Cientista de 17 anos consegue destruir células cancerígenas

Por Joao A M

A cura do câncer!

É sobre a cura do câncer, o assunto está borbulhando no Twitter e nas procuras do Google. Olhei as fontes oficiais, é verdade, não é boato! Está no site da Siemens. Postarei o que entendi da história e a fonte oficial.

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No último 5 de dezembro, a Siemens pagou US$ 100 mil a uma nerd de origem chinesa que venceu sua feira de ciência, nos EUA, com um projeto de produção de um polímero que gruda apenas em células cancerosas e pode liberar diversos tipos de drogas após uma irradiação em infravermelho. A molécula têm metais em sua composição que permitem criar uma imagem precisa das células em uma ressonância magnética e não afeta as células normais.



Ela ainda não entrou na universidade, tem apenas 17 anos, mas participa de um projeto pioneiro em Stanford e é orientada por um doutor também chinês. Já ganhou diversos prêmios científicos nessa área e estudou mais de mil horas sob orientação pra desenvolver a partícula.

O tratamento teve 100% de sucesso em ratos. Não só isso, outras substâncias parecidas podem ser criadas para encontrar outros tipos de células no futuro e tratar as mais variadas doenças.Seu orientador acredita que o tratamento começará a ser testado em humanos em 20 anos.

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A notícia já é antiga, 2 meses, mas está sendo encoberta pela mídia.

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17 comentários
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Jorge Nogueira Rebolla

Por João A M, de Acredito em Mitos

 
 
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joao am

 Chupa!

 

http://www.siemens-foundation.org/en/competition/2011_winners.htm

 
 
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Reinaldo_

O cara Rebolla demais e não pesquisa:

http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/jovem-de-17-anos-cria-nano-particula-que-ajuda-no-tratamento-contra-o-cancer

09 de Dezembro de 2011 | 17:22hJovem de 17 anos cria nanopartícula que ajuda no tratamento contra o câncer

Angela Zhang trabalhou dois anos para chegar ao resultado final. Pela invenção, adolescente foi premiada com US$ 100 mil

Nanopartículas


http://noticias.r7.com/saude/noticias/estudante-de-17-anos-pode-ter-descoberto-a-cura-para-o-cancer-20120210.html?question=0

Conheça a estudante de 17 anos que pode ter descoberto a cura para o câncer

Angela Zhang, que está no Ensino Médio, disse se sentir uma "Cinderela nerd"

 

zhang

 

Reinaldo_

 
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foo

UOL e R7 estão longe de serem fontes confiáveis.

Na falta de maiores evidências, trata-se de uma barriga similar à do boimate.

Alegações espetaculares exigem provas espetaculares.

 
 
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Reinaldo_

Confiável mesmo só se der no Jornal Nacional, né?

 

Reinaldo_

 
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Marco Santo

Ainda bem que vc não " aquele " "reinaldo". De acordo.

 
 
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joao am

Cadê o link?

http://www.siemens-foundation.org/en/competition/2011_winners.htm

Aproveita e posta este também:

http://inr.synapticdigital.com/Siemens/Competition2011/

Em português, alguns sites menores já informaram, há um certo tempo. Como o Nassif demorou para informar, já está na grande mídia.

http://noticias.r7.com/saude/noticias/estudante-de-17-anos-pode-ter-desc...

 
 
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Assis Ribeiro

Na dúvida, uma certeza...

..."A história da cultura do ocidente é marcada pela visão juvenil, seus momentos mais inovadores e radicais foram responsabilidade dos mais jovens. Nossa cultura é marcada pelo arquétipo do jovem rebelde, um culto tão poderoso quarto a sua antítese, o respeito oriental pelos mais velhos.    Por outro lado, a visão característica básica da visão madura é a necessidade de organização.    Um mundo organizado pela visão madura, manifesta em toda espécie de leis e regulamentos, deve sofrer periodicamente as fraturas criadas pela visão juvenil. Trata – se da condição de equilíbrio mínimo, capaz de insuflar a renovação num mundo dominado pela rigidez da ordem."...   http://assisprocura.blogspot.com/p/que-juventude-e-essa.html

 

Assis Ribeiro

 
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João Bosco Rocha

É verdade Assis, tanto é que, segundo uma informação que li há muito tempo, as grandes teorias da física nasceram de cientistas jovens, e mais, parece que somente os cérebros jovens seriam capazes de tanta proeza. É preciso "viajar muito" na imaginação para se desenvolver as grandes idéias, características próprias dos cérebros jovens. Na área da informática, temos o criador do P2P, com o Kazaa, então um fedelho com 19 anos, que revolucionou a indústria e o comércio da música tal como a ouvimos hoje, o que dizer então do Bill Gates e os Steves Jobs e Wozniack quando embarcaram de cabeça nos primórdios da informática?

 
 
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Jose Mayo

"Postarei o que entendi da história e a fonte oficial." (João A M)

João, cadê a "fonte oficial"? Esqueceu?

 

"Um fósforo só não tem energia para queimar um bosque inteiro, mas pode começar o incêndio." (sobre as ideias, Jose Mayo)

 
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Sklogw

São os mesmos que defendem bobagens como homeopatia e curas espirituais.

 
 
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Natália

Um grande avanço científico! É uma pena que a indústria farmacêutica e outros "grandes" ainda tentem impedir que avanços como esse sejam divulgados e comprometam os seus lucros, assim como acontece com a AIDS e outras doenças que tem um tratamento medicamentoso caríssimo. Ainda precisamos de mais transparência pública na ciência e tecnologia. Não há dúvidas que grandes descobertas estão sendo feitas nos últimos anos, falta espaço e incentivo para serem fomentadas e divulgadas, possibilitando uma maior expectativa de vida às pessoas que necessitam.

 
 
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SergioF

Notícia mais importante passando desapercebida...

http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/gerais/2012/02/10/interna...

Jejum é aliado na luta contra o câncer

Pesquisa norte-americana sentencia: redução de alimentação atinge células malignas, até mesmo tumores metastáticos severos. Mas cientistas alertam quem tem a doença a não fazer nada em casa

Paloma Oliveto

Publicação: 10/02/2012 04:00


Se não se pode com o inimigo, mate-o de fome – pelo menos, quando o adversário é o câncer. Um estudo publicado na edição de ontem da revista Science Translational Medicine descreve resultados animadores na luta contra a doença, obtidos por meio de uma abordagem inédita. Em vez de ir atrás de uma fórmula farmacêutica mágica, pesquisadores da Universidade de Southern Califórnia, em Los Angeles, apostaram no jejum para varrer do organismo as células malignas. Considerados “surpreendentes” pelos autores, os efeitos abrem caminho para um novo tipo de tratamento, capaz de eliminar até mesmo metástases severas.
Foram muitos anos de pesquisas intensas, até que a equipe comandada pelo biólogo Valter Longo conseguiu provar o que o cientista ítalo-americano já desconfiava: diferentemente das células normais, as cancerosas não sobrevivem em ambientes hostis. Em 2003, Longo, que estuda o envelhecimento celular, imaginou se, em estado de privação de nutrientes, as células com mutações oncogênicas se comportariam da mesma forma que as saudáveis. O biólogo explica que, na falta de alimentos, as células sadias entram em um estado semelhante ao da hibernação: se “recolhem”, evitando qualquer tipo de atividade que possa consumir os nutrientes restantes, até que a fartura as abasteça novamente.
As células cancerosas são diferentes. Elas precisam estar ativas o tempo todo, pois, para formar um tumor, têm de se dividir inúmeras vezes. “Esse é o preço que pagam. Se, por um lado, têm a vantagem de se replicar, por são prejudicadas justamente por causa disso. Elas não conseguem entrar no ‘modo off’ e isso provoca a sua morte”, explica o pesquisador (leia Três perguntas para).  Desde então, a equipe de Longo tem se esforçado para testar a eficácia do jejum no combate ao câncer.
Há quatro anos, foi publicado um artigo na revista científica Pnas, no qual os cientistas descreviam os benefícios da falta de alimentação durante o tratamento quimioterápico. Na época, porém, o que eles estavam pesquisando era se a privação de nutrientes ajudava a amenizar os efeitos tóxicos dos medicamentos, algo que conseguiram comprovar. Isso acontece porque a redução de 20% a 40% da ingestão calórica protege as células do estresse oxidativo, desencadeado por drogas fortes. Um detalhe, porém, chamou a atenção de Longo. Dez pacientes humanos que se submeteram a um jejum de 48 horas antes e depois da quimioterapia apresentaram uma resposta bem melhor ao tratamento.

Comprovação Longo resolveu, então, estudar diretamente os efeitos da privação de alimentos na contenção e mesmo na eliminação do câncer. Ele transplantou em ratos tecidos cancerosos de diversos tipos de tumores, tanto de origem humana quanto exclusivos de animais (veja infografia). O estudo foi dividido em etapas, nas quais sempre se comparava o comportamento celular dos animais que foram submetidos ao jejum ao daqueles que receberam alimentação normal.
Em todos os testes, foi constatado que a restrição alimentar é mais vantajosa do que o medicamento sozinho. O que mais surpreendeu os cientistas é que, em alguns casos, os ciclos de jejum, sem administração de quimioterápicos, eram tão eficazes quanto os remédios. Aliada à quimioterapia, porém, a redução de calorias foi ainda mais positiva, conseguindo, inclusive, eliminar metástases, situação caracterizada pelo espalhamento das células malignas para outros órgãos.
A bióloga Lizzia Raffaghello, pesquisadora do Laboratório de Oncologia do Instituto Giannina Gaslini, em Gênova, na Itália, explica que, diante de resultados tão animadores, a equipe resolveu investigar se o método também se aplicava às metástases. “Ficamos muito satisfeitos com o que descobrimos”, conta. “Tumores metastáticos são extremamente difíceis de curar, por isso adotamos os ciclos de jejum e altas doses de quimioterapia em ratos com metástases em estágio avançado”, descreve. Os animais foram manipulados para desenvolver câncer de mama murino (de roedores), melanoma e neuroblatoma, altamente metastáticos.
No 28º dia, os ratos que passaram por jejum e uma combinação de diferentes drogas apresentaram uma redução significativa nos tumores. “Eles foram, então, realimentados, e recuperaram rapidamente o peso”, relata Lizzia. Além disso, diferentemente dos ratos que não foram submetidos ao jejum, os que passaram pela dieta de restrição calórica não desenvolveram metástase nos ovários nem no sistema linfático. “Em geral, ratos que fizeram jejum e quimioterapia tiveram uma redução de 40% nas metástases, comparados aos do grupo de controle”, diz o estudo.

Mais chances Não satisfeitos, os cientistas decidiram fazer um experimento que reproduzisse com maior semelhança possível o tratamento de câncer em humanos. No caso, estavam interessados em investigar as células malignas do neuroblastoma, tumor da glândula suprarrenal que afeta principalmente crianças. Eles monitoraram dois grupos de ratos com a doença. Os animais que passaram por dois ciclos de jejum associados a alta dosagem de quimioterapia (16mg/kg) tiveram 42% mais chances de viver por um longo período (180 dias). Todos os ratos do outro grupo, porém, morreram durante esse período. Trezentos dias depois, os sobreviventes estavam completamente curados do câncer. “Acredito que conseguimos mostrar que os ciclos de jejum com a quimioterapia são extremamente eficazes no combate de diversos tipos de câncer”, constata Valter Longo.
O artigo sugere que as expectativas de aplicação do método em humanos são imensas. “A restrição dietética para pacientes já vulneráveis à perda de peso por causa do câncer ou da quimioterapia não é viável, porque estudos animais mostram que são necessários muitos meses para que eles recuperem os quilos perdidos”, diz o artigo.
“O jejum em um pequeno espaço de tempo, porém, entre 62 horas antes e 24 horas depois da quimioterapia, é bem tolerado pelos pacientes oncológicos, por isso a restrição de ingestão calórica tem potencial para se tornar um procedimento clínico”, completa o texto. Longo, porém, ressalta que pacientes oncológicos não devem fazer o jejum por conta própria. “Precisamos de mais testes em humanos”, diz. “Em alguns casos, a restrição dietética pode causar muitos malefícios. Por favor, não tentem isso em casa”, alerta.
 Para Pichas Cohen, professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles e pesquisador da área de câncer, o método proposto por Longo é um marco na história da oncologia. “Esse artigo é extremamente importante e deve ser lido por todos os médicos”, acredita o cientista, que não participou do estudo. “Na verdade, podemos dizer que estamos frente a um novo conceito de tratamento. Se o jejum ajuda a defender as células sadias, isso significa a possibilidade de usarmos doses maiores de quimioterapia, o que é mais eficaz, porém muito tóxico. É preciso começar rapidamente os testes clínicos”, opina. 

 
 
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Assis Ribeiro

Incrível, mesmo com link apresentado alguns aproveitaram para dar uma espetadinha no comentarista  que indicadou a matéria.

Incrível, não se acreditar que possa se criar ou descobrir fora dos bancos acadêmicos, mesmo a jovem sendo orientada pela ciência e academia.

..."Ela ainda não entrou na universidade, tem apenas 17 anos, mas participa de um projeto pioneiro em Stanford e é orientada por um doutor também chinês. J."...

 

Assis Ribeiro

 
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Luiz Souza

Se a cura não está saindo dos grandes laboratórios porque não pode aparecer de uma estudante de 17 anos que "pode ter descoberto a cura para o câncer". A ideia não é tão louca assim!

"A esperança não é nem realidade nem quimera. É como os caminhos da terra: na terra não havia caminhos; foram feitos pelo grande número de passantes.

"Lu Hsun"

 
 
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Ivan Moraes

"porque não pode aparecer de uma estudante de 17 anos que "pode ter descoberto a cura para o câncer"":

Seria uma tragedia para a industria do cancer, que fez sua doenca a doenca mais cara do mundo.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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FabioREM

Isso me lembra o "Fantástico o show da vida" nos anos 70, quando a cada 2 programas, um era com aquela matéria final do Hélio Costa sobre uma possível cura do câncer. Nunca dava em nada.

Vamos aguardar se o que a menina descobriu é algo concreto ou como uma daquelas matérias do Hélio Costa. 

 
 

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