Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
|
|
|
Brasilianas.Org |
|
Clipping do diaEnviado por luisnassif, sab, 04/09/2010 - 02:21
74 comentários
Roberto São Paulo-SP 2012
.........Apesar de Dilma ter estacionado, a pesquisa voltou a registrar aumento na expectativa de vitória da petista. Para 69% dos eleitores, ela será a futura presidente - eram 66% há uma semana........ Dilma para de avançar e Serra deixa de cair, indica pesquisa Ibope A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, parou de avançar na corrida eleitoral e se mantém com 51% das intenções de voto, segundo a pesquisa Ibope/Estado/TV Globo. Da mesma forma, José Serra (PSDB) parou de cair, suspendendo uma tendência iniciada no início de agosto. O tucano aparece com 27% das preferências, mesmo índice verificado na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no último sábado. Marina Silva (PV) oscilou de 7% para 8%. Com esses números, Dilma teria 59% dos votos válidos (excluídos os brancos, nulos e indecisos) e venceria no primeiro turno. Na eventualidade de ocorrer um segundo turno, ela manteria o favoritismo e teria 22 pontos de vantagem sobre Serra (55% a 33%), segundo o Ibope. O resultado da pesquisa, feita entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, capta apenas parcialmente os eventuais efeitos do noticiário sobre a quebra do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB. Apesar de Dilma ter estacionado, a pesquisa voltou a registrar aumento na expectativa de vitória da petista. Para 69% dos eleitores, ela será a futura presidente - eram 66% há uma semana. Apenas 17% creem que Serra será o vitorioso - o índice caiu pela metade desde o início de julho. Eleitores seguros. Houve uma oscilação positiva de dois pontos porcentuais na intenção de voto espontânea da petista, que passou de 41% para 43%. Serra aparece com 20%, menos da metade do índice da adversária. Nessa modalidade, os eleitores manifestam sua preferência sem ler a lista de candidatos - é, portanto, uma declaração de voto mais consolidado. Na divisão do eleitorado por gênero, Dilma teria hoje o dobro de votos de Serra entre os homens (54% a 27%). No segmento feminino, ela também venceria, mas por margem menor (49% a 28%). Há mais indecisos (9%) entre as mulheres que entre os homens (6%). A candidata do PT é líder isolada em todas as faixas de renda, com exceção da mais alta - a dos eleitores com renda familiar superior a cinco salários mínimos. Nesse caso, há um empate técnico entre ela (36%) e Serra (38%). No eleitorado mais pobre, com renda inferior a um salário mínimo, Dilma tem quase o triplo das intenções de voto do adversário. Geografia do voto. Nas distintas regiões do País, a única alteração significativa no intervalo entre as duas pesquisas mais recentes ocorreu no Sul. Dilma passou de 40% para 44%, ampliando sua vantagem sobre o adversário de cinco para nove pontos. No Nordeste, a petista tem 47 pontos de folga (65% a 18%). No Norte/Centro-Oeste, ela lidera por 55% a 25%. No Sudeste, que reúne os maiores colégios eleitorais, a vantagem é de 13 pontos (44% a 31%). Nos municípios com menos de 20 mil habitantes, a ex-ministra da Casa Civil atinge 58% das intenções de voto. Nas localidades maiores, com mais de 100 mil habitantes, seu eleitorado é menor (47%). Serra tem 25% e 28%, respectivamente. ............. — 2010
Roberto São Paulo-SP 2012
Investimento puxa alta recorde do PIB O PIB desacelerou no segundo trimestre, mas menos do que o mercado esperava, registrando bons desempenhos da agropecuária, da indústria e dos investimentos. No primeiro semestre de 2010, o PIB cresceu 8,9%, a maior taxa acumulada em dois trimestres desde o início da atual série, em 1996, sendo puxado pelos investimentos, que tiveram alta recorde de 26,2%. Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 900,7 bilhões no segundo trimestre, e R$ 1,73 trilhão no primeiro semestre. Os resultados do PIB do segundo trimestre foram divulgados ontem pelo IBGE. Na área externa, as importações continuam em disparada, tendo crescido 38,8% ante o primeiro trimestre de 2009, num ritmo cinco vezes maior que o das exportações (7,2%). A necessidade de financiamento da economia brasileira (relacionada ao déficit externo) atingiu o recorde de R$ 24,3 bilhões no segundo trimestre de 2010. Rebeca ressaltou que os resultados muito fortes do PIB no primeiro semestre e no segundo trimestre, ante iguais períodos do ano anterior, devem-se em parte à base de comparação deprimida da primeira metade de 2009, quando o Brasil foi atingido pela crise global. A indústria cresceu 1,9% (7,8% em base anualizada) no segundo trimestre, na comparação dessazonalizada com o trimestre anterior. O número ficou bem abaixo dos resultados acima de 3% nos últimos três trimestres, com o pico de 4% (17% anualizado) de janeiro a março. Em relação à igual período de 2009, a indústria cresceu 13,8%, sendo o setor de maior destaque nessa base de comparação. O grande destaque da indústria foi a construção civil, que cresceu 16,4% no segundo trimestre, o melhor desempenho entre todos os subsetores do PIB (incluindo agropecuária e todos os segmentos da indústria e dos serviços), e recorde da série iniciada em 1996. O crescimento de 15,7% da construção civil no semestre também é recorde. O outro grande destaque setorial do PIB no segundo trimestre foi a agropecuária, que teve o maior crescimento, de 2,1% (8,8% anualizado), na comparação dessazonalizada com o trimestre anterior. Ante o mesmo trimestre de 2009, a agropecuária cresceu 11,4%. — 2010
Roberto São Paulo-SP 2012
03/09/2010,Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4¬ic... O programa Empreendedor Individual (EI) alcançou a marca de meio milhão de inscritos. De acordo com dados do último dia 1º de setembro, 501.125 mil trabalhadores se cadastraram no Portal do Empreendedor. Nos últimos meses, a média de cadastramento foi de 3 mil pessoas por dia. Comércio de vestuário e cabeleireiros são as atividades com maior número de formalizados. De acordo com o secretário de Comércio e Serviços, Edson Lupatini, o Brasil está constituindo uma nova cultura no empreendedorismo formal. “A sociedade já reconhece que o custo da formalidade é bem menor do que da informalidade. Atingir o patamar de meio milhão é bastante simbólico, pois mostra o desenvolvimento da cultura do empreendedorismo legal pelos brasileiros”, comenta. Os Estados com maior número de inscrições no EI são São Paulo (108.640), Rio de Janeiro (65.026), Minas Gerais (51.902), Bahia (37.634) e Rio Grande do Sul (29.761). Dentre as atividades econômicas que se destacam estão: comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (49.957 ), cabeleireiros (37.541), lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares (15.830), minimercados, mercearias e armazéns (15.296) e bares (15.830). Empreendedor Individual O programa foi lançado em 1º de julho de 2009 com o objetivo de legalizar aqueles que trabalham por conta própria, têm faturamento de no máximo R$ 36 mil por ano e possuem até um empregado contratado que receba salário mínimo ou piso da categoria. O interessado, também, não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular. Lançada no dia 8 de fevereiro, a segunda geração do portal simplificou o sistema, reduzindo para sete o número de informações solicitadas, e incluiu todos os estados. Com maior agilidade, houve o aumento do número de beneficiados. Dos meses que se seguiram até hoje, cerca de 440 mil pessoas se inscreveram. Benefícios Os cadastrados têm como benefícios acesso a compras governamentais, enquadramento no Simples Nacional, isenção nos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL) e pagamento de valor fixo mensal de 11% do salário mínimo (destinado à Previdência Social) mais R$ 1,00 de ICMS (comércio ou indústria) ou R$ 5,00 de ISS (prestação de serviços). A contribuição previdenciária permite o auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre outros. A formalização do empreendedor individual é feita somente pela internet, no site www.portaldoempreendedor.gov.br. Clique aqui para ver a tabela completa do número de inscritos por Estado e por atividade econômica em .xls — 2010
Chico
link: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/09/03/e030915599.asp Jornal do Brasil responde a Luiz Garcia JB Online
DA REDAÇÃO - Em artigo intitulado 'JB', publicado na edição de 3.9.2010 de O Globo, o jornalista Luiz Garcia incorpora a cômica figura formulada pelo Embaixador Roberto Campos para caracterizar integrantes da pseudo-intelectualidade brasileira – o “arrognante”, personagem que mistura arrogância com ignorância.
A soberba recém-adquirida e a confortável superficialidade de Luiz Garcia são financiadas pelas benesses do oligopólio midiático a que serve.
Nos últimos dias, grandes jornalistas, como Miriam Leitão, analisaram profundamente a trajetória do Jornal do Brasil na TV Globo e no Globo. Outros, em vez de examinar a dinâmica tecnológica que fez o JB tornar-se o primeiro 100% digital do País, optaram por rememorar com nostalgia o JB dos anos 1950, 60 e 70.
Garcia, no entanto, em vez de analisar a evolução de técnicas e costumes, arroga-se ministrar lições de moral. O acidental professor de ética ensina: “o negócio do jornalismo tem uma característica rara e vital: é negócio, mas também é serviço público”. Como se essa característica não estivesse também presente em empresas de alimentação, remédios, hospitais, transportes, águas urbanas ou mesmo a padaria da esquina.
Que deve achar Luiz Garcia do (des)serviço público prestado à reconstrução democrática no país pela empresa a que fisiologicamente se ligou?
Talvez Garcia considere a mão que o alimenta, e a que agora Garcia retribui avassalado, o exemplo mais perfeito de ética jornalística e concorrencial. Ora, alguém com honestidade intelectual e mínimo conhecimento da história recente do País pode achar que a Globo ou O Globo são esses campeões da moral?
Os brasileiros não esquecem episódios desastrosos protagonizados pela empresa que sustenta Luiz Garcia. Nos anos 60 e 70, publicações como o Jornal do Brasil resistiram com altivez aos senhores da noite. Já O Globo cumpriu ordens obedientemente, às vezes com animação. Tornou-se o jornal preferido do governo autoritário.
O jornal de Luiz Garcia estampava em editorial no fatídico 1o. de abril de 1964, primeiro dia da implantação da Ditadura: “Ressurge a Democracia! Vive a Nação dias gloriosos“. Não surpreende se um Editorial como esse tenha sido escrito por Luiz Garcia.
Pretenso professor de moral, Luiz Garcia defende em seu artigo: “O jornal exerce o comércio de vender espaço para anunciantes, mas tem de fazê-lo segundo normas éticas”.
A etiqueta de Garcia o faz olhar para o lado quando seu jornal pratica o dumping e pressões quase criminosas contra anunciantes. Todo o mercado publicitário brasileiro sofre com a prática do monopólio. Por ele, impõem-se veículos “globais” a agências de publicidade e clientes. O Globo, ao exercer política de “exclusividade”, pratica níveis de descontos comerciais em que, caso o cliente anuncie em outro veículo, é ameaçado de retaliação.
As agências – e todos os outros veículos de comunicação no Brasil – são vitima dessa política, assim como dos incentivos dos veículos "globais". São as bonificações de volume, os conhecidos “BVs”, com prêmios em dinheiro – recompensa por determinados patamares de faturamento que atinjam. Espécie de aliciamento a que, constrangidas, as agências se submetem.
E pensar que Garcia, ao menos no nível do discurso, se arvora homem de supostos princípios de esquerda a que cosmeticamente abraçou em anos não muito distantes.
É um erro achar que Luiz Garcia seja alheio à “ética” concorrencial do jornal que o paga. Garcia, bastante conhecido no meio jornalístico por seu adesismo, é remunerado por uma empresa campeã do capitalismo cartorial.
E aí Garcia tem razão: de fato, o leitor não é bobo.
Rubem
"Eles chegaram e pediram: assina aqui. E eu assinei. Mas sou eleitor de Serra."
publicado em 03/09/2010, às 22h33: Contador diz que assinou documento TRE-SP afirma que falso procurador da filha de Serra foi filiado ao PT Thiago Faria e José Henrique Lopes, do R7
Embora diga não lembrar de detalhes e nem a data precisa, o contador Antonio Carlos Atella Ferreira admitiu na noite desta sexta-feira (3) ao R7 que pode ter se filiado ao PT há alguns anos durante um “showmício” com a dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano. Segundo Atella Ferreira, membros do partido pediram a ele que assinasse um documento para ajudar a agremiação, e ele não se negou. De acordo com o TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo), o responsável por retirar dados fiscais da filha de José Serra (PSDB) da Receita Federal compôs os quadros do partido a partir de 2003. A assessoria de imprensa do órgão, no entanto, diz que há uma “anotação de exclusão” nos registros do tribunal em novembro de 2009, mas não há como atestar que ele não pertence mais ao partido. Procurada pela reportagem, a assessoria do PT disse que estava consultando seu banco de dados e que deve divulgar uma nota sobre o assunto em breve. Atella Ferreira conta que foi após algumas “cervejinhas” que ele assinou a suposta ficha de filiação, mas que não entregou os demais documentos necessários ao partido, motivo que teria levado à sua exclusão. - Eles chegaram e pediram: assina aqui. E eu assinei. Mas sou eleitor do Serra. Os dados de Verônica Serra, filha do candidato tucano à Presidência, teriam sido acessados através de uma procuração em nome de Ferreira. No entanto, a própria Receita admite que o documento era falso e que houve irregularidade no acesso às informações sigilosas. Serra culpa a campanha de sua adversária Dilma Rousseff (PT) pelo vazamento e diz que os dados de sua filha serviram para alimentar um suposto dossiê montado pelos petistas. O seu partido chegou a pedir a cassação da candidatura de Dilma por “abuso de poder” e “uso da máquina” para fins eleitorais, o que não foi aceito pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
chicocvenancio
Baseado nessa reportagem a Folha soltou: "Dados Sigilosos da Filha do Serra Foram Acessados por Filiado ao PT". Na manchete de primeira página! Que tal criarmos um post diário no blog para imaginar quais as possíveis manchetes do dia seguinte da Folha? Começo com minha sugestão: "Eliza Foi Morta Pelo PT" Com a submanchete: "Bruno, Macarrão e Bola são filiados ao PT, Eliza foi morta por descobrir o vazamento na receita." Acho que o nível da Folha está caindo cada vez mais. O PT deveria entrar na justiça.
Roberto São Paulo-SP 2012
Capitalização pode tornar Petrobrás a 2ª das Américas Estatal espera levantar até R$ 126,7 bilhões com a venda de ações, em processo que deverá ser o maior da história e aumentará fatia da União Nicola Pamplona, Kelly Lima RIO - O Estado de S.Paulo, COLABOROU FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, 04 de setembro de 2010 | 0h 00 A Petrobrás divulgou ontem as bases de seu processo de capitalização, que deve ser o maior da história global e levará a estatal a disputar com a Apple o posto de segunda maior empresa das Américas em valor de mercado. Tomando por base o valor das ações no último dia 1.º, a Petrobrás espera levantar até R$ 126,7 bilhões com a venda das novas ações, processo que vai levar a um aumento da participação da União na companhia. A divulgação dos detalhes e prazos provocou uma corrida por ações da companhia na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), após meses de queda. As ações ordinárias (com direito a voto) subiram 4,71% e as preferenciais, 4,35%. >Segundo o prospecto enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Petrobrás vai emitir 3,7 bilhões de ações, numa operação dividida em três etapas, com fechamento previsto para o fim de outubro (mais detalhes na página ao lado). O documento diz que a União e o BNDESPar já pediram a reserva de R$ 74,8 bilhões em ações. O valor é semelhante ao arrecadado pelo governo na venda de 5 bilhões de barris à companhia.Na avaliação do mercado, o governo sairá do processo com maior participação na empresa, percepção reforçada por declarações de ontem do ministro da Fazenda, Guido Mantega. "O governo vai participar cumprindo suas prerrogativas legais, ou seja, na participação das ações que já possui na empresa ou até um pouco mais." Cálculo feito pela Economática a pedido do Estado aponta que a empresa ficaria com um valor de US$ 221,3 bilhões, bem próximo dos US$ 228 bilhões da Apple, hoje a segunda colocada. A líder é a Exxon, com US$ 310 bilhões. / COLABOROU FRANCISCO CARLOS DE ASSIS .......... — 2010
Roberto São Paulo-SP 2012
Reserva de ações começa no dia 13 No processo de capitalização da Petrobrás, marcado para o dia 30, os investidores que até o dia 10 tiverem papéis da companhia têm prioridade para comprar as novas ações. O período de reserva dos papéis - que deve ser feita por meio da corretora de valores - vai do dia 13 ao dia 16 de setembro. No momento da reserva, o investidor também deve definir quantas ações quer comprar e o valor máximo que quer gastar. O prazo para a reserva é o mesmo dos investidores que tinham recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aplicados em Fundos Mútuos de Privatização (FMP) da Petrobrás até dia 30 de junho deste ano. Esses investidores poderão usar até 30% do saldo do FGTS na oferta de ações da empresa e a reserva deve ser feita por meio da assinatura do termo de adesão à capitalização na administradora do fundo. Quem comprou ações da estatal com o FGTS e já se desfez dos papéis não tem direito de participar da oferta primária da capitalização....... Segundo o prospecto da capitalização, documento que detalha o processo e que está disponível no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para as pessoas físicas, o investimento mínimo na operação deve ser de R$ 1 mil e o máximo é de R$ 300 mil. Há também a possibilidade de se entrar na capitalização por meio dos Fundos de Investimento em Ações da Petrobrás (FIA-Petrobrás) com aporte mínimo de R$ 200 e máximo de R$ 300 mil. Preço. O preço das ações que vão compor a oferta pública será definido pelos bancos coordenadores do processo da capitalização, com base na cotação mais recente das ações da companhia e no interesse que os investidores demonstrarem pela operação. Esse processo é chamado de "bookbuilding". Na sessão de ontem da Bolsa de Valores de São Paulo, os papéis preferências (PN) da petrolífera fecharam a R$ 28,80, alta de 4,35% em relação à quinta-feira........ — 2010
Rubem
http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2010/09/03/Brasil/Expectativa_de_aumento_do_PIB_cre.shtml PlaneamentoExpectativa de aumento do PIB cresce com resultado do primeiro semestreSexta-feira, 03/09/2010 - 19:58Brasília – O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse hoje (3) que o crescimento de 8,9% da atividade econômica, no primeiro semestre, mostra que “a tendência é fechar o ano com alguma coisa entre 7,5% e 7,8%. A previsão que temos, pelos dados internacionais divulgados, é de que três países vão crescer mais de 8% neste ano: China, Índia e Tailândia. O Brasil, provavelmente, vai estar ali na quarta ou quinta posição do crescimento mundial”. Paulo Bernardo comentou o resultado de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, publicado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografa e Estatística (IBGE). Segundo o ministro, o bom desempenho da atividade econômica nos meses de abril, maio e junho, mesmo tendo sido mais moderado que os 2,45% de crescimento do primeiro trimestre, não deve pressionar a inflação. Pela estimativa do ministro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de parâmetro para as correções oficiais da inflação, deve ficar na casa de 5%, em linha com a expectativa da maioria dos analistas financeiros, de 5,07%. Ele ressaltou que ainda que a inflação fique acima desse percentual, não se estará diante de um problema. “Vamos ter muito mais crescimento da atividade econômica do que da inflação neste ano. Se a inflação ficar em 5% e o PIB crescer 7,5% ou quase 8%, significa que crescemos bem mais que a inflação”.
Rubem
Braskem pode ter novas fábricas e produtos "verdes" Plantão | Publicada em 03/09/2010 às 18h17m Reuters/Brasil Online
Por Carolina Marcondes SÃO PAULO (Reuters) - Após o início das operações de eteno verde nesta sexta-feira, a Braskem pode definir em outubro não apenas novas unidades, mas também outros produtos derivados de etanol de cana-de-açúcar. As 200 mil toneladas anuais a serem produzidas pela fábrica localizada em Triunfo (RS) serão destinadas à produção de polietileno. Seria possível produzir material para a produção de polipropileno, PVC, PET e até mesmo borracha, segundo o vice-presidente de petroquímicos da companhia, Manoel Carnaúba. "Na próxima reunião do Conselho, que deverá acontecer na primeira semana de outubro, vamos definir os novos passos no segmento... Provavelmente teremos outras unidades, além da possibilidade de novos produtos", afirmou Carnaúba à Reuters. De acordo com o vice-presidente, a intenção inicial era que a unidade de eteno verde de Triunfo fosse concluída em outubro. Apesar do início das operações nesta sexta-feira, a inauguração oficial deve acontecer em 24 de setembro. "Estamos com boa parte da produção comercializada, mas tem uma parte que queremos manter para o mercado spot para o desenvolvimento de novos mercados", afirmou Carnaúba, citando o segmento de cosméticos, alimentos e automobilístico como nichos que estão sendo trabalhados pela Braskem. "São segmentos que parecem interessantes e queremos trabalhá-los tanto aqui quanto lá fora." No Brasil, Caunaúba contou que empresas como Natura, Estrela, Cromex e Procter & Gamble já são clientes no segmento de plástico verde da Braskem. A Braskem não revela os preços por tonelada para o plástico verde, mas o vice-presidente da empresa disse que o valor está dentro das estimativas. "O importante é que é um produto novo, é a primeira oferta no mercado mundial", destacou.
Rubem
Mercado vê chance de juro maior em 2011; BC nota PIB equilibrado Plantão | Publicada em 03/09/2010 às 18h07m Reuters/Brasil Online
Por Isabel Versiani BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - O ritmo da economia brasileira no segundo trimestre surpreendeu analistas e alimentou, no mercado financeiro, algumas apostas de que o juro básico terá de subir em 2011. Mas o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que os dados estão em linha com suas estimativas e previu "crescimento moderado" até o final do ano. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,2 por cento no segundo trimestre frente ao período imediatamente anterior . A mediana das projeções de economistas ouvidos pela Reuters apontava alta de 0,7 por cento, enquanto o Ministério da Fazenda projetava expansão entre 0,5 e 1,0 por cento. "A partir do ano que vem vai ter de subir a taxa de juro para equilibrar essa oferta", avaliou o economista-chefe do Banco BBM, Tomás Brisola, acrescentando que no curto prazo os dados não têm implicações para a política monetária. Para o analista, a desaceleração frente ao primeiro trimestre, quando a economia havia crescido 2,7 por cento, "não foi tão grande" e evidenciou riscos inflacionários à frente. A última sondagem semanal do BC junto ao mercado (relatório Focus) já mostrava os analistas apostando em aumento de 0,75 ponto percentual da Selic no próximo ano, após fechar 2010 nos atuais 10,75 por cento ao ano. Nesta quinta-feira, as taxas de juros subiram no mercado futuro após os números do PIB e em meio ainda a dados melhores que o esperado sobre o mercado de trabalho norte-americano. "Se o BC decidiu parar com o aperto monetário neste ano, vai ser transferido para o ano que vem", afirmou Newton Rosa, economista-chefe do SulAmerica Investimento. O BC sustentou que o dado do segundo trimestre não altera sua projeção de crescimento de 7,3 por cento no ano. "O Banco central está totalmente confortável com esse crescimento, absolutamente dentro das previsões", afirmou Meirelles a jornalistas. Ele destacou que o PIB é uma média do crescimento ocorrido nos três meses, mas que o indicador de atividade do próprio BC, o IBC-Br, mostra que a economia ficou praticamente estável de abril a junho na comparação com março. O IBC-br teve alta de 0,23 por cento em abril ante março, caiu 0,06 por cento em maio e subiu somente 0,02 por cento em junho. "Nós esperamos, olhando à frente, um crescimento moderado no terceiro trimestre e no quarto, fazendo com que a economia venha a crescer em torno do equilíbrio de longo prazo do país", acrescentou Meirelles. REVISÃO DO PIB? O Itaú Unibanco calcula que, na hipótese de crescimento zero no terceiro e quarto trimestres, já estaria garantida uma expansão de 7 por cento no ano. "Portanto, o resultado divulgado eleva consideravelmente a chance de um crescimento do PIB, em 2010, acima da nossa projeção atual, de 7,5 por cento", destacou o economista do banco Aurélio Bicalho. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também afirmou que o desempenho acumulado até o segundo trimestre proporciona crescimento de, pelo menos 7 por cento, neste ano. Para Rodrigo Maranhão, operador de juros do Banco Prosper, os números do PIB não sinalizam mais aperto. "O mercado está apostando na alta da Selic em 2011. Não acredito nessa leitura porque, pelo que Meirelles falou, isso (o PIB) já estava na conta do BC quando eles decidiram a Selic", disse. O BC manteve a taxa básica de juros na última semana. Na reunião anterior, em julho, o banco promoveu um corte de 0,50 ponto da taxa, inferior ao de 0,75 ponto esperado por muitos analistas. Na ata daquela reunião, o BC destacou redução dos riscos inflacionários. (Com reportagem de Vanessa Stelzer, Silvio Cascione e Paula Arend Laier)
Rubem
Avanço estatal no crédito vira assunto soberano Plantão | Publicada em 03/09/2010 às 17h09m Reuters/Brasil Online
Por Aluísio Alves SÃO PAULO (Reuters) - Apontado como protagonista na ofensiva para aliviar os efeitos da crise no Brasil, o avanço estatal no mercado de crédito começa agora a ser visto com reservas por especialistas, à medida que o movimento se estende, mesmo com a economia em ritmo acelerado de crescimento. O receio é de que o governo tenha se entusiasmado demais com os resultados recentes e deixado de lado a visão anticíclica, fazendo seus bancos assumirem riscos maiores para continuar ganhando fatias de mercado. Seja pela simples ampliação da oferta de crédito ou pela compra de parte ou integral de bancos menores, a participação de bancos públicos no crédito nacional, que era de 34,4 por cento no mês da quebra do Lehman Brothers, chegou a 42,2 por cento em julho. Enquanto isso, a fatia dos bancos privados nacionais encolheu de 44,5 para 40,1 por cento, e a dos estrangeiros caiu de 21,1 para 17,7 por cento. Os números são do Banco Central. "O governo não pode continuar com essa política. Foi correto no ano passado, mas já está se esgotando", disse Augusto Frota Salles, economista da consultoria RiskBank. Mas, diferentemente do que se temia no início, o perigo de deterioração das carteiras não se configurou. Pelo contrário. Com foco em linhas consideradas mais seguras, como consignado, tanto Banco do Brasil quanto Caixa Econômica Federal fecharam o primeiro semestre com níveis de inadimplência inferiores à média do sistema, que era de 5 por cento no final de julho. Uma das coisas que vêm incomodando os analistas é a persistência da ofensiva governamental no setor, via repetidas injeções de capital na Caixa e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assunto que vem sendo acompanhado com lupa pelas agências de classificação de risco. "Antes, esse assunto não estava na agenda. Mas as implicações fiscais de continuar fazendo uma política expansionista num país que não tem uma situação confortável nesse quesito começa a preocupar", disse Sebastián Briozzo, diretor de rating soberano da Standard & Poor's. Traduzido em números, só a munição adicional dada à Caixa e ao BNDES para continuarem expandindo suas carteiras em ritmo acelerado já custou ao governo, incluindo recursos do Tesouro Nacional, em quase 200 bilhões de reais do ano passado para cá. Esse esforço tem explicação. A carteira do BNDES cresceu 75 por cento em menos de 24 meses. A Caixa, só no espaço de 12 meses encerrado em junho, expandiu sua carteira em mais de 50 por cento. A do BB evoluiu 29 por cento. O ritmo de expansão do sistema no período foi inferior a 20 por cento, segundo o BC. E, a julgar pelas intenções de executivos dos bancos estatais, essa tendência não será revertida tão cedo. "Agora, estamos prontos para dobrar a carteira", disse à Reuters o vice-presidente de finanças da Caixa, Marcio Percival, logo após o anúncio de nova capitalização do governo na instituição, na semana passada, com uso de ações da Petrobras. Esse fenômeno passou a merecer um capítulo exclusivo das análises soberanas do Brasil feitas pela Fitch Ratings. Para a agência classificadora, a parte fiscal preocupa, mas não é o único problema. "Isso está criando uma clara assimetria no mercado, com os (bancos) estatais podendo se expor mais sem ter o risco de quebrar, porque sempre têm o governo como garantidor de última instância", disse Rafael Guedes, diretor da Fitch no Brasil. O caso observado com mais cuidado é o do BNDES. Responsável por 61,5 por cento dos créditos direcionados, o banco elevou sua fatia nos financiamentos totais de 16 para 21 por cento. Para Ceres Lisboa, analista do setor bancário da Moody's no Brasil, o problema é que são as empresas de maior porte, que têm mais capacidade de acessar o mercado de capitais e os financiamentos externos, as que têm mais fácil acesso ao crédito com juros baixos do BNDES. "Enquanto isso, muitas empresas médias têm que recorrer aos bancos médios, que saíram da crise mais seletivos. Essa equação não fecha", afirmou Lisboa. (Edição de Cesar Bianconi)
Savio
O articulista não deve conhecer o Cartão BNDES que democratiza o crédito a quem tiver um pouquinho de organização contábil. Quanto aos bancos particulares, suas preferências sempre foram em lucrar com títulos do governo e tarifas de correntistas. Essa aversão a emprestar é bem caracteriza na falta de investimentos em análise de crédito. Perderam o caminho e ainda não encontraram. Os bancos federais apenas estão ocupando um nicho que os particulares sempre desprezaram, mas, pelo que se nota pela baixa inadimplência, sem se descuidar do risco.
Roberto São Paulo-SP 2012
A largada para o pré-sal O Estado de S.Paulo As ações da Petrobrás subiram vigorosamente ontem, depois de anunciados os detalhes da capitalização da empresa. Se o entusiasmo dos investidores se mantiver nas próximas semanas, a empresa poderá realizar sem dificuldade a maior oferta de ações da história. Serão lançados 2,174 bilhões de ações ordinárias e 1,586 bilhão de preferenciais, mais um lote adicional e um suplementar já planejados, se a fome do mercado for muito grande. A corrida aos papéis, logo depois de conhecido o prospecto preliminar da operação, pode ser atribuída a mais de um fator. Só neste ano a estatal perdeu cerca de 30% de valor de mercado, por causa das incertezas quanto à capitalização e aos planos de exploração do pré-sal. Eliminada boa parte das dúvidas, alguma recuperação deveria ocorrer e todos sabiam disso. Em segundo lugar, pode ser bom negócio reforçar a carteira antes da nova emissão. Em terceiro, pelo menos parte do público pode estar de fato animada com as possibilidades de ganho a longo prazo. Mas só nas próximas semanas será possível avaliar com alguma segurança a disposição da grande massa de minoritários. O retorno de 8,83% estimado para a exploração dos 5 bilhões de barris cedidos à empresa pela União foi considerado baixo por investidores. O resultado efetivo poderá ser melhor, quando ocorrerem "ganhos de sinergia" e integração com outras áreas exploradas, disse o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli. Mas as perspectivas mais otimistas são, obviamente, para longo prazo. A taxa interna de retorno por enquanto prevista praticamente empata com o custo de capital da empresa, esclareceu o executivo. ..........Acionistas privados criticaram o valor médio proposto para os barris cedidos pela União. É muito alto, segundo eles, e por isso os minoritários terão de aplicar muito dinheiro para manter sua participação. O governo não terá desembolso. Poderá antecipar sua contribuição por meio da emissão de títulos. Há a possibilidade, portanto, de um aumento da participação estatal na Petrobrás. Essa hipótese é mencionada no prospecto. A União detém 55,66% das ações ordinárias - isto é, do capital com direito a voto - e sua fatia poderá aumentar para 57,33%, se os minoritários não quiserem ou não puderem acompanhar toda a capitalização. Mas o dado mais inquietante é a evidente politização do tema. Desde o início, a política do pré-sal foi subordinada não só a critérios ideológicos, mas principalmente às concepções de governo e ao projeto de poder de um grupo. A conversão da Petrobrás em instrumento de política industrial é parte desse projeto. O cumprimento das metas de nacionalização dos equipamentos e materiais será gradual. Mas isso não elimina o risco de ineficiência e de custos adicionais na exploração e na produção............ — 2010
Rubem
Ibope mostra Agnelo Queiroz na liderança pelo governo do Distrito Federal Publicada em 03/09/2010 às 19h01m O Globo
BRASÍLIA - Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira, e encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S.Paulo, mostra a ascensão do candidato ao governo do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT). Ele tem 40% das intenções de voto, contra 32% de seu principal adversário, Joaquim Roriz (PSC), que teve seu pedido de registro de candidatura negado esta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Toninho do PSOL tem 2% e os outros candidatos juntos somam 2%. Os nulos e brancos são 10% e os indecisos 14%. Pela margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, não é possível dizer se vai haver ou não segundo turno. Para o Senado, lidera a disputa Cristovam Buarque (PDT), com 47%. A segunda vaga ficaria com o deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB), que tem 33% das intenções de voto. Em terceiro lugar vem a ex-governadora Maria Abadia (PSDB), com 24%. Aliada de Roriz, Abadia também teve sua candidatura negada pelo TSE por causa da Lei da Ficha Limpa. Em quarto lugar está o deputado federal Alberto Fraga (DEM), com 12%. A pesquisa ouviu 1806 pessoas entre 31 de agosto e 2 de setembro e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 27599/2010.
Rubem
PV apurará envolvimento de filiado no caso da filha de Serra Plantão | Publicada em 03/09/2010 às 16h53m Valor Online
SÃO PAULO - O PV determinou a abertura de sindicância para apurar as denúncias de participação do filiado Ademir Estevan Cabral no caso de violação dos dados fiscais de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. O contador Antônio Carlos Atella Ferreira, apontando até o momento como autor da procuração usada para acessar as declarações de renda de Verônica, disse que Cabral o procurou em setembro de 2009 para pedir um serviço junto à Receita Federal. Cabral teria solicitado a obtenção de cópias de declarações de imposto de renda de pessoas físicas. Atella, que disse não ter reparado em nomes, teria finalizado o serviço que culminou na quebra do sigilo de Verônica em 24 horas. O episódio ainda colocou analistas tributários do órgão público sob suspeita. Já o PV admitiu que Cabral era filiado à legenda desde 2007, mas que não o conhecia, uma vez ele não teria participado de nenhuma reunião ou atividade partidária. "O PV de São Paulo determinou a abertura de uma sindicância no sentido de averiguar se o fato é real e isolado ou se faz parte de um possível esquema de arapongagem ou infiltração política com o objetivo escuso e antidemocrático de fragilizar o crescente potencial eleitoral do Partido Verde ou de outra legenda neste pleito de 2010", disse o presidente estadual da sigla, Maurício Brusadin. (Fernando Taquari | Valor)
Rubem
Lula: educação não é gasto, é investimento. Lula diz que é preciso investir educação para alcançar resultados futuros Agência Brasil Publicação: 03/09/2010 17:02 Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou afirmou nesta sexta-feira (3/9), em discurso durante cerimônia em Santa Maria (RS), que para alcançar resultados no futuro é preciso investir hoje na educação. Ele se referia sobre a decisão de substituir a palavra gasto por investimento, ao tratar de recursos a serem aplicados na área da educação. “Todo mundo sabe que, para colher no futuro, é preciso investir hoje e, às vezes, e preciso fazer algumas dívidas para ter retorno amanhã, depois de amanhã”, disse o presidente. Lula disse ainda que o governo mudou o costume que havia de só se falar em ajuste fiscal o que, segundo ele, significa redução de salários. “Mudamos duas décadas em que no Brasil só se pensava em ajuste fiscal, e ajuste fiscal significa aumentar imposto e reduzir salário”. O presidente lembrou críticas sofridas por receber dirigentes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e liberar recursos para a reconstrução da sede da entidade e afirmou que essas são “uma falta de inteligência política”. “Quando uma pessoa qualquer, por falta de inteligência política, diz que o governo cooptou a UNE, na verdade foram eles que cooptaram o governo para fazer aquilo que tinha que ser feito como pagamento de dívidas aos estudantes brasileiros”, afirmou. Em Santa Maria, o presidente participou de cerimônia simultânea de inauguração de obras em sete campi de quatro universidades federais do Rio Grande do Sul.
Rubem
O Talibã paquistanês e a retribuição do terrorismo: Europa e América. Taleban paquistanês promete atacar os EUA e a Europa03 de setembro de 2010 | 18h 23 AE - Agência Estado O Taleban paquistanês prometeu hoje atacar os Estados Unidos e a Europa, dias depois de o Departamento de Estado norte-americano ter colocado o grupo em sua lista negra de organizações terroristas. Segundo o grupo, os ataques também podem ocorrer no próprio Paquistão e no Afeganistão.
"Em breve atacaremos a América e a Europa, vamos nos vingar dos ataques com aviões não- tripulados" declarou, por telefone, Qari Hussain, comandante da facção paquistanesa Tehreek-e-Taliban Pakistan, à agência France Presse. "Obama e seus aliados são nossos inimigos, eles têm medo de nós". "Não nos importamos se eles nos consideram um grupo terrorista", disse. Hussain também é conhecido como "Ustad-e-Fidaeen", ou professor de homens-bomba. As informações são da Dow Jones.
Rubem
A doutrina Blair das armas de destruição em massa: "se eles pudessem, usariam". Radicalismo islâmico é maior ameaça à segurança global, diz Tony BlairEx-premiê britânico negou que suas próprias ações tenham estimulado radicalismo03 de setembro de 2010 | 18h 00
O ex-premiê britânico Tony Blair descreveu o radicalismo islâmico como a maior ameaça atual à segurança internacional.
Em entrevista à BBC, Blair afirmou que os seguidores do radicalismo islâmico acreditam que tudo o que fazem em nome de sua causa é justificável, inclusive o uso de armas químicas, biológicas e nucleares.
"Ainda acho que existe uma grande ameaça com a combinação deste movimento extremo e radical e o fato de que, se eles pudessem, usariam armas nucleares, químicas ou biológicas. Acredito que eles usariam se pudessem. E acredito que não se pode arriscar deixar algo assim acontecer", afirmou.
Blair negou, no entanto, que suas próprias ações militares, enquanto ocupou o cargo de primeiro-ministro, tenham estimulado o apoio ao radicalismo e afirmou que a organização Al-Qaeda não é um movimento de resistência a ocupação de soldados estrangeiros no Iraque e Afeganistão.
"A verdade é que os soldados estrangeiros já teriam saído do Iraque e do Afeganistão se não fosse pela campanha de terrorismo movida por estas pessoas. Portanto, quando eles dizem: estamos lutando contra a ocupação estrangeira, é bobagem."
"Por que eles ainda colocam carros-bomba em Bagdá se os soldados americanos estão se retirando? O objetivo deles não é tirar os soldados americanos de Bagdá, o objetivo deles é desestabilizar um governo eleito pelo povo do Iraque", acrescentou Blair.
O ex-premiê comparou o radicalismo religioso, que chamou de "retrógrado" e "patrocinado" pelo Irã, ao "comunismo revolucionário" e disse que "se angustia" sobre como responder a essa ameaça.
"Estas são decisões realmente difíceis, mas o extremismo é tão profundo que os radicais precisam saber que eles enfrentam uma vontade mais forte que a deles", afirmou.
Blair ganhou as manchetes recentemente pelo lançamento de seu livro de memórias, A Journey, que está entre os mais vendidos da Grã-Bretanha. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Nilson Fernandes
Verônica Serra e Verônica Dantas01/06/2010
Não sabemos ao certo se a relação entre as Verônicas existe. Mas coincidência é algo que não acredito muito. Poderia até dizer como Sancho Pança, “Non creo en brujas, pero que las hay, las hay”. O fato é que um dossiê contra os tucanos estaria sendo organizado para provar a ligação entre José Serra e o Banqueiro Daniel Dantas, ou melhor, a ligação entre Verônica Dantas, irmã de Daniel, e Verônica Serra, filha do ex-governador. Daniel Dantas e a irmã são supostamente envolvidos em crimes financeiros e corrupção. E uma empresa, a Decidir.com, aberta em Miami com filiais em outros países, que tem como sócias as Verônicas seria um prato cheio para manchar a candidatura do tucano. Verônica Serra, diz que não é sócia e sim membro do conselho da empresa, e que foi nomeada pelo fundo de investimentos do qual faz parte. Afirma ainda que nunca viu a irmã do banqueiro, e nunca trocou palavras nem por telefone, nem por e-mail, nada. O certo é que o nome das duas aparece em documentos da empresa como este do Departamento de Estado da Flórida. Fica a dúvida no ar. A filha do candidato tem ou não ligações estreitas com os Dantas? Posted by Rodrigo Menezes Arquivado Política 1 Comentário » Uma resposta to “Verônica Serra e Verônica Dantas”
http://atentai.wordpress.com/2010/06/01/veronica-serra-e-veronica-dantas/ — Nilson Fernandes
Rubem
A volta de Fidel: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5i6WrlqRFoM6v6E-97Ce0Nb1_7pMA Fidel Castro pronuncia discurso ante multidão pela primeira vez em 4 anos De Isabel Sánchez (AFP) – Há 3 horas HAVANA — O líder cubano Fidel Castro realizou nesta sexta-feira seu primeiro ato diante de multidão, nas escadarias da Universidade de Havana, desde que deixou o poder há quatro anos. Fidel, 84 anos, fez um pronunciamento para advertir os cubanos do perigo de uma guerra nuclear, se os Estados Unidos e Israel atacarem o Irã. "Coube a Cuba a dura tarefa de advertir a humanidade a respeito do perigo real que está se apresentando. Nesta atividade não devemos desmaiar (...) diante dos céticos, nosso inconfundível dever é continuar liderando a batalha", declarou o ex-ditador. O último discurso de Fidel - que se celebrizou por falar durante horas a fio para as massas - havia acontecido no dia 26 de julho de 2006. Logo depois, foi operado de urgência, com uma hemorragia intestinal, e cinco dias depois precisou afastar-se do poder, delegando suas funções ao irmão Raúl Castro. Na simbólica escadaria onde há mais de meio século pronunciou seus primeiros discursos revolucionários e à qual, segundo ele, jamais imaginou voltar, Fidel fez, de pé, um discurso de 45 minutos. "Esta escadaria guarda lembranças indeléveis dos anos em que comecei a ter consciência de nossa época e de nosso dever (...). Nessa idade, descobri meu verdadeiro destino", disse Fidel, que 65 anos atrás ingressou na faculdade para cursar Direito. O líder cubano voltou a aparecer em público em julho passado, depois de se recuperar de uma severa crise de saúde, que o deixou à beira da morte. "Ao longo de mais de três meses de incessante batalha, esforcei-me modestamente por divulgar ante um mundo inadvertido os terríveis perigos que ameaçam a vida humana em nosso planeta", afirmou perante a multidão. Não é a primeira vez que Fidel aborda sua tese de uma iminente guerra nuclear no Oriente Médio, mas foi a primeira vez que compartilhou a hipótese com a população em um discurso. Fidel foi ao ato público, que durou cerca de uma hora, acompanhado da mulher, Dalia Soto del Valle. Raúl Castro não compareceu. Em entrevista publicada nesta semana no jornal mexicano La Jornada, Fidel Castro afirmou que chegou a estar morto, mas que ressuscitou em "um mundo de loucos". Além disso, disse ter ainda muito a fazer, num momento em que o planeta vive "a fase mais interessante e perigosa de sua existência". Copyright © 2010 AFP. Todos os direitos reservados.
Rubem
A seca do Amazonas Peruano: Rio Amazonas no Peru registra menor nível em 40 anos
Plantão | Publicada em 03/09/2010 às 18h05m Reuters/Brasil Online
LIMA (Reuters) - O nível do Rio Amazonas na selva peruana, que atingiu sua marca mais baixa dos últimos 40 anos, continuará descendo nas próximas semanas por uma escassez de chuva, informou nesta sexta-feira o governo. A situação deve agravar o problema de falta de alimentos na região. A baixa no volume de água na parte peruana do maior rio do mundo - que cruza a América do Sul e tem sua maior extensão no território brasileiro - já afeta o movimento de embarcações, provocando escassez de alimentos na cidade de Iquitos, 800 quilômetros ao norte de Lima. Também há uma escassez de água potável, uma vez que os poços secaram. Imagens de televisão mostraram uma embarcação encalhada e áreas de costas que antes não se viam. "O Rio Amazonas vem enfrentando o nível mais baixo dos últimos 40 anos. Deveria estar 110,40 metros acima do nível do mar, e está sofrendo uma queda anormal de 4 metros abaixo desse nível", disse à Reuters Marco Paredes, chefe do serviço de hidrologia e meteorologia em Iquitos. "As projeções indicam que essa situação vai continuar nas próximas duas ou três semanas... o nível das águas vai descer aproximadamente 20 ou 30 centímetros em comparação com o nível atual", acrescentou. De acordo com o chefe da Defesa Civil na região, Robert Falcón, será realizada uma reunião na segunda-feira em que as autoridades devem declarar estado de emergência. "Essa situação é crítica, de iminente perigo para a nossa região", disse ele à Reuters por telefone. Os moradores da selva peruana dependem do transporte fluvial para se locomoverem e comprarem alimentos e medicamentos, por exemplo. (Reportagem de Alfredo Loayza e Patricia Vélez)
Rubem
Cerco paulista:
PT articula encontro entre Dilma e Russomanno em SPIdeia é conter possível assédio de tucanos sobre candidatos do PP, considerado fiel da balança nas eleições para governo de SP Ricardo Galhardo, Matheus Pichonelli e Piero Locatelli | 03/09/2010 17:57 Dirigentes do PT articulam um encontro entre a candidata do partido à Presidência, Dilma Rousseff, e o candidato do PP ao governo de São Paulo, Celso Russomanno, terceiro colocado nas pesquisas no Estado, atrás apenas de Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT). O objetivo do encontro é evitar o assédio do PSDB a Russomanno. Os petistas avaliam que o candidato do PP pode ser a fiel da balança na eleição estadual. Segundo o Vox Populi ele tem 7% contra 54% de Alckmin e 20% de Mercadante. “Com o Russomanno na disputa ainda temos uma chance, remota, de levar para o primeiro turno. Sem ele não temos chance alguma”, disse um dirigente do partido. Na última semana chegaram ao PT rumores de que os tucanos estariam buscando uma aproximação com o candidato do PP, oferecendo participação em um possível governo Alckmin. “Temos que atravessar essa história e colocar a Dilma para falar diretamente com ele”, disse o dirigente petista. O encontro ainda não tem data nem local. Russomanno foi procurado para falar sobre o assunto mas não ligou de volta. Publicamente, Alckmin diz que ainda não é tempo de fazer esse tipo de movimentação. Um dirigente tucano ouvido pelo iG diz que Russomanno foi procurado antes do início da disputa para compor chapa com o PSDB, mas recusou. Agora, a avaliação é de que ficaria difícil compor um apoio no segundo turno devido aos ataques que ele vem tecendo ao governo de São Paulo durante debates e discursos. Segundo Emídio de Souza (PT), prefeito de Osasco e coordenador da campanha de Mercadante, o interesse do PSDB para tentar retirar Russomanno do páreo deve ser em vão. Ele afirma haver “desespero” por parte dos tucanos quanto a um possível segundo turno em São Paulo. Emídio afirma ainda que Russomanno não tem dado sinais de que esteja disposto a desistir da campanha. “Ele é uma força importante da eleição”, diz o coordenador, que minimizou o fato de o candidato ter oscilado para baixo nas últimas pesquisas de intenção de voto. Ele afirma ainda que o PT em São Paulo não vai se aproximar do candidato para se vacinar contra uma eventual mudança de discurso do adversário. “A candidatura do Russomanno é autônoma”. Para Emídio, no entanto, é natural que a candidata a presidente do PT converse com um aliado do partido. “Ela precisa reunir o maior número de apoio. E é natural que conversem”, disse.
Thiago Moraes
Rubem
A política americana para a maior reserva mundial de gás, e a segunda de petróleo: preservar para o futuro, como uma Amazônia energética. "a proibição de transações de bens importantes para aquele país, e de qualquer novo investimento ou venda de bens, serviços e tecnologia para o setor de energia, aprofundará o isolamento do Irã." EUA dizem que Japão tomou passo importante ao impor sanções contra Irã Tatiana Schnoor | Valor, com agências internacionais 03/09/2010 18:17
SÃO PAULO - O Japão anunciou nesta sexta-feira a adoção de novas sanções econômicas contra o Irã. Entre as medidas estão o congelamento de fundos, controles mais severos sobre as transações financeiras com o país e restrições à entrada de cidadãos iranianos. As medidas atendem à solicitação da Organização das Nações Unidas (ONU), que pede mais restrições contra o Irã devido ao polêmico programa nuclear. Em nota, a secretária americana de Estado, Hillary Clinton, disse que "os Estados Unidos apreciam o anúncio feito pelo Japão por atender a resolução 1929 do Conselho de Segurança das Nações Unidas", que incluiu o congelamento dos fundos de diversas empresas iranianas. "O anúncio marca um passo importante em direção aos esforços da comunidade internacional no combate à proliferação e prevenção contra o desenvolvimento de armas nucleares por parte do Irã. O Japão se une a outras nações que adotaram as mesmas medidas, como União Europeia, Austrália, Canadá e Noruega", disse. No documento, a secretária destaca ainda que os "Estados Unidos aplaudem, em particular, a decisão do Japão de impor sanções às entidades iranianas, como é o caso do banco Bank Mellat. Essas sanções combinadas com um sistema de autorização para todas as transações financeiras feitas com o Irã, assim como, a proibição de transações de bens importantes para aquele país, e de qualquer novo investimento ou venda de bens, serviços e tecnologia para o setor de energia, aprofundará o isolamento do Irã. O Conselho de Segurança aprovou no dia 9 de junho uma quarta rodada de sanções contra a República Islâmica por sua negativa de suspender as atividades de enriquecimento de urânio. (Tatiana Schnoor | Valor, com agências internacionais)
Rubem
Trololó: Serra volta a repetir. Serra volta a repetir que Receita faz 'operação-abafa' Publicada em 03/09/2010 às 22h37m Adauri Antunes Barbosa
JOINVILLE (SC) - O candidato do PSDB a presidente da República José Serra disse nesta sexta-feira em Joinville (SC), onde teve um encontro com empresários na Associação Comercial e Industrial (Acij), que o PT está fazendo uma "inovação significativa" no país ao defender que vítimas sejam colocadas na cadeia, ao invés dos bandidos. - O PT faz inovação. Além de não botar bandido na cadeia, eles agora querem por as vítimas na cadeia. É realmente uma inovação significativa da parte de um partido - disse o candidato tucano, referindo-se ao caso da revelação das cópias do imposto de renda de sua filha, Verônica Serra. Serra disse que não tinha dúvidas para lançar sobre a investigação que a Polícia Federal vem fazendo para apurar a quebra de sigilo fiscal de tucanos, inclusive se sua filha, Verônica Serra, mas voltou a repetir que a Receita Federal "vem fazendo uma operação-abafa" para não punir os responsáveis pelo vazamento dos dados sigilosos. Serra também não quis comentar o fato da polícia paulista, comandada pelo governo tucano de Alberto Goldmann. Ele voltou a repetir que havia alertado o presidente Lula, em janeiro, sobre o vazamento de dados de sua filha em blogs lilgados a petistas. - Lula me disse que ia ver -disse Serra, sexta-feira à noite em Joinville. Perguntado o que achava do argumento do PT de que sua campanha estaria querendo ganhar "no tapetão", já que as pesquisas indicam vitória da candidata petista Dilma Rousseff no primeiro turno, Serra desconversou, olhando para o telefone celular: - Espera um minutinho só, pode ser algo... Espera aí, tem notícia sobre a coletiva agora, deixa eu ver se tem algo. Na sequência disparou críticas contra a adversária petista, afirmando que Dilma não vai aos debates para os quais é convidada porque não preza a democracia. - A Dilma tem dito que quem protesta contra violação dos seus direitos está contra a democracia. Dá para entender quando ela fala isso, porque o PT não deixa ela ir a debates. Achar que se defender contra quebra de sigilo é ser contra democracia, não dá para entender mais nada - criticou. Serra negou que tenha pedido à Justiça a cassação da candidatura de Dilma Rousseff, garantindo que o pedido encaminhado contra a adversária era para que fossem apuradas as responsabilidades sobre o vazamento do imposto de renda de sua filha. -A investigação que se pediu não pediu a cassação de ninguém, pedia que se apurasse o que aconteceu. Quem não deve não teme. A Justiça é que decidiria, depois de investigar, qual seria a punição dos diferentes culpados. De acordo com o candidato tucano, o PT está criando um "factóide" quando afirma que ele pediu a cassação de Dilma e, já que a petista afirma que não fez nada, outros poderiam ser punidos. - Como a Dilma diz que não fez nada, não teria problema nenhum. Poderiam ser punidos outros, por exemplo com inelegibilidade ou coisas dessa natureza. É apenas uma investigação, ninguém pediu cassação, não. Eles estão agora tentando criar um factóide para apresentar esse factóide na televisão, muito no estilo deles. Sobre a decisão da Justiça pelo arquivamento do pedido do PSDB contra Dilma e o PT, Serra foi lacônico: - Não me pronunciou sobre decisão de juiz.
Rubem
O PT e a vítima: Serra cobra apuração isenta da PF sobre quebra de sigiloPara o tucano, "o PT está inovando nesta campanha. Além de não botar os bandidos na está prejudicando a vítima" Agência Estado | 03/09/2010 22:45
O candidato tucano à Presidência da República, José Serra, afirmou nesta sexta-feira em Joinville que espera que a Polícia Federal apure com isenção a denuncia de quebra de sigilo fiscal das pessoas vinculadas ao PSDB, entre elas sua filha Verônica Serra. Ao desembarcar no norte de Santa Catarina para compromisso de campanha, Serra voltou a criticar o PT na ação que, segundo ele, a cúpula do partido deflagrou para minimizar a repercussão na campanha liderada pela candidata Dilma Rousseff.
O candidato comentou ainda sobre as falas da candidata petista, que o acusou de tentar usar o "tapetão" para mudar o quadro eleitoral. "Não estou indo em direção contrária à democracia, estou sim cumprindo meu papel. Não tenho medo que meus direitos civis sejam desrespeitados", disse. Ele afirmou ainda que não é como Dilma, que tem orientação do PT para não participar dos debates."A receita federal é um órgão que não pode fazer política. Já o PT está inovando nesta campanha. Além de não botar os bandidos na cadeia, está prejudicando a vítima", disse o tucano, ao desembarcar no aeroporto de Joinville. O tucano chamou de "jogo sujo do PT" o caso da quebra de sigilo fiscal de pessoas ligadas a ele. Questionado, não quis comentar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de arquivar o pedido de cassação da candidatura de Dilma, requerido pela coligação que apoia Serra. O tucano afirmou que não cabe a ele fazer julgamento de uma decisão judicial. Segundo turno Serra se disse confiante sobre a possibilidade de haver segundo turno nas eleições. "Tenho uma proposta boa para o Brasil. Pretendo criar cerca de 20 milhões de empregos, que é o que o País vai precisar até 2020." Sobre o forte crescimento da economia no primeiro semestre, anunciado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE), o candidato afirmou que irá continuar está política de investimento para o Brasil crescer com sustentabilidade.
Rubem
"Nenhum registro desse cara". Dutra diz achar estranho haver filiados do PT e do PV no escândalo da quebra de sigilo Publicada em 03/09/2010 às 21h07m Maria Lima
BRASÍLIA - O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, disse nesta sexta-feira que mandou fazer um levantamento nos registros de filiação do PT em Mauá, na Grande São Paulo, e não encontrou nada sobre a filiação do suposto contador Antonio Carlos Atella Ferreira. Foi Atella quem usou a procuração falsa para obter os dados fiscais de Verônica Serra, filha do candidato tucano à Presidência, José Serra. Dutra disse que não queria fazer ilação sobre a possibilidade de "plantação" para criar problemas para a candidatura de Dilma Rousseff, mas disse ser muito estranho que um dos envolvidos no caso do vazamento dos sigilos fiscais de Verônica seja filiado ao PT e o outro - Ademir Estevam Cabral - ao PV.
- Estamos levantando, mas não tem nenhum registro desse cara no PT de Mauá. Ninguém nunca o viu mais gordo por lá. Muita gente se filia, mas depois não confirma. Pode ter feito uma filiação apenas cartorial, mas nunca participou de nenhum processo de eleição direta (PED). Esse ano, 530 mil participaram do PED, e ele não participou. Não quero fazer nenhuma ilação, mas de repente um cara é do PT e ou outro é do PV? Isso é muito estranho - disse Dutra. O líder do governo na Câmara e coordenador da campanha de Dilma, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), também estranhou a notícia sobre a filiação de Atella ao PT de Mauá.
- Eu não sabia, ninguém sabia. Como ninguém do PV também conhece o outro despachante que dizem ser filiado ao PV. Esse é um assunto para a Policia Federal investigar.
Rubem
Lula: "não censuro a internet". http://www1.folha.uol.com.br/poder/793907-lula-diz-que-serra-esta-com-dor-de-cotovelo.shtml 03/09/2010 - 21h01Lula diz que Serra está com 'dor de cotovelo'
PLÍNIO FRAGA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não está no cargo para curar "dor de cotovelo" do candidato de oposição José Serra (PSDB) nem pretende exercer o papel de "censor da internet". Lula fez a afirmação em Esteio, na região metropolitana de Porto Alegre, em resposta a informação publicada pela Folha de que Serra havia dito que alertara o presidente para o vazamento de dados de sua filha, Verônica, protegidos por sigilo fiscal. "Primeiro acho que nosso adversário deveria procurar um novo argumento. Não é possível que possa pedir que eu censure a internet. Não posso fazê-lo. Ele não me alertou. Ele se queixou", afirmou. De acordo com o petista, os dados publicados em blogs que Serra chama de "chapa branca" não têm nada de relevante nem são frutos de quebra de sigilo fiscal. "Sempre achei que a internet livre tem coisa extraordinariamente séria e coisa extraordinariamente leviana. Não tem nada demais o que a internet publicou sobre a filha de Serra. Há insinuações como há contra o presidente Lula, contra a família do presidente Lula, contra vocês jornalistas individualmente. Se escrevem alguma coisa que o internauta não gosta, tomam cacete o dia inteiro." Lula aproveitou para aconselhar rumos para a campanha tucana e criticou a ação do PSDB no TSE pedindo a impugnação da chapa da petista Dilma Rousseff. "O Serra precisa saber uma coisa: eleição a gente ganha convencendo os eleitores a votar na gente. Não é tentando convencer a Justiça Eleitoral a impugnar a adversária. Isso já aconteceu em outros tempos, na ditadura militar. Na democracia, o sr. Serra que vá para rua, que melhore a qualidade de seu programa (de TV)." O presidente sugeriu que o tucano apresente propostas para o crescimento industrial do país. "Hoje ele deve estar com dor de cabeça porque o PIB, segundo o IBGE, vai crescer mais do que os mais otimistas diziam que iria crescer. Vai crescer 7%." De acordo com o petista, o país vive um "momento de ouro". "E eu não vou permitir que nenhuma futrica menor, porque não tem nenhuma acusação grave contra o Serra, tem aquelas coisas de internet, atrapalhe. O presidente da República tem coisa mais séria para cuidar do que as dores de cotovelo do Serra." Lula chegou a Esteio às 15h30, com uma hora de atraso. Visitou a exposição agropecuária, aberta ontem, passando por vários estandes de agronegócios, vários deles de cooperativas e pequenos agricultores, os quais o aplaudiram e o festejaram com apupos e fotos. Já nos estandes de gado, Lula chegou a ouvir vaias de produtores que ficaram o dia inteiro impedidos de realizar negócios, porque a segurança da Presidência isolou o local, restringindo a livre circulação de interessados em compras. Lula assustou sua própria segurança ao descer do carro para visitar a seção de máquinas agrícolas sem aviso prévio. Subiu em tratores, tirou fotos com lideranças e só deu entrevista após os jornalistas se queixarem de que estava indo embora sem falar.
Rubem
03/09/2010 - 21h34Conselho Curador do FGTS flexibiliza uso do fundo em consórcio imobiliário
DE SÃO PAULO
O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) modificou a resolução que regulamentou a utilização do saldo da conta do trabalhador no fundo para amortização, liquidação do saldo devedor e pagamento das prestações do consórcio imobiliário. Com as alterações publicadas no "Diário Oficial da União" desta sexta-feira, quem comprou um imóvel por meio de consórcio poderá usar o FGTS mesmo que estivesse pagando um financiamento do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) ao adquirir a nova moradia. Para isso, no entanto, é preciso comprovar a quitação do financiamento, a alienação ou transferência do imóvel. Até então, mesmo que não houvesse mais esses impedimentos, segundo as regras vigentes, o trabalhador não poderia usar o dinheiro aplicado no fundo. O conselho aprovou as regras para que os trabalhadores possam usar o fundo para pagamento de prestações ou quitação do saldo devedor em consórcios imobiliários emdezembro do ano passado. Postar novo Comentário
Faça seu login e aproveite as funções multímidia!
|
Carregando
Posts de hoje
Comentários + votados
1
-
Roberto São Paulo-SP 2010
04/09/2010 - 02:23
.........Apesar de Dilma ter estacionado, a pesquisa voltou a registrar aumento na expectativa de vitória da petista. Para 69% dos eleitores, ela será a futura presidente - eram 66% há uma semana...
5
2
-
Roberto São Paulo-SP 2010
04/09/2010 - 02:24
Investimento puxa alta recorde do PIBFernando Dantas / RIO - O Estado de S.Paulo, 04 de setembro de 2010 | 0h 00http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100904/not_imp605092,0.php
O PIB desacelerou...
5
3
-
Roberto São Paulo-SP 2010
04/09/2010 - 02:25
03/09/2010,Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4¬ic...
O programa Empreendedor Individual (EI)...
5
4
-
Roberto São Paulo-SP 2010
04/09/2010 - 02:29
Capitalização pode tornar Petrobrás a 2ª das Américas
Estatal espera levantar até R$ 126,7 bilhões com a venda de ações, em processo que deverá ser o maior da história e aumentará fatia da União...
5
5
-
Rubem
04/09/2010 - 02:30
http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2010/09/03/Brasil/Expectativa_de_aumento_do_PIB_cre.shtml
PlaneamentoExpectativa de aumento do PIB cresce com resultado do primeiro semestreSexta-feira, 03/09...
5 TagsBanco do Brasil
bancos
banda larga
Bolsa Família
Bresser-Pereira
capitalismo
Casa Civil
Cidades
Crise
crise mundial
desemprego
Dilma Rousseff
Economia
Educação
Educação
Folha
Gestão
Gestão Pública
Habitação
impostos
investimentos
IPEA
moradores de rua
municípios
Mídia
oposição
PAC
Política
Políticas Sociais
Software
São Paulo
Tecnologia
telebras
Universidade
Universidades
|
Acho que onde há fumaça há fogo,e tudo pode se esperar quando a família Serra estiver envolvida.
O fato de o PSDB jamais permitir que fosse instalada
qualquer CPI na AL de São Paulo,que poderiam desven-
dar quase uma centena de escândalos dos governos do
PSDB é um grande sinal.Por isso eles morrem de medo
da palavra DOSSIÊÊÊ…