As telas do artista chinês Ai Xuan

Por Vaas

Ai Xuan (艾轩) nasceu na província de Hebei, China, em 1947 e graduou-se na Academia Central de Belas Artes em 1967. Devido à Revolução Cultural, entre 1969 a 1973, ele foi enviado a uma granja militar no Tibete para cumprir trabalhos forçados.

assim, vivenciando o desamparo, mas também a solidariedade de todos os que enfrentavam o terrível inverno tibetano, que  crianças e paisagens cobertas de neve, principalmente, tornaram-se temas recorrentes em sua obra.  
ai-xuan-patora-con-perro1.jpg (900×792) a-cool-wind-sweeps-across-an-icy-plain.jpg (526×531) lost-in-wastelande28094e28094ai-xuan.jpg (462×462) valiant-youth.jpg (480×480) ai-xuan11.jpg (865×1000) ai-xuan21.jpg (900×905) ai-xuan3.jpg (834×1000) 200811141857659.jpg (900×749)http://cuadernoderetazos.wordpress.com

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5 comentários
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Milen. P

Que estranho.... ele está pintando os chineses com os olhos azuis

Essa mania de ocidentalizar e branquear as pessoas já passou dos limites.

 
 
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Tibet

Na wikipédia sobre o povo tibetano:

 

"Segundo o tibetólogo franco-polonês Rolf Stein:[13]

Diferentes tipos raciais vivem lado a lado ou acabam por coalescer. A variedade predominante, na maior parte dos casos, é mongoloide, porém muitos viajantes ficaram surpresos com o que descreveram como um tipo 'índio pele-vermelha' (em Kongpo, entre os nômades Hor, e em Tatsienlu). Outros notaram um elemento europeu, 'helênico' ou caucasiano, que por vezes parece ser idêntico ao tipo que o antecedeu, e por outras denota uma variedade separada, especialmente no nordeste do Tibete. Uma variedade com características de nanismo ocorreu em Chala, distrito de Kham. Embora todas estas sejam apenas impressões, o fato de que diferentes grupos existem é evidente. De acordo com viajantes que não alegam possuir qualquer conhecimento científico, o tipo braquicefálico é predominante nas comunidades de fazendeiros do vale do Bramaputra e no sudeste da região. Em Ladakh aparentemente teria sido sobreposta uma variedade dolicocefálica (sem dúvida dárdicos). Os habitantes do norte, na região dos lagos Changthang, como os hor e os goloks, são dolicocefálicos. Os antropólogos, no entanto, distinguem apenas entre dois tipos: um distintamente mongoloide e de porte pequeno, típico do Kham, e os tipos 'loiros' de olhos azuis, também observados no nordeste."

 

 

 
 
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Tiago Jorge

Nossa, sem palavras, que trabalho!

 
 
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Emilson Werner

Caro (a) Milen,

Obviamente não se trata de um artista de "mangá". Não é ocidentalização que nos surpreende nos quadros. Obviamente as personagens não são da etnia dominante na China, a "han". Provavelmente esse povo está situado mais ao norte, próximo ao Tibete, Mongólia, pois não apenas os olhos são diferentes, mas também a cor da pele e o desenho do crânio. Sugiro que admiremos a beleza estonteante das pinturas, sem nos preocuparmos em buscar nelas a confirmação de nossos precinceitos sociais. A pintura serve à Beleza, não à igualdade Ocidente-Oriente.

 
 
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Fabio (o outro)

Me transmite a beleza de uma melancolia profunda !

 
 

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