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As retificações do COAFEnviado por luisnassif, sab, 14/01/2012 - 20:13Atenção: estava fora e não vi o título do post. Ele apenas mostra correções nos dados da COAF. Em nada depõe contra Maierovitch que continua merendo total confiança do blog.
Por Gaudereto
Mais devagar com o andor, Maierovitch. Leiam abaixo:
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Comentários + votados
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José Maia
14/01/2012 - 16:37
Ok, não muda nada. Não foi TJMSP foi no TJSP. Assim, a ministra Calmon tem ainda mais razão.
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urbano
14/01/2012 - 17:04
Estão nervosos tentando tirar da reta. Agora ja se sabe que os 200 de tantos milhões movimentados no Rj são em tribunais onde atuam notorios parentes do ministro Mello suspeitos desde a CPI do...
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Antônio CDS
14/01/2012 - 17:11
Exato.
E o que é isto?:
"O apressado come cru." "Quem fala demais dá bom dia a cavalo".
Só faltou um "fica quieto senão o que é seu tá guardado."
O Gaudereto acha que estes leitores daqui são...
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ed.
14/01/2012 - 17:27
Comenar o quê, se já comentaram o necessário?
"Puxa! Não foi ali, foi acolá!"
E o Gaudereto acredita que "agora sim" restabeleceu-se a "verdade verdadeira"!
O CNJ, a Calmon e o Maierovitch "...
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Orides
14/01/2012 - 17:31
Gaudereto,
Por favor esclareça: o Maioerovitch sabia do erro de informação do Coaf, ANTES de publicar o artigo que você critica?
Permito-me duvidar disso, parece que essa correção foi dada a público...
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Domenico Amaral
14/01/2012 - 17:34
Se não houvesse um TJMSP não teria havido incorreção. Está mais do que na hora de discutir a existência de TJM's e alterar a CF para eliminá-los, transferindo suas atribuições aos TJś.
Para que...
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Inforo
14/01/2012 - 17:42
Há Bom! Não foi a mão direita que roubou foi a esquerda, então muda tudo!!!!
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Francisco Ernesto Guerra
14/01/2012 - 18:01
Orides,
Também fico no aguardo do esclarecimento do Gaudereto.
Quanto a mudança de siglas, não altera em nada oconteúdo das denúncias.
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GAUDERETO
14/01/2012 - 18:46
Maierovitch escreveu, com a segurança dos iluminados, apoiado em informação publicada na Folha: "Em 2008, dois integrantes da Justiça Militar de São Paulo e um do Tribunal de Justiça de São Paulo,...
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Sanzio
14/01/2012 - 19:03
Tomo a liberdade de reproduzir o comentário da leitora Branca, das 10:24, no post "As três operações suspeitas e os impasses do CNJ". Um verdadeiro raio-x do Judiciário (?) brasileiro:
"Maierovitch...
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H. C. Paes
14/01/2012 - 19:03
Sabias que John Paul Stevens, provavelmente o maior juiz da Suprema Corte dos EUA dos últimos trinta anos (e de longe o mais liberal, no bom sentido da palavra), foi indicado por Gerald Ford, um...
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anonimo
14/01/2012 - 19:17
Ninguém é nomeado para essa sem tem bons padrinhos, cada voto no congresso custa uma baba. E essa quando foi perguntada quais eram os seus, ela deu os nomes do bois. Isso significa que nenhum...
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Ivo M. Gloeden
14/01/2012 - 19:58
Se o ACM indicou a juíza Eliana Calmon, com certeza, foi a única coisa boa que êle fez na vida.
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nadja rocha
14/01/2012 - 20:09
A Eliana Calmon respondeu no roda (morta) viva que foi realmente indicada pelo FHC e ACM e que já tinha paga a dívida para com eles e que resolveu investir no judiciário e que se libertou de...
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leonidas
14/01/2012 - 21:37
Verdade.
Se ACM colocou ela lá, ao menos fez algo decente antes de morrer...
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AlvaroTadeu
14/01/2012 - 22:57
As denúncias da Eliana Calmon não podem ser desclassificadas se ela foi indicada pelo ACM. Só podem ser desclassificadas se forem falsas. Por exemplo: as obras de Maluf em SP, quase todas têm...
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José Carlos Lima
14/01/2012 - 16:51
JM, continua sendo coisa do Judiciário, isso é certo, uma confusão em torno de siglas não muda nada
Roda Viva com Eliana Calmon: Tem bandido de toga
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/11/15...
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Prometeu
14/01/2012 - 17:22
E parece que o blogueiro não digere muito bem o Maierovitch. O comentário elevado a post parece (eu disse parece) aquelas mensagens encomendadas no PIG (do tipo "Pó pará, governador").
Cruzes!
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Antônio CDS
14/01/2012 - 17:23
Posso até dar bom dia a cavalos, mas parece que há um daqueles conluios institucionais do tipo acordão-para-acabar-com-CPIs e que só recebem a luz do sol nos raros casos/coincidências em que há gente...
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Ok, não muda nada. Não foi TJMSP foi no TJSP. Assim, a ministra Calmon tem ainda mais razão.
JM, continua sendo coisa do Judiciário, isso é certo, uma confusão em torno de siglas não muda nada
Roda Viva com Eliana Calmon: Tem bandido de toga
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/11/15/calmon-tem-criminoso-de-colarinho-branco-preso/
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
Posso até dar bom dia a cavalos, mas parece que há um daqueles conluios institucionais do tipo acordão-para-acabar-com-CPIs e que só recebem a luz do sol nos raros casos/coincidências em que há gente disposta há enfrentar:
http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2012/01/por-que-so-eliana-calmon-enxergou-os-r.html#.TxHhPDIc9v8.twitter
Não muda na em relação ao direito/dever que o CNJ tem que investigar qualquer magistrado de qualquer tribunal. Mas muda alguma coisa sim, acusaram um tribunal que não tinha nada haver, no caso o TJMSP. Pelo menos desculpas eles merecem. É a mesma coisa que eu acusar você de ser ladrão e amanhã dizer que eu descobrir que estava errado e mesmo assim ficar sem me manifestar.
Exato.
E o que é isto?:
"O apressado come cru." "Quem fala demais dá bom dia a cavalo".
Só faltou um "fica quieto senão o que é seu tá guardado."
O Gaudereto acha que estes leitores daqui são idiotas, que vão cair nas tentativas toscas de desinformação.
É a mesma tentativa espertalhona inventar a "acusação" de "quebra de sigilo" e "arapongagem" sobre informações que era obrigação dos próprios servidores fornecerem. E que O CNJ pode solicitar junto ao COAF.
Ora, o erro de informação não foi de que não houve operações atípicas. O erro foi de que quem fez a operação atípica, que estava na lista "A", deveria estar na lista "B".
Tá parecendo aquelas artimanhas usadas para acabar com a Satiagraha e a Castelo de Areia.
ACM INFLUI EM INDICAÇÃO
ACM influi na indicação de ministra para o STJ
A juíza baiana Eliana Calmon Alves, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Distrito Federal), foi indicada pelo presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, para ocupar uma das quatro vagas em aberto no Superior Tribunal de Justiça. Trata-se da primeira mulher a ocupar o cargo de ministra no topo do Judiciário brasileiro.
Eliana foi apadrinhada pelo presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães e ocupou a vaga inicialmente destinada à candidata gaúcha, Ellen Gracie Northfleet, da 4ª Região, indicada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim.
Dos seis candidatos existentes, Eliana Calmon é a única que não preside um Tribunal Regional. Ela agora deve ser submetida à sabatina pelo Senado nos próximos dias, juntamente com os juízes Jorge Tadeo Flaquer Scartezzini, da 3ª Região (São Paulo), e Francisco Cândido de Melo Falcão Neto, da 5ª Região (Pernambuco). A juíza, natural de Salvador, Bahia, foi indicada pelo pleno do STJ para compor a lista tríplice por duas vezes consecutivas.
Na verdade, o anúncio da nomeação da primeira mulher a ocupar os quadros do STJ deveria ter sido feito em 8 de março passado, Dia Internacional da Mulher, quando deveria ser anunciado o nome da gaúcha Ellen Grace.
Na ocasião, o senador Antonio Carlos Magalhães intercedeu em favor da juíza baiana, o que gerou a suspensão das nomeações. Os juízes paulista e pernambucano também seriam nomeados à época.
Eliana passou à frente até mesmo do presidente do Tribunal em que está lotada, o juiz federal Plauto Afonso.
Os três futuros membros do STJ vão substituir os ministros aposentados Adhemar Maciel, Anselmo Santiago e Cid Flaquer Scartezzini.
Uma quarta vaga foi aberta pela aposentadoria do ministro Romildo Bueno de Souza em abril. Em 19 de maio, os ministros do STJ elaboraram a lista tríplice com os nomes dos desembargadores Paulo Benjamin Fragoso Gallotti, do TJ de Santa Catarina, Hermenegildo Fernandes Gonçalves, do TJ do Distrito Federal, e Fátima Nancy Andrighi, também de Brasília.
Revista Consultor Jurídico, 24 de maio de 1999
http://www.conjur.com.br/1999-mai-24/senado_sabatina_primeira_ministra_historia_stj
18 de maio de 2007
Tribuna da Bahia levanta suspeição sobre ministra Eliana Calmon que seria "afilhada de ACM" Três notas publicadas na coluna Raio Laser, da Tribuna da Bahia (18), servem como “sugestão de pauta” para a imprensa livre. As notas afirmam que a empreiteira Gautama realmente não prestou serviço em Camaçari; que apesar das evidências em contrário, a juíza fez questão de acusar o prefeito Luiz Caetano como autor de convênios e contratos com a Gautama; que a ministra Eliana Calmon é “persona non grata” na esquerda baiana, desde que passou a defender a extinção da Justiça do Trabalho, sendo considerada uma “afilhada de ACM”. Só faltou dizer que a ministra, por ser envolvida com a política baiana, deveria se dar como impedida neste episódio.
SEGUEM AS TRÊS NOTAS DA TRIBUNA DA BAHIA:
Curiosidade
Ainda segundo dados da Procuradoria, o único contrato existente entre Camaçari e a Gautama foi celebrado na gestão anterior (de José Tude) e revogado em 1999, a partir de parecer do Procurador José Orlando. Detalhe: nunca houve emissão de ordem de serviço nem sequer nenhum processo de pagamento feito em favor da Gautama.
Mar aberto
Apesar das evidências apontadas em contrário pelos advogados de Luís Caetano, a ministra Eliana Calmon faz questão de acusar o prefeito de Camaçari de ter sido o responsável pela assinatura de convênios e contratos administrativos “fraudados” identificados na operação Navalha e relacionar entre “seus crimes” o recebimento de convites para o camarote da Gautama no Carnaval de Salvador e de passagens aéreas, além do fato de ter passeado na lancha dos proprietários da Gautama.
Compadrio
Coincidência ou não, a ministra Eliana Calmon, autora da sentença contra Luís Caetano, não é “persona grata” entre esquerdistas na Bahia. Ontem, eles tratavam de lembrar que anos atrás ela foi grande defensora da extinção da Justiça do Trabalho e que, em resposta, teria ganho dos magistrados trabalhistas o apelido de “afilhada de ACM”O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes saiu nesta quarta-feira, 28, em defesa da corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Eliana Calmon, e admitiu que o Judiciário, como qualquer outra instituição, enfrenta casos isolados de desvios de conduta. O ministro disse não ver más intenções nas declarações de Eliana - de que a magistratura "está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga" - e atribuiu a frase ao envolvimento dela com a atuação na corregedoria. "Acredito até que a ministra está muito estimulada com seu trabalho. Quem lida com problemas concretos certamente se empolga e quer resolvê-los", afirmou Mendes, que participou de seminário sobre guerra fiscal realizado na capital paulista. Informações do Estadão.http://www.acmneto.com.br/curtas-e-boas/item/1733-gilmar-mendes-defende-eliana-calmon ACM Neto elabora PEC que garante autonomia do CNJ
Fonte: Agência Liderança
CNJ, a exemplo do que foi feito pelo senador Demóstenes Torres (Democratas-GO).
Para ACM Neto, a ministra teve coragem de dizer o que é uma verdade, que é a existência de juízes corruptos. “Não houve uma generalização. Da mesma forma que existem alguns políticos corruptos, também existem juízes corruptos. Não podemos permitir que poucos manchem a imagem de do Judiciário, assim como não permito que poucos maculem a imagem dos políticos”, disse.
“Qual foi a proteção do cidadão contra a corrupção no Judiciário? O CNJ, que contribui sobretudo para que proteger aquele que não tem condições de pagar advogados, gastar fortunas com advogados . A PEC vai trazer luz sobre os trabalhos e as funções do CNJ”, disse.
ACM Neto afirmou que conhece o trabalho da ministra Eliana Calmon e que pode atestar o trabalho sério que ela vem desenvolvendo. Tivemos a competência de constituir o CNJ e agora temos que suprir essa lacuna. O CNJ precisa ter claro quais as suas prerrogativas”, justificou ACM Neto.
Maria Cristina Fernandes - no Valor EconômicoSabatinada para o Superior Tribunal de Justiça, na condição de primeira mulher a ascender à cúpula da magistratura, a então desembargadora da justiça baiana, Eliana Calmon, foi indagada se teria padrinhos políticos. "Se não tivesse não estaria aqui". Quiseram saber quem eram seus padrinhos. A futura ministra do STJ respondeu na lata: "Edison Lobão, Jader Barbalho e Antonio Carlos Magalhães".Corria o ano de 1999. Os senadores eram os pilares da aliança que havia reeleito o governo Fernando Henrique Cardoso. A futura ministra contou ao repórter Rodrigo Haidar as reações: "Meu irmão disse que pulou da cadeira e nem teve coragem de assistir ao restante da sabatina. Houve quem dissesse que passei um atestado de imbecilidade".Estava ali a sina da ministra que, doze anos depois, enfrentaria o corporativismo da magistratura."Naquele momento, declarei totalmente minha independência. Eles não poderiam me pedir nada porque eu não poderia atuar em nenhum processo nos quais eles estivessem. Então, paguei a dívida e assumi o cargo sem pecado original."Eliana Calmon nunca escondeu seus padrinhos


De lá pra cá, Eliana Calmon tem sido de uma franqueza desconcertante sobre os males do Brasil. Muita toga, pouca justiça são.Num tempo em que muito se fala da judicialização da política, Eliana não perde tempo em discutir a politização do judiciário. É claro que a justiça é política. A questão, levantada pela ministra em seu discurso de posse no CNJ, é saber se está a serviço da cidadania.A "rebelde que fala", como se denominou numa entrevista, chegou à conclusão de que a melhor maneira de evitar o loteamento de sua toga seria colocando a boca no trombone.Aos 65 anos, 32 de magistratura, Eliana Calmon já falou sobre quase tudo.• Filhos de ministros que advogam nos tribunais superiores:"Dizem que têm trânsito na Corte e exibem isso a seus clientes. Não há lei que resolva isso. É falta de caráter" (Veja, 28/09/2010).• Corrupção na magistratura: "Começa embaixo. Não é incomum um desembargador corrupto usar um juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas-corpus ou uma sentença. Os que se sujeitam são candidatos naturais a futuras promoções". (Idem)• Morosidade: "Um órgão esfacelado do ponto de vista administrativo, de funcionalidade e eficiência é campo fértil à corrupção. Começa-se a vender facilidades em função das dificuldades. E quem não tem um amigo para fazer um bilhetinho para um juiz?" (O Estado de S. Paulo, 30/09/2010).Era, portanto, previsível que não enfrentasse calada a reação do Supremo Tribunal Federal à sua dedicação em tempo integral a desencavar o rabo preso da magistratura.Primeiro mostrou que não devia satisfações aos padrinhos. Recrutou no primeiro escalão da política maranhense alguns dos 40 indiciados da Operação Navalha; determinou o afastamento de um desembargador paraense; e fechou um instituto que, por mais de 20 anos, administrou as finanças da justiça baiana.
No embate mais recente, a ministra foi acusada pelo presidente da Corte, Cezar Peluso, de desacreditar a justiça por ter dito à Associação Paulista de Jornais que havia bandidos escondidos atrás da toga.Na réplica, Eliana Calmon disse que, na verdade, tentava proteger a instituição de uma minoria de bandidos.Ao postergar o julgamento da ação dos magistrados contra o CNJ, o Supremo pareceu ter-se dado conta de que a ministra, por mais encurralada que esteja por seus pares, não é minoritária na opinião pública.A última edição da pesquisa nacional que a Fundação Getúlio Vargas divulga periodicamente sobre a confiança na Justiça tira a ministra do isolamento a que Peluso tentou confiná-la com a nota, assinada por 12 dos 15 integrantes do CNJ, que condenou suas declarações.Na lista das instituições em que a população diz, espontaneamente, mais confiar, o Judiciário está em penúltimo lugar (ver tabela abaixo). Entre aqueles que já usaram a Justiça a confiança é ainda menor.A mesma pesquisa indica que os entrevistados duvidam da honestidade do Judiciário (64%), o consideram parcial (59%) e incompetente (53%).O que mais surpreende no índice de confiança da FGV é que o Judiciário tenha ficado abaixo do Congresso, cujo descrédito tem tido a decisiva participação da Corte Suprema - tanto por assumir a função de legislar temas em que julga haver omissão parlamentar, quanto no julgamento de ações de condenação moral do Congresso, como a Lei da Ficha Limpa.Aliomar Baleeiro, jurista baiano que a ministra gosta de citar, dizia que a Justiça não tem jeito porque "lobo não come lobo". A loba que apareceu no pedaço viu que dificilmente daria conta da matilha sozinha, aí decidiu uivar alto.
Sabias que John Paul Stevens, provavelmente o maior juiz da Suprema Corte dos EUA dos últimos trinta anos (e de longe o mais liberal, no bom sentido da palavra), foi indicado por Gerald Ford, um republicano?
Calmon jamais negou que estivesse em bons termos com ACM. Baiana, como poderia ser diferente?
Gerald Ford se arrependeu amargamente de sua indicação, tanto quanto Eisenhower se arrependeu de ter indicado Earl Warren.
Isso só mostra que, como disse em outro comentário, o demônio às vezes faz o bem por acidente.
Verdade.
Se ACM colocou ela lá, ao menos fez algo decente antes de morrer...
leonidas
Ninguém é nomeado para essa sem tem bons padrinhos, cada voto no congresso custa uma baba. E essa quando foi perguntada quais eram os seus, ela deu os nomes do bois. Isso significa que nenhum processo envolvendo os mesmos poderia ir para suas mãos e sempre se abster em toda votação envolvendo tais. Enquanto isso os demais nunca soube que tenha feito o mesmo, alguns são acapazes até de dizer que nunca teve padrinho.
A Eliana Calmon respondeu no roda (morta) viva que foi realmente indicada pelo FHC e ACM e que já tinha paga a dívida para com eles e que resolveu investir no judiciário e que se libertou de seus "protetores"
Bom, Gaudereto, só nos resta esperar a resposta do Dr. Maierovitch para saber se ele falou DE MAIS ou DE MENOS.
Estão nervosos tentando tirar da reta. Agora ja se sabe que os 200 de tantos milhões movimentados no Rj são em tribunais onde atuam notorios parentes do ministro Mello suspeitos desde a CPI do Judiciario. O priminho era o Corregedor que nada viu ( Tutto in famiglia - pelo visto)
Texto inútil.
Apenas mudaram-se algumas moscas.
uai, parece que quem está indo depressa demais com o andor é o sr. Gaudereto. Nao parece que o fato da coisa pesar sobre o TJSP e nao TJMSP invalide os argumentos do sr. Maierovitch. Inclusive aquele que diz respeito à propria existencia do TJMSP.
E parece que o blogueiro não digere muito bem o Maierovitch. O comentário elevado a post parece (eu disse parece) aquelas mensagens encomendadas no PIG (do tipo "Pó pará, governador").
Cruzes!
Gaudereto babão...
Comenar o quê, se já comentaram o necessário?
"Puxa! Não foi ali, foi acolá!"
E o Gaudereto acredita que "agora sim" restabeleceu-se a "verdade verdadeira"!
O CNJ, a Calmon e o Maierovitch "exageraram" e deram "bom dia a cavalo".
Intãuntá!
Gaudereto,
Por favor esclareça: o Maioerovitch sabia do erro de informação do Coaf, ANTES de publicar o artigo que você critica?
Permito-me duvidar disso, parece que essa correção foi dada a público DEPOIS. E se o TJSP soube disso ANTES, ficou de bico calado.
Como você vê, aqui todos tem chance de não deixar dúvidas sobre nada. Aguardo.
Orides,
Também fico no aguardo do esclarecimento do Gaudereto.
Quanto a mudança de siglas, não altera em nada oconteúdo das denúncias.
Se não houvesse um TJMSP não teria havido incorreção. Está mais do que na hora de discutir a existência de TJM's e alterar a CF para eliminá-los, transferindo suas atribuições aos TJś.
Para que servem mesmo TJMś em uma democracia ?
Há Bom! Não foi a mão direita que roubou foi a esquerda, então muda tudo!!!!
Quanto trabalhei no Banco do Brasil, a coisa funcionava da seguinte forma: todos os dias o sistema emitia um relatório com movimentações acima de determinado valor. Havia, em cada agência, um supervisor designado para examinar o documento e fazer as primeiras investigações para determinar a origem dos recursos. Caso houvesse alguma dúvida, o relatório era encaminhado para instância superior e daí para o COAF, para providências.
Nassif
Como é que um texto com toda essa ênfase em cima do Maierovitch vem parar aqui e é elevado a post?
Se não fosse muito queria saber qual o critério, visto que postei no Clipping do dia de ontem sex, 13/01/2012 - 00:34, um texto sobre o descalabro a que chegou a saúde em Goiás enquanto o Governo, em verdadeiro acinte, está gastando como nunca com propagandas fantasiosas, e o mesmo não teve esse tratamento
Maierovitch escreveu, com a segurança dos iluminados, apoiado em informação publicada na Folha: "Em 2008, dois integrantes da Justiça Militar de São Paulo e um do Tribunal de Justiça de São Paulo, movimentaram R$ 116,5 milhões. Os fatos foram revelados na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. Sobre a Justiça Militar, até os vestibulandos em Direito sabem, apesar da previsão Constitucional, tratar-se de uma instituição com passado muito conhecido durante a ditadura e nenhum futuro que justifique a necessidade de sua manutenção." O COAF disse que errou, nem o TJMSP, nem "dois integrantes" de seu quadro praticaram os ilícitos denunciados. A notícia da Folha reforçou a ideia do Maierovitch, de extinguir-se a Justiça Militar. E isso não muda nada, como disseram (unânimes, até aqui) os blogueiros? E se houver outros "erros"? Não é o primeiro. Recentemente, a ministra Calmon teve de retratar, tinha acusado injustamente o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, quando, na verdade, o Tribunal relapso era o de Mato Grosso. Não é que não haja corrupção no Poder Judiciário, até as pedras sabem que há. A questão é a Justiça midiática, rapidíssima para acusar, lenta para desmentir a acusação. Como cidadão, reprovo a ligeireza do comentário do Maierovitch; se fosse juiz ou servidor do TJMSP, processaria os dois - Calmon e Maierovitch.
Tenho sérias dúvidas sobre a procedência da acusação manchetada pelos jornais de hoje (não duvido da existência de corruptos no PJ, sou obrigado a ratificar). A atividade que exerço me autoriza a dizer, com absoluta certeza, que todas as contas bancárias de depósitos judiciais (pelo menos, destes) estão vinculadas ao CPF de um juiz, geralmente o da causa, e isso pode - pode - ter causado confusão, gerando um relatório falso. Senão, os juízes (ou servidores) das movimentações "atípicas" seriam, não só corruptos e bandidos de toga, na dicção da Calmon, mas perfeitos idiotas. Burros de dar dó.
Então tá. Extigue-se o CNJ e deixa para lá as movimentações suspeitas de 800 mi pq a Calmon trocou TJSP por TJMSP e TJMT por TJMS.
O mesmo expediente de extiguir a Satiagraha por causa da utilização de "arapongas" da ABIN.
Ah, Gaudereto... os "bandidos de toga" do judiciário...sempre tomando o acessório pelo principal.
O TJMSP seria uma surpresa. Já o TJ...
Tomo a liberdade de reproduzir o comentário da leitora Branca, das 10:24, no post "As três operações suspeitas e os impasses do CNJ". Um verdadeiro raio-x do Judiciário (?) brasileiro:
"Maierovitch mais uma vez nos brinda com um excelente comentário sobre os funcionários da Justiça (?) deste país. Neste caso, sobre os nobres juízes e desembargadores em baixo ou em cima nas instâncias mínimas ou máximas da Justiça que, por auferirem gigantescos salários num país de pobres, não acham que sejam simples funcionários pagos pelo dinheiro de impostos dos que trabalham, mas deuses de um Olimpo imaginário. Sim, acreditam-se deuses acima de todos os cidadãos: são especiais, são únicos, são poderosos, não podem apresentar suas declarações de IR, não podem ser investigados pelos seus colegas, não podem isso ou aquilo, estão acima da República que desprezam. Nunca imaginei que um dia veria isso por aqui. Mas aí estão eles gritando na nossa cara: "l'état c'est moi". Não devem ter lido a história francesa, se tivessem lido saberiam que os descendentes e defensores dos que gritavam isso por lá acabaram na guilhotina. Os tempos são outros também por aqui e eles não viram a banda passar. Na verdade, com sua esdrúxula atitude, indigna para magistrados, confessaram que têm culpa no cartório e querem esconder seus deslizes monetários.
Estivessem sentados num banco de réu, após tamanha admissão de culpa, já sairiam dali presos. Mas como são deuses ..."
Sanzio, você e a Branca foram à raiz primeira do problema da nossa justiça (justiça?).
Um abraço.
Sérgio Troncoso
Serjão, o mérito é só da Branca.
Grande abraço
Estes dias li um comentário de um desembargador, que dizia (figura de linguagem), que para ele, se fosse para ter pena de morte, esta deveria ser aplicada apenas aos magistrados corruptos, pois diferente dos outros cidadãos, estes não tem como explicar o caminho do crime, pois a ele é dado todas as ferramentas e privilégios para que sejam o fiel das leis, nele a sociedade deposita suas esperança de justiça.
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