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Apple e editoras investigadas por concorrência deslealEnviado por luisnassif, ter, 06/12/2011 - 13:22De EFE/UOL Comunidade Europeia investiga Apple e editoras por concorrência deslealBruxelas, 6 dez (EFE).- A Comissão Europeia abriu nesta terça-feira uma investigação formal para investigar se editoras internacionais, com a "possível" ajuda da Apple, recorreram a práticas de concorrência desleal no mercado de "e-books" (livros eletrônicos), no Espaço Econômico Europeu.
As editoras são a francesa Hachette Livre (da Lagardère Publishing), as americanas Harper Collins (de News Corp.) e Simon & Schuster (de CBS Corp.), a britânica Penguin (do grupo Pearson) e a alemã Verlagsgruppe Georg von Holtzbrinck (proprietária, entre outras, da Macmillan), informou a Comissão Europeia em comunicado.A Comissão indicou que a abertura do procedimento significa que "tratará o caso como assunto prioritário", e que o fato de iniciar uma investigação formal "não prejulga o resultado". Bruxelas afirmou que, em particular, vai apurar se esses grupos editoriais e a Appel recorreram a "acordos ilegais" ou práticas que possam ter limitado a concorrência na União Europeia (UE) e no Espaço Econômico Europeu (os 27 mais a Islândia, Liechtenstein e a Noruega). O Executivo Comunitário garantiu que vai examinar a natureza e os termos dos "contratos de agência" feitos entre essas cinco editoras e o varejo para a comercialização de livros eletrônicos e expressou sua "preocupação" sobre uma possível violação das regras europeias antimonopólio que proíbem os cartéis e as ações empresariais restritivas. A Comissão indicou que a duração desse tipo de investigação depende de diversos fatores, incluindo a complexidade de cada caso, o grau de cooperação das empresas envolvidas com Bruxelas e o exercício do direito de defesa. A instituição lembrou que fez em março inspeções surpresa nas sedes de várias companhias ativas no setor de publicação de livros eletrônicos em diversos estados-membros. A Comissão Europeia confirmou que comandou investigações "paralelas e em estreita colaboração" com o escritório britânico encarregado de zelar pelo comércio justo (Office of Fair Trading, OFT), para que acordos sobre a venda de e-books respeitem as normas europeias de concorrência. O órgão informou que, antes de iniciar sua investigação formal, as dependências britânicas já haviam fechado seu escritório por razões de "prioridade administrativa". No entanto, a Comissão reconheceu a "contribuição substancial" apresentada pela OFT, e garantiu que continuará colaborando na investigação sobre os livros eletrônicos. EFE
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Comentários + votados
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marcos nunes
06/12/2011 - 14:31
O capitalismo tende ao monopólio, ao truste. Essa conversa fiada de que o capitalismo dá certo porque estimula o regime de concorrência e oferece mais por menos aos cidadãos é conversa pra boi dormir...
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Athos
06/12/2011 - 17:41
Existem duas formas de capitalismo.
1- O proprietário monopolista;
2- O aberto a livre concorrência.
=
1- Apple
2- Google
Existem outros exemplos como no mercado de placas de vídeo:
1- Nvidia...
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VL
06/12/2011 - 13:35
Na linha do post anterior (recomendações da Apple para Samsung)
Recomendações para a Apple:
Download permitido para e-books somente somente em Sanscrito ou páginas em branco
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Na linha do post anterior (recomendações da Apple para Samsung)
Recomendações para a Apple:
O capitalismo tende ao monopólio, ao truste. Essa conversa fiada de que o capitalismo dá certo porque estimula o regime de concorrência e oferece mais por menos aos cidadãos é conversa pra boi dormir. Se não tem o Estado para barrar a "livre iniciativa", aí é que teríamos plena e acabada a ditadura do poder econômico, que hoje ainda disputa (embora esteja ganhando) o poder com os povos e seus Estados legalmente constotuídos (ma non troppo).
Perplexidade aflita diante da perspectiva caótica
Concordo plenamente. A grande questão, que na minha opinião é imprescindível para o futuro político e econômico, é: quais instrumentos deve haver e como fazer para que o Estado não seja condizente com a "livre iniciativa" dominante, cujos maiores representantes são as corporações?
Tem um país que sintetiza essa preocupação: a Rússia.
Existem duas formas de capitalismo.
1- O proprietário monopolista;
2- O aberto a livre concorrência.
=
1- Apple
2- Google
Existem outros exemplos como no mercado de placas de vídeo:
1- Nvidia
2- ATI
E por aí vai...
A Apple não engana ninguém e não tem como vencer a força do mercado aberto. Assim como ela foi derrotada nos Macs, será nos smartphones ou o que quer que ela crie depois.
A Apple vence quando inova e por um curto período. Hoje a Sansung ja é o maior nos smartphones.
O Brasil ainda é um país onde a mídia tem todo o interesse em fazer propaganda de graça pra apple porque ela simplesmente não esta no mercado.
Quando estiver, o almoço de graça acaba.
Abraço
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