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Comparato e a comunicação de massaEnviado por luisnassif, dom, 26/02/2012 - 08:42
Por Marco Antonio L. O Conversa Afiada reproduz e-mail do professor Fábio Konder Comparato: Pois bem, no próximo dia 25 de março completar-se-á 1 (um) ano da remessa dos autos da citada ação de inconstitucionalidade por omissão ao Procurador-Geral da República, para que ele dê o seu devido parecer, quando, pela lei que regula tais ações, a Procuradoria-Geral da República tem o prazo de 15 (quinze) dias para fazê-lo!
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Comentários + votados
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José Carlos Lima
26/02/2012 - 08:54
O Paulo Henrique Amorim está cada vez mais amordaçado, pois ele não pode escrever nem mesmo o nome de Boris Casoy e outras beldades do pig.
Ainda assim dizem que vivemos numa democracia e não...
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Jose de Almeida Bispo
26/02/2012 - 09:08
A política do "fazer o bolo crescer primeiro" do Regime de 64 foi desastrosa numa área tão vital para a soberania nacional que é essa das comunicações. Ao invés de aproveitar o momento para...
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Jose de Almeida Bispo
26/02/2012 - 09:10
Justiça da Casa Grande, meu caro! Justiça da Casa Grande. Cultura dos tempos do capitão do mato. Medievais.
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Maria Luisa
26/02/2012 - 09:18
"Em um autêntico Estado de Direito, escusa lembrar, é absoluta-mente inadmissível que alguém, sobretudo um agente público, possa sobrepor sua vontade ou seu interesse particular à ordem jurídica, ou...
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Luiz Vieira
26/02/2012 - 09:49
Mais uma do cara que odeia garis:
http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/boris-casoy-acusa-lula-pela-morte-de-ex-dona-da-daslu-2/
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Luiz Gonzaga da Silva
26/02/2012 - 09:49
"Com efeito, após 23 anos e meio de vigência da Constituição, normas da maior importância, como a proibição do monopólio e do oligopólio no setor, ou a regulamentação do conteúdo da produção e...
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odorico nilo
26/02/2012 - 10:26
É simples, decida-se. Foi aberto ao Procurador Geral da República a oportunidade de se manifestar. Não o fez, quedando-se inerte num longo prazo. Prossiga-se - assim - no andamento do feito.
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O Paulo Henrique Amorim está cada vez mais amordaçado, pois ele não pode escrever nem mesmo o nome de Boris Casoy e outras beldades do pig.
Ainda assim dizem que vivemos numa democracia e não param de criticar Cuba, pavão olha teus pés.
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
Justiça da Casa Grande, meu caro! Justiça da Casa Grande. Cultura dos tempos do capitão do mato. Medievais.
Mais uma do cara que odeia garis:
http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/boris-casoy-acusa-lula-pela-morte-de-ex-dona-da-daslu-2/
A política do "fazer o bolo crescer primeiro" do Regime de 64 foi desastrosa numa área tão vital para a soberania nacional que é essa das comunicações. Ao invés de aproveitar o momento para cortar a cabeça da serpente, alimentaram-na ainda mais. Trubinaram-na. A hora de acabar com o monopólio presente e futuro era ali. A Constituição de 88, num país historicamente feudal, onde muitos poucos, de fato divisa direito o público do privado é quase uma miragem neste ponto da regulamentação. Quem a quer são os conscientes e sonhadores. A maioria prefere se adaptar e se dar bem. Se a tal regulamentação do dispositivo constitucional vier será porque os "capi" de mídia estão quebrados e buscando uma forma de se livrar, com lucro, da massa falida. Serem indenizados.
Diante do cenário atual eu pessoalmente acho que mais importante é o Governo não se desgastar numa luta sem muita chance de vitória; e fortalecer os mecanismos de comunicação do povo - as instituições estatais como a TV Brasil - para a produção de conteúdo e distribuição. Deixar que os monopolios privados se desidratem por si só, que é o que ocorrerá se o maior financiado - o Governo - retirar sua propaganda de lá.
"Em um autêntico Estado de Direito, escusa lembrar, é absoluta-mente inadmissível que alguém, sobretudo um agente público, possa sobrepor sua vontade ou seu interesse particular à ordem jurídica, ou justificar-se do não cumprimento da lei por razões de ordem particular."
Mas em nosso atual "Estado de Direito" é isso o que presenciamos cotidianamente, professor Comparato.
"Com efeito, após 23 anos e meio de vigência da Constituição, normas da maior importância, como a proibição do monopólio e do oligopólio no setor, ou a regulamentação do conteúdo da produção e programação das emissoras de rádio e televisão com o respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família..."
Quais seriam os valores éticos e sociais da pessoa e da família?
Os do Silas Malafaia? Do Boninho? Do Garotinho? Do Jair Bolsonaro? Do Jeam Willy? Do Bispo Macedo? Das enfermeiras Amanda e Gisele? Da Regina Navarro Lins? Do Roberto Irineu? Do Luiz Gonzaga da Silva? Do...?
Pode-se notar que as visões do que é certo ou errado para as pessoas e famílias são bem diversificadas. Agora, na hora de puxar a brasa para sua sardinha quem vencerá? Será que numa eventual regulamentação essa diversidade será respeitada?
O principal ponto a ser explorado numa lei que regulamente os meios de comunicação é a proibição dos monopólios e oligopólios. Essa omissão na legislação é a mãe de todos os abusos e manipulações. A concentração da opinião na mão de poucos é um dos maiores perigos para a democracia.
O Brasil caminha para ser a quinta ou quarta economia do mundo, é inaceitável que esse país poderoso fique nas mãos de meia dúzia de tubarões midiáticos.
É simples, decida-se. Foi aberto ao Procurador Geral da República a oportunidade de se manifestar. Não o fez, quedando-se inerte num longo prazo. Prossiga-se - assim - no andamento do feito.
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