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As facções do movimento feministaEnviado por luisnassif, dom, 12/12/2010 - 21:39Atenção: o post está aberto a contrapontos. Por Elizeth Franco
Nassif, Fernanda Estima é jornalista da Fundação Perseu Abramo, do PT. Trabalha na revista Teoria & Debate. Tica Moreno é secretária da SOF (Organização Sempreviva Feminista), ONG que gerencia o escritório da Marcha Mundial de Mulheres (MMM) no Brasil, da qual Fernanda também é militante. Ticiana Studart é assessora da Prefeitura de Fortaleza, também militante da MMM, uma das suas mais conhecidas ativistas, principalmente pelo seu estilo raivoso e fundamentalista. A MMM é raquítica ao redor do mundo, sendo no Brasil o braço "feminista" da Democracia Socialista, tendência interna do PT a qual é ligada personagens como o senador eleito Valter Pinheiro, Raul Pont, e os ex-ministros do MDA, Miguel Rosseto e Cassel. A DS compõe a Mensagem ao Partido, campo interno que é a terceira força do PT, liderada por Tarso Genro e pelo futuro Ministro da Justiça, Eduardo Cardozo. A MMM é aquilo que Chico Buarque classifica de "feminismo radical", muito conhecido por opor homens e mulheres e questionar a paternidade. Menosprezam as políticas públicas de mulheres e acreditam que o centro da ação deve ser o "combate cultural", que na prática tem foco em "fiscalizar" e "patrulhar" piadas a respeito de mulheres. São amplamente minoritárias no movimento de mulheres, tendo problemas, incusive para credenciar membros (por tê-los em escassez) na Conferência de Políticas para Mulheres, do GF, e na Conferência de Equidade de Gênero da CEF. Reúnem nos estados em média cerca de 10 ativistas no máximo e não estão nos 27 entes federativos. Sua base é formado quase que exclusivamente por jovens com menos de 30 anos e sua líder maior é a sra Nalu Farias, esposa do assessor de relações internacionais da presidência do Paraguai, Gustavo Codas. Pesquise na internet e vais ver que esse grupo merece sim é uma grande crítica qualificada. Comentário Alguns comentaristas reclamaram do uso das aspas, na menção à "esposa". Consideraram depreciativo. Tirei. Agora, uma outra comentarista (não a do post) mandou uma nota explicando como se usa esposa, companheira nas relações desses grupos políticos: Só pra informar, já que também gerou polêmica, Nalu Faria e Gustavo Codas não preferem o termo, pra relação deles, esposa, seja com ou sem aspas, já que não se casaram nem na Igreja nem perante o Estado . O correto seria "Nalu Faria, companheira de Gustavo Codas", ou vice-e-versa. Pode parecer meio estranho, já que os petistas chamam todos os colegas de partido de "companheiro" e "companheira", mas desde o princípio do partido existia a diferença entre chamar alguém assim, ou dizer "a minha companheira", "o meu companheiro" e "o companheiro/a de fulana/o", que indicava um casal. Esse costume se perdeu em alguma medida nos últimos anos, mas ainda é comum entre petistas mais velhos. Claro que nunca se aplicou a todos, só os que preferem esse tipo de denominação. Não sei dizer se já era comum antes da fundação do partido entre os grupos de esquerda. E outra coisa, desde o começo do ano Gustavo Codas deixou de ser assessor do Lugo e passou para diretor-geral de Itaipu pelo lado paraguaio. Por Lucio Uberdan
3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/03/466891.shtml
Do dia 8 e 18 de março, a Marcha Mundial das Mulheres organiza sua 3ª Ação Internacional no Brasil. Neste período, 3 mil mulheres de todas as regiões do país realizão uma caminhada entre dez cidades, de Campinas a São Paulo, para dar visibilidade à luta das mulheres brasileiras e reivindicar mudanças em suas vidas. A Ação começou no Dia Internacional das Mulheres (8/3), em um grande ato público no Largo do Rosário, no centro de Campinas,onde percore mais de 10 cidades e termindo em São Paulo, no dia 18, em um ato na Praça Charles Miller. Além da caminhada pela manhã, no período da tarde as mulheres participão de atividades de formação sobre diversos temas, entre os quais: saúde da mulher e práticas populares de cuidado; sexualidade, autonomia e liberdade; educação não sexista e não racista,... todas conduzidas pelas proprias marchantes. O lema das mobilizações é "Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres", com reivindicações baseadas em quatro eixos que concentram temas chave para a vida das mulheres em todo o mundo. São Eles: autonomia econômica das mulheres, bens comuns e serviços públicos, paz e desmilitarização, e violência contra as mulheres. A Ação faz parte de uma grande mobilização internacional que vai até o dia 17 de outubro. Estão programadas atividades em 51 países, entre eles Canadá, Colômbia, França, Espanha, entre outros. O encerramento será em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo. Por Elizabeth Do site da revista Caros Amigos, com Nalu Farias na capa Entrevista Nalu Faria: Não entendi por que é qualificada pela autora do post, que não conheço -- seria interessante sabermos quem é - como, entre aspas, "esposa" do assessor de relações internacionais da presidência do Paraguai, Gustavo Codas?
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Comentários + votados
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Allan Patrick
12/12/2010 - 21:58
Aqui na pequena e brava Mossoró/RN, no meio do sertão do semiárido nordestino, o Centro Feminista 8 de Março, participante ativa da Marcha Mundial das Mulheres, tem uma atuação brilhante na defesa...
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Emil
12/12/2010 - 22:02
Sério mesmo, gente? É isso que vai virar o debate? Acusação de "fulana pertence ao movimento x", "ciclana ao movimento y". Num debate que já começou quente, dar abertura para este tipo de postagem é...
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Bernardo Cotrim
12/12/2010 - 22:07
Nassif,
Não corra o risco de perder credibilidade abrindo seu blog pra gente antenada nas "oportunidades" de amplificar um discurso patético de disputa interna partidária. O post que você acabou de...
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lilian porto
12/12/2010 - 22:10
meu ridículo este post...a MMM não se resume a estas informações, e quanto ao ser radical, creio que muitos avanços devem-se a estes "radicalismos" e veja que ainda avançamos muito pouco nas...
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lilian porto
12/12/2010 - 22:13
Só para constar nunca fui do MMM,, nem pretendo ser, nem sou ligada a nenhum movimento feminista, mas não desconsidero o papel histórico do movimento feminista, que aliás sempre foi tratado como uma...
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walter araujo
12/12/2010 - 22:15
Em Mossoró?
É mesmo?
Pronto.
Agora é que essa discussão não acaba mais.
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IVANISE GONZAGA ALVES
12/12/2010 - 22:20
A MMM é um movimento no qual as mulheres da Democracia Socialista estão engajadas, no entanto é um erro dizer que é um braço da DS, pois participam mulheres não só da DS mas do PT, e também de outros...
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Lucio Uberdan
12/12/2010 - 22:23
3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres Por MULHERES 10/03/2010 às 16:41
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/03/466891.shtml
Do dia 8 e 18 de março, a Marcha...
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Tica Moreno
12/12/2010 - 22:25
Opa, eis que eu abro um link e me vejo citada por alguém que não conheço e que não pretendo responder agora.
Mas, aqui vai um link pra quem quiser saber o que é a Marcha Mundial das Mulheres.
http://...
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luisnassif
12/12/2010 - 22:29
Dizer que pertence a um determinado movimento político não é acusação. É informação essencial para entender as correntes que disputam a bandeira feminista.
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Elizabeth
12/12/2010 - 22:31
Do site da revista Caros Amigos, com Nalu Farias na capa
http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php?option=com_content&view=article&id=1250:entrevista-nalu-faria-qo-aborto-...
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Ana Diniz
12/12/2010 - 22:36
Acho que não é o caso de se atacar pessoas e sim ideias. Para quê expor as militantes colocando seus cargos, onde trabalham e criando tantas “sugestões” tão maldosas? Olha o peso dos termos...
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PauloCandido
12/12/2010 - 22:36
E novamente vamos brincar de "o todo pela parte", é assim?
Então a ofensa original deve ser esquecida, perdoada, nem houve ofensa não é?, porque afinal algumas das mulheres que se sentiram ofendidas...
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Jose de Almeida Bispo
12/12/2010 - 22:37
Antes que venha o fora de pauta deste fim de noite... bateu-me uma saudade danada dos tempos de guri quando por esta época minha mãe trazia todo o ano religiosamente os almanaques feitos por empresas...
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Tsavkko
12/12/2010 - 22:41
Impressionante... Não satisfeito em permitir a disseminação do preconceito ao liberar post sobre "Feminazis", fez uma mea culpa ridícula, se colocando como vítima. Não importa que importantes...
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luciouberdan
12/12/2010 - 22:43
Entrevista Nalu Faria:“O aborto mal feito é a terceira causa de morte materna”
Participaram: Cecília Luedemann, Gabriela Moncau, Hamilton Octavio de Souza, Lúcia Rodrigues, Otávio Nagoya e Tatiana...
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Gerald
12/12/2010 - 22:53
Acho engraçado como vários aqui propõem ação de censura pra tudo o que está desacordo com o seu pensamento. Você tá muito certo Nassif, bota aqui quem tem argumento e deixa o pau quebrar, talvez na...
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Fernanda Estima
12/12/2010 - 22:55
Tratar o feminismo como facção, que coisa! Ser radical não é crime, nem vergonha para as militantes da gloriosa MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES. Mudar a vida das mulheres para mudar o mundo e mudar mundo...
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Jose de Almeida Bispo
12/12/2010 - 22:55
Sobre o tema do post, às vezes me comprazo ouvindo Lennon berrando: Ev'rybody's talkin' 'bout Bagism, Shagism, Dragism, Madism, Ragism, Tagism, this-ism, that-ism, ism ism ism e, como ele, gostaria...
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Aqui na pequena e brava Mossoró/RN, no meio do sertão do semiárido nordestino, o Centro Feminista 8 de Março, participante ativa da Marcha Mundial das Mulheres, tem uma atuação brilhante na defesa das questões de gênero. E conta com muito mais ativistas que a autora do artigo atribui à média dos estados brasileiros.
--- Natal-RN
Em Mossoró?
É mesmo?
Pronto.
Agora é que essa discussão não acaba mais.
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Sério mesmo, gente? É isso que vai virar o debate? Acusação de "fulana pertence ao movimento x", "ciclana ao movimento y". Num debate que já começou quente, dar abertura para este tipo de postagem é um movimento muito pouco estratégico, pra usar um termo de outro texto.
Sem contar que vamos reclamar de patrulhamento quando o calo pisado é o nosso, mas pra pisar no calo alheio vamos praticar o mesmo patrulhamento?
Olha este texto: ele não tem uma citação, uma fonte, um link. É um amontoado de acusações vazias.
Eu esperava um pouco mais deste espaço.
Dizer que pertence a um determinado movimento político não é acusação. É informação essencial para entender as correntes que disputam a bandeira feminista.
Nassif,
Não corra o risco de perder credibilidade abrindo seu blog pra gente antenada nas "oportunidades" de amplificar um discurso patético de disputa interna partidária. O post que você acabou de publicar é um ataque desqualificado a uma tendência interna do PT. A autora, que não mereceria 1 segundo de atenção na vida real, soube pegar carona em uma polêmica envolvendo você e algumas militantes do feminismo que, na minha opinião, teve exageros de ambos os lados (o post que originou a polêmica é sim machista e foi uma infelicidade ímpar publicá-lo, mas a crítica que você merece não justifica em hipótese alguma compará-lo aos fascistas Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi). Ao publicar essa bobagem escrita por uma cidadã interessada em atacar uma expressão legítima da esquerda, você só amplifica antipatias, resistências e torna-se alvo de novas e merecidas críticas.
Recomendo dar atenção apenas à última linha escrita pela tal Elizeth: pesquisar as posições dos grupos citados na internet, com atenção especial às entrevistas de Nalu Farias (capa da última Caros Amigos), Tatau Godinho (no site da Carta Capital) e aos sites www.democraciasocialista.org.br e www.sof.org.br. Como excelente jornalista que é, tenho certeza absoluta que chegará a conclusões muito diferentes da autora do post.
Abraços.
meu ridículo este post...a MMM não se resume a estas informações, e quanto ao ser radical, creio que muitos avanços devem-se a estes "radicalismos" e veja que ainda avançamos muito pouco nas discussões acerca da equidade. Quer dizer que se dizer feminista é ser radical ou raivosa? tudo isso prq conta da discussão no twittwe Nassif, pensei que vc fosse melhor que isto, mas ok..é bom ter vc no debate, mas no debate, não em desqualificações como estas.
Só para constar nunca fui do MMM,, nem pretendo ser, nem sou ligada a nenhum movimento feminista, mas não desconsidero o papel histórico do movimento feminista, que aliás sempre foi tratado como uma coisa menor e desagradável no Brasil.
A MMM é um movimento no qual as mulheres da Democracia Socialista estão engajadas, no entanto é um erro dizer que é um braço da DS, pois participam mulheres não só da DS mas do PT, e também de outros partidos como PCdo B, PSB entre outros...é um movimento radical sim em desfesa das Mulheres, pela igualdade de oportunidade no trabalho, na política ...na sociedade é contra discriminação das mulheres e a violencia. A marcha é feita anualmente para dar visibilidade a esta luta.. portanto nem é braço e nem é perna de nenhuma tendencia partidária
3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres
Por MULHERES 10/03/2010 às 16:41
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/03/466891.shtml
Do dia 8 e 18 de março, a Marcha Mundial das Mulheres organiza sua 3ª Ação Internacional no Brasil. Neste período, 3 mil mulheres de todas as regiões do país realizão uma caminhada entre dez cidades, de Campinas a São Paulo, para dar visibilidade à luta das mulheres brasileiras e reivindicar mudanças em suas vidas.
A Ação começou no Dia Internacional das Mulheres (8/3), em um grande ato público no Largo do Rosário, no centro de Campinas, onde percore mais de 10 cidades e termindo em São Paulo, no dia 18, em um ato na Praça Charles Miller.
Além da caminhada pela manhã, no período da tarde as mulheres participão de atividades de formação sobre diversos temas, entre os quais: saúde da mulher e práticas populares de cuidado; sexualidade, autonomia e liberdade; educação não sexista e não racista,... todas conduzidas pelas proprias marchantes.
O lema das mobilizações é "Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres", com reivindicações baseadas em quatro eixos que concentram temas chave para a vida das mulheres em todo o mundo. São Eles: autonomia econômica das mulheres, bens comuns e serviços públicos, paz e desmilitarização, e violência contra as mulheres.
A Ação faz parte de uma grande mobilização internacional que vai até o dia 17 de outubro. Estão programadas atividades em 51 países, entre eles Canadá, Colômbia, França, Espanha, entre outros. O encerramento será em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo.
Opa, eis que eu abro um link e me vejo citada por alguém que não conheço e que não pretendo responder agora.
Mas, aqui vai um link pra quem quiser saber o que é a Marcha Mundial das Mulheres.
http://migre.me/2TSR7
Mas olha que maravilha, você nem nos conhece mas graças a outra pessoa que nem você nem nós conhecemos agora sabemos que você "opõe homens e mulheres", "questiona a paternidade" (eu sei exatamente o que é, mas do jeito que está escrito fica até engraçado), "menospreza as políticas públicas de mulheres" e se dedica a "fiscalizar e patrulhar piadas a respeito de mulheres" (é uma profissão, isto?). Não é linda a Internet?
Seu comentário é desqualificado, meu camarada. Já militou na vida ou fica fazendo comentariozinhos na internet?
Do site da revista Caros Amigos, com Nalu Farias na capa
http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php?option=com_content&view=article&id=1250:entrevista-nalu-faria-qo-aborto-mal-feito-e-a-terceira-causa-de-morte-maternaq&catid=143:edicao-164
Entrevista Nalu Faria:
“O aborto mal feito é a terceira causa de morte materna”
"Psicóloga, coordenadora geral da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e integrante da Secretaria Nacional da Marcha Mundial das Mulheres, Nalu Faria é um dos nomes mais importantes do Brasil na questão da luta das mulheres. Feminista e anticapitalista, ela discute, nesta entrevista à Caros Amigos, as principais bandeiras do movimento de mulheres no país, como violência doméstica, equiparação salarial, luta contra o machismo e o direito ao aborto. A falta de atendimento médico e hospitalar adequado tem sido responsável pela morte de mais de 500 mulheres por ano no Brasil, devido a abortos clandestinos. .São mortes que poderiam ser evitadas. O assunto é recolocado na perspectiva da luta histórica da sociedade, diferentemente das distorções que sofreu no último processo eleitoral. Vale a pena conferir o que Nalu Faria tem a nos contar"
Não entendi por que é qualificada pela autora do post, que não conheço -- seria interessante sabermos quem é - como, entre aspas,
"esposa" do assessor de relações internacionais da presidência do Paraguai, Gustavo Codas?
xiiiiii.
agora entendi menos ainda: no texto original publicado por Elizeth, como cito acima, estava grafado entre aspas "esposa", agora não há aspas no texto original. foi uma alucinação? não, porque copiei e colei a frase.
e estranhei o fato de se qualificar ou desqualificar uma pessoa por ser casada ou nao com fulano de tal.
Se ler os comentários, saberá.
Acho que não é o caso de se atacar pessoas e sim ideias. Para quê expor as militantes colocando seus cargos, onde trabalham e criando tantas “sugestões” tão maldosas? Olha o peso dos termos empregados: “raivoso e fundamentalista”. E, além disso: o que se pretende? Colocar que as ideias das militantes advêm de partidos específicos? Associar tais ideias à corrupção e falta de ética, como sugere a referência a Daniel Dantas? E esse esposa entre aspas? Por fim, acho que a autora do post deveria se informar melhor sobre a Marcha Mundial das Mulheres antes de atacá-la: ela saberia que em 2010 marcharam 3000 mulheres no Brasil pelo movimento. Deveria também conhecer as bases da luta, o que propõe, e não estender os boatos que houve sobre comportamentos de algumas militantes ao grupo como um todo, criando um post de tamanho mau gosto. Já passou da hora de se abrir as portas no blog para textos esclarecedores sobre o que é o movimento feminista e sobre suas inúmeras vertentes – já que quem tem facção é criminoso.
Você acha que a moça foi "denunciada" por pertencer à Fundação Perseu Abramo? De onde tirou isso? Quanto aos outros dois potnos, tem razão. Vou moderar.
Existem piadas sobre mulher?=/
E novamente vamos brincar de "o todo pela parte", é assim?
Então a ofensa original deve ser esquecida, perdoada, nem houve ofensa não é?, porque afinal algumas das mulheres que se sentiram ofendidas e atacaram o responsável pelo blog (observe que o que vai publicado na primeira página de um site chamado "Luis Nassif Online" possivelmente é de responsabilidade de Luis Nassif, não é?), eu dizia algumas das ofendidas podem ser identificadas como feministas radicais. Ah, então o uso do termo "feminazi" automaticamente ficou válido porque afinal, existem feministas radicais!!! Dada uma chance elas possivelmente internariam os homens em campos de concentração e os matariam em câmaras de gás, é isto que se está dizendo?
E todas as outras mulheres que se sentiram ofendidas. A Cynthia? A Barbara? A Lola? Não contam? Ou vão embora no mesmo saco das tem "necessidade de se valer da agressividade como ferramenta de auto-afirmação"?
Um blog "progressista" não deveria ter algum cuidado com as palavras? Ou estamos sob a égide de uma noção de progresso que exclue todo o pós-estruturalismo?
Antes que venha o fora de pauta deste fim de noite... bateu-me uma saudade danada dos tempos de guri quando por esta época minha mãe trazia todo o ano religiosamente os almanaques feitos por empresas, geralmente farmacêuticas, e o indispensável Almanaque do Pensamento, apesar de católica praticante e este estar no Index Librorum Prohibitorum da Igreja Católica. O do Pensamento era muto interessante pelas histórias de astronomia, principalmente; mas os outros, especialmente o do Biotônico Fontoura... esse eu devorava cada letra, mesmo das propagandas. Salvo lapso de memória, foi num deles que tive contato com minha primeira aula simultaneamente de higiene e prevenção, e de Monteiro Lobato com o seu Jeca Tatu. Deu um trabalhão danado pra encontrar alguma gravuras do dito cujo.
Não me lembro das "Estampas Eucalol" cantada pelo baiano Eugênio Avelino, o Xangai, mas seria interessante um levantamento sobre a qualificação da propaganda da época em contraposição a de mero consumismo de hoje.
Nassif,
Devagar com o andor que o santo é de barro!
Não é assim, o SOF tem uma militância muito antiga. A luta por creches, na zona sul, no final dos anos 70 e início dos 80 era discutida e mobilizada no SOF da zona sul com militantes da igreja Católica, militantes feministas e de partidos de esquerda. Mudaram as lutas, a visão de mundo e as batalhadoras, mas respeito, e muito, o trabalho dessas feministas. Discordo (não é Maria Lucia?) do apoio que dão às ações do Via Campesina mas respeito essas batalhadoras. Na gestão da Marta, na Prefeitura de São Paulo, trabalharam muito, com debates, publicações cursos e capacitação contra a dicriminação das mulheres, sempre em conjunto com as demais secretarias, principalmente a de educação. Ve-se a importância dessa luta quando são divulgados os dados sobre emprego/desemprego na Gde São Paulo, Estado e no país, em que há pelo menos 15 anos, as mulheres, com escolaridade maior ganham 30% a menos do que ganham, os homens, pelo mesmo trabalho executado..
Impressionante... Não satisfeito em permitir a disseminação do preconceito ao liberar post sobre "Feminazis", fez uma mea culpa ridícula, se colocando como vítima. Não importa que importantes feministas tenham criticado sua atitude, tenham dado as razões pelas quais "Feminazi" é ofensivo...
É o dono da verdade. Que provavelmente também censurará este meu post, como já fez antes (http://tsavkko.blogspot.com/2010/10/intolerancia-outra-doenca-infantil-d...), como vem bloqueando quem discorda no Twitter... É mesmo um democrata!
Não satisfeito, ainda começou uma cruzada contra as feministas, usando NAssifetes para atacar a Marcha Mundial!
A busca pelo ibope parece ter inebriado. Coisa mais ridícula e lamentável!
Entrevista Nalu Faria:
“O aborto mal feito é a terceira causa de morte materna”
Participaram: Cecília Luedemann, Gabriela Moncau, Hamilton Octavio de Souza, Lúcia Rodrigues, Otávio Nagoya e Tatiana Merlino. Fotos: Jesus Carlos
Psicóloga, coordenadora geral da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e integrante da Secretaria Nacional da Marcha Mundial das Mulheres, Nalu Faria é um dos nomes mais importantes do Brasil na questão da luta das mulheres. Feminista e anticapitalista, ela discute, nesta entrevista à Caros Amigos, as principais bandeiras do movimento de mulheres no país, como violência doméstica, equiparação salarial, luta contra o machismo e o direito ao aborto. A falta de atendimento médico e hospitalar adequado tem sido responsável pela morte de mais de 500 mulheres por ano no Brasil, devido a abortos clandestinos. .São mortes que poderiam ser evitadas. O assunto é recolocado na perspectiva da luta histórica da sociedade, diferentemente das distorções que sofreu no último processo eleitoral. Vale a pena conferir o que Nalu Faria tem a nos contar.
Tatiana Merlino - Gostaria que você falasse um pouco da sua infância, até o início da sua trajetória no feminismo.
Hamilton Octavio de Souza - E nome completo.
Nalu Faria – Bom, meu nome é Nalu Faria Silva, eu nasci em Uberaba. Minha mãe morava na roça, e fui para Uberaba só para nascer e voltei. Eu vivi até os 9 anos em um sítio e depois a gente mudou para uma cidadezinha do lado, Água Comprida, onde vivi até terminar, na época, o ginásio.
Tatiana Merlino – Em que ano você nasceu?
Eu nasci em 1958 e vivi lá em Água Comprida até 1974. Aí fui para Uberaba, fiz o colegial, fiz a universidade lá, comecei a militar quando entrei na universidade, em 1978.
Lúcia Rodrigues – Que curso?
Fiz Psicologia. E vim para São Paulo. Tem exatamente 27 anos. Cheguei em São Paulo no dia 21 de outubro de 1983.
Tatiana Merlino - Por que você veio para São Paulo?
Acho que por duas coisas. Uma, porque estava militando em Uberaba. Era militante feminista no movimento estudantil lá. Estava num grupo de mulheres, no Partido dos Trabalhadores, as chamadas fundadoras do PT na cidade. E eu tinha muita vontade de militar. Então, eu achava que Uberaba era pequena. Queria militar e São Paulo aparecia como um bom lugar. Então, isso foi um dos motivos. Militante do PT e formada em Psicologia é difícil o acesso real ao emprego. Então vim para cá.
Tatiana Merlino – Em Uberaba você já começou a militar no movimento de mulheres?
Em Uberaba, a gente comemorou o 8 de março de 1980. Foi o primeiro contato com esse debate. Eu era do curso da Psicologia e lá tínhamos um bom grupo que naquela época estava aberto a esses temas da sexualidade, da discussão das mulheres, éramos briguentas. Nós escutávamos muito: “Pra quê vocês estão estudando se vão casar e ter filhos, pôr o diploma na gaveta, tudo isso”. Então, tinha muitos ataques machistas. O primeiro debate que eu fiz foi sobre aborto, um pouco antes de vir para São Paulo, 1983. Chegando em São Paulo, eu até brincava que tinha muita vontade de militar, mas com o desemprego em 1983, eu costumo dizer que a militância foi a última coisa que eu resolvi. Aqui, fiz várias tentativas de militância até que consegui achar um lugar no movimento de mulheres e, em 1985, eu comecei a militar no movimento de mulheres. E militando de forma cotidiana no PT nos últimos anos, em particular na secretaria de mulheres do PT. Eu fui da secretaria de mulheres do PT até 2004.
Hamilton Octavio de Souza – Antes disso, no final de 1979, a gente tinha aqui em São Paulo alguns jornais do movimento feminista: Nós, Mulheres, Mulherio, Brasil Mulher. Tinha vários grupos feministas. Quando você começou a militar, como era o movimento das mulheres em 1985?
Eu cheguei em um momento bem difícil do movimento de mulheres. Quando eu cheguei, não tinha um espaço de articulação do movimento, porque tinha tido aquilo no período da campanha eleitoral de 1982. A visão dos projetos políticos frente à transição da ditadura marcou dois campos no movimento das mulheres. O setor que era, na época, mais vinculado ao PMDB foi entrando mais para a política institucional, conselhos, e o outro campo de autonomistas, de reflexão, do Nós Mulheres, e outros, se desarticulou. A gente se juntava para organizar o 8 de março, e, justamente nessa época, a gente estava discutindo a importância de ter uma coordenação do movimento de São Paulo para que funcionássemos para além do 8 de março. Mas, a partir de 1986, principalmente, o Encontro Feminista Latino-americano, que teve aqui em São Paulo, em 1985, deu um novo gás, e a partir de 1986 começaram a acontecer várias coisas no movimento de mulheres, para mim, que queria militar com os setores populares, que foi a articulação das mulheres da CUT, que foi em 1986. A gente começa a ir articulando outras coisas nos setores mistos.
Hamilton Octavio de Souza – Quais eram os pontos de luta?
Naquela época, tinha uma agenda forte com relação ao tema que se chamava planejamento familiar. Também tinha os temas da violência e da creche. A gente tinha vindo da campanha por creche, já tinha isso. E um tema genérico de “salário igual para trabalho igual”. Aí, com a Constituinte aparece o tema do aborto. A gente fez um processo de mobilização para colher 30 mil assinaturas, para entrar com uma emenda na Constituinte. Foi o momento que a gente colocou mais a cara na rua, com o tema do aborto. Conseguimos as 30 mil assinaturas e o que nós conseguimos na Constituinte, que o direito à vida, na Constituição, é desde o nascimento.
Hamilton Octavio de Souza - A diferença era entre a concepção e o nascimento?
No movimento das mulheres tinha prevalecido essa visão de não colocar o tema do aborto, porque se pusesse, ia apanhar. Como no anteprojeto vem essa questão do direito à vida desde a concepção, exige-se uma reação do movimento e aí aparece a emenda, a negociação, a mudança do artigo sobre o direito à vida. Depois começa a haver uma articulação das mulheres negras, com um primeiro encontro em 1988. Reaparece o grupo de mulheres lésbicas. A gente teve um Encontro Feminista em 1989, aqui em São Paulo, o 10º Encontro Nacional Feminista. Foi um marco: primeiro a gente saiu de lá com a ideia de fazer uma campanha nacional pela legalização do aborto, que era uma polêmica. Teve debates, oficinas amplas sobre a questão lésbica, do partido. Tinha coisas que também que, por um motivo ou por outro, no movimento feminista eram meio tabu, o partido não entrava, porque era movimento autônomo. Aí, depois nos anos 1990, o movimento de mulheres cai num processo de institucionalização, que a gente chama de aumento das Ongs, um momento que o movimento acompanha muito as agendas da ONU, que é essa idéia do neoliberalismo, débâcle mesmo na discussão no movimento mais de esquerda.
Hamilton Octavio de Souza - Por que afetou? Em que aspecto?
Porque começa com um discurso no movimento de mulheres do impacto da globalização, do neoliberalismo. Primeiro uma ideia de que tinha perdido o papel dos Estados nacionais, que era uma agenda global da ONU e deveria inserir as questões dos direitos ali. Então, isso foi uma coisa que prevaleceu na América Latina e que significou uma profissionalização do movimento das mulheres, as pessoas começam a participar das conferências da ONU. Nossa avaliação, da Sempre Viva Organização Feminista (SOF), setor em que milito na Marcha Mundial das Mulheres (MMM) é que, embora não tenha grandes vitórias para o movimento de mulheres, na segunda metade dos anos 1990, as feministas que investiram nesse processo manejaram com um discurso triunfalista, de dizer que estava alcançando as vitórias; por exemplo, na Conferência do Cairo, que foi a conferência sobre população, entrou o tema do aborto, pela primeira vez, em 1994. Só no final dos anos 1990 que a gente consegue recuperar o fôlego, organizando um setor mais crítico ao neoliberalismo. Aqui no Brasil, nós identificamos como duas coisas: primeira, a vinda da campanha da Marcha Mundial das Mulheres para cá...
Tatiana Merlino - Como a campanha da Marcha chegou?
As mulheres do Quebec começaram a articular a Marcha. Elas tinham feito lá, em 1995, Pão e Rosas, já depois da assinatura do NAFTA, percebendo que ele ia trazer muitos retrocessos para as mulheres. E elas fizeram uma campanha, uma marcha mesmo, de 200 quilômetros e as principais reivindicações tinham a ver com o aumento do salário mínimo, coisas com relação à migração, a economia solidária, os direitos e documentação das imigrantes. E lá surgiu a idéia de ter uma marcha internacional em 2000. Aí elas começaram a articular e criaram essa coisa da internet para a gente aderir. E quem chamou a primeira reunião aqui para definir quem ia para o encontro internacional em 1998, onde a gente definiria a plataforma da marcha, foi a própria CUT, o setor de mulheres. Ela começou como uma campanha, em 2000, contra a pobreza e a violência. Fizemos a marcha em 2000, e teve grande impacto, já desde o seu lançamento, porque era algo articulado, uma campanha nacional que era também internacional. E, na avaliação da marcha, que foi lá em Nova York, depois de 17 de outubro, teve a proposta de continuidade, como um movimento permanente. Foram 163 países que participaram da primeira [marcha]. Hoje nós estamos em 70 países. Então, começamos a articular a marcha como um movimento permanente. A gente se vinculou muito ao processo do Fórum Social Mundial. Fizemos duas ações que ajudaram muito a articular a marcha aqui: o nosso envolvimento na campanha contra a Alca, e a campanha pela valorização do salário mínimo. Outra coisa que foi forte desde o início na marcha foi conseguir articular um movimento que junta mulheres da cidade e do campo.
Hamilton Octavio de Souza - Quais são os pontos de união entre as mulheres do campo e as mulheres da cidade? O que tem em comum de luta?
A gente está vendo mais pontos que unificam. No caso das trabalhadoras rurais, no início do ano 2000, depois de ter conquistado o direito à aposentadoria, o reconhecimento como trabalhadora rural, elas estavam cada vez mais reivindicando políticas em relação, vamos dizer assim genericamente, ao mundo do trabalho. Não só a posse da terra, crédito, e outras coisas que diferencia de movimento para movimento, mas tem uma pauta comum, aí. Mas, é impressionante como, por exemplo, para a trabalhadora rural também toca o tema da violência, o tema da saúde. E, na medida em que a gente está construindo um movimento que olha para esse geral do modelo de desenvolvimento, do modelo de sociedade, os pontos em comum são cada vez maiores. Então, ter uma opinião sobre a política econômica, ter uma opinião sobre a política previdenciária são coisas que nos juntam. A gente tem tentado mostrar que não se constrói soberania alimentar se não, por exemplo, se altera o que é a indústria da alimentação. Os temas que antes não pareciam ter tanto vínculo entre a mulher urbana e a rural, a gente vai mostrando como as coisas estão vinculadas.
Lúcia Rodrigues - Hoje, dá para se dizer que existe uma bandeira das mulheres?
Este é um dos problemas que nós temos no movimento de mulheres. Sempre foi difícil priorizar. O movimento de mulheres, depois foi se organizando muito por temas. Então, tinha a turma que trabalhava o tema da violência, turma da saúde, depois da moradia, sindical. Então, o leque foi se abrindo muito. E isso é uma das dificuldades que a gente tem de construir processos de articulação e mobilização mais ampla, porque tem uma plataforma muito ampla que não consegue definir prioridades por um período. Então, é um movimento multifacetado. Na verdade, nós não somos o movimento de mulheres, somos um setor do movimento de mulheres, no nosso caso da Marcha.
Para ler a entrevista completa e outras matérias confira a edição de novembro da revista Caros Amigos, já nas bancas, ou clique aqui e compre a versão digital da Caros Amigos.
Acho engraçado como vários aqui propõem ação de censura pra tudo o que está desacordo com o seu pensamento. Você tá muito certo Nassif, bota aqui quem tem argumento e deixa o pau quebrar, talvez na marra aprendam a suportar o diferente.
Tratar o feminismo como facção, que coisa! Ser radical não é crime, nem vergonha para as militantes da gloriosa MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES. Mudar a vida das mulheres para mudar o mundo e mudar mundo para mudar a vida das mulheres. Esse é o lema e nunca foi segredo.
Qualquer comentário sobre guerra entre mulheres e homens é devaneio de quem não conhece nem a Marcha, nem o movimento das mulheres no país. E mais, as baixarias políticas, explicitadas em post de uma senhora Elizeth Franco, ela pode usar em outros espaços, talvez nos partidários.
A sra. em questão conhece algumas militantes da MMM e assinamos embaixo o nosso histórico. Lutamos em várias frentes, inclusive na área da comunicação, de onde mais conheço Luis Nassif; lutamos no meio rural e urbano, a MMM faz várias ações e atividades, se articula mundialmente inclusive por meio do Fórum Social Mundial e a SOF, para quem não conhece, e onde também trabalhei orgulhosamente, fez e faz trabalho muito sério do campo da formação e articulação das mulheres. Descredenciar organizações e grupos políticos da forma como faz a senhora Elizeth, que coisa mais feia.
De qualquer modo, Nassif, encerro aqui nossa comunicação. Você não é pessoa com quem queira dialogar. Outras feministas, e também radicais, podem ter interesse nisso. Não é o meu caso. Ah, e só para falar em barra pesada, você, no seu desejo de defender-se de seu machismo explícito e repetido e reiterado, usou um post meu contra meu ex-marido, que nos mesmo dia mandava emails ofensivos e sem respeito. Disso você entende, né?
Tá brincando. Tirei aquela mensagem do Twitter. Desde quando coloca-se no Twitter informação reservada? Todos os twitters de vocês circulam em uma vasta rede. Só faltava essa, moça.
Queria entender a birra.
Vocês já venceram. Podem tirar a champagne da geladeira.
Seriados como a malhação e As cariocas. Bandas como Restart (saudades do tempo onde restart era botão do videogame), Cine, Hevo84, Hori... comprovam que já venceram.
Será proibido a existência de macho nas gerações seguinte. É só esperar a atual morrer de morte natural.
Essa discussão aí me lembra o filme "A Vida de Brian", com os judeus brigando entre si para ver qual a nomeclatura mais adequada para o movimento... Também tem um episódio do South Park sobre um possivel futuro onde todos são ateus, mas a intolerÇancia religiosa é substituída por quem representa melhor o movimento...
DA wikipédia: "The 'People's Front of Judea' harangue their 'rivals' with cries of "splitters"; their rivals being The 'Judean People's Front', the 'Judean Popular People's Front', the 'Campaign for a Free Galilee,' and the 'Popular Front of Judea'. The infighting among revolutionary organizations is demonstrated most dramatically when the 'People's Front of Judea' attempts to kidnap Pontius Pilate's wife, but encounters agents of the 'Campaign for a Free Galilee,' and the two factions begin a violent brawl over which of them conceived of the plan first. When Brian exhorts them to cease their fighting to struggle "against the common enemy," the revolutionaries stop and cry in unison, "the Judean People's Front!" However, they soon resume their fighting and, with two Roman legionnaires watching bemusedly, continue until Brian is left the only survivor, at which point he is captured.
The reference to the minuscule membership of the Popular Front of Judea, "He's over there," also mocks the often tiny size of real Marxist revolutionary factions. Michael Palin says they were based on "modern resistance groups, all with obscure acronyms which they can never remember and their conflicting agendas"
http://www.southparkstudios.com/clips/104411/unfrozen-for-a-reason
ANTIFA!
Cara, este é um clássico do Monthy Python.
É assim mesmo a esquerda.
Hilário:
Valeeu, não havia conseguido achar esse vídeo... Muito bom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ANTIFA!
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