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As doações eleitorais do Grupo Silvio SantosEnviado por luisnassif, qui, 11/11/2010 - 10:24Do Valor Grupo Sílvio Santos financiou 9 parlamentares Cristiane Agostine | De São Paulo O Grupo Silvio Santos, por meio da Liderança Capitalização, gastou nestas eleições pelo menos R$ 1,59 milhão para financiar a campanha de candidatos. De acordo com dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dez postulantes a deputado federal e dois concorrentes a deputado estadual receberam recursos da empresa. Destes, nove foram eleitos nesta eleição. Das empresas do grupo, apenas a Liderança Capitalização Sociedade Anônima aparece entre as empresas doadoras no TSE. O valor da doação a campanhas pode ser ainda maior, já que os candidatos que disputaram o segundo turno das eleições ainda não entregaram suas prestações de conta. AssiAssim como as demais empresas que fazem parte do patrimônio empresarial de Silvio Santos, a Liderança Capitalização foi dada como garantia para a obtenção de empréstimo para salvar o Banco Panamericano, após fraude que causou prejuízo ao banco de R$ 2,5 bilhões. O patrimônio de Silvio é estimado em R$ 2,7 bilhões, segundo o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A empresa doou recursos para candidatos de diferentes partidos: DEM, PTB, PV, PSB, PMDB, PR e PMN. O maior volume de recursos foi destinado ao deputado reeleito Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que recebeu R$ 301,3 mil. Na sequência aparecem Armando Vergílio (PMN-GO), que recebeu R$ 300 mil, Jovair Arantes (PTB-GO), com R$ 250 mil e Walter Ihoshi, com R$ 145 mil. Dos doze candidatos que receberam recursos da empresa, seis disputaram o cargo em São Paulo, Estado que concentra a atividade empresarial de Silvio Santos. Também receberam recursos três candidatos de Goiás, um da Bahia, um de Sergipe e outro de Minas Gerais. O grupo Silvio Santos, por meio de sua assessoria, informou ontem ter feito as doações que considerou "pertinentes", de acordo com as regras determinadas pela legislação eleitoral. Segundo a assessoria do grupo , as doações fazem parte da política da empresa. O próprio Silvio Santos já foi candidato. Em 1989, o apresentador e empresário disputou a Presidência da República pelo nanico Partido Municipalista Brasileiro. Silvio chegou a fazer algumas gravações para a propaganda eleitoral, pedindo votos aos eleitores, mas sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral, por ter sido registrada fora do prazo legal.
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Comentários + votados
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Heitor
11/11/2010 - 16:36
O que leva um empresário a gastar pelo menos um milhão e 600 mil em uma campanha eleitoral? Fé num país melhor é que não deve ser.
O sistema está podre, só o financiamento público pode começar a...
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alext4e
11/11/2010 - 13:48
O interessante é que o patrimonio do Silvio é quase igual ao rombo do banco! Como não acredito em jornais, acho que tem mais coisas e que essas coisas jamais, como a maioria, virá a luz!
Abraços a...
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CAIXA PRETA
11/11/2010 - 12:07
E depois o ministro Franklin Martins, fala só dos Políticos que conseguem as concessões de meios de comunicação, em especial as TVs.
No, caso, creio, o ministro não foi muito felis na sua abordagem;...
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CAIXA PRETA
11/11/2010 - 12:14
TIO PATINHAS, O NOSSO REI e a "BOLINHA DE PAPEL NA CARECA DE SERRA"
Será que na visita de Cortesia de "Tio Patinhas" ao "nosso Rei", eles asssitiram e se divertiram com o vídeo, sem cortes...
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AssessoriaPlena | 13 de novembro de 2009
Veja o programa do horário eleitoral na televisão de Silvio Santos, candidato a presidente em 1989 pelo PMB. O dono do SBT gravou todos os programas do primeiro turno de uma vez só, nos estúdios da emissora na Vila Guilherme em São Paulo. A candidatura do apresentador acabou impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Saiba mais sobre a disputa: http://noticias.uol.com.br/especiais/... Leonel Brizola (PDT), o terceiro colocado no primeiro turno - e que por pouco não chegou ao segundo turno -, batia sem dó no dono da Rede Globo, Roberto Marinho, que fez o que pôde para evitar que seu adversário chegasse à Presidência da República, segundo relatos do próprio vencedor, Fernando Collor.
Mesmo os candidatos dos pequenos partidos acreditavam enfrentar quixotescamente seus moinhos de vento. Ronaldo Caiado, então no minúsculo PSD, obteve menos de 1% dos votos, mas hoje relembra: "Meus inimigos eram... o Lula".
A eleição de 1989 foi solteira: ao contrário do que ocorreu a partir de 1994, a eleição presidencial não foi acompanhada de disputas para governador, senador e deputado. Essa situação favoreceu o surgimento de inúmeros candidatos - muitos não interessados na Presidência, mas apenas para tornar o nome e o partido mais conhecidos nacionalmente para disputas posteriores.
Concorreram 22 candidatos, sem contar o empresário Silvio Santos, que, na última hora, tentou entrar na disputa pelo PFL. Sem conseguir, buscou abrigo no obscuro PMB, no lugar de Armando Corrêa, que renunciou à disputa. A candidatura de Silvio, articulada por aliados do presidente José Sarney, acabou impugnada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que encontrou problemas legais no PMB e excluiu o dono do SBT da corrida presidencial.
Collor fez campanha associando Lula ao mundo comunista, aproveitando-se da queda do Muro de Berlim, menos de uma semana antes do primeiro turno. No segundo turno, a campanha de Collor exibiu no horário eleitoral na TV o depoimento de Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula, acusando o petista de tê-la pressionado para abortar a filha que esperava do então metalúrgico.Collor considera hoje um erro ter colocado o depoimento. E Lula justifica a aproximação com o ex-rival."Minha relação com o Collor é a de um presidente com um senador da base (...) Não tenho razão para carregar mágoa ou ressentimento. Quando o cidadão tem mágoa, só ele sofre. Quando se chega à Presidência, a responsabilidade nas suas costas é de tal envergadura que você não tem o direito de ser pequeno", afirmou o petista em entrevista à Folha de S.Paulo no mês passado.
*As entrevistas foram concedidas aos jornalistas Haroldo Ceravolo Sereza (Collor, Maluf e Afif), Fernando Rodrigues (Sarney), Piero Locatelli (Caiado) e André Naddeo (Fernando Gabeira). Colaborou na edição Rodrigo Bertolotto acusações entre os candidatos, gritarias em debates e muita promessa de moralização.
http://www.youtube.com/watch?v=7CFj7Fgh2EI&feature=related
Uma entrevista de Silvio Santos, exibida no programa Show de Calouros, onde ele fala sobre sua candidatura a presidente da república em 1989.
AssessoriaPlena | 13 de novembro de 2009
Em entrevista ao UOL Notícias, o ex-presidente Fernando Collor de Mello comenta a entrada de Silvio Santos na campanha de 1989, a polêmica edição do debate do 2º turno pelo Jornal Nacional e o fato de ter usado o depoimento de Miriam Cordeiro no horário eleitoral. Collor tenta se esquivar da decisão. Veja Collor cantando 'Lula-lá', fotos da campanha, responda ao teste e muito mais emhttp://noticias.uol.com.br/especiais/e leicoes-1989. Aquele coral de atores, atrizes, todas cantando essa música, com aquela bandeira vermelha, a estrela branca tremulando por trás, eu ia dormindo e acordava cantando a música do Lula, arrota o Collor
De lá até hoje, alguns rancores foram mais ou menos superados, novos foram criados, mas nada se compara ao fato de o hoje senador Fernando Collor integrar a base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado. Collor (ex-PRN, hoje PTB) não apenas apoia Lula (PT) - entrevistado pelo UOL Notícias para este especial, disse não se lembrar de seus jingles de campanha, mas cantou o de Lula, o "Lula-lá" (assista ao vídeo acima).
De lá até hoje, alguns rancores foram mais ou menos superados, novos foram criados, mas nada se compara ao fato de o hoje senador Fernando Collor integrar a base de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado. Collor (ex-PRN, hoje PTB) não apenas apoia Lula (PT) - entrevistado pelo UOL Notícias para este especial, disse não se lembrar de seus jingles de campanha, mas cantou o de Lula, o "Lula-lá" (assista ao vídeo acima).
Leonel Brizola (PDT), o terceiro colocado no primeiro turno - e que por pouco não chegou ao segundo turno -, batia sem dó no dono da Rede Globo, Roberto Marinho, que fez o que pôde para evitar que seu adversário chegasse à Presidência da República, segundo relatos do próprio vencedor, Fernando Collor.
Mesmo os candidatos dos pequenos partidos acreditavam enfrentar quixotescamente seus moinhos de vento. Ronaldo Caiado, então no minúsculo PSD, obteve menos de 1% dos votos, mas hoje relembra: "Meus inimigos eram... o Lula". A eleição de 1989 foi solteira: ao contrário do que ocorreu a partir de 1994, a eleição presidencial não foi acompanhada de disputas para governador, senador e deputado. Essa situação favoreceu o surgimento de inúmeros candidatos - muitos não interessados na Presidência, mas apenas para tornar o nome e o partido mais conhecidos nacionalmente para disputas posteriores.
Concorreram 22 candidatos, sem contar o empresário Silvio Santos, que, na última hora, tentou entrar na disputa pelo PFL. Sem conseguir, buscou abrigo no obscuro PMB, no lugar de Armando Corrêa, que renunciou à disputa. A candidatura de Silvio, articulada por aliados do presidente José Sarney, acabou impugnada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que encontrou problemas legais no PMB e excluiu o dono do SBT da corrida presidencial.
Collor fez campanha associando Lula ao mundo comunista, aproveitando-se da queda do Muro de Berlim, menos de uma semana antes do primeiro turno. No segundo turno, a campanha de Collor exibiu no horário eleitoral na TV o depoimento de Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula, acusando o petista de tê-la pressionado para abortar a filha que esperava do então metalúrgico. Collor considera hoje um erro ter colocado o depoimento. E Lula justifica a aproximação com o ex-rival. "Minha relação com o Collor é a de um presidente com um senador da base (...) Não tenho razão para carregar mágoa ou ressentimento. Quando o cidadão tem mágoa, só ele sofre. Quando se chega à Presidência, a responsabilidade nas suas costas é de tal envergadura que você não tem o direito de ser pequeno", afirmou o petista em entrevista à Folha de S.Paulo no mês passado.
*As entrevistas foram concedidas aos jornalistas Haroldo Ceravolo Sereza (Collor, Maluf e Afif), Fernando Rodrigues (Sarney), Piero Locatelli (Caiado) e André Naddeo (Fernando Gabeira). Colaborou na edição Rodrigo Bertolotto acusações entre os candidatos, gritarias em debates e muita promessa de moralização.
http://www.youtube.com/watch?v=xuyOOGudpV0
foram buscar alguem do PT e até agora nada, se tivesse seria o maior carnaval...rsrs
**aguardar prestação de contas do segundo turno, uma nova chance...rsrs
TIO PATINHAS, O NOSSO REI e a "BOLINHA DE PAPEL NA CARECA DE SERRA"
Será que na visita de Cortesia de "Tio Patinhas" ao "nosso Rei", eles asssitiram e se divertiram com o vídeo, sem cortes, da "Bolinha de Papel".
Lol, Lol, Lol !!!!!!!!!!!!!
O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.
Bancos: Gestora, com US$ 8 bi, faz administração de recursos próprios
Verônica Serra busca ativos para One Equity, do J.P.Morgan
Carolina Mandl | De São Paulo
10/11/2010
Verônica Dantas, da Pacific Investimentos, foi contratada pela One Equity
Depois de a Highbridge adquirir 55% da gestora de recursos Gávea, o J.P. Morgan prepara novas investidas no Brasil. O banco também quer investir com recursos próprios na aquisição de empresas brasileiras por meio da One Equity, gestora que administra um portfólio de US$ 8 bilhões em fundos.
Sem escritório no Brasil, o One Equity contratou a Pacific Investmentos, fundada por Verônica Allende Serra, para assessorá-lo na busca dos investimentos. Filha do ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), Verônica trabalha no mercado financeiro. É também conselheira independente do site de comércio eletrônico MercadoLibre e já participou de diversas operações de fusões e aquisições. Na Pacific Investimentos, sua função é auxiliar investidores em aquisições, além de prestar consultoria.
Apesar de atuação profissional distante da política, Verônica esteve sob os holofotes durante as eleições ao ter o sigilo de seus dados fiscais quebrados.
Ontem, em um evento sobre fundos de "private equity" do qual foi palestrante, a executiva se apresentou à plateia como a pessoa responsável por encontrar investimentos no Brasil para a One Equity. Procurada pelo Valor para explicar a estratégia que seria usada, Verônica disse que preferia não falar sobre o assunto. Até o fechamento desta edição, o banco também não havia retornado o pedido de entrevista.
A One Equity estava de olho no mercado brasileiro desde o ano passado, quando o diretor Jacques Nasser veio ao país em busca de negócios. O executivo é sócio da gestora desde 2002.
O portfólio de US$ 8 bilhões da One Equity envolve investimentos nos hospitais Apollo, na agência de viagens corporativas Carlson Wagonlit, na televisão a cabo TV Guide, além de outras empresas nos ramos de engenharia, indústrias de embalagens e farmacêutica.
Ao contrário do que ocorre com a Highbridge, que recentemente comprou 55% da Gávea, a gestão da One Equity é 100% feita com recursos próprios do J.P. Morgan. A diferença também está no foco dos investimentos. O Highbridge tem fundos de hedge e de participações em empresas, enquanto a One Equity faz apenas o chamado "merchant banking", que é a compra de fatias das empresas com recursos próprios do banco.
http://www.valoronline.com.br/impresso/gavea/3937/334411/veronica-serra-...
E depois o ministro Franklin Martins, fala só dos Políticos que conseguem as concessões de meios de comunicação, em especial as TVs.
No, caso, creio, o ministro não foi muito felis na sua abordagem; julgo que, dá no mesmo: no Congresso tem, entre outras, A BANCADA EVANGÉLICA, que responde, em especial, ao dono da RECORD.
Mas, não tem a bancada da GLOBO. E pelo agora sabido, te a do SBT.
Então, "olhem seus rabos, cotias" (já dizia minha tetravó).
O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.
Errata: leia-se "feliz".
O hábito de conviver com a arte acalma os nossos espíritos.
Nassif, boa tarde,
Ouviu o nosso amigo Merval hoje na CBN?
Ele levanta a seguinte conexão: O BC sabia das fraudes no Panamericano em agosto. Em setembro Silvio Santos foi recebido pelo Presidente Lula. Entre o 1º e o 2º turno da eleição o BC negociou com Silvio Santos a saída para o Banco. O BC manteve a negociação toda em sigilo até que passasse o 2º turno.
Antes do 2º turno, o jornalismo do SBT se empenhou em provar que a bolinha de papel que atingiu o Serra era só uma bolinha de papel.
Conclusão do Merval: o calendário dos fatos ficou ruim para o governo.
Pergunta: os correntistas do Panamericano foram prejudicados com a saída encontrada?
Resposta: Não
Pergunta: o sistema bancário como um todo foi afetado?
Resposta: Não
Pergunta para Merval: o Banco Panamericano foi salvo com dinheiro da viúva?
Resposta do Merval: eh ... , eh ,... , Não.
Conclusão do Merval: mesmo assim a divulgação dos problemas do PanAmericano somente após as eleições é estranha.
.
Só faltou dizer que a culpa foi da Dilma.
http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/merval-pereira/MERVAL-PERE...
Garoto esxperto esxte Merval. Ele achou tudo muito esxquisito. Isxto é o que eu chamo de jornalisxmo esxpecializado. Esxpero que este esxpert em sisxtemas e esxquemas político-financeiros continue acusando o Lula pelo rombo do Panamericano. E a Dilma, também.
Kid Prado
Qual a relevância mesmo?
se tivesse doação para algum candidato do PT, só ele teria uma abordagem relevante da midia...ficaram com cara de mico! kkkkk.....
Sandra
O interessante é que o patrimonio do Silvio é quase igual ao rombo do banco! Como não acredito em jornais, acho que tem mais coisas e que essas coisas jamais, como a maioria, virá a luz!
Abraços a todos
alex
Nassif,
Nesta nova versão do blog, ainda persiste o problema: quando se navega pela visão geral dos posts se vê uma quantidade de comentários. Este por exemplo, agora exibe 12 comentários. Quando se clica no link de comentários para lê-los, só aparecem 5 comentários.
O que leva um empresário a gastar pelo menos um milhão e 600 mil em uma campanha eleitoral? Fé num país melhor é que não deve ser.
O sistema está podre, só o financiamento público pode começar a mudar tudo isso.
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