Dilma planeja obras de infraestrutura no Haiti

Por Marco Antonio L.

Do Vermelho.org

Haiti: Dilma vai assinar convênio para desenvolver infraestrutura

A presidente Dilma Rousseff deve ficar menos de oito horas no Haiti, após deixar Havana, no dia 1º de fevereiro, mas a expectativa é que ela faça um firme pronunciamento em relação ao futuro da missão de paz das Nações Unidas (Minustah), aquartelada no país sob comando das Forças Armadas do Brasil.

Na avaliação do governo brasileiro, o problema de segurança no Haiti já não é crônico e o momento é oportuno para a ONU começar a organizar um esforço efetivo dos países ricos em torno de um projeto de reconstrução institucional e material do país.

O essencial, de acordo com fontes ligadas à missão brasileira, é que as forças de paz deixem o país quando o Haiti tiver as mínimas condições para caminhar com as próprias pernas. Na prática, isso demanda construir a infraestrutura - ou reconstruir o que havia antes do terremoto de 2010 - básica do país. Isso significa desde a capacitação institucional, como a criação de uma nova força policial e projetos de segurança alimentar até a construção de hospitais e usinas de energia.

A presidente vai assinar um convênio com os haitianos na área de assistência de saúde, projeto a ser tocado por médicos cubanos. No que se refere à infraestrutura, Dilma deve lançar a pedra fundamental de uma usina hidrelétrica a ser construída com financiamento brasileiro, promessa antiga que pode ganhar corpo agora dentro de um projeto de financiamento da reconstrução, organizado e comandado pelas Nações Unidas.

Após o terremoto que há dois anos devastou Porto Príncipe, a capital haitiana, os países ricos se comprometeram a enviar algo em torno de US$ 2 bilhões para projetos de reconstrução. No entanto, a instabilidade política haitiana levou os países e autoridades envolvidas com o projeto, como o ex-presidente americano Bill Clinton, a recuar. Havia o receio de que o dinheiro, assim como parte da ajuda humanitária enviada ao país após o tremor de terra, pudesse ser desviado.

Desde então, no entanto, os brasileiros avaliam que houve avanços institucionais. Há cerca de um ano, o cantor popular Michel Martelly foi eleito presidente da República, com a transição de um governo democraticamente eleito para outro, de oposição. No fim do ano passado, o Congresso haitiano aprovou o programa de governo e o gabinete do primeiro-ministro.

A própria ONU avalia que a situação de segurança no país já permite o início de retirada das tropas adicionais autorizadas após o terremoto de 2010. O contingente militar, de 8.940 homens, foi recentemente reduzido para 7.340; o contingente policial, que contava com 4.391 pessoas, voltou para o nível de antes de terremoto - 3.241.

As próximas reduções de contingente serão feitas com base na situação de segurança local, que o governo brasileiro considera sob controle. Isso quer dizer que, na prática, o poder das gangues que infestavam a capital foi desmantelado e o crime no Haiti poderia ser controlado por uma nova polícia nacional, como a que está sendo treinada e organizada pelo Brasil.

Nessa situação, a avaliação que se faz em Brasília é que o presidente democraticamente eleito tem legitimidade para mediar a ajuda internacional para a reconstrução do Haiti.

 

Apesar de avaliar que há progressos na reconstrução institucional do país e "alívio da emergência humanitária gerada pelo terremoto", o governo brasileiro também ainda enxerga fatores de instabilidade e insegurança, principalmente aqueles que decorrem do desemprego e da precariedade em que ainda vivem cerca de 500 mil deslocados pelo terremoto. Os cálculos são que 4,6 milhões de haitianos se encontrem em situação de insegurança alimentar.

Postado por às 10:59

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4 comentários
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Diego Augusto Queiroz

Putz, o lobby da Odebrecht é poderosíssimo!!!!!!!

 
 
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IV AVATAR

O Haiti nem tanto mas a Líbia todos querem "ajudar", por falar nisso deu no "Livre Associação de Idéias"(Itália, tradução automática  pelo Google Chrome):

http://www.libreidee.org/pt/category/idee/

Os Clintons e Goldman Sachs, os novos senhores da Líbia

O linchamento de Gaddafi também deve mostrar, de acordo com Nascido , os "rebeldes" são bárbaros afinal imaturos para a democracia e incapaz de gerir um Estado de direito, é, portanto, absolutamente necessária protecção internacional, especialmente no que se refere o ministério possível Tesouro do Estado nascente livre de Líbia . Como estranhar então que o primeiro ato do novo governo da Líbia "livre" tem sido a de pedir NATOpermanecer em Líbia ? É impossível ignorar por um momento, até mesmo as empresas de petróleo da Líbia, atualmente segurando principalmente ao petróleo multinacional britânica, que detém o monopólio do petróleoantes do golpe de Kadafi a Líbia em 1969.

Na verdade, você pode até obter notícias interessantes focando em dinheiro. De acordo com a BBC News, os ativos da Líbia atualmente Gheddafi linciaggiocongelados em bancos no exterior no valor de pelo menos US $ 53 bilhões. Um dos grandes bancos em que os líbios têm investido esse dinheiro é Goldman Sachs, que se recusou a elaborar, refugiando-se atrás da privacidade para "proteger" o cliente (outro exemplo de comédia involuntária nesta história). Outra questão não resolvida é o ouro do banco central da Líbia, cujas reservas de ouro totalizou 144 toneladas, segundo estimativas conservadoras feitas pelo Fundo Monetário Internacional em março passado.

De acordo com o ex-banqueiro central, Líbia passado para os "rebeldes", as reservas de ouro e moeda de a Líbia somaram US $ 168 bilhões, mas é tudo congelado, e vai demorar uma resolução do Conselho de Segurança " da ONU para o desbloqueio isto é, depende dos Estados Unidos. De acordo com ex-banqueiro central uma escassez de cerca de 20% do ouro da Líbia, mas a culpa seria toda a Gaddafi, que teria levado Chelsea Clinton e Marc Mezvinskypara comprar o consentimento da tribo. A morte de Kadafi, portanto, permite que aqueles que realmente roubado o ouro para apreciá-la sem o risco de ser submetido a investigações.

Depois, há coincidências estranhas. Hillary Clinton e seu clã depender de qual banco? Retornam um nome familiar: Goldman Sachs. O superbanca multinacional já havia financiado na campanha presidencial vitoriosa de 1992 Bill Clinton, e na verdade Robert Rubin, diretor do Goldman Sachs, tinha então tornar-se secretário do Tesouro na administração Clinton. A ligação entre o clã Clinton e Goldman Sachs também foi consagrada por um casamento. A filha de Clinton, Chelsea, se casou com outro oficial da Goldman Sachs, por fraude bancária minado Marc Mezvinsky.

Você pode pensar que Bill Clinton, para se fazer uma boa aparência e dar ares de político incorruptível, se distanciou Goldman Sachs, talvez ilusoriamente apontando verrugas. Mas não.Justo e reto é, Bill Clinton se pronunciou em defesa da Goldman Sachs em relação a investigações que têm envolvido e manifestou ceticismo sobre as acusações que atingiram a superbanca. Hillary Clinton não queria errado na lei apenas para colocar em ares de ser imune a Bill e Hillary Clintonnepotismo, e na verdade o Departamento de Estado, chefiado por Hillary, envolvido em um super-Goldman Sachs projeto internacional sob a égide da NATO , para a escola de negócios para as mulheres empresárias no Afeganistão e noPaquistão .

Em suma, uma chuva de dinheiro público para a Goldman Sachs, por iniciativa da administração Clinton. A notícia está no site da Goldman Sachs. Você pode ter certeza que os Clinton têm uma consciência tão limpa, que o medo de bater um conflito de interesses suspeitos não dissuadi-los de ir todas as legítimas expectativas da Goldman Sachs, para o que diz respeito à questão de uma maior divisão de recursos financeiros do ouro e da Líbia .

(Excertos de " A Líbia , o Clinton prazo Goldman Sachs, "o blog" Anarchismo.Comidad "de 27 de outubro de 2011).

Os artigos relacionados

http://www.libreidee.org/pt/2011/10/i-clinton-e-la-goldman-sachs-nuovi-signori-della-libia/comment-page-1/

 
 
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armando botelho

Apláudo a atitude de Dilma , vamos ajudar nossos irmãsinhos Haitianos , a nossa infraestrutura rodoferroviario e aeroviária pode esperar ,pois ja esperou tanto . Aqui no ES a BR101 , e a 262, transformaram se em verdadeiro açougue , pistas simples sem área de escape , com transito pesado , nosso aeroporto agora com puchadinho é motivo de piada de quem passa por aqui . Mas enfim vamos ajudar os Cubanos , Haitianos e depois se sobrar algun vamos ver o que da pra fazer tambem no saneamento básico , pois so um terço das cidades Brasileiras tem água tratada e esgoto.

 
 
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antonio francisco

O anel rodoviário de BH é um haiti que não acaba mais. Todo dia morre gente lá.

Mas, quem se importa, né mesmo? 

 
 

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