Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
Nossa página está em teste e sua contribuição será valiosa.
Participe com sugestões e auxilie na construção.
Relacione aqui sugestões e problemas que tenha encontrado. Esse espaço também é seu!
|
|
|
Brasilianas.Org |
|
A votação do FunprespEnviado por luisnassif, dom, 05/02/2012 - 10:58
Por Sérgio Troncoso
Câmara decide que Funpresp será votado em 2012 Deputados queriam mais tempo para dicutir o PL 1.992, que iguala o teto da previdência dos servidores públicos federais civis ao dos trabalhadores do regime privado. A proposta está na prioridade do Governo para o ano de 2012. O projeto de lei 1.992/07, que iguala o teto da previdência dos servidores públicos federais civis ao dos trabalhadores do regime privado, o Funpresp, ficou como prioridade para ser votado na Câmara em fevereiro de 2012. Os deputados entenderam que seria necessário mais tempo para debater a matéria. Em função da crise econômica internacional, a equipe econômica planeja cortar gastos para atenuar os seus efeitos no Brasil. Por isso, o Governo defende a aprovação do projeto para que sejam incluídos no novo sistema previdenciário os trabalhadores que ingressarem no serviço público já a partir do ano que vem. A contribuição de 11% referente ao teto de R$ 3.691,74 continua obrigatória. Nesse sentido, o servidor deve contribuir obrigatoriamente com até R$ 406,00. Para ganhar mais que o teto, o trabalhador terá que optar pelo Funpresp. Optando por uma contribuição de apenas 1% do salário para o Fundo, o Governo entra com subsídio no mesmo percentual. Assim, sucessivamente até 7,5%. Ou seja, o servidor pode contribuir como quiser, e quanto maior a contribuição, mais elevado será o benefício. Lembrando que o limite do Governo está mantido em 7,5%. O objetivo dessa reforma é trazer austeridade fiscal nas contas do Governo. Em 2010, o déficit de 664 mil servidores públicos civis foi de R$ 24,7 bilhões, enquanto que o pagamento de 24 milhões de aposentadorias no regime privado no mesmo período foi de R$ 43 bi. Levando-se em conta o número de 958 mil benefícios pagos a servidores públicos civis e militares, o déficit da Previdência no ano passado chegou a cifra de R$ 51 bilhões. Em 2011, a União estima que o valor chegue a R$ 57 bi. Saiba mais sobre oFunpresp. (Peguei no Portal da Presidência, e a criação desse fundo vai "bombar" esse ano)
Faça seu login e aproveite as funções multímidia!
|
Comentários + votados
1
-
Durvalino
05/02/2012 - 12:07
... que tal começar apartando os gastos com estes 3,5 milhoes de pessoas que ganham um salario minino sem ter contribuido para a preveidencia. deveriam ser contabilizados como despesa social...
5
2
-
Geraldo Reco
05/02/2012 - 13:11
É inegável que o sistema previdenciário dos servidores públicos precisa de uma reforma, mas o que estão propondo não é a solução mais adequada no meu entender.
O que eu acho incrível, por...
5
3
-
Geraldo Reco
05/02/2012 - 15:54
Prezado,
Contribuição não é pressuposto básico para direito a qualquer benefício estatal. É apenas uma ficção econômica/jurídica. Quem contribui, de fato, economicamente, são os consumidores...
5
4
-
Iggy
05/02/2012 - 16:35
Como alertou o comentarista, temo que por trás desse fundo hajam intenções similares ao exemplo a seguir:
Na composição do consórcio, a Previ entrou com 49% do seu capital, cabendo à Iberdrola, 39% e...
5
6
-
Sérgio Troncoso
05/02/2012 - 18:50
Olha Geraldo, eu concordo com tudo do que você afirmou, em última instância é isto mesmo, mas acho importante fazer a separação contábil sim, porque ajuda o entendimento do povão em geral,...
5 Carregando
Posts de hoje
Mais Lidos da SemanaTagsBanco do Brasil
bancos
banda larga
Bolsa Família
Bresser-Pereira
capitalismo
Casa Civil
Cidades
Crise
crise mundial
desemprego
Dilma Rousseff
Economia
Educação
Educação
Folha
Gestão
Gestão Pública
Habitação
impostos
investimentos
IPEA
moradores de rua
municípios
Mídia
oposição
PAC
Política
Políticas Sociais
Software
São Paulo
Tecnologia
telebras
Universidade
Universidades
|
... que tal começar apartando os gastos com estes 3,5 milhoes de pessoas que ganham um salario minino sem ter contribuido para a preveidencia. deveriam ser contabilizados como despesa social fora do ambito da previdencia.
do jeito q está serve para jogar fumaça nos olhos de quem analisa noticias como essa.
Prezado,
Contribuição não é pressuposto básico para direito a qualquer benefício estatal. É apenas uma ficção econômica/jurídica. Quem contribui, de fato, economicamente, são os consumidores finais de qualquer bem ou serviço, ou seja, toda a sociedade.
Assim, essa história de separar quem contribuiu de quem não contribuiu é pura conversa fiada. Assim como juntar tudo num balaio só também é conversa fiada.
É preciso analisar a questão além da página dois, coisa que nossa imprensa incompetente ou conivente não faz.
Todo e qualquer benefício previdenciário significará, sempre, a transferência de renda de agentes econômicos ativos para agentes econômicos passivos. Organizar essa forma de transferência tendo em conta os princípios da liberdade e da igualdade é a chave da questão.
Que tal refletir sobre isto?
Olha Geraldo, eu concordo com tudo do que você afirmou, em última instância é isto mesmo, mas acho importante fazer a separação contábil sim, porque ajuda o entendimento do povão em geral, intelectualmente envenenado com teorias utilitaristas espalhadas pela grande mídia patronal, desarma certos argumentos falaciosos de gente que no fundo nunca vai precisar da previdência estatal, e também considero que faz parte de boa prática contábil.
Um abraço.
Sérgio Troncoso
É inegável que o sistema previdenciário dos servidores públicos precisa de uma reforma, mas o que estão propondo não é a solução mais adequada no meu entender.
O que eu acho incrível, por outro lado, são as justificativas ridículas que o pessoal que defende o FUNPRESP apresenta. Nesse caso específico, dizem assim:
"Em função da crise econômica internacional, a equipe econômica planeja cortar gastos para atenuar os seus efeitos no Brasil. Por isso, o Governo defende a aprovação do projeto para que sejam incluídos no novo sistema previdenciário os trabalhadores que ingressarem no serviço público já a partir do ano que vem"
Em primeiro lugar a mudança que estão propondo só começará a ser sentida daque uma década, no mínimo, e só será relevante daque três décadas. A crise internacional é do presente, não é do futuro.
Em segundo lugar a criação de tal fundo criará despesa no presente em troca de uma economia no futuro. No sistema atual não existe contribuição governamental, com o FUNPRESP haverá. É difícil, portanto, entender como é que pretendem cortar gasto criando uma nova despesa.
Coisa de louco ou de quem não está imbuído das melhores intenções.
Como alertou o comentarista, temo que por trás desse fundo hajam intenções similares ao exemplo a seguir:
Na composição do consórcio, a Previ entrou com 49% do seu capital, cabendo à Iberdrola, 39% e ao BB 12%. Na hora do desembolso, tocou à Iberdrola participar com com 1,6 bilhão; e o banco público, 500 milhões. E a Previ? Bem, a Previ depositou 2 bilhões, de forma que entrou com a maior de todas as somas e, mesmo assim, não detinha o controle acionário do empreendimento. Pagou o sócio para comandar! Um case emblemático de como o dinheiro público pode servir de alavanca para alienar patrimonio público em favor de interesses privados.(Ribeiro Junior, Amaury. A Privataria Tucana, página 171)
Creio que é bem por aí.
Postar novo Comentário