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A tragédia de PinheirinhoEnviado por luisnassif, ter, 24/01/2012 - 07:00Coluna Econômica - 24/01/2012 O episódio de Pinheirinho - em São José dos Campos - mostra o extremo despreparo do setor público brasileiro para tratar questões sociais. Em geral, prefeitos que comandam ações de erradicação de favelas são bem avaliados por seus eleitores, pela suposta “limpeza” de área. Não passam de despreparados, montados em prefeituras sem planejamento que, antes do desfecho, permitiram o aparecimento de favelas ao não levaram adiante programas habitacionais. O caso de Pinheirinho entrará para os clássicos da má gestão pública de municípios. Desde 2002 a área é disputada. Tentaram-se várias ações de reintegração de posse. Nenhuma prosperou. Gradativamente parte da área passou a ser ocupada por sem-tetos que, com esforço próprio, ergueram suas casas, organizaram sua vida, colocaram seus filhos em escolas, suas crianças em creches, estabeleceram relações amigáveis com a vizinhança. O país e a cidade ganharam muito. Ganharam consumidores para seu comércio, mão de obra para suas empresas, meninos que, em lugar de mendicarem ou entrarem para o crime, foram estudar, idosos que passaram a ser assistidos pela própria comunidade. Economizou-se em saúde e em segurança. Em nenhum momento se soube de nenhuma ação da prefeitura de São José dos Campos para inibir o desenvolvimento daquela área. E como se inibe? Resolvendo a questão fundiária da área, mostrando projetos de habitação popular, apresentando alternativas para a população do local. Quem está de fora tende a ver esses aglomerados como focos de sujeira e de crime. No entanto, em muitas favelas ou aglomerados, houve processos de auto-regulação no qual as pessoas desamparadas pelo poder público lograram criar sua comunidade, estabelecer uma ordem relativa, permitir que seus filhos estudassem. Pinheirinho tinha 2.500 crianças e rapazes. Não existe garantia maior de ordem que uma comunidade integrada, com regras de conduta, criando laços de amizade, solidariedade de vizinhança. Os principais estudos sobre urbanização, nas últimas décadas, consagraram esse modelo, de preparar a urbanização respeitando os que moram no lugar. No entanto, para o governante míope interessa apenas a obra urbanística de impacto, como se uma grande construção ajudasse a reabilitar áreas deterioradas. O maior exemplo desse fracasso são os projetos da Estação da Luz. De repente, o estado investe na Sala São Paulo, no Museu da Palavra, já existia a Pinacoteca, enfim um centro cultural dos mais relevantes. Qual o resultado urbanístico? A Cracolândia. Nos anos 50, esse modelo de urbanização de cimento, sem a análise do ecossistema social produziu desastres similares em Nova York e outras grandes cidades norte-americanas. Daí surgiram linhas novas de pensamento urbanístico valorizando o fator homem em qualquer intervenção urbana. Não se avalia o que a comunidade e o país perdem com a dispersão de comunidades organizadas. Desmontam-se famílias, desarticula-se o acesso à rede escolar, tiram-se pessoas da economia formal para jogá-las na miséria ou no crime. Ao atropelar as negociações para encontrar uma saída justa para o impasse – da qual faziam parte juizes da massa falida, advogados das partes, secretarias estaduais e federais – a gestão Geraldo Alckmin tem sua primeira grande mancha.
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Comentários + votados
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Daniel Campos
24/01/2012 - 07:05
Para a Justiça, uma única pessoa com muito dinheiro e "bons amigos" vale muito mais e têm mais direitos do que milhares de pessoas "comuns".
Simples assim.
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Nilson Fernandes
24/01/2012 - 07:06
"A gestão Geraldo Alckmim tem sua primeira mascha". Como o Nassif é modesto com o PSDB de SP.
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João Sabóia Jr.
24/01/2012 - 07:14
Nassif, discordo de que o problema é o despreparo do setor público brasileiro, para mim a questão é que esses prefeitos e sesu seguidores, inclusive os que neles votaram, são facistas travestidos de...
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manoel
24/01/2012 - 07:15
Olá Nassif,
Voce tem razão, quando diz que na maioria das vezes os governos são bem avaliados quando cometem estes crimes. Diria mais, ainda mais no caso de São Paulo e principalmente em São José dos...
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mauricio moreira
24/01/2012 - 07:16
INDIGNAÇÃO é a palavra certa, até quando as pessoas vão aceitar passivas esses absurdos, obrigado por ter dado um rosto para essa tragédia, a juíza, as pessoas que mandam nesse país tem...
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João Bosco Rocha
24/01/2012 - 07:17
Primeira mancha? E as assinaturas de jornais e revistas do grupo Abril, Folha de São Paulo e Estado de São Paulo, sem licitação, para ccoptá-los? Não são manchas?
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Nilson Fernandes
24/01/2012 - 07:19
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Alckmin, o açougueiro do Pinheirinho, precisa ser denunciado até ao Tribunal Penal Internacional
Esse vídeo mostra a forma violenta e...
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Alexandre Freitas
24/01/2012 - 07:28
Concordo com o comentário acima. Não é problema de gestão de política pública. É político.
Nassif fala como se fosse um erro, que o Alckmin teria perdido uma oportunidade de mostrar um lado social....
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Mario Blaya
24/01/2012 - 07:49
faça isso, e aproveita e lista o nome do Lula, por holocausto indigena que esta ocorrendo no Brasil.
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Cláudia Stefani
24/01/2012 - 07:56
Também acho que se trata de uma questão ideológica, quando não de caráter.
E essa conversinha de Estado falido é exatamente o que os causadores da tragédia de Pinheirinho desejam - que haja uma...
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João Sabóia Jr.
24/01/2012 - 08:04
Filgueiras,
A instituição estado, e você pode ter a comprovação pela história, sempre foi a elite dominante com seus conceitos retrógrados, até hoje o conceito de casa grande e senzala está no DNA...
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Maria Rita
24/01/2012 - 08:15
Enquanto isso a rede Bandeirantes exibe a face cínica e fútil da riqueza nativa, o BBB12 é um show de cultura, criatividade e alegria (falei mesmo isso!?), as celebridades (quem?) enchem as páginas...
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Maria Luisa
24/01/2012 - 08:24
Ao invés de se irritar com Gilberto Carvalho, por dizer a verdade, melhor faria Alckmin de buscar junto ao prefeito de São José dos Campos, solução para toda essa gente desalojada, alguns...
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Marco Vitis
24/01/2012 - 08:40
Tudo é uma questão de escolha.
Entre o povo pobre e trabalhador do Pinheirinho e o criminoso de gravata - Naji Nahas - o sr. governador Geraldo Alckmin escolheu defender o criminoso e a especulação...
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ruyacquaviva
24/01/2012 - 09:13
A trollagem está em desespero... Já não falam coisa com coisa.Apenas escrevem qualquer mentira para ver se cola. Desespero total...
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Ricardo Pereira
24/01/2012 - 09:35
Se vcs acham que ja viram tudo sobre isto, leiam ordem do presidente do TJ/SP, Ivan Sartori sobre isto (texto retirado do blog do Fred, do UOL)
Pinheirinho: ordem para preservar autoridade do TJ
Ivan...
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Filgueiras
24/01/2012 - 09:46
Eu era bastante anarquista, até assistir ao fim da Iugoslávia. Aí, percebi que alguma forma de Estado é necessária. Mas, veja você, as formas de estado democrático de direito foram imaginadas, a...
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Luiz Americo Costa
24/01/2012 - 09:50
Isso deve ser "praga" de alemão. A tragédia começou lá atrás. 1969. Um quátruplo assassinato. A família, ao que tudo indica alemães ou judeus (ou as duas coisas) que eram proprietários e não deixaram...
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Para a Justiça, uma única pessoa com muito dinheiro e "bons amigos" vale muito mais e têm mais direitos do que milhares de pessoas "comuns".
Simples assim.
"A gestão Geraldo Alckmim tem sua primeira mascha". Como o Nassif é modesto com o PSDB de SP.
Nilson Fernandes
Tudo é uma questão de escolha.
Entre o povo pobre e trabalhador do Pinheirinho e o criminoso de gravata - Naji Nahas - o sr. governador Geraldo Alckmin escolheu defender o criminoso e a especulação imobiliária.
Não devemos nos esquecer das mais de quinhentas execuções sumárias no meio da rua com tiros na nuca em 2006. o governador era o Alckmin. aquilo não foi uma mancha . foi um genocídio.
Também acho.
Primeira mancha?
Mas se faz um semana a polícia do Alckmin sentou o porrete nos pobres coitados da Cracolândia para defender interesses imobiliários!!!
Quem é reponsável pela construção do metrô envolvida em escândalos em São Paulo?
Quem é responsável por obras que são ineficiente para impedir as enchentes que matam em São Paulo?
Quem está na lista de furnas porque recebeu 8 milhões de reais?
Quem cuida dos presídios dominados pela máfia do PCC que está tomando conta da perifeira das cidades paulistas?
Esse Alckmin está envolvido em corrupção da grande e entrou na defesa do Nahas no caso Pinheirinho porque este deve ter feito muitas operações financeiras irregulares para os componentes deste governo.
É simples assim.
Vera Lucia Venturini
Nassif, discordo de que o problema é o despreparo do setor público brasileiro, para mim a questão é que esses prefeitos e sesu seguidores, inclusive os que neles votaram, são facistas travestidos de democratas, tem ódio do povo, tem ódio de gente humilde, tem ódio de pobre. São da casta que se veste na Daslu, frequentam Fasanos da vida, vestem Dior, usam Rolex... Povo só é bom para serem serviçais, mais nada. Eles, essa corja, descendem dos deuses do Olímpo, são puros, são belos, são bonitos, são inteligentes, alegres, saudáveis, SÃO PODRES! Vão a missa aos domingos e recitam Meu deus! Meu deus...
Odeiam bolsa família, Prouni, Enem, inclusão social.
Detestam nordestinos, negros, só os aceitam se estiverem com um pano de chão limpando seus chãos de mármore!
Fora suas bestas do apocalipse! Fora daqui!
"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina
Concordo com o comentário acima. Não é problema de gestão de política pública. É político.
Nassif fala como se fosse um erro, que o Alckmin teria perdido uma oportunidade de mostrar um lado social.
Que lado social???
Do ponto de vista do PSDB, a coisa foi bem feita, foram retirados.
O seus membros, partidários e muitos de seus eleitores devem ter considerado um acerto, como se toda a repercussão fosse
uma tempestade em copo d´água.
Mas que isso não seja computado apenas na conta do PSDB, mas sim de todos os aprtidos que representam a clsse alta cuja forma de tratar as pessoas mais pobres sempre foi assim.
Quem espera uma renascimento do partido ou a volta as suas origens, esta se iludindo como se iludiram todos os que um dia acreditaram que o partido e seus membros tivessem algo a oferercer ao país além da manutenção dos lucros empresariais elevados e das "tenebrosas transações".
Concordo com o comentário. É uma questão de ideologia de visão de mundo. Eles acreditam nisso. Acham que assim resolve o problema, pois problemas socias se resolve com polícia. Por isso não importam com desemprego, insatisfação popular, justiça social. O que importa é a propriedade privada o livre mercado e sua ideologia. Para os "efeitos colaterais", o aparato repressivo tá aí pra resolver. Depois a mídia disfarça, mente, coloca um BBB, uma novela e a vida segue. Mas cá pra nós...as coisas estão mudando.
Sabóia, não é bem assim. É que o Estado ( a instituição Estado ) faliu. algumas das razões são as que você aponta, mas não é só isso. Não funciona, nem vai funcionar, essa coisa partida, apropriada nuns pedaços, corrompida em outros.
Filgueiras,
A instituição estado, e você pode ter a comprovação pela história, sempre foi a elite dominante com seus conceitos retrógrados, até hoje o conceito de casa grande e senzala está no DNA dessa gente.
Quando conseguimos eleger o primeiro homem do povo você viu o que eles armaram até o final, e ainda armam, para derrubar o povo.
São contra cotas raciais, em um país que abusou da escravidão e colocou a raça negra como últimos da fila.
São contra a ascensão social porque temem perder seus priviégios. Humanidade é uma palavra que só se adequa a eles e seus pares, o restante são párias, esgotos...
Essa elite e principalmente a de São Paulo e do sul do Brasil são extremamente próximas da ideologia do apartheid, são os boers brazucas.
não se engane, eles são sectários e racistas.
"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina
Estás generalizando demais. Sou contra cotas raciais pois não acho que pobres brancos ou amarelos mereçam menos que negros, raça não existe, existem pessoas com poucas oportunidades e o estado deve prover estas oportunidades. Pinheirinho é um crime que é muito maior do que estas questões.
Eu era bastante anarquista, até assistir ao fim da Iugoslávia. Aí, percebi que alguma forma de Estado é necessária. Mas, veja você, as formas de estado democrático de direito foram imaginadas, a partir das revoluções americana e francesa, para controlar essa vontade "estatal" de mandar sem limites.
Acontece que não funciona mais, se é que já funcionou. Não vejo o caso como racismo, sequer como luta de classes. É só uma demostração de como nós - o povo - não temos controle sobre os poderes estatais. Vc viu a declaração do presidente do TJSP? Todos - veja bem, todos - os segmentos, desvãos ou meros cantinhos do Estado estão sob controle de castas, dinastias, corporações, " coronéis " ( não se esqueça das aspas, por favor ). Ou seja, nossa democracia representativa não nos representa mais.
meu amigo Castelo disse uma vez : " A luta contra a pobreza acabou. Os pobres perderam." Era para ser uma piada, mas dessa vez não foi.
Boa mesmo é a elite do Nordeste, principalmente do Maranhão, Alagoas e Bahia, essa sim uma elite digna, correta e igualitária.
Sr. João Sabóia
Discordo num ponto do teu comentario, sobre a região sul, aqui caro amigo se voce não sabe (RS) é um dos poucos estados brasileiro aonde o homem do campo sempre comeu a mesa com o patrão, me desculpa mas o que disseste é um desconhecimento de causa, pois que o povo gaucho sempre esteve envolvido em todas as formas de legalidade da história do nosso pais, e daqui partiu o começo da volta de Jango ao poder, de forma legitima eleito por voto popular, o Sr deve estar confundindo talves com Minas Gerais, São Paulo etc..
Pesso que o Sr poste outro comentario sobre qualquer região do Pais após ter relmente certeza do que está falando!
Abraços
SR. JN Figueiredo,
Peço desculpas pela minha generalização. O que conheço é a elite catarinense e parananense (não são todos os paranaenses e catarinenses) e essas tem até movimento separatista do Brasil.
Quanto ao RGSul, realmente não conheço e me desculpo pelo erro cometido.
A bem da verdade RGSul sempre foi um estado legalista e de um povo a frente de muitos estados brasileiros.
abraços
"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina
Antes fosse. Se o Estado, no caso, o governo de SP, estivesse falido, não teria intervido no Pelourinho, atrapalhando a vida de uma comunidade que tinha se estruturado sozinho, sem poder contar com um Estado que "estaria" falido.
O problema que ele é falido para algumas coisas, tipo garantir cidadania para pobre e não falido para outras, tipo botar todo um aparato policial para devolver terra para banqueiro bandido
Juliano Santos
Também acho que se trata de uma questão ideológica, quando não de caráter.
E essa conversinha de Estado falido é exatamente o que os causadores da tragédia de Pinheirinho desejam - que haja uma despersonalização do evento como se o "Leviatã" tivesse vida própria e não fosse conduzido por sujeitos com nome e sobrenome.
Assino o que você escreveu Claudia
"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina
Cláudia,
Essa conversa de falencia do Estado é para nos lembrar que as nossas formas de representação fracassaram. Experimente trocar o nome e sobrenome dos dirigentes do leviatã, você verá que a coisa continua quase a mesma, porque esses nomes e sobrenomes mandam muito pouco.
Sem, pelo menos, uma mudança nas formas de representação, não vai dar certo. É isso que não podemos esquecer.
Trocam-se os nomes e as coisas continuam na mesma ? Quando o Lula assumiu, o Brasil era a décima quarta economia mundial, com 17 bilhões de dólares em caixa e uma dívida na praçade 600 bilhões de dólares ( a maior do mundo ), que nos fazia pagar 42 bilhões de dólares anuais, referente aos juros. Hoje somos a sexta economia, temos 360 bilhões de dólares em caixa e não devemos mais nada à ninguem, e você diz que mudam os nomes mas tudo continua igual ? Ganhamos todos os prêmios recentes na área de inclusão social ( 30 milhões de brasileiros ascenderam a classe C, mais do que isso foram tirados da miséria absoluta ) e o amigo afirma que mudam os nomes mas nada muda. Respeito sua opinião, mas a minha é que você está enganado. Cordialmente.
Claudio, Concordo em numero e grau com o teu comentario, dizer que é tudo igual é comparar sabão com rapura!
Cláudia, tem esta história da falência do Estado sim. Especialmente naqueles que pregam o Estado mínimo e a desvalorização do servidor público. Sem capital humano e políticas públicas, Pinheirinhos surgem por todo o Brasil.
Mas isto também é culpa do caráter destes gestores, aí concordo com você. Não há planejamento urbano e habitacional porque a ideologia é mesmo de não investir nestas áreas. É um desvio ético e moral do gestor público não olhar para as causas emergenciais da sociedade em áreas urbanas.
O exemplo, no caso Pinheirinho, é que o prefeito nem cogitou participar do Programa Cidade Legal, do Ministério das Cidades. Era uma saída ideal, contar com ajuda técnica e financeira federais, visto a tal falência do Estado.
O Nassif está sendo, neste caso, muito condecedente com prefeitos que especulam no setor imobiliário, grande desgraça em todas as capitais brasileiras e no litoral. Este é o ponto, a desordem urbana tem origem na especulação imobiliária que financiam prefeitos e vereadores, juízes e desembargadores.
Viver é afinar um instrumento...
Concordo com você em tudo,João!
Conheço pessoas que votaram no serra para tirar a prefeitura da Marta por que nao pegavam onibus e o resto que se f......,pois foi notorio durante o governo da Marta o esforço que ela fez pelo transporte publico,criação do bilhete único,corredores de onibus,construções de terminais,etc...
Imagine o odio que destilaram,contra o CEU,tem um proximo a minha casa não se conformaram dele ter sido construido na parte mais pobre de Guaianases,o facista não é apenas encontrado nas camadas ricas da sociedade,existe aqueles que mesmo fazendo parte da classe baixa, não
se conformam,se acham diferente ,por ser mais claros,ter menos filhos,usam como desculpa para desfarça o odio,que sentem por ver pessoas conquistando alguns beneficios que deveria ser só deles os ungidos.
Olá Nassif,
Voce tem razão, quando diz que na maioria das vezes os governos são bem avaliados quando cometem estes crimes. Diria mais, ainda mais no caso de São Paulo e principalmente em São José dos Campos, onde o PSDB está sentado no poder por 16 anos e a população me parece extremamente conservadora e prefere ficar de olhos fechados, não se importando com o desfecho destes pobres indigentes.
Pobre São Paulo, pobre São José, torço e trabalho para que este cenário mude.
Fora os bandidos que nos governam e muitos em nome do OD.
INDIGNAÇÃO é a palavra certa, até quando as pessoas vão aceitar passivas esses absurdos, obrigado por ter dado um rosto para essa tragédia, a juíza, as pessoas que mandam nesse país tem que saber que tem responsabilidades, acima de tudo com o povo que tão boa vida lhes proporciona.
Primeira mancha? E as assinaturas de jornais e revistas do grupo Abril, Folha de São Paulo e Estado de São Paulo, sem licitação, para ccoptá-los? Não são manchas?
06:10
Para Alckmin e os tucanos, Lula está por trás de Gilberto Carvalho nas críticas ao Caso PinheirinhoCompartilhe: Twitter
Carvalho disse que, na ação de reintegração de posse, a polícia paulista desalojou os moradores com violência, transformando o local “numa verdadeira praça de guerra”. E que esta não era a forma de o governo federal agir.
Irritado, Alckmin postou ontem à noite mesmo em seu perfil no twitter seis notas para rebater as acusações.
Nos posts (ao lado), disse que a ordem de desapropriação partiu da Justiça e não do governo, que ele dará apoio aos desalojados e que São Paulo é o único Estado da União que investe dinheiro do seu Orçamento em moradia social.
Alckmin não citou o ministro no twitter. Mas, em conversas reservadas, lembrou que Gilberto Carvalho é, entre os assessores da presidenta Dilma Rousseff, o mais ligado ao ex-presidente Lula.
Como Lula está mergulhado até o pescoço na campanha de Fernando Haddad a prefeito, o governador interpretou a ação de Gilberto Carvalho como uma declaração de guerra eleitoral. O início da campanha.
Os pré-candidatos tucanos à Prefeitura fazem cara de raiva, mas estão felizes da vida. Acham que, agora, o governador vai entrar de cabeça na disputa eleitoral
"Irritado, Alckmin postou ontem à noite mesmo em seu perfil no twitter seis notas para rebater as acusações":
Alguem com acesso poderia por favor nos informar o que Alckmin estava tuitando aa hora exata que a "desapropriacao" estava acontecendo?
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Alckmin, o açougueiro do Pinheirinho, precisa ser denunciado até ao Tribunal Penal Internacional
Esse vídeo mostra a forma violenta e desumana como são tratadas crianças, mulheres e trabalhadores, pelo governo tucano.
Alckmin, o açougueiro do Pinheirinho, precisa ser denunciado até mesmo ao Tribunal Penal Internacional de Haia, para responder por estes crimes contra a humanidade, ao lado de gente como o açougueiro dos balcãs.
O governador Alckmin (PSDB/SP), o prefeito Eduardo Cury (PSDB/SP), e o judiciário paulista, conseguiram desalojar e desabrigar mais famílias de seus lares, do que a catástrofe de uma enchente do século.
Exterminaram 1.700 lares de famílias de baixa renda, para entregar a área a uma massa falida de Naji Nahas, o mega-especulador que já foi acusado de falência fraudulenta.
Alckmin fala fino com o PCC e com policiais corruptos do DENARC, e fala grosso com crianças, mulheres e trabalhadores mais fracos.
Falar grosso é modo de dizer, porque o que vimos foi baixar o cassetete, atirar balas de borracha, soltar bombas, sem dó nem piedade de quem estiver pela frente.
Alckmin age do mesmo jeito que o regime racista sul-africano agia contra os negros na época do apartheid.
Para gente como Naji Nahas, Alckmin é um doce: Fornece gentilmente 2.000 policiais, carros blindados, helicópteros, para entregar um terreno "limpinho".
Nilson Fernandes
faça isso, e aproveita e lista o nome do Lula, por holocausto indigena que esta ocorrendo no Brasil.
"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich
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