Como perder eleição sem cair no ridículo

Autor: 
Por JB Costa

Mais um texto de excepcional qualidade analítica do Marcos Coímbra, que tem se revelado um verdadeiro cronista do processo eleitoral.

Esse é uma tapa com luva de pelica na oposição tresloucada e, particularmente no José Serra, candidato que vai ser derrotado sem nenhuma honra.

Artigo publicado no Correio Braziliense

Perder uma eleição

De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

Nas eleições, chega uma hora em que todos os candidatos, menos um, tomam consciência que vão perder (ou que já perderam). Há casos em que a disputa permanece acirrada até a véspera e ninguém é obrigado a fazer essa difícil admissão. São mais numerosas, no entanto, as que logo se afunilam e se resolvem cedo.

Os políticos sempre entram nas eleições esperando ganhar, mesmo quando sabem que suas chances são mínimas. Existem os que participam apenas para defender posição ou divulgar as plataformas de seus partidos, mas são raros. Também há os exibicionistas, cuja única intenção é usufruir o prazer de se ver na televisão. Esses não contam.

Depois que as campanhas começam, a expectativa de vitória costuma tornar-se certeza. Por menores que sejam, os candidatos vão se convencendo que suas possibilidades são grandes. Talvez porque convivam principalmente com seguidores e áulicos, talvez porque confundam a boa educação dos cidadãos para com eles, fantasiando que uma simples cordialidade traduza apoio. Mas é certo que, a alturas tantas, todos achem que vão ganhar.

Ao contrário do que se poderia imaginar, as pesquisas eleitorais não mudam sua opinião. Não é por estar lá atrás e haver outros mais bem situados que eles pensam com mais cautela. Todos têm vários exemplos para citar, de políticos que começaram mal nas pesquisas e terminaram ganhando.

A constatação de que uma derrota é iminente é especialmente complicada para os candidatos maiores, dos grandes partidos. Ainda mais se estiveram na liderança das pesquisas.

Agora, por exemplo. O que deve fazer um candidato como José Serra? Como deve se comportar nos 20 dias finais desta eleição?

A imensa frente que todas as pesquisas dão a Dilma poderia ser desconsiderada. Afinal, pesquisa é pesquisa e não é eleição. Mas, será que ele não percebe de outras formas que sua chance de vencer é remota? Será que não vê isso no olhar até de seus seguidores mais fiéis?

Ninguém gosta de chegar à conclusão que um projeto acalentado há muito tempo não vai dar certo, antes que a inevitabilidade se imponha. Não faz parte do senso comum a expressão "a esperança é a última que morre"? Que, enquanto há vida, não se deve renunciar a ela?

O problema é que, quase sempre, esses momentos levam as pessoas a gestos extremos, nos quais não se reconheceriam em condições normais. O ateu vira crente, o racional vira místico, o sério pode ficar ridículo. O arrependimento por essas guinadas costuma ser grande.

Na política, encruzilhadas desse tipo são ainda mais perigosas. A caminho da derrota, o candidato se isola cada vez mais, começa a ouvir apenas os assessores que o aconselham a fazer de tudo, a tentar qualquer coisa. A usar de qualquer recurso e não admitir o insucesso.

Nessa hora, os candidatos deveriam parar de pensar no que ainda resta a fazer, no esforço inútil de reverter uma situação sem perspectiva, e olhar para frente. Perder e ganhar são parte da vida de quem opta por uma carreira política. Ganhar é sempre melhor, mas perder mal é muito pior que saber perder.

Tanto Serra, quanto as oposições, precisam pensar no que vão fazer nos últimos 20 dias destas eleições. Podem continuar no rumo em que estão, tentando tudo (e mais alguma coisa) para mudar o desfecho que todos antecipam. Podem continuar a fazer como fizeram desde o ano passado, quando embarcaram na canoa que os trouxe até aqui. 

Média: 5 (40 votos)
53 comentários
imagem de alext4e
alext4e

Serra, um abraço!

Abraços a todos

Alex

 
 
imagem de Raí
Raí

Remar contra a maré,num rio sinuoso e tentar a qualquer custo,vencer a correnteza,alem de ser um sonho,é burrice,e burrice é um adjetivo que não deveria fazer parte do dicionário de um político experiente como o Serra,entretanto ele foi enganado pelos assessores e marqueteiros de sua campanha,e não soube aceitar que o cabeça de chave de sua candidatura,deveria ter sido o Aécio,assim a derrota seria menos avassaladora,como promete ser a sua desesperada derrota.

 

Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.

 
imagem de Alexs
Alexs

Aguém duvida que no debate de hoje à noite Serra pode chorar ao comentar o sigilo de sua filha?

 
 
imagem de Gil Teixeira
Gil Teixeira

Nesse caso acho que Dilma deve levar uma edição da Carta Capital e exibir no ar, já que a mídia vendida está simplesmente ignorando tal matéria.

 

Respeitem Lula, o Estadista que Ergueu o Brasil - União e Olho Vivo

 
imagem de Ivan Moraes
Ivan Moraes

"Debate" sem uma unica pergunta concreta a Jose Serra sobre seus inumeros defeitos administrativos nao eh debate.  Eh farsa.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
imagem de Marco St.
Marco St.

Fique tranquilo que ele não vai tocar no assunto. Ele já deu a ordem para toda a mídia amiga, o assunto desapareceu do noticiário. Virou apenas um assunto policial. O assunto agora é a reporcagem-ficcional da Veja. Quem eu espero que toque nesse assunto (dos sigilos) é a Dilma, perguntando sobre as atividades estranhas da filha do careca lá em Miami.....  O povo quer saber...

 

"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X

 
imagem de Clair Gohlke
Clair Gohlke

Pior, Mulher de ZÉ atacando Dilma, Você 'violou' minha filhinha!! uma segurança feminina é bom! ( loucura! mas o que se vê do PIG...)

 
 
imagem de Clair Gohlke
Clair Gohlke

Pior, Mulher de ZÉ atacando Dilma, Você 'violou' minha filhinha!! uma segurança feminina é bom! ( loucura! mas o que se vê do PIG...)

 
 
imagem de odair de souza
odair de souza

Só que às vezes, “o suicídio é a fuga, pra quem se acha imortal”.

Sem trocadilho.

 
 
imagem de anarquista berdadeiro
anarquista berdadeiro

 

         Pra perder uma eleição sem cair no ridículo,o meu favorito é um ridículo por nascência.PhD em mentiras e falcatruas,que navega há mais de 50 anos na política.

         Distribuindo sorrisos,com classe e elegância,cumprimentou efuzivamente Tancredo.

             Campeão mundial.Honra seja feita.

               Que tipo!!!

 
 
imagem de Remindo Sauim
Remindo Sauim

É que o Serra amargou durante oito anos um antilulismo ferrenho. Cada segundo em que o nosso querido presidente aparecia na TV era uma facada no tucano. Era ele quem devia estar ali, era ele que por direito divino deveria ter salvo o Brasil. Oito anos de fantasias, de como seria quando chega-se lá, já alisava em abril a faixa presidencial. Mais uma vez o barbudinho lhe puxa o tapete, vai eleger seu sucessor.  Acabaram-se as esperanças, mas o ódio ficou e Serra terá ainda uns vinte dias para curtir este sentimento arrebatador. 

 
 
imagem de Aquiles Guimarães
Aquiles Guimarães

Difícil. Muito difícil entender os caminhos escolhidos pelos opositores a candidatura Dilma. Não sei o que dizer do comportamento da Marina Silva (oportunista, esquisofrênico?). O Serra, decepcionou a todos ( aos que tinham admiração por ele, aos que tinham respeito e mesmo àqueles que faziam uso da sua credibilidade). Tenho certa pena do Serra,pois destruiu, definitivamente,sua biografia respeitável ...  Quanto ao Plínio, parece um "maluco beleza", portanto continuo gostando dele!

 
 
imagem de Orlando Bernardes
Orlando Bernardes

O problema nisto tudo é que a mídia oligopólica dá força para esta baixaria da oposição. O Sr. Serra e todas as forças nefastas à nação e a democracia sabem que contam incondicionalmente com o poder da mídia. Estas forças oposicionistas viraram caso de polícia. O povo brasileiro não aguenta mais esta manipulação. Chega!!!!! Lei de mídia já!

 
 
imagem de Antonio da Boa Morte
Antonio da Boa Morte

Nassif,

Pego carona no artigo de  Marcos Coimbra porque aumentam em muito as minhas chances de ser lido. Prometo no entanto não sair do compasso nem do tom. Coimbra vai direto ao ponto quando traz a luz dos refletores o comportamento rebelde do candidato Serra, negando não só sua história (itens recomendáveis e outros nem tanto). Ele esquece por exemplo que o que começa mal nunca acaba bem. Ele não tem nenhum talento parecido com Maquiavel. Sempre foi truculento desde os tempos em que tinha alguma legitimidade para falar em nomes dos Estudantes do Brasil. Nunca deixou muito bem explicado como por exemplo sendo economista porque não ocupou a pasta da Fazenda ou do Planejamento? Coimbra está mais acostumado a analisar o comportamento do eleitorado, é a sua profissão, e porisso demonstra um certo espanto diante da insistência do presidente da República dos Carecas. Normal, eu diria, no entanto trágico.

Marcos Coimbra me inspirou a comentar aqui seu artigo sobre a desconstrução da Bala de Prata, postado ainda hoje. Genial, botando no chinelo muitos textos acadêmicos a respeito do comportamento da imprensa (especialmente em países com regime democrático tão frágil). Resta saber como esse seu trabalho pode ser assimilado imediatamente. Parece que a situação exige alguma substituição aos trinta minutos do segundo tempo para se evitar prorrogação, num jogo que está ganho. Hoje pela manhã tinha duas opções: ler as centenas de posts falando sobre isso e aquilo ou me deter na leitura do seu texto? Fiz as duas coisas e me dei bem. Questão, caro jornalista, quem é que tem tempo para exercer esse privilégio? Poucos com certeza. Mais correto imaginar que estamos diante de um diário de bordo da campanha de 2010. Isso não é pouco, mas ajuda. A decisão final está nas mãos da direção da Campanha PT, do Judiciário e quem sabe de uma bola marota como aquela de Marrocos. DEUS ME LIVRE.

 

 

Meu nome é Tonho

 
imagem de Samy Ventura
Samy Ventura

Diria que foi um soco na boca do estômago...com luvas de pelica.

 
 
imagem de Edmir
Edmir

Nassif,

Sugestão aos leitores, segue o link para uma ótima desconstrução da reportagem da Veja: http://napraticaateoriaeoutra.org/?p=6939.

Edmir

 
 
imagem de Américo
Américo

Concordo com quase tudo

menos com o título,

o "inacabado" já estava,

desde sempre no ridículo.

 
 
imagem de Sergio de Moraes Paulo
Sergio de Moraes Paulo

Luís,

 

a campanha de José Serra tem se mostrado como um dos mais longos funerais de uma carreira política da história brasileira. Nem o velório do Michael Jackson demorou tanto quanto esse da carreira de Serra. O mais triste é que poderia ser diferente. Se não um sucesso, ao menos mais digno.

 
 
imagem de Danilo
Danilo

O serra e a turminha do psdb, nunca tiveram escrupulos. Apelam sempre.

 
 
imagem de Geraldo Roberto Pereira de Carvalho
Geraldo Roberto Pereira de Carvalho

no boxe existe um tipo de golpe q mina o adversário, faz com q ele seja obrigado a baixar ou abrir a guarda. trata-se do golpe no fígado, nas laterais. o oponente pode ser nocauteado de pé, acordado. cassius clay fez um pouco isso na famosa luta contra george foreman no zaire, não fez só isso mas essa estratégia foi utilizada tb. esse texto tem esse efeito p serra , ele machuca, mina, 'derruba' em pé. coimbra é um pugilista elegante ( acreditem, isso existe).

 
 
imagem de Homero Pavan Filho
Homero Pavan Filho

Esse texto me lembrou de uma máxima que habita a cabeça de alguns políticos: "Na política só não vale perder", ou seja, às favas os escrúpulos.

 
 
imagem de Heber/DF
Heber/DF

 12/09/2010 - 11h45

Servidora acessou dados de 248 filiados a partidos políticos

 

DE BRASÍLIA

Investigada sob suspeita de quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB, a servidora Adeildda Ferreira dos Santos acessou, de agosto a dezembro de 2009, dados de 248 pessoas que aparecem na relação oficial do Tribunal Superior Eleitoral como filiadas a partidos.

Entre os que tiveram os dados acessados por ela está o ex-senador Fernando Bezerra (RN), que foi ministro da Integração de Fernando Henrique Cardoso e líder do governo Lula no Congresso.

Levantamento feito pela Folha na lista de 2.949 CPFs acessados por Adeildda na agência da Receita em Mauá no período mostra que ela consultou dados de filiados de vários partidos, a maioria do Estado de São Paulo.

Os principais alvos foram filiados ao PMDB (38), ao PSDB (29) e ao DEM (29). O PT aparece com 13 casos.

A checagem dos dados mostrou, entretanto, que a grande maioria dessas pessoas tem atividade política inexpressiva, sendo que também há possibilidade, em alguns casos, de se tratar de homônimos daqueles que aparecem nas listas do TSE.

EX-SENADOR

No caso de Fernando Bezerra, as informações vasculhadas são do Sistema Integrado de Cobrança da Receita. O CPF dele consta na lista de dados acessados em 21 de setembro de 2009 às 13h02 na agência da Receita em Mauá, a 2.915 quilômetros de onde o ex-senador vive.

Recém-filiado ao PMDB e afastado de cargos públicos há quatro anos, o ex-ministro confirmou ser seu o CPF e disse que não entende por que teriam acessado seus dados. Ele assegura que nunca solicitou nenhuma informação à Receita em São Paulo.

"Estou fora da política e não sei qual seria o interesse de vasculhar meus dados. Isso cheira a trabalho de quadrilha", afirma Bezerra, que é empresário em Natal (RN).

O ex-senador se diz amigo de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB que teve o sigilo fiscal violado no mesmo computador usado para acessar os dados dele.

Outras cinco pessoas ligadas ao PSDB tiveram os dados cadastrais acessados e a declaração de renda impressa de forma ilegal. Entre eles estão Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro de FHC, e Antonio Russo Neto, suplente da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).

Antonio Contini, prefeito de Sinop (MT) de 1993 a 1996 e filiado ao DEM, diz ter ficado surpreso ao saber, pela reportagem, do acesso a seus dados cadastrais em Mauá.

"Se eu souber que eles estão [acessando indevidamente os dados], lógico que eu pretendo entrar na Justiça. Com que interesse a Receita está fazendo isso? Eu não devo nada", disse.

Contini levanta uma hipótese para eventual "bisbilhotagem". "Meu nome esteve cogitado para candidato a vice na chapa para o governo do Estado, apoiando o candidato do PSDB", diz ele.

PETISTA NA LISTA

Filiada ao PT de Mauá, a auxiliar de enfermagem Raquel da Silva Marron disse que não pediu à Receita informações sobre seu Imposto de Renda. "Não pedi nada, nem estou sabendo disso."

Desempregada, Raquel disse não acreditar que seus dados tenham sido acessados por motivações políticas. "Eu não tenho contato com o partido." Apesar da filiação partidária, ela afirma que seus familiares apenas trabalham "pedindo votos e fazendo militância" para políticos do PT de Mauá sem nunca terem ocupado cargos eletivos.

Raquel disse que não conhece nenhum dos envolvidos no episódio das quebras de sigilo na Receita de Mauá e atribui todo o escândalo "ao partido adversário".

 

http://www1.folha.uol.com.br/poder/797546-servidora-acessou-dados-de-248-filiados-a-partidos-politicos.shtml

 
 
imagem de Manu Andrade
Manu Andrade

Até minha filha de 10 anos percebeu que foi só começarem rumores da conexão Formiga-Aécio com a quebra de sigilos de Veronica, e depois a Carta mostrar a reportagem da filha de Serra quebrando 30 milhões (é isto?) de sigilos para o PUM (pauta unica da midia) mudar.

Agora a pauta é Erenice e o lobby. Ai, ai ai.... será que aguentaremos mais 23 dias???

 
 
imagem de Heber/DF
Heber/DF

12/09/2010 -  07h58

São Paulo boicota vitrines federais na saúde

RICARDO WESTIN
DE SÃO PAULO

 

O governo de São Paulo ignora o Samu (ambulâncias de resgate) e as UPAs (prontos-socorros 24 horas), as principais "vitrines" do governo Lula na saúde.

Ao contrário do que ocorre na maior parte do país, as cidades paulistas não recebem dinheiro estadual para colocar e manter os dois programas em funcionamento. São financiados só com verbas federais e municipais.

A ampliação das UPAs e do Samu está nas promessas de Dilma Rousseff, a candidata do PT à Presidência.

São Paulo foi governado até março por José Serra, o postulante do PSDB.

O governo paulista nega motivação política e justifica que sua prioridade são os AMEs.

A Folha consultou todos os 27 governos e constatou que apenas três não investem no Samu: São Paulo, Rondônia e Amazonas.

E que são quatro os que não aplicam nas UPAs: São Paulo, Rondônia, Espírito Santo e Santa Catarina.

Às vésperas da eleição, o presidente Lula tem ajudado a campanha de Dilma inaugurando UPAs pelo país afora. A última foi anteontem, em São Bernardo do Campo. No discurso, ele atacou Serra por não ter apoiado o Samu quando era governador.

INDEPENDÊNCIA

Os Estados, porém, não são obrigados a financiar os programas do ministério. Pelas regras do SUS, cada ente federado (União, Estados e municípios) é independente.

A maioria dos Estados tem sido solidária. Nesses locais, o Samu e as UPAs funcionam com 50% dos custos cobertos pelo ministério, 25% pelo Estado e 25% pela prefeitura.

Em São Paulo, a conta dos municípios é mais pesada. Arcam com 50%. "Isso prejudica a expansão dos programas", diz Maria do Carmo Carpintéro, presidente do Cosems-SP (entidade dos secretários municipais de Saúde).

São Paulo tem 32 centrais municipais ou regionais do Samu --50% da população está coberta. Estados como Rio Grande do Sul e Goiás já são 100% atendidos.

No caso das UPAs, há cinco em funcionamento em cidades paulistas. Outras 106 estão em construção ou têm projeto aprovado.

A execução de ambos os programas depende do interesse do município.

CONTRAPARTIDA

"Os Estados precisam se corresponsabilizar pelo financiamento. E o ministério também precisa ter um papel maior", afirma o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Jr.

Isso, diz ele, é necessário porque as prefeituras gastam cada vez mais com saúde, mas suas arrecadações não crescem na mesma medida.

Questionado pela Folha, o ministério afirmou, por nota, que defende que "todos os Estados participem".

O sanitarista Nelson Rodrigues dos Santos, diretor do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde, critica a influência dos partidos na saúde.

"Há uma possibilidade muito grande [de ser decisão política] porque São Paulo é governado pela oposição. Isso ocorre em todo o país e nos dois lados [oposição e situação]. Mostra o atraso da nossa política."

OUTRO LADO

O governo de São Paulo nega ser política a decisão de não destinar verbas ao Samu e às UPAs. Afirma, por nota, que na capital há mais de uma centena de AMAs (prontos-atendimentos da prefeitura), que "desempenham o mesmo papel das UPAs".

E diz que no interior e no litoral há uma rede de postos de saúde "bem estruturada": "O Estado tem três vezes mais unidades básicas de saúde que o recomendado".

Explica que sua prioridade são os AMEs (ambulatórios com médicos especialistas) --até o fim do ano, haverá 40.

"Em 2010, os AMEs deverão realizar cerca de 3 milhões de consultas médicas, 9 milhões de exames e 73,3 mil cirurgias", enumera.

No entanto, os AMEs e os postos de saúde não têm a mesma função das UPAs --prontos-socorros que recebem emergências, como atropelados e infartados.

Diz que não financia o Samu porque já atende nos 80 hospitais estaduais, "com recursos próprios", aos pacientes de emergência.

E afirma que mantém na capital o Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências, junto com os bombeiros, e no Vale do Ribeira uma central do Samu --apesar do nome, não é o mesmo Samu federal.

http://www1.folha.uol.com.br/poder/797384-sao-paulo-boicota-vitrines-federais-na-saude.shtml

 

 

// http://www1.folha.uol.com.br/poder/797384-sao-paulo-boicota-vitrines-federais-na-saude.shtml
folha.toolbar.url.twitter = 'http://twitter.com/home?status=S%C3%A3o%20Paulo%20boicota%20vitrines%20federais%20na%20sa%C3%BAde%20http://www.folha.com.br/po797384%20%23folha_com' ;
folha.toolbar.url.orkut = 'http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=S%C3%A3o%20Paulo%20boicota%20vitrines%20federais%20na%20sa%C3%BAde&du=http://www.folha.com.br/po797384' ;
folha.toolbar.url.facebook = 'http://www.facebook.com/share.php?u=http://www1.folha.uol.com.br/poder/797384-sao-paulo-boicota-vitrines-federais-na-saude.shtml' ;
folha.toolbar.url.delicious = 'http://del.icio.us/login/?url=http://www.folha.com.br/po797384&title=S%C3%A3o%20Paulo%20boicota%20vitrines%20federais%20na%20sa%C3%BAde' ;
folha.toolbar.url.myspace = 'http://www.myspace.com/index.cfm?fuseaction=postto&t=S%C3%A3o%20Paulo%20boicota%20vitrines%20federais%20na%20sa%C3%BAde&u=http://www.folha.com.br/po797384' ;
folha.toolbar.url.windowslive = 'https://favorites.live.com/quickadd.aspx?marklet=1&mkt=pt-br&url=http://www.folha.com.br/po797384&title=S%C3%A3o%20Paulo%20boicota%20vitrines%20federais%20na%20sa%C3%BAde' ;
folha.toolbar.url.digg = 'http://digg.com/submit?phase=2&url=http://www.folha.com.br/po797384' ;
folha.toolbar.url.google = 'http://www.google.com/bookmarks/mark?op=add&hl=pt&title=S%C3%A3o%20Paulo%20boicota%20vitrines%20federais%20na%20sa%C3%BAde&bkmk=http://www.folha.com.br/po797384&labels=folha_com' ;
folha.toolbar.url.buzz = 'http://www.google.com/buzz/post?message=S%C3%A3o%20Paulo%20boicota%20vitrines%20federais%20na%20sa%C3%BAde&url=http://www.folha.com.br/po797384' ;
// ]]>

 
 
imagem de Vivian S.
Vivian S.

Dignidade, lucidez e honestidade não são atributos que todos possuem. Serra, pelo que demonstrou nesses ultimos tempos, não possui nenhum dos três, por tudo isso, se perder, estara fora da politica no plano nacional. 

 
 
imagem de Nilva de Souza
Nilva de Souza

 

Para isto precisaria ter senso do ridículo, coisa que o Serra nunca teve.

Ele é tão doente quanto o Otavinho.

Vocês se lembram da notícia do suicídio do analista do Netaniahu?

Na carta que ele deixou, contou sobre os delírios de grandeza do paciente.

Acho que este também será o fim do terapeuta do Serra.

 
 
imagem de Luiz M. Carvalho
Luiz M. Carvalho

Parece q ficou faltando a parte final do artigo, pois esta realmente meio sem sentido o final:

 

Ou podem aproveitá-los para começar um longo, mas necessário, processo de reconstrução da oposição no Brasil. Não vai ser fácil corrigir os equívocos cometidos nos últimos anos e esta é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada. O país estará atento ao final destas eleições e as oposições terão um momento privilegiado para dizer o que pretendem ser nos próximos anos.

Mostrar-se rancorosas, amargas, ressentidas, é tudo que não precisam.

 
 
imagem de Pedro Leonardo
Pedro Leonardo

Nassif

A reportagem do Clarín foi ao Recife para tentar entender o "fenômeno" Lula.  “Hay trabajo, hay subsidios para estudiar, hay crédito…Lula lo hizo bien. Lo hizo por nosotros”, ouviu o repórter.

http://www.clarin.com/zona/Chau-Lula-felicidad-fin_0_334166833.html

 

Chau Lula: La felicidad no tiene fin

12/09/10 - 01:39

A tres semanas de las elecciones en Brasil, Clarín recorrió el emblemático estado de Pernambuco, que salió de la miseria en la presidencia de Lula, autor de una transformación social sin precedentes.

 

PorGustavo Sierra
RECIFE. BRASIL. ENVIADO ESPECIAL

Por quién va a votar?

-Por Lula.

-Pero si Lula no es candidato.

-No importa. Yo voto por Lula.

El diálogo absurdo se repite decenas de veces. La gente más pobre del nordeste de Brasil no repara en formalidades. Cree en un solo político. Uno como ellos que gobernó en los últimos ocho años y que logró que 90 millones de personas tuvieran algún tipo de ascenso social.

-Y si Lula no aparece en la boleta, ¿por quién va a votar?

-Por Dilma, que es Lula.

Dilma Rousseff, la candidata del Partido de los Trabajadores (PT) del presidente Lula da Silva, que lidera las encuestas para las presidenciales del 3 de octubre con un 50% de intención de votos y supera a su rival más próximo el socialdemócrata José Serra por más de 22 puntos, pasa a representar al líder por el que toda esta gente esparcida por la mítica tierra de Pernambuco hoy le pide que se quede, o por lo menos, que se convierta en el garante de que nada va a cambiar. Lula está dejando su gobierno con un 77% de aprobación a nivel nacional y un inédito 96% en esta región del nordeste.

Y es que nunca antes en la historia de este país se había producido una transformación social y económica como la que se vivió en los últimos 15 años, con la estabilidad que trajo Fernando Henrique Cardoso y, por sobre todo, la redistribución realizada en los ocho años de Lula. El PBI brasileño va a crecer este año, al menos, un 7%, una de las mayores expansiones detrás de China. De acuerdo al FMI, en la última década Brasil tuvo un aumento de un 163% en su renta per cápita. En el 2011 se prevé que traspasará la maravillosa barrera de tener cada brasileño un promedio de 10.000 dólares al año. Un ejemplo concreto de que este crecimiento está llegando a los más pobres puede ser el de la cifra de planchas y licuadoras vendidas sólo en el primer semestre de este año: 10,3 millones. O que en este 2010 hay 22 millones de familias reformando o construyendo sus casas. O que el uso de tarjetas de crédito aumentó un 20% en el año, el crecimiento más grande registrado en el planeta.

Y todo esto, por supuesto se traduce en la felicidad y el bienestar de muchos. En la calle Alfonso Pena del tradicional barrio de Boa Vista, en el centro de Recife, me encuentro con un grupo de vecinos jugando al dominó frente a un conventillo medio derruido. Los cuatro jugadores Valmi, Fernando, Beté e Isa, que van de los 20 a los 50 años, coinciden en que están mejor que hace cinco años. “Lula es legal”, dice Valmi y todos dicen “si, si” ríen y levantan el pulgar tratando de que las piezas no se les caigan de las manos. “Hay trabajo, hay subsidios para estudiar, hay crédito…Lula lo hizo bien. Lo hizo por nosotros”, remata Fernando que viene de un pueblo del sertao pernambucano cercano a donde nació el presidente.

La revista Istoé hablaba hace algunas semanas de “la generación del bienestar” y decía que existe un consenso entre los economistas de que hay una relación muy estrecha entre el aumento de la renta de las personas y la sensación de felicidad, particularmente en los países en desarrollo. En un país rico tener un poco más o menos de dinero no hace grandes diferencias. En cambio, para los que no tienen nada, como era la situación de casi 100 millones de brasileños hasta la década pasada, un subsidio de unos pocos reales significa un cambio profundo. Y la clave de esto está en la llamada “Bolsa Familia” un subsidio que da el gobierno a todas las madres pobres proporcionalmente a la cantidad de hijos y los estudios que éstos realicen. “Este programa es una transferencia directa de recursos que beneficia a 42 millones de personas. Nunca antes había sucedido algo así. Es la mayor redistribución de ingresos jamás emprendida aquí”, explica Ermani Carvallo, coordinador del programa de posgraduados de Ciencias Políticas de la Universidad Federal de Pernambuco.

Susana Helia es una chica de 25 años, con tres hijos pequeños y otro por nacer en unos pocos días. Se mueve entre la gente del mercado popular de Santo Antonio. “Hoy cobré el Bolsa Familia. Recibo 185 reales (115 dólares) por los meninos. Vine a ver si puedo comprar un poco de carne barata. En la favela donde vivo todo es muy caro”, dice Susana, mientras sus hijas juegan con el agua podrida de la calle. No le alcanzará para todo el mes, pero esos 185 reales son sólo de ella y los niños. Su marido, alcohólico, no los puede cobrar. Una vez que tenga al nuevo bebé se va a anotar en una escuela de peluquería gratuita para intentar cambiar de vida: “Hay mucho trabajo en peluquería”. Dice no saber nada de política pero que va a “votar por Lula”. “Gracias a él mis hijos pueden comer”, dice con los ojos brillosos, junto a un árbol.

Y no son sólo los más pobres. Los empresarios apoyan en un porcentaje muy alto al gobierno del socialista PT. Tomo una caipirinha con el constructor Manoel Nunes en el bar Central del barrio de Santo Amaro. Él cuenta que está levantando 1.500 casas en tres pueblos alrededor de Recife y que nunca antes hizo tan buenos negocios. “Cuando Lula llegó al gobierno, la verdad es que teníamos miedo. Pensé que era un loco izquierdista. Pero poco tiempo después me di cuenta que era un gran líder y muy centrado. Comenzó a dar crédito y muchos trabajadores salieron a buscar casas. El negocio creció a una velocidad increíble. Hoy tengo 1.000 personas trabajando directa o indirectamente conmigo”, dice. Se refiere al financiamiento inmobiliario que en los primeros seis meses de este año sumaron 3.400 millones de reales, unos 2.000 millones de dólares.

Nunes también habla del desarrollo en el interior. Voy a comprobarlo. Hago 250 kilómetros por la ruta 232 hasta Arcoverde y doblo en la 424 para pasar por Caetés, el pueblo donde nació Lula, y luego retornar por Garanhuns hacia Recife. Hasta hace 20 años esto era un desierto. Millones de personas escapaban de la pobreza y se iban a San Pablo, la gran ciudad industrial del país. Hoy, esta geografía se modificó. Un acueducto que traspasa la zona hizo posible que se desarrollara la agricultura. Y a su alrededor florece una agroindustria de nivel internacional gracias a los incentivos que dio el gobierno para zonas desprotegidas. A esta región, que era históricamente la más desprotegida, se le transfirió más riqueza que a cualquier otro punto del país. El sertao pernambucano está desconocido. Y no es sólo agricultura. El puerto de Suape ya tiene 70 grandes compañías internacionales trabajando allí; construye más de 20 barcos y levanta una refinería impresionante junto a capitales venezolanos.

De regreso a Recife me topo con otro buen ejemplo de progreso. Josue de Oliveira, 48, sale de la casa de materiales de construcción Achaqui, en la calle Duque de Caxias. Lleva varias latas de pintura, bolsas de yeso y diluyentes. También cuatro chapas de zinc. Parte de la pintura es para un vecino al que le está haciendo un trabajo de reparación. El resto, es para levantarse una mediagua en el barrio de Baixada, donde vive con su mujer y seis hijos. “Siempre construí para otros. Ahora voy a hacer una pieza bien legal (muy buena) para mis hijas más grandes”, comenta Josue mientras sube las latas en la camioneta destartalada de un amigo. Camino a su barrio tendrá que pasar el puente sobre el río Capibaribe donde podrá ver una enorme favela levantada sobre pilotes que son arrasados con cada crecida. Allí la pobreza tradicional brasileña que afecta al 40% de la población sigue intacta. Hasta ese lugar todavía no llegó el crédito ni la posibilidad de construir nada. “No hay trabajo para gente como yo. Ahora hay que ser un operario especializado para que te tomen en una constructora. Y el Bolsa Familia no da para que comamos los diez que somos nosotros. Nos obligan a salir a robar”, dice Luiz, un garoto de 21 años y un rostro curtido por la vida en la entrada de la Ilha do Leite.

Las voces críticas también se hacen escuchar dentro de la campaña electoral. El martes pasado, en los festejos del Día de la Independencia marcharon por la avenida Boa Vista las organizaciones de izquierda extraparlamentaria que piensan que el gobierno dejó a mucha gente fuera del progreso. Una enorme columna, llena de color y música, con una gran bandera en la que se leía “El grito de los excluidos”, avanzaba lentamente. Muchos exhibían carteles a favor de la candidatura de Dilma. ¿No es esta una gran contradicción?, pregunté a Roberta da Silva, una mulata que bailaba entusiasmada. “No, nosotros somos el apoyo crítico del PT. Pensamos que hay que profundizar las políticas sociales y hay que empezar a perjudicar un poco más al capitalismo. Votamos por Dilma para que lo haga”, dice antes de seguir sambando.

El profesor Marcos Costa Lima, del Centro de Filosofía y Ciencias Humanas de la Universidad de Pernambuco, explica así lo que sucede. “La verdad es que Lula arrasa con toda la política. Hay muy pocos que se atreven a enfrentarlo. La gran mayoría de los coroneles (caudillos) locales presentan candidatos propios a nivel estatal pero apoyan a Dilma a nivel nacional”, sostiene. “Por eso es bueno que exista una oposición que presione. Acá aún queda pendiente una gran reforma política que modernice el sistema. Y también una reforma de la tenencia de la tierra. Si Dilma no emprende esto que le quedó pendiente a Lula, le va a ser difícil avanzar”, afirma Costa Lima. “Nos falta mucho por hacer -explica Jorge Pérez, el veterano líder del PT de Pernambuco y ex diputado, cuando charlamos en su oficina comiendo abacaxi (ananá) dulce- pero lo que hicimos fue monumental. Tenemos orgullo como generación por lo que estamos haciendo en términos históricos”.

A pocos metros de donde marchan los “excluidos” se desarrolla el desfile oficial que comienza con el paso de decenas de fantásticas bandas de las escuelas secundarias de Recife y termina con una parada militar. Unas 20.000 personas están en las tribunas. Agitan banderas verde-amarelas y se mueven con enorme gracia ante los diferentes ritmos. Me subo a una de las gradas y hago una pequeña encuesta. Todos dicen estar mucho mejor que hace ocho años. La mayoría cuenta que en los últimos meses compró a crédito lo que siempre había soñado con tener. Esto explica que entre enero y julio se hayan vendido 1,9 millones de autos fabricados enteramente en el país. En el mismo período se vendieron 6,4 millones de televisiones. A fin de año se habrán vendido 14 millones de computadoras, lo que convierte a Brasil en el tercer mercado mundial detrás de Estados Unidos y China. Y para la Navidad, las asociaciones nacionales de comerciantes prevén vender por 9.800 millones de reales (5.700 millones de dólares).

Pasa la banda de la escuela Pessoa tocando A Felicidade, el tradicional samba de Antonio Carlos Jobim y Vinicius de Moraes. “Tristeza nao tem fim, felicidade sim”, tararea la familia Oliveira que tengo a mi lado. Pero acá bajo este sol de primavera, con la brisa que llega de la bahía, los chicos desfilando con enormes sonrisas, la gente tranquila y divertida, pareciera que lo único que no tiene fin es esta felicidad que está disfrutando hoy la mayoría de los brasileños.

 

 
 
imagem de Roberto Locatelli
Roberto Locatelli

O que Serra deveria fazer para perder bem:

Dizer que foi, sim, Ministro de FHC e que é a favor de privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa, o Banco Central e a Praça dos 3 Poderes.

Dizer que ele é contra a política do Presidente Lula, que Bolsa-Família é esmola, que o neoliberalismo é o melhor para a humanidade.

Acho que assim pelo menos ele perde como político que diz o que pensa, ao invés de esconder suas próprias opiniões

 
 
imagem de Daniel27
Daniel27

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:"Tabela normal";
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-parent:"";
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:10.0pt;
font-family:"Times New Roman";
mso-ansi-language:#0400;
mso-fareast-language:#0400;
mso-bidi-language:#0400;}

Vi que comparam o Serra com cobra, presumo por não ter espinha, rastejar e inocular veneno. Dada a situação e o ambiente em que o elemento se movimenta, além do fato que o veneno dele vai ser inócuo, diria que está mais para lombriga.......

 

Ademais, esta batalha que a mídia atucanada e antiética está querendo travar com o bom senso, vai ser a Dunkerque dela, ou a batalha de Berlim, se formos olhar pelo lado soviético.

R.I.P.

(só espero que tenham uma agonia bem sofrida, igual muitos tiveram nos porões da "ditabranda".....)

 

 

 

 
 

Postar novo Comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido ao público.
CAPTCHA
Esta questão é para testar se você é um visitante humano e impedir submissões automatizadas por spam.
CAPTCHA de imagem
Digite os caracteres exibidos na imagem acima.

Faça seu login e aproveite as funções multímidia!