Causos do mineirinho

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Aproveitando o final de semana em Poços, estou atualizando piadas de mineirinho. Solto uma, vocês trazem outras.

O paulista chega no pasto. O compadre mineiro no curral ordenhando as vacas. No meio do pasto um boi com cara invocada.

O paulista:

- Cumpadre, vem aqui que preciso conversar com você.

- Uai, cumpade, vem oce aqui - e continuou ordenhando a vaca.

- Mas esse boi não pega, cumpadre?

- Não, pode entrar.

O paulista entra no pasto, o boi sai correndo atrás dele, o paulista põe sebo nas canelas e pula a cerca antes de ser atingido. E o mineirinho ordenhando as vacas.

- Ô cumpadre, mas você disse que o boi não pegava.

E o mineirinho:

- E por acauso pegou, cumpade?

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Geraldo Reco

Tem aquela do mineirinho que resolveu visitar seu cumpadre que morava num sítio próximo.


Como era da casa, foi logo entrando pela porteira, atravessou o quintal e adentrou na casa. Os cachorros nem latiram porque ele era conhecido. Aí o mineirinho, já dentro da casa, viu que o cumpadre estava batendo uma bronha. Todo desconsertado saiu de fininho, mas para não perder a viagem resolveu entrar de novo, mas desta feita fazendo bastante barulho. Foi até a porteira e de lá já veio gritando:


- Ê cumpadre!! Olha eu aqui!!! Vim fazê uma visita pra ocê!!! ê cumpadre!!!!


Os cachorros latiram, a criação fez um barulho danado e o cumpadre apareceu na porta da casa e disse ao visitante:


-  Mas que visita boa!!! Ocê nem vai acreditar, mas eu tava pensando em ocê agorinha mesmo, num tem nem 5 minutos!!!!!


- NÃO!!!!!!!!!!!!. EM MIM NÂO!!!!!!!!!!.


  

 
 
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Geraldo Reco

Já que o post está durando, vai aqui mais uma:


O mineirinho tava numa farmácia lá em poços jogando conversa fora com o farmacêutico quando um surge um rapazola interrompendo a conversa fiada dizendo que iria ter uma noite de sexo selvagem e que precisava de vaselina.


O farmacêutico mostrou uma dizendo que era a mais vendida e que custava 3 reais. O rapazola perguntou se ela era boa, se não tinha uma melhor. O farmacêutico disse que tinha, mas que custava 10 reais. O rapazola insistiu no questionamento se essa era boa mesmo ou se tinha uma melhor ainda. O famacêutico disse que tinha, era a melhor que existia, mas que era importada e que custava 30 reais. O rapazola respondeu que era essa que ele queria, pagou, pegou o produto e foi embora.


O mineirinho que quietinho assistiu tudo logo disse para o farmacêutico:


- Esse muleque é viado!


- Ué, mas porque é que ocê acha isso?


- Tô dizendo que esse muleque é viado.


- Ué, mas como é que ocê tem tanta certeza?


- Mas cumpadre, quem é que se preocupa tanto com o cu alheio?


 

 
 
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Fernando R.

O carioca vai na briga de galo no interior de Minas. Chega pro mineirinho que parecia saber tudo e pergunta: e aí, qual é o galo bom nessa rinha, o branco ou o preto?


Mineirinho responde no ato: é o preto, sô. Aí o carioca aposta tudo no galo preto. Na rinha, o galo branco descasca o preto, estopora ele todo.


Puto, o carioca vai tomar satisfação. Pô, mineirinho, queria me sacanear, é? Você disse o galo preto que era o bom. E o mineirinho responde: é, o galo preto é bom, e o branco é maaaau.

 
 
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Erly Ricci

Mineirim tava debruçado no balcão do buteco de olho na televisão na partilheira entre as garrafas de cachaça. Aí chega o seu cumpadre

- ô minerim. Firme?

E o mineirim responde:

- não, futebór.

 

"pelos caminhos que ando um dia vai ser, só não sei quando" - Paulo Leminski

 
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Jose Belo Torres

O mineirinho chegou no bar com garconetes lindas, verdadeirsa misses, e abriui o cardapio om diversos precos em reais:

 

Torresmo - 5,00

Feijoada - 10,00

Pao de queijo 15,00 a prorcao

massagem nas genitalias - 20,00

Ele entao chama um garconete, a mais bonita, e faz a seguinte pergunta:

E voce que faz essas massagens de 20,00 e a garconete responde que sim, entao  o mineirinho faz o pedido para ela:

Entao lave as maos e me traga uma porcao de pao de queijo.

 

 
 
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mariazinha

KKKKKKKK..........hahahaha..... Causo mineiro não lembro agora. Recebi um causo, direto de Natal:

Terremoto no Ceará
  Depois dos terremotos ocorridos na Ásia, o Governo Brasileiro resolveu cobrir todo o país. O então recém-criado Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país. Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do Ceará.
   Dizia a mensagem : "Urgente. Possível movimento sísmico na zona.
Muito perigoso. Richter 7. Epicentro a 3 km da cidade. Tomem medidas
e informem resultados com urgência."
   Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia: "Aqui é da Polícia de Icó. Movimento sísmico totalmente desarticulado. Richter tentou se evadir, mas o cabra foi abatido a tiros.
Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas.
Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos.
Não respondemos antes porque houve um terremoto da porra aqui."



 
 
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rl

Dois compadres assistiam o cair da tarde sentados na varanda quando passou um boi voando.  O primeiro levou um choque, mas disfarçou e olhou para o compadre, que também fez que não tinha visto nada e continuou picando fumo para o cigaririnho de palha.  Mais dois minutos e passa outro boi voando, na mesma direção.  Ambos reagiram da mesma forma.  Instantes depois, passa um terceiro boi voando.  Daí o mineiro não aguentou: compadre, acho que o ninho é pra lá...

 
 
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L. Fernando

A tua piada, Nassif, me fez lembrar daquela dos galos de briga:

O caipira ganhava todas as apostas das brigas de galos daquele vilarejo, quando um sujeito da cidade, cansado de perder, chega para ele e pergunta:

- Meu amigo, vejo que o senhor é um grande entendido em brigas de galos.

- É...- responde timidamente o caipira.

- Pois eu já perdi quase todo meu dinheiro. Não acertei uma aposta... pode me ajudar e dizer qual é o galo bom da próxima luta?

- O bão é o galo branco - responde o caipira.

O sujeito da cidade, rapidamente, aposta todo o resto do seu dinheiro no galo. Quando acaba a luta, ao ver o galo branco derrotado, ele vai ter novamente com o caipira:- Você não me disse que o galo branco é que era o bom?

- Pois ... o branco era o bão... o preto é que era o marvado!

 
 
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Ronaldo Lenoir

Um amigo chega pro Carzeduardo e fala: 

— Ó Cazerduardo, sua muié tá te traino ocê com o Arcides. 

— Magina! Ela num metrai não. Cê tá inganado. 

— Óia, Cazerduardo! Toda veiz que ocê sai prá trabaiá, o Arcides vai prá sua casa e prega ferro nela. 

— Duvido! Ele num teria corage.. 

— Mais teve! Pode cunfiri.. 

Indignado com o que o amigo diz, o Cazerduardo finge que sai de casa, se esconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta que está entreaberta. 

Logo em seguida ele vê sua mulher levando o Alcides para dentro do quarto pra começar a sacanagem. Mais tarde, ele se encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve. 

E então o Cazerduardo relata cabisbaixo: 

— Foi terríver!... Ela jogou ele na cama, tirou a brusa... e os peito caiu. 

— Tirou a carcinha... aí a barriga e a bunda dispencou. 

— Tirou as meia... e aparece aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda... 

— E eu lá dentro do guarda roupa, com as mãos no rosto, pensava: 

— Ai, meu Deus! Qui vergonha que eu tô do Arcides!!!

 
 
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marcelo

Desta os mineiros não vão gostar, mas cometerei:

O mineirinho no meio do exame de próstata diz: ah doutor, não estou aguentando, vou ter que gritar... - Pode gritar - Ô TREM BÃO SÔ!!!!!!!!!!!

 
 
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Sanzio

Dois minerim pescando na beira do barranco quando passa um elefante voando e batendo as orelhas: clap, clap, clap. Um olha pro outro e continuam a pescar em silêncio, quando passa outro elefante: clap, clap, clap. Novamente se entreolham sem dizer uma palavra. Mais um pouco, passa um terceiro elefante: clap, clap, clap.

Daí, um olha pro outro e diz:

- Ô cumpadi, cê viu isso?

- Vi.

- E o que ocê tá achando?

- Tô achando que o ninho é prá lá, uai.

 
 
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Ronaldo Lenoir

O caboquim cordô cêdo, ispriguíçô, lavô as mão na gamela, limpô uzói, sinxugô, tomô café, pegô a inxada, sivirô pra muié I falô:

- Muiééé, tô in trabaiá.

Quano q'êle saiu da casa, ao invêiz dií prá roça, ele subiu num pé di manga i ficô iscundidim. De repente pareceu um cabocão, ele foi inté upé di manga i nem si percebeu q'o caboquim tava lá inriba. Pegô u'a manga... chupô, pegôta, i mais ôta..., I a muié du caboquim chegô na jinela e gritô:

- Póvim, ele já foi!

I o cabocão largô as manga I sinfurnô denda casa du caboquim. O caboquim, danado de réiva, desceu da árve, pegô um facão e intrô na casa. Quan q'ele abiu a porta ele viu o cabocão chupando as teta da muié, intonsi levantô u facão e falô:

- Vai morrêêêêê negão!!!

E num é q'o cabocão puxô dum 38 da cintura, I pontô pro caboquim falano:

- Por que eu vou morrer?

E o cabuquim:

- Uai cê chupô trêis manga e agora tá mamando leite. Assim tu vai morrê, manga cum leite faiz mar, uai!!!

 
 
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Stanilaw Calandreli

As duas que vou contar já postei aqui tempos atrás.

O mineirinho e o Coroné eram inimigos quase mortais. Quando se encontravam era só faísca que saia.

Mineirinho morava na roça, e o coroné na cidade.

Um dia o Mineiro foi pra cidade e aproveitou para ir ao barbeiro e fazer a barba. Quando lá chegou, o coroné também chegou. Como tinha duas cadeiras de barbeiros, sentaram lado a lado. O barbeiro do coroné terminou primeiro, pegou o vidro de loção pós barba para passar e o coroné lhe falou:

— Você não passar esse trem ne mim não!

— Mas porque, coroné? Perguntou o barbeiro.

— Poque esse trem tem cheiro de puteiro, e quando eu chegar em casa, minha mulher vai pensar que eu estive lá.

Logo em seguida o barbeiro do mineirinho também terminou o serviço, pegou o mesmo vidro de loção e perguntou:

— Posso passar, mineirinho?

— Pode passar, siô! Minha mulher não conhece o cheiro de puteiro, mesmo, ela nunca trabalhou lá.

 

CLCAL

 
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antonios

Hahaha! Na veia.

 
 
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Sanzio

O minerim vai ao cassino pela primeira vez. O amigo insiste para ele apostar na roleta, mas o minerim refuga:

- Não, tô sem parpite.

O amigo insiste, e diz para ele apostar o número do seu chapéu. O minerim cede e aposta no 15. Roda a roleta e sai o 15. O amigo, feliz, insiste para ela apostar outra vez. De novo o minerim refuga:

- Não, tô sem parpite.

O amigo então diz para ele apostar o número da camisa. O minerim aposta no 4 e ganha novamante. E assim vai, o minerim sempre sem parpite e o amigo sugerindo números para ele apostar, a idade, o número de filhos, o tamanho das calças, até que já não tinha mais nada para sugerir. Então o amigo diz: aposta o tamanho do pingolim.

Meio sem graça o minerim aposta no 25. Roda a roleta e o crupiê anuncia: preto 14! O amigo se vira para o minerim e pergunta: ô cumpadi, o quê aconteceu? E o minerim, ainda mais sem graça:

- É, pirdi di izibido.

 
 
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Emilio GF

Mas tem minerim mais abençoado pela natureza:

Minerim foi na piscina pela primeira vez. Colocou um calção enorme e tchibum!

Quando saiu, o calção colado no corpo mostrava um enorme "volume" no meio de suas pernas.

O presentes pararam todos de conversar, todos impressionados, olhando o minerim.

Daí ele protesta:

- Que qui foi? Vão me dizê que o docês também não incói quando entra na água?

 
 
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L. Fernando

Mineirinho no Cartório:

O caipira foi registrar seu filho, e falou para a atendente que o nome dele seria:

- Ebatata!

A atendente ficou espantada e perguntou:

- Por quê o Senhor vai colocar esse nome no menino?

E ele respondeu:

- É purquê o meu vizim pranta mío, e botô o nome do filhu dele di Emilho, e eu... pranto batata!

 
 
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odair de souza

Tenho uma consulta agendada na receita essa semana, aí me lembrei dessa:
Zé Antôin comenta com sua esposa, a Bastiana:
 
- Muié, ricebi uma intimação da Receita Federali. Caí na máia fina!!! Ocê acha que devo comparecê à odiência com o fiscáli de botas e carça de sirviço, pra parecê mais simpres, ou de rôpa de sair, pra passá uma imagi de seriedade?

- Home, vou dizê a mema coisa que minha mãe me disse quando preguntei prela se devia di usá carcinha de renda ou de seda, na noite de núpcias.

- E que foi que sua mãe disse?

- Tanto faz! Ele vai te fudê... de quarquer jeito.

 
 
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Sérgio Troncoso

 DIPROMA                                                                   
 O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando com um
 amigo, quando um menino passa correndo por ali.                           
Ele chama:                                                                
 - Diproma, vai falar para sua avó trazer um cafèzinho aqui pra visita!    
 E o amigo estranha:                                                       
 - Mas que nome engraçado tem esse menino! É seu parente?                 
 - É meu neto! Eu chamo ele assim porque mandei a minha filha estudar em   
 Belzonte e ela voltou com ele!                                            


 NUDEZ MINEIRA                                                              

 Dois cumpadre de Uberaba tavam bem sossegadim fumando seus respectivo     
 cigarrim de paia e proseano.                                              
 Conversa vai, conversa vem, eis que a certa altura um deles pergunta pro  
 outro:                                                                    
 - Cumpadre, u quê quiocê acha desse negóço de nudez?                      
 - No que o outro respondeu:                                               
 - Acho bão, sô!                                                           
 O outro ficou assim, pensativo, meditativo... e perguntou de novo:         
 - Ocê acha bão purcaus diquê, cumpadre?                                   
 E o outro:                                                                
 - Uai! É mió nudês do que nunosso, né meeesmu?                              


 SUTILEZA MINEIRA                                                           

 O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a ausência do      
 cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não carecia de     
 arguma coisa...                                                           
 Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a    
 sós... falaram sobre o tempo....                                          
 - Será qui chove?                                                         
 - Pois é...                                                              
 Ficou um grande silêncio...                                               
 Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo:                 
 - Cumadi... qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café?                  
 - Ah, cumpadi... cê mi pegô sem pó...                                    

 

Sérgio Troncoso

 
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Stanilaw Calandreli

Um fazendeiro Argentino bem papudo e um fazendeiro mineiro se encontraram e começaram jogar conversa fora.

Lá pelas tantas o argentino perguntou:

— Diz aí mineiro, qual é o tamanho da tua fazenda?

— Pelo tamanho do Brasil eu acho até que ela é de bom tamanho. Ela tem mil hectares. E a tua?

— Eu saio de manhã da sede com a minha camionete Pegout a diesel e quando é hora do almoço eu não cheguei nem na metade dela ainda...

Imediatamente o mineirinho o interpela e diz:

— Cara, eu também tive uma camionete Pegout argentina, ela é uma merda mesmo.

 

CLCAL

 
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Aline C Pavia

Conheço essa piada com o fazendeiro de Goiás e o mineiro.

O fazendeiro de Goiás todo papudo diz que pega o jipe dele de manhã, e quando é de noite, não chegou nem na metade das terras ainda.

Aí o mineiro responde:

- É, eu tamém já tive um jipinho assim afunhanhado.

 

 
 
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Sanzio

O mineirinho chega na rodoviária e vai ao guichê.

- Tarde. Quero uma passagem para Isbui.

- Passagem para Isbui? Não, não vendemos passagem para Isbui.

- Agardecido - disse o mineirinho.

Ao chegar do lado de fora da rodoviária encontrou o amigo e disse :

- Isbui, não tem passagem procê não. . . .

 
 
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Sanzio


O mineirinho comprou um sitio no interior, com aquele matagal, uma sujeira enorme. Em pouco tempo limpou tudo, fez um chiqueirinho, um galinheiro, pintou os troncos das arvores de branco, enfim deixou aquele brinco, tudo bem ajeitadinho. O padre da cidade, passando pelo local, viu aquilo e crescendo o olho, parou pro cafezinho.

- Uai, mais que belo trabalho oceis fizeram aqui, sô

- Oceis, oceis quem, exclamou o mineirinho.

- O senhor e Deus, respondeu o padre.

- Ah, falou o mineirinho. Mas o senhor precisava ver, quando ele cuidava daqui sozinho. . .

 
 
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Sanzio

O minerinho recebe a visita de um amigo. A certa altura da conversa, o amigo pergunta:

- Ô cumpadi, si ocê tivesse seis fazenda, ocê me dava uma?

- Craro, uai! - respondeu o mineiro.

- Se ocê tivesse seis automóver, ocê me dava um?

- Mais é craro que dava, uai!

- E se ocê tivesse sei camisa, ocê me dava uma?

- Não!

- E por que não, uai?

- Porque eu tenho seis camisa!

 
 
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Flavio Galib

Numa cidadezinha no interior, um amigo avisa ao colega: 
- Rapaz, sua mulher tá te traíndo, na sua própria casa , com seu melhor amigo o "Varte". 
- Será? 
- Te juro. Amanhã, finge que tu vai trabaiá e se esconda no armário que você pega eles no "flagra". 
No dia seguinte, o corno se despede da esposa e retorna, sem que ela perceba e entra no armário. 
Não dá 5 minutos e ele observa, através da fresta, a esposa entrando no quarto com o "Varte" e já tirando a roupa. Primeiro a blusa, depois o sutiã e "pá"; os peitos caindo no chão .Depois a saia e "Pá", a barriga caindo no chão. 
De dentro do armário, o corno pôe as mãos na cabeça e , desesperado, exclama: 
- Ai, Meus Deus, que vergonha do "Varte"!

 
 
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ed.

Já contei aqui, mas como é o assunto do post, lá vai: E não é piada, tudo passou-se comigo em férias que passei em fazenda de amigo na região mineira de Manhuaçu (e tem "subpiadas").

Já chegando, muito capim, a perder de vista, vejo um sítiozinho, todo bunitin, plantadin.

Comento: "Pô, aqui a terra deve ser boa, olha quanta plantação!"

Ouço: "Terra boa nada, sô! ... Terra boa dá capim pro gado cumê!"

Ai chegamos e eu que dirigi muito, tirei uma soneca. Quando acordei, saí da casa e o capataz se apresenta: "Sou Edu, tomu conta aqui da fazenda"... Replico: "Prazer seu Edu, sou seu xará!"...

Ele: "Uai, cê se chama Zé Luis tumén?" ... Eu: "mas ... não é Edu?" ... Ele: "Naaaaum, é Zé Luis ... mas todo mundo aqui me chama de seu Edu!" ... (!!!)

"E cadê o pessoal?" (tinham ido sei lá onde, trocar o gado de pasto). Pergunto pra ele:

"É longe?"... resposta: "Uns dois cigarro!..."

Após trocar o cavalo "inteiro", que ele me cedeu de sacanagem (empinava feito um doido!), por um pangaré capadin, cheguei lá onde os vaqueiros estavam tocando um rebanho de umas 300 cabeças:

"Gá, gá, gá!"...

Eu, do alto do meu metropolismo relutei ... "Pô!... Gá?!" ... mas depois de uns 5 minutos, tava eu lá:

"Gá, gá, gá!" ...

Aí, sai uma vaca do rebanho e eu cavalgo (hehe) até lá e: "gá, gá, gá!", coloco a vaquinha de novo no rebanho! ... Éééé!

Parei e olhei pra eles, tipo: Tão vendo aí, como sou vaqueiro, meus chapas!!! Todos me olhando!

Depois de mostrar minhas habilidades mais duas vezes, sempre trazendo as fujonas pro rebanho, "seu Edu" vira pra mim e diz: "O sinhô pode fica tumano conta ali daquela portêra?"

"Claro, "xará", só isso?"

"Sin, sin...é qui já faiz três vêz que a gente tira uma vaca prenha do rebanho e o sinhô mistura ela dinôvu!"

Foi o trágico fim da minha longa carreira de vaqueiro...

 
 
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Frankn

Um paulista chega a uma cidade do interior de Minas e por acaso topa com uma rinha, uma briga de galos. Novo na região, ele olha para a sua esquerda, vê o "mineirim" escorado na cerca, olhando prá dentro da arena e pergunta para ele:

- Mineirim, você está sempre por aqui?

- Tô, uai.

- Então me diga: qual é o galo bom aí ?

- Ô sô, o galo baum é o branco.

O paulista aposta R$100,00 e quando a luta começa o galo preto desce o cacete no galo branco que perde feio.

O paulista vira pro mineirim:

- Mineirim, mas você me disse que o galo bom era o branco...

- O branco é o baum... O marvado mermo é preto!

 

 
 
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Vânia

Um caipira estava num bar quando um outro freguês falou:

— Zé, vamos brincar de antônimo?

— O que é isso?

— É o contrário. Exemplo: doença e saúde, seco e molhado.

— Ah, bão! Então vamo.

— Valendo uma cerveja, tá bem?

— Tá bão!

— Vamos lá, Zé. Qual é o antônimo de preto?

— Branco.

— Muito bem. E o antônimo de verde?

— Verde? Verde num tem antônimo, não.

— Tem, sim. É maduro. Manda uma cerveja aí, seu Antônio. É por conta do Zé.

O Zé ficou na dele, sem reclamar. Passados uns dez minutos, o pentelho chega de novo no Zé:

— Zé, agora você me pergunta e eu respondo, valendo duas cervejas. Valeu?

— Valeu.

— Pode perguntar, Zé!

— Tá bão. Qual é o antônimo de fumo?

— Zé, fumo não tem antônimo.

— Tem sim.

— E qual é?

— É vortemo. Tonho, manda duas cerveja!

 
 
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Vânia

Essa é de mineirinha :

APROVEITANDO A AUSENCIA DOS PATRÕES, CREUSA PEGA O TELEFONE E FOFOCA COM A AMIGA CRAUDETE:

- CE NUM SABE DA URTIMA? EU DISCUBRI QUE AQUI NESSA MANSÃO QUE EU TRABAIO É TUDO FACHADA!

COMO ASSIM, CREUSA? –PERGUNTA A COLEGA, CONFUSA.

- NADA AQUI É DOS PATRÕES! TUDO É EMPRESTADO! TUDO!

CE CREDITA NUMA COISA DESSAS? OIA SÓ!! A ROPA QUE O PATRÃO USA É DUM TAL DE ARMANI... A GRAVATA É DUM TAL DE PIERRE CARDIM... O CARRO É DUMA TAL DE MERCEDES... NADICA DE NADA É DELES!

- NOOOOOOOOSSSSSAAAA, QUE POBREZA!

E ALÉM DE POBRE, ELES SÃO MUITOS EXIBIDOS!

IMAGINA QUE OUTRO DIA EU ESCUTEI O PATRÃO NO TELEFONE FALANDO QUE TINHA UM PICASSO....

E NUM TEM?

- QUE NADA, FIA.... É PIQUINININHO DE DÁ DÓ!!!!

 
 
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Ex-combatente
Re: Causos do mineirinho
 
 

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