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Brasil financia programa agrícola em cinco países na ÁfricaEnviado por luisnassif, qua, 22/02/2012 - 09:47Por Paulo F. Da Deutsche Welle Brasil destina US$ 2,3 milhões para desenvolver agricultura na África Parceria com a FAO vai estimular agricultura familiar em cinco países africanos. Modelo do programa, que também ajuda pequenos produtores a vender cultivo através das Nações Unidas, é inspirado em receita brasileira. Sob comando de um brasileiro, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) acaba de receber um grande financiamento do governo do Brasil. Mais de 2,3 milhões de dólares irão custear o novo programa de estímulo à agricultura familiar em cinco países africanos. O acordo foi assinado nesta terça-feira (21/02) em Roma, sede da FAO. Antes de ser eleito presidente da organização, José Graziano da Silva havia dito em conversa com a DW Brasil que pretendia levar à FAO a experiência brasileira de política alimentar. Oito meses depois de chegar ao cargo, o Brasil se transformou no primeiro doador da nova iniciativa na África. Segundo a parceria, o dinheiro vai ajudar pequenos produtores rurais na Etiópia, Malauí, Moçambique, Níger e Senegal a aumentarem a capacidade de produção. O que for colhido no campo será então comprado pelo Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (WFP) e distribuído em seus programa sociais. "Iremos simultaneamente apoiar a pequena produção familiar em zonas onde esses agricultores são apenas autossuficientes para que aumentem sua produção e comecem a produzir excedentes e levem ao mercado com maior valor comercial" explicou Cristina Amaral, chefe do serviço de operações de emergência da FAO, em entrevista para a DW Brasil. A atuação do WFP viria em seguida: "Depois, o Programa Mundial da Alimentação compraria os cereais e leguminosas para utilizá-los nos programas sociais, nas cantinas escolares e onde mais o órgao atua", completou Amaral. Dos 2,3 bilhões de dólares doados pelo Brasil, 1,55 bilhão irá para a FAO: a organização financiará a compra de sementes e fertilizantes e trabalhará "o mais próximo possível" dos pequenos agricultores e associações. O restante será gerenciado pela WFP, que vai organizar a compra dos alimentos e entregá-los nas escolas e aos grupos mais vulneráveis. Primeiro impulso O programa começará a ser implantado já em março e terá duração de 18 meses. "O Brasil é a ponta de lança. Vamos continuar trabalhando com os países para ver se outros doadores se juntam a nós", disse Amaral sobre a continuidade da iniciativa. Os cinco países africanos escolhidos manifestaram já em 2009 interesse em adaptar a experiência brasileira. Segundo a FAO, de nada adiantaria importar um modelo estrangeiro caso não houvesse motivação interna. A ideia é estimular os países da região a adotarem a estratégia como uma política nacional. "Sabemos que, durante anos e anos, as ajudas alimentares, embora sejam extremamente necessárias quando há situações de emergência, acabam por criar dependência e prejudicam o mercado local", revelou Amaral. Segundo ela, quando o pequeno agricultor se depara com uma abundância de ajuda alimentar no mercado, ele perde o incentivo de continuar produzindo "O que há de inovador nessa iniciativa é que os pequenos produtores, que também são pobres, serão beneficiados desse fluxo de ajuda alimentar, sendo eles os fornecedores desse programa de ajuda social", defendeu. Modelo brasileiro Não só o dinheiro que financia esse projeto vem do Brasil. Todo a estratégia por traz da ação dos dois órgãos da ONU foi buscar inspiração num dos pilares do brasileiro Fome Zero, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A ferramenta foi criada em 2003 com objetivo de apoiar a comercialização dos produtos alimentícios da agricultura familiar. Segundo a lógica do PAA, o governo adquire alimentos dos agricultores familiares e doa parte para pessoas em risco alimentar. "No Brasil, verificou-se que esse programa tem um impacto imediato na luta contra a pobreza. Porque muitos dos pobres nas zonas rurais são produtores que, se forem ajudados, podem dar um salto e sair da pobreza", disse Amaral, ao justificar a escolha do modelo. Em 2011, as operações do PAA no Brasil chegaram a 451 milhões de reais: mais de 106 mil famílias foram beneficiadas, com destaque para compra de carnes, castanhas, grãos, pescados e sementes. Para o governo federal, essa é uma das estratégias que ajudaram 28 milhões de brasileiros a sair da pobreza absoluta e 36 milhões a entrar na classe média nos últimos anos. Autora: Nádia Pontes
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Comentários + votados
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Maria José dos Santos Rêgo
22/02/2012 - 10:01
Sinto um orgulho tremendo, de ser brasileira.
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Andre Araujo
22/02/2012 - 10:50
Dois milhões e trezentos mil dolares é quirela, não é um grande financiamento. Deve haver algum engano.
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Gilson Garcia
22/02/2012 - 10:50
Enquanto os países imperialistas tentam sugar a última gota de sangue desses povos, o Brasil se solidariza emprestando recursos e tecnologia.
Logo virão os comentários neoliberais que isso irá causar...
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Gilson Garcia
22/02/2012 - 11:09
Caro fedegoso, seu contraponto para essa iniciativa Brasileira para ajudar a combater a fome é a inflação do queijo? Quem mecheu no meu queijo? Isso é de uma hipocrisia e falta de humanismo sem...
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Araquem
22/02/2012 - 11:28
Enquanto isso, a reforma agrária, o verdadeiro caminho do "país sem miséria" está cada dia mais a mingua. Em 13 meses de governo UMA única fazenda foi destinada a assentar agricultores sem terra. As...
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calango magro
22/02/2012 - 14:18
quando olho para os meus vizinhos do lado , que são POBRES, MIZERAVEIS E PRETOS, e não recebem ajuda nenhuma do governo , NOSSO GOVERNO!, quero maís é que os africanos SE VIREM !!!
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calango magro
22/02/2012 - 20:08
também sou afrobrasileiro e não acho que o BRASIL me deva alguma coisa...dou GRAÇAS A DEUS por meus antepassados terem sido trazido para o BRASIL...estou em melhor cituação que os meus parentes...
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Cláudio José
22/02/2012 - 10:10
O Mundo não pode esquecer o sofrimento desse povo. Se os outros paísses ajudassem não teria tanta misséria nesse mundo!!
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Andre Araujo
22/02/2012 - 10:51
Não é preciso chorar de emoção, a Agencia Brasileira de Cooperação-ABC, do Itamaraty já faz isso há vinte anos em paises da Africa.
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Fuhgeddaboudit™
22/02/2012 - 10:17
Enquanto isso, só este ano, os preços dos derivados de leite já subiram de 10 a 30% nos Supermercados.
Exemplo: Queijo de Minas Frescal Joanópolis no EXTRA: de R$ 13.90 para R$ R$ 17,90
Os frios...
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Fuhgeddaboudit™
22/02/2012 - 12:02
Se há algum fedegoso, terei que transferir sua estupidez para Don LULA.
Este pode lhe responder, porque disse que em seu governo o pobre já podia comprar um carrinho 0 Km.
Diga, então, o machão...
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Adalbertop
22/02/2012 - 12:36
Quem viver verá ... programas como este vai ajudar muitos africanos a sair da miséria, e o brasil claro deu a sua contribuição.
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jura
22/02/2012 - 16:16
O Brasil tem uma dívida de sangue com a África, os africanos e os afrobrasileiros.
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jura
22/02/2012 - 16:19
Em seguida eles falam dois bilhões. Tem certeza que a ABC investia a mesma coisa lá há vinte anos? Há vinte anos o Itamaraty não tinha nem embaixadas nesses países...
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Sinto um orgulho tremendo, de ser brasileira.
Enquanto isso, só este ano, os preços dos derivados de leite já subiram de 10 a 30% nos Supermercados.
Exemplo: Queijo de Minas Frescal Joanópolis no EXTRA: de R$ 13.90 para R$ R$ 17,90
Os frios fatiados tiveram um pequeníssimo aumento, após a fusão da SADIA/PERDIGÃO aprovada pelo CADE para a redução de preços. Alguém precisa ser preso pela PF.
Apenas 80% de abril de 2011 para cá. Estes eu tenho as Notas e Etiquetas que estou escaneando e maximizando para melhor verificação dos senhores(as).
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Caro fedegoso, seu contraponto para essa iniciativa Brasileira para ajudar a combater a fome é a inflação do queijo? Quem mecheu no meu queijo? Isso é de uma hipocrisia e falta de humanismo sem limites. Está de barriga cheia seu fedegoso? Quanto aos embutidos, embuta um salame onde lhe convenha e uma mortadela na boca para parar de dizer besteira.
Gilson Garcia
Se há algum fedegoso, terei que transferir sua estupidez para Don LULA.
Este pode lhe responder, porque disse que em seu governo o pobre já podia comprar um carrinho 0 Km.
Diga, então, o machão, para "São LULA" que ele é quem é fedegoso (porque teria mentido), pois os 10 milhões que ele diz, tirou da pobreza,, sequer, tem direito a comer queijo e frios nos seus lanches de domingo, pelo que se infere do que o sábio comentarista colocou.
Sugestão: quando for replicar-me, pense três vezes; eu não escrevo nada que não possa provar, ou fazer passar vergonha inocentes úteis como você.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Não é preciso chorar de emoção, a Agencia Brasileira de Cooperação-ABC, do Itamaraty já faz isso há vinte anos em paises da Africa.
quando olho para os meus vizinhos do lado , que são POBRES, MIZERAVEIS E PRETOS, e não recebem ajuda nenhuma do governo , NOSSO GOVERNO!, quero maís é que os africanos SE VIREM !!!
O Brasil tem uma dívida de sangue com a África, os africanos e os afrobrasileiros.
também sou afrobrasileiro e não acho que o BRASIL me deva alguma coisa...dou GRAÇAS A DEUS por meus antepassados terem sido trazido para o BRASIL...estou em melhor cituação que os meus parentes africanos...porque !? porque fomos mestiçados com os indios e principalmente com os EUROASIÁTICOS....SOU BRASILEIRO E ME PREOCUPO, PRIMEIRAMENTE, COM OS BRASILEIROS !!!
O Mundo não pode esquecer o sofrimento desse povo. Se os outros paísses ajudassem não teria tanta misséria nesse mundo!!
Dois milhões e trezentos mil dolares é quirela, não é um grande financiamento. Deve haver algum engano.
Em seguida eles falam dois bilhões. Tem certeza que a ABC investia a mesma coisa lá há vinte anos? Há vinte anos o Itamaraty não tinha nem embaixadas nesses países...
Dois bilhões? Ai tambem já é demais. Não se esqueça que a Africa ja recebeu de 1948 a 1998, 300 bilhões de dolares de ajuda do Primeiro Mundo (livro : The Lords of Poverty) e não saiu do lugar, o dinheiro é embolsado pelas cleptocracias africanas, eles roubam até remedios doados.
Sr. André Araujo. Acredito que o valor inicial sejam os US$ 2,3 milhões sim. Estes tipos de programas requerem execução parcial tal qual ocorreu no Brasil no início do governo Lula com o Agricultura Familiar: à medida que são cadastrados, selecionados, instruídos (projetos técnicos de planejamento, manejo, comercialização), ocorrem as liberações financeiras em cada etapa. Implantada uma etapa, inicia-se outra etapa (ecolha do local, cadastro dos interessados e necessitados, nova implantação técnica). Com a necessidade (e potencial) da Africa, rapidamente se chegará aos US$ 2 bi ou US$ 5 bi. O programa florecendo e dando frutos, certamente outros países e até a própria ONU darão impulso financeiro maior. O fundamental é o impulso inicial e isto o Brasil executou junto com a FAO.
Enquanto os países imperialistas tentam sugar a última gota de sangue desses povos, o Brasil se solidariza emprestando recursos e tecnologia.
Logo virão os comentários neoliberais que isso irá causar inflação nesses países!
Gilson Garcia
Enquanto isso, a reforma agrária, o verdadeiro caminho do "país sem miséria" está cada dia mais a mingua. Em 13 meses de governo UMA única fazenda foi destinada a assentar agricultores sem terra. As terras públicas de São Paulo estão sendo doadas paras as usinas, para a Cutrale, para as papeleiras. A participação da agricultura familiar nos recursos do Pronaf cai pela metade.
Os movimentos sociais são cada vez mais criminalizados e abandonados, inclusive pelos aliados que elegeram. As lideranças de trabalhadores rurais são perseguidos pela "justissa" paulista, pela Polícia Federal. Nenhum prefeito cumpre a lei que obriga a comprar 30% dos produtos da merenda escolar dos agricultores familiares e o governo federal age como cúmplice, repassando recursos e fingindo que não vê.
O Governo deveria deixar de ser hipócrita e firmar parceria com a FAO para estimular a agricultura familiar aqui no Brasil, em vez de fazer demagogia.
E eu achava que os dois futuros Prêmios Nobel de todas as especialidades, os irmãos Ctrl-C e Ctrl-V colavam fielmente o que copiassem. Mas, quanto desencanto:
"Mais de 2,3 milhões de dólares irão custear o novo programa de estímulo à agricultura familiar em cinco países africanos. " (2,3 M I L H õ E S !)
"Dos 2,3 bilhões de dólares doados pelo Brasil, 1,55 bilhão irá para a FAO " (2,3 B I L H Õ E S)
Não conseguem nem copiar direito ???
Fui no site original (http://www.dw.de/dw/article/0,,15755951,00.html?maca=bra-uol-all-1387-xm...) e lá não tem esse erro que só acontece em cabeça de jornalista: trocar milhão por bilhão .
Para quem não sabe: 1 milhão é um um acompanhado de 6 zeros à direita antes da vírgula (1.000.000) e 1 bilhão é o mesmo um mas acompanhado de 9 zeros à direita (1.000.000.000), ou seja 3 zerinhos a mais que jornalista não consegue enxergar !!!
Portanto, dividindo 1 bilhão por 1 milhão, teremos 1.000, ou seja um bilhão é formado de 1.000 milhões.
Proponho montarmos um mutirão de reza para que essa confusão jornalística mental acabe difinitivamente no Brasil !!
Ou então, que o jornalista em questão pague uma multa equivalente a essa diferença, neste caso de R$ 2.297.700.000,00 - a favor de quem descobre e/ou aponta estas atrocidades jornalistico-aritméticas!
ôrra !
Quem viver verá ... programas como este vai ajudar muitos africanos a sair da miséria, e o brasil claro deu a sua contribuição.
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