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Brasilianas.Org |
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Brasilianas.org sobre modelos de gestãoEnviado por luisnassif, seg, 20/06/2011 - 13:25
Autor:
Luisnassif Brasilianas.org sobre modelos de gestão Bresser-Pereira e Nelson Machado discutem gestão e planejamento público, hoje às 22h na TV Brasil
Por Bruno de Pierro, do Brasilianas.org Apesar de ser uma discussão política, a reforma do Estado também se dá no plano da gestão e do planejamento. A próxima etapa do planejamento público - tanto no governo federal quanto em estados como Minas Gerais - será o foco no cidadão, em indicadores de resultados objetivos, de entrega do produto serviço público ao cidadão. Para tanto, o grande desafio será o de definir os indicadores adequados de mensuração. O Brasilianas.org desta segunda-feira (20) discutirá os novos modelos de gestão pública, quais as mudanças que o país sofrerá nos próximos anos e como estão sendo definidas as ferramentas gerenciais do Estado, assim como as estratégias e as metas do planejamento público. O programa também abordará a formação da nova Câmara de Gestão do governo federal, liderada por Jorge Gerdau, e a estruturação do Plano Plurianual, além da integração de ministérios para a consolidação de uma agenda nacional. Brasilianas.org é a primeira tentativa de discussão de políticas públicas aliando TV aberta e a Internet. Mais do que promover grandes debates, o objetivo é criar uma rede que integre especialistas, representantes dos setores público e privado e o público participativo, num processo em que conhecimento e a discussão de projetos sejam construídos sistematicamente. Quando: hoje, 20/06 Horário: 22h Onde: TV Brasil UHF Analógico Canal 62 (SP)
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Comentários + votados
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jc.pompeu
20/06/2011 - 17:48
"Apesar de ser uma discussão política, a reforma do Estado também se dá no plano da gestão e do planejamento. A próxima etapa do planejamento público - tanto no governo federal quanto em...
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Chico Pedro
20/06/2011 - 18:19
O maior problema desse assunto é as pessoas conhecerem muito pouco sobre as coisas de estado..
Confundem tudo..
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Minas é um estado endividado e TODOS os outros vinte e cinco mais o Distrito....
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Alberto José
20/06/2011 - 15:56
Díficil é encontrar algum modelo de gestão em Minas Gerais. O mais fácil e exemplos de como não fazer.
A dívida pública do estado de no momento em 68 bilhões de reais, cadê o déficit...
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Marco Aurélio Mello
20/06/2011 - 17:14
Chama atenção a dança das cadeiras na TV Globo por várias razões. Primeiro, quem fez o anúncio foi Carlos Henrique Schroder, o número dois, e não Ali Kamel, o número um. Corre pelos corredores da...
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"Apesar de ser uma discussão política, a reforma do Estado também se dá no plano da gestão e do planejamento."
Tá melhorando, mas ainda falta aperfeiçoar. Talvez um ciclo PDCA - plan, do check and act - ajude.
Aliás essa pauta é tão circular quanto o ciclo PDCA. Nunca está pronto e sempre precisa recomeçar: "foco no cidadão, em indicadores de resultados objetivos, de entrega do produto serviço público ao cidadão"... Até parece um disco quebrado!
A reforma do Estado não é uma mera discussão política. É a política quem conforma o Estado e os planos de gestão de planejamento apenas e tão somente respondem a elas.
A política é a causa, a gestão é consequência. Consultor não faz política, portanto não vai reformar Estado nenhum. Ainda mais agora que o principal consultor político do governo foi demitido...
Díficil é encontrar algum modelo de gestão em Minas Gerais. O mais fácil e exemplos de como não fazer.
A dívida pública do estado de no momento em 68 bilhões de reais, cadê o déficit zero? Até o governador Anastasia está querendo se livrar o famoso "déficit zero". Nas propagandas do governo estadual não é mais citado o déficit zero.
O estado de Minas Gerais é o primeiro estado brasileiro que se constatou os efeitos da doênça olandesa.As comodities da mineração causou a desendustrialização do estado nas últimnas 2 décadas.
O maior problema desse assunto é as pessoas conhecerem muito pouco sobre as coisas de estado..
Confundem tudo..
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Minas é um estado endividado e TODOS os outros vinte e cinco mais o Distrito.
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De fato há um pouco de mágica contábil nas contas que permitem a propaganda déficit zero..
Mas é uma parte pequena da coisa para dizer que TODO O RESTO não existe, ou não funciona, ou é miragem..
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Aos poucos seria bacana deixar um pouco de lado essa mania do argumento pífio, simplório.
Da sentença definitiva com meia dúzia de palavras..
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"..O Estado deve 68 bi, logo o déficit zero é uma mentira e consequentemente o modelo de gestão do Estado.."
Chama atenção a dança das cadeiras na TV Globo por várias razões. Primeiro, quem fez o anúncio foi Carlos Henrique Schroder, o número dois, e não Ali Kamel, o número um. Corre pelos corredores da emissora a notícia de que Ali atualmente não apita mais tanto quanto antes. Contribuiram para sua derrocada, o tipo de jornalismo que ele empreendeu, desde que assumiu, centralizando as decisões e condicionando a cobertura à sua vontade (ou seria à vontade expressa do patrão?). Outro episódio definitivo para a queda teria sido o "bolinhagate", a tentativa de comprovar que o então candidato à presidência José Serra tinha sofrido um traumatismo craniano, depois de atingido por uma bolinha de papel. Até o perito Ricardo Molina foi convocado às pressas para dar legitimidade ao caso, que atingiu em cheio a credibilidade da emissora. Sabe-se que naquela noite o Jornal Nacional foi vaiado pelos próprios jornalistas e que, em Brasília, a exemplo do que aconteceu em São Paulo em 2006, a diretora de jornalismo Silvia Faria teria dito o mesmo que Mariano Boni em São Paulo, anos antes: "quem não estiver satisfeito procure a Record". Quem frequenta a emissora conta que, agora, raramente Ali desce do quarto andar onde se refugiou para escrever seus artigos, comprar suas polêmicas e processar seus "detratores". Agora há dois subalternos que fazem o serviço para ele no Jornal Nacional: Renato Ribeiro (ex-editor chefe do Jornal Nacional) e Luis Claudio Latgé (ex-diretor de jornalismo de São Paulo). Ali só é consultado quando o assunto é muito cabeludo. O sinal já havia sido dado no começo do ano, quando o diretor superintendente Octávio Florisbal anunciou em alto e bom som que o jornalismo da emissora ía mudar. Recente pesquisa mostra preocupação com os índices de audiência do jornalismo, sobretudo no periodo matutino onde, não raro, a emissora amarga o segundo lugar durante toda a manhã. Não por acaso a dança das cadeiras começou por Renato Machado, que será uma espécie de embaixador em Londres. Para quem gosta de vinho e música clássica, como ele, é um prêmio e tanto para quem se dedicou 15 anos ao Bom Dia Brasil, acordando às 4 horas da manhã. Renato estará a um passo de Paris, Geneve, Roma e Frankfurt. É tudo o que ele sempre pediu a Dionísio. Para o seu lugar assume Chico Pinheiro. O veterano jornalista e apresentador vai tentar popularizar o jornal. Está sendo reabilitado depois de amargar uma geledeira no SPTV. É sinal também de que a emissora está disposta a atrair os extratos mais à esquerda do espéctro político de seu público. Chico - como antítese de Renato - é a MPB e a caipirinha no poder. Outra veterana da apresentação, Mariana Godoy, segue agora para o Jornal das 10 da Globo News, reflexo do incômodo causado pela chegada de Heródoto Barbeiro à Record News. Para o seu lugar vai César Tralli, que realiza um sonho antigo, que é ocupar uma bancada de telejornal. Na reportagem ele se consagrou, mas pagou um preço muito alto: os colegas detestam seu estilo e seus modos, considerados por muitos bastante pragmáticos, se é que podemos dizer assim. Se a volta de Schroder pode aplacar os ânimos? Só o tempo dirá. Minha aposta é que sim. Ele tem o apoio da família Marinho e uma capacidade de sobrevivência invejável. Ele pode ser reabilitado e quem sabe a emissora faça as pazes com a notícia. Talento dos colegas e recursos técnicos não faltam. Mas como na Globo tudo demora um pouco, as mudanças só virão quando entrar setembro. Portanto, o inverno tem tudo para ser quente.
"Apesar de ser uma discussão política, a reforma do Estado também se dá no plano da gestão e do planejamento. A próxima etapa do planejamento público - tanto no governo federal quanto em estados como Minas Gerais - será o foco no cidadão, em indicadores de resultados objetivos, de entrega do produto serviço público ao cidadão. Para tanto, o grande desafio será o de definir os indicadores adequados de mensuração."
Ué!?! mas se em todo esse longo tempo da coisa pública institucional brasileira, não tinha a prioridade e missão de Estado: o foco no cidadão-contribuinte... tinha a gestão pública e a política o foco onde? aliás, tinha algum foco a esmo que fosse... Quanta pompa retórica para confundir o óbvio de qualquer manual de gestão e administração de Estado...
análise recente do DNA: 32% africano, 25,48% europeu, 22,78% indígena, 6,06% indo-árabe, 4,99% caucasiano, 4,36% judeu, 2,57% pantroglodita, 1,76% de genes perdidos ou não-funcionais.
Sou servidor público e tenho arrepios quando ouço falar em mudanças e modelos de gestão. Na prática o que os políticos fazem é criar meios de precarizar a profissão de servidor público e substitui-la por: mão de obra terceirizada, ocupantes de cargos em comissão, frentes de trabalho, ou qualquer outra forma de desvirtuar os investimentos públicos em favor de aparelhamento de partidos e da substituição de interesses públicos por privados, sempre com a conivência da imprensa. Aberrações como OS's e Oscip's não são temas de discussão na mídia. Estas duas invenções brasileiras são modalidades de ONG's (organizações não governamentais) criadas para parasitarem governos. Quem estuda direito administrativo e tem acesso aos textos da maior autoridade do país sobre esta matéria, a jurista Maria Sylvia Zanela di Pietro, cai de costas com os absurdos que estas instituições proporcionam. A lei permite, entre outras coisas, que qualquer espertinho que tenha bom trânsito com os políticos crie uma instituição "sem fins lucrativos" e receba polpudas verbas dos governos para fazer o serviço que lhes são próprios. Mas os absurdos não param por aí, tais instituições podem, inclusive, requisitar o trabalho de servidores da Prefeitura, Estado e União, bem como instalações e equipamentos e ainda receber pelos serviços prestados. Ou seja, tais instituições inauguraram o capitalismo utópico: podem funcionar sem gastos com patrimônio, manutenção e pessoal, sem concorrência, sem tributação e ganhar muito dos governos. Mas esta é uma discussão que está restrita a quem, por alguma razão estuda direito administrativo. Na mídia ainda é um tabu.
A disponibilização do vídeo tá demorannnnnnnndo.....
O programa de 20/06 foi ótimo!
Parabéns!
Carlos Frederico Vilar
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