Dunga ganha o torcedor

Por alex augusti

TOMOU!Dunga dá de goleada na Globo terça-feira, 22 junho, 2010 às 16:48

O torcedor brasileiro tomou o lado de Dunga no conflito com a TV Globo, criado depois que a emissora não se conformou com o veto do técnico a entrevistas exlusivas.

Além das manifestações em diversas mídias sociais e a proposta do “diasemglobo” no próximo jogo do Brasil, os torcedores estão mostrando sua posição em enquete promovida pelo UOL com a pergunta “De que lado você está na guerra entre a Globo e o técnico Dunga?”

Pelo que está no vídeo que chama para a enquete, a sondagem começou às 13:17h. Na consulta que fiz, às 16:45h , 12.930 pessoas tinham respondido da seguinte forma: ao lado de Dunga, 78,69%; do lado da Globo, 11,76%; de lado nenhum, 9,54%.

Acho que a Globo não contava com essa goleada e deve estar mais perdida que a seleção da Coréia do Norte diante de Portugal. Ainda mais depois que a Fifa frustrou seus planos de punir o técnico brasileiro.

FONTE: tá no Blog Tijolaço

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60 comentários
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jb

DUNGUEI...KKKKK

 
 
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marcelo batista

A Globocrise, ainda acha que esta no tempo em que ela decidia quem seria o presidente da Republica, decidia a escalação da seleção brasileira de fut., decidia quem podia equem não podia nesse país.

tomara que quando acordarem, ja seremos hexa, Dilma ja será presidenta, e a escravidão branca à globocrise terá chegado ao fim.

não quero que sumam do mapa, não seria bom, mas não podem mais ser o que eram.

 
 
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Cláudia Stefani

Ainda he de ver o dia do 'Cala boca, Bonner' e do 'Cala boca, Fátima'.

 
 
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Alberto Porem Junior

Percebe-se uma movimentação atípica.

Logo após o CALA BOCA GALVAO, que deu destaque em todo o mundo e capa de Veja, vemos que a partir de ontem uma ordem unida através de um suposto comando central busca inefavelmente desqualificar o episódio, Dunga, não criticar o jornalista e amarrar tudo como "trama do petismo".

parece brincadeira? Mas não é! Vejamos:

FERNANDO DE BARROS E SILVA
Subdunguismo na rede

SÃO PAULO - Entre a velha promiscuidade da CBF com a Globo e a truculência de Dunga no trato com os jornalistas, a escolha é muito simples: criticar as duas.
O monopólio do acesso à seleção, derivado da audiência e obtido durante várias Copas pela Globo, fez fermentar uma cultura bocó e nociva, na qual as fronteiras entre jornalismo verde-amarelo e negócios nem sempre foram claras. Isso, é bom destacar, a despeito da seriedade e da qualidade de muitos profissionais que atuam na emissora.
Até mesmo num assunto tão sério como o futebol, a sociedade ganha quando há pluralismo, opções de escolha, debate, divergências -enfim, imprensa independente.
Quando se volta contra profissionais da Globo, Dunga não está preocupado com o direito à informação desimpedida. Isso não existe no seu horizonte. Ele não aceita, não tolera e não perdoa a crítica. E exibe isso com um grau de franqueza que deve incomodar o espírito de compadrio & cia. que rege a CBF.
Dunga é uma figura tosca e autoritária. Naquela instrutiva entrevista que concedeu ao convocar a seleção, disse que não poderia avaliar se a ditadura brasileira foi boa ou ruim: "Só quem viveu é que pode nos dar a resposta". Não satisfeito, foi mais longe: "É a mesma coisa sobre a época da escravidão. Eu não vivi, como é que vou dizer -ah, era ruim, era bom, não sei".
Depois da história, a moral e cívica; depois da teoria, a aula prática: na sua recente coletiva, o "professor" primeiro interpelou de forma intimidatória o repórter da SporTV que havia balançado negativamente a cabeça -"algum problema?". A seguir, o insultou com palavrões em voz baixa, repetidas vezes.
Foi o que bastou para que o assunto invadisse a seara política. Na blogosfera, militantes do PT e da candidatura Dilma Rousseff transformaram o técnico em herói da resistência antiglobal. Espalhou-se na rede um subdunguismo eleitoral. Soa como um sintoma -como dizer?- de fascismo democrático.

Também começam a mostrar algumas coisas sobre Dunga como salários:

Técnicos superpoderosos viram vedetes nesta Copa

Treinadores ganham prestígio e se expõem bem mais do que os craques

DOS ENVIADOS A JOHANNESBURGO

Ricos, poderosos e prato principal para milhares de jornalistas. Na Copa do Mundo, os antes coadjuvantes treinadores foram transformados em vedetes.
A começar pela própria Fifa. A entidade tem normas que geram uma superexposição dos treinadores e esconde os jogadores.
Resultado: Dunga e seus colegas de profissão são obrigados pela federação internacional a conceder entrevistas coletivas na véspera dos jogos e após as partidas. Isso sempre nos estádios, com as marcas dos patrocinadores da Fifa bem atrás dos treinadores. São, em cada sessão, cerca de 15 minutos.
Assim, só na primeira fase serão seis entrevistas e cerca de 90 minutos de imagens e palavras dos técnicos exibidas para todo o mundo.
São, portanto, excessivamente expostos Dunga, Maradona e Fabio Capello, por exemplo, mas pouco se vê de Messi, Rooney e Kaká.
Pelas regras da Fifa, o único jogador que obrigatoriamente precisa falar com os jornalistas é o melhor da partida. Mas quase sempre o eleito precisa responder a só duas breves perguntas.
Para os jogadores, existe a zona mista, entretanto fala apenas quem quer. Fora disso, restam as entrevistas organizadas pelas federações -em mais de um mês, a CBF colocou o atacante Luis Fabiano, por exemplo, para falar duas vezes.
Os técnicos falam muito também porque ganham muito. Levantamentos de publicações europeias mostram que os 32 treinadores que comandam as seleções deste Mundial ganham juntos o equivalente a R$ 80 milhões por ano, ou uma média individual de R$ 2,5 milhões.

PODERES INIMAGINÁVEIS
Quem puxa a fila dos técnicos mais bem pagos é o italiano Fabio Capello, que recebe quase R$ 20 milhões para comandar a Inglaterra, que corre sério risco de eliminação já na primeira fase.

 

Dunga está longe das primeiras colocações -seu salário anual está na casa dos R$ 2 milhões. Mas o brasileiro é, porém, um dos exemplos mais acabados dos superpoderes que os técnicos de seleções têm hoje, pelo menos desde a década de 90.

Dunga decide como o time vai se relacionar com a imprensa e determina se os treinos serão fechados ou não -algo inimaginável em 1958, quando a imagem do técnico campeão é a de um Vicente Feola que, dizem, dormia no banco de reservas e deixava a seleção brasileira jogar.

 

Capello resolveu até avaliar as hospedagem da equipe. Vetou a Universidade de Pretória, o mais desejado local de treinos da Copa, por avaliar que os quartos não estavam à altura do time.

A Argentina assumiu o lugar, e a mídia inglesa atacou o técnico italiano. (EDUARDO ARRUDA, MARTÍN FERNANDEZ, PAULO COBOS E SÉRGIO RANGEL)

 
 
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Rogério Floripa (Pra não homenagear Floriano)

Não se esqueçam!!! Sexta sem Globo.

Documentário – Além do Cidadão Kane
Mostra como Roberto Marinho construiu o império das organizações globo, como pode corromper e manipular…
http://baixandonafaixa.blogspot.com/2009/12/documentario-alem-do-cidadao-kane.html

 
 
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Nilson Fernandes

Vou ver o jogo Brasil e Portugal no Sporttv, é da Globo, mas pelo menos não tem Galvão Bueno, que solta tanto a franga na impolgação que chega confundir as duas Coréias. "QUANDO ACABAR A COPA VAI CONTINUAR A MALHAÇÃO DA CORÉIA DO NORTE, BOLÍVIA, VENEZUELA E IRÃ, Sem falar na puxação de saco do Nelson Mandela"aqui que ele viveu seus dias com Desmom Totto,  o regime do aphartaid" . É tanta pieguice que dá vontade de chorar. Falando direito de Soweto a Monica Bernades e aqui no Brasil o Willian fazendo cara de nojo. Só tá faltando Serra para dar mais alegria lá na África. Tá tudo Faltando.

 

Nilson Fernandes

 
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SAMUEL

UM DIA SEM GLOBO É NESTA SEXTA FEIRA

 

VAMOS BOICOTAR A GLOBO NA SEXTA VAMOS VER O JOGO NA BAND OU OUTRO CANAL

 

FORA REDE GLOBO O POVO NAO É BOBO

 

VAMOS ENVIAR EMAIL PARA TODOS OS NOSSOS AMIGOS PEDINDO UM DIA SEM GLOBO PELO MENOS NA HORA DO JOGO.

 

 

ATÉ A VITÓRIA SEMPRE E VIVA O REI DUNGA

 
 
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jOTAPE

Claro que Dunga passou do limite, como mais claro está que, mesmo assim, ele tem razão.

Não pelo fato de ter peitado a Globo, mas a imprensa, de modo geral, que é massacrante, insana e insistente na busca da matéria, sua principal commoditie.

Não consta dos requisitos para ser treinador da Seleção Brasileira ter facilidade no trato com a imprensa. Não adianta ser um derrotado gentleman como o Parreira (A Copa de 94, ganha nos pênalties, tendo no time  Romário e Bebeto, dentre outros?).

Melhor mesmo é respeitarem o modo de trabalho do profissional sério que é Dunga.

 
 
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Carlos C

E o IG está com uma enquete sobre "quem vc odeia mais, o DUNGA ou o Maradona".

Se vc responde nenhum dos dois e comenta que vc odeia mais a Globo eles não publicam o comentário.

O IG grobarizou?

Dunga agora é meu ídolo

 

 
 
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Nice Silva

Dunga agora também é meu ídolo, faz tempo que queria ver alguém desafiar a globo...kkkkkkk.Nem torcia muito para ver o Brasil campeão, mas agora estou torcendo pelo Brasil do Dunga.

 
 
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Márcia Nogueira

Dunga, agora é meu ídolo (3). Nem estava tão entusiasmada com a seleção, mas agora vou torcer como nunca pelo seu sucesso, mesmo que não seja campeã, que seja muito digna, bem diferente da França, por exemplo. 

 
 
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Dany Soares

Essa enquete nos faz perceber que, aos poucos, o telespectador começa a avaliar o conteúdo vinculado pela Globo, conteúdo este totalmente tendencioso, que busca manipular a opinião do brasileiro. A emissora tem sua representatividade, não podemos negar, mas seu material não chega nem perto de uma isenção. Isto pode ser analisado a fundo durante a cobertura da Copa e, ainda no início, das Eleições 2010.    

 
 
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Grauninha

O que representam os "palavrões impublicáveis" e ináudiveis, diga-se de passagem, O "Cagão de Merda" de Dunga, frente ao  desencantamento familiar da sociedade moderna que o canal da Vênus Platinada transmite todo dia em cadeia nacional a partir das 21:00s: uma menina abortando, cuja mãe é sua irmã; uma avó que explora sexualmente suas netas, sendo uma de menor; um filho que odeia  a mãe; uma esposa frustrada no casamento que caça garotinhos no seu dia-dia, um recém casado com atitudes obscuras na internet e por aí vai?

Moralismo hipócrita!

 

 

Região Serrana Fluminense:Vergonha!Vergonha!Vergonha!

 
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Zeca Ribeiro

Nassif, apesar dessa confusão entre a Globo e Dunga foi construído nas esferas superiores da emissora e da CBF, quero chamar a atenção para outro ponto: o padrão Tadeu Schimit de jornalismo.

O Tadeu até que deu uma renovada com seu jeito irreverente de falar, apresentar, comentar sobre esporte e outros temas também. No entanto, ele carrega o defeito de querer competir com a notícia. Ocorre muitas vezes de não sabermos o que é mais importante se o fato ou o Jornalista.

Na esfera esportiva o jornalista até pode ser mais solto, porém o padrão Tadeu se espalhou, seus colegas copiaram e os espectadores já se deram conta disso. No começo até que era legal, mas já está muito chato isse de jornalista se achando Craque, querendo ser celebridade mais que os principais atores deste Teatro,  os atletas.

Mas isse é o que pensa a Globo sobre o Brasil, porque ela também se confunde quando acha que é o proprio Poder e não uma parte dele. Ela quer usurpar o poder Judiciário, Legislativo, Executivo para fazer valer suas vontades, quando é frustrada fica toda furiozinha. Esses jornalistas Globais que estão combrindo a Copa estão SE ACHANDO muito, SÃO mimados. Por isso pensam que não podem ser contraridos.

TODOS TEM que BEIJAR SEUS PÉS, o trabalho deles(e da emissora) faz parte do espetáculo, mas eles não são o ESPETÁCULO. Eles não querem enchegar isso. É essa falta de humildade que os torcedores brasileiros estão repudiando.

 

 
 
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Alberto Porem Junior

"Ação entre amigos"

Promoção: Instituto Millenium

Continuando a ação entre amigos organizada contra Dunga vem um abjeto chamado Nêuname pelo Estado em Opinião. Fazia tempo que não lia tanta bobagem junta. Só o Milennium para escalar um bobalhão como este para falar sobre... Dunga.

Link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100623/not_imp570760,0.php

Do alto do pódio da paz ao baixo calão na guerra

José Nêumanne - O Estado de S.Paulo

É difícil encontrar expressão mais calhorda que a tal da "pátria em chuteiras". Mesmo nas primícias do profissionalismo do futebol (até os últimos anos do reinado de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, nos anos 1970), os Campeonatos Mundiais nunca refletiram mais que habilidades específicas para uma prática esportiva em cujo resultado a sorte tem influência similar ou até superior ao desempenho. E este em nada depende da qualidade média de vida dos países cujos selecionados vencem amiúde.

 

No século 18, o escritor Samuel Johnson escreveu que "o patriotismo é o último refúgio de um canalha". Na aparência, a afirmação refletia o despojamento de um povo que nunca se levou a sério, apesar de seu país, ou seja, a "pérfida Albion" (denominação da Inglaterra quando era colônia romana), ter conquistado o mundo e a glória na guerra e na literatura . Mas uma leitura fria dos fatos mostra que ? em guerra, gestão pública, política e diplomacia ? há mais cinismo na exploração cínica do amor do homem comum por sua terra que na crítica do amigo do historiador da decadência do Império Romano, Edward Gibbon. No esporte em geral e, em particular, no futebol, que, em seu moldes atuais, começou a ser jogado pelos ingleses um século depois de Johnson ter cunhado suas frases, ela é até mais válida que nas outras atividades humanas acima citadas.

Não passa de hipocrisia a adoção da lição do barão de Coubertin tentando dar às competições esportivas um falso condão de nobreza, que não condiz com a acirrada disputa em arenas, campos e tatames. O triunfo do velocista negro americano Jesse Owens, presenciado pelo ditador nazista Adolf Hitler na Olimpíada de Berlim em 1936, mesmo tendo negado na prática a teoria absurda da superioridade da raça ariana sobre as outras, em nada aliviou as agruras dos descendentes de escravos nos Estados Unidos. As disputas pela liderança nos quadros de medalhas dos Jogos Olímpicos na segunda metade do século 20 não refletiram a igualdade de condições entre o imperialismo ianque, de um lado, e o império soviético, do outro. O ouro distribuído nos pódios a ginastas e atletas russos ou das Repúblicas ocupadas pelos comunistas não bastou para impedir a derrocada do regime de Lenin, Stalin e seguidores. As vitórias de pugilistas, atletas e atacantes de ponta de rede de vôlei de Cuba não refletiam as condições de vida da população da ilha caribenha sob a tirania dos irmãos Castro.

No mundo contemporâneo, modalidades olímpicas são mais um comércio que mobiliza fortunas do que nobres manifestações de saúde do corpo e da mente. No caso do futebol, a exploração da paixão popular por negociantes inescrupulosos é ainda mais gritante. Numa competição cujo apreço pela ética negocial pode ser medido pela proibição de acesso ao estádio de torcedoras holandesas porque a organizadora da Copa, a Fifa, suspeitou que faziam propaganda de uma empresa que não participou de seu rateio milionário de marketing, cobrar da excessiva cobertura dos meios de comunicação cumplicidade patriótica é de uma desfaçatez de assustar o próprio Johnson.

Mas já que o jogo é esse, meus amigos, vamos jogá-lo dentro da regra que nos foi imposta pelos donos do espetáculo, a Fifa e sua afiliada brasileira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Tendo a Pátria vestido uma camiseta amarela para sair por aí, é de todo conveniente exigir de quem cobra patriotismo dos críticos um mínimo de compostura. O futebol, hoje menos uma atividade profissional que uma fonte de renda ainda mais fabulosa que os gols marcados pelo artilheiro da seleção Luis Fabiano, paga fortunas mirabolantes aos astros do espetáculo exibido a um público de bilhões de pagantes. Chegou, então, o momento de lembrar que privilégios pressupõem obrigações. Por exemplo: na Pátria que eles imaginam representar se fala uma língua, no caso do Brasil, a portuguesa, enobrecida pelo estro fundador do poeta e soldado caolho luso Luís de Camões e por cultores como o amanuense mulato epiléptico carioca Joaquim Maria Machado de Assis. Vencer o jogo, como fez a equipe brasileira domingo em Johannesburgo, principal sede da Copa africana, anima a torcida brasileira. Mas honrar a Pátria é mais que isso: é, por exemplo, não esmurrar o vernáculo como se este fosse um inimigo figadal.

Com o salário que recebe da "pátria em chuteiras" e tendo a obrigação de falar em público pelo menos duas vezes por semana, o gaúcho de Ijuí Carlos Caetano Bledorn Verri devia ter recebido de seus empregadores a missão de não agredir os pronomes oblíquos, substituindo-os por retos em suas frases anômalas. Da mesma forma, além de selecionar seus pupilos e dirigi-los nos treinos, o treinador deveria ter aprendido na infância o hábito de não insultar adversários e críticos com palavras de calão rasteiro, incompatível com seu sucesso profissional.

Ao disputar uma luta livre particular contra a língua e profissionais encarregados de transmitir e avaliar o desempenho de sua seleção, o técnico brasileiro tem um comportamento à altura do anão da Branca de Neve do qual seu tio Cláudio tirou o apelido que passou a usar como nome de guerra. E não do capitão que do alto do pódio da paz nos EUA ergueu a Copa Fifa, hoje disputada na África, e reafirmou a superioridade técnica do jogador de futebol brasileiro nos gramados. Ao deixar de puni-lo, a Fifa tornou-se cúmplice dele. Esse caso execrável deveria ter alertado os maiorais do futebol para a necessidade de adotarem um código de conduta em respeito aos bilhões de torcedores que enchem sua bolsa de ouro e sua alma de glória. A truculência impune de Dunga, como a brusca retirada do eslovaco Vladimir Weiss da entrevista coletiva e a recusa do francês Raymond Domenech de cumprimentar o colega Carlos Alberto Parreira após derrotas, expõe quão hipócrita é o tal "fairplay" alardeado pela Fifa.

 
 
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Augusto Cesar

Esse Jose Neumane Pinto é autor dos maiores disparates anti-Lula no jornal matinal do SBT. Se acha...

 
 
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Cláudio Freire

Tá certo que Dunga não tem nenhuma habilidade, é totalmente tosco. Mas, no mérito, está no lado certo neste episódio.

Colocar-se contra privilégios é uma forma de ganhar a confiança do grupo, e entendo que essa foi a razão que o motivou (e não qualquer consideração voltada ao poder que essa emissora exerce há anos no país). 

De toda maneira, gostei do resultado indireto do caso. Ao entrar num assunto que a maioria da população brasileira gosta, o futebol, ficaram explicitadas algumas das manipulações que a Rede Globo costuma fazer para garantir seus privilégios. Achei didático.

Finalmente, uma observação. A Diretoria antiga da emissora era muito mais hábil, manipulava nos bastidores. As pessoas que atualmente têm poder na Rede Globo são fracas, seus métodos permitem que as coisas fiquem mais explícitas. Ainda bem.

Podemos estar assistindo o início da tomada de consciência de muitas pessoas, no que se refere às manipulações da Rede Globo, ainda que por vias tortas. 

 

 
 
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fabio padilha

O caso de Dunga, trouxe a tona
um contexto cada vez mais evidente.
A imprensa definitivamente assume o papel de tirana
devido ao  mal uso do poder e  influencia que exerce.

O povo esta ao lado de Dunga, nao por seu papel como
tecnico, mas sim pela sua postura  como agente de resistencia.
Aquele que nao se curva aos caprichos e as determinacoes do poder paralelo dos grandes meios de comunicacao.
Por incrivel que parece a imprensa se transforma no grande tirando nacional.
O Cala boca desta vez, nao vem da didatura, mas sim da
insatisfacao  do povo!

 
 
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meiradarocha

http://www.youtube.com/watch?v=NKMbpLzldws

 
 
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nsdel

Eu já estou assistindo a Copa só pela BAND, mesmo tendo que ouvir o Edmundo como comentarista, é dose; mesmo ouvindo as gafes constantes do Luciano do Vale que tá sempre trocando o nome dos jogadores, ele precisa trocar de óculos ou usar um.  

 
 
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Carlos Henrique Machado

Por baixo desse caroço do anão Dunga detonando a gigante Globo, tem muito mais angu. Numa retrospectiva mais recente, sociedade x mídia, as primeiras manifestações já aparecem no estádio, com a fúria da torcida contra Galvão Bueno, com coros de "Galvão, vai tomar...", está no youtube pra quem quiser ver. A Globo em muitas transmissões de jogos com a narração de Galvão, teve que tirar o som ambiente do estádio com intercessão técnica. Logo depois, já desponta como a grande vedete, o bem-humorado passa-fora no Galvão que somou duas ferramentas das noas tecnologias da comunicação na internet, twitter e youtube, para se transformar no maior fenômeno mundial de acessos como o "cala a boca Galvão!".

Dunga agora desafia o império e, com um percentual igual ao da aprovação do governo Lula, põe o poder da Globo de joelhos. O vaticano midiático brasileiro está vendo que não tem mais o povo a seus pés. Os indicadores devem esta provocando uma correria no sentido de rearranjar as coisas na busca por reverter essa histórica goleada em que Dunga esmaga a Rede Globo. Isso deve colocar a mídia, a toda poderosa, com as barbas de molho. Tudo indica que o contraataque do povo não vai parar por aí. A rejeição a esse modelo que nasceu no golpe de 64, parece mesmo que começa a enfrentar o inferno da praga de gafanhotos chamada twitter. E os acordos de boicote já na próxima sexta-feira, via twitter, na hora do jogo do Brasil, já foi aprovada pelos twuitteiros como um concenso popular. Estamos assistindo de fato a supremacia de um povo na destruição de um mito dos formadores de opinião . Tudo indica que esse conflito destituirá de vez a vulgarização e a guerra de preconceitos lideradas pela grande mídia contra a vontade do povo. Podemos batizar este momento como a nova ordem social, porque, de instantâneo, esta é a maior de todas as goleadas de uma copa do mundo, conduzida por um caráter inigmático que jurava que a cidadania estava em declínio e adormecida. Com a nova bomba sobre as cabeças dos donos da mídia, a tese manipuladora terá que ser revista por quem tem um mínimo de juizo. Mas que toda essa transformação é empolgante, capítulo a capítulo, não resta a menor dúvida.

 
 
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ignez régis

Nassif, que pena que não vi essa enquete! Teria votado com Dunga, também! Foi um tiro no pé! Viva o povo brasileiro! A gente está começando a perceber que a Globo e o PIG são sabotadores dos interesses nacionais!

 
 
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Márcia Nogueira

Pra quem ainda não votou, a enquete continua no ar e o Dunguinha já desponta com mais de 80% dos mais de 32.000 votos.

M-A-R-A-V-I-L-H-A!!!!!! É a revolução contra a vênus!!!Até que enfim...

 
 
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jura

Internautas lançam campanha “Dia sem Globo” no Twitter

Da Redação do Comuniquese

Depois do “Cala boca Galvão” e do “Cala Boca Tadeu Schmidt”, internautas estão promovendo no Twitter a campanha “Dia sem Globo”. O objetivo é promover um boicote à emissora na próxima sexta-feira (25/06), dia do jogo entre Brasil e Portugal.

Os internautas criaram até mesmo cartazes da campanha, que está circulando na rede social. Um deles defende “uma nova era da comunicação” e reforça a idéia do boicote à emissora. “Demonstre a sua posição participando de um dia épico no Brasil, demonstre o poder da mídia social”.

Utilizando a busca do Twitter, é possível perceber que o termo está sendo muito utilizado. Porém, não está nos Trending Topics. Numa rápida comparação entre os cinco termos que ocupam o topo da lista com o “Dia sem Globo”, nota-se que ele está sendo mais twittado que outros, como “Geisy Arruda”, que ocupa o quinto lugar na lista brasileira.

“A prova de que o twitter está nos censurando é que a campanha #DiaSemGlobo aparece em outros medidores de Trending Topics!", escreveu um usuário.

 

http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idno...

 
 
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domenico canonico

Só responderia essa pesquisa se houvesse uma alternativa "contra os dois".  Acho meio perigoso tomar partido numa situação dessas.  Todo mundo sabe quem é a Globo, que toda vida só enxergou seus próprios interesses e que, por isso, foi instrumento e artífice do pior jornalismo que conhecemos no Brasil. Se dependesse dela, ainda estaríamos na ditadura.

Dunga não é nem melhor nem pior do que a Globo.  Seu comportamento revela um modo de ver o mundo muito próximo do nazismo. Assim é quando fala do seu time, da família, das suas opiniões sobre qualquer coisa.

Apoiar o Dunga é tão nefasto quanto acreditar na Globo.  Abomino ambos e torço pelo Brasil. Que venha o hexa!

 
 
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Fernando Oliveira

Capeta x Coisa-Ruim: A Globo é o lixo que é e que todo o mundo já sabe; um esgoto que se auto-explica. Dunga é um fascistinha, cretino e convicto. Mas, nessa guerra, tô com o técnico e não abro. Pela ordem das antipatias, salve o canalha necessário!…
Dia sem Globo?… Tô dentro!…

 
 
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Carioca

Mas uma coisa não se pode negar. As Organizações Globo passaram a jogar contra explicitamente. Agora, porém, com a finesse de um hipopótamo num depósito de ovos: Manchete O Globo Online:

Para qual técnico você daria o troféu limão deste mundial?

(http://oglobo.globo.com/esportes/copa2010/vote_limao.asp)

P.S.- Ontem ouvindo a rádio Globo, até o excelente locutor José Carlos Araújo demonstrou como o jogo é homogêneo. Carlos Alberto Parreira acabara de dar algumas resposta, não sei se em uma coloetiva ou exclusiva. Ao se despedir do entrevistado, o locutor, olha a sutileza aí, gente, começa: "Parreira, como sempre, um gentleman a nos atender, sempre feliz mesmo com a desclassificação da Africa do sul, um técnico respeitado e admirado internacionalmente por blá blá bla´". A parte dos elogios foi mais extensa do que a entrevista.

 
 
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Vladimir

   Vejam como são as coisas: Baseado nesta pesquisa que,por acaso é do UOL,do grupo da Folha,hoje,um colunista do jornal,cujo a idiotice supera qualquer limite,gratuitamente,acusa os militantes petistas e da candidata a presidente Dilma Roussef de transformarem Dunga em herói da resistência antiglobal.

    Este elemento só pode ter feito suas considerações na analogia de que,se o presidente Lula tem mais de 80% de popularidade e,Dunga tem quase 80%,logo,ambos tem os mesmos apoiadores.

    É evidente que em números tão elevados a probabilidade dde serem os mesmos apoiadores é imensa.Agora,dizer que são petistas ou apoiadores de Dilma,bem,ai este sujeito já entregou todo o  ouro e já aceitou a derrota do candidato de seu jornal com esta margem de votas.que assim seja.

FERNANDO DE BARROS E SILVA

Subdunguismo na rede SÃO PAULO - Entre a velha promiscuidade da CBF com a Globo e a truculência de Dunga no trato com os jornalistas, a escolha é muito simples: criticar as duas.
O monopólio do acesso à seleção, derivado da audiência e obtido durante várias Copas pela Globo, fez fermentar uma cultura bocó e nociva, na qual as fronteiras entre jornalismo verde-amarelo e negócios nem sempre foram claras. Isso, é bom destacar, a despeito da seriedade e da qualidade de muitos profissionais que atuam na emissora.
Até mesmo num assunto tão sério como o futebol, a sociedade ganha quando há pluralismo, opções de escolha, debate, divergências -enfim, imprensa independente.
Quando se volta contra profissionais da Globo, Dunga não está preocupado com o direito à informação desimpedida. Isso não existe no seu horizonte. Ele não aceita, não tolera e não perdoa a crítica. E exibe isso com um grau de franqueza que deve incomodar o espírito de compadrio & cia. que rege a CBF.
Dunga é uma figura tosca e autoritária. Naquela instrutiva entrevista que concedeu ao convocar a seleção, disse que não poderia avaliar se a ditadura brasileira foi boa ou ruim: "Só quem viveu é que pode nos dar a resposta". Não satisfeito, foi mais longe: "É a mesma coisa sobre a época da escravidão. Eu não vivi, como é que vou dizer -ah, era ruim, era bom, não sei".
Depois da história, a moral e cívica; depois da teoria, a aula prática: na sua recente coletiva, o "professor" primeiro interpelou de forma intimidatória o repórter da SporTV que havia balançado negativamente a cabeça -"algum problema?". A seguir, o insultou com palavrões em voz baixa, repetidas vezes.
Foi o que bastou para que o assunto invadisse a seara política. Na blogosfera, militantes do PT e da candidatura Dilma Rousseff transformaram o técnico em herói da resistência antiglobal. Espalhou-se na rede um subdunguismo eleitoral. Soa como um sintoma -como dizer?- de fascismo democrático.

 
 
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Anselmo Ferreira

Pessoal, é a credibilidade da Globo descendo ladeira abaixo e junto, seus pontos de audiência. Pelo que tenho conversado, existe uma firme e gradativa troca de emissoras por parte do público, eu incluso.

Pago para ver como farão para reverter esse quadro.

 
 
imagem de Anônimo

Nassif

Esta briga não é de hoje.

Na Copa da França, ele como capitão já demonstrava desconforto com as intromissões exageradas no grupo, a Globo após os jogos fazia reportagens com os jogadores que foram importantes em determinada partida e seus familiares. Era um verdadeiro seqüestro de imagem.

Lembro o quanto foi patético uma reportagem com o César Sampaio e o pai chorando após o jogador ter feito um gol de cabeça. Tudo de gosto duvidoso, mas o recheio era um clima de já ganhou, aliás sempre tem este clima nas reportagens deles.

Naquela Copa, eles tiveram a pachorra de ir até o interior do RS na casa da mãe do Dunga e fizeram a chamada, sem lembro bem ao vivo, para mãe e filho conversarem, ou melhor para mergulharem naquela catarse choramingona. Só que o Dunga não apareceu, deixou reportagem e mãe na mão.

A Globo retaliou. Promoveu a líder o Leonardo. Todo dia era reportagem com o menino, porque falava 5 línguas, porque as adolescentes o achavam o mais bonito do time, porque se tornou o melhor amigo do Ronaldo na sua crise pessoal e assim foi, tascava que o grupo tinha 2 líderes, insinuava que o Dunga não era bem aceito – o que não duvido, pois ele gosta de enfrentamentos e tem um traço autoritário.

O resto da imprensa assistiu a tudo como se nada acontecesse e até fazia ressonância – para você ver que esta história de repercutir factóides vem de longe.

 

 
 

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