Como o jogador estrangeiro enquadrou o humor do jornalista

Por sportsbuz

Do Blog do Paulinho

Barcos coloca jornalismo “João Sorrisão” em seu devido lugar

A reação espontânea do jogador Barcos, perante uma atuação circense de um jornalista da Rede Globo, deve servir de exemplo para muitos colegas de profissão.

Há de se escolher – e a Globo já o fez – entre praticar jornalismo ou entretenimento.

E, no lugar de entrevista coletiva, em que os atletas evidentemente não estão respondendo questões por livre e espontânea vontade, o profissional de imprensa deve se portar com o tal.

Lugar para ser “engraçadinho” é o que não falta, e programas voltados para isso, também.

Muitos atletas, por vezes, caem nessas pegadinhas sem graça, e fingem gostar, temerosos de serem vítimas de perseguições posteriormente.

Com tantos assuntos a serem tratados e questões a serem esclarecidas, e o jornalista “João Sorrisão”se dá ao direito de “brincar” com quem nem ao menos foi apresentado, demonstrando o nível pobre da cobertura esportiva nacional.

Sem conteúdo, e pouco se importando em esclarecer a verdade, preocupada apenas em criar factóides que possam, eventualmente, transformar o mundo esportivo e, por vezes, o submundo, no “global” Pais das Maravilhas.

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80 comentários
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ed.

Entre o jornalismo sério e o desrespeitoso dos penicos (oops, pânicos) e cqc's, o cara da globo conseguiu não ser galinha nem pavão, hehe.

 
 
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Andre Araujo

SEIS - 6 - SEIS - posts de MARCO ANTONIO L. em sequencia, no mesmo dia, depois o Rai me chama de troll porque inseri tres comentarios em sequencia.

 
 
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Paulo F.

Quer um lenço Andy?

 
 
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sportsbuz

Paulo,

a 1a. resposta q me veio à cabeça, qdo li esse comentário do Andre, foi...

... MIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMIMI...

.

qto ao fato de ninguém reclamar do Marco Antonio L. foi, provavelmente, devido ao fato do Marco não ser preposto da USAID, nem escrever pautado pela contra-informação da CIA-Mossad...

simples, não?

p.s.: United States Agency for International Development = Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional

... desenvolvimento? DESENVOLVIMENTO??? kkkkkkkkkkkKKKKKKKKKKKKK.....

ai, ai, ai... até chorei de tanto rir... desenvolvimento(?) de QUEM, cara-pálida????

kkkkkkkkkkkkkkKKKKKKKKKKK..... (doendo até a barriga...)

 
 
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Edmundo Adôrno

Muito bom!

Deve servir de exemplo para outros jornalistas e para os jogadores brasileiros, normalmente, uns-marias-vão-com-as-outras. O pior disso tudo é o fato de sabermos que os jogadores brasileiros com maior nível de escolaridade tambén não se impõem.

Como ja foi comentado, temem ficar "mal" com as emissoras, comprometendo, uma possível oportunidade de trabalho e alí desempenhar o papel de mico amestrado, mas com salário.

É isso.

 
 
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Kid Prado

Lembrei-me de uma estória que contam do Gentil Cardoso (um treinador dos anos 50/60). Um jogador foi fazer teste no Botafogo e Gentil perguntou-lhe em que posição ele jogava. O moço entusiasmando respondeu:


- Seu Gentil (naquele tempo ainda não era "professor"), eu brinco nas onze.


Resposta do treinador:


- Então vai brincar na sua casa, porque aqui é lugar de trabalho!.


 

 

Kid Prado

 
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Heitor

O pior é que os jogares estão cheio de razão de não se exporem. Veja o Dunga peitou a Globo, ninguém deu apoio e ele virou o anti-héroi o destruidor da seleção. O kaká defedeu o ponto de vista dele (certo ou não) quanto a religião e virou um amarelão. 


Só que até jogador tem limite. Aquela redicula comemoração do joão sorrisão a Globo acabou na calada da noite.  Porque? Provavelmente os jogadores pediram, longe dos microfones, mas pediram.

 
 
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Jose de Almeida Bispo

Hehehehehehehe. Há coisa mais patética do que certas idéias... patéticas, como o "mané gostoso" que os... da Globo reinventaram como "João sorrisão"? Aliás, porque não usaram um "John"...?

 
 
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José Antônio Araújo

Ótimo!!!

 

José Antônio

 
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Kid Prado

José Antônio


O André (ele gosta de ser chamado de Andy) que reclamou, é seu parente?

 

Kid Prado

 
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Antonio Esteves

Excelente !!!!!


Só que me envergonha muito , a falta de caráter e personalidade dos boleiros brasileiros . Um bando de bunda-moles , que se submetem à toda a sorte de cretinices da imprensa "especializada e dos "empresários" .


Parabéns ao gringo !


Vergonha na cara para os brasileiros !

 

Antonio José Esteves Amorim

 
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aliancaliberal

Puxa eu que pensava que futebol fosse "entretenimento" e não uma coisa "séria", ficar correndo atrás de uma bola não parece ser uma coisa "séria".

No caso só tem relevância pq foi contra um reporter da "grobo".

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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Leider Lincoln

Ólha só, você pensa [ou pelo menos diz que]! Mas pensa errado, por que futebol é esporte, que pode ser utilizado como negócio e como entretrenimento. Correr atrás de comentários para defender a Globo das hostes "esquerdistas" também não me parece uma coisa séria. Te parece? Você se acha sério, Richard?

 

Leider Lincoln

 
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aliancaliberal

Futebol faz parte ds estratégia do pão e circo(alienação) ,quem não vê isso não pode ser levado a sério.

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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alessandroduarte

Não necessariamente: http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia_Corintiana

 

Se hoje é "alienante" é porque os principais agentes o são (cambada de comprados), infelizmente....

 

Alessandro B. Duarte (Usa GNU/Linux) www.alessandroduarte.com.br

 
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alessandroduarte
 

Alessandro B. Duarte (Usa GNU/Linux) www.alessandroduarte.com.br

 
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Heitor

Seguindo o teu pensamento tudo faz parte do pão e circo. Tudo inclusive nos dois.

 
 
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Mario Siqueira

Muito inteligente a sua definição "ficar correndo atrás de uma bola" para o futebol. Nessa linha, pintura deve ser "sujar de tinta um pedaço de pano".

Por favor, defina outros esportes, afinal hoje é Carnaval !

 
 
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Djijo

Cara, dessa vez concordo contigo. Se for para fazer umas peladas para suar e fazer aeróbica, futebol é um bom esporte. Senão, da maneira como ela é exposta pela mídia, é chow como qualquer circo. É só reparar no linguajar dos locutores, parece uma arena de gladiadores.

 
 
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Zazo

Houve um tempo em que futebol era menos serio... e melhor. Mas os jornalistas eram mais engracados tambem.

 
 
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Kleber.S

Sem dúvida é muito mais sério que o antro de racistas-palhaços do Instituto Mises, onde se discutem temas como "qaulidade populacional" e macroeconomia é considerada coisa de homossexual.

 
 
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marcosomag

Que eu saiba, Barcos joga futebol PROFISSIONAL no Palmeiras. A entrevista foi em um pós-jogo profissional, e obrigatória por um contrato profissional da FPF com os patrocinadores do campeonato. O repórter da Globo foi um palhaço nada profissional, e a Globo não faz jornalismo profissional, e sim, panfletagem nada profissional. O jogador argentino mostrou que lá, a mídia não manda no país (botaram os Civitas para correr de lá) e a educação forma cidadãos críticos. Embora, as coisas aquí estejam mudando um pouco. Vide o bom exemplo dos trabalhadores da segurança do RJ, que botaram para correr uma equipe de reporCagem da Rede Bobo.

 
 
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Iggy

É que na Argentina existe a "Ley de Medios".

PS: a palavra humor deveria estar entre aspas, no título.

 
 
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João Bosco Rocha

Esse jornalista foi quem fez com que Dunga, então técnico da seleção, resmungasse alguns palavrões numa coletiva. Dunga deveria ter botado a boca no trombone e soltado o verbo como fez o Barcos. 

 
 
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Adjutor Alvim

A quetão do Dunga foi com o Alex Escobar, não foi com esse jornalista não.

 
 
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motoboy

nada contra as brincadeiras em coberturas jornalísticas de esportes, eventos competitivos e sérios mas acima de tudo alegres. e uma bricadeira de máu gôsto pode muito fácilmente ser contornada com outra brincadeira de máu gosto à altura sem aspereza. ruim demais é o jornalismo brincalhão praticado em outras situações onde não cabe provávelmente sob encomenda e cheirando a pago.

 
 
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druida

O melhor é a resposta à frase "foi o xxx que mandou te entregar":

"Y vos sos el boludo que lo entrega".

Definitivo.

 
 
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Adjutor Alvim

Concordo inteiramente com vc que a resposta foi do Barcos.

Tão definitiva, na minha opinião, encerraria o assunto.

Mas acaba servindo de mote para os que querem falar da Globo por qualquer motivo.

O jornalismo esportivo das organizações Globo tem sua visão de como encarar o esporte, de uma maneira mais leve e divertida.

Isso não tem nada demais, acho que a brincadeira do João Sorriso muito divertida. Crianças adoram. Quem fica bravo são os concorrentes que não tem poder de fogo para mobilizar os jogadores brincadeiras próprias.

E jornalistas de inúmeros meios de comunicação fazem brincadeiras com jogadores em entrevistas coletivas.

Neste caso, o que pegou foi o fato de ser um jogador estrangeiro pouco acostumado a esta nossa característica cultural. Se fosse um brasileiro, provavelmente teria soltado um: "Que é isso, esse cara é feio pra c...". Como estrangeiro recém-chegado, ele foi educado ao não desrepeitar o cidadão (que ele nem conhecia) que estava sendo mostrado pra ele na foto.

Muitos dos que estão criticando a Globo, não falam nada do programa de jornalismo "sério" da ESPN que gasta metade do seu tempo com gozações entre os próprios membros da mesa. Eu, particularmente, me sinto lesado pq elas deixam de falar sobre futebol e se dispersam com muita facilidade.

Se querem criticar o jornalismo esportivo da Globo há duas outras razões muito mais profundas onde as críticas seriam muito mais procedentes:

1 - na recusa dos canais em reproduzirem corretamente o nome das equipes quando estas estão associadas a parceiros comerciais. É ridículo chamar de RBR e STR as equipes de fórmula 1, mundialmente conhecidas como Red Bull e Toro Rosso. Assim como é um desserviço ao esporte deixar de chamar os times brasileiros de volei e basquete pelos seus nomes "comerciais" e usarem o nome da cidade por onde o time joga.

2 - a total omissão da Globo em falar das questões políticas e econômicas envolvidas em torno do futebol e sua cartolagem. Só que isso foge do jornalismos esportivo e entra no jornalismo político e policial.

A Globo merece críticas sim, mas não pela "jovialidade" de jornalismo esportivo. Contra isso, caso não se goste, a melhor crítica é trocar de canal.

 

 

 
 
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Sanzio

Desculpe-me meu caro, mas você parece querer pautar o que merece e o que não merece ser criticado na Globo. Também acho ridículo omitir o nome das equipes de F1 ou de volêi por não serem anunciantes da emissora, mas isso não produz nenhum constrangimento a outrem, como no caso da "entrevista" humorística.

A mim incomoda que tratem pessoas, até mesmo dramas pessoais, dessa forma jocosa, desrespeitosa. Isso é uma constante em alguns "jornalistas", como a Mônica Waldvogel, Miriam Leitão, Lúcia Hipólito, sem falar dos asquerosos Jabor e Mainardi.

 
 
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Adjutor Alvim

Eu não quero pautar ninguém, só estou dando minha opinião.

Talvez ao escrever "Se querem criticar o jornalismo esportivo da Globo há duas outras razões..." tenha causado essa impressão, vou procurar evitar esse tipo de figura de linguagem para não causar constrangimentos aos mais suscetíveis.

Mas continuo achando que, NA MINHA OPINÃO, este tipo de brincadeira é comum em entrevistas com jogadores de futebol brasileiro sem que cause muitos constrangimentos.

E até concordo que a brincadeira incomodou o jogador e poderia ter sido evitada. Mas como o próprio comentário que antecedeu  o meu ressaltou bem, a resposta do jogador foi definitiva e, no final do episódio, quem ficou merecidamente constrangido foi o repórter.

 

 
 

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