Dilma impede empurrão e protege jornalista

Por Gilberto Kyono

Nassif,

Digno de nota:

Do R7

Dilma impede empurrão e protege jornalista

Por Christina Lemos

Registro aqui o gesto da presidente Dilma Rousseff na tarde desta quarta-feira, que foi decisivo para salvar esta jornalista da truculência de parte da segurança do Palácio do Planalto.

“Esta jornalista está sendo contida indevidamente! Indevidamente!” – disse Dilma, avançando sobre a turba de seguranças, cinegrafistas, fotógrafos e repórteres, estendendo sua mão na minha direção, quando era duramente empurrada para fora da gravação.

A presidente conteve pessoalmente os excessos dos seguranças, que provocavam grande confusão ao tentar evitar a entrevista concedida por ela logo após a solenidade de lançamento do programa de micro-crédito do governo, mediada pela ministra Helena Chagas, da Comunicação de Governo.

O gesto foi suficiente para acalmar a todos e reconduzir à normalidade a situação que caminhava para o confronto.

Fica o nosso agradecimento à presidente Dilma, que demonstrou compreender o papel e as dificuldades até físicas do trabalho da imprensa.

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91 comentários
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Ivan Moraes

Se ha uma mulher poderosa no mundo que faria exatamente isso...  eh Dilma mesmo!

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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maurobrasil

A Dilminha não é mole não!!!

 
 
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Alan Souza

Se fosse o Serra equiparia os seguranças com coturnos, para poder pisar com mais efetividade no pescoço dos jornalistas...

 

Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!

 
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Drinds

Alan,

Isso para os jornalistas não-amiguinhos dele. Muitos outros receberiam beijinhos e mais beijinhos....

 
 
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Frankn

Que nada. Se fosse o Serra, ele primeiro perguntaria à jornalista de que emissora ou jornal ela é. Dependendo da resposta dela, ou ele iria protegê-la ou deixaria o segurança dito "petista" terminar o trabalho dele. Ah... e se alguém reclamasse ali na hora, ele iria dizer que era só mais um trololó petista e que estavam repercutindo o que o PT mandava dizer. Se ainda assim alguém ousasse publicar o acontecimento na mídia, ele ligaria para o chefe da redação e pediria a cabeça de quem publicou. Logicamente todas as fitas de áudio e vídeo do fato teriam sido  devidamente confiscadas pela equipe do "mais preparado". É cada um que este nosso país nos apresenta como opção...

 
 
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Samuel Maice

Alan, obrigado por nos lembrar de praticar os "Dois Minutos de Ódio" contra o Inimigo do Povo Emmanuel Goldstein.

 
 
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adauto

 

E o Nassif deve estar sem ter o que postar....

Isso aqui virou blog chapa branca, mesmo....

O que é que tenho a ver se a dilma ou se fosse o serra, ou qualquer um que seja, impediu alguém de ser empurrado..?

Dai-me paciencia....

 
 
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necolima

 

Parabens à presidente!

Mais que um simples ato de proteção. Um gesto simbólico!

 

Pernambuco falando para o mundo!

 
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José Antônio Araújo

É isso aí Ivan!!! Uma pessoa justa age assim: dura com os bandidos e protetora para quem precisa disso. 

Hay que endurecerpero sin perder la ternura jamás.”

 

José Antônio

 
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carlosc

Olha aí a Dilma subindo no ranking das superpoderosas.

Hilary que se cuide!!!

 
 
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Fernando Fonseca

Sensacional !

Não lembro de nada parecido.

Está enxergando o entorno.

 
 
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Edson Joanni

Dá-lhe Presidenta!

Re: Dilma impede empurrão e protege jornalista
 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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nadja rocha

Edison, amei sua reposta. Dilma, uma do trio das super poderosas

 
 
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Edson Joanni

Gracias!

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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randombuz

Edson,

não sei pq tbém me veio essa idéia... rsrs

então vou completar a história da sua imagem...

"Nome original: Blossom. (Florzinha em portugues e Bombón em espanhol)
Idade: 5 anos.
Ingrediente que predomina: tudo de bom.
Super poder: assopra ar congelante e voa.
Aparência: cabelos ruivos com um enorme laço vermelho no alto da cabeça.
Posição: irmã mais velha e líder das Meninas Super Poderosas.
Personalidade: inteligente e esperta, é a mais sensata do grupo e gosta de organizar as coisas. É brava, (mas muito justa), ás vezes é um pouco egoísta (mas gentil na maioria das vezes) e muito confiante em si mesma.
Hobbies: gosta da escola, de estudar matemática e ciências, de ir a festas na praia, piqueniques, cinema e museus."

AQUI, O MOMENTO EXATO EM Q DILMINHA DÁ UM BASTA NOS EXCESSOS DA SEGURANÇA

AQUI, A CARA DA SEGURANÇA DEPOIS DA BRONCA...

AQUI, DILMILHA E EQUIPE DESPACHANDO...

(espero q tenha sido desta maneira... rsrs)

 
 
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randombuz

falhou, vamos de novo...

AQUI, O MOMENTO EXATO EM Q DILMINHA DÁ UM BASTA NOS EXCESSOS DA SEGURANÇA

http://1papacaio.com.br/modules/Cliparts/gallery/cliparts_cartoons/clipa...

(vejam clicando no link, pois a imagem é em GIF, e a inserção q conheço é em JPG, e não achei NENHUMA foto dessa em jpg para fazer "aparecer" a imagem, mas vale a pena ver a Dilminha dando um basta... rsrs)

 
 
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Marcia

Eu adoro minha Presidenta.

 
 
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Alan Souza

Se ela deixasse eu dava uma bitoca nela...

 

Demóstenes Torres na cadeia: uma campanha pelo bem do Brasil!

 
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Marcia

KKKKKKK, Alan, gostei dessa.

 

 

bjus.

 
 
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Maralina Matoso

Vai! Estão pensando o que? Olha só o instinto de justiça e proteção que fala alto nela! 

Ehhh...Dilminha, Dilminha que é Dilmona!!

 
 
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mariazinha

Nossa! Estou boquiaberta! Imaginei-a forte e destemida; mas, não tanto. Imagina se, no meio do tumulto, alguém do pig se aproveitasse para fazer aquilo que mais querem: um golpe fatal. ELA não deveria se expor tanto, não vale a pena. Até deu um arrepio qdo. lembrei-me do tumulto que culminou com a morte do irmão do JFK. http://www.marcusvinicius.blog.br/blog/2011/04/06/bob-kennedy-suspeitava... '''''' PQ será que o povo ianque não foi às ruas clamar por justiça? http://www.youtube.com/watch?v=zyhXntzxkAQ

 
 
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Nilva de Souza

Bravíssimo, Presidenta !

 
 
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Cláudio Freire

Dilma é uma pessoa que merece todo o nosso respeito, por sua história de vida e valores de quem preza a democracia de forma radical.

Aproveito para dizer que acho incrivel como tem gente da esquerda que a critica sem parar por fazer gestos de civilidade com figuras da oposição (incluindo representantes da velha mídia). Essas pessoas não sabem separar o cerimonial da política de fato. Reagem como se o trato civilizado às pessoas que pensam diferente fosse sinal de fraqueza ideológica. Ademais, todos os envolvidos no jogo político são profissionais, e sabem muito bem que são adversários políticos.

 
 
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Vlad

 

O Lula que se cuide....

 

Sou mais Dilma!

Confesso estou Dilmado !

 

 
 
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carlosc

Imagine se fosse possível um 2º turno em 2014 com PT e PDT, entre Lula e Dilma.

Seria 1 mês de festa...

 
 
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wlademir carvalho

Votaria no Lula, seguramente...só por vias das dúvidas. hehehehe

 
 
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Assis Ribeiro

Antes de Presidente a pessoa tem que ser  humano.

Lula já tinha feito um gesto de humanidade que ficou nos anais do mundo, em uma viagem ao exterior, quando amparou um reporter que escorregou em uma escada. Quem se lembrar melhor por favor coloque mais detalhes.

O incível é o despreparo destes trogloditas. A jornalisna énada mais, nada menos do que  Christina Lemos, uma das mais conhecidas e respeitada jornalista.

 

Assis Ribeiro

 
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Walter Decker

Após receber prêmio, Lula socorre e abraça jornalista na Espanha
18 de maio de 2010 17h38 atualizado às 17h41

 

Após discursar durante a entrega do prêmio Nueva Economía Fórum 2010 ao final da Cúpula União Europeia América Latina, em Madri (Espanha), nesta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parou para prestar socorro e solidariedade ao jornalista Clóvis Rossi, da Folha de S.Paulo, que caiu em meio à confusão e machucou-se nas costas. Ao perceber Rossi sentado e recuperando-se do trauma, Lula parou, lhe deu um abraço e pediu para que um médico fosse chamado. O jornalista foi atendido e realiza exames em um hospital de Madri.

A entrega do prêmio acabou se transformando em um discurso de despedida do cargo pelo presidente, vencedor da homenagem. Durante 30 minutos, Lula exaltou as realizações do seu governo e disse que "certamente não virei mais aqui (Espanha)" enquanto presidente da República.

"Certamente voltarei muitas vezes à Espanha no futuro. Não sei se terei mais tempo para voltar aqui no exercício da Presidência da República, por isso trago hoje o meu muito obrigado", disse Lula.

 
 
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Walter Decker

Aqui o texto do Clovis Rossi sobre o acidente e a pronta ajuda de Lula:

" Ele ( Lula ) fez questão de me acompanhar na ambulância e no hospital. Depois me despedi brincando: " Você é um péssimo presidente, mas um notável ser humano ".

19/05/2010

A paella do Lula

Jornalista da minha geração estranha quando vira notícia. Eu, a bem da verdade, estranho até quando vejo meu nome na capa da Folha, encimando um texto, como se o nome fosse a notícia, não o texto.

Por isso, fiquei chocado ao virar notícia por conta de uma queda na terça-feira à noite, aqui em Madri, que causou a fratura de duas costelas.

O presidente Lula havia terminado de discursar, após receber prêmio. Sempre que isso acontece, os jornalistas (e muitos outros no auditório) tentam se aproximar do presidente, para arrancar uma frase ou, simplesmente, mostrar a cara.

Foi o que tentei fazer, mas pela via errada. Em vez de subir pela escadinha que levava ao palco, tentei escalar o degrauzão do meio. Escorreguei, cai de costas e fraturei as costelas.

Ainda assim, me levantei, usei a escadinha mas, ao chegar perto do bolo, estava como Jorge Araujo, um extraordinário fotógrafo da Folha, costuma brincar: "Já vi cadáveres mais corados que você".

Descrição perfeita para meu estado naquele momento. Se não fosse Patrícia Chiarello, misto de diplomata (da assessoria de imprensa do Itamaraty) e anjo-da-guarda de jornalistas, me mandar sentar e tomar água, teria desmaiado no meio do palco.

O presidente Lula se aproximou e constatou o mesmo que o Jorge Araujo: "Você está branco e suando frio".

Não me lembro se foi antes ou depois da frase de Lula que o coronel Cléber Ferreira, médico da Presidência, me examinou. No momento em que apalpou minhas costas, detectou a fratura e iniciou as providências para que eu fosse levado ao hospital.

Tentei resistir, dizendo que precisava terminar os textos do dia e enviá-los para a Folha. Aí, baixou o coronel no médico, e as ordens foram cumpridas.

Ele fez questão de me acompanhar na ambulância e no hospital, enquanto fazia as radiografias e um exame de urina para ver se a queda trouxera outras complicações.

Primeira observação que, imagino, o leitor não desconfia: é possível, sim, a um médico da Presidência abandonar o presidente para dar atenção a um jornalista. É verdade que, naquela altura, o jornalista precisava dele mais que o presidente, mas o gesto fica.

Como ele me contou no caminho, foi só o seu lado coronel que forçou Lula a não viajar para Davos, em janeiro, quando passou mal em Recife.

Segunda observação: Patrícia e também a Ana Maria, da Comunicação Social da Presidência, seguiram a ambulância até o hospital para, depois, me resgatar e levar para o hotel. Fizeram mais: reservaram um apartamento no hotel em que estava a delegação brasileira, o Intercontinental, para que eu ficasse próximo do médico, delas próprias e também da Janaína e da Sylvia, outras moças da assessoria.

É verdade que tenho, desde sempre, bom relacionamento com o pessoal do Itamaraty, mas, francamente, não esperava tanta atenção e cuidado.

Já no começo da madrugada, outra cena de que o leitor talvez tampouco desconfie: aparecem no hotel os companheiros Andrei Netto ("Estadão"), sua mulher, a Lu ("Portal Terra"), Assis Moreira ("Valor Econômico") e Fernando Duarte ("O Globo").

Todos eles haviam me amparado no local da queda e acompanhado meu percurso na cadeira de rodas até a ambulância. Ou seja, a competição no meio jornalístico pode ser intensa e às vezes selvagem, mas a solidariedade entre alguns também é formidável.

Na atitude dos três, nada que me tenha surpreendido. Embora Andrei e Fernando sejam de uma geração bem mais jovem, trabalhamos juntos em várias ocasiões, sempre competindo, mas lealmente, e sempre pondo o companheirismo acima da concorrência.

Nenhum de nós acha que é preciso dar uma facada nas costas do concorrente para fazer melhor o seu próprio trabalho, sem adversários.

Pouco antes da chegada deles, aparecera no meu quarto uma quentinha, enviada pelo presidente Lula.

Eu já havia jantado, no próprio quarto. Por isso, ofereci a paella (o conteúdo da quentinha) aos companheiros. Assis Moreira não se fez de rogado. Comeu toda a paella do presidente.

Aí, chegaram Lula e sua turma. O assessor diplomático Marco Aurélio Garcia, os ministros Nélson Jobim e Franklin Martins, Nelson Breve, também da SECOM, Carlos Villanova, diplomata que é o segundo de Franklin na Comunicação Social da Presidência, em geral encarregado com competência das viagens internacionais de Lula. Talvez houvesse mais alguém com eles, mas eu não tinha condições físicas de girar o corpo para ver quem se postou atrás de mim.

Lula chegou no exato momento em que eu havia iniciado assim o texto: "Sem se manifestar desde que deixou o Irã na segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ontem tempo para "amadurecer as reações" em torno do acordo com os iranianos (e os turcos) antes de se pronunciar".

Ordenei: "Senta aí e escreve o resto, vai. Você sabe melhor do que eu o que você pensa e diz".

Observação final: minha relação com o presidente (e também com o seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso) sempre foi cordial, como pessoas físicas. Como pessoas jurídicas, critiquei um e critico o outro, às vezes impiedosamente, mas esse é o jogo certo (acho eu) entre jornalismo e política.

Com FHC, a relação era mais formal, pela idade de cada um. Com Lula, é mais relaxada, até porque o conheço desde o tempo em que eu é que podia mandar quentinhas para ele, não o contrário.

Tanto que me despedi brincando: "Você é um péssimo presidente, mas um notável ser humano".

Agora, chega. Vou obedecer as ordens do doutor e coronel Cléber e me recolher ao repouso por tempo indeterminado mas que espero seja breve.

 
 
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Assis Ribeiro

Walter,

Valeu.

 

Assis Ribeiro

 

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