Considerações sobre a entrevista de Arruda à Veja

Atualizado às 10:16

Comentário

O repórter Diego Escosteguy foi o autor das reportagens sobre Erenice Guerra. Mas já vinha em processo de ruptura com a revista Veja, devido a conflitos pesados com o diretor de redação de Brasília, Policarpo Jr.

Na época, entrevistou José Roberto Arruda. Por razões variadas – dentre as quais a principal era o período eleitoral – a revista deixou a entrevista na gaveta.

Um episódio precipitou a ruptura, a tal matéria de capa sobre o suposto maço de dinheiro na gaveta do Planalto, a tal capa "Caraca! Que dinheiro é esse?".

Seu nome foi incluído na matéria, ao lado do repórter Otávio Cabral. Segundo comentou com amigos, a matéria foi inventada, ele não teve nenhuma participação e o episódio o constrangeu muitíssimo, pois colocava em risco sua reputação jornalística. A partir dali, o clima ficou insuportável para ele. Queria sair da revista antes que liquidassem com seu nome.

Logo depois, passou a ser sondado pela revista Época. Aceitou o convite para ser editor de Brasil. Pediu autorização da revista para publicar a entrevista na Época. A autorização foi dada mas, no meio da semana, o portal da Veja publicou a entrevista sem dar o crédito. Foi a maneira de detonar a matéria – isto é, matar sua divulgação sem dar o devido destaque. 

 Por Webster Franklin

Do Observatório da imprensa 

LEITURAS DE VEJA 

A entrevista escondida 

Por Washington Araújo em 22/3/2011

Existem notícias que nos fazem rever o conceito do valor-notícia. Estou com isto em mente após ler a entrevista que o ex-governador José Roberto Arruda (DF) concedeu em setembro de 2010 à revista Veja. Na entrevista, Arruda decidiu dar uma espécie de freio de arrumação em suas estripulias heterodoxas como governador do Distrito Federal: atuou como principal protagonista no festival de vídeos dirigido pelo ex-delegado de polícia Durval Barbosa e que tratavam de um único tema: a corrupção graúda correndo solta nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Distrito Federal.

Na entrevista publicada na quarta-feira (17/3) no sítio de Veja encontramos o ex-governador desarrumando as biografias de seus antigos companheiros de partido, pessoas como os senadores Agripino Maia, Demóstenes Torres, Cristovam Buarque e até o sempre correto Marco Maciel. Não faltaram mísseis dirigidos aos deputados ACM Neto, Rodrigo Maia e Ronaldo Caiado. E também ao presidente do PSDB, o agora deputado Sérgio Guerra. Na fala de Arruda sobra ressentimento e, mesmo tendo passado alguns meses, ainda trai uma certa conotação de vingança.

Não. Não estou desmerecendo o valor de uma única palavra de Arruda nessa entrevista. Após ler os desmentidos de todos os novos citados no escândalo conhecido como o "panetone do DEM" (ver, neste Observatório, "Panetones na Redação" e "Mídia encara corrida de obstáculos"), confesso que nenhum me convenceu: a defesa esteve muito inferior ao ataque desferido e onde as palavras deveriam ser adjetivas conformaram-se como nada mais que substantivas. Naquele velho diapasão do "nada como tudo o mais além, ainda mais em se tratando deste assunto, muito pelo contrário". Ou seja, a bateria antimíssil deixou muito a desejar e, considerando a virulência verbal dos agora acusados de receberem apoio financeiro no mínimo com "origem suspeita", os desmentidos surgem como bolhas de sabão que tanto animam festas infantis. Desmancham-se no ar.

 

Miúdos e graúdos

 

O que me causou profunda estranheza nessa entrevista nem foi seu conteúdo, menos ainda seu personagem. O que me deixou perplexo, com todas as pulgas aninhadas em volta da orelha, foi otiming da publicação da entrevista. Por que Veja, tendo entrevistado o ex-governador em setembro de 2010, somente agora, quase 190 dias depois, resolveu levá-la ao conhecimento de seu público leitor? O ponto é que o mais robusto episódio de explícita corrupção, o único escândalo com tão formidável aparato midiático, com dezenas de vídeos reproduzidos nos principais telejornais do Brasil, merecia ter um tratamento realmente jornalístico: descobrindo-se novos fatos, novos meliantes, novas falcatruas, tudo teria que vir à luz, a tempo e a hora.

Convém refrescar a memória com essas autoexplicativas manchetes dos principais jornais brasileiros no dia 28/11/2009:

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O Globo: "Governador do DEM é suspeito de pagar propina a deputados". E diz que "PF grava José Roberto Arruda negociando repasse de dinheiro com assessor";

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Folha de S.Paulo: "Governo do DF é acusado de corrupção";

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O Estado de S.Paulo: "Polícia flagra ‘mensalão do DEM’ no governo do DF". E diz que o esquema "teria até mesmo participação do governador Arruda".

No dia seguinte, 29/11/2009, as manchetes continuaram com tintas denunciatórias:

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O Globo teve como manchete principal "PF: Arruda distribuía R$ 600 mil todo mês";

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Folha de S.Paulo optou por "Documento liga vice-governador do DF a esquema de corrupção";

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O Estado de S.Paulo não deixou por menos: "Em vídeo, Arruda recebe R$ 50 mil".

E, para concluir essa sessão "refresca memória", compartilho as manchetes dos jornalões no dia 30/11/2009:

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O Globo abriu sua edição com a manchete "Arruda: TSE vê indício de caixa 2";

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Folha de S.Paulo destacou na primeira página: "Vídeos mostram aliados de Arruda recebendo dinheiro";

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O Estado de S. Paulo abriu manchete com "Vídeos ‘letais’ levam DEM a preparar expulsão de Arruda", destacando em subtítulo que "Provas contundentes da PF deixam governador em situação insustentável".

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Até o fluminense Jornal do Brasil passou a tratar do assunto com a importância que o assunto requeria: "Aliados deixam Arruda isolado".

Tudo bem, este foi o início da divulgação do escândalo. E, como sempre acontece, o início de todo escândalo político tende a ser megapotencializado. É assim aqui no Brasil, na Itália, no Reino Unido, no mundo todo. No caso atual, pela primeira vez um governador no Brasil esteve trancafiado por tão longo tempo: 60 dias, de 11 de fevereiro a 12 de abril de 2010. A carceragem se deu na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Antes de completar um ano de sua divulgação, o escândalo produziu a cassação de mandatos de diversos deputados distritais, a renúncia de um senador da República, a instauração de diversos inquéritos para apurar responsabilidades de políticos miúdos e graúdos e também de procuradores do Ministério Público do Distrito Federal.

E foi nesse meio tempo que, segundo os advogados de Arruda, em setembro de 2010, o ex-governador concedeu a entrevista ao carro-chefe da Editora Abril. O que as teclas de meu micro querem saber é por que Veja escondeu comprometedora entrevista de Arruda.

 

Insidiosa, rastejante

 

Tenho exposto aqui neste Observatório minhas teses sobre a forma e o modus operandi de como a imprensa, a grande imprensa, tem se comportado como agremiação político-partidária. E essa defasagem de mais de seis meses entre a data da entrevista e a data de sua divulgação é de chamar a atenção.

Quais as reais motivações para que fosse esquecida, largada na gaveta de um editor aparentemente displicente? Por onde andaria aquele polvo-caçador-de-corruptos-no-Planalto que não deu a mínima trela para essa entrevista? Ninguém na redação de Veja considerou um mísero grama de valor-notícia para buscar a versão dos "novos acusados"? Ou seria mais um desserviço à campanha presidencial de José Serra? Desserviço que, com certeza, cobriria tal campanha de portentosa agenda negativa, incluindo sob suspeição até mesmo o presidente de seu partido.

Todos sabemos que o papel da imprensa é informar a população. Aprendemos isso ainda nos primeiros dias de aula de qualquer curso de jornalismo, mesmo aqueles chamados "meia-boca". Por que à população brasileira foram suprimidas tais informações?

É, não é necessário muitos decênios de madura experiência como analista da política brasileira para entender que dentre as mil possíveis razões para que ocorresse tal ocultação uma delas sobressai, insidiosa, sibilina, rastejante: a entrevista de Arruda, que hoje causa apenas perplexidade, publicada em setembro de 2010 traria em seu cerne forte componente explosivo capaz de desarrumar por completo o pleito presidencial de 2010.

Mas, como dizem nossos oráculos da imprensa... o leitor vem sempre em primeiro lugar.

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=634IMQ002

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Considerações sobre a entrevista de Arruda à Veja
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56 comentários
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Marco Antonio Loureiro

Prezado Nassif, favor levantar essa lebre. Vamos "escutar" os blogueiros. Grato.24/03/2011O Imperador da Vale esperneia 

Sua Majestade, D. Roger Agnelli I, o Eterno, perdeu a compostura.
Ontem, além do DEM, também o PSDB foi a luta para manter o “menino de ouro” do minério de ferro.
Sua Alteza, pessoalmente, disparou e-mails e mandou distrubuir entre os politicos material que tece loas à sua administração, cujo mandato já se encerrou e foi prorrogada, por acordo, no período eleitoral.
Mobilizou inclusive a alma penada de plantão, José “Bolinha” Serra. para dar declarações a seu favor e chamar de “aparelhamento” a ação do governo federal em tentar influir na escolha do novo presidente da empresa, da qual é acionista controlador, através do BNDES e dos fundos estatais de pensão.
Curiosa é a declaração de outro peso-pesado, o senador Francisco Dornelles dizendo que espera que o Governo não vá “utilizar os mecanismos que tem para intervir no seu processo decisório e na formação de sua diretoria”.
Ora, o que deveria o Governo, se tem mecanismos (legais e legítimos, estabelecidos na Lei Complementar 109) para influir no processo decisório?
Omitir-se? Deixar que D. Agnelli diga que “a Vale sou eu”?
O fato concreto, que já foi lido pelo mercado, é que D. Agnelli perdeu a cobertura do Bradesco, do qual era, como ex-funcionário, o homem de confiança na mineradora.
Tornou-se um problema para o banco, que só não o defenestrou, ainda, porque quer negociar sua saída.
D. Agnelli, porém, está possuido pela soberba e não consegue ver que foi para este cargo como um empregado do Bradesco, onde fez sua carreira.
Sua Alteza esqueceu que foi ao trono por conveniência e por conveniência será destronado por quem o coroou.
Quem está aparelhando politicamente a Vale não é o Governo, mas ele. Para se manter no “sacrificante” cargo, não hesita em partidarizar explicitamente sua permanência.
Ou seja, se tinha alguma boa chance de ficar, neste momento só conta com a possibilidade de que a “cara feia” dos políticos de oposição – ou apenas aderidos ao Governo – e as matracas dos colunistas de economia da grande imprensa fazerem medo ao Governo e impedirem o inevitável.
Improvável, mesmo com o apoio da “Globby”.

Postado por Brizola Neto

 
 
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DanielQuireza

Acho que este comentário pode ser incorporado ao post sobre a Vale.

Foi bem isso que falei em comentário ontem dele sair como uma pessoa pequena, prejudicando a empresa que o proporcionou praticamente tudo que tem.

 

@DanielQuireza

 
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Jorge de Cima

Não só incorporado, como originalmente deveria ter postado lá.

É um desrespeito, a meu ver, o cara vir aqui e fazer o primeiro comentário de um assunto nada a ver com o post.

 
 
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Marco Antonio Loureiro

Desculpe se esse assunto lhe incomoda, talvez vc faça parte disso também. O que importa é que o Prezado Nassif não se importou e editou. Ele não tem rabo preso.

 
 
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Geraldo Galvão

Mais elegante seria você ter colocado no "fora de pauta"; e ai sim, o Nassif poderia levar à condição de post. Não publicando seu comentário seria censura. É o que ele deve ter avaliado. Aliás, o comentário nem é seu: é do Brizola Neto.

 
 
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Jorge de Cima

O assunto não me incomoda nem um pouco, eu comentei tb no post sobre a Vale. O que me incomoda é alguém querer aparecer em primeiro! Mesmo que não tenha nada a ver, você foi o primeirão a comentar, parabéns!

 
 
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edv

Como se acionistas usarem de sua influência no conselho fosse alguma aberração (em qualquer empresa)...

 
 
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Anonimo0908

Agora surge outro drama. Por que os outros jornalistas nunca quiseram entrevistar Arruda?

 
 
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Ivan Moraes

"surge outro drama. Por que os outros jornalistas nunca quiseram entrevistar Arruda?":

Porque as companias deles nao receberam dinheiro do governo do DF?  Alguem tem outra explicacao?

 

(Nassif, o blog esta quase impossivel de acessar hoje e varias paginas nao abrem de maneira nenhuma.)

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Webster Franklin

A verdade é que muitos estão envolvidos com a corrupção do governo do DF DEM, PSDB, PPS, Assembleia legislativa, judiciário do DF, parte da impensa e outros bichos da fauna brasiliense. 

 

webster franklin

 
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Arnaldo Costa

Para quem ainda se surpreende com isso, ou duvida de alguma acusação, deveria dar uma olhada na história política do nosso país e também mudar a fonte de informação. Um partido que pratica há décadas todo tipo de politicagem, que seus integrantes enriquecem rapidamente a olhos vistos e que tem quase toda a mídia do seu lado, não era de se esperar algo diferente. Enquanto a imprensa e a sociedade não realiarem seus focos para os verdadeiros trapaceiros políticos, não daremos um passo em direção a uma nova forma de se fazer política. Temos que começar a passar o país a limpo. Abstenho-me de comentar sobre as pessoas citadas nessa entrevista. Está na cara. Só não vê que não quer.

 
 
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Delim

A corrupção é generalizada. Assim sendo, temo que você deva se abster de comentar não somente sobre as pessoas citadas na matéria, mas sobre todas as pessoas que fazem o panorama político do país.

 
 
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Arnaldo Costa

Ah, só mais um comentário: É lógico que o PIG não teve como esconder o "escândalo", como gostam de chamar. Foi contra a vontade, mas, impostamente pelos fatos e imagens, tiveram que noticiar. A tarefa ficou mais árdua por se tratar do possível vice do Cerra. A manobra seguinte foi a descolar totalmente os episódios dos tucanalhas, partido queridinho e o qual são sócios, coniventes e cúmplices.

 

P.S.: Enquanto isso, tanto em Minas como em outros redutos demotucanos, a farra continua...

 
 
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Ricardo Athias

Muito cuidado!

A Serpente ainda não está morta. E tem ovo sendo chocado.

 
 
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Rogerio Martins

Também acho...  É hora de prestar atenção e saber o que fazer com o "menino do rio"... 

 
 
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Carlos Rajão

O slogan da Veja: "Onde a verdade pode ser uma farsa e vice-versa.

 
 
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Delim

Farinha do mesmo saco. Safra ruim...

 
 
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José Maia

É bom lembrar que no caso Erenice, o editorial da Não-veja dizia, que mesmo sabendo que aquela reportagem interferiria no pleito presidencial, não poderia sonegar ao leitor. Essa entrevista teria feito toda a diferença, por exemplo, sobre a eleição do Agripino.

 
 
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mariazinha

Essa revista sem credibilidade, tinha que morrer; por incrível que pareça depende do povo, mata-la definitivamente. Arrancar as entranhas dessa mídia  infame e alienígena que confabula contra o BRASIL  é muito necessário. Fazem um enorme estrago basta observar o  tempo perdido pelo BRASIL por conta de suas informações distorcidas, camufladas e tendenciosas. Mostram grande interesse em preservar os traidores, entreguistas, corrutos e malandros pois trabalham por: 'o qto. pior, melhor'. Escondem e mentem, publicam segundo seus interesses escusos. Aposto que não teriam publicado essa matéria, se a oposição estivesse no poder; iriam chantagear e tirar proveito mas o dem e o psdb estão esfacelados, acabados, então é melhor ver se salvam algo. Durante muitos anos fomos hipnotizados por ela, o povo brasileiro acordou, votou em LULA e os malandros estão morrendo como moscas. Se dependesse dessa mídia facciosa todos os safados, entreguistas  e corrutos ainda estariam mandando no Brasil.

As pessoas que ainda conseguem ler tais publicações agora devem sentir toda  a infâmia escondida em suas páginas. Por incrível que pareça, esse episódio só veio comprovar, mais ainda, o que todos sabiam: a mídia tupiniquim está podre e com fetidez cadavérica. 

Muito bom assunto! Parabéns!       

 
 
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R Godinho

Vc está enganada!

O Grupo Abril NÃO depende da venda em banca das suas publicações, para viver.

Basta uma ligeira consulta na internet, e vc verá as dezenas - senão centenas - de milhões de R$ drenados de governos estaduais amigos com a compra de assinaturas. Em SP, p.e., Serra comprou uma assinatura de R$ 34 mi de uma revista voltada para educação, supostamente para ilustrar os professores das escolas públicas. A FGV tem revistas ótimas, muito mais baratas, e com certeza muito melhores, em termos científicos, do que as da Abril. Mas não publica uma revista semanal que esconde uma bomba eleitoral por mais de seis meses...

Enquanto estados ricos forem governados pela oposição, o Grupo Abril e suas "revistas" não vão desaparecer. E como eles se elegem por causa do que essa imprensa diz, vai demorar pra isso acabar...

 
 
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foo

O mensalão da Veja

http://www.youtube.com/watch?v=Us7hf5KYoVw

<iframe title="YouTube video player" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Us7hf5KYoVw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

 
 
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Uélintom

Ué, que história é essa? O jornalista Escoteirinho está arrependido das maldades? Foi se confessar com o Padim Padi Cerra?

Sinto muito, mas esse cara só se redime quando, ao praticar um ato de salvamento de outro ser humano, der a própria vida. Aí, sim, ele vai estar quites. Até lá, nada mais é do que o "cavalo do bandido", que faz um monte de cocô para o PiG deitar e rolar.

 
 
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Rodrigo Rodrodrigogctcu@yahoo.com.br

O pior de tudo foi ele afirmar que a reportagem do polvo foi inventada. Como assim inventada? Não era verdade? Porque não falou nada? Deviamos perguntar à VEJA porque ela inventa reportagens, como afirmou um de seus nobres para-jornalistas. Grande profissionalismo de M.

 
 
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Ed_milson

Ele até ganhou bolsa do famigerado Instituto Millenium...

 
 
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Ótima matéira....devidamente copiada e colada...vamos divulgar....

Para o bem do Brasil...vamos acabar com a veja antes que a veja acabe com o Brasil!!!

 

 

Fatos que gostaria de testemunhar antes de morrer: 1-político bandido, preso; 2-juiz, promotor, procurador bandido, preso 3-Corinthians, campeão da Libertadores.....

 
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Stanley Burburinho

E desconfio que para o Escosteguy ficar de boca fechada o Instituto Millenium, do qual o Civita da Abril faz parte, logo após a publicação da tal matéria deu bolsa de estudos nos EUA e mais US$ 45 mil para o jornalista - Azenha (@VIOMUNDO) "Adivinha quem ganhou bolsa do Millenium?" - http://migre.me/46G3c

 
 
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Stanley Burburinho

Pior, a bolsa e a grana foram dadas dois meses antes da entrevista.

 
 
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foo

Se esse Diego Escosteguy quiser se redimir, precisa fazer uma denúncia-bomba contando tudo o que acontece dentro da VEJA.

Ele estava lá, testemunhou (e participou) de tudo.

Seria uma reportagem histórica.

 
 
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Ary Nunes

E acha que ele vai fazer isso tendo ido trabalhar em uma trincheira da família Marinho???

 

Só no dia que vampiro doar sangue,como dizia o grande Bezerra.

 
 
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Fabio (o outro)

Acho que não !

Se ele fizer isso , tem vaga garantida na RECORD.

Não foi o que aconteceu com Azenha e Rodrigo Vianna ?

 
 

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