Dilma intervém em crítica de militares a ministras

Por Walter Decker

Dilma intervém em crítica de militares a ministras


Do IG


Presidenta se reuniu com comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica para pedir a "desautorização" de nota de crítica


Agência Estado


Os presidentes dos Clubes Militares foram obrigados ontem a publicar uma nota desautorizando o texto do "manifesto interclubes" que criticava a presidenta Dilma Rousseff por não censurar duas de suas ministras que defenderam a revogação da Lei da Anistia.Dilma não gostou do teor da nota, por não aceitar, segundo assessores do Planalto, qualquer tipo de desaprovação às atitudes da comandante suprema da Forças Armadas.A presidenta convocou o ministro da Defesa, Celso Amorim, para pedir explicações e este se reuniu com os comandantes das três Forças, que negociaram com os presidentes dos clubes da Marinha, Exército e Aeronáutica, a "desautorização" da publicação do documento, que foi colocado no site do Clube Militar, no dia 16, como revelou o Grupo Estado. O episódio deverá servir para acelerar a nomeação dos integrantes da Comissão da Verdade, sancionada em novembro pela presidenta e que está em banho-maria no Planalto.



Apesar de terem sido obrigados a recuar, para não criar uma crise militar, os presidentes dos Clubes não se conformam com as críticas que as Forças Armadas têm recebido e temem que a comissão da verdade só ouça um dos lados na hora de trabalhar. Os presidentes dos Clubes da Aeronáutica, brigadeiro Carlos de Almeida Baptista, e da Marinha, almirante Ricardo da Veiga Cabral, disseram que em momento nenhum quiseram criticar a presidente Dilma e que a nota foi uma "precipitação", no momento em que os principais assuntos para a categoria, são a defasagem salarial e a necessidade de reaparelhamento das Forças Armadas.


O almirante Veiga Cabral, no entanto, classificou como "provocação" as falas das ministras das Mulheres, Eleonora Menicucci, e dos Direitos Humanos, Maria do Rosário. "É uma provocação. Não podemos ficar parados. É natural que haja uma reação porque não é possível ficarmos sendo desafiados de um lado e engolirmos sapo de outro. A vida é assim, a cada ação tem uma reação", comentou o almirante, que disse ter havido "uma coincidência de interesses" neste momento, de se tirar a nota do ar. O almirante ressalvou que embora os militares, mesmo na reserva estejam sujeitos ao Estatuto dos Militares, "os clubes não estão subordinados ao Poder Executivo".


A nota dos Clubes Militares foi publicada no site do Clube Militar, que representa o Exército, quinta-feira que antecedeu o Carnaval e reproduzida pelo jornal O Estado de S. Paulo na edição de terça-feira. No dia seguinte, houve a reunião do ministro da Defesa com os comandantes e uma conversa com a presidente Dilma. Paralelamente a esta movimentação, os comandantes das três forças telefonaram para os presidentes dos três clubes para que a nota fosse suprimida. Ontem, o "comunicado interclubes" produzido a partir da reunião da semana passado foi retirado do site no início da tarde e por volta das 16 horas, colocada no ar um outro, dizendo que os presidentes desautorizavam o texto. Este desmentido, no entanto, não chegou a ficar meia hora no ar. O Clube do Exército, para tentar encerrar a polêmica, retirou a nota e o desmentido da nota, mas a polêmica já estava criada no meio militar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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101 comentários
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Funny Valentine

Muito bom. Uma enquadrada sempre é bom pra evitar ver depois cobra voando.

 
 
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Andre Araujo

Depois  ficam lamentando que a Russia, a China e a India são potencias, esquecendo que são potencias porque suas Forças Armadas são instituições prioritarias na estrutura do Pais

com atenção, verbas, respeito do Governo por essas instituições macro de um grande Estado, uma Instituição que leva séculos para ser construida e é parte central da Nação.

Felizmente para as Forças Armadas brasileiras, elas são a Instituição de maior aprovação popular entre todas as Instituições do Pais, muito a frente de todas as outras, segundo pesquisas da Fundação Getulio Vargas e da Latinobarometro.

Esse tema dessa Comissão da Verdade tem importancia exclusiva para um pequeno grupo da esquerda radical, tem importancia zero para a população e deveria ser tratado com grande cuidado pelo Governo, com uma só voz falando sobre isso, por exemplo, o Ministro da Defesa Celso Amorim, que é de total confiança do Governo e tem a exata noção do tom

que o Governo deve usar sobre o tema que é muito sensivel para as Forças Armadas.

As duas Ministras não tem que dar palpite sobre isso a qualquer momento, não vão contribuir em nada para o encaminhando desse assunto desgastante, não tem senso de medida e de proporção desse tema dentro das prioridades do Pais.

 
 
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Raí

Caro crítico, como sei que devemos ter a mesma idade, fico me perguntando, aonde você estaria "escondido" quando da época da maior repressão contra a nossa geração(os nossos saudosos 20 anos)quando estes seus ídolos militares, "prendiam e arrebentavam" os jovens e os sonhos destes, para ficar defendendo as fôrças armadas Russas, Chinesas e Indianas.

As realidades destas nações, foram e são paradoxalmente diferentes das nossas, e quem esteve "presente"naquelas duras contendas dos revolucionários brasileiros contra a ditadura militar, e não apenas como observador distante, como parece ter sido o seu caso, é que tenta defender um investimento maior do Brasil, neste setor, que de vez em quando, como ocorre agora, tenta resurgir das cinzas, defendendo posições de confronto, e estes movimentos saindo dos militares de pijama.

 

Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.

 
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Não viu a última campanha?

[aonde você estaria "escondido" quando da época da maior repressão contra a nossa geração(os nossos saudosos 20 anos)quando estes seus ídolos militares,] A onde andava você nessa última campanha? Eu recebi dezenas de informes e vídeos provando que a dita ditadura foi tão branda que Serra só fuigu por ser um tremendo covarde. De fato, enquanto da Chinela quase não achar ninguém vivo, dessa você encontra aos milhares. Da chilena nenhum sindicalista sobreviveu, da nossa até Lula tomava café no gabinete do Golbery e  combinavam manifestação de greve em estádio.

 
 
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Andre Araujo

E aonde anda você se escondendo atrás de um apelido ridiculo?

 
 
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MRE

Ficar remoendo, insistentimente, o passado é vivê-lo no presente - já passou, já se tirou as lições ( boas e más) dos episódios; deve-se ter o cuidado para que os motivos não se repitam no presente ou no futuro ( a CF de 1988 está baseada nesta premissa). 

Que os dráculas sanguinários ( sem ideogia alguma, mas pelo prazer de ser mau) sejam avaliados e julgados.Mas há  se levar em conta o pensamento da época, a verdade ( mesmo que relativa) que acreditavam conter na revolução que promoveram.

Que se olhe o passado sem revanchismos. O melhor é promover um entendimento e "brigar " para que ele seja duradouro, é melhor que dar porrada hoje e recebê-la de volta no futuro, como as desavenças de famílias no interior do Brasil - um apanhou ontem, e hoje se vinga. Amanhã, um filho ( geração presente) vinga esta atitude e ..... recomeça a vivência do passado.

Ou se quer ver sangue ou se quer rezar para o mesmo Cristo.

Creio que o recado do Ivan tem, também,  esta inha.

MRE

 

MRE

 
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MRE

Perdão, grafei Ivan quando devria ser Andre Araujo.

MRE

 

MRE

 
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Paco Andrade

Criminoso é criminoso, quer use uniforme, quer não use.  Cometeu crime, então tem de ser punido !  Aquela praga de uniforme que infestou o país, matou e torturou uma juventude idealista e ativa, atrasou em 30 anos o desenvolvimento do país, nos levando a dependência dos EUA, sufocando nossa cultura e importando um monte de lixo que não tinha a ver conosco,... hoje esta de pijama, nos clubes militares, tentando ainda se justificar e passar para a história como uma coisa boa. 

 

Não são nada, ... são pessoas reacionárias, cheias de preconceito,  oficiais que fingiram que não acontecia nada enquanto a tortura e o assassinato corriam soltos nos porões.  Não merecem respeito , ... não merecem ser lembrados, ... só merecem punição.

 

Quanto a sermos um país forte com o apoio das forças armadas, ... também concordo !  Mas com militares de verdade e não com uma geração de covardes que submeteu seu próprio povo à força das armas, impondo o silêncio, a censura e o mêdo a uma população de boa índole e desarmada. Todo desarranjo social e toda a crise de valores que vivemos hoje em dia, é responsabilidade desse milicos de pijama que saem do lodo de vez em quando para criticar quem tenta tirar o país da situação vergonhosa criada por eles.

 
 
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Fuhgeddaboudit™

Em 1962/3 foram feitas várias interceptações telefônicas (gravadas em um Philips horizontal, de rolo") "legais" dentro das leis militares: o " iinsuflamento de motim", onde um "cunhado gaúcho", tramava com dois gerais do Sul e um do Leste a deposição de Jango, que aceitara o parlamentarismo. Mais tarde este gaúcho insuflou os subalternos militares a se rebelerarem contra seu superiores (90% de coronéis e generais, ocuando funções estratégicas e o grupo mais unido já visto no Brasil: os febianos e seus fiéis seguidores.

O gaúcho, mesmo sabendo ser impossível a sua tentativa de golpe, insistiu, pois, sabia ( e já tinha garantida a rota de fuga, com duas giigantescas malas carregadas de dólares, que faxia questão de carregar junto ao Presidente desposto. No exílio, asistiu chupando a bomba, e comendo saboosos churrascos de ovelhas de seus latifúndios no Uruguais. a uma das maiores crueldades já ocorridas no Brasil civilizado: a tortura de irmãos, entre eles a  NOSSA QUERIDA ESTADISTA DILMA ROUSSEF.

Este foi o único responsável por tudo. A sede pelo poder e pelo dinheiro, que continuaram a nortear a vida desse gaúcho "incendiário" na volta para o país.

Por favor, inutil replicar, eu ouvi algumas das fitas e sou uma das [unicas cinco pessoas vivas que testemunharam o relato, no seio da família, da verdadeira história QUE LEVOU AO MOVIMENTO MILITAR DE 1964, liderado pela Marechal Castelo Branco.

E.T.: Seria favorável a que C. Silva, Garrastazu e Arnesto, fossem à Pelotão de Fuzilamento, se possível, no Brasil. FUI CLARO ???

 

Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.

 
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armando botelho

Caro Paco , porque voce não descarrega esta ira sua contra os ditos velhinhos de pijama la no clube militar ? Va la e desafia os velhotes , assim voce descarrega sua santa ira. A anistia foi assinada , estamos vivendo em harmonia  a sociedade curou suas feridas , mas sempre tem aqueles que teiman em abrir e remecher o passado , vamos começar tudo de novo ? Ou voce acha que este pessoal vai ficar inerte , revanchismo não nos leva a nada . Agora existe os caminhos legais , dentro da lei , procure um bom advogado e entre com o processo contra quem quer que seja que lhe tenha causado mal .

 
 
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Raimundo Costa

Se tivessemos culhões há muito os torturadores e assassinos vitidos de farda já teriam sido preso e suas patentes retiradas a bem do Brasil.

Que inveja da Argentina... lá, o Raul Videla que foi presidente, teve sua patente retirada e esta cumprindo pena. Porque não fazemos isto?

 
 
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Emilio GF

Por que seus exércitos souberam se preservar.

Na própria URSS, quando se tinha um trabalho de porco prá fazer, era chamada a KGB.

Aqui, nossos milicos pimpões aceitaram pendurar meninos, meninas, padres, freiras, pastores e jornalistas no pau de arara.

E ficar dando choques no anus e genitais.

Com a primorosa maquininha que o agente americano Dan Mitrione nos trouxe.

Ele foi enterrado com honras militares em Richmond Indiana.

Não esqueça de levar flores, na próxima viagem aos esteites, Andy.

 

 
 
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Andre Araujo

Não fale tanta besteira, dá bandeira de muita ignorancia ou má fé.

Perto da historia dos Exercitos soviéticos, indiano e chinês, nossas Forças Armadas são freirinhas de jardim da infancia.

O Exercito soviético tem na sua violenta historia MILHÕES de vitimas, estupros de milhões  mulheres de 10 a 80 anos na ocupação da Alemanha em 1945, esmagamento das revoluções na Aleamanha Oriental, na Tchecoeslovaquia, na Hungria, massacre dos kulaks na coletivização das fazendas em 1925-1927 quando dez milhões de civis morreram, o Exercito sovietico na Segunda Guerra não fazia prisioneiros, um Exercito com um rastro de sangue e impiedade na sua cruenta biografia.

 

O Exercito chinês, braço armado de uma das mais violentas ditaduras do Seculo XX, na Revolução Cultural de Mao se encarregou de acabar com 25 milhões de civis, mas a imagem mais bonitinha que o Ocidente viu do moderno exercito chinês foi de tanques indo em cima de civis na Praça Tianemem, ou será que eram tanques da policia?

A China de hoje é uma Ditadura e o Exercito chinês é o braço armado dessa Ditadura ou será que a tão querida China da esquerdolandia é uma Democracia?

O Exercito indiano foi o instrumento de consolodiação da União Indiana entre 1948-1949, quando um milhão de civis mussulmanos morreram massacrados na chamada partição da antiga India imperial britanica, criando a India e o Paquistão, as suas unidades Gurkha e Sikh por tradição cortam a garganta dos prisioneiros de um golpe só, um Exercito tambem usado no esmagamento das revoltas no sul da India dos chamados guerrilheiros tamil, nunca foi um Exercito delicado.

Agora vem o distinto dizer que o Exercito brasileiro é que não soube se preservar, , os outros são bonzinhos e puros, que coisa impressionante.

 
 
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Wilson Melo
 

No habsburgo dos outros é refresco.

 
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Walter Decker
Re: Dilma intervém em crítica de militares a ministras
 
 
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Ricardo CP

Aprenderam a bater continência direitinho, o que apenas ensaiavam inconscientemente na foto da esquerda.

 
 
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jose miguel

Que coisa maravilhosa essas duas fotos de Dilma: Primeiro sendo interrogada por militares que escondem o rosto e depois como PRESIDENTA passando a tropa em revista. A Dignidade e a coragem  de Dilma diante de torturadores e inquisidores na primeira foto e a dignidade, a autoridade e leveza na segunda, me emocionam. Altivez, Dignidade, Coragem é do que mais precisamos na vida e é o que  DILMA nos dá todos os dias!!! Estou muito feliz por poder viver este momento do BRASIL! 

 
 
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Emilio GF

 

Há uma fase na embriogênese em que surge um tubo, o blastóporo, de onde se originam as duas cavidades externas do sistema digestivo. No caso do Andy, ainda não se separaram.

"O Exercito soviético tem na sua violenta historia MILHÕES de vitimas, estupros de milhões  mulheres de 10 a 80 anos na ocupação da Alemanha em 1945,"

É difícil controlar né. Os Nazistas mataram e estupraram a rodo a população civil. 23 milhões de soviéticos foram mortos, mais de 70% eram civis.

Os meninos e meninas, padres e freiras brasileiros chacinaram que população.

"esmagamento das revoluções na Aleamanha Oriental, na Tchecoeslovaquia, na Hungria, massacre dos kulaks na coletivização das fazendas em 1925-1927 quando dez milhões de civis morreram, o Exercito sovietico na Segunda Guerra não fazia prisioneiros, um Exercito com um rastro de sangue e impiedade na sua cruenta biografia."

A hisoriografia acidental dizia que os soviéticos tinham milhões de opositores em manicômios. Pois bem, a região virou capitalista, está cheia de jornalistas estrangeiros e...

... cadê os gigantescos manicômios?

 

"O Exercito chinês, braço armado de uma das mais violentas ditaduras do Seculo XX, na Revolução Cultural de Mao se encarregou de acabar com 25 milhões de civis,"

O mesmo que acima. Na revolução cultural, era feita por estudantes.

"mas a imagem mais bonitinha que o Ocidente viu do moderno exercito chinês foi de tanques indo em cima de civis na Praça Tianemem, ou será que eram tanques da policia?"

O tanque não atropelou o manifestante! Todos viram! Confundiu com o buldoozer israelense que esmagou a ativista americana Rachel Corrie?

"A China de hoje é uma Ditadura e o Exercito chinês é o braço armado dessa Ditadura ou será que a tão querida China da esquerdolandia é uma Democracia?"

Ai, ai... Difícil explicar. Mas só uma pergunta: Roma era mais democrática durante a República, onde só as eleites tinham voz, ou durante o Império, quando o imperador trazia avoz da plebe, através do exército.

A direita sempre confunde democracia formal e real.

"O Exercito indiano foi o instrumento de consolodiação da União Indiana entre 1948-1949, quando um milhão de civis mussulmanos morreram massacrados na chamada partição da antiga India imperial britanica, criando a India e o Paquistão, as suas unidades Gurkha e Sikh por tradição cortam a garganta dos prisioneiros de um golpe só, um Exercito tambem usado no esmagamento das revoltas no sul da India dos chamados guerrilheiros tamil, nunca foi um Exercito delicado."

Confunde tudo. O exército indiano deu algum golpe em uma democracia? E de novo confunde a repressão a outros povos da repressão ao próprio povo.

Então taí um exército que sabe se preservar. O americano:

1846 - 1848 - MÉXICO - Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas

1890 - ARGENTINA - Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos.

1891 - CHILE - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas.

1891 - HAITI - Tropas americanas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA.

1893 - HAWAI - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA.

1894 - NICARÁGUA - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês.

1894 - 1895 - CHINA - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa.

1894 - 1896 - CORÉIA** - Tropas permanecem em Seul durante a guerra.

1895 - PANAMÁ - Tropas desembarcam no porto de Corinto, província Colombiana.

1898 - 1900 - CHINA - Tropas dos Estados Unidos ocupam a China durante a Rebelião Boxer.

1898 - 1910 - FILIPINAS - As Filipinas lutam pela independência do país, dominado pelos EUA (Massacres realizados por tropas americanas em Balangica, Samar, Filipinas - 27/09/1901 e Bud Bagsak, Sulu, Filipinas -11/15/1913) - 600.000 filipinos mortos.

1898 - 1902 - CUBA - Tropas sitiaram Cuba durante a guerra hispano-americana.

1898 - Presente - PORTO RICO - Tropas sitiaram Porto Rico na guerra hispano-americana, hoje 'Estado Livre Associado' dos Estados Unidos.

1898 - ILHA DE GUAM - Marinha americana desembarca na ilha e a mantêm como base naval até hoje.

1898 - ESPANHA - Guerra Hispano-Americana - Desencadeada pela misteriosa explosão do encouraçado Maine, em 15 de fevereiro, na Baía de Havana. Esta guerra marca o surgimento dos EUA como potência capitalista e militar mundial.

1898 - NICARÁGUA - Fuzileiros Navais invadem o porto de San Juan del Sur

1899 - ILHA DE SAMOA - Tropas desembarcam e invadem a Ilha em conseqüência de conflito pela sucessão do trono de Samoa.

1899 - NICARÁGUA - Tropas desembarcam no porto de Bluefields e invadem a Nicarágua (2ª vez).

1901 - 1914 - PANAMÁ - Marinha apóia a revolução quando o Panamá reclamou independência da Colômbia; tropas americanas ocupam o canal em 1901, quando teve início sua construção.

1903 - HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam em Honduras e intervêm na revolução do povo hondurenho.

1903 - 1904 - REPÚBLICA DOMINICANA - Tropas norte americanas atacaram e invadiram o território dominicano para proteger interesses do capital americano durante a revolução.

1904 - 1905 - CORÉIA - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos desembarcaram no território coreano durante a guerra russo-japonesa.

1906 - 1909 - CUBA -Tropas dos Estados Unidos invadem Cuba e lutam contra o povo cubano durante período de eleições.

1907 - NICARÁGUA - Tropas americanas invadem e impõem a criação de um protetorado, sobre o território livre da Nicarágua.

1907 - HONDURAS - Fuzileiros Navais americanos desembarcam e ocupam Honduras durante a guerra de Honduras com a Nicarágua.

1908 - PANAMÁ - Fuzileiros Navais dos Estados Unidos invadem o Panamá durante período de eleições.

1910 - NICARÁGUA - Fuzileiros navais norte americanos desembarcam e invadem pela 3ª vez Bluefields e Corinto, na Nicarágua.

1911 - HONDURAS - Tropas americanas enviadas para proteger interesses americanos durante a guerra civil, invadem Honduras.

1911 - 1941 - CHINA - Forças do exército e marinha dos Estados Unidos invadem mais uma vez a China durante período de lutas internas repetidas.

1912 - CUBA - Tropas americanas invadem Cuba com a desculpa de proteger >interesses americanos em Havana.

1912 - PANAMÁ - Fuzileiros navais americanos invadem novamente o Panamá e ocupam o país durante eleições presidenciais.

1912 - HONDURAS - Tropas norte americanas mais uma vez invadem Honduras para proteger interesses do capital americano.

1912 - 1933 - NICARÁGUA - Tropas dos Estados Unidos com a desculpa de combater guerrilheiros invadem e ocupam o país durante 20 anos.

1913 - MÉXICO - Fuzileiros da Marinha americana invadem o México com a desculpa de evacuar cidadãos americanos durante a revolução.

1913 - MÉXICO - Durante a Revolução mexicana, os Estados Unidos bloqueiam as fronteiras mexicanas em apoio aos revolucionários.

1914 - 1918 - PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL - Os EUA entram no conflito em 6 de abril de 1917 declarando guerra à Alemanha. As perdas americanas chegaram a 114 mil homens.

1914 - REPÚBLICA DOMINICANA - Fuzileiros navais da Marinha dos Estados invadem o solo dominicano e interferem na revolução do povo dominicano em Santo Domingo.

1914 - 1918 - MÉXICO - Marinha e exército dos Estados Unidos invadem o território mexicano e interferem na luta contra nacionalistas.

1915 - 1934 - HAITI - Tropas americanas desembarcam no Haiti, em 28 de julho, e transformam o país numa colônia americana, permanecendo lá durante 19 anos.

1916 - 1924 - REPÚBLICA DOMINICANA - Os EUA invadem e estabelecem um governo militar na República Dominicana, em 29 de novembro, ocupando o país durante 8 anos.

1917 - 1933 - CUBA - Tropas americanas desembarcam em Cuba, e transformam o país num protetorado econômico americano, permanecendo essa ocupação por 16 anos.

1918 - 1922 - RÚSSIA - Marinha e tropas americana enviadas para combater a revolução Bolchevista. O Exército realizou cinco desembarques, sendo derrotado pelos russos em todos eles.

1919 - HONDURAS - Fuzileiros norte americanos desembarcam e invadem mais uma vez o país durante eleições, colocando no poder um governo a seu serviço.

1918 - IUGOSLÁVIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Iugoslávia e intervêm ao lado da Itália contra os sérvios na Dalmácia.

1920 - GUATEMALA - Tropas americanas invadem e ocupam o país durante greve operária do povo da Guatemala.

1922 - TURQUIA - Tropas norte americanas invadem e combatem nacionalistas turcos em Smirna.

1922 - 1927 - CHINA - Marinha e Exército americanos mais uma vez invadem a China durante revolta nacionalista.

1924 - 1925 - HONDURAS - Tropas dos Estados Unidos desembarcam e invadem Honduras duas vezes durante eleição nacional.

1925 - PANAMÁ - Tropas americanas invadem o Panamá para debelar greve geral dos trabalhadores panamenhos.

1927 - 1934 - CHINA - Mil fuzileiros americanos desembarcam na China durante a guerra civil local e permanecem durante 7 anos, ocupando o território chinês.

1932 - EL SALVADOR - Navios de Guerra dos Estados Unidos são deslocados durante a revolução das Forças do Movimento de Libertação Nacional - FMLN - comandadas por Marti.

1939 - 1945 - SEGUNDA GUERRA MUNDIAL - Os EUA declaram guerra ao Japão em 8 de dezembro de 1941 e depois a Alemanha e Itália, invadindo o Norte da África, a Ásia e a Europa, culminando com o lançamento das bombas atômicas sobre as cidades desmilitarizadas de Iroschima e Nagasaki.

1946 - IRÃ - Marinha americana ameaça usar artefatos nucleares contra tropas soviéticas caso as mesmas não abandonem a fronteira norte do Irã.

1946 - IUGOSLÁVIA - Presença** da marinha americana ameaçando invadir a zona costeira da Iugoslávia em resposta a um avião espião dos Estgados Unidos abatido pelos soviéticos.

1947 - 1949 - GRÉCIA - Operação de invasão de Comandos dos EUA garantem vitória da extrema direita nas "eleições" do povo grego.

1947 - VENEZUELA - Em um acordo feito com militares locais, os EUA invadem e derrubam o presidente eleito Rómulo Gallegos, como castigo por ter aumentado o preço do petróleo exportado, colocando um ditador no poder.

1948 - 1949 - CHINA** - Fuzileiros americanos invadem pela ultima vez o território chinês para evacuar cidadãos americanos antes da vitória comunista.

1950 - PORTO RICO - Comandos militares dos Estados Unidos ajudam a esmagar a revolução pela independência de Porto Rico, em Ponce.

1951 - 1953 - CORÉIA - Início do conflito entre a República Democrática da Coréia (Norte) e República da Coréia (Sul), na qual cerca de 3 milhões de pessoas morreram. Os Estados Unidos são um dos principais protagonistas da invasão usando como pano de fundo a recém criada Nações Unidas, ao lado dos sul-coreanos. A guerra termina em julho de 1953 sem vencedores e com dois estados polarizados: comunistas ao norte e um governo pró-americano no sul. 
Os EUA perderam 33 mil homens e mantém até hoje base militar e aero-naval na Coréia do Sul.

1954 - GUATEMALA - Comandos americanos, sob controle da CIA, derrubam o presidente Arbenz, democraticamente eleito, e impõem uma ditadura militar no país. Jacobo Arbenz havia nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a Reforma Agrária.

1956 - EGITO - O presidente Nasser nacionaliza o canal de Suez. Tropas americanas se envolvem durante os combates no Canal de Suez sustentados pela Sexta Frota dos EUA. As forças egípcias obrigam a coalizão franco-israelense-britânica, a retirar-se do canal.

1958 - LÍBANO - Forças da Marinha americana invadem apóiam o exército de ocupação do Líbano durante sua guerra civil.

1958 - PANAMÁ - Tropas dos Estados Unidos invadem e combatem manifestantes nacionalistas panamenhos.

1961 - 1975 - VIETNÃ. Aliados aos sul-vietnamitas, o governo americano invade o Vietnã e tenta impedir, sem sucesso, a formação de um estado comunista, unindo o sul e o norte do país. Inicialmente a participação americana se restringe a ajuda econômica e militar (conselheiros e material bélico). Em agosto de 1964, o congresso americano autoriza o presidente a lançar os EUA em guerra. Os Estados Unidos deixam de ser simples consultores do exército do Vietnã do Sul e entram num conflito 
traumático, que afetaria toda a política militar dali para frente. A morte de quase 60 mil jovens americanos e a humilhação imposta pela derrota do Sul em 1975, dois anos depois da retirada dos Estados Unidos, moldaram a estratégia futura de evitar guerras que impusessem um custo muito alto de vidas americanas e nas quais houvesse inimigos difíceis de derrotar de forma convencional, como os vietcongues e suas táticas de guerrilhas.

1962 - LAOS - Militares americanos invadem e ocupam o Laos durante guerra civil contra guerrilhas do Pathet Lao.

1964 - PANAMÁ - Militares americanos invadiram mais uma vez o Panamá e mataram 20 estudantes, ao reprimirem a manifestação em que os jovens queriam trocar, na zona do canal, a bandeira americana pela bandeira de seu país.

1965 - 1966 - REPÚBLICA DOMINICANA - Trinta mil fuzileiros e pára-quedistas norte americanos desembarcaram na capital do país São Domingo para impedir a nacionalistas panamenhos de chegarem ao poder. 
A CIA conduz Joaquín Balaguer à presidência, consumando um golpe de estado que depôs o presidente eleito Juan Bosch. O país já fora ocupado pelos americanos de 1916 a 1924.

1966 - 1967 - GUATEMALA - Boinas Verdes e marines americanos invadem o país para combater movimento revolucionário contrario aos interesses econômicos do capital americano.

1969 - 1975 - CAMBOJA - Militares americanos enviados depois que a Guerra do Vietnã invadem e ocupam o Camboja.

1971 - 1975 - LAOS - EUA dirigem a invasão sul-vietnaita bombardeando o território do vizinho Laos, justificando que o país apoiava o povo vietnamita em sua luta contra a invasão americana.

1975 - CAMBOJA - 28 marines americanos são mortos na tentativa de resgatar a tripulação do petroleiro estadunidense Mayaquez.

1980 - IRÃ - Na inauguração do estado islâmico formado pelo Aiatolá Khomeini, estudantes que haviam participado da Revolução Islâmica do Irã ocuparam a embaixada americana em Teerã e fizeram 60 reféns. O governo americano preparou uma operação militar surpresa para executar o resgate, frustrada por tempestades de areia e falhas em equipamentos. Em meio à frustrada operação, oito militares americanos morreram no choque entre um helicóptero e um avião. Os reféns só seriam libertados um ano depois do seqüestro, o que enfraqueceu o então presidente Jimmy Carter e elegeu Ronald Reagan, que conseguiu aprovar o maior orçamento militar em época de paz até então.

1982 - 1984 - LÍBANO - Os Estados Unidos invadiram o Líbano e se envolveram nos conflitos do Líbano logo após a invasão do país por Israel - e acabaram envolvidos na guerra civil que dividiu o país. Em 1980, os americanos supervisionaram a retirada da Organização pela Libertação da Palestina de Beirute. Na segunda intervenção, 1.800 soldados integraram uma força conjunta de vários países, que deveriam restaurar a ordem após o massacre de refugiados palestinos por libaneses aliados a Israel. O custo 
para os americanos foi a morte 241 fuzileiros navais, quando os libaneses explodiram um carro bomba perto de um quartel das forças americanas.

1983 - 1984 - ILHA DE GRANADA - Após um bloqueio econômico de 4 anos a CIA coordena esforços que resultam no assassinato do 1º Ministro Maurice Bishop. Seguindo a política de intervenção externa de Ronald Reagan, os Estados Unidos invadiram a ilha caribenha de Granada alegando prestar proteção a 600 estudantes americanos que estavam no país, as tropas 
eliminaram a influência de Cuba e da União Soviética sobre a política da ilha.

1983 - 1989 - HONDURAS - Tropas americanas enviadas para construir bases em regiões próximas à fronteira, invadem o Honduras.

1986 - BOLÍVIA - Exército americano invade o território boliviano na justificativa de auxiliar tropas bolivianas em incursões nas áreas de cocaína.

1989 - ILHAS VIRGENS - Tropas americanas desembarcam e invadem as ilhas durante revolta do povo do país contra o governo pró-americano. 1989 - PANAMÁ - Batizada de Operação Causa Justa, a intervenção americana no Panamá foi provavelmente a maior batida policial de todos os tempos: 27 mil soldados ocuparam a ilha para prender o presidente panamenho, Manuel Noriega, antigo ditador aliado do governo americano. Os Estados Unidos justificaram a operação como sendo fundamental para proteger o Canal do Panamá, defender 35 mil americanos que viviam no país, promover a democracia e interromper o tráfico de drogas, que teria em Noriega seu líder na América Central. O ex-presidente cumpre prisão perpétua nos Estados Unidos.

1990 - LIBÉRIA - Tropas americanas invadem a Libéria justificando a evacuação estrangeiros durante guerra civil.

1990 - 1991 - IRAQUE - Após a invasão do Iraque ao Kuwait, em 2 de agosto de 1990, os Estados Unidos com o apoio de seus aliados da Otan, decidem impor um embargo econômico ao país, seguido de uma coalizão anti-Iraque (reunindo além dos países europeus membros da Otan, o Egito e outros países árabes) que ganhou o título de "Operação Tempestade no Deserto". As hostilidades começaram em 16 de janeiro de 1991, um dia depois do fim do prazo dado ao Iraque para retirar tropas do Kuwait. Para expulsar as forças iraquianas do Kuwait, o então presidente George Bush destacou mais de 500 mil soldados americanos para a Guerra do Golfo.

1990 - 1991 - ARÁBIA** SAUDITA - Tropas americanas destacadas para ocupar a Arábia Saudita que era base militar na guerra contra Iraque.

1992 - 1994 - SOMÁLIA - Tropas americanas, num total de 25 mil soldados, invadem a Somália como parte de uma missão da ONU para distribuir mantimentos para a população esfomeada. Em dezembro, forças militares norte-americanas (comando Delta e Rangers) chegam a Somália para intervir numa guerra entre as facções do então presidente Ali Mahdi Muhammad e tropas do general rebelde Farah Aidib. Sofrem uma fragorosa derrota militar nas ruas da capital do país.

1993 - IRAQUE -No início do governo Clinton, é lançado um ataque contra instalações militares iraquianas, em retaliação a um suposto atentado, não concretizado, contra o ex-presidente Bush, em visita ao Kuwait.

1994 - 1999 - HAITI - Enviadas pelo presidente Bill Clinton, tropas americanas ocuparam o Haiti na justificativa de devolver o poder ao presidente eleito Jean-Betrand Aristide, derrubado por um golpe mas o que a operação visava era evitar que o conflito interno provocasse uma onda de refugiados haitianos nos Estados Unidos.

1996 - 1997 - ZAIRE (EX REPÚBLICA DO CONGO) - Fuzileiros Navais americanos são enviados para invadir a área dos campos de refugiados Hutus onde a >revolução congolesa*Marines evacuam civis. *iniciou.

1997 - LIBÉRIA - Tropas dos Estados Unidos invadem a Libéria justificando a necessidade de evacuar estrangeiros durante guerra civil sob fogo dos rebeldes.

1997 - ALBÂNIA - Tropas americanas invadem a Albânia para evacuar estrangeiros.

2000 - COLÔMBIA - Marines e "assessores especiais" dos EUA iniciam o Plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico - fusarium axyporum (o "gás verde").

2001 - AFEGANISTÃO - Os EUA bombardeiam várias cidades afegãs, em resposta ao ataque terrorista ao World Trade Center em 11 de setembro de 2001. Invadem depois o Afeganistão onde estão até hoje.

2003 - IRAQUE - Sob a alegação de Saddam Hussein esconder armas de destruição e financiar terroristas, os EUA iniciam intensos ataques ao Iraque. É batizada pelos EUA de "Operação Liberdade do Iraque" e por Saddam de "A Última Batalha", a guerra começa com o apoio apenas da Grã-Bretanha, sem o endosso da ONU e sob protestos de manifestantes e de governos no mundo inteiro. As forças invasoras americanas até hoje estão no território iraquiano, onde a violência aumentou mais do que nunca.

 

 
 
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francisco pereira neto

Oh Zé Mané. A conversa já disvirtuou. Voce já mostrou seus "dotes" de conhecimento de história via wikipedia.

Então, só me responda uma coisa: As "nossa" Forças Armadas, são patriotas?

 
 
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Osvaldo Ferreira

     Respostas pontuais ao post do Sr. André.

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"O nivel dos comentarios é de estarrecer pelo passionalismo e ausencia de visão historica."

Do próprio André Araujo:” eu sempre defenderei as Forças Armadas de meu Pais nem que seja a unica voz neste espaço”.

Quem é o passional mesmo?

André Araujo: “E aonde anda você se escondendo atrás de um apelido ridiculo?”

Li todos os posts e nenhum apelou para adjetivações pessoais. Só o do André mesmo, como se pode ver.

Todas as instituições, sem exceção ( as afirmações peremptórias do Sr. André, sem fundamento em qualquer cientificidade ou amparo na sociologia política são tão consistentes como gelatina), tem zonas cinzentas, capitulos ruins, o que não as

torna historicamente condenaveis. Este é um assunto de Estado, não de pessoas.

André Araujo: “Este é um assunto de Estado, não de pessoas.”

Ninguém no post discutia pessoas. A questão fundamental é que os tempos são outros, há uma democracia em pleno vigor sufragada pelo voto popular e a decisão sobre a Comissão da Verdade já foi tomada  por um governo legítimo onde militares na ativa ou aposentados não podem e não devem se imiscuir. Há uma hierarquia na República derivada do voto popular e consagrada na Constituição e nesta hierarquia quem decide é a chefa do executivo federal, a Presidenta Dilma Rousseff.

As Forças Armadas ou são importantes ou devem ser extintas. Se são importantes para o Pais não podem ser enxovalhadas. Se erraram no periodo 64 a 85, não foram as unicas que erraram.

É muito comum em qualquer reflexão simplista o recurso às falsas dualidades.Todos sabemos da importância de forças armadas profissionais, bem remuneradas, bem equipadas e que atuem na defesa dos interesses nacionais, protegendo nossas fronteiras e prontas para agir no caso de uma agressão internacional. Isso não significa que sua atuação política no passado que tantos males causou a milhares de pessoas e instituições não possa e não deva ser criticada, repelida e condenada, inclusive judicialmente. É típico deste pensamento dual adotado pelo Sr. André o certo e ou o errado, o mal ou o bem, o sim ou o não, o bandido ou o mocinho. No entanto estamos aqui discutindo e reafirmando que não cabe a funcionários públicos militares ( na ativa ou aposentados), em um Estado Democrático de Direito, em um país civilizado, opinar sobre qualquer questão que não diz respeito às suas atribuições constitucionais. E se vale o raciocínio para menos, para mais valerá ainda mais.  O assalto ao poder político pelas armas em 1964 foi ilegal, ilegítimo e os crimes perpetrados em nome do poder de fato e não de direito após 31 de março de 1964, merecem condenação pública, julgamentos e penalidades cabíveis às violações sistemáticas dos Direitos Humanos. Foram cometidos crimes contra a humanidade, como a tortura, mortes sem esclarecimentos e desaparecimento de corpos, com supressão do mais básico dos direitos que é o do Habeas Corpus. Tanto o judiciário, como o legislativo e o executivo nos últimos anos optaram de forma política por não levar esses usurpadores à cadeia, violando princípios do Direito Internacional já consagrados. Esta é a origem da Comissão da Verdade, que não irá punir ninguém (um absurdo jurídico), sob a ratione contestável de não exalar revanchismo.

O Brasil atual tem 60.000 mortos por ano, assassinados. Tem 55.000 mortos por ano em acidentes de transito. Em dez anos o Brasil perdeu UM MILHÃO de brasileiros por morte violenta. Muito mais que grandes paises em guerras mundiais.

Sr. André Araujo, o que tem a ver violência praticada de forma individual na forma de homicídios, latrocínios ou acidentes de trânsito com a violência praticada por agentes que agem em nome do Estado? O Sr. André não consegue entender que os fundamentos do Estado, escritos  durante  a Revolução Francesa foram positivados exatamente para que o poder estabelecido jamais agisse como algoz do cidadão comum e desprotegido como ocorria no Ancien Régime. Como os Direitos Humanos foram estabelecidos para a defesa do comum dos mortais contra o Estado que é todo poderoso, lá atrás, há mais de dois séculos, nada pode justificar jamais a violência estatal.

sGrande parte por incuria do Estado, estradas péssimas, policias ineficientes, hospitais matadouros.

O Sr. André mistura acidentes em estradas com Direitos Humanos.  Mistura creio eu por falta de leitura acurada dos textos clássicos de política, mortes produzidas por imperícia, imprudência e negligência, muitas dos quais até fora da responsabilidade estatal, de culpa individual, com a transformação do Estado, que deveria proteger os cidadãos, em algoz dos seus próprios cidadãos utilizando o aparato militar ou paramilitar. Ele não consegue entender,  talvez porque como já disse lhe falta leitura essencial, que o Moderno Estado foi criado no século XVIII para defender o cidadão, não para chaciná-lo!

Ninguem se preocupa com isso, muito menos essas alas esquedistas que estão alucinadas com 167 mortos em 21 anos de regime militar. Os 167 são um casus belli infinito, os UM MILHÃO de morte violenta  nos ultimos dez anos, a esmagadora maioria de pobres, não interessa. Cade a Comissão da Verdade para saber porque morrem todos os anos 70.000 brasileiros assassinados?

Alguém poderia me esclarecer o que o Sr. André quer dizer com “casus belli” infinito? Será uma guerra ao infinito?  Acha o senhor André que a expressão casus belli serve para dentro. Está completamente equivocado para dizer o mínimo. Casus belli diz respeito a acontecimento que justifique a ação armada do Estado no exterior. Novamente ele se confunde com conceitos. Aqui vejam que o Senhor André continua a misturar alhos com bugalhos, pois não entende a razão da existência do Estado de lá atrás, construção do ocidente de mais de 200 anos longamente amadurecida...

 

O regime militar tem origem real, historica, atendeu a uma situação real, ninguem deu um golpe a partir do nada, da vontade de tres generais. Havia um contexto, uma situação de caos absoluto, aonde o Presidente insuflava motins nas Forças Armadas, o comicio de 13 de março de 64 foi um ato vergonhoso QUE NÃO SERIA TOLERADO EM QUALQUER PAIS, nem na Russia e na China, farois desta turma dealucinados que aqui enxovalham nossas Forças Armadas.

O Sr. André parece contar com nosso  esquecimento ou ignorância a respeito de como no império da lei deviam os ministros do executivo, ministros do STF e presidentes da república sofrerem impeachment pela CF de 1946 rasgada pelo poder da força militar com o “putch”  ou golpe de 1964. Isso é e era atribuição do Congresso à época. Quanto ao “...não seria tolerado...”  a pergunta que cabe ao Sr. André, é por quem? Pelo O Globo, pelo Estadão, pelo empresariado nacional em sua parte vendida aos interesses estrangeiros,  pelos EUA ou pela soma de todos esses agentes que não representavam o poder popular exercido pelo voto?

 

As Forças Armadas brasileiras, insituição em 1964 já com trezentos anos de Historia na formação do Pais, atenderam a uma necessidade nacionalmente aprovada, as maiores lideranças civis do Pais nessa época apoaram o movimento de 64, não foram dois ou tres generais,

O Sr. André acha que o exército brasileiro existe desde 1664. Portanto desde o século XVII, mesmo antes da independência formal do país. Ele entende que as forças da metrópole que subjugavam a colônia, combatiam rebeliões de escravos ou eventuais rebeliões contra o domínio colonial já se configuravam como o exército brasileiro. Jamais li tamanho embuste conceitual histórico. Mas ele prossegue: “..., atenderam a uma necessidade nacionalmente aprovada...”. Na justificativa do Sr. André para o golpe, provavelmente o congresso de então ouviu a sociedade civil, os movimentos sociais, os atores sociais e percebeu que havia aprovação para o golpe! Ou então, polo que escreveu, uma pesquisa nacional foi encomendada pelos governadores do RJ, SP e MG, junto com O Globo e Estadão, perguntando a milhares de pessoas país afora, o que achavam da destituição do Presidente eleito por uma ditadura militar que suprimiria os mais basilares dos direitos civis, nos moldes das pesquisas eleitorais de institutos de pesquisa atuais. Ora Senhor André, que falácia. Se por hipótese houvesse esta tal “necessidade nacionalmente aprovada”, qual a razão para o poder de fato e não de direito estabelecido pelos militares a partir de 1964 ter cassado dezenas de deputados e senadores, governadores, prefeitos, fechado ou ocupado universidade, sindicatos, associações civis e ter censurado toda a opinião pública não participante do golpe? Se era “uma necessidade nacionalmente aprovada”, qual a razão da ação truculenta que caracterizou o golpe militar? Bastaria aprovar um Impeachment tal como ocorreu com Collor.

O movimento de 64 foi legitimo no contexto da época. No endurecimento de 68 houve excessos mas esses foramajuizados e reconhecidos pela Lei de Anistia, são fatos historicos.

O golpe militar de 1964, ao rasgar a Constituição de 1946, ao depor um Presidente eleito pelo voto popular não teve legitimidade alguma. O Sr. André não sabe, pois não lê, mas cabe informar a ele que qualquer legitimidade deriva numa democracia do voto popular. No Estado Democrático de Direito não há outra forma de estabelecer legitimidade dos ocupantes do poder. Pelo menos ninguém estabeleceu até hoje novos parâmetros da legitimidade do Estado. Qualquer regime que não derive do sufrágio popular não é legítimo, é usurpado, ilegal e ditatorial. Quanto à Lei de Anistia, há entendimento amplamente divulgado e aceito internacionalmente  que ela não suprime violações dos Direitos Humanos ou Crimes contra a Humanidade, como os cometidos pelos torturadores com o beneplácito e aprovação dos generais que desgovernaram o país de 1964 a 1985. Se o atual governo não deseja tocar nesta questão, ao meu ver e de muitos de forma equivocada,  preferindo uma saída consensual via Comissão da Verdade que a ninguém punirá, esta é uma saída política e não do Direito.

A tentativa de revanche agora é AHISTORICA, anti-nacional, não atende a um dever de Estado e não vai levar alugar nenhum porque os chamados ""torturadores"" já morreram na grande maioria das situações, vai sobrar para a Instituição Militar atual, qualquer um enxerga isso.

O Sr. André que inicia seu post  falando de passionalismos, vê a Comissão da Verdade como revanche, numa postura prá lá de passional. No Estado Democrático de Direito não há espaços para revanches. Tudo decorre de lei e portanto sua ação não é pessoal. A lei que criou a Comissão da Verdade não é a lei da Dilma Rousseff. É lei e como tal tem caráter impessoal, muito diferente de decretos secretos e Atos Institucionais elaborados na calada da noite e sob censura dos meios de informação, como foi a regra na Ditadura. Passionais e revanchistas, justiceiros e fora do Direito e do que se considera civilizado foram os IPMs (Inquéritos Policiais Militares) instaurados por todos os recantos do país após o Golpe Militar, que serviram para o delação covarde, para a ascensão a cargos públicos sem concurso, para ceifar cérebros nas universidades e instituições de pesquisa e tudo o mais do que podemos considerar revanchista, arrivista, irresponsável e maldoso, sem nenhum respaldo legal ou jurídico, apenas motivados pelo ódio passional ou mandonismos locais.

 

Então a finalidade da Comissão da Verdade é atender a um ENXOVALHAMENTO DAS FORÇAS ARAMADAS COMO UM TODO, eesse é o objetivo claro, cofessado, da esquerda radical. O Governo já sabe disso, e tenta amo maximo atenuar essa pressão que está ABSOLUTAMENTE CLARA.

Esses argumentos do Sr. André são tão disparatados que exatamente por isso merecem contestação. Não sabe, por certo o Sr. André que há um plano consistente de reaparelhamento das forças armadas para que tenham condições materiais de cumprir o seu papel constitucional que é a defesa do território contra ameças EXTERNAS e de nossas fronteiras contra ameaças do mesmo tipo. Não sabe o Sr. André que setores importantes das forças armadas dialogam há anos com setores nacionalistas da esquerda brasileira, inclusive membros do atual governo. Não sabe o Sr. André , porque tem pensamento dual, que há forte nacionalismo nas forças armadas e que este sentimento tem correspondência com as atuais políticas públicas a cargo de civis que ele chama de esquerdistas. Será que não sabe o Sr. André que a Presidenta da República Dilma Rousseff é a suprema comandante das Forças Armadas e que só pode exercer este poder absoluto sobre generais e brigadeiros porque os recebeu do povo que a sufragou majoritariamente em eleições livres e limpas?

Ou o Brasil precisa de Forças Armadas ou não precisa. Se não precisa é bom ficar claro e extingui-las.

Novamente o pensamento dual se repete. Quem critica a ditadura quer extinguir as forças armadas. Quem não critica a ditadura e seus crimes acha que o país precisa de forças armadas. Como sempre os argumentos do Sr. André são primários. Todos sabem da necessidade imperiosa de forças armadas profissionais e bem equipadas num país de dimensões continentais como o Brasil. Nos orgulhamos da ação de nossas forças armadas no Haití, em missão humanitária e de reconstrução daquele país. Queremos que nossas forças armadas ganhem dimensão equivalente ao tamanho deste imenso país. Queremos que nossas forças armadas se coadunem com nosso desejo de ser um país cada vez mais influente no mundo todo. Mas o Sr. André pensa que isso aqui é a Costa Rica, por desconhecimento do seu próprio país, ao falar de extinção das forças armadas. Na verdade é um misto de falta de cultura com manipulação o que ele nos propõe no seu post.

Se precisa, essa onda vai atender a objetivos apenas da esquerda radical, não tem ABSOLUTAMENTE NADA A VER COM A POPULAÇÃO, porque não fazem um plebiscito sobre a Comissão da Verdade?

Não houve necessidade de plebiscito uma vez que a proposta do executivo foi aprovada no Congresso Nacional. Simples assim. Ademais não se tratou de tema candente e de conotação plebiscitária, divisor de águas em matéria de opinião pública, necessitando da oitiva dos eleitores para que fosse aprovada. Plebiscitos são chamados, caso o Sr. André não saiba, para situações muito especiais. A menos que desejássemos estabelecer uma República Plebiscitária, em que qualquer projeto de monta do governo tivesse que ser levado ao escrutínio popular. Aliás, sobre isso, já li manifestações do Sr. André condenando este instituto na Venezuela de Hugo Chavez! Porque aqui ele defende isso?

O Governo Militar de 1964 TINHA ALTA POPULARIDADE na população civil, não adianta esconder.

Sr. André, prove isso com dados. Como é possível aferir a popularidade de uma ditadura se a censura aos meios de comunicação e à livre manifestação da opinião é total? Que absurdo é este?

Os erros já foram reconhecidos, absorvidos e tratados pela Lei de Anistia.

O que o Sr. André chama de erros (absorvidos, quando o correto é absolvidos),  podemos chamar de tortura sistemática, choques elétricos, estupros aos milhares, pau de arara, sequestros, cárcere sem direito a Habeas Corpus, mortes e ocultação de cadáveres, necropsias falsificadas, violências sem limites contra estudantes, corrupção no mais alto grau, submissão aos interesses externos, transferência de riquezas aos apoiadores privados das violações dos direitos humanos. Como já disse, por puro desconhecimento do Direito Internacional, o Sr. André não menciona que a Corte Interamericana de Direitos Humanos já instou o Brasil a rever a validação da Lei de Anistia aprovada recentemente no STF, uma vez que tal decisão está em desacordo com a moderna interpretação que se deve dar aos Crimes Contra a Humanidade.

Como dizia o Principe de Talleurand a Napoleão quando este mandou assassinar o Duque de Enguien,

""Majestade, mais do um criem, esse é um erro.

A Comissão da Verdade é um erro histórico. Não atende a nenhum interesse do Estado brasileiro.

A Comissão da Verdade como decisão de Estado deve cumprir os seus deveres com os cidadãos. Como o Sr. André tem uma visão fascista de mundo e pouca leitura dos clássicos da sociologia política, ele não consegue entender que o Estado jamais pode estar acima dos direitos de qualquer pessoa. O Estado deve existir para tornar possível a consecução dos direitos fundamentais e promover a sua ampliação, coletivamente e  individualmente. A submissão do Estado é sempre à vontade popular e não o contrário. Recomendo Hobbes, Tocqueville, Rousseau, Hamilton, Montesquieu, Adam Smith, que o Sr. André por certo não haverá de rotular como esquerdistas, não é mesmo?

 

 

 

Osvaldo Ferreira

 
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Djijo

A não ser que vc esteja defendendo parentes no clube, vale lembrar que há uma reserva imoral no clube que deve ser exposta até para eles se sentirem descobertos por suas maldades. Os milicos que estão na ativa não devem estar nadinha se preocupando com o que eles dizem. Daí que vc está defendendo maus usando os bons. Pode?

 
 
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JOÃO33

  andré araujo , a população aprova e tem orgulho sim de suas forças armadas , mas dentro do seu papel , quem sucateou e fez retroceder de tudo que o povo aprova nas nossas forças armadas foi o fhc seu adorado , pois , subalterno ao imperialismo que voçe tanto defende.e os primeiros passos para recuperar o que foi perdido estão sendo dados pelo presidente lula e presidenta dilma , mas o povo nunca aprovou uma ditadura provocada pela mesma sociedade civil que voçe defende e é responsável por todas as mazelas que vivemos , justiça injusta , mídia mentirosa , enfim todo o atraso e desajustes de nossa sociedade , e penso que a maioria do povo brasileiro percebe sim que a resistência desses militares em trazer a tona a verdade é que como os que caem em um belo conto do vigário , os militares usados por civis na época , foram postos a servir os interresses dos eua , e a vergonha deve ser tanta que não podem admitir isso , comportamento típico das vitimas de conto do vigário que de tão envergonhadas , nem queixa dão.

 
 
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jose miguel

Caro André

Suas observações sobre a aprovação das Forças Armadas baseadas nas pesquisas de opinião do Latinobarômetro e da FGV são importantes. É com base nelas que você quer sustentar sues argumentos. Porém, a conclusão que você tira desses dados é equivocada. Se as pesquisas tratassem da atuação das Forças Armadas  na ditadura ela caberia, mas não é o caso. As pesquisas são recentes e não tratam daquele perído. Dizer que a Comissão da Verdade interessa para pequenos grupos de  extrema esquerda é um forçar de barra descabido e uma desconsideração com o conhecimento do que aconteceu durante o Regime Militar, que interessa a todos e, principalmente, a história do Brasil. Se disséssemos que o povo alemão apoiou Hitler e o interesse em revelar o holocausto ao mundo é só dos Judeus,  principal alvo do nazismo, estaríamos negando ao povo alemão e ao mundo, o direito de conhecer sua história e se engajar na luta para que nunca mais isto volte a acontecer. Não há porque temer a Comissão da Verdade, temos que temer sim, "militares de pijama" que se pronunciam contrários ao esclarecimento da Verdade sobre a Ditadura. É um direito de todo cidadão conhecer a história de seu pais, com o máximo de objetividade possível.

 
 
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Rogério Maestri

Caro André

A comissão da verdade servirá para separar o joio do trigo, tenho nos meus antepassados alguns militares que serviram a nação inclusive tive um tio que morreu como herói combatendo o nazi-fascismo na Itália, e te garanto que se estivessem vivos não concordariam com os crimes perpectuados por alguns militares que junto com um número muito grande de civis, enchovalharam o nome das nossas forças armadas.

O problema é que o joio não está querendo se separar do trigo!

 
 
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Marcos Luiz

Temos que passar a limpo as atrocidades cometidas pelos agentes da ditadura militar como fizeram corajosamente os nossos vizinhos (Argentina, Chile e Uruguai). Milico de pijama tem que ficar bem quietinho nos seus clubinhos de aposentados ricos (me refiro a generais, coronéis, almirantes, brigadeiros e quetais). 

 
 
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francisco pereira neto

Mas do que esses milicos tem medo?

"É a instituição de maior respeito da população"!?!? Onde?

Eu por exemplo não fui consultado, assim como muita gente também não foi, e que não concorda com essa opinião.

Dar crédito para uma instituição históricamente lambe botas dos EUA?

Que por ordem da CIA deu um golpe de estado em 64?

Que destituiu um presidente legitimamente eleito pelo povo?

É como disse um desses generais de pijama. A toda uma ação corresponde uma reação.

Quer dizer que vale só quando é a favor deles?

Nós precisamos sim fazer com que as Forças Armadas seja patriótica a favor do Brasil. E não de grupos ou países interesseiros. Isso é histórico.

Passados trinta e oito anos do golpe e essa gente ainda continuam com a mesma mentalidade?

Eles defendem quem? É só consultar cada um das cúpulas das Forças Armadas.

Defendem Castello Branco? Costa e Silva? Médici? Geisel? João Figueiredo?

Eles se orgulham desses personagens da sua corporação?

Agora pergunte para o povo qual a opinião nossa.

A deles que deve prevalece porque eles detém o poderio bélico nas suas mãos?

 

 
 
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Osvaldo Ferreira

    Respostas pontuais ao Sr. André:

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"O nivel dos comentarios é de estarrecer pelo passionalismo e ausencia de visão historica."

Do próprio André Araujo:” eu sempre defenderei as Forças Armadas de meu Pais nem que seja a unica voz neste espaço”.

Quem é o passional mesmo?

André Araujo: “E aonde anda você se escondendo atrás de um apelido ridiculo?”

Li todos os posts e nenhum apelou para adjetivações pessoais. Só o do André mesmo, como se pode ver.

Todas as instituições, sem exceção ( as afirmações peremptórias do Sr. André, sem fundamento em qualquer cientificidade ou amparo na sociologia política são tão consistentes como gelatina), tem zonas cinzentas, capitulos ruins, o que não as

torna historicamente condenaveis. Este é um assunto de Estado, não de pessoas.

André Araujo: “Este é um assunto de Estado, não de pessoas.”

Ninguém no post discutia pessoas. A questão fundamental é que os tempos são outros, há uma democracia em pleno vigor sufragada pelo voto popular e a decisão sobre a Comissão da Verdade já foi tomada  por um governo legítimo onde militares na ativa ou aposentados não podem e não devem se imiscuir. Há uma hierarquia na República derivada do voto popular e consagrada na Constituição e nesta hierarquia quem decide é a chefa do executivo federal, a Presidenta Dilma Rousseff.

As Forças Armadas ou são importantes ou devem ser extintas. Se são importantes para o Pais não podem ser enxovalhadas. Se erraram no periodo 64 a 85, não foram as unicas que erraram.

É muito comum em qualquer reflexão simplista o recurso às falsas dualidades.Todos sabemos da importância de forças armadas profissionais, bem remuneradas, bem equipadas e que atuem na defesa dos interesses nacionais, protegendo nossas fronteiras e prontas para agir no caso de uma agressão internacional. Isso não significa que sua atuação política no passado que tantos males causou a milhares de pessoas e instituições não possa e não deva ser criticada, repelida e condenada, inclusive judicialmente. É típico deste pensamento dual adotado pelo Sr. André o certo e ou o errado, o mal ou o bem, o sim ou o não, o bandido ou o mocinho. No entanto estamos aqui discutindo e reafirmando que não cabe a funcionários públicos militares ( na ativa ou aposentados), em um Estado Democrático de Direito, em um país civilizado, opinar sobre qualquer questão que não diz respeito às suas atribuições constitucionais. E se vale o raciocínio para menos, para mais valerá ainda mais.  O assalto ao poder político pelas armas em 1964 foi ilegal, ilegítimo e os crimes perpetrados em nome do poder de fato e não de direito após 31 de março de 1964, merecem condenação pública, julgamentos e penalidades cabíveis às violações sistemáticas dos Direitos Humanos. Foram cometidos crimes contra a humanidade, como a tortura, mortes sem esclarecimentos e desaparecimento de corpos, com supressão do mais básico dos direitos que é o do Habeas Corpus. Tanto o judiciário, como o legislativo e o executivo nos últimos anos optaram de forma política por não levar esses usurpadores à cadeia, violando princípios do Direito Internacional já consagrados. Esta é a origem da Comissão da Verdade, que não irá punir ninguém (um absurdo jurídico), sob a ratione contestável de não exalar revanchismo.

O Brasil atual tem 60.000 mortos por ano, assassinados. Tem 55.000 mortos por ano em acidentes de transito. Em dez anos o Brasil perdeu UM MILHÃO de brasileiros por morte violenta. Muito mais que grandes paises em guerras mundiais.

Sr. André Araujo, o que tem a ver violência praticada de forma individual na forma de homicídios, latrocínios ou acidentes de trânsito com a violência praticada por agentes que agem em nome do Estado? O Sr. André não consegue entender que os fundamentos do Estado, escritos  durante  a Revolução Francesa foram positivados exatamente para que o poder estabelecido jamais agisse como algoz do cidadão comum e desprotegido como ocorria no Ancien Régime. Como os Direitos Humanos foram estabelecidos para a defesa do comum dos mortais contra o Estado que é todo poderoso, lá atrás, há mais de dois séculos, nada pode justificar jamais a violência estatal.

sGrande parte por incuria do Estado, estradas péssimas, policias ineficientes, hospitais matadouros.

O Sr. André mistura acidentes em estradas com Direitos Humanos.  Mistura creio eu por falta de leitura acurada dos textos clássicos de política, mortes produzidas por imperícia, imprudência e negligência, muitas dos quais até fora da responsabilidade estatal, de culpa individual, com a transformação do Estado, que deveria proteger os cidadãos, em algoz dos seus próprios cidadãos utilizando o aparato militar ou paramilitar. Ele não consegue entender,  talvez porque como já disse lhe falta leitura essencial, que o Moderno Estado foi criado no século XVIII para defender o cidadão, não para chaciná-lo!

Ninguem se preocupa com isso, muito menos essas alas esquedistas que estão alucinadas com 167 mortos em 21 anos de regime militar. Os 167 são um casus belli infinito, os UM MILHÃO de morte violenta  nos ultimos dez anos, a esmagadora maioria de pobres, não interessa. Cade a Comissão da Verdade para saber porque morrem todos os anos 70.000 brasileiros assassinados?

Alguém poderia me esclarecer o que o Sr. André quer dizer com “casus belli” infinito? Será uma guerra ao infinito?  Acha o senhor André que a expressão casus belli serve para dentro. Está completamente equivocado para dizer o mínimo. Casus belli diz respeito a acontecimento que justifique a ação armada do Estado no exterior. Novamente ele se confunde com conceitos. Aqui vejam que o Senhor André continua a misturar alhos com bugalhos, pois não entende a razão da existência do Estado de lá atrás, construção do ocidente de mais de 200 anos longamente amadurecida...

 

O regime militar tem origem real, historica, atendeu a uma situação real, ninguem deu um golpe a partir do nada, da vontade de tres generais. Havia um contexto, uma situação de caos absoluto, aonde o Presidente insuflava motins nas Forças Armadas, o comicio de 13 de março de 64 foi um ato vergonhoso QUE NÃO SERIA TOLERADO EM QUALQUER PAIS, nem na Russia e na China, farois desta turma dealucinados que aqui enxovalham nossas Forças Armadas.

O Sr. André parece contar com nosso  esquecimento ou ignorância a respeito de como no império da lei deviam os ministros do executivo, ministros do STF e presidentes da república sofrerem impeachment pela CF de 1946 rasgada pelo poder da força militar com o “putch”  ou golpe de 1964. Isso é e era atribuição do Congresso à época. Quanto ao “...não seria tolerado...”  a pergunta que cabe ao Sr. André, é por quem? Pelo O Globo, pelo Estadão, pelo empresariado nacional em sua parte vendida aos interesses estrangeiros,  pelos EUA ou pela soma de todos esses agentes que não representavam o poder popular exercido pelo voto?

 

As Forças Armadas brasileiras, insituição em 1964 já com trezentos anos de Historia na formação do Pais, atenderam a uma necessidade nacionalmente aprovada, as maiores lideranças civis do Pais nessa época apoaram o movimento de 64, não foram dois ou tres generais,

O Sr. André acha que o exército brasileiro existe desde 1664. Portanto desde o século XVII, mesmo antes da independência formal do país. Ele entende que as forças da metrópole que subjugavam a colônia, combatiam rebeliões de escravos ou eventuais rebeliões contra o domínio colonial já se configuravam como o exército brasileiro. Jamais li tamanho embuste conceitual histórico. Mas ele prossegue: “..., atenderam a uma necessidade nacionalmente aprovada...”. Na justificativa do Sr. André para o golpe, provavelmente o congresso de então ouviu a sociedade civil, os movimentos sociais, os atores sociais e percebeu que havia aprovação para o golpe! Ou então, polo que escreveu, uma pesquisa nacional foi encomendada pelos governadores do RJ, SP e MG, junto com O Globo e Estadão, perguntando a milhares de pessoas país afora, o que achavam da destituição do Presidente eleito por uma ditadura militar que suprimiria os mais basilares dos direitos civis, nos moldes das pesquisas eleitorais de institutos de pesquisa atuais. Ora Senhor André, que falácia. Se por hipótese houvesse esta tal “necessidade nacionalmente aprovada”, qual a razão para o poder de fato e não de direito estabelecido pelos militares a partir de 1964 ter cassado dezenas de deputados e senadores, governadores, prefeitos, fechado ou ocupado universidade, sindicatos, associações civis e ter censurado toda a opinião pública não participante do golpe? Se era “uma necessidade nacionalmente aprovada”, qual a razão da ação truculenta que caracterizou o golpe militar? Bastaria aprovar um Impeachment tal como ocorreu com Collor.

O movimento de 64 foi legitimo no contexto da época. No endurecimento de 68 houve excessos mas esses foramajuizados e reconhecidos pela Lei de Anistia, são fatos historicos.

O golpe militar de 1964, ao rasgar a Constituição de 1946, ao depor um Presidente eleito pelo voto popular não teve legitimidade alguma. O Sr. André não sabe, pois não lê, mas cabe informar a ele que qualquer legitimidade deriva numa democracia do voto popular. No Estado Democrático de Direito não há outra forma de estabelecer legitimidade dos ocupantes do poder. Pelo menos ninguém estabeleceu até hoje novos parâmetros da legitimidade do Estado. Qualquer regime que não derive do sufrágio popular não é legítimo, é usurpado, ilegal e ditatorial. Quanto à Lei de Anistia, há entendimento amplamente divulgado e aceito internacionalmente  que ela não suprime violações dos Direitos Humanos ou Crimes contra a Humanidade, como os cometidos pelos torturadores com o beneplácito e aprovação dos generais que desgovernaram o país de 1964 a 1985. Se o atual governo não deseja tocar nesta questão, ao meu ver e de muitos de forma equivocada,  preferindo uma saída consensual via Comissão da Verdade que a ninguém punirá, esta é uma saída política e não do Direito.

A tentativa de revanche agora é AHISTORICA, anti-nacional, não atende a um dever de Estado e não vai levar alugar nenhum porque os chamados ""torturadores"" já morreram na grande maioria das situações, vai sobrar para a Instituição Militar atual, qualquer um enxerga isso.

O Sr. André que inicia seu post  falando de passionalismos, vê a Comissão da Verdade como revanche, numa postura prá lá de passional. No Estado Democrático de Direito não há espaços para revanches. Tudo decorre de lei e portanto sua ação não é pessoal. A lei que criou a Comissão da Verdade não é a lei da Dilma Rousseff. É lei e como tal tem caráter impessoal, muito diferente de decretos secretos e Atos Institucionais elaborados na calada da noite e sob censura dos meios de informação, como foi a regra na Ditadura. Passionais e revanchistas, justiceiros e fora do Direito e do que se considera civilizado foram os IPMs (Inquéritos Policiais Militares) instaurados por todos os recantos do país após o Golpe Militar, que serviram para o delação covarde, para a ascensão a cargos públicos sem concurso, para ceifar cérebros nas universidades e instituições de pesquisa e tudo o mais do que podemos considerar revanchista, arrivista, irresponsável e maldoso, sem nenhum respaldo legal ou jurídico, apenas motivados pelo ódio passional ou mandonismos locais.

 

Então a finalidade da Comissão da Verdade é atender a um ENXOVALHAMENTO DAS FORÇAS ARAMADAS COMO UM TODO, eesse é o objetivo claro, cofessado, da esquerda radical. O Governo já sabe disso, e tenta amo maximo atenuar essa pressão que está ABSOLUTAMENTE CLARA.

Esses argumentos do Sr. André são tão disparatados que exatamente por isso merecem contestação. Não sabe, por certo o Sr. André que há um plano consistente de reaparelhamento das forças armadas para que tenham condições materiais de cumprir o seu papel constitucional que é a defesa do território contra ameças EXTERNAS e de nossas fronteiras contra ameaças do mesmo tipo. Não sabe o Sr. André que setores importantes das forças armadas dialogam há anos com setores nacionalistas da esquerda brasileira, inclusive membros do atual governo. Não sabe o Sr. André , porque tem pensamento dual, que há forte nacionalismo nas forças armadas e que este sentimento tem correspondência com as atuais políticas públicas a cargo de civis que ele chama de esquerdistas. Será que não sabe o Sr. André que a Presidenta da República Dilma Rousseff é a suprema comandante das Forças Armadas e que só pode exercer este poder absoluto sobre generais e brigadeiros porque os recebeu do povo que a sufragou majoritariamente em eleições livres e limpas?

Ou o Brasil precisa de Forças Armadas ou não precisa. Se não precisa é bom ficar claro e extingui-las.

Novamente o pensamento dual se repete. Quem critica a ditadura quer extinguir as forças armadas. Quem não critica a ditadura e seus crimes acha que o país precisa de forças armadas. Como sempre os argumentos do Sr. André são primários. Todos sabem da necessidade imperiosa de forças armadas profissionais e bem equipadas num país de dimensões continentais como o Brasil. Nos orgulhamos da ação de nossas forças armadas no Haití, em missão humanitária e de reconstrução daquele país. Queremos que nossas forças armadas ganhem dimensão equivalente ao tamanho deste imenso país. Queremos que nossas forças armadas se coadunem com nosso desejo de ser um país cada vez mais influente no mundo todo. Mas o Sr. André pensa que isso aqui é a Costa Rica, por desconhecimento do seu próprio país, ao falar de extinção das forças armadas. Na verdade é um misto de falta de cultura com manipulação o que ele nos propõe no seu post.

Se precisa, essa onda vai atender a objetivos apenas da esquerda radical, não tem ABSOLUTAMENTE NADA A VER COM A POPULAÇÃO, porque não fazem um plebiscito sobre a Comissão da Verdade?

Não houve necessidade de plebiscito uma vez que a proposta do executivo foi aprovada no Congresso Nacional. Simples assim. Ademais não se tratou de tema candente e de conotação plebiscitária, divisor de águas em matéria de opinião pública, necessitando da oitiva dos eleitores para que fosse aprovada. Plebiscitos são chamados, caso o Sr. André não saiba, para situações muito especiais. A menos que desejássemos estabelecer uma República Plebiscitária, em que qualquer projeto de monta do governo tivesse que ser levado ao escrutínio popular. Aliás, sobre isso, já li manifestações do Sr. André condenando este instituto na Venezuela de Hugo Chavez! Porque aqui ele defende isso?

O Governo Militar de 1964 TINHA ALTA POPULARIDADE na população civil, não adianta esconder.

Sr. André, prove isso com dados. Como é possível aferir a popularidade de uma ditadura se a censura aos meios de comunicação e à livre manifestação da opinião é total? Que absurdo é este?

Os erros já foram reconhecidos, absorvidos e tratados pela Lei de Anistia.

O que o Sr. André chama de erros (absorvidos, quando o correto é absolvidos),  podemos chamar de tortura sistemática, choques elétricos, estupros aos milhares, pau de arara, sequestros, cárcere sem direito a Habeas Corpus, mortes e ocultação de cadáveres, necropsias falsificadas, violências sem limites contra estudantes, corrupção no mais alto grau, submissão aos interesses externos, transferência de riquezas aos apoiadores privados das violações dos direitos humanos. Como já disse, por puro desconhecimento do Direito Internacional, o Sr. André não menciona que a Corte Interamericana de Direitos Humanos já instou o Brasil a rever a validação da Lei de Anistia aprovada recentemente no STF, uma vez que tal decisão está em desacordo com a moderna interpretação que se deve dar aos Crimes Contra a Humanidade.

Como dizia o Principe de Talleurand a Napoleão quando este mandou assassinar o Duque de Enguien,

""Majestade, mais do um criem, esse é um erro.

A Comissão da Verdade é um erro histórico. Não atende a nenhum interesse do Estado brasileiro.

A Comissão da Verdade como decisão de Estado deve cumprir os seus deveres com os cidadãos. Como o Sr. André tem uma visão fascista de mundo e pouca leitura dos clássicos da sociologia política, ele não consegue entender que o Estado jamais pode estar acima dos direitos de qualquer pessoa. O Estado deve existir para tornar possível a consecução dos direitos fundamentais e promover a sua ampliação, coletivamente e  individualmente. A submissão do Estado é sempre à vontade popular e não o contrário. Recomendo Hobbes, Tocqueville, Rousseau, Hamilton, Montesquieu, Adam Smith, que o Sr. André por certo não haverá de rotular como esquerdistas, não é mesmo?

 

 

 

Osvaldo Ferreira

 
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Marco Antonio L.

sábado, 25 de fevereiro de 2012


Malafaia apóia “viúvas” da ditadura
 

Por Altamiro Borges

O “tele-evangelista” Silas Malafaia é um direitista convicto que adora aparecer. Agora ele diz “estranhar” o recuo dos presidentes dos três clubes militares que, saudosos da ditadura, publicaram um “manifesto” com críticas ao governo Dilma Rousseff, levaram um puxão de orelha do comando das Forças Armadas e tiveram que enfiar o rabo entre as pernas – retirando a nota do ar.



“Acho estranhíssimo esse recuo. Meu pai é ex-combatente, e militar é gente de posição. Imagino como deve ter sido grande a pressão do governo para eles terem voltado atrás”, lamentou o pastor bravateiro. O que ele queria? Uma crise militar, um novo golpe e uma nova ditadura? Esta é a sua pregação aos milicos de pijama para combater as “abortistas”, os gays e os comunistas?

“Baixar o porrete” e “entrar de pau”

Na semana passada, Silas Malafaia recebeu a péssima notícia de que o Ministério Público Federal (MPF) quer que ele se retrate de seus comentários preconceituosos e homofóbicos no programa “Vitória em Cristo”, exibido pela Rede Bandeirantes. Em julho do ano passado, ele pregou “baixar o porrete” e “entrar de pau” contra os participantes da Parada Gay.

Ouvido pelo MPF, o pastor justificou que eram apenas gírias. Mas a desculpa não convenceu o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias: “Mais do que expressar uma opinião, as palavras do réu em programa veiculado em rede nacional configuram um discurso de ódio, não condizente com as funções constitucionais da comunicação social”.

Fanatismo moralista patético

De acordo com o pedido do MPF, a retratação deverá ter, no mínimo, o dobro do tempo usado nos comentários preconceituosos. A ação também atinge a TV Bandeirantes. “A emissora é uma concessionária do serviço público federal de radiodifusão e deve compatibilizar a sua atuação com preceitos fundamentais como o direito à honra e a não discriminação”, justificou o MPF.

Apesar deste revés, o pastor não contém sua língua ferina. Ele já é famoso por seu patético fanatismo moralista. No final de 2011, ele mordeu a língua por causa de uma entrevista à revista Época. “Eu vou arrebentar o Toni Reis [presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis]... Eu vou fornicar esse bandido, esse safado. Eu vou arrombar com esses...”.

Serra e a cruzada direitista

Silas Malafaia também é conhecido por suas opiniões políticas direitistas. Na campanha presidencial do ano passado, ele se juntou aos milicos de pijama do Clube Militar e aos fascistas da TFP e do Opus Dei no apoio ao tucano José Serra. Chegou a gravar vídeos raivosos contra Dilma Rousseff, mas sua pregação não obteve a benção divina e seu candidato levou uma surra nas urnas.

Isto não significa que ele não seja um “predestinado”. Suas opiniões são motivo de chacota, mas seus “negócios” vão muito bem. A sua Assembléia de Deus Vitória em Cristo recolhe dos fiéis cerca R$ 40 milhões por ano. Seu programa evangélico é transmitido, com milionários custos, pela Rede TV, Band e CNT. Dublado em inglês, ele também atinge 200 países via satélite.

Vendilhão dos templos eletrônicos

Em 2010, a sua igreja comprou nos EUA o jato Gulfstream III por US$ 4 milhões. O avião tem autonomia para oito horas de vôo, doze lugares, sofá, cozinha e sistema individual de entretenimento. É um “favor de Deus”, conforme está escrito em inglês na sua fuselagem. Mas o pastor garante que não recebe nada da igreja e que vive do dinheiro de sua empresa, a Editora Central Gospel.

É esse pastor bravateiro, alvo de inúmeras investigações por desvio de dinheiro e enriquecimento ilícito, que agora manifesta seu apoio às “viúvas” da ditadura militar. O triste é que este “vendilhão dos templos eletrônicos”, como bem caracterizou o jornalista Luiz Cláudio Cunha, faz as suas “pregações” moralistas e direitistas usando vasto horário nas concessões públicas de televisão.

*****

Leia também:

- Malafaia pode virar réu por homofobia

- Pastor Silas Malafaia se "fornicou"

- Os vendilhões dos templos eletrônicos
 

Postado por Miro às 12:59
 
 

 
 
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Andre Araujo

As Ministras-problema estão ai para isso, criar problemas. O que fica complicado para as Forças Armadas é a impressão que para o Pais elas são mais importantes que as Forças Armadas.

 
 
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Jose de Almeida Bispo

Êta palanquezinho desgraçado. Dá um tempo, Andy!

 
 

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