calma pessoal... Afinal faltam apenas 30 dias para respirarmos melhores ares, iremos banir de nossa história muitos indesejáveis. Esse troço aí em cima, a própria história (dele mesmo) o banirá de...
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Ivan Moraes
03/09/2010 - 13:54
NOSSINHORA!
Em retrospecto, relendo com a "sabedoria" do passar de alguns mezes... Nilson, esse item eh de uma hipocrisia monumental, epica.
Coloca em moldura de ouro todas as defecagadas...
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Vamos rememorar. Foi a partir do Estadão que Aécio começa a preparar a sua munição pesada contra isto aqui. Nassif, não me recordo, mas você chegou a publicar ?
Pó pará, governador? 28 de fevereiro de 2009 | 0h 00
Mauro Chaves - O Estadao de S.Paulo
Em conversa com o presidente Lula no dia 6 de fevereiro, uma sexta-feira, o governador Aécio Neves expôs-lhe a estratégia que iria adotar com o PSDB, com vista a obter a indicação de sua candidatura a presidente da República. Essa estratégia consistia num ultimato para que a cúpula tucana definisse a realização de prévias eleitorais presidenciais impreterivelmente até o dia 30 de março - "nem um dia a mais". Era muito estranho, primeiro, que um candidato a candidato comunicasse sua estratégia eleitoral ao adversário político antes de fazê-lo a seus correligionários. Mais estranho ainda era o fato de uma proposta de procedimento jamais adotada por um partido desde sua fundação, há 20 anos - o que exigiria, no mínimo, uma ampla discussão partidária interna -, fosse introduzida por meio de um ultimato, uma "exigência" a ser cumprida em um mês e meio, sob pena de... De quê, mesmo?
O que Aécio fará se o PSDB não adotar as prévias presidenciais até 30 de março? Não foi dito pelo governador mineiro (certamente para não assinar oficialmente um termo de chantagem política), mas foi barulhentamente insinuado: em caso da não-aprovação das prévias, Aécio voaria para ser presidenciável do PMDB. É claro que para o presidente Lula e sua ungida presidenciável, a neomeiga mãe do PAC, não haveria melhor oportunidade de cindir as forças oposicionistas, deixando cada uma em um dos dois maiores colégios eleitorais do País. E é claro que para o PMDB, com tantos milhões de votos no País, mas sem ter quem os receba, como candidato a presidente da República, a adoção de Aécio como correligionário/candidato poderia significar um upgrade fisiológico capaz de lhe propiciar um não programado salto na conquista do poder maior - já que os menores acabou de conquistar.
Pela pesquisa nacional do Instituto Datafolha, os presidenciáveis tucanos têm os seguintes índices: José Serra, 41% (disparado na frente), e Aécio Neves, 17% (atrás de Ciro Gomes, com 25%, e de Heloisa Helena, com 19%). Por que, então, o governador de Minas se julga capaz de reverter espetacularmente esses índices, fazendo sua candidatura presidencial subir feito um foguete e a de seu colega e correligionário paulista despencar feito um viaduto? Que informações essenciais haveria, para se transmitirem aos cerca de 1 milhão e pouco de militantes tucanos - supondo-se que estes fossem os eleitores das "exigidas" prévias, que ninguém tem ideia de como devam ser -, para que pudesse ocorrer uma formidável inversão de avaliação eleitoral, que desse vitória a Aécio sobre Serra (supondo que o governador mineiro pretenda, de fato, vencê-las)?
Vejamos o modus faciendi de preparação das prévias, sugerido (ou "exigido"?) pelo governador mineiro: ele e Serra sairiam pelo Brasil afora apresentando suas "propostas" de governo, suas soluções para a crise econômica, as críticas cabíveis ao governo federal e coisas do tipo. Seriam diferentes ou semelhantes tais propostas, soluções e críticas? Se semelhantes, apresentadas em conjunto nos mesmos palanques "prévios", para obter o voto do eleitor "prévio" cada um dos concorrentes tucanos teria de tentar mostrar alguma vantagem diferencial. Talvez Aécio apostasse em sua condição de mais moço, com bastante cabelo e imagem de "boa pinta", só restando a Serra falar de sua maior experiência política, administrativa e seu preparo geral, em termos de conhecimento, cultura e traquejo internacional. Mas se falassem a mesma coisa, harmonizados e só com vozes diferentes, os dois correriam o risco de em algum lugar ermo do interior ser confundidos com dupla sertaneja - quem sabe Zé Serra e Ah é, sô.
Agora, se os discursos forem diferentes, em palanques "prévios" diferentes, haverá uma disputa de acirramento imprevisível. E no Brasil não temos a prática norte-americana das primárias - que uniu Obama e Hillary depois de se terem escalpelado. Por mais que disfarcem e até simulem alianças, aqui os concorrentes, após as eleições, sempre se tornam cordiais inimigos figadais. E aí as semelhanças políticas estão na razão direta das diferenças pessoais. Mas não há dúvida de que sob o ponto de vista político-administrativo Serra e Aécio são semelhantes, porque comandam administrações competentes.
Ressalvem-se apenas as profundas diferenças de cobrança de opinião pública entre Minas e São Paulo. Quem já leu os jornais mineiros fica impressionado com a absoluta falta de crítica em relação a tudo o que se relacione, direta ou indiretamente, ao governo ou ao governador.
O caso do "mensalão tucano" só foi publicado pelos jornais de Minas depois que a imprensa do País inteiro já tinha dele tratado - e que o governador se pronunciou a respeito. É que em Minas imprensa e governo são irmãos xifópagos. Em São Paulo, ao contrário, não só Serra como todos os governos e governadores anteriores sempre foram cobrados com força, cabresto curto, especialmente pelos dois jornais mais importantes. Neste aspecto a democracia em São Paulo é mais direta que a mineira (assim como a de Montoro era mais direta que a de Tancredo). Fora isso, os governadores dos dois Estados são, com justiça, bem avaliados por suas respectivas populações.
O problema tucano, na sucessão presidencial, é que na política cabocla as ambições pessoais têm razões que a razão da fidelidade política desconhece. Agora, quando a isso se junta o sebastianismo - a volta do rei que nunca foi -, haja pressa em restaurar o trono de São João Del Rey... Só que Aécio devia refletir sobre o que disse seu grande conterrâneo João Guimarães Rosa: "Deus é paciência. O diabo é o contrário."
E hoje talvez ele advertisse: Pó pará, governador?
Mauro Chaves é jornalista, advogado, escritor,administrador de empresas e pintor. E-mail: mauro.chaves@attglobal.net
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php
Nilson Fernandes
NOSSINHORA!
Em retrospecto, relendo com a "sabedoria" do passar de alguns mezes... Nilson, esse item eh de uma hipocrisia monumental, epica.
Coloca em moldura de ouro todas as defecagadas tucanas com Aecio.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Pois é... Acho que já está na hora de apelidarmos esse veículo de "Estadão do Pó Pará" e assim chamá-lo daqui por diante.
Topa, Nassif?
PÓ PARÁ, ESTADÃO!
Acho que passou do limite do razoável. Lula e o PT não podem apenas acionar a justiça e aguardar as investigações. Dilma deve continuar como está. Não é com ela... Mas Lula e o PT precisam contra atacar...
Não é com ela? Se vc tem acesso a algo que a PF e o MPF não sabe revele, porque estão apurando ainda....
Você acertou exatamente no alvo Calvin. A PF e o MPF estão investigando e, por isso, ninguém pode dizer que a Dilma tem algo a ver com isso. Você conhece um pingo de direito penal? Já ouviu falar em presunção de inocência?
Se amanhã alguém te acusar de roubar seu vizinho, você aceitaria a acusação como verdadeira enquanto a polícia faz as investigações do crime ou exigiria ser CONSIDERADO INOCENTE ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO?
Gostaria de uma resposta honesta.
Assim como apuração em andamento não pode culpar, também não pode inocentar. Foi o que quis dizer com "não tem nada com ela (Dilma)". Ninguém sabe ainda.
Ah, Calvin,
vc parece o tavinho: autenticidade não pode ser assegurada, bem como não pode ser descartada
"Não é com ela? Se vc tem acesso a algo que a PF e o MPF não sabe revele, porque estão apurando ainda":
Voce eh um grandicissimo cara de pau, Calvin! Eh voce que simultaneamente, na mesma sentenca, pede pra alguem revelar o que sabe a respeito da PF e MPF e insinua que ja tem informacao terminante a respeito de Dilma ser suspeita na PF. Ele nao fez isso.
Eh voce que tem que provar que a PF esta considerando Dilma suspeita porque eh voce que esta insinuando isso.
Se voce acha que estando algo sob apuracao automaticamente implica que TODOS sao suspeitos, voce ta errado tambem. Porem, por enquanto voce so deixou no ar uma insinuacao.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Apóie a nova Representação do MSM à Justiça Eleitoral
Posted by eduguim on 02/09/10 • Categorized as
Tem início, neste post, a nova campanha do Movimento dos Sem Mídia por adesões à Representação que a ONG fará à Justiça Eleitoral brasileira contra o desafio da lei que regula as eleições no país, desafio esse representado pela prática ILEGAL de concessões públicas de rádio e tevê manifestarem opinião favorável a pelo menos um candidato no processo eleitoral de 2010.
O que é mais grave nessa prática é que o candidato favorecido pelas concessões públicas em tela disputa a Presidência da República, o que torna inaceitável que possa ter êxito em alcançar cargo dessa importância valendo-se de favorecimento ilegal por meios que pertencem a toda a sociedade e não, apenas, a grupos políticos amigos e/ou aliados dos concessionários.
Após debates e estudos, a Presidência e a Diretoria Jurídica do Movimento dos Sem Mídia compuseram minuta da Representação que será feita em benefício de eleições livres, limpas e democráticas, sem concurso de estratégia ilegal como é o uso de uma concessão pública em benefício de interesses particulares de grupos políticos e de empresários do setor de comunicação.
Trata-se de um documento preliminar que abro para contribuições, alterações e supressões por parte dos leitores deste blog durante o processo de finalização da medida a ser encaminhada à Procuradoria Geral Eleitoral em Brasília no menor prazo possível. Abaixo, a minuta da Representação.
*
Representação do Movimento dos Sem Mídia – MSM à Procuradoria Geral Eleitoral Federal – PGE sobre possível atuação ilegal de órgãos de mídia no atual processo eleitoral.
A Lei Federal nº 9.504, promulgada em 30/09/1997 e conhecida como Lei Geral das Eleições, regula o processo eleitoral deste ano no Brasil e dispõe, em seu artigo 45, sobre condutas vedadas aos veículos de mídia, visando o respeito à lei de propaganda eleitoral permitida e garantir as condições de igualdade e isonomia entre os candidatos que disputam o pleito.
Determina o artigo 45 da Lei :
– A partir de 1º de Julho do ano da eleição, é vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal e noticiário:
III – veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação e aos seus órgãos ou representantes;
IV – dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação;
Ocorre que, neste ano, a campanha eleitoral de 2010, como já havia ocorrido na de 2006, foi fartamente discutida pela sociedade brasileira. Vários órgãos de mídia, principalmente redes de televisão e rádio, podem estar avançando e extrapolando os limites da legalidade fixados na Lei 9.504/97 no que diz respeito a tratamento igualitário aos candidatos que disputam estas eleições. Pela cobertura e abrangência que possuem sobre o território brasileiro, esses meios de comunicação podem influir decisivamente na vontade soberana do eleitorado distorcendo e influindo ilegalmente no resultado do pleito que se avizinha, ao arrepio do que determina a lei eleitoral supracitada.
A questão das redes de televisão e rádio é muito grave e afeta diretamente o interesse público, pois essas empresas somente funcionam porque exploram concessões públicas, outorgadas pelo Estado brasileiro. Portanto, exploram um bem que pertence a todos os cidadãos, o chamado espectro eletromagnético, através do qual transmitem e retransmitem programação para todo o território nacional, de maneira que essa programação não pode ser usada para incentivo, defesa ou promoção de grupos políticos determinados, pois constitui infração do que determina a legislação eleitoral vigente.
Sem a autorização do Governo Federal para funcionarem nos termos da lei que regula a matéria, as emissoras de TV e rádio não podem efetuar a transmissão de suas programações no território nacional e, assim, essas empresas de comunicação, mais do que qualquer outra organização ou entidade juridicamente constituída perante as leis brasileiras, têm que se ater aos termos das prerrogativas contidas nas concessões públicas que detêm e também devem obedecer rigorosamente a quaisquer restrições legais que se interponham.
Não obstante a legislação eleitoral, como mero exemplo do que vem ocorrendo relata-se aqui que certas redes de televisão e rádio podem ter extrapolado os limites da lei no que diz respeito a tratamento igualitário que devem dispensar aos candidatos que disputam o cargo de Presidente da República, sendo fato amplamente comentado pela população e por blogs e sites na internet que está havendo favorecimento ao candidato do PSDB, José Serra. São anomalias como as de 1º de setembro último, por exemplo, quando um apresentador e um comentarista de telejornais da Globo e do SBT, os senhores Carlos Nascimento e Merval Pereira, entre outros, apoiaram abertamente acusação do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, à candidata do PT, Dilma Rousseff, de que ela e sua campanha teriam ordenado o vazamento de dados sigilosos da Receita Federal concernentes à filha daquele candidato, senhora Verônica Allende Serra [vídeos dos programas em anexo].
A cobertura enviesada e parcial de redes de televisão e de rádio sobre fatos e ações políticas das candidaturas no atual processo eleitoral pode constituir verdadeira “propaganda eleitoral negativa” contra uma candidatura e, no caso em tela, vitimização da outra, violando os dispositivos da lei 9.504/97, de maneira que deve ser objeto de investigação e coibida pela Procuradoria Geral Eleitoral – PGE e pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral. E o que é pior: sem que exista uma única prova que sustente a acusação comprada, in limine, pelos concessionários públicos supracitados.
A ONG Movimento dos Sem Mídia – MSM, diante de resultados díspares entre os quatro maiores institutos de pesquisas eleitorais do País no início deste ano, propôs, de forma republicana, Representação perante a douta Procuradoria Geral Eleitoral – PGE “pedindo investigação sobre a realização e divulgação de pesquisas eleitorais fraudulentas”. A Representação foi aceita, estando em curso Inquérito na Superintendência da Polícia Federal em Brasília – DF para investigar a denúncia. Mais uma vez, frente a fatos e ações de órgãos de mídia que revelam indícios de tentativas de influenciar ilicitamente o processo eleitoral, o Movimento dos Sem Mídia – MSM, organização da sociedade civil, na defesa dos interesses maiores da República, da Democracia e do Estado de Direito, prepara nova Representação. A manifestação do MSM à Justiça Eleitoral será aberta a apoio de todo e qualquer cidadão brasileiro a investigação da atuação de redes de televisão e rádio que pode estar tentando influir indevidamente na vontade soberana do eleitorado, podendo vir a distorcer os resultados da eleição presidencial vindoura.
São Paulo, 1º de setembro de 2010
Movimento dos Sem Mídia – MSM
Eu pergunto aqui: qual é o motivo do Estadão se dizer censurado?
Bom, editoriais do Estadão sempre foram ótimas peças de humor! Infelizmente ninguém os lê apesar de muito engraçados e pueris até. Devemos lembrar que o jornal continua "censurado". Mas isso aí é apenas uma preparação. O melhor ainda está por vir: a capa "bombástica" da Veja, a pesquisa providencial do Datafolha e a repercussão no Jornal da Globo sábado à noite. Teremos um feriadão quente! É a última esperança de uma derrota menos acachapante.
"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X
é bem por aí. Quem dá bola para editorial do Estadão é justamente o leitor do Serra, que confia cegamente nas besteiras escritas no jornal.
Basta dar uma olhada no fórum dos leitores. É a parte "josé simão" do Estadão.
Já está na hora de um comunicado oficial do presidente, em rede nacional, falando sobre o perigo do golpismo e das calúnias nesta eleição.
É dar poder demais aos ratos que rugem.
Eu estou pensando em entrar com ação para não declarar à Receita enquanto não houver garantias legais de sigilo...o que acha?
Eu acho que você é um Sérgio Guerra...
acho que vc deveria fazer isso rapidamente. Deveria também parar de andar pelas ruas brasileiras enquanto houver acidentes e parar de tomar remédios quanto estiver com algum problema de saúde, pelo menos enquanto não conseguirem bloquear todos os efeitos colaterais.
Seria uma ideia interessante também, não adquirir nenhum bem, enquanto no meio do ser humano houver a propensão para atos ilícitos como furto e roubo.
Cuide-se.
Também acho, Lauro.
O PT e, principalmente, Lula não podem acionar a justiça simplesmente e aguardar. Devem se manifestar publicamente, com veemencia, negando e contra-atacando essa investida golpista. Certamente que o povo brasileiro vai entender muito melhor tudo isso quando nosso presidente vier a público e falar.
O Jornalão paulista está igual ao Serra, caindo em credibilidade e desesperado pela perda do poder e sem qualquer perspectiva de retornar um dia. É o fim melancólico de ambos.
O desespero contaminou todo o comboio Demo-Tucano-Midiático.
Adeus Serra! Adeus Jornaleco paulista de extrema direita!
Forever!
Isso que é um país democrático, até o presidente da república precisa de despachante e procuração falsa para conseguir dados sigilosos, e olha que se trata de um Estado "aparelhado" e "sindicalista". Será que o telefone do Mantega estava fora de área, pro Lula ter que procurar o tal do Atella.
Uma lição para este blog do STF:
“Eu vejo a eleição como a festa da democracia. Não como um velório”, ressaltou Ayres Britto ao defender a suspensão da primeira parte da Lei.
“Não há imprensa livre se não a partir de um pensamento crítico”, acrescentou Britto ao se referir ao segundo trecho suspenso.
Nassif
Pau que dá em chico, também dá em francisco.
Garanto que não foi a cúpula petista que detonou a Roseana em 2002.
Com 8 stf na mão, o Lula ri, podem espenear a vontade, eles só tem o "MA"; a fatura já esta liquidadada; já sabem que perderam, inclusive em sampa, por isso essa baixaria.
Bem que Tu falou que nesta eleição ia rolar " um esgotão" feio.
Deus me livre, vade retro; nesta eleição o morto vivo, morrerá.
Mário Mendonça
"Eis, em suma, o que o governo Lula e a cultura petista fizeram do Fisco"...
Matéria de 15/04/2000:
Dados do IR de 11,5 milhões de pessoas vazam da Receita
São Paulo (AF)
Nome, renda, endereço completo, atividade e outras informações das declarações de Imposto de Renda de 11,5 milhões de pessoas físicas e de empresas são sigilosas e estão protegidas pela Constituição, mas vazaram da Receita Federal e foram usadas e vendidas irregularmente por empresas de mala-direta paulistanas.
O vazamento, possivelmente o mais grave em toda a história do país, foi confirmado ontem por meio de laudos divulgados pelo Instituto de Criminalística de São Paulo. A perícia não aponta como os dados saíram do Fisco.
Até ontem, a Receita Federal não havia ainda consultado o material, apreendido em janeiro deste ano, para checar os dados ou colaborar com a Polícia Civil e com os peritos na apuração. O caso também é investigado pela Polícia Federal de São Paulo, mas a apuração é sigilosa.
Os 11,5 milhões de contribuintes que tiveram seu sigilo fiscal quebrado correspondem ao total de pessoas físicas que devem declarar Imposto de Renda neste ano, segundo a Receita Federal.
No caso dos dados que vazaram, os laudos apontaram que os bancos de dados continham informações de 7,6 milhões de pessoas físicas e de 3,9 milhões de empresas de todo o país.
Entre as pessoas físicas, os peritos encontraram os nomes do presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador de São Paulo, Mário Covas, e de um presidente do Supremo Tribunal Federal. O laudo não menciona o nome do atual presidente, ministro Carlos Velloso.
Esses dados foram, no mínimo, utilizados por empresas que trabalham com venda de cadastros para mala-direta por preços que podem chegar a R$ 8.000.
Os dados das empresas são de declarações entregues ao Fisco em períodos anteriores a 96, não especificados pelos peritos. Também foram encontrados dados recentes, entre 96 e 99.
Sobre os dados de pessoas físicas, os laudos não confirmam a que período se referem, mas os arquivos encontrados em computadores e materiais de informáticas têm data de 1999. "Está devidamente caracterizado que os dados encontrados correspondem ao banco de dados da Receita Federal", afirmou ontem o diretor do Instituto de Criminalística, Valdir Santoro, ao entregar os laudos à polícia.
Os peritos do instituto atestaram o vazamento de dados ao analisarem materiais de informática apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo em uma investigação que está sendo feita desde novembro do ano passado.
O caso também envolve vazamento de dados sigilosos de empresas telefônicas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Nos bancos de dados de contribuintes encontrados pela polícia, a principal informação que levou os peritos a concluírem pela vulnerabilidade da Receita Federal foi a existência nos cadastros de códigos usados exclusivamente pelo Fisco, nas declarações de IR.
O código é usado para identificar a atividade dos contribuintes --pessoas jurídicas e físicas. Jornalistas, por exemplo, usam o código 171 ao informarem suas atividades nas declarações. Também contou o fato de os dados incluírem renda de pessoas físicas e jurídicas, segundo os peritos.
"Não existe essa informação em nenhum outro banco de dados do país. Os dados só podiam ser da Receita Federal", disse ontem o delegado Manoel Adamuz Neto, que investiga o caso.
O material analisado pelos peritos foi apreendido com duas pessoas diferentes e que, segundo os laudos, mantiveram relações comerciais. No total, quatro pessoas já foram indiciadas (acusadas formalmente pela polícia) pelo vazamento de dados.
Na apuração, a polícia também já encontrou o mesmo tipo de banco de dados em quatro empresas, parte delas do setor de cobrança, que não têm relação com os as pessoas já indiciadas no caso. Os nomes das empresas são mantidos em sigilo.
Esses bancos de dados ainda estão sendo analisados pelo Instituto de Criminalística, mas a polícia suspeita que os dados também vazaram da Receita Federal.
De acordo com o delegado Adamuz Neto, com a confirmação do vazamento de dados a polícia passa a ter como meta identificar como as informações saíram da Receita Federal e das empresas telefônicas.
Há suspeita do envolvimento de funcionários do Fisco e das empresas de telefones, mas os laudos não deram pistas de que setores podem estar envolvidos.
Vale do Paraíba, sábado, 15 de abril de 2000
http://jornal.valeparaibano.com.br/2000/04/15/neco/recey.html
Há tantos anos essas informações são vazadas, e só agora a imprensona se incomoda. Lembro de ouvir sobre vendas de dados nas cercanias da SRF ainda em 1996, quando trabalhava na região.
Uma coisa que eu ainda não entendi é porque a Mídia esta centralizando seus ataques na figura do Otacílio Cartaxo, todos pedindo a sua cabeça.
Ele ser um dos alvos das criticas dá para entender, mas virar o alvo central já deve ter algo a mais por trás.
Há mais coisas no céu do que os aviões de carreira.
Eles querem ser mais realistas do que o rei? Convém copiar-colar o que está escrito no próprio site do jornal:
(...) Em seu despacho, Aldir Passarinho explicou que a instauração de um procedimento de investigação judicial eleitoral está condicionada à existência de fatos, provas, indícios e circunstâncias.
"Carece a peça inicial de substrato fático probatório suficiente para ensejar a apuração à luz do artigo 22 da norma complementar, ausente, na hipótese, concreta demonstração de efetivo benefício à candidatura da representada Dilma Rousseff."
(...)
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100903/not_imp604651,0.php
É claro, é óbvio, só não vê quem não quer... Um Presidente da República que vem batendo sucessivos recordes de popularidade, chegando a inacreditável marca de 5% de rejeição, precisa muito atacar a filha de uma candidatura fadada ao fracasso. Isso é muito mais produtivo do que falar nos 14 milhões de empregos criados, da restruturação do setor público, da volta ao ciclo de crescimento econômico, do maior salto dos índices sociais de toda a história da nação, do maior ganho real em renda da imensa maioria da população, da auto suficiência em petróleo, da aquisição de personalidade na diplomacia internacional, da Copa e da Olimpíadas, enfim.. de ter entrado para História como o primeiro grande líder do Hemisfério Sul. Vocês parecem que não entendem de política, a declaração de imposto de renda da filha do Serra, feita por ela mesma, dará muito mais popularidade ao Lula do que estes outro tópicos, rumo unanimidade.
O LUla tem que vir a público como presidente e falar em Rede Nacional quem são os bandidos da democracia no dia 7 de setembro.
Nilson Fernandes
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