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Dines analisa caso VejaEnviado por luisnassif, ter, 30/08/2011 - 13:51Por Rubensk Do Observatório da Imprensa JOSÉ DIRCEU vs. VEJAJornalismo político volta à Era da Pedra LascadaPor Alberto Dines “Caso o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) fique insustentável, a presidente Dilma tem seu preferido: Franklin Martins”. (“Panorama Político”, O Globo, domingo, 28/8, pg. 2). Três linhas apenas, no pé da coluna. O suficiente, a mídia entenderá o recado. Há hoje uma metamensagem ou criptojornalismo, cifrado, exclusivo de um seleto grupo de iluminados. O governo manda suas mensagens, a mídia é obrigada a entender. Mesmo não gostando. A réplica pode vir com a mesma sutileza. Profissionais não brincam em serviço. Faz parte do jogo democrático. O que conspira contra o jogo democrático são as ameaças de rupturas. O presidente Lula não entendeu, não quis ou não teve paciência para entender o tricô das raposas. Subia no palanque e “mandava ver” – ou mandava brasa, como se dizia na Era Jango. Criou impasses, cavou confrontos perigosos. É o que fez Veja com a sua última matéria de capa sobre o ex-ministro José Dirceu (“O poderoso chefão”, edição nº 2232, data de capa 31/8/2011). Sutil como uma carga de cavalaria – e tão eficaz quanto esta –, produziu um curto-circuito, reintroduziu a imprudência no diálogo governo-imprensa. Repercutiu no exterior. E daí? Frágil, inconsistente A verdade é que a matéria recoloca o jornalismo político brasileiro na Era da Pedra Lascada. Traz de volta os vídeos clandestinos, os arapongas, os dossiês secretos jogados no colo de jornalistas ditos “investigativos”. José Dirceu, mesmo sem cargo ou mandato parlamentar, suspeito de integrar um grupo que está sendo investigado pelo Supremo Tribunal Federal, é um dirigente nacional do partido que ganhou as eleições para a Presidência da República, é também um consultor/lobista. Pode alugar um andar inteiro num hotel dez estrelas em Brasília ou Luanda e nele receber legiões de correligionários, clientes e amigos. Não há nada de ilícito ou malfeito (para usar o dernier-cri dos substantivos). O texto inteiro de Veja, da primeira à última linha, é customizado, adaptado para servir à tese de que o ex-chefe da Casa Civil está conspirando contra a sua sucessora, atual presidente da República. Não há evidências, apenas insinuações, ambigüidades, gatilhos. Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, é amigo pessoal de Dilma Roussef, não poderia conspirar contra ela. José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras cujo maior acionista é o governo, não enfrentaria o seu maior eleitor quando reiniciar sua carreira política. Delcídio Amaral é um petista light, quase-tucano. A lista dos “conspiradores” é frágil e as possíveis motivações, inconsistentes. O conjunto é disparatado, não faz sentido, carece de lógica. Mesmo enquanto ficção. Um desserviço Os encontros gravados duraram em média 30 minutos, tempo insuficiente até para acertar uma empreitada de pequeno porte. Devidamente investigados, os fatos poderiam vincular-se e ganhar alguma dimensão. No estado bruto em que foram apresentados pelo semanário de maior tiragem do país representam um atentado à inteligência do leitor, não renderiam sequer uma nota numa coluna de fofocas políticas. Este é um jornalismo que não se sustenta, é retrocesso. Não favorece a imagem da imprensa, não ajuda a presidente Dilma, prejudica a oposição. Faz esquecer a faxina moralizadora e degrada o processo político.
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Comentários + votados
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atenir
30/08/2011 - 14:03
É impressionante a astucia dessa revista. Faz isso porque sabe que nada lhe acontecerá. Se esconde no manto sagrado da "liberdade de imprensa".
De duas, uma, ou governo se move e trata de...
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Luiz Conceição
30/08/2011 - 14:06
Perfeito, Dines. O resto são os blogueiros da Abril com ciúme de macho, sob o rompante de um texto que expõe que o desamor do jornalista com o ex-ministro vem da adolescência de ambos na década de 60...
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IV AVATAR DO RIO MEIA PONTE
30/08/2011 - 14:09
Realmente o Brasil é o paraíso de Murdoch. Quem esperava alguma notícia da arapongagem contra Dirceu sendo veiculada em algum outro meio de comunicação pode esperar sentado. Justiça seja feita, a...
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Gardenal
30/08/2011 - 14:09
O "jornalismo investigativo" da Veja, e do PIG de uma maneira geral, tem sido exercido por profissionais do parajornalismo formados na Escola que nos legou os grandes agentes Maxwell...
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Goabriel
30/08/2011 - 14:10
O que mais me assusta nesta história é que muita se fala e pouco se faz!!!
O Lula passou 8 anos como presidente e avançou mto pouco sobre normas para a mídia!
A Dilma até agora muito pouco!
O que...
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Marcio Aurélio Cruzeiro
30/08/2011 - 14:12
Nassif, o texto do Dines é impecável, ele só se esqueceu de afirmar que a Revista, é esgoto puro, à muito tempo.
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Cesar T
30/08/2011 - 14:14
A Presidenta estendeu a mao, parece que nao entenderam o gesto.
O recado é claro, parem de fazer jornalismo de esgoto, senao chamo Franklin Martins para enquadrar vcs.
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Gardenal
30/08/2011 - 14:16
Há algum fonoaudiólogo na platéia? O Dr. Ophir Cavalcante, parece, perdeu a voz. E esse ensurdecedor silêncio da OAB? Ô Engrupindo Maia, qualé? Ô Aócio, onde você enfiou a palavra ESCÁRNIO?
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maurobrasil
30/08/2011 - 14:19
Impressionante, pessoal...
Tem gente, que acha que a culpa é sempre do Lula...!!!
Não consegue escrever um textinho merreca sem dizer que o Lula também fez parecido...
É muito sem noção...
Parece...
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Paulo Rogério dos Santos
30/08/2011 - 14:21
“Caso o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) fique insustentável, a presidente Dilma tem seu preferido: Franklin Martins”. (“Panorama Político”, O Globo, domingo, 28/8, pg. 2). Três linhas...
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nadja rocha
30/08/2011 - 14:23
Segundo Altamiro Borges a VEJA precisa ser privatizada, partindo do princípio de recebimentos de milhões e milhões do governo paulista na época do Serra. Uma revista, se é que é, com pautas...
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Geraldo Luiz Romão
30/08/2011 - 14:25
O Dines com certeza sabe o que está falando. Eu, que entendo muito pouco, daria mais algum tempo para tirar minhas conclusões. Porém, sob qualquer ponto de vista, o caso é uma barbaridade.
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Celso Junqueira
30/08/2011 - 14:30
Quem conhece bem a história dos Civita é o Helio Fernandes, da Tribuna da Imprensa.
Um deles, Cesare Civita, irmão mais velho de Victor, um dia, recebeu a visita de um dirigente peronista e ouviu: "O...
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Panambi-II
30/08/2011 - 14:30
Ley de Medios ou GOLPE. A Dilma que decida, a Presidenta é ela.
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Jose de Almeida Bispo
30/08/2011 - 14:30
Não esqueça que o Boris é da fina flor do CCC, aquele grupo de pitboy que andavam a espalhar terrorismo de extrema direita sob a vista grossa das 'altoridades' ditatoriais em São Paulo. Logo, isso é...
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Michel
30/08/2011 - 14:32
Boris CCCasoy já era. Depois do episódio dos garis, nem o mais alienado dos mortais dá crédito a esse representante da direita mais retrógrada e mesquinha.
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Fernando Curi
30/08/2011 - 14:33
Meu amigo, o Lula está tão acima dessa turma a fazer política no Brasil de hoje que é uma verdadeira pedra no sapato, não só dos adversários mas, também, dos amigos. É o para raios da Dilma.
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Fernando Curi
30/08/2011 - 14:40
Mas continua com espaço, microfone e câmeras lhe focalizando e dizendo asneiras para quem gosta de ouví-lo.
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sergio luis brito
30/08/2011 - 14:50
Veja passou dos limites, na Inglaterra o News of the World fechou por atitudes como essas, tá na hora de disciplinar esse tipo de jornalismo, afinal, um carcamano fascista pode fazer o que quer no...
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Augusto
30/08/2011 - 14:52
Para mim, nem Veja nem Dines se sustentam. Ambos são retrocessos.
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Mas há uma boa notícia no ar: O Movimento da Legalidade vai renascer, agora para lutar contra a ditadura midiática implantada no país e por uma urgente lei de regulamentação da mídia.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/08/29/a-rede-da-legalidade-...
Maria Lucia
Impressionante, pessoal...
Tem gente, que acha que a culpa é sempre do Lula...!!!
Não consegue escrever um textinho merreca sem dizer que o Lula também fez parecido...
É muito sem noção...
Parece quase uma unanimidade entre os jornalistas brasileiros...
Como diria o Celso Amorim, acho que quando recebeu o prêmio de melhor diplomata do mundo pela revista Foreing Policy: "Se vocês tivessem lido a imprensa brasileira, jamais teriam me dado esse prêmio"...
Meu amigo, o Lula está tão acima dessa turma a fazer política no Brasil de hoje que é uma verdadeira pedra no sapato, não só dos adversários mas, também, dos amigos. É o para raios da Dilma.
"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.
É mesmo!
O Juca Kfoury é um destes que não perde uma chance de meter o pau no Lula. Fala de bola na trave e mete o pau no Lula. Fala do Ricardo Teixeira e mete o pau no Lula! E o Dines é como ele. E não são os únicos...
Agora, qual a diferença entre eles dois e a Veja? Só o estilo.
Dines, é um jornalista coerente e hoje alguma coisa assim como uma "reserva moral".
Porém, é um jornalista, e ainda que esteja na blogosfera, das antigas.
Assusta a eles um político que deles presinda para se comunicar com o povo, ou seja, alguém que fala diretamente aos eleitores.
Jornalista gosta mesmo é do escurinho da redação; a praça, a multidaão, o palanque e o improviso sem direito a revisão o assusta. Daí a crítica.
Lula sabe disso, algo assim: "escrevam o que quiserem em seus jornais, eu subo no caminhão de som e dou o meu recado".
Que outro político faz isso?
Vejamos, Sergio, a reserva moral do Sr. Alberto Dines.
http://news.google.com/newspapers?id=qMsRAAAAIBAJ&sjid=c-4DAAAAIBAJ&pg=6...
Jornal do Brasil, 4a-feira, 1-4-64, 1º Cad., p.6, Editorial
Editor-Chefe: Alberto Dines
FORA DA LEI
Desde ontem que se instalou no País a verdadeira legalidade: aquela que através das armas do movimento mineiro e paulista de libertação, procura imediatamente restabelecer a legalidade que o caudilho não quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a disciplina e a hierarquia militares.
Só há uma legalidade – a legalidade dos brasileiros liderados por Minas e São Paulo. Esta, sim, visa a repor o País na situação em que foi entregue ao Sr. João Goulart – quando jurou defender a Constituição, após memoráveis lutas também contra os Ministros Militares daquela hora.
Só há uma legalidade – aquela que foi caracterizada pelo ex-Presidente Juscelino Kubitschek. Legalidade agora e em primeiro lugar é a restauração imediata da disciplina e da hierarquia militares repetidamente violadas pelo Sr. João Goulart, em atos claros de subordinação do País e do Govêrno à liderança comunista de organismos político-sindicais ilegais, que já ousam interferir até mesmo na orientação militar do País.
Só há uma legalidade – a legalidade contra a desordem e a desunião implantadas no País pelo Sr. João Goulart em sua desmedida e criminosa atuação política visando a continuar a qualquer preço no uso do Poder.
Conseguiu o candidato à tirania aquilo que parecia inteiramente afastado do futuro do Brasil democrático.
Conseguiu desunir a Federação, atentando, através de provocações sucessivas, contra a ordem constitucional.
É crime só punível pela deposição pura e simples do Presidente, atentar contra a Federação.
Atentar contra a Federação é crime de lesa-pátria.
E daqui acusamos o Sr. João Goulart de crime de lesa-pátria. Jogou-nos na luta fratricida.
Chega às raias do cinismo e da desfaçatez a nota dos ocupantes do Palácio.
Ousam êles acusar de rebeldia o governador mineiro, líder do movimento de restauração da legalidade com liberdade.
Ousam êles, agora, os responsáveis pela subversão comandada de cima, pela comunização do Brasil, acusar os democratas que se levantam em todo o País, de propósitos de desordem e de vontade de ferir a Constituição.
Os réus pretendem transformar-se em acusadores.
Não. Êles tiveram tôdas as oportunidades de voltar à Legalidade e reincidiram no crime. Ainda anteontem o ex-comandante supremo das Fôrças Armadas se dirigia a subalternos extremados, em reunião política, em linguagem e pregação subversivas, em tom degradante. Ali, êle perdeu o direito de ser chamado de Presidente da República. Não mais merece a lealdade dos verdadeiros brasileiros.
Os verdadeiros brasileiros já fizeram a sua escolha. Estão restabelecendo a legalidade democrática, reformista, sim, mas expurgada do objetivo de comunização do Brasil. O reformismo do Sr. João Goulart é comunização disfarçada em reformismo.
Por isso, o País se levanta e leva de roldão aquêles que ainda ocupam, como usurpadores, os palácios oficiais e usam sem direito os selos e timbres da República.
Nada há a temer. A Federação ameaçada será logo reunificada pela ação liderada por Minas Gerais e São Paulo. A derrota do Sr. João Goulart é inevitável.
E com êle tudo que representou nesse curto período de manifestação e engano de um povo bom, pacífico e trabalhador, que não merecia colhêr das mãos de governantes maus brasileiros, as provações que vai colhêr nas ansiedades das próximas horas.
Nada há a temer. A segurança interna e externa do Brasil se recompõe com a expulsão dos falsos legalistas. Êles serão expulsos da Guanabara e não encontrarão guarida em nenhum ponto do solo pátrio.
As Fôrças Armadas, responsáveis pela segurança interna e externa do País, saberão encontrar logo a solução constitucional cabível para a imperiosa deposição do caudilho João Goulart.
A hora é de firmeza e coragem. Principalmente aqui na Guanabara, sob o guante do General Jair Dantas Ribeiro. Vamos batê-lo aqui mesmo. Nós democratas saberemos suportar tôdas as privações até o momento da expulsão do caudilho do generoso solo carioca.
A legalidade está conosco.
Estamos lutando por ela e vamos restabelecê-la.
O Congresso será chamado a dizer quem substituirá o caudilho até as eleições de 1965, que assegurarão a continuidade do regime.
A legalidade está conosco – e não com o caudilho aliado do comunismo. As opções estão feitas e vamos para a vitória.
Sem conhecer este texto eu já não ia com a cara deste senhor. Sem este texto eu já percebia nele um certo ranço.
"O que conspira contra o jogo democrático são as ameaças de rupturas. O presidente Lula não entendeu, não quis ou não teve paciência para entender o tricô das raposas. Subia no palanque e “mandava ver” – ou mandava brasa, como se dizia na Era Jango. Criou impasses, cavou confrontos perigosos."
Falando do post de hoje: Mesmo com o restante do artigo sendo bastante coerente, no parágrafo acima ele mostra que nunca entendeu o que se passou no país nos últimos anos e tenta defender uma imprensa, talvez idílica. Os confrontos não foram "cavados" por Lula. Eles foram criados pela imprensa. Sempre. O palanque foi a forma de enfrentá-los.
Há muito que esse senhor, a veja, fsp e globo deixaram de fazer parte do meu repertório de fontes de informação
É que aqui na rede, a gente esculacha com a Imprensa e qdo o Dines tem que esculachar tb, ele fica um pouco p... e aí, para " se vingar", coloca o Lula no rolo. Não é, exatamente, um problema, é até bom que a História da Imprensa Brasileira esteja dividida entre A.L e D. L.
De resto, já postei lá no OI, se a espionagem da Veja não é crime; então, o alvejamento da RPC, tb não é. Tá ou não tá virando bagunça, isso? Melhor convocar o Franklin Martins, mesmo.
Dines criticando a Veja? Interessante, quando essa escalada começou lá atrás o Nassif corajosamente escancarou o esquema da Veja com a série, hoje clássica, "O Caso Veja", onde estava o senhor Dines? Custou a se manifestar, e quando o fez foi recriminando o Nassif por "dividir" a categoria, agora vem posar de critico da Veja? Esse aí é um dos que não perde a oportunidade de culpar o Lula por qualquer coisa, um caso de fixação que pede um tratamento terapêutico. Para escrever essas platitudes que escreveu era melhor nem ter se manifestado.
Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003
Não enxerguei no texto qualquer disposição para desabonar o Lula. Que também teve defeitos, diga-se de passagem. Achei muito sensata a fala do Dines, que não desabona o Lula, mas aponta para um certo estilo de fazer política.
Genial essa de dizer que se o Paulo Bernardo sair entra o Franklin Martins. Não vão falar mais nenhum pio sobre o Paulo Bernardo. No final do Governo Lula, Franklin Martins já tinha dado o recado de que com ele o oligopólio midiático vai ter engolir a Lei de Regulamentação dos Meios de Comunicação. Vão piar baixo agora. Para eles é melhor um medroso (ou político de rabo preso) como Paulo Bernardo no ministério do que um nacionalista que não tem nada a perder como Franklin Martins.
É impressionante a astucia dessa revista. Faz isso porque sabe que nada lhe acontecerá. Se esconde no manto sagrado da "liberdade de imprensa".
De duas, uma, ou governo se move e trata de regulamentar esse setor, ou o PIG vai engolir esse governo. Se isso acontecer, eles jamais sairão de lá, pois sabem da dificuldade do que é viver fora do governo, não conseguem sobreviver sem mamar.
Eu tenho ca minhas dúvidas , afinal foi graças a esta revista que esta sendo defenestada , que alguns ministros cairam como mosca começando pelo Palloci , ou eles foram injustiçados? Alguma coisa errada eles fizeram , caso contrário estariam la . Agora se esta regulamentação da mídia vier para manietar a reportagem invetigativa , nós estamos ferrado , quem ira continuar a descobrir as falcatruas ? A policia federal , esta so aparece quando a mídia da o grito , do contrário fica la no cantinho dela . Vamos aguardar .
Vai dormir tucano... essa ladainha não engana ninguem que sabe somar 2 + 2 ... o que derrubou o palloci foi o golpe criado por essa midia vergonhosa tanto é que não apresentaram neum um REPITO NEM UM crime relacionado a ele...
alexandre toledo
e dai que não pegaram o Palocci! ele não foi investigado, ele renunciou para essa investigação não ocorresse! se ele fosse honesto porque renunciar quando acusam ele de não ser honesto?
Al capote não foi preso por assassinato ou coisa assim, foi preso por sonegação! isso não quer dizer que Al não era violento membro da Mafia não é mesmo!
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
Perfeito, Dines. O resto são os blogueiros da Abril com ciúme de macho, sob o rompante de um texto que expõe que o desamor do jornalista com o ex-ministro vem da adolescência de ambos na década de 60. E com isso, o augusto jornalista da Abril acha que encobre o ato criminoso de invasão de privacidade e domicílio. É essa gente que se jacta de ético...
Então é caso de amor não correspondido?
Realmente o Brasil é o paraíso de Murdoch. Quem esperava alguma notícia da arapongagem contra Dirceu sendo veiculada em algum outro meio de comunicação pode esperar sentado. Justiça seja feita, a Record noticiou, inclusive entrevistará Dirceu, vítima da espionagem. Fora isso, o silêncio é sepulcral, aliás, a Bandeirantes repercutiu o objeto do crime como se fosse jornalismo. Na maior cara de pau!
Por Altamiro Borges
Boris Casoy, âncora do “Jornal da Noite” da TV Bandeirantes, virou advogado de defesa da Veja. Na madrugada desta terça-feira (30), ele repercutiu as denúncias da publicação contra o ex-ministro José Dirceu. Ele destacou a “reporcagem” da revista contra o “poderoso chefão” e as acusações levianas de que o dirigente do PT conspira contra a presidenta Dilma.
Na maior caradura, Boris Casoy não falou absolutamente nada sobre a ação criminosa da famiglia Civita. Não disse que o repórter da Veja tentou invadir o apartamento do ex-ministro num hotel de Brasília; que foram usadas imagens ilegais de vídeos; que o tal jornalista fugiu do hotel sem pagar as diárias; que a camareira e o gerente do estabelecimento registraram queixa na polícia; e que o escândalo já está sendo investigado pela Polícia Federal. Nada, absolutamente nada!
O uso seletivo do biquinho
Se esta ação criminosa atingisse FHC – o ex-presidente que continua super-ativo na política, conspirando contra o governo Dilma –, com certeza Boris Casoy teria feito o maior escarcéu com o seu patético biquinho do “é uma vergonha”. Ele criticaria a invasão da privacidade e o uso de recursos ilegais, entrevistaria o gerente do hotel e o delegado da PF e atacaria a “ditadura petista”.
Mas Boris Casoy, que na juventude foi simpatizante de grupos de extrema-direita e que até hoje mantém suas posições elitistas – que o digam os garis humilhados por ele num vazamento de áudio –, é bastante seletivo no uso do seu biquinho. FHC pode fazer política, já o ex-ministro deveria ser preso e exilado como nos tempos da ditadura militar.
A máfia midiática
Mas vamos ser justos: a seletividade manipuladora não é um atributo apenas do apresentador da TV Bandeirantes. É uma marca do grosso dos monopólios da mídia “privada”. No geral, jornalões, revistonas e as emissoras de rádio e televisão abafaram a ação criminosa da Veja, que não ficam muito distante dos episódios mafiosos que abalaram o império de Rupert Murdoch na Inglaterra.
As sete famílias que controlam a mídia nativa brigam entre si por fatias do “mercado”, por audiência e pela bilionária publicidade. Mas na política, elas se unem e difundem um pensamento único – falam “una solo voz”, como se diz na Venezuela. Para proteger a Veja, desmascarada na sua ação criminosa, elas agem como as famílias mafiosas e usam seus “advogados” de forma conjunta.
http://altamiroborges.blogspot.com/
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
Não esqueça que o Boris é da fina flor do CCC, aquele grupo de pitboy que andavam a espalhar terrorismo de extrema direita sob a vista grossa das 'altoridades' ditatoriais em São Paulo. Logo, isso é a Band, isso é a 'Golpe', Rede TV, SBT, etc., etc.
Boris CCCasoy já era. Depois do episódio dos garis, nem o mais alienado dos mortais dá crédito a esse representante da direita mais retrógrada e mesquinha.
Mas continua com espaço, microfone e câmeras lhe focalizando e dizendo asneiras para quem gosta de ouví-lo.
"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.
A Band é outra coisa que já era, virou museu. O Johnny Saad parece mais preocupado em alimentar picuinha c/ o governo do PT (tb por conta das terras improdutivas da família) do que fazer televisão. Por essas e outras o Boris não recebeu o pé na b. Deve ter aceitado permanecer na emissora por um salário muito menos do que ganhava p/ não desaparecer de vez da mídia.
"Boris CCCasoy ja era depois do episodio dos garis". (2)
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Este Borris CCCasoy é um verdadeiro dedo na goela: faz qualquer um vomitar. É o tipo mais asqueroso e indecente que mostra a cara na TV. Mostrar esta figura aqui no blog no Nassif contamina o ambiente. Esse sujeito fede!
Kid Prado
O Boris já se definiu: "É uma vergonha..."
O "jornalismo investigativo" da Veja, e do PIG de uma maneira geral, tem sido exercido por profissionais do parajornalismo formados na Escola que nos legou os grandes agentes Maxwell Smart e Mr. Been
O que mais me assusta nesta história é que muita se fala e pouco se faz!!!
O Lula passou 8 anos como presidente e avançou mto pouco sobre normas para a mídia!
A Dilma até agora muito pouco!
O que estão esperando, tirarem cadáveres do prédio da ABRIL??? A Veja dá motivo quase toda semana para ser fechada as portas e NADA acontece!
Goabriel
Goabriel,
Com um judiciário deste, o que você esperava que o Lula fizesse e que você espera que a Dilma faça, para além do uso da palavra? Fechar a tal da Veja? Você não está sendo justo.
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