Aeronáutica avança na tecnologia de lançadores

Por Marco Antonio L.

No Democracia Política

AERONÁUTICA DESENVOLVE NOVO COMBUSTÍVEL PARA FOGUETE

Motor L5


“O Brasil concluiu importante etapa no processo de desenvolvimento de motores para foguetes movidos a combustível líquido, tecnologia utilizada há vários anos pelos principais veículos lançadores de satélites no mundo. Os propulsores líquidos também são usados em satélites de sensoriamento remoto, meteorológicos e de comunicação para realizar manobras de correção de órbita.

Por Virgínia Silveira

Apesar da escassez de recursos financeiros e humanos que o setor aeroespacial enfrenta, o primeiro motor brasileiro a combustível líquido foi testado com sucesso, em dezembro, no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), órgão de pesquisa do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA/FAB/MD).
"Realizamos teste de qualificação em solo do primeiro motor, batizado de L5 e projetado para operar com oxigênio líquido e etanol", explica o pesquisador e chefe da subdiretoria de espaço do Instituto de Aeronáutica, coronel Avandelino Santana Junior. O próximo passo do projeto é o lançamento em voo, que deverá ser feito primeiro em um foguete de sondagem suborbital.

O domínio dessa tecnologia é uma das prioridades que o governo federal estabeleceu em decreto, em dezembro de 2008, na “Estratégia Nacional de Defesa” (END) para o setor espacial brasileiro. Segundo Santana Junior, o Brasil precisa evoluir a tecnologia dos seus lançadores, pois o atual Veículo Lançador de Satélites (VLS-1), que usa combustível sólido, não tem capacidade para atender todas as futuras missões do programa espacial, como o satélite geoestacionário, que será comprado pelo país até 2014.

VLS-1


Além de dominar tecnologia mais avançada na área de lançadores, o projeto desse motor tem como objetivo substituir o atual quarto estágio do foguete brasileiro VLS-1 em suas futuras versões. O próximo VLS-1, que será lançado ao espaço entre o fim deste ano e início de 2013, ainda usará o motor de propulsão sólida.

Com combustível de maior eficiência energética, segundo o pesquisador, ao invés de lançar um satélite de 115 quilos a 750 quilômetros de altitude, o VLS-1 poderá colocar um satélite de 200 quilos em órbita da Terra e de maneira mais precisa. Para se ter ideia da potência do novo motor, o L5 tem força para empurrar um bloco de meia tonelada. Além disso, o propulsor líquido tem a capacidade de interromper e reiniciar o lançamento, sem a necessidade de destruir o foguete, como acontece com o foguete movido a combustível sólido.

O custo de produção também é vantajoso, pois Santana Junior calcula que o motor do quarto estágio do VLS-1 chega a ser oito vezes mais caro que o L5. Além disso, afirmou que um quilo de hidrazina custa 20 vezes mais que um quilo de etanol [usado peloL5]. A hidrazina é um dos combustíveis líquidos que serão usados pelo foguete ucraniano Cyclone-4, que está sendo desenvolvido pela binacional ACS (Alcantara Cyclone Space), criada pelo Brasil e Ucrânia.

Além da questão do custo, a seleção do etanol e do oxigênio líquido para o motor L5 usou, como critérios, a segurança no manuseio, o baixo nível de fuligem e a não agressividade ao meio-ambiente. O objetivo era, principalmente, ter à disposição um combustível no mercado nacional que garantisse independência do Brasil em relação aos mercados externos, disse Santana Junior.

O VLS-1 usa o perclorato de amônio, produzido pela Usina Coronel Abner, mantida pela Aeronáutica, enquanto o polibutadieno (PBLH) teve sua produção descontinuada no Brasil e passou a ser importado.

[OBS deste blog ‘democracia&política’: coerente com o processo de desmantelamento e redução do Estado brasileiro e de seus setores estratégicos, conduzido pelos governos “neoliberais” Collor e FHC/PSDB por razões ainda não completamente reveladas e em benefício de potências e grupos estrangeiros, a Petroflex, que fabricava o elastômero PBLH, foi privatizada nos anos 90 e vendida a um grupo alemão, o qual, como já esperado, decidiu descontinuar a fabricação do produto no Brasil. Foi “golpe destruidor certeiro”, pois todos os foguetes fabricados e utilizados pelas Forças Armadas brasileiras adotam propelente sólido à base de PBLH. A importação pelo Brasil é muito difícil, por conta de rigorosos embargos impostos, especialmente, pelos EUA. Somente agora, o Brasil recupera essa capacidade. A Avibrás deverá fabricá-lo, em nova Unidade industrial em Lorena-SP; ver postagem imediatamente acima deste blog intitulada: “NOVA FÁBRICA DA AVIBRAS VAI CUSTAR R$ 46 MILHÕES”. Esse processo de desmantelamento do Estado brasileiro também foi direcionado, na década de 90, para a destruição do nosso  desenvolvimento espacial no tocante a foguetes de sondagem científica, veículos lançadores de satélites e centros de lançamento].

O pesquisador disse que há interesse em usar combustíveis líquidos também nos estágios superiores do novo foguete VLM (Veículo Lançador de Microssatélites), em fase de desenvolvimento, para dar prioridade ao uso de tecnologias limpas. O IAE também estuda outras opções de combustível verde para o VLM.

VLM, VLS-1 e VLS Alfa


PROJETO REQUER PARTICIPAÇÃO DE FABRICANTES BRASILEIROS

O domínio da tecnologia de propulsão líquida em motor-foguete de pequeno porte significa etapa importante em direção ao desenvolvimento de motores maiores. O primeiro passo foi dado pela Aeronáutica com o desenvolvimento do projeto do motor L75, que funcionará com oxigênio líquido e querosene, com força para empurrar 7,5 toneladas. Mas a indústria nacional já está envolvida no processo de fabricação de componentes para o novo motor L5.

Motor L75


O modelo L75 será pressurizado por turbobomba - um conjunto de turbina e bomba, com a função de injetar, sob pressão, o combustível e o oxidante na câmara de combustão. O nível de empuxo (força) foi escolhido para atender ao foguete VLS Alfa, primeiro veículo da nova geração brasileira de lançadores de satélites, denominada Cruzeiro do Sul. O VLS Alfa será capaz de lançar satélites com massa superior a 400 quilos em órbitas equatoriais de 400 quilômetros.

Um dos requisitos para o desenvolvimento desse veículo é o envolvimento da indústria em todas as fases de produção, principalmente na parte de propulsão líquida: turbobomba, câmaras de combustão, injetores, válvulas e reguladores de vazão e pressão, diz o coronel Avandelino Santana Junior, pesquisador do Instituto de Aeronáutica.

A empresa “Fautec” produziu a câmara de combustão; a “Laser Tools”, os injetores de combustível; e a “Brasimet”, o cabeçote de injeção. O etanol é comprado no mercado brasileiro e o oxigênio líquido pode ser fornecido por diferentes empresas, como AGA e White Martins.

A “Orbital Engenharia” está desenvolvendo, em parceria com a Aeronáutica, um sistema de alimentação de motor-foguete para propulsores líquidos como o L5, com a função de fornecer combustível e oxidante para os motores-foguetes movidos a combustível líquido. Os recursos para o projeto, avaliados em R$ 2 milhões, foram repassados pela “Financiadora de Estudos e Projetos” (FINEP). A "Orbital" vai produzir tanques de fibra de carbono e de alumínio, válvulas, reguladores, filtros, tubulação e suporte para fixação do motor.

O laboratório da Aeronáutica foi montado em 2005, após a formação do primeiro curso de especialização em propulsão líquida realizado noInstituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA/FAB/MD), com a participação de professores do “Moscow Aviation Institute”. Dos 18 especialistas formados, 14 permanecem no laboratório. Para Santana Junior, o ritmo de desenvolvimento ainda é lento por falta de recursos financeiros e humanos.”

FONTE: reportagem de Virgínia Silveira para o jornal “Valor Econômico”. Transcrita no portal da FAB  (http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?datan=16/01/2012&page=mostra_notimpol) [imagens do google e trechos entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política’].

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15 comentários
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macedo

Vídeo com o teste do motor


http://brazilianspace.blogspot.com/2012/01/aeronautica-desenvolve-combustivel-para.html


E aqui uma foto que dá uma idéia das dimensões do motor.


http://www.iae.cta.br/?action=noticia&id=95


Artigo detalhando algumas características do motor.


http://www.jatm.com.br/papers/vol1_n1/v01n99a106_liquid_propulsion_at_iae_vision_of_the_activities_and_future_perspectives.pdf


 

 
 
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Marcelo Neto

O Brasil finalmente enfiou o rabo entre as pernas. A tecnologia com combusível líquido é imprestavel para o desenvolvimento de armas de defesa.

 
 
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Paulo F.

Em termos.

Da Wikipédia:

"Sobre a direção de Robert McNamara os E.U.A. iniciaram os combustíveis sólidos dos ICBMs: LGM-30 Míssil Minuteman, Polaris e Skybolt. ICBMs modernos tendem a serem menores que seus ancestrais (devido ao aumento da precisão e as ogivas ficarem menores e mais leves), e usam combustíveis sólidos, fazendo-os menos úteis como o lançamento de veículos de lançamento orbital. Desenvolvimento desses sistemas foi governado pela teoria estratégica de Destruição Mutualmente Garantida(em inglês: MAD).

Na década de 70 desenvolvimento começou nos sistemas míssil Anti-balístico por ambos E.U.A. e URSS, mas estes foram restritos pelo tratado em vista de preservar o valor de sistemas de ICBMs existentes. O presidente Ronald Reagan lançou a Iniciativa Estratégica de Defesa como bem os programas de ICBMs MX e Midgetman. Isto guiou o acordo de uma série de negociações do Tratado de Redução de Armas Estratégicas.

Países nos estágios anteriores de desenvolvimento dos ICBMs possuem todos os propelentes líquidos usados para o propósito de simplicidade."

Ou seja a geração anterior de misseis tais como o Atlas americano possuia a configuração de combustível liquido.

E esta tecnologia é de uso dual e todas as impressões obtidas é que o Brasil prioriza o lado civil dela ou seja um veículo lançador de satélites.

"

 
 
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Daniel Campos

E desconfio que você fumou orégano, porquê o seu comentário não têm pé nem cabeça.

Que qualquer país que tenha qualquer pretensão de construir foguetes sérios para lançamento de satélites - e quem sabe um dia missões tripuladas - têm que dominar as tecnologias de motores a combustível sólido e combustível líquido também.

E é pertinente notar que é um campo perigoso de se avançar porquê países concorrentes - tanto em termos comerciais quanto militares - não pensam duas vezes em tentar sabotar qualquer tentativa nesta área para "eliminar a concorrência" (e algumas vezes, eliminar literalmente). Espero que o pessoal de Alcântara tenha aprendido a lição e triplicado a segurança ao redor da base e das suas instalações.

 
 
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Otaviani

È isso mesmo Daniel,ia comentar justamente sobre isto,a segurança durante os testes,para que não aconteça outro "acidente".Até mesmo as pessoas envolvidas,os especialistas tenham sua segurança pessoal aumentada,principalmente agora com o que ocorre com os cientistas nucleares iranianos.

 
 
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IV AVATAR

Agora é torcer para que os cientistas não morram em alguma explosão misteriosa, como ocorrida na Base de Alcântara/MA, quando morreram 20 renomados cientistas brasileiros. Não é somente no Irã que isso ocorre.

 
 
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JarbasPassarão

Prezado Nassif

Maior desastre para a ciência e tecnologia Brasileiras será a escolha do novo ministro para pasta sendo um civil -matemático  (medíocre!)  trabalhando nesta área espacial !. Já não bastam os monumentais  desastres destes programas (incluindo ARAMAR!) e a pequena relevância  científica para o desenvolvimento da pesquisa avançada que é o LNCC-Petrópolis RJ CNPQ , sob o comando destes Senhores ?.

O LNCC (laboratório Nacional de Computação Científica_MCT) deveria ser muito mais relevante que até a USP e o IMPa , colocados juntos ! (lembrem-se dos Laboratórios de Los Álamos , Livermoore, Sadia , etc...) .

Esta é a principal razão do fracasso institucional Brasileiro  em pesquisas tecnológicas avançadas : Profunda Idiotia misturada com monstruosa e bizarra imbecilidade (técnicas) ! , na singela opinião deste cidadão contribuinte , Matemático e Físico Brasileiro .

 

Floresta!

 
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JarbasPassarão

Jode carlos Lima

Sabotagens só não tem sucesso unicamente quando  o projeto é autônomo , e não comprado no Black Market e montado como um brinquedo de Lego !. Veja a história de Aramar -MGB,onde se "comprou" dos Alemães a tecnologia das centrífugas que só purificam Urânio a 4,5 % (QUATRO E MEIO PORCENTO!) , mas não se consegue aumentar esta porcentagem para 97,5% !.

E tudo porque o notório Mestre Sargento   "Pedro  Cachaça" , só montou as centrífugas para  funcionarem a 4,5% , Put*&a ! caralh*&O!.(veja o vídeo em anexo, na entrevista do Almirante Oton -mins 4.51 do vídeo !).

E assim as coisas são : Verdades Parciais , "Adidos científicos Fakes Americanos" !.E o VLs Brasileiro ainda -desafortunadamente - É VIRGEM !(NUNCA FOI LANÇADO COM SUCESSO!), NAS PALAVRAS DO ALM OTON !

 

Floresta!

 
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JarbasPassarão

Prezado Nassif

Sem ser adepto de teorias conspiratórias ....(veja o vídeo )

 

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JarbasPassarão

Prezado Nasif

Este é um problema sério nas FAs .E no mundo inteiro!.

 

Floresta!

 
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JarbasPassarão

Prezado Nasif

Reposto alguns vídeos , para as devidas reflexôes dos comentaristas >

 

Floresta!

 
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JarbasPassarão

Prezado Nassif

O escárnio que o ufanismo corrupto traz , quando a verdade vem a tona .Um Astronauta sem Foguete ?.Palhaçada !.(e no Governo do Sr Da Lula da Silva!).E os caças do FX-2?.

 

Floresta!

 
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aliancaliberal

Muito se fala sobre falta de verbas mas quanto o Brasil gastou para ter um "astronauta" brasileiro?

 

"Sou reacionário. Minha reação é contra tudo que não presta." Nelson Rodrigues.

 
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joao (o velho)

Uma mixaria. E em troca dessa mixaria ele repassou para o Brasil todo o conhecimento adquirido durante o treinamento. E acredite, isso não foi pouca coisa.

 
 
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JarbasPassarão

Aliança Liberal

Quando não se consegue fazer explicações em poucas sentenças na área militar ou na área científica  , acredite-me , você está na presente de embustes para se escoder "Burridades" cometidas , mesmo em boa fé !.

Em poucas sentenças :

1-Imitar paradigmas militares do USA ou do século 19 , dos Francêses (parece-me que o patrono da artilharia do EB  é um General francês "Mercenário "  ) já não são mais apropriados .O Brasil precisa  , nestes novo século  21, procurar novas formas autóctenes de doutrinas militares e de novas alianças .Pensar sem "ajudinhas" é vital.

2-O que se faz de errado -mesmo com as melhores das intenções , deve ser IMEDIATAMENTE CORRIGIDO , na área da defesa MILITAR DA NAÇÃO. E o decreto n 2538-Abril de1998 é um exemplo contundente desta necessidade  de correção de rumo .É o C*&U da Nação que está em" Stake"! .A sua existência fod*&eu com os Programas Fenix de renovação de caças de interdição , interceptação e ataque naval-míseis ar-mar pesados  (teatro de operações no Mar territorial Brasileiro -200km da costa!) DE QUARTA GERAÇÃO da FAB  .Por este motivo , a decisão do FX-2 deve ser imediatamente divulgada e implementada  .E os Sky Haks  imediatamente transferidos para a FAB .

3-Outro ponto , é que o reforçamento dos Fuzileiros Navais prejudica a atuação da infantaria do EB . Multiplicação de instrumentos para um mesmo objetivo (atuar MILITARMENTE  no Território Nacional e fronteiras ) é de uma monstruosa imbecilidade militar .Precisa-se fortaleçer a doutrina do pronto emprego NO TERRITÓRIO NACIONAL .E OS NOVOS HELICÓPTEROS DE ATAQUE PESADOS DA FAB DEVERIAM PASSAR IMEDIATAMENTE PARA A AVIAÇÃO DO EXÉRCITO (Brigada de Taubaté ).E esta "paspalhada " de atuação como tropa da ONU nosC$%#Us do Mundo ,só são  motivo para roubalheiras por aqui e responsabilidades com os refugiados !.

4-A Marinha precisa dominar IMEDIATAMENTE a tecnologia de construção de submarinos convencionais e de mísseis Mar-Mar .Não tem ! .E as Fragatas , Corvetas e destróiers  são  ainda a Alma Máter da  MARINHA BRASILEIRA .

5-Aliança mlitar com a OTAN deve ser pensada nos seus Prós e Contras , mesmo com os presentes Governos pró Franceses -Rússia -China (desde FHC) .Notando que estes últimos  senhores (Russia  e China)  também são importantes parceiros na aquisição de armas e plataformas militares, mas  localizadas na estrutura do inventário das FAs Brasileiras  .

6- O MD parece ser outro erro crasso  . Com o EMFA , os projetos estratégicos da  defesa militar pareciam  fluir melhor !. Este negócio de por até os programas de combate à fome , na área militar-apesar de bem -intencionados , são também  uma dispersão de esforços (lembre-se que a engenharia militar brasileira não é civil , como aquela dos UsA, com o seu corpo de engenheiros militares atuando em projetos de construção civis em tempo de PAZ! !).

7-O (A) Presidente da República é o comandente -em -chefe das FAs brasileiras (mesmo se o  Senhor (a)  Presidente eleito por votos , for do Partido Comunista Chinês ! ).

Uma Ref Interessante e aparentemente isenta sobre a história militar da aviação naval , no Brasil ;

Senão a "galera" só vai continuar a fazer barulho e perseguir "OVNIS " , por aqui no Rio de Janeiro .(veja o vídeo em anexo)

AVIAÇÃO NAVAL BRASILEIRA: RIVALIDADES E ... - UNESP - Francawww.franca.unesp.br/poshistoria/falconi.pdf

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Paulo Gustavo Falconi. –Franca : UNESP, 2009. Tese – Doutorado – História – Faculdade de História, Direito e Serviço Social – UNESP. 1. Força Aérea ..

 

Floresta!

 

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