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Cláudio Lembo e os ataques no RioEnviado por luisnassif, seg, 29/11/2010 - 13:15Por Vera Passos Do Terra Magazine Cláudio Lembo As cenas dos últimos acontecimentos no Rio de Janeiro preocupam. Há em alguns meios de comunicação uma euforia juvenil pelas ações militares. São expressivas. Demonstram capacidade de ação. Ocorre que, na outra ponta, se encontram pessoas fragilizadas pela situação e enfraquecidas pela dura realidade que as cercam. Não são os integrantes do tráfico. TratTrata-se daquelas pessoas que compõem a comunidade e nela desenvolvem suas vidas e esperanças. Todas, em razão da generalização, são tratadas como delinqüentes. Perigosa percepção. Tanta gente boa e trabalhadora. Sensata. Envolvida, porém, pela violência e por um preconceito generalista e inconseqüente. As questões sociais exigem mais do que armas. Sente-se, nos episódios do Rio de Janeiro, a ausência de comissões específicas de parlamentares federais. Onde estão os representantes do povo no Congresso Nacional? Até agora foram incapazes de conceber um grupo para acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos dos órgãos de segurança. Nada, absolutamente nada. O Judiciário - federal e o estadual - certamente poderia ter instalado juizados nos locais afetados para receber eventuais registros de um Ministério Público até agora aparentemente ausente. A mesma observação cabe à Defensoria Pública. Onde se encontra este novo órgão concebido pela Constituição de 1988? Há uma ausência das entidades significativas da sociedade. Só contingentes militares. Nada de atividade social. Pessoas preparadas para enviar mensagens em situações de confronto. Apenas armas. Nenhuma atividade de solidariedade aos bons. Esquecem os agentes da legítima ação contra os traficantes que há um dia seguinte e este diz respeito à comunidade como um todo. Os habitantes de todas as regiões precisam conviver em harmonia. É própria das cidades a convivência civil. Aquela que permite a igualdade, ao menos formal, entre as pessoas. As armas são instrumentos transitórios. Pode-se resolver aparentemente um conflito. Elas, todavia, jamais levam à paz. Esta é conseqüência da harmonia entre pessoas e da busca comum da felicidade. Este anseio não pode ser apenas de alguns. Para ser efetiva necessita ser de todos. Falta, na fala das autoridades, a exposição do dia seguinte. Como serão tratadas as comunidades? Quais os investimentos a serem efetivados? Como se combaterá a ociosidade oriunda da ausência de escolas e trabalho? As operações são necessárias em razão da violência atomizada que se espalhou pelo Rio de Janeiro. Mas o extermínio de alguns poderá contentar setores da sociedade. Não resolverá, porém, a questão. Esta necessita de esforço conjunto de todas as esferas de Governo. Contentar determinados segmentos da sociedade, em detrimento de outros, não é boa política. A política sadia é desapaixonada. Pensa no bem comum. Esquece diferenças. Compreende que todas as pessoas são iguais e merecem, em conseqüência, tratamento igualitário. As exposições das autoridades, em grande massa, nas rádios e televisões apontam para o momento. Lembram comandantes de batalhas contra inimigos da Nação. Jamais se lança palavra apaziguadora e sensata. A comunicação eletrônica, nestes momentos difíceis, deve ser usada para dirigir mensagens positivas à parte que se deseja reintegrar na sociedade. Caso contrário, todos se tornam bravateiros em busca de fama transitória, Esta se transformará em veredicto histórico. Até hoje, acontecimentos sociais do passado são relembrados. Aquilo que, no momento, parece heróico mostra-se com o afastamento do tempo patèticamente amargo. Basta reviver Canudos. O Rio de Janeiro é diferente, dirá alguém. Trata-se de criminalidade puro e simples. É verdade. Mas mesma miséria que gerou inúmeros episódios pelo Brasil afora, no longo dos séculos, se encontra presente nos morros da cidade do Rio. Valeira a pena pensar em recolher as armas. Procurar a paz. Os brasileiros não podem ser divididos por brasileiros. É preciso buscar - desesperadamente - a união de cada cidadão com o seu conacional. Assim se construirá o futuro. Cláudio Lembo é advogado e professor universitário. Foi vice-governador do Estado de São Paulo de 2003 a março de 2006, quando assumiu como governador.
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Comentários + votados
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Nilson Fernandes
29/11/2010 - 14:56
Lembo não sabe de nada do que fala. |O que ocorreu no Rio partiu das prisões. Para resolver o problema aqui fora é preciso fiscalizar as prisões. E isto ele não fez quando foi governador interino.
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Nilson Fernandes
29/11/2010 - 15:00
O Lembo falando da Guerra de Canudos e esqueceu 2006 com o partido institucionalizado em São Paulo, PCC. O Alckmim chegou a frequentar o lançamento de um candidato do partido do crime sem saber...
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rsoand
29/11/2010 - 15:08
Se todos os membros da direita tivessem a postura de um Cláudio Lembo, o Brasil seria uma democracia muito mais madura.
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Aldo Cardoso
29/11/2010 - 15:10
Tendo o PSDB-SP um cidadão de concepções tão elevadas como Cláudio Lembo, não consigo entender por que não indicaram-no para senador em lugar do troglodita Aloísio Nunes
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edv
29/11/2010 - 15:11
Ora, as soluções para o "dia seguinte" não existem.
Mas já pode existir uma sensação de alívio, uma crença melhor, uma esperança, ainda que reticente.
As soluções (que não são únicas nem definitivas...
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Moacir Teles Maracci
29/11/2010 - 15:12
Belíssima reflexão efetuada por alguém que na história política brasileira sempre foi considerado conservador ou de "direita", rótulos que para o entendimento do que acaba de escrever não irão...
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luzete
29/11/2010 - 15:21
interessante este texto ser de cláudio lembo e, quando digo isto é porque me lembro do ninho do qual ele faz parte. chega a ser um texto romântico.
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neide
29/11/2010 - 16:39
Fica difícil acreditar que sao sérias essas cobranças de Lembo ao Estado do Rio de Janeiro e ao Governo Federal. Quando ele estava em São Paulo metido até o pescoço na política com o que há...
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Roberto Veiga
29/11/2010 - 16:52
Lembo anda lendo os textos do Emir Sader. Ainda vai conseguir chegar la.
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Fábio_Fábio
29/11/2010 - 17:39
Tenho acompanhado vários artigos escritos na internet, dizendo implicitamente que a operação realizada no Rio, nada mais é do que uma vitória de momento. Que depois a coisa volta a ser como era antes...
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Marcelo F. Brito
29/11/2010 - 20:03
Ele moveu algum dedo para investigar os assassinatos cometidos logo depois dos atentados do PCC em 2006?
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Regina Morena
29/11/2010 - 20:49
È preciso coragem,programa e capacidade para agir...O Rio começou...Nada foi feito como uma vingança pessoal,nem acordos secretos.Talvez,o mais triste,seja explicar o...
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Marcos C. Campos
29/11/2010 - 21:16
Parece um texto de alguem que chegou da Lua ontem ... ou seja, parece que nunca teve a oportunidade de viver o que o Gov. Cabral estah vivendo no Rio, em seu estado SP. Escreve como se fosse alguem...
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mello
29/11/2010 - 15:47
Parece que não se entendeu ainda que é apenas o começo da interferência do Estado. O complexo...
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Chico Pedro
29/11/2010 - 14:47
"...Os brasileiros não podem ser divididos por brasileiros. É preciso buscar - desesperadamente - a união de cada cidadão com o seu conacional.,,"
.
Pela enésima vez...:
Falta um projeto que una...
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Ivonildo Dourado
29/11/2010 - 14:47
S Senhor Cláudio Lembo fala com conhecimento de causa!
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"...Os brasileiros não podem ser divididos por brasileiros. É preciso buscar - desesperadamente - a união de cada cidadão com o seu conacional.,,"
.
Pela enésima vez...:
Falta um projeto que una todos os brasileiros em torno de uma idéia, de um objetivo.
E isso não é mera retórica, é parte de uma estratégia de desenvolvimento.
Devemos por de lado um pouco essa idéia que nossas riquezas bastam..
Em nenhum lugar do mundo isso funciona. Aqui não será diferente.
Só um detalhe bem desconfortável..:
Onde há desconfiança e falta de colaboração entre as pessoas, a tendência é reproduzir esse padrão..
S Senhor Cláudio Lembo fala com conhecimento de causa!
Lembo não sabe de nada do que fala. |O que ocorreu no Rio partiu das prisões. Para resolver o problema aqui fora é preciso fiscalizar as prisões. E isto ele não fez quando foi governador interino.
Nilson Fernandes
O Lembo falando da Guerra de Canudos e esqueceu 2006 com o partido institucionalizado em São Paulo, PCC. O Alckmim chegou a frequentar o lançamento de um candidato do partido do crime sem saber que o rapaz era criminoso e pertencia ao PCC Paulista. Tirou até foto com o criminoso e correu a internet.
Nilson Fernandes
Se todos os membros da direita tivessem a postura de um Cláudio Lembo, o Brasil seria uma democracia muito mais madura.
Tendo o PSDB-SP um cidadão de concepções tão elevadas como Cláudio Lembo, não consigo entender por que não indicaram-no para senador em lugar do troglodita Aloísio Nunes
Ora, as soluções para o "dia seguinte" não existem.
Mas já pode existir uma sensação de alívio, uma crença melhor, uma esperança, ainda que reticente.
As soluções (que não são únicas nem definitivas) para o futuro de curto prazo já estão aparecendo, como uma UPP para o Alemão.
Para caminhar ao destino, é preciso estar no caminho.
Para subir as escadas é preciso vencer os degraus.
Já para criticar, é só criticar...
Belíssima reflexão efetuada por alguém que na história política brasileira sempre foi considerado conservador ou de "direita", rótulos que para o entendimento do que acaba de escrever não irão acrescentar uma vírgula sequer. Cláudio Lembo está coberto de razão ao preocupar-se com o "dia seguinte" de comunidade de pessoas anônimas, reais e atuantes que durante quase três décadas tiveram seu cotidiano negado em virtude da opressão do poder paralelo do crime organizado, mas também da eterna omissão dos agentes públicos. Enquanto naquelas comunidades houve ausência quase absoluta do Estado, o poder paralelo do crime organizado se legitimou com o pretexto da miséria e do sofrimento do povo para justificar suas ações e seus interesses no mundo do crime. Bastou uma melhora relativa, uma maior presença do poder público através das UPP's, de obras do PAC e também, mas não menos importante, de melhorias dos índices de desemprego que não faz muito tempo chegava à casa dos 60 % da população para que o contexto legitimador e justificador do crime organizado se desfizesse, ao menos relativamente. A aceitação das operações policiais, inclusive o apoio significativo que é dado pelas comunidades aos agentes das operações militares indicam que os traficantes estão acuados, não só pela postura corretamente agressiva dos agentes policiais e das Forças Armadas, mas acuados pela perda de "moral" perante as comunidades dos morros. A correção da omissão histórica das elites dirigentes não pode se restringir a essas ações repressivas ao tráfico, sem dúvidas corretas e importantes, mas insuficientes para devolver àquelas comunidades sofridas a estatura de seres humanos, de indivíduos que merecem e precisam ter um lugar ao sol como qualquer um de nós brasileiros. Cláudio Lembo está coberto de razão!
interessante este texto ser de cláudio lembo e, quando digo isto é porque me lembro do ninho do qual ele faz parte. chega a ser um texto romântico.
e O PAC é para que?
Parece que não se entendeu ainda que é apenas o começo da interferência do Estado. O complexo do Alemão já fazia arte do PAC antes da ação policial-militar. Há obras em andamento. A prefeitura acaba de anunciar novas intervenções,,.O estado do Rio há de colaborar também. A carência é grande , mas as politicas virão. Temos que cobrar, vigiar, mas também ter paciência...Tem um tempo de maturação. Criticar só por criticar....Muito pior são as políticas , estadual e municipal, na área de transportes!
Fica difícil acreditar que sao sérias essas cobranças de Lembo ao Estado do Rio de Janeiro e ao Governo Federal. Quando ele estava em São Paulo metido até o pescoço na política com o que há de pior em termos de relações sociais com as comunidades carentes, não se deu conta.
Lembo anda lendo os textos do Emir Sader. Ainda vai conseguir chegar la.
Esqueci o link
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/05/353707.shtml
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
Tenho acompanhado vários artigos escritos na internet, dizendo implicitamente que a operação realizada no Rio, nada mais é do que uma vitória de momento. Que depois a coisa volta a ser como era antes.
Não acredito que os "autores" destes artigos não estão tentando atingir a figura do Governador Cabral e, principalmente, tentando atingir a pessoa do nosso Presidente Lula.
A Operação realizada não vale nada??? Então qual a melhor solução? Fazer como o governo paulista e realizar acordo com o crime organizado???
Seria melhor não ter acontecido a operação de tomada da vila Cruzeiro e do Morro do Alemão???
O que eles estão criticando??? A investida contra os bandidos???
Entendo que, na mentalidade destas pessoas, a melhor atitude que as Forças de Segurança face aos veículos que foram incendiados pelos traficantes do Rio seria que tivessem, tão somente, acionados os bombeiros para apagar as chamas.
O processo é longo, infinito, cabera ao estado dar um passo a cada dia e saber corrigir os erros de percurso. Importante é ter o projeto que contemple os interesses da sociedade e a integre na escolha do caminho que traga melhores condições de vida em todos as areas.
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Nassif,
Diante dos fatos que estão acontecendo no Rio, de quando em vez alguém lembra a guerra de Canudos.
Calma, gente. Canudos foi uma questão social contra os desgovernos da Bahia e do Rio de Janeiro, ou da República Velha, como queiram, para apoiar os primeiros assentamentos agrários pelo vasto país continente chamado Brasil.
Luta por uma reforma agrária, se possível “Na marra”, como diria o deputado Chico Julião, fundador das Ligas Camponesas, nos anos 60.
Confundir questão social com máfia de tráfico, que mantém seu poder paralelo graças o apoio da elite burocrática e política de cariocas e paulistas é deveras falta de leitura do comentarista.
Já que não leram Euclides da Cunha (Os Sertões), o pessoal tem a opção para o vencedor do Prêmio Nobel de literatura deste ano: o escritor peruano Mario Vargas Llosa.
Na sua “A Guerra do Fim do Mundo, edição de 1981, ele faz uma reeleitura de Os Sertões...
Desculpe entrar nesta seara... de sociólogo e historador.
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Nassif,
Canudos foi uma questão social: a luta de um povo para trabalhar a terra; o mercado de drogas: um negócio lucrativo tal e qual a compra e venda de escravos africanos, ou, pelo repeteco do Do Vi o Mundo, com depoimento de José Cláudio Souza Alves, mestre em sociologia, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Atualmente é professor na Universidade Federal Rural, do Rio de Janeiro:
“O que está por trás desses conflitos urbanos é uma reconfiguração da geopolítica do crime na cidade”.
“Não estou dizendo que o Estado foi corrompido. Estou dizendo que o próprio estado em si é o crime. O mercado e o Estado são os grandes problemas da sociedade brasileira. O mercado de drogas, articulado com o mercado de segurança pública, com o mercado de tráfico de drogas, de roubo, com o próprio sistema financeiro brasileiro, é quem tem interesse em perpetuar tudo isso.”
Ele moveu algum dedo para investigar os assassinatos cometidos logo depois dos atentados do PCC em 2006?
Cláudio Lembo pensa. Logo tem luicidez e visão de futuro.
Por isso, usei e abusei deste alerta; não é uma brincadeira. Foram quase 450 brasileiros mortos e centenas de outros mutilados. Dos moradores, civis, dos Montes foram-se milhares.
Por isso, quando do movimenyo militar de 1964, empossou-se um ser humano que sofreu as agruras da guerra e não permitiu a carnificina de nossos pracinhas, apesar das críticas dos carniceiros.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Qdo foi governador, o LEMBO fugiu de medo do PCC, agora vai dar uma de bacana querendo falar dos outros, ora LEMBO, quem eh macho vai pra guerra, nao fica acuado como aconteceu no seu gôverno, vai tratar de lavar a boca com sabão antes de falar da nossa TROPA DE ELITE (GOVERNADOR CABRAL, PREFEITO EDUARDO PAES, SENADOR MARCELLO CRIVELLA E PRESIDENTE LULA)!!!!!!!!!!!
È preciso coragem,programa e capacidade para agir...O Rio começou...Nada foi feito como uma vingança pessoal,nem acordos secretos.Talvez,o mais triste,seja explicar o que aconteceu para as mães de maio...Houve algum comentário sobre o fato?
Parece um texto de alguem que chegou da Lua ontem ... ou seja, parece que nunca teve a oportunidade de viver o que o Gov. Cabral estah vivendo no Rio, em seu estado SP. Escreve como se fosse alguem que chegou de outro pais e sai dando palpite aos montes.
Nao entendo este politicos velhacos , acham que a gente que os le nao tem memoria , nao sabem onde eles jah estiveram em quais posicoes ja tiveram poder de fazer algo. E criticam quem teve coragem de fazer hoje em dia e enfrentar a m..... que eles deixaram ...
E se fosse em SP ? Ele escreveria este tipo de artigo ? Se cuidem paulistas a tendencia eh o crime organizado mostrar as garras ai tambem ... Estao perdendo faturamento no Rio vao querer recuperar em algum lugar ...
Eu ainda não entendi o que o Sr. Lembo está a fazer no DEM.
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