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A "simpatia" do rei Juan Carlos pelos golpistas 23-FEnviado por luisnassif, ter, 07/02/2012 - 08:09Por Paulo F. Do Diário de Notícias de Lisboa Juan Carlos mostrou "simpatia" por golpistas do 23-F
Diplomata alemão informou o seu Governo, em 1981, que monarca espanhol não queria que sucedesse "algo demasiado grave" aos militares. O Rei Juan Carlos mostrou "compreensão, se não mesmo simpatia" pelos militares envolvidos no golpe de 23 de fevereiro de 1981, movimento conhecido pela designação 23-F, segundo o então embaixador alemão em Madrid, Lothar Lahn. O facto é divulgado hoje pelo semanário Der Spiegel, citando relatórios diplomáticos recentemente libertados pelo Governo alemão. No relatório 524, enviado por Lahn para o Governo então com sede em Bona, o embaixador classifica como "quase de desculpa" as palavras que Juan Carlos dedicou aos militares revoltosos. O gabinete do Rei reagiu com um breve comunicado em que se pode ler "ser claro o papel do Rei na defesa da Constituição e da democracia para toda a sociedade espanhola". As palavras do Rei foram proferidas numa reunião com o embaixador, sucedida a 26 de março no Palácio da Zarzuela. Segundo Lahn, o monarca espanhol terá dito que os militares, chefiados por Alfonso Armada, Milans del Bosch e Tejero Molina, "só queriam o mesmo a que todos aspiramos: o restabelecimento da ordem, da disciplina, a segurança e a tranquilidade". Sempre segundo o embaixador alemão, que morreu em 1994, Juan Carlos estaria disposto a intervir junto do Governo de Adolfo Suárez para que "não sucedesse nada de demasiado grave" aos conjurados. No seu relatório, Lahn, que dominava perfeitamente o castelhano, permitindo-lhe um contacto mais direto com os políticos espanhóis e com o Rei, escreve ainda que Juan Carlos só se mostrou "algo decepcionado" com o envolvimento do general Alfonso Armada. Este fora seu secretário durante vários anos.
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Comentários + votados
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Adjutor Alvim
07/02/2012 - 08:19
Qual a surpresa? Juan Carlos não foi criado no Franquismo?
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alfeu
07/02/2012 - 08:31
"As palavras do Rei foram proferidas numa reunião com o embaixador, sucedida a 26 de março no Palácio da Zarzuela. Segundo Lahn, o monarca espanhol terá dito que os militares, chefiados por Alfonso...
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Andre Araujo
07/02/2012 - 08:49
Uma tola tentativa de reescrever a Historia, o papel do Rei foi fundamental para acabar com a tentativa de golpe de um pequeno e inexpressivo grupo de militares, o Rei Juan Carlos ganhou enorme...
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junior50
07/02/2012 - 09:07
Esperavam o que desta personagem marginal da história?
Quando qualquer pessoa falar de J. Carlos ou caso tenha o desprazer de encontar-lo, a solução para...
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Marco Vitis
07/02/2012 - 09:10
Há na Espanha o Movimento dos Indignados, que ocupam as praças públicas e serviram de modelo aos americanos do norte. Em nenhum momento o rei Juan Carlos se manifestou sobre o Movimento 15M, que é...
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ramón mercader
07/02/2012 - 09:44
bem aventurados os franceses e russos que souberam dar o fim merecido a essa corja real.
Rei bom é rei enforcado, guilhotinado ou fuzilado.
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Maria Fulô
07/02/2012 - 09:54
"só queriam o mesmo a que todos aspiramos: o restabelecimento da ordem, da disciplina, a segurança e a tranquilidade"."
Qualquer semelhança com Alckmin no Pinheirinho, não é mera coincidência...
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AlvaroTadeu
07/02/2012 - 10:40
A mesma imprensa sul americana que festejou o "por que não te calas?" desse rei fajuto, proferido dentro da América do Sul contra um presidente eleito legitimamente (Hugo Chavez), é a mesma que...
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Déa Fragoso
07/02/2012 - 10:44
O que se pode esperar desswa monarquia fascista da Espanha?
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A. Alvaro Guedes
07/02/2012 - 12:11
Acho um absurdo que no século XXI ainda existam monarquias. A plenitude democrática pressupõe a República.
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Kid Prado
07/02/2012 - 13:22
Seja 'franco', André. Você é ou não é monarquista? Quem você admira mais, o generalíssimo Franco, o seu apadrinhado o rei Juan Carlos, ou o rei Momo? Ou seria o nobre Dom Fernando Henrique I?
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Andre Araujo
07/02/2012 - 09:49
Porque o Rei, como em todas as monarquias, não se manifesta sobre assuntos politicos, a não ser em casos extremos em que o Pais está em perigo e mesmo assim fala por orientação do Governo e não de...
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Andre Araujo
07/02/2012 - 10:44
Juan Carlos de Borbon é descendente direto dos Luises de França, com quem inclusive se parece fisicamente, a Dinastia fez um acordo com Franco, como os Savoia fizeram com mussolini, o que não quer...
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jefff
07/02/2012 - 13:17
O "democrata" "republicano" mandando quem discorda calar a boca. Típico!
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Qual a surpresa? Juan Carlos não foi criado no Franquismo?
Adjutor Alvim @CasaTolerancia http://casatolerancia.blogspot.com/ https://www.facebook.com/BlogPoliticaAdjutor
Juan Carlos de Borbon é descendente direto dos Luises de França, com quem inclusive se parece fisicamente, a Dinastia fez um acordo com Franco, como os Savoia fizeram com mussolini, o que não quer dizer que o Rei foi "criado" pelo franquismo, foi um acordo de conveniencias.
Não só criado como, também, entronado!
A realeza de Juan Carlos vem do avô, Alfonso XIII, Rei de Espanha, a Monarquia foi interrompida pela Republica de 1931 e reataurada por Franco. Foi um arranjo politico como centenas de autros através da Historia mas o sangue azul de Juan Carlos não vem de Franco e sim de Henrique IV, primeiro Bourbon francês, pai de Luis XIII, de quem Juan Carlos é descendente direto.
Não é o motivo pelo qual ele foi entronado, mas quem possibilitou. Tentou criar o Juan Carlos como continuador do regime, ainda bem que ele teve mais bom senso
rei...
"As palavras do Rei foram proferidas numa reunião com o embaixador, sucedida a 26 de março no Palácio da Zarzuela. Segundo Lahn, o monarca espanhol terá dito que os militares, chefiados por Alfonso Armada, Milans del Bosch e Tejero Molina, "só queriam o mesmo a que todos aspiramos: o restabelecimento da ordem, da disciplina, a segurança e a tranquilidade"."
João Carlos, porque não te calas?
Alfeu, perfeito!!!!
Na pinta!
Uma tola tentativa de reescrever a Historia, o papel do Rei foi fundamental para acabar com a tentativa de golpe de um pequeno e inexpressivo grupo de militares, o Rei Juan Carlos ganhou enorme credibilidade interna e externa com seu papel decisivo nesse momento, de forma publica e inequivoca.
Agora, querer reinterpretar acontecimentos longinquos pelo que ele teria dito a um diplomata alemão,
é muita falta de assunto.
André, por quê não te calas?
http://uerj.academia.edu/CunhaFilho
O "democrata" "republicano" mandando quem discorda calar a boca. Típico!
Seja 'franco', André. Você é ou não é monarquista? Quem você admira mais, o generalíssimo Franco, o seu apadrinhado o rei Juan Carlos, ou o rei Momo? Ou seria o nobre Dom Fernando Henrique I?
Kid Prado
Retificando: ...ou seria o nobre príncipe Dom Fernando Henrique I?
Kid Prado
Esperavam o que desta personagem marginal da história?
Quando qualquer pessoa falar de J. Carlos ou caso tenha o desprazer de encontar-lo, a solução para deixa-lo CALADO e/ou fulo da vida (abdica da máscara real rapidinho), é simples:
Data: 29/03/1956
Local: Quinta a beira-mar no Estoril (Portugal)
Caso: J.Carlos em férias da Academia Militar de Zaragoza, empunhando uma pistola (segundo algumas fontes, presenteada a ele por seu mentor - Gen.Franscisco Franco), aos 18 anos de idade - MATOU seu irmão de 14 anos, Alfonso de Bourbon.
Ao principio tratado pela policia salazarista como suicidio, foi comprovado por investigações exigidas pelo "tio" Jaime de Bourbon, que J. Carlos estava "brincando" com a arma e esta disparou, os jornais espanhóis controlados pela ditadura franquista abafaram o caso (tanto que o corpo de Alfonso somente foi transladado para a Espanha, anos depois, em segredo)
Mesmo hoje se procurar pelo Principe Alfonso em publicações espanholas é dificil achar, parece que ele nunca existiu, e algumas ainda insistem na tese de suicidio.
Aliás, alguem conhece ou já ouviu dizer de um militar brincar com uma pistola carregada, e atingir o próprio irmão no peito?
junior50
Perfeito!
Lembro do "incidente".
O pai do juan Carlos criava o filho alfonso, primogênito e herdeiro, e o Franco era o mentor do juan Carlos . Franco queria portanto que o juan Carlos fosse o rei pois tinha " feito a cabeça deste". Mas juan Carlos estava longe do trono pela linha de sucessão. Com a morte do irmão, aproximou-se. Bastou atropelar uma pessoa: o próprio pai. Assim ficou mais fácil a franco nomea-lo rei. Ou seja, o pai do juan Carlos assistiu a monarquia ser restaurada e ele, como o verdadeiro rei, ser preterido pelo filho. Edificante, não? Monarquia realmente é algo incompatível com o século XXI.
Tudo errado. Alfonso não era herdeiro e primogenito, nasceu em 1942 e Juan Carlos em 1938.
O acordo de Don Juan, Conde de Barcelona, com o Generalissimo Franco para fazer de Juan Carlos o sucessor na Chefia de Estado, APOS A MORTE DE FRANCO, foi feito em 1948, quando Juan Carlos tinha dez anos de idade. Portanto Juan Carlos não deu uma rasteira no pai, visto que era um menino de dez anos. Por esse acordo, conhecido como acordo de Vila Giralda, Juan Carlos foi para a Espanha, até então morava em Portugal, para fazer seus estudos em escolas militares espanholas, cursou academias do exercito, marinha e força aerea, com a combinação de que Juan Carlos sucederia a Franco quando o Caudillo morresse. Por uma razão etária e cronologica, era muito mais compreensivel que Juan Carlos fosse o sucessor do que seu pai, que poderia morrer antes de Franco, veja-se que depois do acordo Franco ainda viveu 26 anos, era portanto um acordo de muito longo prazo e o Conde de Barcelona evidentemente não era um jovem. Portanto toda essa argumentação cai por terra, o Rei Juan Carlos NÃO deu uma rasteira em seu pai com dez anos de idade.
Há na Espanha o Movimento dos Indignados, que ocupam as praças públicas e serviram de modelo aos americanos do norte. Em nenhum momento o rei Juan Carlos se manifestou sobre o Movimento 15M, que é reprimido pelos poderes políticos.
Parodiando o diálogo entre o rei e Hugo Chaves, podemos perguntar:
Por qué no hablas, Juan Carlos ?
Porque o Rei, como em todas as monarquias, não se manifesta sobre assuntos politicos, a não ser em casos extremos em que o Pais está em perigo e mesmo assim fala por orientação do Governo e não de por sua iniciativa.
Caro Marcos,
O André, didaticamente, responde sua pergunta. Contudo, o que fica claro, para mimi, pelo menos, que o Rei tem sim o que dizer. E, se não o faz, eé pela razão que o André, tão claramente expos.
Abraço.
bem aventurados os franceses e russos que souberam dar o fim merecido a essa corja real.
Rei bom é rei enforcado, guilhotinado ou fuzilado.
"só queriam o mesmo a que todos aspiramos: o restabelecimento da ordem, da disciplina, a segurança e a tranquilidade"."
Qualquer semelhança com Alckmin no Pinheirinho, não é mera coincidência...
"Filho" de Franco, Franquinho é.
Caco
A mesma imprensa sul americana que festejou o "por que não te calas?" desse rei fajuto, proferido dentro da América do Sul contra um presidente eleito legitimamente (Hugo Chavez), é a mesma que encobriu o assassinato do irmão do rei, primeiro na linha sucessória ao trono espanhol. O irmão do rei foi morto a tiros. Juan Carlos servia ao exército franquista, foi visitar o irmão em Portugal, e lá houve o tal "acidente". Juan Carlos disse na época que arma disparou inadvertidamente. Mas havia uma grande falha nessa declaração: Juan Carlos era especialista em armamentos e jamais seria possível um acidente desse tipo. Com a morte do irmão, ele virou o primeiro sucessor ao trono espanhol. Na época, Portugal vivia sob a ditadura salazarista, que não investigou morte tão estranha.
ABSOLUTAMENTE ERRADO, o irmão do Rei que levou o tiro acidental não era o primeiro na linha de sucessão, tinha 4 anos menos que Juan Carlos, nasceu em 1942 e Juan Carlos em 1938, portanto não era o herdeiro. Porque razão Juan Carlos mataria o irmão?
Acidentes acontecem, Catarina de Medicis, Rainha da França envenenou por engano seu filho, tambem Rei de França, o veneno não era para ele mas o coitado bebeu o vinho e caiu morto.
Crimes, assassinatos e acidentes em casas reais correm pela Historia em grande abundancia.
Carissimo Irmão,
Sempre aos crédulos, e aos que querem ascender aos ideais nobiliarquicos, intransigentes defensores da"veritas regis legis", cruzados intimoratos da verdade e da FÉ, existe um caminho: o de São Dom José Maria de ESCRIVÁ Balaguer, confessor do nobre J. Carlos de Bourbon e do Generalissimo Francisco Franco de Bahamonde _ Caudilho de España por La Graça de Dios y nobre defensor da Casa Real de Alfonso XIII.
P.S.: extra-numerários são sempre bem vindos na nobre ordem, tratar, em São Paulo, na Avenida Alfonso Bovero, s/no (próximo a MTV).
junior50
O que se pode esperar desswa monarquia fascista da Espanha?
Acho um absurdo que no século XXI ainda existam monarquias. A plenitude democrática pressupõe a República.
As monarquias europeias e o Japão vivem na plenitude democratica, muito mais democracia que em muitas republicas.
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