Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
|
|
|
Brasilianas.Org |
|
Aprovado texto que propõe reforma reforma fiscal no JapãoEnviado por luisnassif, sab, 18/02/2012 - 12:37
Por Daniel Miyagi
Do Blog Daniel Miyagi Primeiro-ministro aprova texto que propõe ampla reforma fiscal Por Daniel Miyagi Em meio a uma série de dificuldades econômicas decorrentes da crise internacional e dos impactos dos acidentes nucleares ocorridos no ano passado no Japão, o primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, aprovou ontem(17) uma ampla proposta de reforma fiscal. A iniciativa é avaliada como o primeiro passo para ratificar o polêmico reajuste de impostos e tarifas públicas. Assisti ontem, o noticiário do jornal NHK News 9, é o Jornal Nacional do canal público. O primeiro-ministro Yoshihiko Noda esteve nos estúdios do jornal, dando uma entrevista, explicando a necessidade da aprovação do texto da reforma fiscal. Noda alertou na necessidade dessa reforma, pois o Japão pode ser a bola da vez no rebaixamento de notas das agência de risco, e ser o desencadeador asiático da crise ecônomica mundial. No texto da proposta, o governo sugere reajustar, em 2014, o imposto sobre o consumo de 5% para 8%. Depois, em 2015, o aumento deve chegar a 10%. De acordo com as autoridades japonesas, o objetivo da reforma fiscal é cobrir os custos da Previdência e revisar as despesas públicas. Também está em estudo a redução do número de assentos no Parlamento – formado pelas Câmaras de Representantes, com 48 membros, e a de Conselheiros, com 242 integrantes. O governo pretende ainda reduzir os salários dos funcionários públicos. As autoridades japonesas devem apresentar a reforma fiscal ao Parlamento no final de março. Os parlamentares devem referendar o texto para ele passar a valer. A economia japonesa encolheu em um ritmo anual de 2,3% no último trimestre de 2011, sendo o dobro previsto pelos analistas. As exportações foram totalmente afetadas pela forte valorização do yene, pela crise na União Européia, e as enchentes na Tailândia. Sem falar no terrível terremoto ocorrido em 11 de março do ano passado e o desastre nuclear em Fukushima. Em consequência disso, os saláiros no Japão caíram pela primeira vez em 2 anos. Segundo o Ministério do Trabalho, os salários para os trabalhadores em 33.000 empresas no ano passado tinham uma média de ¥ 316.000 yenes por mês mais ou menos U$4.150 dólares, uma queda de 0,2% em relação a 2010. Foi o segundo nível mais baixo desde que começou a pesquisa em 1990 Nessa sexta (dia 17/02), o índice Nikkei subiu 1,58%, o maior nível dos últimos seis meses, com as exportadoras e as financiadoras liderando ganhos, e o dolar fechou na casa dos 79 yenes, motivo de comemoração para as fábricas exportadoras. Os motivos eram os sinais de que as autoridades financeiras da zona do euro aprovarão em breve o resgate financeiro à Grécia, dados de uma melhora na indústria e o emprego nos Estados Unidos e a expectativa da aprovação do texto pelo primeiro-ministro Yoshihiko Noda Segundo pesquisa realizada pela NHK mês passado ,o apoio à gestão do governo de Yoshihiko Noda subiu para 31%, segundo pesquisa realizada pela NHK. No mês passado a aprovação foi de 30%. A desaprovação caiu em relação à enquete anterior para 48%. No entanto, continua sendo superior a sua aprovação. Mas o dado importante dessa pesquisa e que não se comenta é que é a primeira vez que um primeiro-ministro depois de 3 anos, consegue estagnar a curva descendente de popularidade. Normalmente, ao começar o mandato, o primeiro-ministro japonês (seja ele qual for) tem uma boa aprovação, devido a expectativa de melhorar a condução da economia, e ao longo do tempo sua aprovação ir declinando. Resta saber como a população vai reagir com o anúncio dessa reforma fiscal proposto por Noda já que a maioria esmagadora da população japonesa é contra o aumento do imposto sobre o consumo. Daniel Miyagi
Faça seu login e aproveite as funções multímidia!
|
Comentários + votados
1
-
AlvaroTadeu
18/02/2012 - 13:22
A ambição do primeiro ministro japonês é aumentar o imposto sobre consumo (uma espécie de IPI) para 10% nos próximos dois ou três anos. No Brasil, os impostos são semelhantes, no âmbito federal, mas...
5
2
-
ed.
18/02/2012 - 14:01
Até onde eu sei e entendo, este imposto sobre consumo equivale ao VAT (value added tax), cobrado no ato da venda (onde por ex, na Inglaterra, o turista comprovado pode ser eximido...
5 Carregando
Posts de hoje
Mais Lidos da SemanaTagsBanco do Brasil
bancos
banda larga
Bolsa Família
Bresser-Pereira
capitalismo
Casa Civil
Cidades
Crise
crise mundial
desemprego
Dilma Rousseff
Economia
Educação
Educação
Folha
Gestão
Gestão Pública
Habitação
impostos
investimentos
IPEA
moradores de rua
municípios
Mídia
oposição
PAC
Política
Políticas Sociais
Software
São Paulo
Tecnologia
telebras
Universidade
Universidades
|
A ambição do primeiro ministro japonês é aumentar o imposto sobre consumo (uma espécie de IPI) para 10% nos próximos dois ou três anos. No Brasil, os impostos são semelhantes, no âmbito federal, mas no âmbito dos estados, são uma vergonha e podem afundar o país nos próximos dez anos. O ICMS, estadual, costuma ser de 18% (DEZOITO!) e incorre sobre o preço dos produtos já taxados pelo IPI. A telefonia e o consumo de energia elétrica estão em inimagináveis 25%. Esse é o verdadeiro Custo Brasil, as fábricas pagam 25% pela energia elétrica que consomem e 25% por cada telefonema que são obrigadas a fazer. O IPVA de São Paulo é o maior do mundo, superando esse tipo de imposto na média dos EUA e Japão. Os governos estaduais, salvo raras exceções, são francamente ineficientes e desvio de dinheiro público para finalidades privadas fazem parte do cotidiano. Os serviços estaduais como Saúde, Educação, transporte público, segurança pública são muito fracos. Apenas São Paulo tem estradas razoáveis, mas os absurdos preços dos pedágios têm impacto fortemente negativo no preço da cesta básica e de o todo material de consumo que os paulistas adquirem.
Até onde eu sei e entendo, este imposto sobre consumo equivale ao VAT (value added tax), cobrado no ato da venda (onde por ex, na Inglaterra, o turista comprovado pode ser eximido dele).
No Brasil, o ICMS nasceu do antigo ICM, que se aparentava ao VAT, mas tinha efeito cumulativo (ex: fornecedor > produtor > comercializador > cliente final).
Em vez de imposto sobre "consumo", virou imposto sobre "circulação" (?!?!), com ou sem venda. Uma mixórdia, com cobrança na origem (e não no destino, exceto a malandra e, dizem, Serrista inversão paulista para energia e petróleo), compensações e guerras fiscais interestaduais, com alíquotas chegando a 25%!..
O fato é que o tal impostômetro da meRdiocrelite é usado politicamente contra o governo federal (IPI, IR, PIS, etc.) quando, na verdade, uma das mais altas cargas tributárias é estadual.
E quem paga a conta é o último da cadeia...
E dependendo, pode ser um adicionalzinho pro bolso do empresário sonegador.
Postar novo Comentário