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Chacina do Unaí faz 8 anos, e nada foi esclarecidoEnviado por luisnassif, sab, 28/01/2012 - 11:00
Por Prometeu
Bravo Nassif, Hoje estamos completando oito anos de impunidade para os assassinos de três auditores e um motorista do Ministério do Trabalho, no episódio que ficou conhecido como Chacina de Unaí. O dia 28 de janeiro, através de lei, passou a ser o dia nacional do auditor fiscal do trabalho, categoria da qual orgulhosamente faço parte. O atentado contra os colegas foi o maior já cometido contra agentes do Estado em toda a história do país. Trago abaixo texto do frei Gilvander Moreira, da Pastoral da Terra. Também recomendo os vídeos da recente entrevista com Carlos Calazans, delegado regional do trabalho em MG, na época do massacre, dando vários detalhes sobre o crime e as provas robustas contra os réus. Solicito divulgação para ajudar a forçar o nosso glorioso Judiciário a finalmente submeter os acusados a júri popular.
Massacre de fiscais em Unaí: oito anos de clamor por justiça! Gilvander Moreira “Ouço o sangue do teu irmão, da terra, que clama por mim!”, exclama o Deus da vida. (Gênesis 4,10) Era dia 28 de janeiro de 2004, 8h20’ da manhã. Em uma emboscada, cinco jagunços dispararam rajadas de tiros em quatro fiscais da Delegacia Regional do Ministério do Trabalho, perto da Fazendo Bocaina, município de Unaí, Noroeste de Minas Gerais. Passaram-se 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 anos. Justiça? Cadê? Dia 28 de janeiro próximo completa oito anos desse bárbaro massacre. Quatro indiciados como mandantes estão soltos. São Antero Mânica (prefeito de Unaí, pelo PSDB), Norberto Mânica (“rei do feijão” (?)), Hugo Pimenta e José Alberto Costa, que contratou os executores. Estão presos quatro dos acusados: Francisco Pinheiro, Erinaldo de Vasconcelos Silva, Rogério Alan da Rocha Rios e William Gomes de Miranda. Humberto Ribeiro dos Santos, acusado de haver sido o encarregado de apagar as provas do crime, foi libertado. .Antes do tempo, na maior chacina contra agentes do Estado Brasileiro, foram ceifadas as vidas deErastótenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva (Auditores Fiscais do Trabalho) e Ailton Pereira de Oliveira (motorista oficial). Por quê? Como servidores éticos, estavam cumprindo seu dever: fiscalizando fazendas no município de Unaí. Multaram vários fazendeiros. A família Mânica, por exemplo, foi multada em mais de 3 milhões de reais. Após uma infinidade de recursos, pagaram apenas 300 mil reais. As multas foram por terem encontrado trabalhadores em situações análogas a escravidão, sobrevivendo em condições precárias e se envenenando com a aplicação exagerada de agrotóxicos na monocultura do feijão. Por isso, os fiscais foram ameaçados de morte. O fiscal Nelson chegou a fazer um relatório alertando sobre as ameaças de morte que vinha sofrendo. E, tragicamente, não ficaram só nas ameaças, aconteceu um massacre.Quem matou em quem mandou matar? Em um arrojado processo de investigação das Polícias Federal e Civil, um grande elenco de provas robustas consta do processo, tais como: a) confissão dos jagunços que estão presos; b) pagamento de 45 mil reais em depósito bancário; c) automóvel da mulher de Antero Mânica usado pelos jagunços; d) nomes e identidades dos jagunços no livro do hotel, em Unaí, onde estavam hospedados os fiscais, comprovando que lá dormiram também os jagunços; e) depoimento do Ailton, motorista dos fiscais, que, após recobrar a consciência, após o massacre ainda encontrou forças para dirigir a camionete até a estrada asfaltada, mas morreu sendo levado para socorro em Brasília; f) uma série de telefonemas entre os jagunços e mandantes, antes e depois da chacina; g) um automóvel encontrado jogado dentro do Lago Paranoá, em Brasília; h) relógio do Erastótenes encontrado dentro de uma fossa, na cidade de Formosa, GO, conforme confissão dos assassinos; etc. Os fiscais estavam ali para defender os direitos de trabalhadores do campo explorados por grandes grupos empresariais e submetidos a condições indignas de trabalho. São mártires da ganância dos poderosos e da luta contra o trabalho escravo. Dia 28 de janeiro se tornou Dia de combate ao trabalho escravo. No 3º aniversário do massacre, dia 28/01/2007, no local onde o sangue dos fiscais foi derramado na terra mãe, Dom Tomás Balduíno, ex-presidente e atual Conselheiro da Comissão Pastoral da Terra, denunciava: “Este covarde massacre dos 4 fiscais não pode ficar impune. Cadê a justiça? Massacre como este não é exceção. Tem sido a regra. Cinco jagunços estão presos e quatro supostos mandantes continuam soltos. O inquérito já foi feito. Há 09 indiciados. A impunidade nestes casos alimenta a espiral de violência. Exigimos o julgamento já, sem mais demora. Chega de enrolação! Que se julgue e puna não apenas os jagunços, mas também os mandantes. Os fiscais foram vítimas da luta contra o Trabalho Escravo. A Comissão Pastoral da Terra diz que há mais de 25 mil pessoas ainda submetidas a situação análoga à escravidão no Brasil. Os fiscais foram vítimas do agronegócio, das monoculturas da soja, do feijão, da cana-de-açúcar, do eucalipto. Exigimos justiça já, em nome do Deus da vida.” Marinês, viúva do fiscal Erastótenes, com a voz embargada, em meio a lágrimas, clama por justiça: “Ao saber que meu amado marido Erastótenes tinha sido assassinado junto com João Batista, Nelson e Ailton, uma espada de dor transpassou meu coração e continua transpassando, porque a justiça ainda não foi feita. A dor e a angústia continuam muito grande diante da impunidade. Pelo amor de Deus, julguem logo os assassinos, jagunços e mandantes. Os fiscais foram assassinados durante seu trabalho, por trabalharem bem, por serem honestos, por não se corromperem e por cumprirem o seu dever. Exigimos justiça! Que mais este massacre não fique na impunidade.” No final de 2011 o julgamento foi desmembrado. Dizem que primeiro serão julgados os jagunços e depois – não se sabe quando – os indiciados como mandantes. Separar os jagunços dos mandantes pode ser uma manobra que dificultará mais ainda a condenação dos mandantes. Enquanto reina a injustiça, a impunidade, o município de Unaí se transformou em campeão na produção de feijão, no uso de agrotóxico e no número de pessoas com câncer. Relatório do deputado Padre João (PT) demonstra que o número de pessoas com câncer, em Unaí, é cinco vezes maior do que a média mundial. A cada ano, 1260 pessoas contraem câncer na cidade. Aliás, um hospital do câncer já está sendo construído na cidade, pois ficará menos oneroso do que levar toda semana vários ônibus lotados de pessoas para se tratarem de câncer no estado de São Paulo. As águas e a alimentação estão contaminadas pelo uso indiscriminado de agrotóxico. A fama que espalhou pela região é que o feijão de Unaí está envenenado, pois do plantio até a colheita aplicam até 15 vezes fungicida, inseticida e herbicida, muitos desses venenos já são proibidos na Europa e EUA. Confiram o Filme-documentário “O veneno está na mesa”, de Sílvio Tendler. A impunidade alimenta também o agravamento do trabalho escravo no país. No final de setembro de 2010, uma Operação coordenada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Minas Gerais (SRTE/MG) libertou 131 pessoas escravizadas em lavouras de feijão na Fazenda São Miguel e na Fazenda Gado Bravo, localizadas respectivamente em Unaí (MG) e Buriti (MG). Nenhum dos libertados tinha a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) assinada. A jornada da capina e colheita do feijão começava as 4h30’ e se estendia até às 14h30’, sem que fosse respeitado o intervalo para repouso e alimentação. Segundo depoimentos, a labuta se estendia aos domingos, em descumprimento ao descanso semanal. O pagamento feito pelo "gato", que subtraía boa parte dos recursos que vinha dos proprietários, era por produção, sem qualquer recibo. Havia um sistema de endividamento dos empregados por meio de uma cantina em que alimentos, produtos de higiene e outros gêneros eram "vendidos" a preços mais altos que os praticados pelo mercado. O transporte de trabalhadores era completamente irregular e o manuseio de agrotóxicos (armazenamento, sinalização e estrutura exigidas), inadequado. A lista suja de trabalho escravo em 2011 se tornou a maior da história: 294 fazendeiros utilizaram-se deste sistema. Em 2011, houve um aumento de 23% nos casos de trabalho escravo no campo, aponta CPT. Foram 3.882 casos identificados, mas regatados somente 2.271 trabalhadores escravizados. O Deus da vida disse a Caim: “O sangue do teu irmão Abel clama por mim!” (Gênesis 4,10). Deus, fonte da vida, da esperança, da solidariedade e da libertação, caminha com os pobres que se unem e, organizados, marcham lutando por um mundo com justiça. Por isso, agora, Deus, com profunda comoção e indignação, grita ao poder judiciário e aos promotores do agronegócio: “Ouço o sangue de meus filhos, teus irmãos Nelson, João Batista, Erastótenes e Ailton, covardemente assassinados, enquanto honestamente cumpriam a missão deles: combater trabalho escravo.” Um grito por justiça está ecoando há 8 anos: O povo de Minas, do Brasil e do Mundo exige o JULGAMENTO JÁ DOS ASSASSINOS DOS FISCAIS! EXIGIMOS JUSTIÇA! QUE OS JAGUNÇOS E MANDANTES SEJAM JULGADOS E CONDENADOS! Belo Horizonte, 20 de janeiro de 2012. Frei Gilvander Moreira – gilvander@igrejadocarmo.com.br
Assista, nos cinco links, abaixo, reportagem complementar, em vídeo, feita por Gilvander Moreira.
1) Entrevista com Helba, viúva de Nelson, 1 dos 4 fiscais matados em Unaí em 28/01/2004 - 07/01/2012.
2) Oito anos do massacre de 4 fiscais do MTE, em Unaí - Entrevista com Calazans - 1a parte - 12/01/2012. 3) Entrevista com Carlos Calazans sobre o Massacre de 4 fiscais do MTE, em Unaí - 2a parte - 12/01/2012. 4) Feijão de Unaí está envenenado? - Fala de Edivânia, de Escola Municipal de Arinos - 10/01/2012. 5) Agrotóxicos - perigo - Testemunho de Washington Fernandes Moreira - de Arinos, MG - 10/01/2012. [1] Frei e padre carmelita; mestre em Exegese Bíblica; professor do Evangelho de Lucas e Atos dos Apóstolos, no Instituto Santo Tomás de Aquino – ISTA -, em Belo Horizonte – e no Seminário da Arquidiocese de Mariana, MG; assessor da CPT, CEBI, SAB e Via Campesina; e-mail: gilvander@igrejadocarmo.com.br – www.gilvander.org.br –www.twitter.com/gilvanderluis - facebook: gilvander.moreira
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Comentários + votados
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Eduardo Ramos
28/01/2012 - 11:14
" Hoje estamos completando oito anos de impunidade para os assassinos de três auditores e um motorista do Ministério do Trabalho, no episódio que ficou conhecido como Chacina de Unaí."
Prometeu,...
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Celio Mendes
28/01/2012 - 11:41
Outro exemplo da cultura do "dexa disso" que foi mencionada em outro post, 8 anos "deixando disso".
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Emilio GF
28/01/2012 - 11:47
COMO O POVO VOTA E REELEGE UM ASSASSINO?
E depois tem gente que acha que só em São Paulo tem fascista.
Já elegemos muito ladrão, mas assassino, ainda não.
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Affon
28/01/2012 - 12:02
O Título está errado. TUDO FOI ESCLARECIDO.
O problema é que os CAPEZ da vida (depois do Pinheirinho esse nome virou sinônimo de ódio aos pobres e a Justiça) não deixam que os mandantes do crime...
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Marco St.
28/01/2012 - 12:20
Terrível dizer isso mas se os fiscais fossem corruptos, estariam todos vivos, bem, e devidamente protegidos pela justiça. É essa a lição que querem passar?
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Prometeu
28/01/2012 - 12:44
Affon, você tem toda a razão. O título contradiz a matéria, mas ainda dá tempo de corrigir.
Valeu Nassif, por dar visibilidade ao tema.
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Cafezá
28/01/2012 - 13:15
Se compararmos a invasão do Pinheirinho por parte do Poder com a chacina do Unaí por parte de políticos e fazendeiros agraciados com benesses pelo Poder, veremos que este age com impressionante...
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Kid Prado
28/01/2012 - 18:42
O prefeito Mânica é mesmo do PSDB? Nunca vi isto ser mencionado no Estado de Minas, na Rádio Itatiaia, na Globo Minas, no O Tempo, bem como em nenhum dos órgãos da nossa "grande mídia...
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José Carlos Lima
28/01/2012 - 11:26
Como que a Justiça autorizou a candidatura do Antero Mânica (prefeito de Unaí, pelo PSDB)
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" Hoje estamos completando oito anos de impunidade para os assassinos de três auditores e um motorista do Ministério do Trabalho, no episódio que ficou conhecido como Chacina de Unaí."
Prometeu, parabéns pela lembrança. Poderíamos remeter seu post para suas excelências, os presidentes de tribunais de justiça, que acreditam que venha dos "mensaleiros" as pressões contra o Poder Judiciário. Talvez eles acreditem, que descasos absurdos como esse, não tenha nada a ver com o descrédito da população. Vergonha!!!!!!!
Como que a Justiça autorizou a candidatura do Antero Mânica (prefeito de Unaí, pelo PSDB)
Grato,
SPIN em Rede(link)
COMO O POVO VOTA E REELEGE UM ASSASSINO?
E depois tem gente que acha que só em São Paulo tem fascista.
Já elegemos muito ladrão, mas assassino, ainda não.
Outro exemplo da cultura do "dexa disso" que foi mencionada em outro post, 8 anos "deixando disso".
Quando o sorvete acaba não adianta raspar o pote.
"Outro exemplo da cultura do "dexa disso"":
Eu ia dizer isso mesmo e mencionar o mesmo post.
Pra que cultura de denuncia se o Estado falha toda santa vez que voce precisa dele?
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Prometeu, o "nosso glorioso Judiciário" está eivado de fina ironia.Cuidado ao mexer com estes semi-deuses.
O Título está errado. TUDO FOI ESCLARECIDO.
O problema é que os CAPEZ da vida (depois do Pinheirinho esse nome virou sinônimo de ódio aos pobres e a Justiça) não deixam que os mandantes do crime sejam punidos.
Affon
Affon, você tem toda a razão. O título contradiz a matéria, mas ainda dá tempo de corrigir.
Valeu Nassif, por dar visibilidade ao tema.
O prefeito Mânica é mesmo do PSDB? Nunca vi isto ser mencionado no Estado de Minas, na Rádio Itatiaia, na Globo Minas, no O Tempo, bem como em nenhum dos órgãos da nossa "grande mídia". Dizem que aquele prefeito de Jandira-SP, assassinado a mando de um secretário do mesmo partido, também é do PSDB, mas também ninguém menciona isto quando sai uma matéria sobre o fato. Será mesmo? Bem, e o prefeito Celso Daniel é do PT, ou seu sobrenome é Dupetê?
Kid Prado
Terrível dizer isso mas se os fiscais fossem corruptos, estariam todos vivos, bem, e devidamente protegidos pela justiça. É essa a lição que querem passar?
"Se você não cuidar, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo." Malcolm X
Triste verdade...
Se compararmos a invasão do Pinheirinho por parte do Poder com a chacina do Unaí por parte de políticos e fazendeiros agraciados com benesses pelo Poder, veremos que este age com impressionante rapidez quando se trata de preservar e conquistar patrimônio para indivíduos ricos e poderosos. No entanto, quando se trata de aplicar a Justiça, punindo terríveis homicidas amparados por imenso patrimônio, o Poder se transforma numa lesma asquerosa. A sentença que condena os assassinos dos auditores do trabalho pode ser protelada indefinadamente até a decadência. É óbvio, não se trata de questão envolvendo patrimônio, mas de aplicação da lei que puna crime bárbaro, homicídios sobejamente provados por situações incontestáveis e conhecidas por todos. Questões assim têm pouco ou nenhum valor para o Poder. A condenação exemplar e o cumprimento correto desta faria com que os poderosos criminosos do Brasil rural se intimidassem ante a alta possibilidade de não se tornarem impunes por intermédio de falcatruas facilitadas pelo poder do dinheiro e do relacionamento com altas sociedades.
entemente, não se pede que para os casos de homícidio, trabalho escravo, trabalho infantil, depredação da natureza legalmente preservada, massacre de Índios, e outros, venha a se armar um complexo militar nos moldes daquele que invadiu o bairro popular do Pinheirinho. Talvez a metade daquele complexo em cada crime contra a vida e os outros supra mencionados baste para que no país seja aplicada a Justiça, separada do Poder.Ora, o acusado é do Psdb, como poderia ser culpado?
O que aconteceu em Unaí foi um ato terrorista! Servidores mortos por terroristas, assim como os atentados na Itália, atribuidos ao Cesare Batistti! Como a mídia é parcial! Dois pesos, duas medidas!
E a ante a ausência de Sindicato não teria como evitar a chacina
Massacre já é marca registrada do PSDB.
Eu pensei que o pinheirinho foi a maior barbaridade dos tucanos contra quem não tem nem onde cair morto, agora descubro as peripércias de Marconi Perillo (PSDB-GO), acusado de receber propina pela PF:
"Operação Triunfo"
ou Descaso, demagogia e repressão
contra 2862 famílias sem-teto em Goiânia
http://www.cecac.org.br/mat%E9rias/Goiania.htm
SALDO: 2 mortos , dezenas de feridos, 800 presos e milhares de sem-teto, TUDO IGUALZINHO governador pinóquio garante que não vai invadir, proprietários de terra devendo impostos, imprensa censurada.
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI475633-EI306,00-Contin...
Mais uma: prefeita Sonia Melo (PSDB) é tia do cara que deu um tiro no Amauri Ribeiro, autor de "Privataria tucana", Amauri investigava uma série de assasinatos de adolecentes, se não me engano também tem a ver com mercado imobiliário.
P.S.D.B.
Eu gostaria imensamente de saber quem é mais monstro?
Serar o condenado do dia 16/02/2012 que foi o Limdeberg ou os politicos de Unai que cometram uma verdadeira monstruosidade!
Realmente a justiça no Brasil é uma vergonha mundial.
Aqui politicos cometem crimes mil vez pior que o tal de Limdeberg e estão aqui ao meio de nós trabalhadores que banca suas folhas de pagamentos.
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