Bairro da Luz

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Proyecto completo en:
lefthandrotation.com/museodesplazados/ficha_luz.htm

El centro de São Paulo es un foco de resistencia política.

Bairro da Luz, estigmatizado como "cracolandia" por el poder público, resiste a un intento de gentrificación en tentativa desde los años 70. El último capítulo en la historia de la política urbana del centro histórico de São Paulo, la última estrategia, es el exterminio. Bajo el nombre de Proyecto Nova Luz, más del 30% del barrio amenaza con ser desapropiado y demolido como parte de un plan para transformar la zona y expulsar a sus actuales moradores, aquellos que luchan hoy por afirmar la existencia de ese territorio y de su cultura.

Contado a través de los testimonios de tres personas implicadas en su resistencia, este documental pretende dar voz a los que luchan por el derecho a la ciudad.
Gracias Paula, Simone y Raquel, por hacernos ver la luz.
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Paula Ribas es periodista, fotógrafa y fundadora de la asociación Amoaluz, creada para defender los derechos de los habitantes del Bairro da Santa Ifigênia e Luz. Forma parte del Consejo Gestor de las ZEIS de Santa Ifigênia y Luz

Simone Gatti es arquitecta y urbanista doctorada por la Facultad de Arquitectura y Urbanismo de la Universidad de São Paulo. Investigadora que tiene como foco de estudio la gentrificación en centros urbanos, colabora desde el inicio con la asociación Amoaluz.

Raquel Rolnik es urbanista, profesora de la Facultad de Arquitectura y Urbanismo de la Universidad de São Paulo y relatora especial de la ONU para el Derecho a la Vivienda.

Proyecto Memoria Interditada.
Plataforma Museo de los Desplazados
lefthandrotation.com/museodesplazados

Proyecto completo en:
lefthandrotation.com/museodesplazados/ficha_luz.htm

Facebook del Museo de los Desplazados: facebook.com/pages/Museo-De-Los-Desplazados-Gentrificaci%C3%B3n-no-es-un-nombre-de-se%C3%B1ora/136884029757255
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Vi em Hélder Leão

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6 comentários
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Jotaem

 Neste domingo percorri a rua das Palmeiras, em direção à feira que fica no Largo de Santa Cecília. No caminho encontrei diversos grupos de jovens, sentados nas calçadas, imundos... mas de olhares atentos. Não são noias; são pequenos traficantes; eu os conheço, como conheço esses bairros. Fui criado no centro, nos anos sessenta.

Conheci a boca do lixo; vi o incêndio do Andraus no começo dos setenta... A vida universitária levou-me para para outros lugares. Mas não perdi, por diversas razões, o contato com a região da minha infância e juventude. Não acompanhei o surgimento da cracolândia, mas tenho amigos que ainda vivem no centro. E que me contam histórias. Histórias vividas.

Neste domingo, perto da feira, vi uma negra, desdentada... Ia e voltava num espaço de poucos  metros. Numa voz quase inaudível implorava: “ajudem-me”. Alguns trocados para comprar uma pedra, era evidente. Degradação absoluta...

"Foco de resistência política"?  

 
 
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JbMartins

Tem um video que mostra a verdadeira intenssão do Kassapa, vem ai a Privataria do Kassab, aqui http://maureliomello.blogspot.com/2012/01/para-entender-tomada-da-cracolandia.html

 
 
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LPepper

Acho importante que você, o Nassif e outras pessoas estejam divulgando a intervenção desastrosa do Kassab, que é corretor imobiliário e sua família é ligado ao ramo. O projeto (vejam no vídeo) foi formulado com critérios unicamente técnicos, assim mesmo discutíveis, e não leva em consideração a tradição, história e principalmente os moradores do local, que em grande parte, são de baixa renda, mas sempre estiveram no local. Não cabe remove-los sumáriamente. Eles tem que ser adaptados ao projeto, que aliás muito questionável. Vejam o alcance das demolições que serão feitas no futuro. Grande parte de moradias e prédios serão removidos.


Esta retirada sumária da crakolândia faz parte deste plano. Duvido que tenha interesse social. Aliás tudo em SP tem sempre alguma coisa por trás. A ocupação da USP pela PM era necessária?


Não pode haver um projeto desta magniude sem discussão pública. Aliás a câmara dos vereadores concedeu ao Sr. Kassab, e aos futuros prefeitos, o poder de intervir em nome do interesse social. Não é o que estamos vendo. Ele está intevindo a favor de sua família e dos especuladores imobiliários em geral.  Cabe aos nós, eleitores, mudarmos o perfil dos prefeitos e vereadores eleitos pois eles podem atacar a sua moradia ou comércio. Fique alerta!


 

 
 
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RWLEITE

Eu já havia postado o video hoje, às 19:50 (http://www.advivo.com.br/node/742372).  Bom que, atraves da Helô, ele tenha voltado.

 
 
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urbano

Quem mora em São Paulo desde os anos de 1960 sabe como foi que o centro se tornou essa "ruina". Um marco foi a construção do elevado. Um prefeito de uma cidade europeia( acho que era de Viena) visitando a obra disse: Se fosse em meu pais a sociedade não permitiria essa construção. Mas Maluf podia tudo e ainda tinha o apoio do eleitor ( e claro do general Costa e Silva)

 
 
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Jotaem

Concordo em gênero, número e grau. O elevado foi a pior obra já feita na história da cidade de São Paulo. Levou a uma deterioração brutal do centro. Evidentemente, a "boca do lixo" (tolerada pela polícia) já existia muito antes do elevado; mas era uma situação totalmente diferente da de hoje. Nos anos sessenta, durante o dia funcionava o comércio, os restaurantes, etc. Enfim, vida normal.

No entanto, o surgimento da cracolândia ocorre bem depois do elevado, e parece estar fortemente ligada ao crescimento do crime organizado e da milícias na periferia, que levou à expulsão dos pequenos traficantes e viciados para o centro.

Eu realmente não vejo "um foco de resistência política" na região. E parece-me que uma intervenção de grande porte era necessária. A questão crucial do projeto Luz é se ele de fato implica na expulsão dos moradores da região (não estou me referindo aos viciados, essa é outra questão). Isso não está claro para mim.

Como eu disse acima, conheço muitas pessoas que vivem nesses bairros. Elas têm as mais variadas opiniões a respeito do projeto.

 
 

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